Natália Gomes Sousa
Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química, atuando principalmente no seguinte tema: sabão, saponificação, hidrolise salina, óleos vegetais.
Informações coletadas do Lattes em 01/06/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Formação complementar
2026 - 2026
Informática Básica. (Carga horária: 40h). , Espaço Profissionalizante da Amazônia, EPA, Brasil.
Idiomas
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química.
Organização de eventos
SILVA, V. L. D. ; LIMA, J. K. G. ; PALMEIRA, A. L. V. ; COSTA, E. V. C. ; ARAUJO, L. A. ; SOUSA, N. G. . Oficina: Biodiversidade Amazônica: Momento sensorial. 2025. (Exposição).
SILVA, V. L. D. ; LIMA, J. K. G. ; PALMEIRA, A. L. V. ; COSTA, E. V. C. ; ARAUJO, L. A. ; SILVA, A. ; SOUSA, N. G. . Hidratante Corporal: Saberes Tradicionais e Ciência na Cosmética Natural. 2025. (Outro).
PALMEIRA, A. L. V. ; LIMA, J. K. G. ; SOUSA, N. G. ; COSTA, E. V. C. ; ARAUJO, L. A. . Design sustentável: Inovação Tecnológica e Criatividade. 2025. (Outro).
Participação em eventos
semana do Calouro. 2026. (Encontro).
XI SETECI. Produção e aplicação de corantes sustentáveis para o design circular. 2026. (Exposição).
XI SETECI. 2026. (Exposição).
XIV Simpósio de Estudos e Pesquisas em Ciências Ambientais na Amazônia.Formulação de shampoo com substratos de manga para fortalecimentos do empreendedorismo de mulheres ribeirinhas da Amazônia. 2026. (Simpósio).
Cerimonia de inauguração da vitrine tecnologica Professor José do Carmo Smith. obtenção da paleta de cores naturais a partir e corantes regionais da Amazônia. 2025. (Exposição).
Ecopapéis: Criação sustentável e Consciência Ambiental.Ecopapéis: Criação sustentável e Consciência Ambiental. 2025. (Oficina).
Encontro de química EQ-2025. 2025. (Encontro).
EngBrasil25. Apresentação de produtos na mesa. 2025. (Congresso).
EQ-IFPA 2025.biodiversidade da Amazônia Paraense: Momento sensorial. 2025. (Oficina).
Expo açaí com Farinha - Mistura de Tradição e Inovação. 2025. (Exposição).
ExpoDPT - 2025. 2025. (Feira).
IFs do Norte na cop30.Apresentação do projeto de pesquisa: EcoMulheres. 2025. (Encontro).
III Escola de Meio Ambiente e Sustentabilidade- EMAS. 2025. (Encontro).
inalguração do laboratório de história. 2025. (Encontro).
IV Meninas na ciência.abertura meninas na ciências. 2025. (Encontro).
IV Meninas na ciência.abertura meninas na ciências. 2025. (Encontro).
maker day Brasil. 2025. (Seminário).
Semana de química sequi conexões.ecodesign: design sustentável. 2025. (Oficina).
Semana de química sequi conexões.produção de lip balm. 2025. (Oficina).
Semana de química sequi conexões.produção de hidratantes veganos. 2025. (Oficina).
Semana de química sequi conexões. 2025. (Encontro).
XII Congresso Brasileiro de Engenharia da Rede PDIMat. 2025. (Congresso).
X SETECI - semana técnico cientifico do ifpa - campus belém.ecodesign: design sustentável e corantes naturais. 2025. (Oficina).
Semana da Química - conexões.mini curso de validação de métodos analíticos. 2024. (Outra).
Semana da Química - Conexões.Aprendendo a utilizar o currículo lattes. 2024. (Oficina).
Semana da Química - Conexões.mini curso de química orgânica. 2024. (Outra).
Semana da Química. mesa redonda sobre Química Verde. 2023. (Exposição).
Semana da Química - Conexões. 2023. (Exposição).
Produções bibliográficas
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SOUSA, N. G. ; SILVA, V. L. D. ; COSTA, E. V. C. . produção e aplicação de corantes sustentáveis no design circular. 2026. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Outras produções
SOUSA, N. G. ; Ferreira, J. A ; GOMES, N. N. B. ; PANTOJA, R. D. M. ; ARAUJO, V. H. F. ; PAIVA. M. N. S. . produção de sabão. 2024.
Projetos de pesquisa
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2025 - 2026
obtenção de cartela de cores naturais a partir da obtenção de corantes regionais da Amazônia, Descrição: O uso de corantes sintéticos na indústria têxtil gera impactos negativos ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores, o que tem motivado a busca por alternativas mais sustentáveis. Nesse contexto, os corantes naturais surgem como uma opção viável por serem biodegradáveis e provenientes de recursos renováveis, embora apresentem limitações quanto à estabilidade.A flora amazônica destaca-se como uma importante fonte de pigmentos naturais, aliada ao conhecimento tradicional de povos indígenas. A proposta consiste no desenvolvimento de um processo para extração e aplicação desses corantes em substratos têxteis, a partir de plantas como jenipapo, urucum e cúrcuma, responsáveis pelas cores primárias.O procedimento envolve etapas de coleta e seleção dos vegetais, extração dos pigmentos, escolha dos materiais a serem tingidos e avaliação da fixação das cores. Também se propõe a elaboração de cartelas de cores, considerando variações naturais dos pigmentos.A iniciativa contribui para a redução de impactos ambientais, agrega valor a produtos regionais e incentiva o uso sustentável de recursos da Amazônia, além de fortalecer práticas voltadas ao empreendedorismo e à identidade cultural.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Natália Gomes Sousa - Integrante / Vera Lucia Dias da Silva - Coordenador.
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2025 - Atual
OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE BIOATIVOS DA AMAZÔNIA PARA PROMOÇÃO DA ECONOMIA SUSTENTÁVEL, Descrição: O desenvolvimento de compostos bioativos da Amazônia é um campo promissor que explora a rica biodiversidade da região para criar produtos que podem ter aplicações em várias áreas, incluindo saúde, cosméticos, alimentos e agrícola. Sabe-se que a Amazônia, com sua vasta biodiversidade, é uma das regiões mais ricas do mundo em termos de recursos naturais, abrigando uma infinidade de espécies vegetais com grande potencial para a produção de bioativos. Esses compostos, que incluem alcaloides, flavonoides, terpenos, e antocianinas (Abdellatif et al., 2017), que são moléculas naturais com propriedades biológicas significativas, como atividade antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana e anticancerígena (Bastos et al., 2009).A aplicação desses compostos naturais não apenas promove a inovação e o desenvolvimento de produtos com alto valor agregado, mas também contribui para a conservação da floresta, ao proporcionar alternativas econômicas sustentáveis para as populações locais. Várias plantas amazônicas já são conhecidas por suas propriedades medicinais e têm sido estudadas para o desenvolvimento de novos compostos bioativos. Entre elas estão: o açaí (Euterpe oleracea Mart.), Jenipapo (Genipa americana), urucum (Bixa orellana L.), folha da fortuna (Kalanchoe pinnata), dentre outros.A exploração dos bioativos amazônicos, entretanto, exige uma abordagem cuidadosa e sustentável. É essencial que o uso desses recursos seja realizado com respeito à biodiversidade e às comunidades tradicionais que habitam a região, garantindo que os benefícios econômicos, sociais e ambientais sejam compartilhados de maneira justa. Além disso, a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico são fundamentais para identificar, isolar e aplicar de forma eficaz esses compostos, criando soluções inovadoras para problemas de saúde, bem-estar e sustentabilidade. Assim, a introdução ao uso de bioativos da Amazônia destaca não apenas o potencial econômico e industrial desses recursos, mas também a necessidade de preservar e valorizar um dos maiores patrimônios naturais do planeta.Nesse contexto, a pesquisa científica é fundamental para caracterizar os compostos responsáveis pela bioatividade, bem como na elucidação da composição química, a qual permite otimizar a extração e o uso adequado desses compostos. As técnicas de extração para isolar os compostos bioativos presentes nos materiais coletados, bem como as análise de caracterização promovem o estudo das propriedades químicas e biológicas dos compostos para determinar seu potencial de uso. Isso impacta a sociedade, que poderá ter uma melhoria na qualidade de vida e segurança, bem como a prevenção e até mesmo a cura para doenças específicas. E a indústria, por sua vez, poderá associar à sua marca produtos com todas estas vantagens, podendo inclusive agregar valor a seu mix de produção, com esta diferenciação conseguida pelo uso destes aditivos naturais, movimentando assim a bioeconomia local.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Natália Gomes Sousa - Integrante / Vera Lucia Dias da Silva - Coordenador / Julia Kamilly Gomes de Lima - Integrante / ANNA LETICIA DE VASCONCELOS PALMEIRA - Integrante / LEONARDO ALEIXO ARAUJO - Integrante / EMILLY VITORIA CARVALHO COSTA - Integrante.
Projetos de desenvolvimento
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2025 - Atual
OBTENÇÃO DE CARTELAS DE CORES NATURAIS A PARTIR DA OBTENÇÃO DE CORANTES REGIONAIS DA AMAZÔNIA, Descrição: O tingimento com os corantes sintéticos é um dos problemas na cadeia têxtil muito discutido pela comunidade científica, uma vez que o uso desses produtos indiscriminados são perigosos para o meio ambiente e principalmente para os trabalhadores que os manipulam nas indústrias. A substituição dos corantes sintéticos pelos naturais, considerados biodegradáveis, é uma alternativa positiva nas questões de recursos renováveis e de sustentabilidade. Assim, há um grande interesse mundial no desenvolvimento de processos para a produção de corantes de origem natural, devido aos sérios problemas de segurança e saúde dos trabalhadores e meio ambiente.Um dos desafios de uso dos corantes naturais a nível industrial é a sua baixa estabilidade diante à temperatura, oxigênio e a luz, comprometendo desse modo a qualidade e solidez do produto tingido. Apesar desse enfrentamento, isso tem estimulado os pesquisadores a buscarem propostas para viabilizar sua utilização na indústria têxtil diante do grande volume de água gerado durante o tingimento com os corantes sintéticos, já que, a remoção desses é muito onerosa. A relação custo/benefício ainda justifica a pesquisa acerca de questões sociais e ambientais no que diz respeito às roupas para uma sociedade mais sustentável.O conhecimento empírico dos povos indígenas e amazônicos mais antigos ainda se conserva nos esforços de se utilizar as plantas como fonte de geração de cor. Tendo em vista o rico potencial da flora Amazônica como precursora de corantes vegetais é pertinente avançar nas pesquisas usando matérias primas regionais para a produção dos corantes naturais.A agregação de valor a esses produtos via incorporação do fator tecnológico e da visibilidade na divulgação da pesquisa em produtos ecologicamente corretos, sem dúvida, promoverá conscientização por parte da comunidade científica e da sociedade sobre a qualidade dos substratos têxteis tingidos e ampliando a possibilidade de sua utilização em outros materiais tais como as fibras vegetais, sementes, papel, couro, dentre outros. Diante desse contexto, este trabalho tem como objetivo principal a extração de corantes naturais amazônicos para tingimento de substratos têxteis.Os produtos naturais trazem uma proposta menos agressivas pela substituição de corantes sintéticos, uma vez que esses são vilões na cadeia produtiva da indústria têxtil. A minimização de impactos negativos ao meio ambiente pelo grande consumo de água na fase do tingimento requer tratamentos onerosos, portanto o uso de formulações de cores para tingimento desses materiais a partir de corantes naturais é uma alternativa promissora.A proposta é gerar um procedimento que corresponda a quatro etapas básicas como: coleta e seleção dos vegetais corantes da Amazônia, como jenipapo (Genina americana L.), urucum (Bixa orellana) e cúrcuma (Curcuma longa L.), obtendo assim as cores primárias como o azul, vermelho e amarelo, respectivamente; otimização da extração dos pigmentos; escolha dos substratos têxteis a serem tingidos e avaliação dos ensaios de solidez dos corantes à lavagem e à luz para verificação de fixação da cor. Tendo concluído a proposta metodológica das cores primárias, a pesquisa ainda propõe a produção de cartelas de cores secundárias e terciárias a partir das misturas predefinidas pelo padrão de cores Pantone, utilizado em catálogos de cores para design e mercado de moda.As cores formuladas não necessariamente se tornarão aquelas a comporem as nuanças das cartelas de cores, porque o processo de criação das cores requer um rigor de ordem de misturas, que dependem das cores primárias oriundas das coletas de vegetais que são influenciados pela época da colheita e lugar, porém estabelecem uma metodologia que prevê a determinação de critérios de seleção de cores que são inerentes ao processo projetual de profissionais, seja ele aprendiz, amador ou experiente em sua á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Natália Gomes Sousa - Integrante / Vera Lucia Dias da Silva - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2025 - Atual
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará, IFPA/ParauapebasVínculo: , Enquadramento Funcional:
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