Alessandra Brigo
Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ), na área de concentração de Ciências Humanas e Saúde e em Antropologia Cultural e Social pela Università degli Studi di Milano-Bicocca. Possui mestrado em Antropologia Cultural e Etnologia pela Università di Bologna com período de estudos na Universidade Federal de Minas Gerais, na Universidade de Pisa e na Universidade de Lisboa. Foi pesquisadora da City, University of London e pesquisadora visitante no Departamento de Antropologia da New York University.
Tem experiência como coordenadora de projetos sociais com foco em gênero e direitos sexuais e reprodutivos.
Atua no campo dos estudos dos direitos reprodutivos, do aborto e dos movimentos feministas.
Informações coletadas do Lattes em 01/09/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Antropologia Culturale e Sociale
2019 - 2022
Universitá degli Studi di Milano-Bicocca
Título: O Aborto em tempos de Epi-Pandemias: sobrevivência, resistência e ativismo
Orientador: Claudia Mattallucci
Palavras-chave: Aborto; Direitos Reprodutivos; Movimento Feminista; Zika Vírus; COVID-19.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Direitos Reprodutivos. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia da Saúde.
Doutorado em Saúde Coletiva
2017 - 2022
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: O Aborto em tempos de Epi-Pandemias: sobrevivência, resistência e ativismo
Orientador: em New York University ( Rayna Rapp)
com Sergio Carrara. Coorientador: Claudia Bonan Jannotti. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Aborto; Direitos Reprodutivos; Movimento Feminista; Zika Vírus; COVID-19.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia da Saúde. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Direitos Reprodutivos.
Mestrado em Antropologia cultural e etnologia
2013 - 2015
Universita di Bologna
Título: Direito à vida, de quem? Uma analise antropológica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil), Ano de Obtenção: 2015
Orientador: Ivo Quaranta
com Bolsista do(a): Azienda Regionale per il Diritto agli Studi Superiori dell'Emilia Romagna, ERGO, Itália. Palavras-chave: Gênero; Sexualidade; Antropologia; Saúde; Bioética; Antropologia da Saúde. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
Graduação em Letras
2008 - 2012
Universitá di Pisa
Título: A mulher afro-brasileira na narrativa de Conceição Evaristo
Orientador: Mario Barbieri
com Bolsista do(a): Azienda della Regione Toscana per il Diritto allo Studio Universitario, DSU, Itália.
Formação complementar
2018 - 2018
Extensão universitária em Nas fronteiras do pensamento de Hannah Arendt e Judith Butler. (Carga horária: 30h). , Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP, FFLCH/USP, Brasil.
2015 - 2015
CONFRONTING GENDER BASED VIOLENCE: CASE STUDIES FROM INDIA. , Johns Hopkins University, JHU, Estados Unidos.
2015 - 2015
HUMAN RIGHTS: GLOBAL AND LOCAL PROTECTION. , Università degli Studi di Padova, UNIPD, Itália.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Gênero.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Sexualidade.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Saúde Coletiva.
Organização de eventos
MORA, C. ; GARAY, J. ; GOMES, C. ; BRIGO, A. ; GAMA, M. C. . Aborto como cuidado: experiências, ativismos e pesquisas na América Latina. 2023. (Outro).
PARREIRAS, C. ; FACCHINI, R. ; BRIGO, A. ; MATTAR, V. . Gênero & Desigualdades + Saúde. 2021. (Outro).
BRIGO, A. ; ZANINI, G. ; MARTINO, A. . Antropologia dell?aborto. Complessità e sfide di una ricerca impegnata. 2021. (Outro).
BRIGO, A. ; MATTAR, V. ; SIVORI, H. . Jornadas em Saúde, Sexualidade e Direitos Humanos - CLAM Debate a Pandemia. 2020. (Outro).
BRIGO, A. ; CARRARA, S. ; MATTAR, V. . Desafio e Perspectivas sobre os Direitos Reprodutivos no Brasil e na America Latina. 2018. (Outro).
BRIGO, A. ; MATTAR, V. . Auto de resistência, filme e debate. 2018. (Outro).
BRIGO, A. ; CARRARA, S. ; MORA, C. . Aborto, desafios para a pesquisa e o ativismo. 2017. (Outro).
BRIGO, A. . Jornada de debates: Gravidez, parto e direitos.. 2017. (Outro).
BRIGO, A. ; DORNELES, R. ; RUSSO, K. ; SILVEIRA, I. ; SIMÃO, A. S. . XI Seminário dos Estudantes do IMS. 2017. (Outro).
Participação em eventos
Aborto como cuidado: experiências, ativismos e pesquisas na América Latina.Aborto seguro e acompanhado na América Latina: uma estratégia feminista. 2023. (Seminário).
Antropologia dell?aborto. Complessità e sfide di una ricerca impegnata.Antropologia dell?aborto. Complessità e sfide di una ricerca impegnata. 2021. (Seminário).
Aborto e movimento feminista no Brasil.Gênero & Desigualdades + Saúde. 2020. (Seminário).
Covid-19 e Violência nas favelas e periferias.Moderadora. 2020. (Seminário).
Direitos reprodutivos em tempos de Covid 19.Debatedora. 2020. (Seminário).
3 Reunião De Antropologia Da Saúde. Dispositivos de diagnostico, direitos reprodutivos e as contradições em um país que criminaliza o aborto. 2019. (Congresso).
8 Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas de Saúde. Aborto por anomalia fetal: uma reflexão sobre os casos de anencefalia e microcefalia. 2019. (Congresso).
31ª Reunião Brasileira de Antropologia. Etnografias abortivas na cidade de Belo Horizonte. 2018. (Congresso).
56 Congreso Internacional de Americanistas. Corpos públicos, etnografias de praticas abortivas em Belo Horizonte. 2018. (Congresso).
Desafio e Perspectivas sobre os Direitos Reprodutivos no Brasil e na America Latina.Mediação da mesa: Como pesquisar e atuar sobre os direitos reprodutivos na atualidade?. 2018. (Seminário).
Aborto: Desafios para a pesquisa e o ativismo.Mediação da mesa: Ni una a menos. 2017. (Seminário).
I Encontro Nacional de Pesquisa e Ativismo sobre Aborto - I ENPAA.Direito à vida, de quem? Uma análise antropológica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil). 2017. (Seminário).
XII Reunión de Antropología del Mercosur. Direito à vida, de quem? Uma analise antropologica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil). 2017. (Congresso).
WILPF(Women's International League for Peace and Freedom) Anniversary Conference. Story Corps. 2015. (Congresso).
Grupo de Estudos Feminismo e Relações de Gênero.O estupro como arma de guerra.. 2013. (Seminário).
Produções bibliográficas
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ZANINI, G. ; BRIGO, A. ; MARTINO, A. . L?impatto della pandemia di Covid-19 sull?interruzione di gravidanza. L?aborto farmacologico in tre diverse realtà nazionali. AM , v. 24, p. 31-62, 2023.
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BRIGO, A. ; SOUZA, M. . Legalizzazione e depenalizzazione sociale dell?aborto in America Latina: un?analisi comparata tra Brasile e Argentina. Nomos , v. 2, p. 1-21, 2022.
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BRIGO, A. . Etnografias abortivas na cidade de Belo Horizonte.. In: 31ª Reunião Brasileira de Antropologia, 2018, Brasília. Anais da 31ªRBA, 2018.
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BRIGO, A. . Corpos públicos, etnografias de praticas abortivas.. In: 56 Congreso Internacional de Americanistas, 2018, Salamanca. Anais do 56 Congresso Internacional de Americanistas, 2018.
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BRIGO, A. . Direito à vida, de quem? Uma analise antropologica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil). In: XII Reunión de Antropología del Mercosur, 2017, Posadas. Libro de Actas. XII Reunión de Antropología del Mercosur ?Experiencias etnográficas: desafíos y acciones para el Siglo 21", 2017.
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BRIGO, A. . Abortion in Latin America: an analysis of Brazil?s state of affairs. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRIGO, A. . Etnografias abortivas na cidade de Belo Horizonte. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRIGO, A. . Corpos públicos, etnografias de praticas abortivas em Belo Horizonte.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRIGO, A. . Direito à vida, de quem? Uma analise antropologica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil).. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRIGO, A. . Direito à vida, de quem? Uma análise antropológica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil).. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
Outras produções
BRIGO, A. . Parecer para a revista Saúde em Debate. 2019.
BRIGO, A. . Parecer para a revista Sexualidad, Salud y Sociedad - Revista Latinoamericana. 2018.
BRIGO, A. . Parece para a Revista Textos Graduados (UnB). 2017.
GAMA, M. C. ; MORA, C. ; BRIGO, A. . A descriminalização do aborto na América Latina. 2022. (Programa de rádio ou TV/Outra).
BRIGO, A. ; SOUZA, M. ; BARONE, M. A. . Em busca do aborto visível. 2017.
BRIGO, A. ; VENTURA, M. . Miriam Ventura sobre a PEC 181/2015. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
BRIGO, A. ; HEILBORN, M. L. . Maria Luiza Heilborn sobre a PEC 181/2015. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
BRIGO, A. ; CORREA, M. . Marilena Corrêa sobre a PEC 181/2015. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
BRIGO, A. ; LOWY, I. . Ilana Lowy sobre Zika e Aborto no Brasil. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
BRIGO, A. . PEC 181 Aborto em Questão. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
MORA, C. ; BRIGO, A. . Aborto: desafio para a pesquisa e o ativismo. 2017.
MORA, C. ; BRIGO, A. ; MATTAR, V. . Precisamos falar sobre aborto. 2017.
BRIGO, A. ; LUSENGE, J. . Légion d'honneur de RDC parle: WILPF. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
NAGHDE, R. S. ; ZAGO, S. ; BRIGO, A. . CHE A TASA, CHE A PIASA, CHE A STIA IN CASA. 2005. Vídeo.
Projetos de pesquisa
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2020 - 2022
Aborto acompanhado no Brasil: o acompanhamento como ato de resistência, Descrição: Analisa as mudanças das práticas médicas em torno do aborto a partir da pandemia de COVID-19, com a introdução do aborto em telemedicina em vários países e no Brasil; e indaga a pratica das ativistas acompanhantes de aborto no Brasil, refletindo sobre as complicações relacionadas à pandemia e à ilegalidade, entendendo que a telemedicina e as redes de acompanhamento tornaram possível transformar o ambiente doméstico em um local adequado e desejável para interromper uma gravidez e a proximidade de pessoas não profissionais virou um importante recurso cognitivo e emocional além de um ato de resistência em tempos conservadores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Alessandra Brigo - Coordenador.
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2019 - 2020
Gênero, comunicação em saúde e ativismo na era digital. (City University of London), Descrição: Nas últimas décadas, movimentos sociais e uma série de ONGs, de diferentes causas ao redor do mundo, fizeram um uso ampliado de novas tecnologias no sentido de formar a opinião pública na mídia e na esfera pública com a intenção de influenciar a arena política, as políticas públicas e as tomadas de decisões. Em uma era de saturação midiática, pesquisas mostram que várias ONGs enfrentam uma série de desafios políticos e dificuldades em gerar conhecimento em torno de suas causas. No entanto, novas tecnologias nem sempre são capazes de apoiá-las nisso (Thrall et al, 2016). Igualdade de gênero e direitos sexuais e reprodutivos tem implicações para para a democracia, enquanto o potencial oferecido pelas novas tecnologias para a mudança têm um papel na democratização da mídia. Pesquisas mostram que ONGs da América Latina têm tido um papel crucial no avanço dos direitos reprodutivos, fazendo incursões internacionalmente, moldando políticas e denunciando a violação dos direitos humanos das mulheres (Richardson and Birn, 2011). Este projeto busca avançar na pesquisa sobre como o uso de tecnologias por grupos de mulheres e ONGs feministas podem contribuir para o empoderamento das mulheres nos países em desenvolvimento, no avanço dos direitos humanos e na influência em políticas públicas. Uma amostragem de ONGs baseadas no Norte e no Sul foi previamente selecionada. Junto a isso, serão realizados questionários e entrevistas em profundidade com representantes de ONGs, especialistas em comunicação, experts e líderes no sentido de explorar atividades de comunicação online, desde os sites das organizações até seus perfis em redes sociais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Alessandra Brigo - Integrante / Carolina Matos - Coordenador.
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2017 - 2021
O vírus zika e os efeitos de uma epidemia nos direitos reprodutivos das mulheres no Brasil., Descrição: Esse projeto tenta analisar como a epidemia do Vírus Zika reapresenta no debate político, jurídico e ético, a questão do direito ao aborto em caso de malformação fetal identificando as tensões entre a rápida expansão de testes pré-natais e das tecnologias reprodutivas em contrapartida ao controle nos corpos e nas escolhas das mulheres;. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Alessandra Brigo - Coordenador / SÉRGIO CARRARA - Integrante / Claudia Bonan Jannotti - Integrante.
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2014 - 2015
Direito à vida, de quem? Uma analise antropológica sobre a criminalização do aborto em Belo Horizonte (Brasil)., Descrição: Esse trabalho foi a tentativa de compreender as consequências da criminalização do aborto na saúde e na vida das mulheres, visto a escassez de dados oficiais sobre o assunto na região. Foi feito um trabalho etnográfico com entrevistas semiestruturadas na área de Belo Horizonte. Investigou-se o processo histórico do aborto no Brasil dum ponto de vista legislativo e político. Pretendeu-se observar quais, em um país onde o aborto é ilegal e há uma falha na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, são as medidas adotadas pelo Estado para ajudar as mulheres nas escolhas reprodutivas. A criminalização do aborto tem grandes consequências na saúde e na vida das mulheres. O aborto ilegal é a quarta causa de morte materna. O estigma do crime deixa as mulheres com o medo de contar as próprias histórias e intimida os professionais de saúde em ajudá-las. A experiência em campo revelou as dificuldades que as mulheres enfrentam em interromper as gravidezes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Alessandra Brigo - Coordenador / Ivo Quaranta - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2024 - Atual
Università Ca' Foscari VeneziaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: KnowledgePolicy Coordinator - Posdoutoranda
2023 - Atual
International Planned Parenthood FederationVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenadora, Regime: Dedicação exclusiva.
2021 - 2023
European Association for Local DemocracyVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coord. Genero, Inclusão e Direitos Humanos
2019 - 2019
City University LondonVínculo: assistente de pesquisa, Enquadramento Funcional: assistente de pesquisa
2017 - Atual
Centro Latinoamericano em Sexualidade e Direitos HumanosVínculo: Membro colaborador, Enquadramento Funcional: Membro colaborador do Centro Latinoamericano
2017 - 2022
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutoranda
2015 - 2016
Sociedade Cultural Projeto LuarVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Organizadora logística de projetos sociais, Carga horária: 40
Outras informações:
Organizadora logística de projetos sociais com mulheres, adolescentes e pessoas com necessidades educativas.
2011 - 2012
União LatinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Organização logística de projetos culturais
Outras informações:
Projetos:
Conhecer-se e reconhecer-se um intercâmbio cultural no Equador entre estudantes africanos e latino-americanos. Promoção e difusão do Prêmio Martín Chambi de fotografia. Abitar os idiomas, encontro cultural entre escritores. Programa de ação O som e a imagem: um patrimônio para preservar em favor da preservação, restauração e valorização do patrimônio audiovisual nos países da Angola, Cabo Verde, Costa do Marfim, Guiné Bissau, Moçambique, Filipinas e Senegal.
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