Adele Cristina Segala Castro
Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade do Oeste Paulista (2008), pós graduação em Audiologia pelo Instituto dos Estudos Avançados Da Audição (IEAA) e em Neuropsicopedagogia Clínica e institucional pela UNINTER.
Experiência em assessoria e consultoria fonoaudiológica para professores e gestores da educação.
Informações coletadas do Lattes em 02/11/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em andamento em Audiologia
2012 - Atual
Instituto dos Estudos Avançados de Audição Momensohn Santos
Título: SAÚDE AUDITIVA NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE
Especialização em Neuropsicopedagogia clínica e institucional
2021 - 2023
Centro Universitário Internacional
Título: Não realizada
Aperfeiçoamento em Fonoaudiologia e saúde do trabalhador
2019 - 2020
Instituto dos Estudos Avançados de Audição Momensohn Santos
Título: Dispensado. Ano de finalização: 2020
Aperfeiçoamento em FONOAUDIOLOGIA CLÍNICA
2010 - 2011
CEFAC- Saúde e Educação
Título: Sem exigência. Ano de finalização: 2011
Graduação em Fonoaudiologia
2005 - 2008
Universidade do Oeste Paulista
Título: Aparelho de Amplificação Sonora Individual: fatores de atraso ou adiamento da adaptação.
Orientador: Maria Cristina ALves Corazza
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fonoaudiologia.
Participação em eventos
IV CONGRESSO SUL BRASILEIRO DE FONOAUDIOLOGIA. 2011. (Congresso).
ENEPE _ Encontro de ensino, pesquisa e extensão da Unoeste. 2008. (Encontro).
ENEPE _ Encontro de ensino, pesquisa e extensão da Unoeste.Aparelho de Amplificação Sonora Individual: estudo dos fatores de atraso e de adiamento da adaptação.. 2008. (Encontro).
Estágio de Observação na Lumem. 2008. (Outra).
Estágio supervisionado em Audiologia - Centro Auditivo.Realização de audiometria clínica e ocupacional e observação do exame de Processamento Auditivo. 2008. (Outra).
Orientações Vocais a cantores de louvor.Orientações Vocais. 2008. (Outra).
Palestra "Etiqueta profissional". 2008. (Outra).
Palestra "Fissura Lábio Palatal: Uma visão multidisciplinar.". 2008. (Seminário).
Ação Social. 2007. (Outra).
I Jornada de Otorrinolaringologia. 2007. (Outra).
Mesa Redonda sobre Voz e Disturbios da Voz Humana. 2007. (Outra).
Palestra "Os cuidados com o recém-nascido com fissura labiopalatina". 2007. (Outra).
Palestra sobra Drogas e Toxicologia. 2007. (Seminário).
Palestra sobre Aleitamento Materno. 2007. (Outra).
Projeto de Interação. 2007. (Encontro).
Semana da Voz.Orientações Vocais. 2007. (Encontro).
VIII Jornada de Fonoaudiologia. 2007. (Encontro).
Jornada de Capacitação: Vendas externas. 2006. (Outra).
Treinamento "Pesquisa em Base de Dados". 2006. (Outra).
VII Jornada de Fonoaudiologia. 2006. (Encontro).
Evento de divulgação do curso de fonoaudiologia. 2005. (Oficina).
VI Jornada de Fonoaudiologia. 2005. (Seminário).
Produções bibliográficas
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SANTOS, T. M. M. ; Castro, A. C. S. . SAÚDE AUDITIVA NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Castro, A. C. S. ; Corazza, M. C. A . Aparelho de Amplificação Sonora Individual: estudo dos fatores de atraso e de adiamento da adaptação.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2014 - 2015
SAÚDE AUDITIVA NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE, Descrição: Quanto maior o nível de ruído e o número de fontes, pior é a condição para a criança ouvir, prestar atenção, compreender, assimilar, aprender ou se concentrar. Objetivo: identificar as fontes de ruído, estimar o nível de pressão sonora no interior das salas de aula e verificar o grau de aborrecimento/incômodo ocasionado por esse ruído. Métodos: a amostra foi composta de 184 alunos matriculados no 4 e 5 ano do ensino fundamental e 18 professores/funcionários de uma escola da cidade de Cambé/PR. Medida do nível sonoro na sala de aula, pátio, quadra de esportes e biblioteca, durante aula de educação física e sem aula de educação física, com medidor de nível de pressão sonora. Resultado: as causas mais freqüentes de ruído na sala de aula foram pessoas conversando (36%) barulho da quadra de esportes (24%), cadeiras arrastando (16%) e reforma da escola (11%). Locais mais ruidosos foram pátio (42%) e quadra de esportes (40%). O nível de ruído nas salas de aula mostrou medianas entre 50 e 84 dB (A). O pátio, durante o tempo de atividade, atingiu 89 dB (A) e diminuiu para 52 dB (A) fora deste horário. De acordo com a escala Lickert 59,9% dos alunos consideram que o nível de ruído da escola é 10 (muito desconfortável/incomodativo). Conclusão: os valores em dB (A) encontrados superam os valores recomendados pela resolução 01/90 ABNT, 40-50dB (A) para sala de aula. O ruído de fundo pode interferir no processo de ensino-aprendizagem e gerar muito incômodo em todos na escola.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Adele Cristina Segala Castro - Coordenador / Teresa M. Momensohn Santos - Integrante.
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2008 - 2008
Aparelho de Amplificação Sonora Individual: estudo dos fatores de atraso e de adiamento da adaptação., Descrição: Com o objetivo de verificar quais fatores seriam responsáveis pelo atraso ou pelo adiamento da adaptação de próteses auditivas, atrapalhando o processo terapêutico de reabilitação ou habilitação dos deficientes auditivos, foram avaliados 50 indivíduos, de ambos os sexos, na faixa etária entre 10 e 80 anos. A condição primordial para a participação da pesquisa era a presença de deficiência auditiva e indicação para adaptação de aparelhos de amplificação sonora individual. Não foram consideradas a etiologia da deficiência auditiva, a configuração audiométrica e a tecnologia das próteses (analógico, digital ou híbrido). Foi utilizado um questionário de auto-avaliação, aplicado a sujeitos portadores de deficiência auditiva, sempre após a assinatura ou impressão digital do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). De acordo com os resultados encontrados nesse trabalho pudemos concluir que os principais motivos para o atraso ou adiamento da adaptação de aparelho de amplificação sonora individual foram: financeiro, onde o custo para a aquisição do aparelho auditivo foi citado por 98% dos indivíduos e o custo para a manutenção do aparelho auditivo por 40% dos indivíduos; e a falsa imagem ruim que os indivíduos possuem sobre o uso de aparelho auditivo, onde 72% dos indivíduos apresentaram como principal queixa a falta de compreensão quando estão entre muitas pessoas, decorrente normalmente, da falta de acompanhamento pós-adaptação e da falta de conhecimento real da seleção e adaptação correta realizada em centros especializados por profissionais capacitados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Adele Cristina Segala Castro - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2010 - Atual
Prefeitura Municipal de CambéVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: FONOAUDIÓLOGA, Carga horária: 20
Outras informações:
Atuação no Núcleo de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação até o ano de 2019.
Atualmente - Licença para acompanhar cônjuge permanente.
2010 - 2010
Centro Auditivo TelexVínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: FONOAUDIÓLOGA, Carga horária: 30
2000 - 2009
Auditel Aparelhos Auditivos Imp. Exp. Ltda. EPPVínculo: Empregatício, Enquadramento Funcional: Auxiliar de escritório, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.
2014 - 2015
Instituto dos Estudos Avançados de Audição Momensohn SantosVínculo: , Enquadramento Funcional:
2008 - 2008
Universidade do Oeste PaulistaVínculo: Formação Acadêmica, Enquadramento Funcional: Formação Acadêmica, Carga horária: 34
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