Luan de Carvalho Souza

Atualmente estou cursando Antropologia na UFMG, com interesse mútuo em ter habilitação também em Arqueologia. Possuo interesse em realizar pesquisas relacionadas a Antropologia da Saúde, das emoções e do corpo. Faço parte do projeto de extensão Corpo - Terra : dos cuidados com a terra, o corpo e os espíritos. Estou aberto a oportunidades de iniciação científica, projetos de extensão para incrementar minha formação acadêmica. Realizo também em conjunto um curso de espanhol pelo CENEX-UFMG.

Informações coletadas do Lattes em 06/06/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Antropologia

2023 - Atual

Universidade Federal de Minas Gerais

Ensino Médio (2º grau)

2019 - 2021

Major Juvenal Alvim

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente.

Participação em eventos

XV RAM. 2025. (Congresso).

Reunião Brasileira de Antropologia:34ª. 2024. (Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2025 - Atual

    Cuidados com a terra, o corpo e o espírito: estudos comparativos e compartilhados entre os povos Karib do território Wayamu (Pará e Roraima) e os povos Tupi-Guarani do Pindaré -Gurupi (Maranhão), Descrição: ste projeto de extensão é uma atividade vinculada ao PDPG-AFIRMATIVAS - Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) Políticas Afirmativas e Diversidade, desenvolvido pela CAPES. No âmbito desse programa, sob nossa coordenação, aprovamos por meio de edital o projeto denominado "Cuidados com a terra, o corpo e o espírito: estudos comparativos e compartilhados entre os povos Karib do Território Wayamu (Pará e Roraima) e os povos Tupi-Guarani do Pindaré-Gurupi (Maranhão)". O projeto "Cuidados com a terra" é uma experimentação de produção de conhecimento multidisciplinar e compartilhado, pela academia e pelos saberes tradicionais dos povos indígenas Karib e Tupi-Guarani acerca de seu território e do seu bem viver, das formas tradicionais de ocupar o território e das suas transformações. O contexto etnográfico e o recorte geográfico da pesquisa comportam duas regiões: o norte da Amazônia, denominada região das "Guianas"; a Amazônia Oriental (Maranhão). De um lado estão os povos de língua Karib situados nos estados do Pará e de Roraima, no interior de um território denominado Wayamu. São cerca de cinco mil pessoas indígenas pertencentes a diferentes povos que habitam três terras indígenas contíguas de mais de 7 milhões de hectares, de floresta ombrófila densa e bastante preservada. Esses povos, em 2021, elaboraram o seu Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA), e passaram a implementá-lo. De outro lado temos os povos de língua Tupi-Guarani (sobretudo os Awá-Guajá, mas também os Guajajara, com os quais os primeiros compartilham as terras indígenas Caru e Araribóia) situados no interflúvio dos rios Gurupi e Pindaré. Os Awá-Guajá são cerca de 520 pessoas. Os Guajajara da TI Arariboia são cerca de 5 mil pessoas. Ao contrário do território dos povos Wayamu (do Pará e de Roraima), os povos Awá-Guajá e Guajajara (do Maranhão) vivem em pequenas porções de terras indígenas, que acabam sendo ilhas de floresta no meio de um entorno degradado e ocupado de forma intensiva por criadores de gado ou de madeireiros - que, invariavelmente invadem as terras indígenas. Aqui (entre os Awá-Guajá e os Guajajara) os Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) ainda não foram finalizados ou implementados, mas, por conta própria, as organizações indígenas por meio de seus "guardiões da floresta" colocaram em prática um plano de vigilância e proteção territorial, até certo ponto bem-sucedido. O presente projeto se justifica pelo seu caráter inovador de pesquisa e de extensão, ao se propor engajar pesquisadores indígenas na sua equipe, ao lado de antropólogos e profissionais do audiovisual e da saúde pública, avança numa perspectiva comparativa e colaborativa (entre academia e conhecimentos tradicionais), soma esforços para compreender melhor distintos territórios do ponto de vista cultural e ambiental, bem como as estratégias de luta e resistência de seus povos indígenas, seja para manter viva sua cultura, seja para proteger o território onde vivem.O objetivo deste projeto de extensão é complementar as atividades relacionadas ao projeto de ensino e pesquisa "Cuidados com a terra", a fim de realizar oficinas de audiovisual relacionadas à temática da saúde dos povos Caribe (Wayamu) e Tupi-Guarani (Awá-Guajá e Guajajara), além de realizar intercâmbios de experiências relacionadas à proteção territorial (os chamados coletivos "guardiões da floresta"). Contribuir nos processo de demarcação física da Terra Indígena Kaxuyana Tunayana.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Luan de Carvalho Souza - Integrante / Ruben Caixeta de Queiroz - Coordenador / Deolindo Faustino da Silva - Integrante / Júlia Victória Campos Emiliano - Integrante / Livia Siqueira Sales - Integrante / Luana Souza Junqueira - Integrante / Luísa Gonçalves Giraldi - Integrante / Daniel Arrebola - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Minas Gerais. , Universidade Federal de Minas Gerais, Pampulha, 31270901 - Belo Horizonte, MG - Brasil, Telefone: (11) 34629035

Experiência profissional

2025 - Atual

Universidade Federal de Minas Gerais

Vínculo: , Enquadramento Funcional: