Wesliton Dourado Almeida
Graduando em Licenciatura em Ciências Biológicas, pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Departamento de Ciências Humanas-DCH, Campus VI, em Caetité-Bahia. Atual Coordenador/Presidente da Residência/Casa dos Estudantes da UNEB, Campus VI, Caetité-BA. Membro do grupo de pesquisa Antropologia Corpo e Ambiente (ACA). Prestou trabalho voluntário na Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres CEMAVE, na Área Temática Pesquisa, Monitoramento e Gestão da Informação, mantendo contato com outros órgãos de Proteção/Conservação, como a ICMBio, IBAMA, Fundação Biodiversitas, entre outros. Faz parte do Projeto CAATINGA, DESENVOLVIMENTO, AVES E EXTINÇÕES: uma etnografia de insurgências ecológicas em torno da conservação da Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), com o Subprojeto A COMUNICAÇÃO ENTRE MULHERES ARTESÃS (CAMPONESAS DO RASO DA CATARINA) E AS ARARAS DE LEAR: UMA ETNOGRAFIA INSURGENTE EM TORNO DA MORTE DE AVES. Participa do grupo de pesquisa ETNOGRAFIAS NO ANTROPOCENO: caatinga, extinções e ressurgências. Membro do projeto Recaatingar: popularizando a ciência botânica no Alto Sertão Baiano. Participante do MOVIMENTO DE CASAS ESTUDANTIS - MCE. Em Curso Técnico de Sistemas de Energias Renováveis.
Informações coletadas do Lattes em 01/06/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Formação complementar
2026 -
Sistemas de Energias Renováveis. , Complexo Integrado de Educação Básica, Profissional e Tecnológica de Caetit, CIEBTEC, Brasil.
2026 - 2026
Relacionamento Interpessoal. (Carga horária: 10h). , Associação Brasileira de Educação a Distância, ABED, Brasil.
2025 - 2025
Georreferenciamento Ambiental. (Carga horária: 4h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.
2023 - 2023
A educação do campo e as implicações homem e natureza. (Carga horária: 4h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.
2023 - 2023
Empresa Júnior: um olhar para o empreendedorismo. (Carga horária: 4h). , Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Libras
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente.
Participação em eventos
19° ENNECE - ENCONTRO NORTE E NORDESTE DE CASAS DE ESTUDANTE, UFRB. 2025. (Encontro).
1º Congresso Internacional de Humanidades & Sustentahabilidades e XVI JOINPE 2025. Conservação e modos de vida: interdependências entre camponeses e Arara-azul-de- lear. 2025. (Congresso).
1º Congresso Internacional de Humanidades & Sustentahabilidades e XVI JOINPE 2025. Monitor. 2025. (Congresso).
1º Congresso Internacional de Humanidades & Sustentahabilidades e XVI JOINPE 2025. 2025. (Congresso).
Atuação e competências do INEMA no licenciamento ambiental. 2025. (Encontro).
FEIRA DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA DE CACULÉ-BA (X FECIMAC). Recaatingar: popularizando a ciência botânica no Alto Sertão Baiano. 2025. (Exposição).
Seminário da disciplina Oficina I - Formação em Ciências Biológicas no Campus VI: 20 anos de história. 2025. (Seminário).
V CONGRESSO UNEBIANO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. 2025. (Congresso).
VII Encontro Afirmativa.A COMUNICAÇÃO ENTRE MULHERES ARTESÃS (CAMPONESAS DO RASO DA CATARINA) E AS ARARAS DE LEAR: UMA ETNOGRAFIA INSURGENTE EM TORNO DA MORTE DE AVES. 2025. (Encontro).
XVI ENCONTRO DE COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE CAETITÉ E REGIÃO.Recaatingar: popularizando a ciência botânica no Alto Sertão Baiano. 2025. (Encontro).
(VI ENCONTRO AFIRMATIVA) Revolução Afirmativa: Outros Modos de Ver e de Saber.A COMUNICAÇÃO ENTRE MULHERES ARTESÃS (CAMPONESAS DO RASO DA CATARINA) E AS ARARAS DE LEAR: UMA ETNOGRAFIA INSURGENTE EM TORNO DA MORTE DE AVES. 2024. (Encontro).
Identificação, Manejo e Contenção De Serpentes. 2024. (Oficina).
I Simpósio de Meio Ambiente e Biodiversidade - Um Olhar Para a Biodiversidade do Semiárido. 2024. (Simpósio).
Rodas de Leitura: Práticas Pedagógicas Além da Sala de Aula. 2024. (Seminário).
Semana de Integração UNEB DCH-VI 2024.1. 2024. (Outra).
V ECEU: A Retomada da Luta e da Fé - História e Resiliência dos(as) residentes da UNEB. 2024. (Encontro).
XLV Encontro Nacional de Casa de Estudantes (ENCE). 2024. (Encontro).
III Congresso Unebiano de Ciências Biológicas. 2023. (Congresso).
Produções bibliográficas
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ALMEIDA, W. D. ; SOUZA, N. S. ; CRUZ, E. P. . A comunicação entre artesãos camponeses do Raso da Catarina e as araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari): uma etnografia insurgente em torno da conservação da biodiversidade. In: V CONGRESSO UNEBIANO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, 2025, Barreiras-BA. V CONUCBIO, 2025.
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ALMEIDA, W. D. ; SOUZA, N. S. ; CRUZ, E. P. . A comunicação entre artesãos camponeses do Raso da Catarina e as araras-azuis-de-lear (Anodorhynchus leari): uma etnografia insurgente em torno da conservação da biodiversidade. 2025. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
CAATINGA, DESENVOLVIMENTO, AVES E EXTINÇÕES: uma etnografia de insurgências ecológicas em torno da conservação da Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Elizeu Pinheiro da Cruz em 01/02/2025., Descrição: A crescente constatação de que o planeta atravessa uma crise climática tem colocado a conservação da biodiversidade no centro das agendas internacionais. A despeito das posturas negacionistas, há um consenso em torno da necessidade de proteção a fauna e flora. Nomeado de Antropoceno, o momento atual da história do planeta é caracterizado pela forte interferência dos modos humanos de produção, capaz de ameaçar a continuidade da espécie humana e de outras não humanas. Nesse cenário, as ciências sociais voltam-se para questões como relações multiespécies, conflitos socioambientais e conservação do patrimônio natural. O Brasil, que abriga a maior floresta tropical do mundo ao norte do seu território (a Floresta Amazônica) e um bioma exclusivo ao nordeste (a Caatinga) no nordeste, constitui um local privilegiado para o estudo das dinâmicas de destruição e conservação da biodiversidade em tempos de mudanças climáticas, considerando seus aspectos sociais, políticos, culturais, religiosos, econômicos e científicos. Essas investigações permitem compreender de que forma o enredamento humano e seus projetos de desenvolvimento incidem sobre a questão climática. A presente pesquisa, de longa duração (2022-2032), combina etnografia dos conflitos e etnografia multiespécies, concentrando-se no Raso da Catarina, região centro-leste da Caatinga. Seu foco é a convivência entre grupos humanos e a Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), ave endêmica da Caatinga, em conflitos interespecíficos envolvendo o uso do território e a conservação da biodiversidade. O objetivo é compreender como os modos científicos e tradicionais de interação com essa espécie geram conhecimentos e práticas de preservação e, sobretudo, de que forma tais conhecimentos e práticas refletem regularidades na forma como os humanos lidam com a Caatinga. Como resultados, espera-se produzir indicadores etnográficos acerca da conservação da Arara-azul-de-lear, bem como avaliar as consequências dessas práticas para o desenvolvimento regional, envolvendo artesanato, turismo e agricultura de subsistência. Com isso, a pesquisa busca contribuir não apenas para a compreensão dos conflitos e das práticas de conservação, mas também para reflexões sobre políticas públicas e a proteção efetiva da biodiversidade no contexto do Antropoceno.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (11) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Wesliton Dourado Almeida - Integrante / Elizeu Pinheiro da Cruz - Coordenador / Robson de Cassio Santos Dourado - Integrante / Thais Ferreira da Silva Costa - Integrante / Cleinton Teixeira Couto - Integrante / GABRIEL DE JESUS LEAO - Integrante / FABRICIO JUNQUEIRA ROCHA - Integrante / Gustavo Ribeiro da Silva - Integrante / Isabela Ramos Barreto - Integrante / Lavínia Élen Dias dos Santos - Integrante / Pohema Profeta de Araújo de Jesus - Integrante / Tainara de Jesus Santos - Integrante / Camila Silva de Jesus - Integrante / Everaldo Franco Sales Filho - Integrante / Marcele da Silva e Silva - Integrante / Natália Silva Souza - Integrante.
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2022 - Atual
ETNOGRAFIAS NO ANTROPOCENO: caatinga, extinções e ressurgências, Descrição: Como descrever relações locais que articulam humanos, plantas e animais nos desafiadores tempos do Antropoceno, de maneira a elaborar subsídios para compor soluções inovadoras e sustentáveis para os problemas climáticos globais contemporâneos? Esta pergunta norteia os esforços interdisciplinares desta pesquisa etnográfica, como projeto guarda-chuva localizado no conjunto de estudos multiespécies, que reúne antropólogos, sociólogos, biólogos, estudantes, professores, pedagogos, arquitetos e urbanistas, funcionários públicos e pessoas de grupos sociais da caatinga. Juntos, eles buscam respostas por meio de relações-vínculos com araras, onça, palmeiras, peças de artesanato, rios e outros seres da caatinga. Com inspiração em Donna Haraway (2016), o foco da equipe de pesquisa é ficar com o problema, escapando da sedução de um passado apavorante ou paradisíaco e um futuro apocalíptico ou salvador. Em termos de campo etnográfico, duas áreas da caatinga são definidas como espaço-tempo da etnografia: o Parque Nacional Boqueirão da Onça e a Estação Ecológica Raso da Catarina, juntamente com os seus entornos. Esses locais do estado da Bahia, Brasil se conectam por meio de um conjunto de práticas de conservação da biodiversidade (especificamente de aves e onças), conflitos socioambientais, turismo de experiência, artesanato etc; as quais envolvem deslocamento de humanos e não humanos. Prevista para ser realizada ao longo de 10 anos (2022-2032), os diferentes integrantes da pesquisa desenvolverão seus trabalhos em locais das cidades que integram as áreas: Jeremoabo, Canudos, Euclides da Cunha, Paulo Afonso, Santa Brígida, Campo Formoso, Juazeiro, Umburana, Sobradinho e Sento Sé. Trata-se de um entrelaçamento de seres, tempos e significados constantemente feitos (portanto, inacabados) por relações que tecem histórias dos modos de habitar a caatinga. Esta pesquisa também visa formar pesquisadores etnógrafos sensíveis à problemática de extinções de espécies e aos esforços de ressurgência, estudantes engajados em projetos de iniciação científica, trabalhos de conclusão e curso de graduação, dissertações de mestrado, teses de doutorado e estágios pós-doutorais, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Da UNEB, participam docentes e discentes dos cursos de Graduação em Turismo e Hotelaria e Ciências Contábeis, ambos do Campus I, e Ciências Biológicas do Campus VI, além dos Programas de Pós-graduação em Ensino, Linguagem e Sociedade (PPGELS) e em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental (PPGEcoH). Da UFBA, participam docentes e discentes do Curso de Graduação em Ciências Sociais, do Bacharelado em Humanidades e do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS). Da UEPB, participam docentes e discentes do Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática (PPGECM).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (5) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Wesliton Dourado Almeida - Coordenador / Elizeu Pinheiro da Cruz - Integrante / Robson de Cassio Santos Dourado - Integrante / Thais Ferreira da Silva Costa - Integrante / GABRIEL DE JESUS LEAO - Integrante / Natália Silva Souza - Integrante / Iara Maria de Almeida Souza - Integrante.
Prêmios
2025
Estação Biológica de Canudos - BA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB.
Histórico profissional
Experiência profissional
2024 - 2024
Universidade do Estado da BahiaVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Trabalho Voluntário, Carga horária: 30
Outras informações:
Atuou como monitor voluntário na disciplina de Geosferas 2024.1, vinculado a Universidade do Estado da Bahia - Departamento de Ciências Humanas/Campus VI, ao Colegiado de Licenciatura em Ciências Biológicas, perfazendo um total de 30 horas.
2023 - 2023
Museu do Alto Sertão da BahiaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Trabalho Voluntário, Carga horária: 40
Outras informações:
Reforço Escola no Museu do Alto Sertão da Bahia (MASB), onde foi ministrado a disciplina de Ciências para alunos do Ensino Fundamental I (multisseriadas).
2023 - 2023
Museu do Alto Sertão da BahiaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Trabalho Voluntário, Carga horária: 40
Outras informações:
Reforço Escola no Museu do Alto Sertão da Bahia (MASB), onde foi ministrado a disciplina de Ciências e Matemática para alunos do Ensino Fundamental I e II (multisseriadas).
2024 - 2024
Instituto Chico Mendes de Conservação da BiodiversidadeVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Trabalho Voluntário, Carga horária: 24
Outras informações:
Trabalho voluntário no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres - CEMAVE, na Área Temática Pesquisa, Monitoramento e Gestão da Informação.Atividades desenvolvidas Área temática: Pesquisa, Monitoramento e Gestão Da Informação.Atividade macro: Coleta de dados em campo.Descrição das atividades: Censo populacional da arara-azul-de-lear no dormitório da Serra Branca, localizada no sul da ESEC do Raso a Catarina, envolvendo seis contagens (sendo três amanhecer e três ao entardecer), de acordo com metodologia estabelecida pelo CEMAVE.Local de trabalho: Raso de Catarina, Canudos-BA; Carga horária: 24 horas. Além do ICMBio, o Censo da Arara-Azul-de-Lear é realizado em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e voluntários, com apoio a Universidade do Estado da Bahia (UNEB).
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