Tauan de Oliveira Ledesma
Aluno do Curso superior de Geografia, com interesse na linha de pesquisa de Gameficação e Cartografia Temática.
Informações coletadas do Lattes em 29/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Formação complementar
2023 - 2023
A1 língua italiana. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.
Organização de eventos
OLIVEIRA, T. L. . Semana da Calourada - Geografia 2024. 2024. (Outro).
OLIVEIRA, T. L. . DESCUBRA UFSM 2024. 2024. (Exposição).
OLIVEIRA, T. L. . As mudanças climáticas em mapas: práticas pedagógicas com o Hipermapa da Quarta Colônia/Rs. 2024. (Outro).
OLIVEIRA, T. L. ; Natália Lampert Batista . ccne na praça. 2023. (Exposição).
OLIVEIRA, T. L. . IV MOSTRA DE VIVÊNCIAS PEDAGÓGICAS E PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO TERRITORIAL INTEGRADO (POTI) e I ENCONTRO DE SOCIALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRÍCULAR DE GEOGRAFIA LICENCIATURA. 2023. (Outro).
Participação em eventos
PPGGEO Em Diálogo: Roda de Conversa. 2025. (Outra).
COMO ENSINAR GEOGRAFIA UTILIZANDO TECNOLOGIA DIGITAIS. 2024. (Outra).
PALIOINFORMAÇÕES EM ESTUDOS DE TESTEMUNHOS DE GELO. 2024. (Outra).
PERMAFROST: PORQUE É IMPORTANTE. 2024. (Outra).
Semana da calourada geografia - 2024.Semana da calourada geografia - 2024. 2024. (Outra).
UNIVERSIDADE EM MOVIMENTO.ESPORTE UNIVERSITÁRIO. 2024. (Oficina).
1 Circulo Debate Residência Pedagógica em Geografia-MESA 3. 2023. (Outra).
1 Circulo de Debate do Residência Pedagógica em Geografia-MESA2. 2023. (Outra).
CCNE NA PRAÇA. CCNE NA PRAÇA. 2023. (Exposição).
-Circulo de Debate Residência Pedagógica Geografia MESA1. 2023. (Outra).
Colóquio-Geografia Urbana de Santa Maria RS. 2023. (Outra).
EMEF Santo Antônio, Agudo RS: Financiamento atual e projeções futuras. 2023. (Outra).
I Colóquio: A geografia da cidade de Santa Maria, RS: A moradia e planejamento diante do processo de segregação socioespacial. 2023. (Outra).
I Colóquio- Geografia urbana de Santa Maria RS. 2023. (Outra).
II Congresso Latino-Americano de ensino em geografia (CLEGE I Colóquio de geografia inclusiva (CoGIn). 2023. (Congresso).
Internacionalização no centro de educação - UFSM: Vivências e possibilidades.Internacionalização no centro de educação - UFSM: Vivências e possibilidades. 2023. (Outra).
IV Mostra de vinvências pedagógicas e planejamento e ordenamento territorial integrado (POTI). 2023. (Outra).
IV Mostra de vivências pedagógicas e planejamento e ordenamento territorial integrado (POTI) e I encontro de. 2023. (Outra).
Rodas de conversa de LEPGHU - terceira edição - Mesa:2 Formação, Docente, experiências e desafios no ensino. 2023. (Outra).
Rodas de conversa de LEPGHU - terceira edição - Mesa 3: Práticas docentespara ensinar geografia no mundo contemporânieo. 2023. (Outra).
XII SAGEO Semana Acadêmica da Geografia. 2023. (Outra).
Produções bibliográficas
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Ledesma, Tauan de Oliveira ; Günther, Amanda Chaves ; Dias, Maurício Maciel ; Sccoti, Anderson Augusto Volpato . ¿VOLTA AO MUNDO¿: UM JOGO DE TABULEIRO COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA. Loading : games e gamificação no ensino de geografia. 1ed.: Arco Editores, 2025, v. , p. 116-126.
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GUNTHER, A. C. ; OLIVEIRA, T. L. . GEOGRAFIA INCLUSIVA: ESTRATÉGIAS EM CONTEXTOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. In: XXXIX ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA, 2025, Santa Maria. XXXIX ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA NÃO FOI POR FALTA DE AVISO: GEOGRAFIA EM FRENTE AS CRISES.
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OLIVEIRA, T. L. ; GUNTHER, A. C. . GEOIMPACTO!: APRENDENDO SOBRE DESASTRES NATURAIS ATRAVÉS DE JOGOS DE CARTAS. In: XXXIX ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA, 2025, Santa Maria. XXXIX ENCONTRO ESTADUAL DE GEOGRAFIA NÃO FOI POR FALTA DE AVISO: GEOGRAFIA EM FRENTE AS CRISES, 2025.
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
ESTUDOS GEOAMBIENTAIS: PROCESSOS SUPERFICIAIS E OS RISCO DE PERDAS E DANOS PARA AS POPULAÇÕES, Descrição: O conhecimento das causas de processos superficiais que podem causar danos e perdas é um dos mais importantes campos do conhecimento geográfico. Entender quais os mecanismos de desencadeamento, funcionamento, frequência e magnitude de um fenômeno é de fundamental importância para o direcionamento de medidas. O ordenamento do território e a planificação ambiental requerem o conhecimento detalhado de todos os aspectos e pormenores da superfície terrestre que influenciem as atividades humanas ou que possam ser afetados ou alterados por estas. O zoneamento e mapeamento geoambiental é importante instrumento para o planejamento e regulação do uso e ocupação do solo. Este tipo de mapeamento quando associado às questões geomorfológicas trazem resultados mais precisos e satisfatórios para o zoneamento. Dentro desta ótica Grecchi e Pejon (1998) afirma que os estudos de natureza geoambiental possibilitam à caracterização de áreas quanto as suas aptidões e restrições às atividades já em desenvolvimento e/ou prováveis de serem implantadas, além de indicar porções do terreno com uma maior qualidade ambiental que possam ser preservadas. Autores como Fiori (2004); Carvalho et al. (2004) indicam que a elaboração do zoneamento geoambiental se baseia na associação de mapas temáticos, entre os quais se destacam o Geológico, o Geomorfológico, o Pedológico, o Litológico, o de Declividade, a Drenagem e o Uso e Ocupação do Solo. A síntese dos mapas temáticos e a integração dos parâmetros para a definição adequada dos limites de cada unidade são facilitadas pelas ferramentas de cartografia digital e (SIG) Sistemas de Informação Geográfica. Para Trentin e Robaina (2005), o zoneamento geoambiental tem como proposta fundamental a divisão da área analisada em unidades, de acordo com as características de seus atributos. As unidades representam áreas com heterogeneidade mínima quanto aos atributos e, em compartimentos com respostas semelhantes frente aos processos de dinâmica superficial. Uma unidade pode ser formada por um único atributo que por si só define as condições específicas do comportamento ambiental ou pode ser formada por uma associação de atributos que juntos definem as particularidades da unidade. Lang; Blaschke (2009, p. 41) definem que as ferramentas disponibilizadas pelos SIGs permitem sobrepor diferentes atributos, como caracterização do meio físico e ocupação e, com isso, agilizam as análises e promovem conclusões mais precisas. Além disso, também se observa que o Sistema de banco de dados [...] permite que usuários menos especializados possam realizar as consultas de forma fácil e dinâmica e obtenham os resultados desejados. Como exemplo da aplicação dos mapeamentos geoambientais, cita-se o trabalho desenvolvido por Souza et al (2005) o qual utiliza a cartografia geoambiental, como suporte para a elaboração do Plano Diretor Ambiental e Urbanístico da cidade de Mariana, no estado de Minas Gerais. Mapeamento de unidades geoambientais foram desenvolvidas também por Higashi (2004) que apresentou uma caracterização das unidades geoambientais de São Francisco do Sul, no Estado de Santa Catarina. Em 2007, o trabalho de Diagnóstico Geoambiental da Bacia do Córrego Tenente Mariluz/PR, desenvolvido por Souza, Gasparetto e Nakashima (2008) e o trabalho intitulado Zoneamento geoambiental em áreas rurais. Subsídios ao planejamento de projetos de reforma agrária. Estudo de caso: assentamento rural Pirituba II, (SP), de autoria de Shimbo e Jiménez-Rueda (2007), apresentam como base a relação entre as informações da rede de drenagem, geologia estrutural, fisiográficas e pedológicas, que permitiram estabelecer as zonas geoambientais. De Nardin e Robaina (2009) estabelece o zoneamento geoambiental da bacia hidrográfica do arroio Miracatu,oeste do RS; Trentin (2011), desenvolveu trabalho de mapeamento geoambiental da bacia hidrográfica do Rio Itu,RS; Dan. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tauan de Oliveira Ledesma - Coordenador / Luis Eduardo de Souza Robaina - Integrante.
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2022 - Atual
ATLAS DA VERTICALIZAÇÃO URBANA NA QUARTA COLÔNIA DE IMIGRAÇÃO ITALIANA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL, Descrição: A verticalização urbana é um processo que altera profundamente a paisagem urbana, ocasionando impactos socioespaciais em diferentes escalas de cidades, incluindo as pequenas. Embora estes processos venham sendo largamente estudados nas médias e grandes cidades do país, nos pequenos núcleos urbanos os trabalhos ainda são reduzidos, especialmente nas pequenas cidades do estado do Rio Grande do Sul (RS). Este é o caso dos municípios da Quarta Colônia de Imigração Italiana, localizados na região central do estado do RS, Brasil, os quais vêm passando por intensas alterações em seus núcleos urbanos, envolvendo a ação de múltiplos fatores e processos. Diante disso, o objetivo geral deste projeto é estudar o crescimento, a expansão e a verticalização urbana na Quarta Colônia de Imigração Italiana, Rio Grande do Sul, Brasil. Como objetivos específicos, propõem-se (a) desenvolver uma metodologia de mapeamento para expansão e crescimento urbano, bem como para a verticalização em pequenas e médias cidades; (b) (re)conhecer os atores e forças que atuam para a transformação espacial na Quarta Colônia, relacionando as influências campo-cidade atreladas ao processo de verticalização urbana; (c) construir um Atlas da verticalização urbana na Quarta Colônia de Imigração Italiana, Rio Grande do Sul, Brasil. Como aporte teórico, em termos de definição das pequenas cidades, serão utilizados, sobretudo, os estudos de Santos (1982) e Corrêa (2011). Para a verticalização, serão utilizados como base teórica os estudos de Souza (1994), Ramires (1998), além dos trabalhos realizados no contexto das pequenas cidades do estado do RS, como o de Rosa (2021) e Manfio (2021). Os procedimentos metodológicos serão operacionalizados a partir do levantamento de dados primários, em trabalhos de campo e secundários, obtidos juntos a órgãos oficiais, como as Prefeituras Municipais, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Cadastro Ambiental Rural (CAR). Espera-se com esse projeto apresentar um panorama geográfico dos municípios da Quarta Colônia de Imigração Italiana, buscando compreender os fenômenos que atuam na transformação territorial destes pequenos núcleos urbanos, tendo como ênfase a produção de edifícios verticais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tauan de Oliveira Ledesma - Integrante / Natália Lampert Batista - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2023 - Atual
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Participante de projeto, Carga horária: 2
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