Lucca Blanski Claudino

Graduando em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Integrante do Núcleo de Estudos em Filosofia e Teoria do Direito (NEFIT) e do grupo de estudos em Teorias do Direito Brasileiras (UFPR). Atualmente monitor da disciplina Teoria do Direito, sob orientação do professor Thiago Freitas Hansen. Foi bolsista do projeto AMEC - Acervo de Memória e Cultura da UFPR, membro voluntário da IC Projeto LABÀ, orientado por Leandro Franklin Gorsdorf e membro voluntário da IC Liberte Nosso Sagrado, sob orientação de Thiago Pinheiro Hoshino. Interesse nas áreas: Teoria do Direito, Filosofia do Direito e História do Direito.

Informações coletadas do Lattes em 01/06/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Direito

2023 - Atual

Universidade Federal do Paraná

Ensino Médio (2º grau)

2019 - 2022

COLÉGIO BOM JESUS LOURDES

Formação complementar

2024 - 2024

Extensão universitária em Curso de extensão em língua alemã. (Carga horária: 120h). , Centro de Linguas da Universidade Federal do Paraná, CELIN, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Alemão

Compreende Pouco, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Participação em eventos

Semana Integrada de Ensino Pesquisa e Extensão (SIEPE). Liberte Nosso Sagrado: desarquivando memórias da repressão e da resistência das comunidades tradicionais de terreiros no Rio de Janeiro republicano (1889-1945). 2025. (Exposição).

Visita ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. 2025. (Outra).

Congresso de Direito do Autor e Interesse Público. 2024. (Congresso).

LIGA PARANAENSE DE JÚRI SIMULADO. 2024. (Outra).

PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE, DA INCLUSÃO E DA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE PCDS. 2024. (Encontro).

Semana Integrada de Ensino Pesquisa e Extensão (SIEPE). Aporofobia e exclusão de pessoas em situação de rua na região central de Curitiba. 2024. (Exposição).

VII SIMPÓSIO DE ARBITRAGEM E DIREITO COMERCIAL: ARBITRAGEM E O CPC",. 2024. (Simpósio).

Produções bibliográficas

  • CLAUDINO, L. B. . Por que o Direito existe?. NEFIT - Núcleo de Estudos em Filosofia e Teoria do Direito.

  • CLAUDINO, L. B. . A Justiça em 'A República', de Platão. NEFIT - Núcleo de Estudos em Filosofia e Teoria do Direito.

Projetos de pesquisa

  • 2024 - 2025

    Liberte Nosso Sagrado: desarquivando memórias da repressão e da resistência das comunidades tradicionais de terreiros no Rio de Janeiro republicano (1889-1945), Descrição: A pesquisa tem como objeto o estudo da repressão estatal às comunidades tradicionais de terreiro no Rio de Janeiro durante a Primeira República, sob os dispositivos 157 e 158 do Código Penal de 1890, com base nos processos judiciais de 1929 disponíveis no Sistema Informatizado do Arquivo Nacional (SIAN) como fonte analisada. Adotou-se uma abordagem interdisciplinar e qualitativa, combinando análise historiográfica, leitura crítica de fontes primárias e diálogo com instituições de memória, em especial o Museu da República. Os resultados evidenciam a centralização da repressão em determinados agentes públicos, com destaque para o delegado Antônio Augusto de Matos Mendes, responsável pela maioria dos casos analisados, e para investigadores como José Tuyuty Batalha e João José Sampaio, presentes em mais da metade dos autos. A repetição de equipes e fórmulas narrativas nos inquéritos demonstra a existência de um núcleo repressivo estruturado, anterior à formalização das delegacias especializadas na década de 1930. Conclui-se que a repressão às religiosidades afro-diaspóricas foi institucionalizada e sistemática, constituindo parte de uma política de Estado que, ao mesmo tempo em que criminalizou práticas culturais, produziu registros que hoje se tornam fontes para memória, reparação e justiça histórica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucca Blanski Claudino - Integrante / Thiago de Azevedo Pinheiro Hoshino - Coordenador.

  • 2023 - 2024

    Aporofobia e exclusão de pessoas em situação de rua na região central de Curitiba, Descrição: Este trabalho tem por objetivo a análise da atuação do poder público curitibano frente à questão das pessoas em situação de rua entre os anos do mandato Greca, de 2016 a 2024, de forma a compreender como a atuação da prefeitura tem sido revestida de aporofobia e, assim perpetuando a estigmatização e exclusão da vida na cidade desse grupo particular, privando-os de seus direitosfundamentais e não agindo conforme as diretrizes legais da Política Nacional da População em Situação de Rua. A revisão bibliográfica para desenvolvimento da pesquisa se deu com enfoque em artigos científicos e teses produzidas nos últimos anos tratando da questão na capital, visando compreensão específica do recorte temporal escolhido e da incidência das políticas públicas vigentes. Para realizar a análise conforme as noções de estigmatização e aporofobia, utilizou-se como baseas teorizações de Erving Goffman e Adela Cortina, respectivamente. Para compreensão da temática na atualidade, também foram abrangidos os marcos legais, decisões do judiciário e notícias jornalísticas dos últimos anos. Concluiu-se que o poder público da capital corrobora para a perpetuação da estigmatização nos momentos em que mantém os equipamentos de assistência social defasados, com falta de recursos materiais e humanos, de forma a submeter as pessoas em situação de rua em situações degradantes que denotam uma falta de cumprimento aos direitos humanos desses e, assim, perpetuando a exclusão e marginalização.Soma-se a isso a atuação da FAS em conjunto com a guarda municipal, responsável por condutas violentas e desrespeitosas com esses sujeitos a partir da recolha indevida dos seus bens, outro aspecto da administração pública atrelada à noção de higienismo, aporofobia e estigmatização. Nota-se, a partir desses dois aspectos, que a administração pública não caminha em direção para uma solução da problemática,haja visto que os equipamentos da FAS não se mostram satisfatoriamente eficazes, ao mesmo tempo em que a guarda municipal opera com base em noçõesaporofóbicas e estigmatizantes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucca Blanski Claudino - Integrante / Leandro Franklin Gorsdorf - Coordenador.