Bruno Eduardo Gomes Gonçalves

Graduando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Integra o grupo de pesquisa POPIAM (Política e Povos Indígenas nas Américas), sob coordenação do Prof. Dr. Leonardo Barros Soares, atuando em projetos sobre políticas de demarcação em terras indígenas, associativismo e empreendedorismo indígena. No âmbito da extensão, foi bolsista do PET-Saúde: Equidade (2024-2026), atuando na integração ensino-serviço e na promoção de políticas de equidade para grupos vulnerabilizados no SUS. Possui experiência em gestão e consultoria política/social pela Praxcis - Empresa Júnior de Ciências Sociais, onde exerceu o cargo de Gerente de Projetos (2023-2024). Tem produção técnica e interesse acadêmico voltado à Sociologia da Educação, formação docente e aos processos de demarcação de terras no contexto do presidencialismo de coalizão.

Informações coletadas do Lattes em 30/05/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Abi - Ciências Sociais

2022 - Atual

Universidade Federal de Viçosa

Ensino Médio (2º grau)

2019 - 2021

Colegio Elysium

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.

Participação em eventos

9⁰ Encontro Nacional de Ensino de Sociologia na Educação Básica..A percepção dos estagiários sobre ensino de sociologia o impacto das reformas no novo ensino médio.. 2025. (Encontro).

Desafios da Formação e Atuação de Docentes de Sociologia no Campo das Vertentes de Minas Gerais.. 2025. (Outra).

Troca de saberes no ensino de sociologia: do estágio à docência.. 2025. (Outra).

X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID.A percepção dos estagiários sobre ensino de sociologia o impacto das reformas no novo ensino médio.. 2025. (Encontro).

II Seminário Internacional de Política Social: Políticas para Infância Adolescência e Juventude. 2024. (Seminário).

V Identidade, Diversidade e Gênero: as Diferenças Fazem a Sociedade.",. 2024. (Seminário).

Fotografia e Imaginário: a representação de indígenas brasileiros entre os discursos da ciência, da arte e da antropologia visual. 2023. (Seminário).

II Simpósio do Laboratório de Estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade. 2023. (Simpósio).

Jornada Mineiração em Debate: disputas e alternativas. 2023. (Encontro).

Relações Étnico-Raciais no contexto universitário e o projeto cultura afro-brasileira: Reafirmando identidades e combatendo o racismo. 2023. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • GONÇALVES, B. E. G. ; GOME, G. S. ; ENGLER, I. G. F. . A PERCEPÇÃO DOS ESTAGIÁRIOS SOBRE O ENSINO DE SOCIOLOGIA E O IMPACTO DAS REFORMAS DO NOVO ENSINO MÉDIO. In: X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID, 2025, Brasília-DF. X ENALIC. Campina Grande-PB: Editora Realize, 2025. v. (1). p. 1-19.

Projetos de pesquisa

  • 2026 - Atual

    Empreendimentos econômicos com participação indígena no Brasil contemporâneo: características e explicações de um fenômeno emergente., Descrição: O presente projeto de pesquisa visa tomar uma rota pouco explorada e indagar sobre as iniciativas econômicas capitaneadas pelos povos indígenas no interior de suas TIs, que nesse estudo denominaremos de Empreendimentos Econômicos com Participação de Indígenas (doravante EEPI). Almejamos oferecer uma resposta à seguinte questão: quais fatores estão associados à emergência de EEPIs no interior das TIs no Brasil? À guisa de possíveis fatores de interesse, elencamos quatro variáveis:1. número de organizações indígenas, que apresenta a quantidade total de associações indígenas atuantes nos territórios; 2. número de organizações indigenistas, que aponta para o número de organizações da sociedade civil não-indígena, de caráter não-governamental, nacionais ou internacionais; 3. apoio institucional governamental, que designa o atendimento das TIs por parte da rede de atuação da política indigenista do estado brasileiro, notadamente a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI); 4. a ecologia associativo-governamental no interior da TI, que descreve o número total de associações indígenas e indigenistas, somado à presença de órgãos estatais de apoio, que operam no interior dos territórios constantes da amostra do estudo. Partimos das hipóteses de que o estabelecimento de EEPIS no interior das TIs da amostra: é positivamente correlacionada à existência de um maior número de organizações indígenas e indigenistas (H1); não apresenta correlação estatisticamente significativa para o atendimento por parte das instituições governamentais (H2); apresenta correlação positiva e estatisticamente mais forte que H1 quando da existência de uma ecologia associativo-governamental (H3). Para testá-las, aplicaremos técnicas estatísticas (regressão linear simples e múltipla, correlação de Pearson, dentre outras que se mostrarem pertinentes) sobre uma amostra sistemática probabilística simples e representativa de 250 TIs para inferirmos sobre a população de 751 TIs do país.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Bruno Eduardo Gomes Gonçalves - Integrante / Leonardo Barros Soares - Coordenador.

  • 2024 - Atual

    Presidencialismo de demarcação: por que os presidentes brasileiros reconhecem terras indígenas?, Descrição: O Brasil é um dos países com maior extensão territorial reconhecida como de ocupação tradicional por indígenas em todo o planeta. Em que pese o fato de que as demarcações envolvem um considerável número de atores políticos em sua elaboração e execução, o ato final de homologação dos procedimentos é prerrogativa exclusiva da Presidência da República. Ao longo dos mandatos presidenciais, no entanto, verifica-se uma considerável variação no número e na extensão de terras indígenas demarcadas. O que pode explicar essa variação? Por que os Presidentes decidem demarcar terras indígenas? Que fatores são levados em conta para o cálculo político na tomada de decisão? Partimos da premissa, sustentada na teoria do presidencialismo de coalizão e na literatura acerca da tomada de decisão em gabinetes nos regimes presidencialistas, de que explicações voluntaristas, focadas numa suposta vontade política do Presidente, não são capazes de fornecer a solução adequada para o fenômeno social em tela, demandando um modelo explicativo que faça jus à complexidade da interação entre diversos interesses políticos em jogo. Assim, as hipóteses a serem averiguadas são: 1. Presidentes demarcam terras indígenas quando são pressionados por movimentos indígenas; 2. Presidentes demarcam terras indígenas quando há pressão internacional politicamente insustentável; 3. Presidentes demarcam terras indígenas quando estas não representam afronta aos interesses de parlamentares da base aliada; 4. Presidentes demarcam terras indígenas quando não há oposição dos governos estaduais, ou esta é frágil; 5.presidentes demarcam terras indígenas quando há interesses estratégicos em jogo (defesa do território nacional e expansão da fronteira econômica). Do ponto de vista dos casos a serem estudados, consideraremos três conjuntos de casos, com especial foco no último destes, quais sejam: 1. O conjunto de mandatos presidenciais que compuseram o período chamado de República Velha (1889 a 1930, totalizando 13 casos); 2. Os mandatos dos ditadores que governaram durante o período de vigência da ditadura civil-militar (1964-1985, totalizando seis casos) e; 3. Os mandatos dos presidentes da Nova República (1986-2022, totalizando 11 casos ).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (9) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bruno Eduardo Gomes Gonçalves - Integrante / Leonardo Barros Soares - Coordenador / Luiza Brilhante Bezerra - Integrante / Catarina Chaves Costa - Integrante / Guilherme Francisco Miranda. - Integrante / Gabriela Azevedo Borges - Integrante / Ana Carolina Vaz - Integrante / Giovanna Dutra Silva Valentim - Integrante / Maria Eduarda Lopes Silva Gomez - Integrante / Maria Eduarda Carregal - Integrante / Iara Terra Pereira da Veiga. - Integrante / Allanys Cantuário Coelho - Integrante / Nathalia Alice de Souza Beraldo - Integrante.

  • 2024 - Atual

    Impactos de variáveis político-econômicas no tempo de demarcação de terras indígenas no Brasil: evidências a partir de um estudo randomizado., Descrição: Nesta pesquisa almejamos oferecer uma resposta às seguintes questões: a presença de interesses econômicos tem impacto sobre o tempo da demarcação de TIs? Em caso afirmativo, o tipo de interesse econômico importa? O fenômeno que queremos explicar, portanto, é a variação, mensurada em meses, no tempo dos processos demarcatórios de TIs no Brasil desde o estabelecimento do Grupo de Trabalho (GT) pela Fundação Nacional dos Povos indígenas (FUNAI) em torno daquele território até o último ato emanado pelo poder público, quando da coleta de dados para esse estudo (2019)2. À guisa de possível fator explicativo, arrolamos a variável interesses econômicos, definida por nós em outro trabalho (Soares et al, 2021, p.10), como o amplo espectro de agentes com fins econômicos, privados ou públicos, que se orientam para a tentativa de exploração de recursos naturais no interior ou na área de incidência dos territórios tradicionais. Partimos das hipóteses de que: 1. Sim, há uma correlação positiva entre a presença de interesses econômicos e o aumento do tempo do processo demarcatório e; 2. O tipo de interesse não é relevante, em termos estatísticos, para a variação observada. Para testá las, aplicaremos técnicas estatísticas (regressão linear simples e múltipla, correlação de Pearson, dentre outras que se mostrarem pertinentes) sobre uma amostra aleatória simples e representativa de 253 TIs para inferirmos sobre a população de 751 TIs do país.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Bruno Eduardo Gomes Gonçalves - Integrante / Leonardo Barros Soares - Coordenador / Catarina Chaves Costa - Integrante / Giovanna Dutra Silva Valentim - Integrante / Maria Eduarda Lopes Silva Gomez - Integrante / Maria Eduarda Carregal - Integrante / Bruna Maria Reinholz Wagmaker - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2024 - 2026

Universidade Federal de Viçosa

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20