Bajonas Teixeira de Brito Junior
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (1986), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999). Atualmente é professor Titular da Universidade Federal do Espírito Santo, exercendo suas atividades no Departamento de Comunicação Social. Seu campo de investigação envolve a filosofia e as ciências humanas, tendo publicado trabalhos sobre a cultura e os fundamentos da lógica histórica e social no Brasil. Realizou também diversas pesquisas sobre as relações entre jornalismo, filosofia e teoria social em Marx. Tem interesse nas questões relativas à consolidação do estado de direito democrático no Brasil, e aos temas referidos ao momento atual da sociedade brasileira: educação, corrupção, violência policial, relações raciais e racismo, opinião pública, mídia política, representação e partidos. Publica com relativa frequência artigos de opinião.
Informações coletadas do Lattes em 22/04/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Filosofia
1993 - 1999
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Lógica do Disparate
Orientador: Emmanuel Carneiro leão
, Ano de obtenção: 2000.
Mestrado em Filosofia
1990 - 1992
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Teoria e Práxis desde a Perspectiva do Logos como Reunião, Ano de Obtenção: 1992
Orientador: Gerd Bornheim
Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Outras Sociologias Específicas.
Pós-doutorado
2022
Pós-Doutorado. , Universidade Federal de Uberlândia, UFU, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas / Área: História.
2010 - 2011
Pós-Doutorado. , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.
2002 - 2003
Pós-Doutorado. , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da História / Especialidade: Pensamento Brasileiro.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Alemão
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Grego
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Metafísica/Especialidade: Metafísica A Questão do Ser.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia/Especialidade: Filosofia Contemporânea.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da História.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teorias da Comunicação.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Opinião Pública.
Organização de eventos
BRITO JÚNIOR, B. T. . I CNAB - I Congresso Nacional de Brasilidades e Africanidades. 2012. (Congresso).
Participação em eventos
Construção/Representação do Espaço Digital, Arquitetônico, Literário.Novos inquilinos na periferia do espaço digital ? o Programa Nacional de Banda Larga. 2011. (Encontro).
Simpósio Internacional: Educação, cultura, e recursos abertos.Disponibilidade de conteúdos digitais para o ensino: produção, seleção e apresentação?. 2011. (Simpósio).
UFES ? PGCS - Seminário Interno de Pesquisas em Ciências Sociais.O mundo digital e a biblioteca de Babel: reflexões sobre os conflitos digitais. 2011. (Seminário).
Aula no Programa de Pós-Graduação em Atenção à Saúde Coletiva.Fundamentos Filosóficos do Estado em Hegel e as críticas de Marx. 2004. (Outra).
Encontros Shakespearianos.Ação e Morte no Otelo e no Dom Casmurro. 2004. (Encontro).
Semana Calórica de Comunicação social.Conferência de abertura do semestre letivo 2003/1 do Curso de Comunicação social da UFES. 2004. (Outra).
Colóquio Pensamento Brasileiro.Colóquio promovido pelo Grupo Interdisciplinar Pensamento Brasileiro ? UFES. 2003. (Simpósio).
Congresso de Estudantes da UFES ? CONEUFES. Política de cotas: dez "argumentos" contrários. 2003. (Congresso).
Universidade em Debate.Mesa-redonda: Situação e sentido da pesquisa nas Ciências Humanas e Filosofia. 2003. (Outra).
XXI Econtro Nacional dos Estudantes de Filosofia (ENEFIL).Conferência de Abertura do XXI ENEFIL. 2003. (Encontro).
XXI ENEFIL (Encontro Nacional dos Estudantes de Filosofia).Provocações em torno do filme sábado de Hugo Georgeti. 2003. (Outra).
Comemoração dos 100 anos de nascimento de Sérgio Buarque de Holanda.Palestra Comemorativa do Centenário dos 100 anos do nascimento de Sérgio Buarque de Holanda.. 2002. (Outra).
VIII Semana de Filosofia.Coordenação de Mesa-redonda: Tempos Opostos - provocações em torno do filme Sábado. 2002. (Outra).
Aula Inaugural Ufes.Aula Inaugural Abertura de Ano Letivo Ufes. 2001. (Outra).
VII Semana de Filosofia UFES.Gilberto Freyre e a Fenomenologia dos Fantasmas. 2001. (Outra).
V Semana Gilberto Freyre ? Gilberto Freyre e o Século XXI.Mesa-redonda: V Semana Gilberto Freyre da Fundação Gilberto Freyre. 2001. (Outra).
Semana de Abertura do Semestre Letivo 99/2.Participação em evento. 1999. (Outra).
VI Semana de Filosofia-UFES.Mesa-redonda Caminhos do Pensamento no Brasil. 1999. (Outra).
Oficina Referências Teóricas Marxistas.Palestra Teoria e Práxis desde a perspectivas do Logos enquanto reunião, ministrada na Oficina Referências Teóricas Marxistas. 1996. (Outra).
III Semana de Filosofia UFES.Mesa-redonda: Pensamento e Filosofia no Brasil. 1995. (Outra).
III Semana de Filosofia - UFES.Conferência: Vontade de servir como poder de mandar: as determinações do homem volúvel. 1995. (Outra).
Semana de Educação. Ciência e Cultura.Participação na Semana de Educação, Ciência e Cultura da UFES. 1995. (Outra).
II Semana de Filosofia - UFES.Palestra A questão do começo na filosofia. 1994. (Outra).
III Semana de Filosofia de Natal.Conferência proferida na III Semana de Filosofia do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 1993. (Outra).
Participação em bancas
BRITO JÚNIOR, B. T.. O (des)velamento do bairro de Goiabeiras a partir do espaço escolar: Uma abordagem do ensino da geografia. 2011. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito S) - Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.; HERKENHOFF, Beatriz. O caráter multifacetado da pobreza: relação entre concepção e intervenção. 2007. Dissertação (Mestrado em Política Social) - Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.; ARAUJO,Vania Carvalho (Vania Carvalho Araujo); NOVAES, Izabel Cristina; VINHAES, Regina. Caminhos da Educação Municipal da Serra: um estudo de caso do Programa Escola Campeã no período de 2001 a 2004.. 2006. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.; LEAO, E. C.; FOGEL, G. L.. A compreensão nietzchiana da metafísica no horizonte dos conceitos de verdade e unidade. 2004. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
BRITO JÚNIOR, B. T.; GUIMARÃES, Aquiles Correia. Farias Brito ou a aventura do espírito. 2002. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
BRITO JÚNIOR, B. T.. O cinema místico-revolucionário de Glauber Rocha. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Uberlândia.
BRITO JÚNIOR, B. T.. Documentário e cinema da asserção pressuposta segundo Noël Carroll. 2014. Tese (Doutorado em Doutorado em Multimeios) - Universidade de Campinas.
BRITO JÚNIOR, B. T.. Seleção de professores substitutos. 2016. Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.; Paulo; Celeste. Banca examinadora processo seletivo para o Curso de Especialização Ciências Humanas e Desenvolvimento Regional. 2005. Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.; PESSOA, Fernando Mendes. Participação em banca examinadora de concurso público para professor adjunto para a área de Filosofia Política do Departamento de Filosofia-UFES. 2002. Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.. Seleção de professores substitutos. 1999. Universidade Federal do Espírito Santo.
BRITO JÚNIOR, B. T.. Seleção de professores substitutos. 1998. Universidade Federal do Espírito Santo.
Orientou
A ideia de descentramento em Roberto Schwarz; 2012; Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Espírito Santo, ; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Transformações e Degradação Ambiental na Micro-Bacia do Angelim-ES: período 1975 a 2000 e uma perspectiva futura; 2006; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Ciências Humanas Des; Regional) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Crise da modernidade e seus impactos nos modelos analíticos e normativos do mundo social: papel da ciência e questões éticas; 2006; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Ciências Humanas Des; Regional) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Espírito Santo Futebol Clube: Esperança para o futebol capixaba?; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Comunicação Social - Jornalismo) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Discurso de ódio racial online - Análise de comentários intolerantes sobre negros em matérias do G1; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Comunicação Social - Jornalismo) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Ativismo capixaba na rota dos protestos - Os caminhos e descaminhos da subjetividade do grafite urbano; 2014; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Ideologia e compensação Simbólica; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Uma noção de identidade e a experiência ética no Brasil; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Curso de Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo, Fundação Ceciliano Abel de Almeida; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
O amor no discurso de Sócrates em o banquete; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Confrontos em Torno da Teoria Política; 2001; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Curso de Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Heidegger e Artaud; O percurso da angústia; 2000; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Curso de Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Modernizações retrógradas ? a experiência brasileira; Filosofia; 2005; Iniciação Científica; (Graduando em Curso de Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo, Fundação Ceciliano Abel de Almeida; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Introdução à filosofia; 2005; Orientação de outra natureza; (Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Hans Staden e a iconografia alemã da América; 2004; Orientação de outra natureza; (Filosofia) - Grupo de Pesquisa Pensamento e Filosofia no Brasil; Orientador: Bajonas Teixeira de Brito júnior;
Produções bibliográficas
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Balada triste de trompeta e a filosofia da violência. Revista Sala 206 , v. 03, p. 01-16, 2013.
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BRITO JÚNIOR, B. T. ; PINHEIRO, M. A. P. . O Brasil e comunicação dominada pelo hipertexto. Revista Humanas (UFES) , v. 4, p. 1, 2010.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Action and Death in Othello and Dom Casmurro. Tinta - Research journal of Hispanic and Lusophone Studies , v. 8, p. 40-48, 2008.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O sertão e a noção de desequilíbrio. Revista Humanas (UFES) , v. 01, p. 01, 2007.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Homenagem à memória do filósofo Gerd Bornheim. Sofia (Vitória) , v. IX, p. 9-14, 2006.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Hegel, Heidegger e a localização da América. Sofia (Vitória) , v. IX, p. 15-54, 2006.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Os Sertões e a fundamentação do pensamento crítico brasileiro do séc. XX. Revista Humanas (UFES) , v. 1, p. 1-28, 2005.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Aspects historiques et logiques de la classification raciale au Brésil. Travaux et Recherches de L'UMLV , Marne-la-Vallée, v. 09, p. 31-49, 2004.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Algumas Observações Sobre o Tema Filosofia no Brasil. Sofia, Vitória, 1996.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . É Fino Ser Grosso. Sofia (Vitória) , Vitória ? ES, v. 03, 1996.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Deleuze, Foucault e o Fantasma Hegeliano.. Sofia, Vitória - ES, 1995.
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BRITO JÚNIOR, B. T. ; Zorzal e Silva, M., (Org.) . Participação Social na Gestão Pública: Olhares sobre a Experiência de Vitória - ES. 1. ed. São Paulo: Annablume, 2009. v. 1. 284p .
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lógica dos fantasmas. Vitória: grafita, 2007. v. 01. 498p .
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Método e delírio. Vitória: EDUFES, 2003. v. 1. 125p .
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lógica do disparate. Vitória: EDUFES, 2001. v. 1. 388p .
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Fascismo. In: GONÇALVES, Míriam. (Org.). Enciclopédia do golpe, vol. II. 1ed.Londrina: Projeto Editorial Praxis, 2018, v. 2, p. 73-79.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Gilberto Freyre: tempo e compensação. In: Fátima Quintas. (Org.). Evocações e interpretações. Recife: Editora Massangana, 2003, v. 1, p. 189-210.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Contra Bolsonaro e o fascismo só há um antídoto. O cafezinho, Rio de Janeiro, 27 out. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Quem banca a orgia de Bolsonaro nas redes?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 18 out. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . ´Aqui é Bolsonaro!`- Os carrascos do fascismo.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 11 out. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Ódio a Lula e ao PT? UOL dá a Bolsonaro 13 manchetes de uma só vez.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 17 set. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Sérgio Moro e TRF-4 - Farsa extrajudicial para manter Lula preso.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 09 jul. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . STF liberta Dirceu abrindo caminho para Lula ser solto e concorrer à presidência. O cafezinho, Rio de Janeiro, 26 jun. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Emergindo das trevas - Cármen Lúcia esperou dez dias para defender a democracia.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 31 maio 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Morta há uma semana, justiça ressuscita para proibir greve dos petroleiros. O cafezinho, Rio de Janeiro, 30 maio 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Os bastidores do locaute monstruoso que estrangula o país.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 25 maio 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Justiça igual? Prisão de Eduardo Azeredo (PSDB) esperou 126 meses. A de Lula, apenas 25.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 maio 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Ser do PT virou crime hediondo. Matar palhaço é só lesão corporal.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 16 maio 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Terrorismo conta acampamento - Globo e Folha ocultam o nome de Bolsonaro. O cafezinho, Rio de Janeiro, 29 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Globo e o terror em Curitiba. O cafezinho, Rio de Janeiro, 28 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo exige obediência canina do STF. O cafezinho, Rio de Janeiro, 27 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo assume controle da justiça no Brasil.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 27 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lula caiu de 37 para 31% ? Sérios motivos para duvidar da pesquisa Datafolha.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 15 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Que ditadura é essa? A prisão de Lula e a luta pela redemocratização.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 12 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . AI-5 voltou, mas só para Lula e a esquerda. O cafezinho, Rio de Janeiro, 12 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O enigma traiçoeiro de Rosa Weber. O cafezinho, Rio de Janeiro, 07 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Moro joga gasolina no país em chamas. Lula decide não se entregar. Todo apoio à resistência democrática.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 06 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Justiça brasileira - Lula recebe voz de prisão e Perrella vira diretor da CBF.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 06 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Por 30 anos prisão foi só após a 4ª instância. Isso mudou 15 dias após Lula virar réu.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 04 abr. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Ônibus de Lula são atacados a tiros - fascistas radicalizam o Brasil. O cafezinho, Rio de Janeiro, 27 mar. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo quer Rosa Weber como carrasco de Lula hoje. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 mar. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Tudo pela prisão de Lula - Cármen Lúcia avacalha o STF e pode sofrer vexame inédito hoje. O cafezinho, Rio de Janeiro, 21 mar. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Um silenciador não calará Marielle - Mulheres, aos milhares, herdarão sua voz. O cafezinho, Rio de Janeiro, 16 mar. 2018.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Arte e artistas - a nova mina de ódios do terceiro Reich brasileiro. O cafezinho, Rio de Janeiro, 10 out. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Artigo do cafezinho é censurado pelo Facebook e tem compartilhamento bloqueado. O cafezinho, Rio de Janeiro, 10 out. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Espionagem no STF e a política dos gangsters - a degradação onde chegamos.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 11 jun. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . As cores da mídia brasileira - o embranquecimento como purificação do poder. O cafezinho, Rio de Janeiro, 09 jun. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A justiça de Moro - Cláudia Cruz, inocentada. Já Marisa Letícia, nem depois de morta.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 26 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Mais um powerpoint tosco na vida do brasileiro - perito de Temer da show grotesco. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Fim do golpe ou novo pesadelo - o que devemos esperar ?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 21 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Fim do golpe ou novo pesadelo - o que devemos esperar?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 21 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Fantasma do Jaburu - Temer vaga pelos corredores do Palácio. Aliados fogem do jantar.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 21 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Sérgio Moro sumiu da mídia sem deixar vestígios. O que houve?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 20 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . De cima dos trilhos para atrás das grandes - o surf radical de Michel Temer. O cafezinho, Rio de Janeiro, 20 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . STF não manda prender Aécio Neves e deixa muitas interrogações no ar.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 18 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . UOL desmascara juiz que tornou Lula réu e fechou instituto Lula. O cafezinho, Rio de Janeiro, 10 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Gilmar Mendes em maus lençóis - suspeito de beneficiar Eike Batista. O cafezinho, Rio de Janeiro, 09 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Justiça federal fecha instituto Lula e cria estado de guerra para Moro prender Lula. O cafezinho, Rio de Janeiro, 09 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Terror vermelho de Lula? Às vésperas do depoimento, matéria da Veja atiça os ânimos e aumenta os riscos.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 08 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . As aberrações de Curitiba - Lula, o 'comandante máximo', seria o feliz proprietário do lucro mínimo. O cafezinho, Rio de Janeiro, 08 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Quem paga pelo ódio em Curitiba? Os outdoors espalhados e as responsabilidades de Sérgio Moro.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 05 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Aécio e Lula - as imagens distorcidas nas lentes da mídia brasileira. O cafezinho, Rio de Janeiro, 03 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Urgente! Monstruoso ataque contra indígenas no Maranhão. O cafezinho, Rio de Janeiro, 01 maio 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . CUT vence e comemoração do primeiro de maio ocupará a paulista. O cafezinho, Rio de Janeiro, 30 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Greve geral vence a conspiração da mídia e do judiciário. O cafezinho, Rio de Janeiro, 29 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Enquanto a reforma trabalhista ferra os trabalhadores, o STF legaliza os supersalários.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 28 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Globo contra Lula e o arsenal de bombas sujas.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 25 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . As `provas`de Léo Pinheiro deixaram a mídia muda. Silêncio total. Como pode? O que houve?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 23 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A febre do pato - com FHC eles assaltaram as estatais, agora vieram roubar a constituição.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A insanidade de Léo Pinheiro - Lula manda destruir provas e só conservar a mais robusta de todas, o tríplex do Guarujá.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 21 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Candidato disparado na frente - Lula agradece a Globo, A Folha, Ao Estadão, ao Uol e à Veja.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 20 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Por onde andam essas carinhas tão simpáticas? Uma visita aos esconderijos da mídia.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 20 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Após duas grandes derrotas, Temer pode não chegar ao fim do mês.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 19 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . EUA X Rússia - a nova Guerra Fria feita para passar na mídia.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 17 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Para atingir Lula e o PT a mídia muda a cor do herdeiro da Odebrecht. O cafezinho, Rio de Janeiro, 17 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Aécio e o PSDB batem recordes de denúncias, mas ninguém é preso.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 12 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A anatomia da mentira deslavada - denúncia de Marcelo Odebrecht contra Lula é uma farsa. O cafezinho, Rio de Janeiro, 12 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Bolsonaro dá show de racismo, até contra judeus, e a comunidade judaica o aplaude. O cafezinho, Rio de Janeiro, 07 abr. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Velocidade máxima - Moro condenou Cunha mas o alvo é Lula.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 31 mar. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Números do Facebook mostram que manifestações de hoje serão um enorme fracasso. O cafezinho, Rio de Janeiro, 26 mar. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Manifestação do MBL fracassaram - fiasco deve ser desastroso para Lava Jato. O cafezinho, Rio de Janeiro, 26 mar. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Derrota humilhante de Sérgio Moro é marco histórico. O cafezinho, Rio de Janeiro, 23 mar. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Perseguir Eduardo Guimarães é parte da estratégia de Moro para a prisão de Lula. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 mar. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Assassinato político - pedalinhos de R$ 5 mil valem mais que helicóptero com 77 milhões de dólares em cocaína.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 04 fev. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Marisa Letícia foi vítima da justiça medieval de Sérgio Moro. O cafezinho, Rio de Janeiro, 03 fev. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo atropela luto e lança Moro como candidato ao STF na vaga de Teori. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Três meses de mortes e tragédias deram sobrevida ao governo Temer. O cafezinho, Rio de Janeiro, 21 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Denúncias, vídeos, fotos e inquéritos - Aécio Neves some no universo paralelo. O cafezinho, Rio de Janeiro, 20 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . República dos marginais - mais de dois milhões de pessoas humilhadas em revisão de benefícios. O cafezinho, Rio de Janeiro, 18 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Cármen Lúcia - nova estrela da mídia brilha no céu do golpe. O cafezinho, Rio de Janeiro, 17 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Artigo do cafezinho chega a 153 mil curtidas e sofre ataque da Veja. O cafezinho, Rio de Janeiro, 15 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Vitrines do inferno a céu aberto. O cafezinho, Rio de Janeiro, 06 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Massacre no réveillon - carta do assassino mostra que as sementes do ódio começaram a germinar. O cafezinho, Rio de Janeiro, 02 jan. 2017.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . 2016- A longa duração de um ano de golpes. O cafezinho, Rio de Janeiro, 30 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O show de Moro - um ano mágico na vida de um juiz de província. O cafezinho, Rio de Janeiro, 29 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Curioso, não? Por que o MBL, o Vem pra Rua e os Revoltados sumiram da mídia?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 28 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lava Jato pode incendiar o país - crianças mal-educadas brincam com fios desencapados. O cafezinho, Rio de Janeiro, 23 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Propinatal dos empresários e 1º de abril dos trabalhadores. Temer luta contra a Globo agarrado à cadeira presidencial.. O cafezinho, Rio de Janeiro, 16 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O que a Globo quer do governo laranja de Michel Temer? Espremer todo o sumo ou derrubar logo do pé?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 10 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O submundo do STF. Por cima um palavrório empolado. Mas e por baixo?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 09 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Mãos da Lava Jato ficam mais longe da cabeça de Lula - com a derrota do judiciário e a vitória de Renan. O cafezinho, Rio de Janeiro, 08 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Abismo institucional nº 1 - o estranho telefonema de Cármen Lúcia a Temer para propor um pacto com Renan Calheiros. O cafezinho, Rio de Janeiro, 07 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Brasil jogado na sarjeta do mundo - A aliança entre a ralé e o judiciário. O cafezinho, Rio de Janeiro, 06 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A monocracia liquidará a democracia?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 05 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Pela primeira vez no Brasil, um dos três poderes vai às ruas contra os outros dois - e fracassa. O que está em jogo?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 04 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Dez medidas do MPF - 99% da população brasileira não deu apoio. O cafezinho, Rio de Janeiro, 01 dez. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Quanto mais maltrapilho, mais o governo Temer se qualifica para o trabalho sujo de destruir a democracia brasileira. O cafezinho, Rio de Janeiro, 30 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Por que Aécio, gaguejando e agitado, correu para defender Temer?. O cafezinho, Rio de Janeiro, 28 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Temer e seus rapazes - corrupção derruba sexto ministro. Três ministérios e a presidência ficam emporcalhados. O cafezinho, Rio de Janeiro, 25 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Assassinato institucional - o caso Gedel revela a conspiração de Temer para liquidar o Ministério da Cultura e liberar a rapina. O cafezinho, Rio de Janeiro, 24 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Manifesto a favor da corrupção é assinado por líderes do governo Temer. O cafezinho, Rio de Janeiro, 23 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Combate no Rio de Janeiro - brasileiros contra estrangeiros em uma guerra de extermínio. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Da lama ao caos ? Novo escândalo deve derrubar quinto ministro de Temer. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O poder da Globo. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Crise do Rio de Janeiro é o retrato em carne viva do Brasil que Temer quer construir. O cafezinho, Rio de Janeiro, 19 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Depois de tantos erros contra Lula e o PT, a Polícia Federal será indiciada pela PF?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 16 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Recomeça a caçada a Lula - Primeiro um sítio vagabundo, depois o tríplex chinfrim, e agora o piscinão do Alvorada.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 14 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . ÉPOCA e Lava Jato se juntam para comédia stand-up. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 14 nov. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . População enxota o MBL de escola em Curitiba - O que significa OCUPAR A OCUPAÇÃO?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 29 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Duas semanas que abalaram Curitiba - Sérgio Moro vira réu em Genebra e risco de prisão de Lula é página virada. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 28 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . MPF e mídia massacram o PMDB de Temer. Oito atingidos em uma semana - É o juízo final do Golpe?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 21 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Michel Temer mente na Índia, não é recebido por Putin e faz país passar vergonha no exterior outra vez. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Sérgio Moro ordena a prisão de Cunha - Isso é para facilitar a prisão de Lula?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Sérgio Moro ordena a prisão de Cunha - Isso é para facilitar a prisão de Lula?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O Quatrilho - Quatro rapazes de Temer são denunciados de uma vez só vez. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 18 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O Mapa da Mídia Cretina - Para a Folha, quando o assunto é Lula ou o PT, todo dia é Sábado de Aleluia. O Cafezinho, 18 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O projeto da hipermodernidade robótica no Brasil e a situação de Lula. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 17 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Não, o que eles querem não é apenas prender Lula. O que eles querem é coisa bem pior.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 15 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Política da 'dor e do sofrimento' - Aposentados por invalidez são as novas vítimas. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Folha de SP - Denúncias contra Aécio são tão de mentirinha que até a foto é a mesma. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Exclusivo!! Lula vira réu pela terceira vez - É razoável esperar justiça dessa Justiça?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Meio trilhão de reais serão desviados da educação em duas décadas - Estudo da Câmara dos Deputados. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Os Cavaleiros do Apocalipse e a Mula Sem Cabeça da política brasileira. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 11 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . PEC 241 - Por que Michel Temer quer se vingar do Brasil?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 10 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Moreira Franco usa boneco de ventríloquo para ocultar saque das riquezas brasileiras. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 09 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Direto do Paraná - Título de doutor honoris causa por R$ 1.300 em 12 x no cartão. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 08 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . STF decide que há duas leis no Brasil - Uma para Lula e o PT e outra para o PSDB e seus aliados. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 08 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Tarso Genro e Folha de São Paulo - A sabotagem da estratégia de defesa de Lula. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 07 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Sobre a instituição que deu título de Honoris Causa a Deltan Dallagnol. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 05 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Tarso Genro, três vezes ministros do PT e de Lula, corre para dar entrevista serviçal à mídia golpista.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 05 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Exclusivo! UOL traz narrativa estapafúrdIa para exaltar 'grande vitória' do PMDB. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 03 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O exemplo de Eduardo Suplicy - Um petista insólito nas ruas de São Paulo. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 03 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Uma tragédia para o governo Temer - A derrota vergonhosa do PMDB golpista. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 02 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Ditadura Judicial manipula o eleitor para aniquilar a esquerda. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 01 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Anulação de julgamento do Carandiru - Filho do Desembargador é candidato na coligação do PSDB. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 01 out. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo insiste em humilhar Temer como nunca sonhou em fazer com Lula - Por quê?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 29 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo e Folha de São Paulo pedem a cabeça do estado policial - Qual é o seu futuro?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 29 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . CODINOME 'JD' ? O Antagonista atua como ?Segunda Turma da Polícia Federal?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 28 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Depois de torturado pela mídia, ministro do STF passa a dar apoio total à Lava Jato ? O estranho caso de Marco Aurélio Mello. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 27 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Contra as arbitrariedades da Lava Jato só há mesmo um remédio: ocupar as ruas.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 26 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Sua Excelência, o Presidente - A mente brilhante de um cérebro decorativo. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 23 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Um tiro contra a Filosofia e a Sociologia - A Educação Brasileira retorna à Ditadura Militar. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 23 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . '143 mulheres mortas em 11 dias em SP' - Em breve a manchete pode ser essa.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 22 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Mantega é preso e liberado. Que palhaçada foi essa? Foi o ensaio para a prisão de Lula.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 22 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Lava Jato declarou uma guerra midiológica contra a democracia ? Como devemos enfrentá-la?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 21 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Ultrajando o direito, a Lava Jato põe um porrete nas mãos da política. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 21 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Expostos ao ridículo e humilhados, procuradores de Curitiba estão se escondendo da mídia. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 20 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Moreira Franco, o gerente do projeto de 24 bilhões de Temer - Pode ter cargo que tenha cofre?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . TV preto e branco, Código de Posturas Femininas e Senzala Social - Governo Temer quer modernizar o país até 2018. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 18 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Revista Veja dá show de crueldade - Lula é posto na galeria dos decapitados, junto com Lampião, Antônio Conselheiro e Tiradentes.. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 18 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Dias terríveis. Vésperas de novas lutas. Uma crônica sobre esses tempos surtados.. O Cafezinho, 17 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Exclusivo! Mídia perplexa e arrasada com a Lava Jato - Até o Reinaldo Azevedo fez bico. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 16 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Uma imagem que explica tudo - A obsessão do MPF e o ódio a Lula. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 15 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Os novos aloprados da mídia - Lava Jato noturna tenta pegar Lula. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 14 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Lava Jato contra Lula - Denúncia delirante apoiada em provas imaginárias. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 14 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A qual deles você confiaria o troco da feira para fazer o seu jogo do bicho?. O Cafezinho, 13 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O livro de Cunha e a implosão do governo Temer. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Michel Temer e o drama barato de um governo ordinário. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 11 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A trombeta do Apocalipse soa para Temer na abertura da Paralimpíada ? O que virá agora?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 08 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Folha de SP faz denúncia - Manifestantes reprimem PMs durante protestos. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 07 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Amestrado pela Folha, FHC fala em prisão de Lula ? o picadeiro da mídia. O Cafezinho, 07 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A exótica matemática golpista. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 04 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . IBOPE - Cinco maiores capitais avaliam governo Temer como trágico. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 04 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . É grelo duro contra o Golpe - Mulheres tomam as ruas !!. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 03 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Ditadura do Micheleco - censura aos blogs e brucutu nas ruas. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 01 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Por que eles atiram nos olhos? A jovem Déborah Fabri, uma heroína dos novos tempos. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 01 set. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Brasil regride 52 anos em 5 minutos - O que nos aguarda?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 31 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Uma Titã no covil das ratazanas - Dilma ontem no Senado. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 30 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Senado se convence da inocência de Dilma. Impeachment é arquivado. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 29 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Delação premiada do pato da FIESP complica a situação de Lula. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 28 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Por trás das cortinas do golpe ? O futuro da Globo. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 27 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A PF foi enganada por uma criança de cinco anos? Vale tudo contra Lula e Dilma. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 26 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Dobre de finados da Lava Jato - E eles eram lindos. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 24 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Membro da comissão de ética da presidência viola ética e favorecee Geddel. O cafezinho, Rio de Janeiro, 22 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lula não é dono do tríplex do Guarujá - Mas e daí?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A quinta ameaça de Cunha a Michel Temer - A parábola dos cinco amigos. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 14 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Diário da caçada a Lula e à democracia no Brasil. Mídia e Judiciário desde 04 de março 2016. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 06 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Jogos Olimpícos e corrupção Homérica - O que esperar nos próximos dias?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 05 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Globo humilha Marcela na sua estreia e mostra a Michel Temer quem é que manda. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 04 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A 'Cunhalada' pelas costas - Michel Temer refém de Eduardo Cunha. Quatro ameaças. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 03 ago. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lula e Dilma atacados por extraterrestres? O que aconteceu em Brasília, a capital mundial do esoterismo?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 31 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Por que milhões ficam em casa ao invés de sairem às ruas em defesa da democracia no Brasil?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 29 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A bananeira de Aécio Neves e o gato de Alice - Onde o ícone coxinha se esconde?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 28 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Ódio aos blogs e retorno à Ditadura - Mídia pós-golpe não aceita ser contrariada, transforma notícia em ficção e regride mais de 30 anos. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 27 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Como se faz uma organização terrorista no Brasil - Paspalhos amadores e um provocador infiltrado. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 23 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Terroristas amadores não existem - O que está por trás do uso dessa etiqueta?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 22 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Midiática e mediúnica - Vidente da Globo faz golpistas anteciparem defesas. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 20 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Escola sem partido & Ferraduras mentais - lembrança de Oswald de Andrade. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 19 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Os desejos do golpe - a classe média e a libido fabricada pela mídia. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 18 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Golpes e golpes, Brasil e Turquia - Que diferença o PT faz?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 16 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Fantasma de Aécio se ausenta da sepultura para assombrar nos portais. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Inventário das denúncias contra Aécio e a Cobertura da Mídia. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 07 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O sumiço de Aécio é o fato político mais importante hoje no Brasil. O Cafezinho, 05 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Mágica da mídia faz Aécio desaparecer em meio à enxurrada de denúncias. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 02 jul. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Às vésperas das Olimpíadas a Globo reedita o tempo do bandido Cara de Cavalo. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 28 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Traído ou traíra? Temer se vinga de Dilma encenando a legítima defesa da honra. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 27 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Campos de Extermínio mental - A classe mídia e o mainstream do Golpe. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 24 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Retrato do Brasil hoje - a delicadeza da diversidade contra os uniformes do golpe. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 23 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Ação entre amigos de Globo e governo Temer. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 16 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . US$ 100 milhões em propina - Fernando Henrique Cardoso será conduzido a depor sob vara?. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 06 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . MIchel Temer e a Rede Globo - A Maravilhosa Fábrica de Ciladas. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 05 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Cultura do estupro - Mídia e violência nua contra as mulheres. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 03 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Um megagolpe dentro do golpe - Temer remunera STF, MPF e TCU. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 01 jun. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Um desenho para entender o governo Temer - Alexandre Frota. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 30 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O STF - Inferno de Lula e céu de Aécio, Jucá & Cia. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 27 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Os homens que não amam as mulheres. Os 13 filhos do patriarcalismo no ministério Temer. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 25 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Temer e seus ministros - O ódio aos direitos e o monopólio ilegítimo da violência. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 22 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Globo purifica Bolsonaro durante 4 horas nas águas do G1. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 18 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Suprema Esquizofrenia - Globo ataca o projeto de aumento do STF. O Cafezinho, 16 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O ministério de Michel Temer - Um aparato de repressão sob medida para o golpe. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 13 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Deus e o diabo na terra de Eduardo Cunha - As ciladas do golpe. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 10 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O STF e o jagunço Eduardo Cunha. O tempo do Golpe. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 07 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Cunha fora. STF afia o machado para Lula e Dilma. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 05 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lula de volta ao STF. Rodrigo Janot e a lógica do golpe. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 04 maio 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . SOS BRASIL. Contra-golpes de luz e câmera. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 25 abr. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Denúncia na ONU apavora golpistas. Por quê?. O Cafezinho, 23 abr. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A República da escória e os 367 neopicaretas do Congresso. O Cafezinho, Rio de Janeiro, 18 abr. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . MBL ganha quase 400 mil curtidas em 15 dias. Milagre ou fraude?. Jornalistas Livres, São Paulo, 30 mar. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . O golpe de Moro, o assédio moral e o terror político. Jornalistas Livres, São Paulo, 17 mar. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Preto no Branco - O projeto das ruas no dia 18. Jornalistas Livres, São Paulo, 14 mar. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Lava Jato está morta. Suicídio ou Delcídio?. Jornalistas Livres, São Paulo, 07 mar. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Operação Lula. Três erros da justiça e o imaculado Delcídio. Jornalistas Livres, São Paulo, 05 mar. 2016.
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Europa-América ? Hegel e o caminho do método 2003 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Anaximandro 2003 (Apostila).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Parmênides 2003 (Apostila).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Pitágoras e o pitagorismo 2003 (Apostila).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Heráclito 2003 (Apostila).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Hegel, Heidegger e a localização da América 2003 (Relatório de pós-doutorado para publicação).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Política de cotas: dez "argumentos" contrários 2003 (Artigo).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Política de cotas ? dez "argumentos" contrários 2003 (Conferência).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Anaxímenes 2003 (Apostila).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Gilberto Freyre: tempo e compensação 2001 (Ensaio no prelo para publicação coletiva. Núcleo de Estudos Gilberto Freyre).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Crítica literária e pensamento 2001 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Estética & Extética 2001 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Extética e filiação na experiência literária 2001 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Costa Lima e Roberto Schwarz ? A crítica literária como disciplina do pensamento crítico 2001 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Gilberto Freyre e o Exorcismo dos Fantasmas 2000 (Ensaio no prelo. Ministério da Cultura).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Gilberto Freyre e o invisível 2000 (Artigo Jornal da UFES).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Aristóteles e a noção de Prótos 2000 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Gilberto Freyre e o exorcismo dos fantasmas 2000 (Pesquisa).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lógica do Disparate. Vitória: Edufes, 1999 (Tese de Doutorado).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Aristóteles e os Começos do Pensamento Ocidental 1999 (Apostila).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . A Habilitação de Bacherelado e a Pesquisa 1999 (Artigo).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Lógica do Disparate 1999 (Conferência).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Referênciais Teóricos Marxistas 1996 (Oficina).
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BRITO JÚNIOR, B. T. . Hegel, Heidegger e a América 1990 (Pesquisa).
Outras produções
BRITO JÚNIOR, B. T. . CD-ROM Aulas de Filosofia. 2006.
BRITO JÚNIOR, B. T. . Site da Revista Humanas (www.revistahumanas.inf.br). 2005.
BRITO JÚNIOR, B. T. . II Fórum Internacional Sobre Prática Docente Universitária - Comitê Científico. 2012.
BRITO JÚNIOR, B. T. ; PINHEIRO, M. A. P. . Revista Humanas. 2010. (Editoração/Periódico).
BRITO JÚNIOR, B. T. . Introdução à Filosofia. 2007. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Áudio-visual de divulgação científica).
BRITO JÚNIOR, B. T. ; Galindo, Gloria . Revista Humanas. 2007. (Editoração/Periódico).
BRITO JÚNIOR, B. T. . Revista Humanas. 2005. (Editoração/Periódico).
BRITO JÚNIOR, B. T. . Interface gráfica CD-ROM Aulas de Filosofia. 2006. Outra.
BRITO JÚNIOR, B. T. . Interface Gráfica Revista Humanas (revista eletrônica). 2005. Outra.
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
A construção do objeto: o jornalismo em Marx, Descrição: Tratamos de constituir o jornalismo em Marx como objeto através do modo como é entendido em suas obras históricas evitando, desse modo, de assumir uma compreensão acrítica de "jornalismo?. É preciso delimitar aquele jornalismo em seu quadro histórico, que é o do jornalismo alemão de meados do século XIX, e também em seu sentido teórico, que aparece em Marx na forma da noção de ?representação literária?. A representação em Marx, em suas obras políticas vinculadas à conjuntura revolucionária de 1848, se divide em duas formas principais, a representação política e a representação literária. A primeira, a representação política, se refere à luta dos representantes políticos (der politischen Vertreter) das classes e frações de classes pelo poder nos parlamentos, nas associações, nos partidos, etc. A segunda, a representação literária, diz respeito principalmente à imprensa, à luta dos representantes literários (der literarischen Vertreter) das classes através do jornalismo, mas que se estende à toda literatura política, panfletos, livretos, obras teóricas, etc.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2022 - Atual
Marx ― A energia revolucionária e a representação literária, Descrição: O projeto investiga o antagonismo relativo à energia revolucionária nas formas diversas que recobre, que vai desde um antagonismo parlamentar (relação entre partidos, como a luta entre a Montanha e o partido da ordem na França), de um antagonismo interno às frações de uma mesma classe (como entre as duas facções da burguesia francesa, legitimistas e orleanistas), ou propriamente de classes, como a luta entre o proletariado e a burguesia republicana na insurreição de Junho. Essas relações de antagonismo, e até com grau de virulência espantoso, pode se dar também entre a fração parlamentar e a fração extraparlamentar de uma mesma classe, do que, porém, não tratamos no presente capítulo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2022 - Atual
Marx e Habermas ? Jornalismo e antiesfera pública na Alemanha, Descrição: Não se compreende o ambiente em que o jovem Marx é conduzido ao jornalismo, sem examinar a Alemanha em que ele viveu. É uma tentação bastante razoável a de entender o exercício jornalístico de Marx inserindo-o no domínio, mesmo que incipiente, da esfera pública burguesa alemã tal como Habermas a tipifica em seu conceito. Essa via, contudo, não resiste ao confronto entre o conceito habermasiano e a história efetiva da Alemanha desde o século XVIII, cujo espaço dominante não é o da esfera pública, mas, como veremos, muito mais o da esfera não-pública. Para tal resultado concorre o estado, atuando como um agente da antiesfera pública através da censura e da reiterada violência contra os jornais e os jornalistas liberais, os pensadores e os professores rebeldes ? tanto catedráticos como livre-docentes.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2022 - Atual
Gênese da sociedade de massas e meios de comunicação de massa, Descrição: A sociedade de massas foi obsessivamente estudada pelas ciências humanas e a filosofia em diversos aspectos muito relevantes. Dentre esses podemos destacar o tema dos autores conservadores e sua visão pessimista da emergência das massas no domínio da política e da cultura (como Tocqueville, Nietzsche, Simmel, Ortega y Gasset e outros), o da relação entre as massas, a miséria das grandes cidades e o socialismo, ou, ainda, o da questão dos nexos entre as massas e as tecnologias de comunicação de massa (o jornal, a propaganda, o rádio, o cinema, etc.). A obsessão por esses temas se justifica pelo de fato de que, para uma multiplicidade de aspectos da vida moderna, o estudo da sociedade de massas é imprescindível. Mas talvez o tratamento que os teóricos têm dado à sociedade de massas permaneça muito abstrato para os estudantes. É preciso tornar acessível e fazer compreender a relação entre modernidade, emergência das massas e os meios de comunicação. A investigação teórica em estreito contato com a literatura torna essa percepção possível.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2021 - Atual
A representação literária na perspectiva da luta de classes, Descrição: A pesquisa trata da representação literária em Marx, nas diversas caracterizações que recebe conforme as possibilidades das classes fundamentais. A representação em Marx tem por base o processo de luta de classes, o que significa dizer que os conflitos de maior vulto, as insurreições, as lutas de rua, as manifestações, as delegações, são parte do processo da representação. Antes de tudo, a representação é o modo da apresentação política e literária dos interesses das grandes classes. É nesse contexto que devemos inscrever o processo de representação literária e, de modo mais específico, a representação na imprensa. E devemos notar que, desse ponto de vista, tanto os artigos publicados na NGR, quanto a obra Lutas de classe na França de 1848 a 1850, e ainda o 18 brumário, são parte da representação na imprensa dos interesses do proletariado, tanto o francês quanto o alemão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2021 - Atual
Aristóteles e a ética do meio-termo, Descrição: Trata-se de explorar as articulações da Ética a Nicômaco para apresentar com clareza sua forma de validação prática, isto é, o modo como efetivamente ocorre aquilo que é legítimo designar como "ação prática" tal qual preconizada na ética Aristotélica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2020 - 2021
Marx e a representação política no manuscrito Crítica da Filosofia do Direito de Hegel., Descrição: A pesquisa trata de uma análise da Crítica da filosofia do direito de Hegel, conhecido também como Manuscrito de Kreuznach (1843), em busca da armação ontológica que permite a Marx realizar sua crítica. Essa compreensão ontológica fornece as bases para a compreensão da representação política na crítica marxiana.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2020 - 2021
Marx jornalista - De jornal em jornal, de país em país, Descrição: O projeto trata das relações entre a produção jornalística de Marx entre 1842 e 1849 e as variadas formas de perseguição de que foi objeto no período. Marx acumulou no seu currículo revolucionário a expulsão de três países (França, Alemanha e Bélgica) tendo ao fim, depois de uma segunda expulsão da França ao retornar à Paris em 1849, permanecido por mais de três décadas como apátrida na Inglaterra. Esses fatos biográficos, não são apenas fatos políticos, como geralmente entendidos, mas são também fatos jornalísticos. Significa dizer que, nessas expulsões, a atividade jornalística teve peso considerável para atrair sobre Marx a ira persecutória dos governos atingidos por seus artigos. Esse ódio não se limitou às expulsões, mas também se exerceu através de tentativas de intimidação, de processos criminais na Alemanha e, já em 1844, de um decreto de prisão da Prússia após a publicação dos Anais Franco-Alemães na França. O objetivo desse artigo é articular a produção jornalística de Marx e sua trajetória biográfica, em busca do viés pelo qual essas dimensões se iluminam reciprocamente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2020 - 2021
Marx - Um jornalismo totalmente diverso: o jornal-partido., Descrição: Para compreender o jornalismo de Marx é preciso quebrar o quadro estreito e naturalizado dentro do qual concebemos o que é o jornal e o jornalismo. Esse trabalho requer que nos desfaçamos das referências usuais e dos referenciais históricos e outros que, embora sem que tenhamos consciência, foram o horizonte de apreensão do que entendemos por jornal. Temos que encontrar também um outro conceito de jornal, que foi o dominante no século XIX, o do jornal-partido, isto é, aquele em que o comitê editorial era o que havia de mais próximo dos partidos políticos como existem hoje. Na inexistência do partido em sentido atual, o jornal realizava essa função. Assim, devemos entender a atividade comunicativa e, ao mesmo tempo política, de jornais como o Le National e o La Réforme, na França. A pesquisa visa descortinar as condições reais do exercício do jornalismo no século XIX, tanto o jornalismo radical e revolucionário, quando o jornalismo conservador ou reacionário. De um lado e de outro do espectro político, o jornal, em uma época de maior envolvimento da opinião pública na esfera pública, exercia atividades, funções e fins que, em muitos sentidos, são muito diversos do que hoje entendemos por jornal. Não à-toa, o próprio nome dos partidos era, muitas vezes, identificado com o do seu jornal: o partido do National, o partido do Réforme, etc. A pesquisa pretende explicitar as condições de atuação do jornal-partido e, a partir daí, entender as atividades da representação literária e política pensadas por Marx, no seu contexto próprio do século XIX.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2020 - 2021
Marx e o jornalismo como crítica do presente, Descrição: Marx aparece sistematicamente na tradição marxiana como filósofo da história, como economista crítico, como pensador da revolução socialista, como crítico da ideologia, como criador da teoria crítica da sociedade. O tema ?Marx jornalista? não tem dentro dessa tradição, um peso semelhante ao daquelas grandes linhas de pesquisa consagradas, nem se reconhece nele a mesma ?nobreza? como área de estudo, muito pelo contrário. Além de, salvo uma ou outra exceção, não ser tratado como uma área importante do marxismo, também não foi recortado como um objeto digno pela tradição e, em razão disso, também não deu origem a grandes, talvez nem sequer pequenas, obras interpretativas. Esta pesquisa busca expor os motivos da marginalização do tema do jornalismo na tradição marxiana.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2020 - 2021
Marx editor ? Em luta contra a censura prussiana., Descrição: Estudo da atividade editorial de Karl Marx como editor dos periódicos Gazeta Renana e Nova Gazeta Renana e das Revista Anais Franco-Alemães e Nova Gazeta Renana revista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2020 - 2021
Marx e a representação literária de classe na França 1848-1850, Descrição: A elaboração madura da teoria das classes sociais e da luta de classes, no pensamento de Marx, especialmente em Lutas de classe na França (1848-1850) e O 18 brumário de Luís Bonaparte, contém senão uma teoria, ao menos uma concepção, relativamente elaborada e complexa da imprensa como representante literária de interesses materiais. O projeto investigará os diversos conceitos implicados na construção das noções de representação literária e representação política (Interesse geral, interesse coletivo, classes, fração de classe, coterie, etc.) para determinar as condições modernas da representação revolucionária.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2019 - 2020
A ideologia alemã - Heróis do pensamento e anti-heróis da ação, Descrição: A pesquisa investiga três frentes significativas para a compreensão das intenções filosóficas da obra A ideologia alemã de Marx e Engels: 1. o que é a "ação efetiva" e sua relação com a "transformação da realidade"; 2. a ontologia materialista, definida nas relações dos indivíduos com a produção a partir de um novo conceito do homem e 3. o avanço progressivo na elaboração do conceito de modo de produção, as várias tentativas de aproximação e as flutuações da terminologia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2018 - 2019
De Opinião pública e public relations: a passagem das ideias às atitudes, Descrição: A pesquisa revisita a questão, já antiga, da passagem da opinião pública às relações públicas (public relations), cujo marco é a obra de Edward Bernays, sobrinho de Freud e o mais influente publicitário americano no século XX. Do profundo sentido antagônico da opinião pública no século XVIII, chega-se a sua deformação pela public relations na primeira metade do século XX, que passa a marginalizar o cidadão político para operacionalizar o desejo do consumidor, como ?máquina ambulante de felicidade?, para, ao fim, com Tibor Kalman, ingressar no engajamento pseudo crítico da sociedade, e a formação de identidades de marketing. A pesquisa trata desses temas na perspectiva do ensino na disciplina Opinião Pública.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2018 - 2019
Marx, história e jornalismo, Descrição: Marx, história e jornalismo. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2018 - 2019
A Opinião pública e a opinião política das mulheres no Brasil, Descrição: A pesquisa se debruça sobre a situação das mulheres em três direções: 1. Na perspectiva do lugar destinado às mulheres na esfera íntima, conforme Habermas, dentro da sociedade burguesa regida pelo poder patriarcal; 2) Da luta das mulheres em âmbito mundial contra seu confinamento no estreito espaço de ?direitos? reservado à elas na sociedade burguesa; 3. A luta das mulheres no Brasil numa conjuntura de avanço das forças política de extrema direita e a formação de uma opinião pública das mulheres, cuja face mais visível foi o movimento ?Ele não?. Observa-se o descolamento das pautas políticas entre homens e mulheres, ? fato inédito num país em que, até pouco tempo, as mulheres permaneciam fundamentalmente banidas do espaço político? na distinção que faz com que as últimas atribuam às políticas públicas o primeiro lugar no ranking das necessidades urgentes enquanto, num momento de força popular da Operação Lava Jato, a maioria dos homens aceitava o discurso da corrupção com principal problema do país. Se trata, portanto, de duas correntes de opinião pública clivadas por divisão de gênero.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2016 - 2017
Marx e Balzac ? O jornalismo entre interesse e princípios, Descrição: O projeto se debruça sobre o jornalismo de Marx nos primeiros anos da década de 1840 em comparação com a abordagem de Balzac do jornalismo na França na mesma época. Enquanto Balzac respirava o ar da liberdade burguesa, com um jornalismo cuja tradição vinha da revolução de 1789, e se verá ainda mais livre após a queda de Napoleão, o chamado "très jeune Marx", vive a atmosfera opressiva da Prússia que, vitoriosa sobre a França em1815, instalou a reação sem nunca ter passado por uma revolução. Na Prússia e na Áustria, o resultado da derrota de Napoleão foi a censura rígida e a morte do jornalismo político.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2015 - 2016
A emergência da linguagem como êxtase e a violência simbólica em Bourdieu, Descrição: A pesquisa explora algumas das sugestões de Bourdieu em seu texto "Sobre a televisão" para uma teoria da comunicação. Mais precisamente, trata das articulações possíveis entre a forma originária de humanização pela linguagem e a posterior disposição para a aceitação da violência simbólica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2013 - 2013
A dialética da Indústria Cultural em Adorno, Descrição: A pesquisa busca apresentar a estética de Adorno resgastando uma passagem da sua Teoria Estética em que se apresenta a cultura das sociedades de classe como ?cultura enquanto agricultura?. Essa perspectiva faz da cultura uma técnica ligada à domesticação da natureza ou, dito de forma mais precisa, à repressão da natureza para reduzi-la à condição de objetividade manipulável. Nessas condições, a cultura deixa apenas a alternativa de autonomia completa da arte, com o vínculo exclusivo do artista com a obra como arquétipo de libertação, ou, ao contrário, a operatividade técnica que faz da estética, na sociedade contemporânea, através da indústria cultural, um aparato essencial de condução das massas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2013 - 2013
A dialética na filosofia e no pensamento social ― Hegel e Marx, Descrição: Pesquisa destinada à apresentação para ao uso didático da lógica hegeliana e sua reelaboração dentro das perspectivas do pensamento de Marx. Inicialmente, demonstra-se a ordem e a necessidade dos conceitos elementares da dialética de Hegel, o movimento de passagem lógica entre as articulações conceituais e suas pressuposições. Num segundo momento, se indica a recondução desses conceitos para a organização da experiência histórica do pensamento crítico de Marx, como forma de interpretar a realidade histórica a partir de sua mobilidade, das rupturas possíveis. Como elemento dinamizador da teoria marxista, a dialética é apresentada a partir de seu papel para pensar o conceito de modo de produção, articulando relações sociais e forças produtivas, e, de outro lado, sua significação conceder às classes e à luta de classe o papel mobilizador central.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2012 - 2013
O significado da atividade jornalística na gênese do pensamento de Marx, Descrição: O objetivo desse projeto de pesquisa é o de interpretar as declarações, apresentadas por Marx mesmo, sobre o significado da prática jornalística para a formação da sua teoria da história. Desde o jornal Rheinische Zeitung (1842 e 1843), no qual atuou como editor-chefe, até sua última contribuição para a impressa, no The International Herald na década de 70 do século XIX, Marx colaborou em 14 jornais ao longo de 31 anos. No Prefácio de A contribution to the critique of political economy, também conhecido como Preface de 1859, Marx faz uma apresentação sinóptica da sua teoria e remonta seu surgimento à necessidade de investigar aquilo que ?is known as material interests?. Uma vez que essa questão, isto é, a questão dos interesses materiais, foi imposta a Marx durante a preparação de um artigo de jornal (para o Rheinische Zeitung em 1843), o papel da prática jornalística para a gênese do pensamento marxista é uma investigação necessária. E é, além disso, uma questão permanece inexplorada na bibliografia marxista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2012 - 2012
Balada triste de trompeta e a filosofia da violência, Descrição: O pesquisa analisa o filme de Álexis de la Iglesia, Balada triste de trompeta, Espanha - França, 2010, tomando por referência diversos traços da topologia da violência no século XX (a guerra civil espanhola, o nazismo, o terrorismo, etc.) e a reflexão sobre a violência desenvolvida pela filósofa Hannah Arendt. As conclusões apontam para o fato de que o filme, ao incorporar a violência na própria linguagem narrativa, assimila gradualmente os efeitos da violência até o ponto de, propositadamente, identificar-se com a estética hollywoodiana como uma mera linguagem da violência.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2010 - 2011
A rede e a biblioteca de Babel, Descrição: Pesquisa de pós-doutoramento realizada na Unicamp (2010-2011). Em diálogo com a noção de imaterialidade apresentado por A. Gorz em sua obra O imaterial para determinação do capitalismo contemporâneo, a pesquisa desdobra as formas de materialidade própria da internet, enquanto esta materialidade envolve questões de luta hoje: o copyright, a partilha, a colaboração online, etc. Se trata, por um lado, de ver com Marx, Hannah Arendt, e outros, o estatuto possível dos objetos e do trabalho realizado digitalmente e indefinidamente partilhável. Pergunta-se ainda como, em suas estruturas e funcionalidade, um artefato digital, que se multiplica ao dividir-se, se relaciona com a antiga noção de propriedade que ao dividir-se fragmentava-se. Esta noção de material, válida tanto para a propriedade antiga quanto para a moderna, desde a propriedade territorial grega até o estado territorial moderno, não se aplica inteiramente, ou só muito parcialmente, aos produtos capazes de transferência digital. Ao menos, quando estão em forma digital. Outra questão diz respeito ao que garante a propriedade desses produtos, ou seja, hierarquias de poder, sistemas de vigilância e asseguramento, legislação de copyright, políticas de espionagem e invasão, poder de comunicação e velocidade de decisões (governos, bolsas, bancos, grandes empresas, ec.). Essas formações, que supõe e resultam nos fortalecimentos dos vínculos de propriedade, permanecem, por seu turno, devotadas ao reforço da noção tradicional de materialidade e da riqueza que ela constitui, trabalhando portanto para sua preservação. A investigação busca situar essa ambiguidade, ou contradição, entre as tendências de mutação da materialidade, por um lado, e seu reforço dentro da internet, por outro. Não vê motivos para otimismo quanto à dissolução das hierarquias pela via de uma utopia digital.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2008 - 2009
Da moral do favor à imoralidade pública, Descrição: A pesquisa trata da corrupção endêmica no Brasil como pratica naturalizada dentro do sistema político brasileiro. Recorrentemente um mesmo fenômeno nos é apresentado na história recente do país: figuras envolvidas em escândalos de corrupção recebem uma elevada adesão dos eleitores às suas campanhas. Ainda que o mecanismo da lei do Ficha Limpa funcione como um inibidor para as práticas de corrupção, permanece o fato de que parte significativa do eleitorado conviver sem relutância com uma imagem positiva dos políticos corruptos. A mediação que permite estabelecer uma relação de causalidade entre práticas corruptas e graves violações da ordem política, que faria ver que verbas desviadas de um lado, representam aumento de mortes, sofrimento e marginalização, de outro, apenas se constitui em alguns segmentos sociais, sem que a rigor tenha, mesmo ai, a forma de uma convicção firme e inabalável. Prova disso é que o PT, partido que levantou por décadas a bandeira anti-corrupção, ter sucumbido a ela e, mesmo, a utilizado sistemática como método de poder. Por outro lado, as gritas anti-corrupção são, em muito casos, apenas uma estratégia eleitoral para atingir o partido dominante. E esse tipo de estratégia política já é muito antiga, tendo sido reeditada em toda a história republicana. A pesquisa busca estabelecer um terreno sólido para a tematização segura, não instrumental nem oportunista, do combate à corrupção. Encontra essa base segura no favor como forma dominante da socialização brasileira, a nossa mediação universal, como ensinou Roberto Schwarz. Uma vez que o favor tem essa precedência nos modos de sociabilidade, a análise investiga 1) o favor e a história dos vínculos de público e privado no Brasil e 2) o favor como fio condutor da socialização de cada indivíduo no Brasil. Estas investigações se destinam a fazer visíveis os mecanismos da estrutura do favor que devem ser desmontados para reduzir à adesão emocional involuntária às figuras de poder que praticam os atos de corrupção.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2008 - 2008
Raízes culturais da violência no Brasil, Descrição: O Brasil de fins do século XX inícios do século XXI é uma das sociedades mais violentas do mundo. Sem margem para dúvidas, seus indicadores de violência policial, de mortes causadas por assassinatos, de mortes no trânsito, estão entre os mais elevados do mundo contemporâneo. A pesquisa procura determinar os precedentes históricos do país que explicam a continuidade das práticas violentas desde a sociedade colonial. Em duas frentes de ?colonização? opera a violência como uma espécie de a priori formativo: 1) no domínio da natureza através do fogo e outras práticas extremamente violentas, e 2) na escravização das sociedades indígenas, pela via da vitória militar, seguida de rápido extermínio dos inaptos para o trabalho (idosos, crianças, incapazes), dissolvendo-se os vínculos da estrutura familiar tribal, e realocando-se o índio no trabalho do eito, sob a ameaça permanente da violência física por parte dos feitores, sob o signo do catolicismo. A escravidão africana não mudará essencialmente essas coordenadas. Os ritos de violência, na medida em que devem socializar homens aptos à sua perpetuação, inscrevem-se nas relações internas à reprodução das elites dominantes, em especial na pedagogia da violência aplicada aos filhos primogênitos. O jogo de inversão compensatória, que processa o equilíbrio das tensões de extremos, conduz a que a violência abusiva perpetrada sobre o primogênito seja continuamente por ela compensada sobre outros inferiores: irmãos mais jovens, escravos, animais. A sociedade brasileira, mantendo a estrutura essencialmente desigual da Colônia, tem que reatualizar a mesma personalidade violenta como garantia às estruturas sociais vigentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2005 - 2005
Introdução dialética de Hegel, Descrição: A pesquisa busca esclarecer, a partir de uma leitura da analítica kantiana, os conceitos que integram a ciência da lógica hegeliana, na parte da lógica do ser. Busca-se mostrar como as sínteses operadas sobre a intuição pura, na perspectiva de Kant, aparecem em Hegel como entrada no movimento dialético a partir da quantidade, qualidade e medida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2004 - 2004
Os Sertões e a fundamentação do pensamento crítico brasileiro do séc. XX, Descrição: A pesquisa versa sobre os fundamentos de uma ciência própria da ensaísmo brasileiro, buscando seus fundamentos em Os sertões de Euclides da Cunha. Como obra inaugural da tradição ensaísta brasileira, Os sertões apresenta pela primeira vez a constituição de uma experiência história fundada nas estruturas constitutivas da lógica social implementada com o colonialismo. A profunda estratificação social, unida à exclusão massiva dos ?homens livres? não aproveitáveis pela monocultura exportadora, produz legiões de ?homens supérfluos? que irão formar a base dos movimentos messiânicos como aquele que se agrega em torno de Antônio Conselheiro. A disparidade entre o litoral e o sul, por um lado, e as regiões interioranas e o nordeste, por outro, levam ao agudo estranhamento que desagua na carnificina de Canudos. A construção científica dessas e de várias outras oposições, que reaparecerá em diversas outras obras do período posterior, se vale da identificação dos antagonismos agudos, de um telos inscrito na ideia de geração do homem brasileiro e, por fim, na construção crítica da falência desse ideal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2004 - 2004
Hegel, Heidegger e a América, Descrição: Pesquisa de pós-doutorado realizada sob orientação do professor Gilvan Fogel, UFRJ, 2014. A pesquisa de pós-doutorado se deteve sobre o lugar da América em dois momentos marcantes do pensamento europeu, a dialética de Hegel e a fenomenologia de Heidegger. Fixar essas compreensões é de máxima importância porque, através delas, se revela o lugar da América como horizonte a partir do qual o pensamento europeu se localiza a si mesmo. Seja a América como o mal absoluto, o demoníaco, para o Heidegger alinhado com a ideologia nazista do Terceiro Reich, seja a América como país do futuro, portanto, com sucessor da defunta Europa, em Hegel, o fato é que a Europa desde o início do século XIX já não pôde estabelecer o seu próprio lugar sem o concurso de uma instância além (além mares, além da história) representada pela América. Nesse topos representado pela América, se ergue algo como um marco, em torno do qual as filosofias pós-hegelianas parecem se situar de forma retrógrada. Se para Hegel, a América era o além da Europa e, com isso, na lógica de sua filosofia da história, indicada a saturação da história europeia, seu fim, para Marx, Nietzsche e Heidegger, a Europa passa a ocupar uma histórica e, mesmo, uma histórica central no mundo. Radicalizada pelo elã reacionário de Heidegger, o posto da Europa aprece ameaçado por uma dupla decadência, a América e a Rússia. Desses extremos, Heidegger vê o risco para a Alemanha, o ?país do centro?. A compacta linha do muro de Berlim, ponto de tensão extrema no centro da Alemanha dividida do pós-guerra, parece ter confirmado mais Hegel que Heidegger: a história passou além da Europa. Assumir essa perspectiva histórica, permite entender a América para além do traço colonial do subdesenvolvimento e do ainda-não-desenvolvido. Assim, ainda que em suas aparentes déficits e retroações (por exemplo, a falta da cultura e da filosofia) se pode compreender. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2003 - 2003
Aspectos históricos e lógicos da classificação racial no Brasil, Descrição: A oposição clássica branco e negro, com a dissimetria que pressupõe, ou, um pouco matizada, a oposição branco ― negro/mulato/índio, não permite compreender as relações raciais no Brasil. Não só as categorias na sua forma massiva (branco, negro, etc.) são impróprias para fixar o objeto, mas a própria noção de constituição de termos por oposição (branco-negro) não é suficiente para capturar o fenômeno. As relações raciais no Brasil foram constituídas ao longo de quatro séculos de escravidão que, sem que se despreze as enormes diferenças no tempo e no espaço, tenderam a assumir a forma do patriarcalismo ultra-escravista português. Nesse caso, nada há de benéfico ou mitigado, algo como uma escravidão atenuada. Ao contrário, a rigidez e violência nas relações escravistas são absolutas. Disso, se criam vínculos compensatórios que estabelecem transmissões do estigma através de subordinações dentro do quadro escravista (boçais, crianças, animais, etc.), e relativizações contextuais instantâneas (mais claro que/mais escuro que, mais clarinho que/mais escurinho que). A multiplicação dos semi-contrastes pontuais impede a constituição da polaridade Branco-Negro e a percepção de sua oposição hierárquica. Não obstante, a sociedade funciona pela reposição constante dessa polaridade, relegando aos negros os piores indicadores sociais, a exclusão e a marginalização, a violência policial e o preconceito recorrente. Portanto, uma dupla rotina se estabelece operando, por um lado, a dissolução de categorias rígidas e bipolares nas interações raciais cotidianas, enquanto, por outro, em parte devido à ilusão produzida por esta dissolução, a realidade racial pode assumir as formas mais extremas de dissimetria sem que isso alcance tornar-se objeto temático da consciência. A não ser da consciência fragmentária do anedotário (Branco correndo é atleta, preto correndo é ladrão, etc.). Apenas a compreensão da função danosa das relativizações dissolventes podem permite olhar nos olhos a contradição branco e negro e, fixando essa diferença, estabelecer a real natureza da polarização racial.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2003 - 2003
Método e delírio, Descrição: Em diálogo com a tradição do pensamento brasileiro das ciências humanas vinculada ao marxismo e à dialética, em especial, aquele situado em torno de Antonio Cândido (dialética da malandragem) e Roberto Schwarz (dialética da volubilidade, na leitura de Pauto Arantes), e, no outra vertente, na escola antropológica descendente de Gilberto Freyre, em particular Roberto da Matta (dialética de indivíduo e pessoa), a pesquisa busca retomar a leitura de Machado de Assis para determinar um método, que, longe de se constituir em objeto novo, se mostra antes como inscrito nas entrelinhas dos autores investigados. Ainda seguindo as categorias de ?desidentificação?, ?desdiferenciação? e ?desdramatização? na obra de Schwarz, apresenta-se uma alteração na compreensão de método (meta-hodos, caminho adequado) que, a partir da leitura do cap. 7 das Memórias Póstumas, O delírio, se vinculará ao sentido da palavra delirium, estar fora do sulco, da trilha, do caminho. A preposição "meta" (presente em meta-hodos) assume o sentido que tem em meta-fisica, fora e além (da física). Portanto, como delírio, método é meta-hodos como fora da trilha ou caminho. Método como desencaminhamento. Com essa noção de método torna-se possível encontrar a referência comum das diversas dialéticas (do não ser e ser outro, da volubilidade, da malandragem, de indivíduo e pessoa, etc.) que pontuam o pensamento crítico brasileiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2002 - 2002
Europa-América: Hegel e o caminho do método, Descrição: O método caminha, ou melhor, o método (meta-hodos, através do caminho) é uma trilha. Como ?atividade universal absoluta? (allgemeine absolute Tätigkeit), é o método o princípio de mobilização de toda realidade. Em Hegel, está claro que o método, ao tratar do devir histórico, caminha do oriente para o Ocidente, desde o começo do registro da história pela escrita dos chineses, começo de vitória sobre a voracidade do sensível, o tempo que devora todo finito, pela força de retenção do espírito. O devir da história é um avanço dialético de princípios cada vez mais universais e íntimos à realidade essencial do Espírito Absoluto. Mas aqui surge um ponto que tem sido reiteradamente confundido pela tradição da filosofia europeia: a ideia do fim da história com sua realização na liberdade da Europa. Esta tese, que está no pensamento marxista mas é partilhada acriticamente por outras filosofias pós-hegelianas, é insustentável quando questionada tanto pelas observações de Hegel sobre a América quanto pelas estruturas conceituais básicas em que se montam sua filosofia. As filosofias da história que confundem o estatus da Europa no pensamento de Hegel, pensando-a como lugar do fim da história, caem em outro equívoco que a filosofia do absoluto também interdita: do de pensar a Europa como local de realização da filosofia. Quando Marx pensa o comunismo, imaginando a França e a Inglaterra como locais próprios para sua realização, quando Nietzsche pensa o super-homem como caminho para a regeneração da Europa, ou quando Heidegger pensa o retorno às palavras de passe do pensamento originário, todos estão buscando uma solução europeia. Hegel, ao contrário, pensava o sentido da história como passando além da Europa rumo a um destino americano.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2001 - 2002
A noção de protos e os primeiros pensadores, Descrição: A forma sistemática de compreensão do desenvolvimento que, grosso modo, implica a passagem do simples ao complexo num processo de crescente maturação, é hoje uma noção profundamente assimilada ao senso comum, ao ponto de parecer natural. Ela está também a tal ponto incorporada no discurso da história da filosofia que, sem qualquer contrariedade crítica, domina soberanamente o discurso da história da filosofia. Nas duas principais histórias da filosofia positivas (em Aristóteles e em Hegel), e, em sentido inverso, na compreensão do pensamento originário em Heidegger, o devir se faz como um crescente aprofundamento de uma mesma tendência. Esta compreensão marca decisivamente a interpretação do pensamento dos primeiros filósofos gregos em Aristóteles e, desde então, fornece os instrumentos de organização da história da filosofia como um progresso gradual do mais simples ao mais complexo. Examinando a noção de prótos (primeiro), base do alicerce interpretativo de Aristóteles, a pesquisa procura desenvolver os diversos nexos hierarquizantes a partir dos quais foi possível apresentar os primeiros filósofos gregos como filósofos da natureza. A hierarquização das matérias (terra, água, ar e fogo), a hierarquização das causas (causa material, causa formal, causa eficiente e final), mostram como a noção de prótos recobre a diversidade de significados para uma hierarquização rígida: prótos (primeiro) como detentor de primazia; prótos como origem, prótos como causa, prótos como telos. Á diferença dessa noção de prótos, está o sentido mais antigo de primazia e hierarquia como engrenagens reversíveis que, quando bem examinadas, mostram o sentido não ?natural? da leitura de Aristóteles. Desde essa reversão do ?natural? (da causa material), as antigas matérias (terra, água, ar e fogo) aparecem como um jogo de força que se compensam na produção de um devir cíclico. Aquilo que mais tarde se chamará ser, não é mais do que a linearização que dissolve no devir cíclico numa instância primeira fixada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2001 - 2001
Extética & Estética, Descrição: A pesquisa trata de interpretar a relação da experiência social e estética brasileira como um deslocamento da matriz europeia. Esse percurso envolve uma discussão com a noção de ?ideias fora do lugar? de Roberto Schwarz, que marcou uma ruptura nos estudos literários no país. Conceitualmente, pensa-se o deslocamento assinalado como uma ex-posição. Uma vez que todo posicionar é uma atividade ?tética? ? de acordo com a proveniência grega: thésis (posição) ?, traduzimos ?ex-posição? por ?ex-tética?. Então, designando o somatório de todos os deslocamentos, pelos quais nos ?integramos? à cultura européia, a extética nos aparece como os xis de nossa questão estética.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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2000 - 2000
Gilberto Freyre e o exorcismo dos fantasmas, Descrição: A pesquisa é uma tentativa de fundar uma epistemologia sob as estruturas mais íntimas da sociedade hierarquizada do Brasil colonial e suas linhagens de entidades, que não se reduzem aos vivos, mas se prolongam até os mortos e, para além deles, aos fantasmas e aparições. Como uma investigação das formas sociais cristalizadas em níveis subterrâneos da consciência social, que demandam a criação de instrumentos e métodos especiais de acesso a essas camadas profundas, o estudo buscou determinar o papel das estruturas de sucessão patriarcal como matrizes da epistemologia de Casa Grande & Senzala. A partir de uma compreensão de uma forma específica de decorrência do tempo, própria da sociedade brasileira, se estabeleceu as formas de obscurecimento do acesso possível aos porões e recintos secretos da memória colonial. Considerando que era a essa memória que se dirigia a obra de Gilberto Freyre, se apontou como os fantasmas serviam como vigias e mediadores travando a entrada dos recessos mais íntimos, e obscuros, do passado. Aceder a eles obrigou a invenção de uma estratégia epistemológica especial, o método de Freyre, que chamamos ?exorcismo dos fantasmas?.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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1995 - 1995
Hegel, Heidegger e a planetarização do capitalismo, Descrição: A filosofia de Heidegger, na sua segunda fase, concentrou-se numa ontologia do esquecimento do ser e, ligado a ela, numa avaliação da propagação do asseguramento técnico como consequência da identidade do fundamento. Projetando a realidade como fundo destinado a um asseguramento crescente da terra como reservatório de energias e recursos, a conjuntura contemporânea do esquecimento do Ser incide sobre um controle sempre crescente das forças da natureza. A relação decisiva de controle ganha a forma de homem-natureza, entendida essa como destinada ao serviço continua das necessidades do homem. Em Marx, por sua vez, a história moderna é vista como um crescimento ininterrupto das forças produtivas, que o capitalismo não pode deixar de revolucionar continuamente. O crescimento das forças produtivas para superar o relacionamento marcado pela submissão do homem a natureza, reino da necessidade, em direção à inteira emancipação do homem frente à natureza, reino da liberdade, se frustra contudo em razão do crescimento técnico que desmonta às perspectivas de revolução. A possibilidade de pensar conjuntamente a transformação da terra em deserto pela unilateralidade o esquecimento (Heidegger) e a universalização do capitalismo sem a superação da exploração (Marx) indica possível complementariedade s entre Heidegger e Marx.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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1995 - 1995
Deleuze, Foucault e o fantasma hegeliano, Descrição: A interpretação apresentada por Deleuze em sua obra dedicada a Foucault, é analisada com base em seu interesse de conferir sistematicidade a um sistema. A pesquisa busca averiguar até que ponto essa pretensão de purificar conceitos, aparar arestas, construir continuidades, não entra em choque com uma a-sistematicidade que não é periférica mas antes vital no pensamento de Foucault. Conclui-se que a busca de conferir dignidade filosófica ao pensamento de Foucault a partir da recorrência à presuntiva articulação conceitual de seu pensamento, representa um passo atrás ou, recorrendo a uma figura desse autor, a um aprisionamento nos ardis armados por Hegel à sua descendência filosófica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
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1993 - 1998
Lógica do disparate, Descrição: A pesquisa tratou do estabelecimento de uma nova compreensão lógica e ontológica para a compreensão do Brasil. Do ponto de vista lógico, a situação alcançada pela tradição recente na investigação do Brasil mostrava um acumulado de compreensões que, embora autonomeada como ?dialética?, apontavam para uma caracterização bastante diferente dos nexos constitutivos (não se dirá ?reais? nem ?irreais?, essas categorias não se aplicam mais). As diversas dialéticas ― dialética da malandragem (Antonio Candido), dialética de indivíduo e pessoa (Roberto da Matta), ?dialética rarefeita do não-ser e do ser outro?, em Paulo Emílio; ?dialética da volubilidade?, que é como Paulo Arantes interpreta a obra de Roberto Schwarz, etc.) ― que os pensadores do Brasil se viram obrigados a elaborar para se distanciarem da compreensão clássica da dialética, visto que esta visivelmente não correspondia as relações sociais e históricas percebidas no país, são insuficientes, ainda que representem um significativo avanço. O estudo dos diversos campos de vínculos no país (sociais, históricos, artísticos, pessoais, raciais, conceituais, etc.), indicam que as estruturas fundamentais da dialética (contradição, processualidade, síntese, desenvolvimento, etc.) não são aplicáveis. Em lugar delas, outros nexos significativos (hierarquia, inversão hierárquica, compensação, simulação, dissimulação, etc.) devem ser nomeados para apreender um estado de coisas (que não se enquadra na categoria clássica de ?ser?) em que um dos termos da relação (superior, cabeça, branco, europeu, senhor, etc.) só se afirma quando o outro (inferior, pés, negro, africano, dominado) se anula. Assim, não há co-presença e contraste pelos quais as figuras se afirmariam num processo de desenvolvimento. Do mesmo modo, as estruturas intelectuais e perceptivas do país, treinadas pelo catolicismo e a escravidão, se mostram incapazes de fixar dois termos de uma só vez. Só a compreensão desta relação permite, pela primeira vez, fixar opostos e evitar tomar por tais pseudo-contraditórios. Ao lado das estruturas lógicas, as estruturas ?ontológicas? (entras aspas, uma vez que a categoria de ser está saturada e torna-se imprestável) que conformam as relações sociais, as práticas culturais, a fenomenologia cotidiana, os processos históricos e a percepção desses processos, a interação e a violência racial, a subordinação ativa e cúmplice às identificações europeias, a cultura ornamental e simulada, são instâncias cujas formas de estruturação aparecem apenas a partir de uma terceira lógica, que não se limita ao jogos hierárquicos, mas que os leva ao paroxismo, que é próprio do extremismo (latifúndio, escravidão, monocultura, monarquia, monopólio) da história brasileira, a saber, a lógica do disparate.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Bajonas Teixeira de Brito júnior - Coordenador.
Prêmios
2001
IIIº Concurso Nacional de Ensaios - 2001, Ministério da Cultura - Fundação Casa de Rui Barbosa.
2001
Voto de Louvor, Departamento de Filosofia - UFES.
2000
IIº Concurso Nacional de Ensaios - 2000. Gilberto Freyre, Ministério da Cultura - Fundação Joaquim Nabuco.
2000
Voto de Louvor, Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão - UFES.
2000
Voto de Louvor, Departamento de Filosofia - UFES.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Artes da UFES, Departamento de Comunicação Social. , Avenida Fernando ferrari s/nº, Goiabeiras, 29060-900 - Vitoria, ES - Brasil - Caixa-postal: 0, Telefone: (27) 40092603, Ramal: 2603, Fax: (27) 40092603
Experiência profissional
1994 - Atual
Universidade Federal do Espírito SantoVínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Associado IV, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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05/2017
Direção e administração, Centro de Artes - CAR, Departamento de Comunicação Social.Cargo ou função, Membro do NDE de Jornalismo.
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07/2013
Direção e administração, Centro de Artes - CAR, Departamento de Comunicação Social.Cargo ou função, Membro do Colegiado do Bacharelado em Música..
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08/2021 - 12/2021
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2021 - 12/2021
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2021 - 12/2021
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2021 - 07/2021
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2021 - 07/2021
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2020 - 12/2020
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA
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08/2020 - 12/2020
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA
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08/2020 - 12/2020
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, FILOSOFIA E ÉTICA
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08/2020 - 12/2020
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, FILOSOFIA E ÉTICA
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03/2020 - 07/2020
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2020 - 07/2020
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2020 - 07/2020
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TÓPICOS ESPECIAIS EM JORNALISMO IV - Marx e o jornalismo
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08/2019 - 12/2019
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2019 - 12/2019
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2019 - 12/2019
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2019 - 07/2019
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2019 - 07/2019
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2019 - 07/2019
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2019 - 07/2019
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2018 - 12/2018
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2018 - 12/2018
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2018 - 12/2018
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2018 - 12/2018
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2018 - 07/2018
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2018 - 07/2018
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2018 - 07/2018
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2018 - 07/2018
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2017 - 12/2017
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2017 - 12/2017
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2017 - 12/2017
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2017 - 12/2017
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2017 - 07/2017
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2017 - 07/2017
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2016 - 12/2016
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, EORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2016 - 12/2016
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, EORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2016 - 08/2016
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2016 - 07/2016
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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03/2016 - 07/2016
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - PERSPECTIVAS HISTÓRICAS
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08/2015 - 12/2015
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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08/2015 - 12/2015
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, TEORIAS DA OPINIÃO PÚBLICA
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03/2015 - 07/2015
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Opinião Pùblica
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03/2015 - 07/2015
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Opinião Pública
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03/2015 - 07/2015
Ensino, Comunicação Social - Audiovisual, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Mulhres no Cinema
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07/2014 - 12/2014
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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07/2014 - 12/2014
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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07/2014 - 12/2014
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Comunicação - Perspectivas Contemporâneas
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03/2014 - 07/2014
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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03/2014 - 07/2014
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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03/2014 - 07/2014
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Comunicação - Perspectivas Históricas
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08/2013 - 12/2013
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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08/2013 - 12/2013
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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08/2013 - 12/2013
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Comunicação - Perspectivas Históricas
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03/2013 - 07/2013
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Comunicação - Perspectivas Históricas
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03/2013 - 07/2013
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Comunicação - Perspectivas Históricas
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03/2013 - 07/2013
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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03/2013 - 07/2013
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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08/2012 - 12/2012
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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08/2012 - 12/2012
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Opinião Pública
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08/2012 - 12/2012
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teorias da Comunicação - Perspectivas Históricas
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08/2011 - 12/2011
Ensino, Física, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2011 - 12/2011
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2011 - 12/2011
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2011 - 12/2011
Ensino, Pedagogia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2011 - 12/2011
Ensino, Ciências Econômicas, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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03/2011 - 07/2011
Ensino, Biblioteconomia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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03/2011 - 07/2011
Ensino, Administração, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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03/2011 - 07/2011
Ensino, Serviço Social, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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03/2011 - 07/2011
Ensino, Geografia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2009 - 12/2009
Ensino, Desenho Industrial, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA
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08/2009 - 12/2009
Ensino, Administração, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
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08/2009 - 12/2009
Ensino, Pedagogia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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03/2009 - 07/2009
Ensino, Comunicação Social - Jornalismo, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA
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03/2009 - 07/2009
Ensino, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA
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03/2009 - 07/2009
Ensino, Psicologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA
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08/2008 - 12/2008
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2008 - 12/2008
Ensino, Desenho Industrial, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução a Filosofia
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08/2007 - 12/2007
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à filosofia, Lógica I
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03/2007 - 08/2007
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução `a filosofia
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08/2006 - 12/2006
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, História da Filosofia V, Introdução à dialética
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03/2006 - 08/2006
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à filosofia, Monografia I
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08/2005 - 12/2005
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à filosofia, Introdução à filosofia II
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03/2005 - 08/2005
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Introdução à dialética
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11/2003 - 04/2004
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria do Conhecimento I, Teoria do Conhecimento II
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05/2003 - 11/2003
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia I, História da Fil. no Brasil II
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03/2000 - 03/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Reitoria, Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão Ufes.Cargo ou função, Membro do Cepe.
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05/2001 - 10/2001
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Estudos Gerais, Departamento de Filosofia.Linhas de pesquisa
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03/2001 - 07/2001
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, História da Filosofia I, Filosofia da cultura, Filosofia Gera lII
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07/2000 - 12/2000
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia II, Monografia I, Filosofia Analítica
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03/2000 - 07/2000
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, História da Filosofia I, Filosofia da Cultura, Filosofia Geral III
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08/1999 - 12/1999
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia das Ciências I, Introdução à Filosofia
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03/1999 - 07/1999
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia Geral III, História da Filosofia I
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08/1996 - 12/1996
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, História da Filosofia VIII, Filosofia Geral I
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03/1996 - 07/1996
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, História da Filosofia VII, História da Filosofia IV
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08/1995 - 12/1995
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia Geral II, Seminário de Pesquisa em Filosofia
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03/1995 - 07/1995
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Monografia I
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03/1995 - 07/1995
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria do Conhecimento
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03/1995 - 07/1995
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia da História
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08/1994 - 12/1994
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Seminário de Pesquisa em Filosofia
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08/1994 - 12/1994
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria das Ciências I
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08/1994 - 12/1994
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia da História
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03/1994 - 07/1994
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria da Ciência II
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03/1994 - 07/1994
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria do Conhecimento III
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03/1994 - 07/1994
Ensino, Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia da História
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