ALAN DIEGO DA CONCEIÇÃO SANTOS

Graduou-se em Química Licenciatura pela UFS, com mestrado também pela UFS (no desenvolvimento de métodos analíticos e preparativos por HPLC-DAD-ELSD), e doutorado pela UFPR, aplicando a Ressonância Magnética Nuclear em alimentos, plantas, bioflúidos, produtos de síntese e compostos isolados. O doutorado incluiu um período sanduíche na Universidade de Toronto (2015), também em RMN. É Professor Adjunto do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Possui interesse na RMN como ferramenta analítica, principalmente quando aplicada a estudos metabolômicos e quantitativos. Atua na formação de recursos humanos, orientando nos níveis de iniciação científica, mestrado e doutorado. Atualmente, está credenciado nos Programas de Pós-graduação em Química (PPGQ) e Bioquímica Toxicológica (PPGBTox) da UFSM, além de ser professor colaborador do PPGQ/UFAM. Possui 48 artigos publicados em revistas nacionais e internacionais com índice H de 15, 16 e 17 nas plataformas Web of Science, Scopus e Google Acadêmico. Atua como revisor de mais de 15 periódicos científicos. Mantém colaboração técnico-científica com pesquisadores de diversas instituições do Brasil, como UFAM, IFAM, UFC, UFPR e UNIVASF. É membro da Associação de Usuários de Ressonância Magnética Nuclear (AUREMN).

Informações coletadas do Lattes em 01/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Química

2012 - 2016

Universidade Federal do Paraná
Título: Investigação metabolômica de cultivares de caqui (Dyospiros kaki) durante diferentes estágios de desenvolvimento através da RMN HR-MAS aliada à quimiometria.
Orientador: em University of Toronto ( Dr. Andre Simpson)
com Dr. Andersson Barison. Coorientador: Dr. Ricardo Ayub. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Química

2010 - 2012

Universidade Federal de Sergipe
Título: Desenvolvimento e Validação de Metodologia por CLAE-DAD-ELSD para Controle de Qualidade Químico de Hancornia speciosa Gomes, Ano de Obtenção: 2012
Paulo Cesar de Lima Nogueira.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Graduação em Química Licenciatura

2006 - 2009

Universidade Federal de Sergipe

Pós-doutorado

2017 - 2018

Pós-Doutorado. , Universidade Federal do Vale do São Francisco, UNIVASF, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

2016 - 2017

Pós-Doutorado. , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Formação complementar

2020 - 2020

How to get published: the view from a editor perspective. (Carga horária: 6h). , Associação de Usuários de Ressonância Magnética Nuclear, AUREMN, Brasil.

2020 - 2020

Deslocamento Químico e Constante de Acoplamento em RMN. (Carga horária: 16h). , Associação de Usuários de Ressonância Magnética Nuclear, AUREMN, Brasil.

2020 - 2020

Metodologias de formação pedagógica para docentes. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2020 - 2020

Ferramentas G-Suite for education. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2012 - 2012

Lectures on Molecular Magnetism. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2010 - 2010

Ecologia Química: Controle Biorracional de Insetos. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2010 - 2010

Análise e isolamento de substâncias fenólicas usan. (Carga horária: 3h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2010 - 2010

Espectrometria de Massas Aplicada a Produtos Natur. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2009 - 2009

Química Biológica. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2008 - 2008

RMN:Princípios Básicos e Elucidação Estrutural. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2008 - 2008

Análise multivariada de dados experimentais em quí. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2008 - 2008

Aplicações da Quimiometria na Análise de Perfis. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2008 - 2008

HPLC: Dos Fundamentos à Aplicação. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2008 - 2008

Representações Mentais e a Simbologia Química. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

2007 - 2007

Métodos de Extração e Isolamento de Compostos Quím. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Aplicação de técnicas de RMN em alimentos e plantas.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Estudo metabolômico por RMN.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Quantificação por RMN.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Elucidação estrutural de composto orgânicos e inorgânicos.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Ensino de Química.

Organização de eventos

SANTOS, A. D. C. . II Encontro Sergipano de Química. 2009. (Outro).

Participação em eventos

Escola Paranaense de RMN.RMN aplicada à investigação forense. 2024. (Outra).

XVIII Jornada Brasileira de Ressonância Magnética.Oral Comunications I. 2024. (Encontro).

XVI Jornada Brasileira de Ressonância Magnética. 2020. (Congresso).

1ª Escola de RMN da UFPR. 2019. (Outra).

III Brazilian Conference on Natural Products (BCNP), XXIX Annual Meeting on Micromolecular Evolution, Systematics and Ecology (XXIX RESEM) and VII Meeting of the Latin America Society of Phytochemistry (VII SFL). 2011. (Congresso).

XXI Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil.Determinação de triterpenos em popla e látex da mangaba (Hancornia speciosa Gomes) por HPLC-DAD-ELSD.. 2010. (Simpósio).

19º Encontro de Iniciação Científica. 2009. (Encontro).

III Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade.Lixo, Coleta Seletiva, Reciclagem: Diferentes Estratégias Para o Ensino de Polímeros. 2009. (Outra).

18º Encontro de Iniciação Científica.Determinação do Perfil Cromatográfico de Plantas Medicinais do Noredeste: Lippia gracilis. 2008. (Encontro).

I Encontro Sergipano de Química. 2008. (Encontro).

II Workshop Bioprospecção de Plantas Nativas do Semi-Árido. 2008. (Encontro).

I Workshop Bioprospecção de Plantas Nativas do Semi-Árido. 2007. (Encontro).

XVII Encontro de Iniciação Científica. 2007. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Márcia Grace Araújo de Almeida

Santos, A.D.C.. Prospecção química e avaliação da atividade antioxidante de constituintes do extrato etanólico das folhas de Connarus ruber (Connaraceae), obtidos por meio de cromatografia em contracorrente. 2025. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Andreza Cavalcante de Oliveira

SANTOS, A.D.C.. CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E AVALIAÇÃO CITOTÓXICA DE FRUTOS ABIU-DO-MATO (Pouteria caimito). 2024. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Josias Martins dos Anjos Cruz

NONOMURA, R. C.; BEZERRA, J. A.;Santos, Alan D. C.. Estudo químico de fi gos amazônicos: ati vidade anti oxidante, efeito citotóxico, compostos fenólicos e extração verde. 2024. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Zilanir Carvalho Pereira

Santos, A.D.C.. Caracterização Química de Bebidas não alcóolicas a base de Passiflora nitida. 2023 - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Yasmin Camarão Dias

Santos, A.D.C.. Síntese de Derivados dos Ácidos Caurenoico e Acantoico de Annona amazonica: Um Estudo da Relação Estrutura-Atividade. 2023. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Francisco Alberto Nascimento Neto

Santos, A.D.C.. ESTUDO FITOQUÍMICO DAS FOLHAS DE Pseudoxandra coriacea (ANNONACEAE) E INVESTIGAÇÃO DO SEU EFEITO CITOTÓXICO. 2021. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Amanda Cristina Lira Souza

Santos, A.D.C.. Elaboração de fermentados alcoólicos de araçá-boi: do planejamento fatorial à caracterização química e avaliação antioxidante. 2019. Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Isadora Moita de Araújo

SANTOS, A. D. C.. Caracterização Química e Farmacológica de Resíduos de Espécies da Amazônia Utilizadas na Atividade Madeireirav. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Ingrity Suelen Costa Sá

Santos, A.D.C.. CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO FITOQUÍMICO E BIOLÓGICO DE ESPÉCIES DE BROSIMUM DA REGIÃO AMAZÔNICAv. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Milena Campelo Freitas de Lima

SANTOS, A. D. C.. Isolamento e caracterização química de biomarcadores terpênicos para o controle de qualidade de óleos de C. multijuga. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Suzana Vieira Rabelo

Santos, A.D.C.. Uso de Técnicas Hifenadas (Clae-Dad/Cl-Em na Identificação de Metabólitos Secundários da Atemoia (Annona CHERIMOLA X Annona SQUAMOSA) e Avaliação da Atividade Citotóxica. 2017 - Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Aluno: Josias Martins dos Anjos Cruz

Santos, A.D.C.. CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA DE FRUTOS DO GÊNERO FICUS E SUA APLICAÇÃO NA ÁREA DE ALIMENTOS. 2024. Exame de qualificação (Mestrando em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Francisco Alberto Nascimento Neto

SANTOS, A. D. C.. Estudo fitoquímico das folhas de Pseudoxandra coriacea (Annonaceae) e investigação do seu efeito citotóxico. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Vitória Beatriz Cavalcante Mourão

Santos, A.D.C.. Síntese de novos derivados de chalconas halogenadas por sonicação. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Thaynara Freitas da Silva

Santos, A.D.C.. As temáticas ambientais na Educação de Jovens e Adultos: uma revisão sistemática da literatura. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Pedro Lucas Tavares de São Marcos

Santos, A.D.C.. Contextualização no Ensino de Química Orgânica para EJA: Uma Revisão Sistemática da Literatura entre 2012 e 2022 a partir de Periódicos Científicos. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Josiel do Nascimento Amazonas

SANTOS, ALAN D.C.. Ressonância Magnética Nuclear (RMN) no Ensino de Química Orgânica: uma proposta didática a partir de um estudo de revisão sistemática de literatura. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química) - Universidade Federal do Amazonas.

Santos, Alan D. C.. Banca Avaliadorapara o Processo Seletivo de Professores Substitutos, objeto do Edital Nº 023/2023. 2023.

SANTOS, ALAN D.C.. Processo Seletivo Simplificado para Contratação de Professores Substitutos. 2023.

Santos, A.D.C.. Avaliação dos pré-projetos de doutorado e na banca examinadora do processo seletivo 2024/1 do PPGQEdital PROPESP N° 063/2023. 2024. Universidade Federal do Amazonas.

Orientou

Samuel Oliveira da Silva

Otimização Multivariada dos processos de controle de qualidade e autenticidade da carne do Arapaima gigas: um estudo metabolômico guiado por técnicas analíticas e ferramentas quimiométricas; Início: 2024; Tese (Doutorado em Química) - Universidade Federal do Amazonas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);

Luís Felipe Matos Costa

Estudo metabolômico de matrinxã (Brycon amazonicus): investigando o efeito da nutrição lipídica em juvenis e reprodutores; Início: 2023; Tese (Doutorado em Química) - Universidade Federal do Amazonas; (Coorientador);

João Batista Xavier de Moraes

Perfil metabólico da lagarta-medideira (Rachiplusia nu), inseto-praga da soja, por espectroscopia de RMN; Início: 2025; Iniciação científica (Graduando em Química) - Universidade Federal de Santa Maria, FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL; (Orientador);

Débora Fioravante da Silveira

Metabolômica nas sementes de soja: investigação de protocolos de extração e identificação de compostos polares e apolares; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Química) - Universidade Federal de Santa Maria, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

Samuel Oliveira da Silva

Estudo e Diferenciação do Perfil Metabólico da Carne do Pirarucu ? Arapaima gigas (Arapaimidae) Fresco e Salgado-Seco por Ressonância Magnética Nuclear aliada à Quimiometria; 2023; Dissertação (Mestrado em Química) - Universidade Federal do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Coorientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Kidney de Oliveira Gomes Neves

RMN como ferramenta para avaliar a influência da sazonalidade no perfil metabolômico de Eugenia punicifolia (Kunth) DC; (Myrtaceae); 2025; Tese (Doutorado em Química) - Universidade Federal do Amazonas, ; Orientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Pedro Lucas Gonçalves Júnior

Influência da temperatura nos parâmetros reprodutivos e na alimentação de larvas de Lophiosilurus alexandri; 2019; Tese (Doutorado em Zootecnia) - Universidade Federal de Minas Gerais, ; Coorientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Flávio Ricardo Mendonça de Moura

Avaliação da influência de carboidratos simples e complexos no metaboloma do tambaqui (Colossoma macropomum) via espectroscopia de RMN e técnicasv; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Química) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Flávio Ricardo Mendonça de Moura

Avaliação da influência de carboidratos simples e complexos no metaboloma do tambaqui (Colossoma macropomum) via espectroscopia de RMN e técnicasv; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Química) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Flávio Ricardo Mendonça de Moura

Monitoramento do efeito de salga e secagem na composição química do pirarucu (Arapaima Gigas) vias espectroscopia de RMN e análises quimiométricas; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Química) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Flávio Ricardo Mendonça de Moura

Monitoramento do efeito de salga e secagem na composição química do pirarucu (Arapaima Gigas) vias espectroscopia de RMN e análises quimiométricas; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Química) - Universidade Federal do Amazonas; Orientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

JOÃO LAZARO TRINDADE DE JESUS

Controle de qualidade do peixe curimatã (Prochilodus spp) comercializado em Barra-BA; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina Veterinária) - Universidade Federal do Oeste da Bahia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Alan Diego da Conceicao Santos;

Produções bibliográficas

  • OLIVEIRA, ANDREZA CAVALCANTE DE ; CRUZ, JOSIAS MARTINS DOS ANJOS ; MAR, JOSIANA MOREIRA ; CORRÊA, RENILTO FROTA ; RODRIGUES, JOÃO VITOR DA SILVA ; MENDES, TIAGO ANTÔNIO DE OLIVEIRA ; AGUIAR, JAIME PAIVA LOPES ; SOUZA, FRANCISCA DAS CHAGAS DO AMARAL ; NEVES, KIDNEY DE OLIVEIRA GOMES ; SANTOS, ALAN DIEGO CONCEIÇÃO ; SANCHES, EDGAR APARECIDO ; CAMPELO, PEDRO HENRIQUE ; OLIVEIRA, LYEGE MAGALHÃES ; BEZERRA, JAQUELINE DE ARAÚJO . Abiu-do-Mato (Pouteria caimito, Sapotaceae): A promising Amazonian fruit with rich chemical composition, antioxidant potential, and cytotoxic safety. FOOD RESEARCH INTERNATIONAL , v. 205, p. 115984, 2025.

  • QUEIROZ, LEONARDO C. ; NEVES, KIDNEY O.G. ; MONARETTO, TATIANA ; M. A. COSTA, LUIZ ANTONIO ; COLNAGO, LUIZ ABERTO ; SANTOS, ALAN DIEGO C. ; MACHADO, MARCOS B. . Determination of adulterants in copaiba Oil-Resin using 1H NMR. MICROCHEMICAL JOURNAL , v. xx, p. 113732-xxxx, 2025.

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  • Gomes, S.V.F. ; Martins, L.R.R. ; SANTOS, A. D. C. ; Vieira, M.D. ; NOGUEIRA, P. C. L. ; MACHADO, S. M. F. ; ALVES, P. B. ; Pereira Filho, E.R. ; CASS, Q. B. ; BLANK, A. F. ; MORAES, V. R. S. . Análise Multivariada dos Perfis Cromatográficos de Amostras Vegetais para Diferenciação de Genótipos de Lippia gracillis.. In: 31a. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 2008, Águas de Lindóia. Livro de Resumos da 31a. RA SBQ, 2008. v. 1. p. PN056-PN056.

  • Gomes, S.V.F. ; SANTOS, A. D. C. ; Vieira, M.D. ; MORAES, V. R. S. ; NOGUEIRA, P. C. L. ; Martins, L.R.R. ; CASS, Q. B. ; Pereira Filho, E.R. ; BLANK, A. F. ; ALVES, P. B. . Diferenciação de genótipos de Lippia gracillis por análise multivariada de fingerprints obtidos por CLAE-DAD. In: XX Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil/ X International Congress of Ethnopharmacology, 2008, São Paulo. Anais e programa do XX Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil, 2008. v. 1. p. 05355-05355.

  • SANTOS, A. D. C. ; NOGUEIRA, P. C. L. ; Gomes, S.V.F. ; MORAES, V. R. S. ; ALVES, P. B. ; BLANK, A. F. ; Vieira, M.D. ; Pereira Filho, E.R. ; Martins, L.R.R. ; CASS, Q. B. . Determinação do Perfil Químico Cromatográfico de Plantas Medicinais do Nordeste: Lippia gracilis. In: 18º Encontro de Iniciação Científica, 2008, São Cristóvão. Livro de Resumos do 18º Encontro de Iniciação Científica e 4º Encontro de Pós-Graduação, 2008. p. 199.

  • Machado, M. B. ; QUEIROZ, L. C. ; NEVESV, K. O. G. ; MONARETTO, T. ; COSTA, L. A. M. A. ; COLNAGO, L. A. ; Santos, A.D.C. . Determinação por RMN de 1H de adulterantes em óleo-resina de copaíba. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, A. D. C. . Metodologia Científica na Química. 2020. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • Santos, A.D.C. . De cangaceiro a curumim: a trajetória de um ressonântico. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SANTOS, A. D. C. ; MORAES, V. R. S. ; NOGUEIRA, P. C. L. . Chemical fingerprint of the latex from trunk of Hancornia speciosa Gomes by HPLC-DAD-ELSD. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, A. D. C. ; Jesus, H.C.R. ; NOGUEIRA, P. C. L. ; MORAES, V. R. S. . Determinação de triterpenos em popla e látex da mangaba (Hancornia speciosa Gomes) por HPLC-DAD-ELSD.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SANTOS, A. D. C. ; Bispo, T.S. ; OLIVEIRA, T.B. ; JESUS, W. S. . Lixo, Coleta Seletiva, Reciclagem: Diferentes Estratégias Para o Ensino de Polímeros. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SANTOS, A. D. C. ; Sampaio, T. S. ; GOMES, W.F. ; MORAES, V. R. S. ; NOGUEIRA, P. C. L. . Estudo Químico de Recursos Naturais Renováveis do Estado de Sergipe: Nutracêuticos da Mangaba. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SANTOS, A. D. C. ; Bispo, T.S. ; OLIVEIRA, T.B. ; JESUS, W. S. . Reciclagem e Coleta Seletiva do PET: Uma Abordagem Contextualizada do Conteúdos de Polímeros. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTOS, A. D. C. ; Gomes, S.V.F. ; NOGUEIRA, P. C. L. ; MORAES, V. R. S. ; CASS, Q. B. ; BLANK, A. F. ; Martins, L.R.R. ; Pereira Filho, E.R. ; ALVES, P. B. ; MACHADO, S. M. F. ; Vieira, M.D. . Determinação do Perfil Químico Cromatográfico de Plantas Medicinais do Noredeste: Lippia gracilis. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

SERAFINI, M. R. ; Gelain, D. P. ; Quintas-Júnior, L. J. ; Santos, R. C. ; GUIMARÃES, A.G. ; SANTOS, A. D. C. ; DÓRIA, G. A. ; JESUS, J. Y. ; MELO, M. G. D. ; RABELO, T. K. ; Santos, J. P. A. ; ROCHA, R. F. ; NOGUEIRA, P. C. L. ; Ricardo Luiz ; Bonjardim, L. R. ; Araujo, A. A. S. . Métodos de obtenção de um extrato aquoso, extrato obtido e suas propriedades antioxidante, antinociceptiva e antiinflamatória. 2011.

Santos, A.D.C. . Espectroscopia de RMN aplicada a ciências forenses. 2024. .

Santos, A.D.C. . Pré-requisitos experimentais em análises de RMN quantitativo. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

Santos, A.D.C. . RMN em ciências forenses. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

SANTOS, A. D. C. . Operação de espectrômetros de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) de alta resolução.. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

SANTOS, A. D. C. . Aspectos Práticos no Uso do Cromatógrafo Líquido LC-20A Prominence da Shimadzu". 2010. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    USANDO A ABORDAGEM METABOLÔMICA PARA AVALIAR O MECANISMO DE RESISTÊNCIA DA SOJA (Glycine max) FRENTE A ESTRESSES BIÓTICOS E ABIÓTICOS, Descrição: Objetivo geral é investigar através da metabolômica os impactos de diferentes tipos de estresse (bióticos e abióticos) no cultivo de soja com objetivo de decifrar os mecanismos de resistência utilizados no processo de adaptação da planta.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Coordenador / BARISON, ANDERSSON - Integrante / NAGATA, NOEMI - Integrante / CAMPOS, F. R. - Integrante / Oderlei Bernardi - Integrante / Débora Fioravante da Silveira - Integrante.

  • 2022 - Atual

    DESENVOLVIMENTO DE MICROCÁPSULAS CONTENDO BIOMOLÉCULAS AMAZÔNICAS COM ATIVIDADES ANTIVIRAIS (VÍRUS CORONA, ZIKA, MAYARO E CHIKUNGUNYA) E ANTIGLICANTES, Descrição: A luta pelo uso sustentável da reconhecida riqueza Amazônica tem sido uma pauta de destaque nos últimos anos. Uma das questões dessa temática é o retorno insuficiente para população amazônica, que tem sua biodiversidade explorada e suas necessidades pouco atendidas. As arboviroses - Febre Amarela, Dengue, Zika, Mayaro e Chikungunya ? representam as principais doenças virais que acometem a população amazônica. Dentre essas doenças, apenas contra a Febre Amarela existe uma vacina, gerando maior dependência do desenvolvimento de substâncias antivirais contra outras arboviroses. Nesse contexto, as plantas são fontes de biomoléculas com potencial antiviral. O Grupo de Estudos Químicos de Micromoléculas da Amazônia (NEQUIMA) tem isolado flavonoides de plantas pertencentes a família Myrtaceae com atividades antivirais promissoras, por exemplo, miricetina, quercetina, quercetina 3-O-glicosídeo, apigenina e nareginina. O NEQUIMA também tem isolado substâncias com atividade antiglicante, bem como desenvolvido microcápsulas capazes de preservar tais propriedades dessas substâncias, influenciando a inserção de um segundo viés nesse projeto. Estudos apontam que pessoas com comorbidades, dentre as quais diabetes mellitus, possuem maior chance de desenvolver Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) por meio do vírus SARS-CoV-2. Em contrapartida, o flavonoide inédito lisboaeflavanonol A (Eugenia lisboae), também isolado e caracterizado pelo NEQUIMA, tem potencial para inibir importantes proteínas não estruturas do vírus SARS-CoV-2. Mediante as potencialidades das biomoléculas oriundas das espécies de Myrtaceae e da experiência do grupo NEQUIMA em caracterização química dessas matrizes, o presente projeto pretende desenvolver microcápsulas contendo biomoléculas amazônicas ativas e avaliar suas respostas antiglicantes e antivirais frente aos vírus do tipo corona, zika, mayaro e chikungunya... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Coordenador / Marcos Batista Machado - Integrante / Francinete Ramos Campos - Integrante / Kidney de Oliveira Gomes Neves - Integrante / Edgar Aparecido Sanches - Integrante / Ana Carolina Gomes Jardim - Integrante / Emersom Silva Lima - Integrante / Flavia Lada Degaut Pontes - Integrante / Francisco Celio Maia Chaves - Integrante / Marcelo Roseo de Oliveira - Integrante / Gisele Cristina Oliveira Melo - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Beneficiamento de polpas e subprodutos de bacaba e patauá: incentivo a cadeia produtiva alternativa com aproveitamento integral de frutos amazônicos, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Francinete R Campos - Integrante / Jaqueline de Araújo Bezerra - Coordenador / Alefe Lopes Viana - Integrante / Alexsandra Pereira Rodrigues - Integrante.

  • 2021 - Atual

    RMN como ferramenta para avaliar a influência da sazonalidade no perfil metabolômico de Eugenia punicifolia (Myrtaceae), Descrição: A análise do perfil metabolômico dos dados de RMN de 1H acoplado é comumente dificultada pela sobreposição dos sinais. Mesmo utilizando métodos multivariados como a PCA e HCA, extrair informações de tais perfis espectrais se torna uma tarefa difícil e, normalmente, resulta em respostas limitadas do fenômeno avaliado. O desenvolvimento de experimentos de desacoplamento homonuclear de RMN de 1H, e a sua associação a ferramentas multivariadas, é uma promessa interessante para minimizar os problemas associados com a baixa resolução espectral, comum as matrizes empregadas na metabolômica; por exemplo, as matrizes vegetais, que apresentam um perfil químico complexo e dependente de fatores externos como a sazonalidade. Portanto, o objetivo desse projeto é aplicar as técnicas de RMN de 1H - como PSYCHE, PSYCHE-iDOSY e J-resolved - que são promissoras, e ainda pouco exploradas na metabolômica, para avaliar o perfil químico da espécie Eugenia punicifolia em função da sazonalidade. A E. punicifolia é uma matriz amazônica utilizada na medicina popular e vem sendo objeto de estudo do grupo NEQUIMA. Dessa forma, o presente projeto visa contribuir cientificamente em duas frentes: (I) na investigação da composição química da E. punicifolia dentro do contexto sazonal e, ao mesmo tempo, (II) contribuir para o estabelecimento da nova fase da espectroscopia de RMN como ferramenta de estudos metabolômicos. Além disso, o projeto também visa relacionar a resposta química com os potenciais antioxidante e antidiabético da espécie. Tais informações podem agregar valor científico/econômico à espécie.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Coordenador / BEZERRA, JAQUELINE - Integrante / MACHADO, MARCOS - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Monitoramento do efeito do processo de salga e secagem na composição química do pirarucu (Arapaima gigas) via espectroscopia de RMN e técnicas quimiométricas., Descrição: O pirarucu (Arapaima gigas) é um peixe nobre da Amazônia, bastante apreciado nas formas in natura e salgado-seco - conhecido como ?bacalhau brasileiro? e ?bacalhau da Amazônia?. O processo de salga e secagem é realizado por ribeirinhos e pescadores de forma artesanal. A composição química da carne do pirarucu ainda é pouco explorada e não se tem relatos sobre o efeito dos processos de conservação na química dessa matriz. Dentro desse contexto, o desenvolvimento de métodos analíticos rápidos e efetivos que permitam a identificação e quantificação de múltiplos compostos pode ser de grande valia para entender e aperfeiçoar a produção do produto curado. A espectroscopia de ressonância magnética nuclear (RMN) vem se mostrando eficaz na área de alimentos oportunizando o monitoramento qualitativo e quantitativos dos compostos químicos de forma simultânea em diferentes contextos. Sendo assim, objetiva-se desenvolver um método analítico baseados na espectroscopia de RMN e técnicas quimiométricas para acompanhar a variação dos compostos no processo de salga e secagem do pirarucu. A execução do presente projeto pode abrir caminhos para que a produção do bacalhau brasileiro possa ser aperfeiçoada e consequentemente o produto ganhe mais prestígio a nível nacional e internacional.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Coordenador / Jaqueline de Araújo Bezerra - Integrante / MACHADO, MARCOS - Integrante.

  • 2018 - Atual

    VIABILIDADE DE INGREDIENTES ALTERNATIVOS DO OESTE DA BAHIA NA ALIMENTAÇÃO DA TILÁPIA DO NILO, Descrição: O objetivo deste trabalho será incubar os alunos do Centro Estadual de Educação Profissional - CEEP Águas, através de projeto preexistente na UFOB, que consistirá em estudar a utilização de alimentos alternativos (jenipapo Genipa america e mangaba Hancornia speciosa) do Oeste da Bahia em dietas para a tilápia do Nilo Oreochromis niloticus. Para isso serão realizados três experimentos. No experimento 1 juvenis de tilápia do Nilo com 30 gramas de peso médio, serão mantidos em tanques de fibra de vidro com capacidade de 200 L e fundo cónico para facilitar a coleta de fezes. A coleta será realizada por meio de sedimentação e de acordo com sistema de Guelph adaptado, com tubos coletores acoplados ao fundo dos tanques cônicos (Guimarães et al., 2008a; Guimarães et al., 2008b). Neste experimento serão avaliados três ingredientes alternativos do Oeste da Bahia, todos serão avaliados em triplicata, em que serão aferidos os coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca, energia bruta e proteína bruta, após será determinado o efeito prebiótico. Nos experimentos dois e três serão avaliados os efeitos da inclusão do jenipapo e da mangaba em dietas extrusadas para a tilápia do Nilo. Em cada um dos experimentos de desempenho serão utilizados 480 juvenis de tilápia do Nilo, machos, revertidos sexualmente, com peso médio inicial de 5 gramas, distribuídos em 20 tanques circulares de PVC, com capacidade de 80 L de volume útil. Será utilizado o delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições para cada tratamento, considerando cada caixa com 10 peixes uma unidade experimental. Os peixes serão alimentados até a saciedade com cinco dietas experimentais, sendo uma controle e quatro com níveis crescentes dos ingredientes (jenipapo e mangaba), resultando em um delineamento inteiramente casualizado de cinco tratamentos e quatro repetições. As dietas serão formuladas de acordo com as exigências nutricionais da espécie e serão isoproteicas, isoenergéticas e isofibrosas. Serão avaliados o desempenho zootécnico, metabolismo e parâmetros hematológicos para determinar o máximo de inclusão dos ingredientes (jenipapo e mangaba). Espera-se determinar o potencial de inclusão dos ingredientes (jenipapo e mangaba) em dietas extrusadas para a tilápia do Nilo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Coordenador / César Fernandes Aquino - Integrante / Anderson Miranda de Souza - Integrante.

  • 2018 - Atual

    Estratégia Tecnológica para impulsionar a cadeia de produtiva de carne e derivados no Oeste na Bahia: elaboração de novos produtos funcionais adicionados de conservantes naturais da casca do pequi visando qualidade nutricional, físico-química e microbioló, Descrição: Tem sido observado um aumento na produção de gado de corte no Oeste da Bahia. Tal fato faz a bovinocultura de corte um setor de interesse para investimento de novas tecnologias visando aumentar a diversidade de derivados naturais para atender maior número de consumidores. Com qualidade nutritiva e facilidade de preparo, a carne bovina é uma das principais opções dos consumidores brasileiros e internacionais. Porém os produtos cárneos têm muitos conservantes sintéticos adicionados. Sendo, a elaboração de novos produtos, principalmente produtos naturais e/ou funcionais, tem conquistado cada vez mais os consumidores habituais e ainda mais novos consumidores. Porém, é necessário avaliar se a retirada dos conservantes sintéticas e substituição desses pelos naturais não irá interferir na qualidade físico-química e microbiológica do produto. No Brasil são encontradas várias espécies de frutas nativas e exóticas de potencial interesse para a agroindústria, porém com sub aproveitamento, principalmente de seus resíduos, podendo ser consideradas boas fontes de compostos bioativos. Nos brejos localizados na cidade de Barra-BA há vasta plantação nativa de pequi (Caryocar coriaceum), a casca e o mesocarpo externo do pequi somam 70% do fruto e são descartados como resíduo. O extrato do pequi apresenta atividade antioxidante que foi correlacionada à presença de compostos fenólicos, flavonoides e carotenoides. Atualmente, além da preocupação com a promoção da saúde, a preocupação com a sustentabilidade tem sido fonte de muitos estudos, principalmente relacionados a processos industriais que geram resíduos, portanto a casca do pequi (resíduo) pode ser considerada uma fonte de antioxidante natural, e ser aproveitada. Além do seu potencial antioxidante, o pequi apresenta atividade antimicrobiana inibindo o crescimento de microrganismos deteriorantes e patogênicos. Dessa forma a adição do extrato da casca do pequi em substituição aos conservantes sintéticos é uma alternativa tecnológica de suma importância, visando a sustentabilidade e elaboração de um produto saudável.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Coordenador / BEATRIZ DA SILVA FRASAO - Integrante / O VICTOR DAMASCENO CARVALHO - Integrante.

  • 2014 - 2016

    Investigação metabolômica de cultivares de caqui (Dyospiros kaki) durante diferentes estágios de desenvolvimento através da RMN HR-MAS aliada à quimiometria., Descrição: Caqui (Diospyros kaki) é uma das principais fruteiras brasileira, caracterizada pela grande quantidade de cultivares. A investigação dos metabólitos primários e secundários presentes nos frutos de caqui tem levado a um cenário inconclusivo. Tal fato pode ser justificado pelo design experimental que vem sendo adotado. Além do uso de métodos analíticos pouco apropriados, a influência do real estado de desenvolvimento não tem sido devidamente considerado. Dessa forma, esse trabalho reporta a investigação das mudanças metabólicas durante todo o desenvolvimento dos cultivares de caqui ?Fuyu? e ?Giombo? através da RMN HR-MAS de 1H e análise quimiométrica. O uso dessa técnica permitirá a aquisição dos espectros diretamente dos frutos, minimizando as desvantagens dos métodos de extração, bem como, a atividade enzimática da invertase.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Andersson Barison - Coordenador / Ricardo Antônio Ayub - Integrante.

  • 2007 - 2008

    Determinação do Perfil Químico Cromatográfico de Plantas Medicinais do Nordeste: Lippia gracillis, Descrição: A biodiversidade é um tema multidimensional e complexo, o qual requer atenção coordenada a partir de vários campos da química, física, biologia, medicina, meio-ambiente e ciências sociais e da vida. O Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta, mas o conhecimento científico escasso e a degradação de seus ecossistemas tornam urgente o estabelecimento de programas para promover o levantamento desta riqueza nativa, na busca de contribuir, efetivamente, para o desenvolvimento auto-sustentável do país, oferecendo aos estados uma alternativa de elevado potencial econômico. Além disso, a busca de compostos bioativos de microorganismos é uma das áreas em que mais se investe nos países desenvolvidos, principalmente nas pesquisas de bioprospecção realizadas pelas indústrias farmacêuticas. Apesar de ser detentor da maior diversidade biológica do planeta, o Brasil ainda não utiliza satisfatoriamente o imenso potencial econômico de sua biodiversidade e dos seus produtos para aplicações em inúmeros segmentos industriais. Portanto, este projeto visa desenvolver ações abrangentes orientadas para o conhecimento, uso e desenvolvimento de produtos da biodiversidade capazes de integrar avanço tecnológico, equilíbrio ambiental, desenvolvimento sustentável, crescimento econômico e qualidade de vida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

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    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

  • 2008 - 2009

    Estudo Químico de Recursos Naturais de Sergipe: Nutracêuticos da mangaba, Descrição: A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes, Apocynaceae) é uma planta tipicamente tropical, nativa do Brasil, que possui grande potencial para exploração econômica, apesar dos poucos estudos realizados. Os frutos são consumidos diretamente ao natural, ou usados como matéria-prima para doces, geléias, sorvetes e sucos, constituindo um potencial econômico para nosso Estado. Os frutos comercializados são, em sua grande maioria, provenientes de atividade extrativista. Esse fato vem se tornando bastante preocupante devido à crescente devastação da vegetação nativa, resultado principalmente de desmatamento e especulação imobiliária, que causa a diminuição da quantidade de plantas com o decorrer do tempo. Uma das principais preocupações dos produtores de frutas da região Nordeste do Brasil é a agregação de valor às fruteiras regionais, as quais são geralmente produzidas em regime extrativista. No entanto, o potencial deste mercado cresce a cada dia devido à busca de diversificação da oferta, em virtude do interesse cada vez maior dos consumidores. Além do aproveitamento como alimento, o suco leitoso do fruto e o látex desta espécie são usados como medicamento caseiro para tratamento de tuberculose e úlcera. Há relatos sobre o uso do caule desta espécie para tratamento de dermatite, diabetes, doenças hepáticas, bem como uso como antiinflamatório, enquanto as raízes e as folhas são empregadas para tratar reumatismo e hipertensão. No entanto, apesar dos vários estudos fitoquímicos sobre Apocynaceae, poucos estão relacionados com a composição química do látex e, ao nosso conhecimento, há apenas dois trabalhos recentemente publicados sobre a composição química de H. speciosa. Neste sentido, acreditamos que o conhecimento químico e bioquímico dos metabólitos secundários presentes nas partes renováveis da mangabeira (folhas, látex e frutos) e seu emprego como insumo para as indústrias farmacêutica, de alimentos e/ou de cosméticos poderia ser uma alternativa para agregar valor ao frut. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Alan Diego da Conceicao Santos - Integrante / Paulo Cesar de Lima Nogueira - Coordenador.

Prêmios

2024

Melhor dissertação de 2023 do Programa de Pós-graduação em Química, Universidade Federal do Amazonas.

2021

Melhor trabalho de Iniciação Científica na VIII Semana de Ciência e Tecnologia do ICE, Universidade Federal do Amazonas.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Santa Maria, Departamento de Química/CNNE. , Universidade Federal de Santa Maria, Camobi, 97105900 - Santa Maria, RS - Brasil, Telefone: (74) 999996930

Experiência profissional

2022 - Atual

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2014 - 2016

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2013 - 2013

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Doutorando, Carga horária: 2

2012 - 2012

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Doutorando, Carga horária: 2

2012 - 2012

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Monitor, Enquadramento Funcional: Doutorando, Carga horária: 2

2008 - 2009

Universidade Federal de Sergipe

Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC/CNPq, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2018 - 2019

Universidade Federal do Oeste da Bahia

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Disciplinas Ministradas Química Geral Química Básica Experimental Química Orgânica

Atividades

  • 04/2019

    Direção e administração, Centro Multidisciplinar da Barra.,Cargo ou função, Membro da Comissão de Monitoria e Ensino.

  • 04/2019

    Ensino, Medicina Veterinária, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Química Básica Experimental

  • 04/2019

    Ensino, Agronomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Química Geral

  • 09/2018

    Direção e administração, Centro Multidisciplinar da Barra.,Cargo ou função, Membro da Comissão Própria de Avaliação Própria.

  • 04/2018 - 08/2019

    Ensino, Medicina Veterinária, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Química Básica Experimental

  • 09/2018 - 02/2019

    Ensino, Agronomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Química Orgânica, Tópicos Especiais e Agronomia III - Métodos de Análises de Solos e Plantas

  • 04/2018 - 08/2018

    Ensino, Agronomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Química Geral

2019 - 2024

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2024 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Propriedade Intelectual

Patentes (1)