Emanuel Nícolas Nascimento Lima
Discente da graduação de Medicina na Universidade Federal Da Paraíba (UFPB)
Informações coletadas do Lattes em 27/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Participação em eventos
60° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Aspectos epidemiológicos da Malária no Brasil e sua influência no desenvolvimento nas políticas públicas de controle. 2025. (Congresso).
60° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Vacinas Negligenciadas, Infecções Reemergentes: Panorama Epidemiológico do Rotavírus no Brasil em Crianças menores de 5 anos. 2025. (Congresso).
60° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Análise epidemiológica dos casos de dengue no Brasil e sua relação com os imunizantes Qdenga® e Dengvaxia® na população infanto-juvenil entre 2023-2025. 2025. (Congresso).
Projetos de pesquisa
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2025 - Atual
Efetividade da auriculoterapia nos níveis pressóricos de adultos e idosos hipertensos na Atenção Básica, Descrição: A auriculoterapia é uma tecnologia de intervenção em saúde que faz parte dos recursos terapêuticos da medicina tradicional chinesa (MTC). Ela parece propiciar a liberação de neurotransmissores e outras substâncias responsáveis pela promoção da analgesia e promove a regulação psíquico-orgânica do indivíduo, sendo incorporada no SUS mediante Portaria no 971, de 03 de maio de 2006(1). A auriculoterapia permite o estímulo de locais anatômicos espalhados por todo o corpo, por meio da inserção de sementes de mostarda, visando à promoção, à manutenção e à recuperação da saúde, bem como à prevenção de agravos e doenças(2). A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) atinge 32,5 (36 milhões) de indivíduos adultos, mais de 60 dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50 das mortes por doenças cardiovasculares no país(3). Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Sistema de Informações do SUS apontam as consequências quando os problemas crônicos não são tratados devidamente: internações repetidas e morte, como é o caso da hipertensão arterial que está por trás da mortalidade por doença cardiovascular(4). Daí a importância da prevenção primária como estratégia de minimizar danos secundários(5). Ressalta-se que a estimulação de pontos auriculares revela-se eficaz em emergências hipertensivas(6), por meio da liberação de acetilcolina e óxido nítrico nos tecidos durante a estimulação do ramo auricular vagal(7). Segundo Oliveira e al (2021), aliadas ao tratamento complementar da HAS, as Práticas Integrativas podem ser potentes ferramentas em programas da atenção básica ou especializada, pois ampliam a visão dos profissionais sobre o processo saúde, doença, e sobre as ofertas terapêuticas de cuidado, além de contribuírem para a promoção, prevenção e reabilitação da saúde, potencializando, com seus benefícios, o projeto terapêutico individualizado a cada pessoa. A ação da auriculoterapia devido à sua aparente capacidade de modular o sistema nervoso autônomo, com diminuição da atividade simpática, e promoção de efeito relaxante(7). A integração da auriculoterapia como terapêutica complementar pode oferecer benefícios adicionais, como o estímulo à autonomia e a percepção de bem-estar, contribuindo para um cuidado integral por meio de um atendimento humanizado(8). Dessa forma, este estudo justifica-se pela relevância da hipertensão como um problema de saúde pública, pela necessidade de alternativas terapêuticas que complementam o tratamento convencional, e especialmente pelo potencial da auriculoterapia como uma estratégia não farmacológica eficaz para o manejo da HAS(10). Parte-se da hipótese de que uma sessão de auriculoterapia pode contribuir para o controle dos níveis pressóricos da população submetida à intervenção. Assim, este estudo objetivou avaliar o efeito da auriculoterapia nos parâmetros de pressão arterial e de bem-estar de adultos e idosos hipertensos., . , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Emanuel Nícolas Nascimento Lima - Integrante / MARIA DO SOCORRO TRINDADE MORAIS - Coordenador.
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2024 - Atual
Efeitos terapêuticos das Práticas Integrativas na liberação de sentimentos suprimidos no relacionamento íntimo, Descrição: Mecanismos de autossupressão criados na primeira infância são reforçados por um condicionamento social persistente do gênero feminino (Santos, 2019). Muitas mulheres acabam se autossilenciando, o que é definido como a tendência a silenciar pensamentos e sentimentos de modo a manter relacionamentos seguros, em especial os relacionamentos íntimos (Crema., Tilio, 2021). Essa negação crônica da própria existência autêntica pode ser fatal. Num estudo que acompanhou mulheres que relataram ter conflitos com os cônjuges que em geral ou sempre guardavam seus sentimentos para si tinham mais de quatro vezes mais risco de morrer durante o acompanhamento em comparação às mulheres que sempre falavam o que estavam sentindo (Koprowski., galindo., Laren, 2020). A repressão da raiva e um agir compulsivo e autossacrificante em prol de terceiros é uma adaptação natural, mas que aumenta consideravelmente o risco de sofrimento psíquico, doenças e distúrbios autoimunes. Esse "não escutar" de modo a priorizar as necessidades alheias é uma origem importante dos papéis prejudiciais à saúde que as mulheres assumem (Dutra., Mayorga, 2019). Ela é uma das formas ignoradas pelos médicos e imposto a um grande número de mulheres na sociedade contemporânea. Na medicina, a tendência de prescrever medicamentos psiquiátricos, principalmente para mulheres em condições de sofrimento psíquico, sem investigar os relacionamentos íntimos é uma questão preocupante, pois oferecer remédio como substituto da escuta compassiva é colocar em risco a saúde física e mental (Figueiredo, 2020). Sabemos que essa postura profissional surge em decorrência do marketing poderoso da indústria farmacêutica que transforma experiências humanas normais: como medo, tristeza, raiva e angústia em doenças (Santos, 2024). Existem muitas formas de cuidar da depressão, ansiedade e a irritabilidade sem uso de medicamentos (Santos, 2024). Na atenção básica as práticas integrativas surgem como cuidado complementar e auxiliam na reconexão do próprio corpo e mente, dimensão fundamental para o processo de autocompreensão e auto aceitação (Santos, 2020). Nosso corpo é mais sábio do que imaginamos, mas é preciso entrar em sintonia com o desconforto, e não rejeitá-lo (Aguir, 2020)). Neste sentido, será que a aromaterapia pode auxiliar no processo de verbalização da irritação e de necessidades não satisfeitas no relacionamento íntimo, uma vez que promove relaxamento do sistema límbico responsável pelas emoções reprimidas? , . , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Emanuel Nícolas Nascimento Lima - Coordenador / MARIA DO SOCORRO TRINDADE MORAIS - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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