Letícia Velasques Barros

Acadêmica do curso de Letras - (Português/Inglês), da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, cursando o sexto semestre. Possui experiência em pesquisa acadêmica, tendo atuado como bolsista de Iniciação Científica (2024/2025), com bolsa do CNPq, desenvolvendo o Plano de Trabalho "Denominações para "chuva de pedra" na Região Norte do Brasil: contribuições do Projeto ALiB", na área de Linguística, com ênfase em Lexicologia e Dialetologia, pesquisa vinculada ao Projeto ALiB (Atlas Linguístico do Brasil), Regional Mato Grosso do Sul. Participou do VII Seminário Internacional de Estudos de Linguagens - PPGEL/ UFMS e XV Semana de Letras da FAALC (novembro de 2024), com apresentação do trabalho "Denominações para "chuva de pedra" na Região Norte do Brasil sob o olhar de falantes paraenses."

Informações coletadas do Lattes em 26/05/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Letras - Português e Inglês

2023 - Atual

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Título: Denominações para "chuva de pedra" na Região Norte do Brasil: contribuições do Projeto ALiB
Orientador: Aparecida Negri Isquerdo
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2020 - 2022

Colégio ABC/CBA

Participação em eventos

VII Seminário Internacional de Estudos de Linguagens e XXV Semana de Letras.Denominações para "chuva de pedra" na Região Norte do Brasil sob o olhar de falantes paraenses. 2024. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • BARROS, L. V. ; ISQUERDO, Aparecida Negri . Denominações para 'chuva de pedra' na Região Norte do Brasil sob o olhar de falantes paraenses. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - 2025

    Denominações para "chuva de pedra" na Região Norte do Brasil: contribuições do Projeto ALiB, Descrição: O léxico de uma língua reflete aspectos físicos, sociais e culturais de um grupo social alocado em determinado tempo e espaço, razão pela qual evidencia variações distintas, de uma língua para outra e acordo com o meio em que os falantes interagem. As transformações pelas quais a sociedade passa ao longo do tempo provocam variação no léxico que também varia em termos regionais. Esta pesquisa orientou-se pelos seguintes objetivos: i) analisar em que proporção as denominações para chuva de pedra, documentadas no interior dos estados da Região Norte do Brasil e suas respectivas distribuições espaciais, recuperam aspectos físicos e históricos-sociais das localidades pesquisadas; ii) contribuir para o conhecimento da realidade linguística regional brasileira no que se refere à área semântica dos fenômenos atmosféricos. Assim, o estudo analisa denominações para chuva de pedra, pergunta 015 do QSL/Questionário Semântico-Lexical do Projeto Atlas Linguístico do Brasil (Comitê Nacional..., 2001, p. 20) documentadas por meio de entrevistas com 72 falantes nascidos em 21 localidades do interior dos estados da Região Norte: Amapá, Amazonas, Pará, Acre, Rondônia e Tocantins. Os dados deste estudo foram obtidos do Banco de Dados do Projeto), por meio de audição dos inquéritos gravados, respostas para pergunta 015 do QSL. Os dados levantados dos inquéritos linguísticos do Banco de Dados do Projeto ALiB são organizados em planilhas do Excel, a partir dos quais se produzem tabelas contendo as ocorrências das formas lexicais, acompanhadas de gráficos, que subsidiam a análise dos dados em termos quantitativos e qualitativos. Foram obtidos cinco denominações: chuva de gelo (9), chuva de pedra (9), chuva de neve/neve (12), chuva de granito (16) e chuva de granizo (55). A pesquisa orienta-se pelos princípios da Geolinguística (Cardoso, 2010), da Lexicologia (Biderman, 2001) e das relações entre léxico e meio ambiente (Sapir, 1969). Os resultados revelam maior frequência de chuva de granizo, provavelmente uma influência da escola. Destacou-se também a chuva de neve/neve cuja presença pode ser explicada pelas características da região Norte extremamente quente e úmida, sendo raras as chuvas de pedra. Enfim, os dados atestam a percepção do falante em relação ao fenômeno atmosférico, demonstrando que o léxico regional não apenas expressa especificidades linguísticas, como também evidencia a identidade e a cultura das populações, no caso, da Região Norte do Brasil. Plano de trabalho desenvolvido como bolsista de Iniciação Científica (2024/2025) sob orientação da Professora Doutora Aparecida Negri Isquerdo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Letícia Velasques Barros - Coordenador / Aparecida Negri Isquerdo - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

Histórico profissional

Experiência profissional

2024 - 2025

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Vínculo: , Enquadramento Funcional: