Alessandra Vasconcelos de Sena
Enfermeira pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, foi bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Cientifica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PIBIC/CNPq), sob orientação da Professora Doutora Jovanka Bittencourt Leite de Carvalho, como também, membro do Grupo de Pesquisa "Saúde e Sociedade" coordenado pela professora Jacileide Guimarães. Atua, principalmente, nas linhas de Atenção à saúde da mulher e prematuridade. Estagiária (extracurricular) por 12 meses no programa de especialização em obstetrícia pela Rede Cegonha - UFRN/UFMG.
Atualmente enfermeira voluntária no Hospital Manoel Lucas de Miranda - Guamaré/RN e professora na instituição Centro Integrado de Atualização e Capacitação em Saúde - CIACAPS.
Informações coletadas do Lattes em 04/10/2022
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em ENFERMAGEM DO TRABALHO
2018 - 2019
Universidade Norte do Parana
Título: DISPENSADO TCC
Graduação em Enfermagem
2012 - 2017
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: ANÁLISE DA ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL PARA O DESFECHO DO PARTO SAUDÁVEL
Orientador: Jovanka Bittencourt Leite de Carvalho
Curso técnico/profissionalizante em Técnico em enfermagem
2010 - 2012
Formação complementar
2018 -
Atualização completa em feridas e coberturas. (Carga horária: 120h). , Cursos na saúde: Rômulo Passos, RÔMULO PASSOS, Brasil.
2017 -
Extensão universitária em My English Online (MEO). , Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em Política nacional de saúde integral LGBT. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em Inglês sem Fronteiras (IsF). (Carga horária: 16h). , Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2017 - 2017
Zika: Abordagem clínica na atenção básica. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2015 - 2015
Extensão universitária em I CURSO DE INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA. (Carga horária: 64h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2015 - 2015
Suporte Avançado de Vida em Reanimação Cardiopulmonar: formação do pensamen. (Carga horária: 46h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Participação em eventos
I Workshop em Inovação Tecnológica e Pesquisa da MEJC. 2017. (Encontro).
30 Congresso Internacional de Educação Física - FIEP. 2015. (Congresso).
ASSISTÊNCIA A PESSOA IDOSA EM INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA,.ASSISTÊNCIA A PESSOA IDOSA EM INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA,. 2015. (Outra).
Atividades Integrativas em Saúde e Cidadania - POTI e SACcc.Prevenção para o pé diabético. 2015. (Oficina).
Congresso Brasileiro dos Conselhos de Efermagem. 2015. (Congresso).
I CURSO DE INICIAÇÃO À PESQUISA CIENTÍFICA. 2015. (Outra).
II SIMPÓSIO NORTE-RIOGRANDENSE DE BIOÉTICA - BIOÉTICA CLÍNICA, CUIDADO E DIGNIDADE HUMANA. 2015. (Simpósio).
PREVENÇÃO DE DST/HIV/AIDS NA SENESCÊNCIA NO CONTEXTO DA ATENÇÃO BÁSICA.PREVENÇÃO DE DST/HIV/AIDS NA SENESCÊNCIA NO CONTEXTO DA ATENÇÃO BÁSICA. 2015. (Outra).
Suporte Avançado de Vida em Reanimação Cardiopulmonar: formação do pensamento crítico. 2015. (Outra).
ABORDAGEM SINDRÔMICA EM DST/AIDS. ABORDAGEM SINDRÔMICA EM DST/AIDS. 2014. (Feira).
I Simpósio Multiprofissional de Atendimento Pré Hospitalar. 2014. (Simpósio).
1ª MOSTRA DE PROFISSÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO TRAIRI - FACISA,.MOSTRA DE PROFISSÕES (enfermagem). 2013. (Outra).
ADMINISTRAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS E CÁLCULO DE DOSE DE MEDICAMENTOS EM PEDIATRIA. 2012. (Outra).
I Jornada Multidisciplinar de Transplante de Doação de Órgãos do RNRN. 2012. (Outra).
I JORNADA REGIONAL DE ENFERMAGEM.JORNADA REGIONAL DE ENFERMAGEM. 2012. (Outra).
I JORNADA REGIONAL DE ENFERMAGEM: CIÊNCIA E (CON) CIÊNCIA: A FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO PAUTADO NA TRÍADE ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO SOB A PERSPECTIVA DO CONHECIMENTO E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL. 2012. (Outra).
Produções bibliográficas
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SENA, A. V. ; TEIXEIRA, G.A. ; CARVALHO, J.B.L. ; MORAIS, P.C. ; ALVES, T. R. M. . Características maternas de partos prematuros. ENFERMAGEM ATUAL (RIO DE JANEIRO) , v. 81, p. 19-23, 2017.
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SENA, A. V. ; LEITE, J. M. S. . Qualidade de vida e sintomatologia dolorosa em estudantes de enfermagem. The FIEP Bulletin , v. 85, p. 006, 2015.
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TEIXEIRA, G.A. ; CARVALHO, J.B.L. ; SENA, A. V. ; MORAIS, P.C. ; ALVES, T. R. M. . Características maternas de partos prematuros. Enfermagem Atual, Rio de Janeiro/RJ, p. 19 - 23.
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SENA, A. V. ; LEITE, J. M. S. . Qualidade de vida e sintomatologia dolorosa em estudantes de enfermagem. The FIEP Bulletin, FOZ DO IGUAÇU.
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SENA, A. V. ; LEITE, J. M. S. . Qualidade de vida e sintomatologia dolorosa em estudantes de enfermagem. In: XII CONGRESSO CIENTÍFICO LATINO-AMERICANO, 2015, Foz do Iguaçu. FIEP BULLETIN, 2015. v. 85.
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SENA, A. V. ; LEITE, J. M. S. . Duração da parada cardiorrespiratória: sequelas e traumas quando paciente socorrido em tempo insatisfatório. In: I SIMPÓSIO MULTIPROFISSIONAL DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR, 2014, Natal/RN. I SIMPÓSIO MULTIPROFISSIONAL DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR, 2014.
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TEIXEIRA, G.A. ; CARVALHO, J.B.L. ; SENA, A. V. ; MORAIS, P.C. ; ALVES, T. R. M. ; SENA, A. V. . Condições socioeconômicas da gestação de bebês prematuros. Revista de Enfermagem UFPE on line , 2018.
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SENA, A. V. ; CARVALHO, J.B.L. ; TEIXEIRA, G.A. ; MORAIS, P.C. . PERFIL DE MÃES DE BEBÊS PREMATUROS EM PARNAMIRIM-RN. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
-
TEIXEIRA, G.A. ; CARVALHO, J.B.L. ; MORAIS, P.C. ; SENA, A. V. . Condições de saúde dos bebês ao nascer prematuros e a termo em uma maternidade pública. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
-
SENA, A. V. ; TEIXEIRA, G.A. ; CARVALHO, J.B.L. ; MORAIS, P.C. ; SOUSA, C.N.S. . ESTADO NUTRICIONAL DE GESTANTES ENTRE GRUPOS DE MÃES DE BEBÊS PREMATUROS E A TERMO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
-
SENA, A. V. ; TEIXEIRA, G.A. ; CARVALHO, J.B.L. ; MORAIS, P.C. . Perfil de Mães de bebês prematuros. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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SENA, A. V. ; QUEIROZ, I. P. D. ; LUCENA, M. J. ; ROCHA, C. C. T. ; VALENCA, C. N. ; SENA, A. V. . Percepção do enfermeiro sobre as práticas baseadas em evidências e sua utilização no cuidado. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SENA, A. V. . 'Duração da Parada Cardiorrespiratória: Sequelas e Traumas ao Paciente quando Socorrido em Tempo Insatisfatório. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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SENA, A. V. . QUALIDADE DE VIDA, SINTOMATOLOGIA DOLOROSA E FATORES ASSOCIADOS EM ESTUDANTES DE ENFERMAGEM DA UFRN. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
CARVALHO, J.B.L. ; TEIXEIRA, G.A. ; SENA, A. V. . FATORES DE RISCO PARA PREMATURIDADE RELACIONADA À ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL. 2017. (Relatório de pesquisa).
CARVALHO, J.B.L. ; TEIXEIRA, G.A. ; SENA, A. V. ; MORAIS, P.C. . Perfil de Mães de bebês prematuros em Parnamirim-RN. 2016. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2016 - 2017
FATORES ASSOCIADOS AO NASCIMENTO PRÉ-TERMO EM PARNAMIRIM-RN: ESTUDO DE CASO-CONTROLE, Descrição: O nascimento ou parto pré-termo (com menos de 37 semanas de gestação) é considerado um problema de saúde pública mundial, pois é tido como um dos principais fatores de risco para morbidade e mortalidade neonatal. Tal realidade vem despertando interesse na comunidade científica quanto à produção de conhecimentos que tenham impacto na qualidade da assistência, tendo em vista que o crescimento e desenvolvimento fetal são importantes preditores para saúde da criança e estão também relacionados com o estado de saúde na vida adulta. (GOLDENBERG, 2008; LAWN, 2010) Além disso, o parto pré-termo causa repercussões clínicas que demandam cuidados de maior complexidade e às vezes por toda à vida, acarretando alto custo social e econômico aos países, pois o nascimento pré-termo resulta de um conjunto de fatores inter-relacionados os quais impactam na qualidade de vida dos que sobrevivem com seqüelas ou na mortalidade infantil (ASSUNÇÃO, 2012). A prematuridade é responsável por 14% das causas de mortes de crianças no mundo (WHO, 2012). As complicações do parto pré-termo foi uma das principais causas de mortes neonatais globais em 2008 (BLACK, 2010) e o número de crianças pré-termos e com baixo peso ao nascer vem aumentando constantemente durante as últimas décadas (KENNER, BOYKOVA; 2014). Globalmente 11,1% dos bebês nascem pré-termos o que equivale a mais de 15 milhões de crianças ou mais de 1 em cada 10 crianças, nas quais mais de 60% desses nascimentos ocorrem na África e Sul da Ásia, no entanto, os 10 países com as maiores taxas incluem o Brasil, os EUA, a Índia e a Nigéria. (PARTNERSHIP FOR MATERNAL NEWBORN AND CHILD HEALTH, 2012). O Brasil, em 2012 apontou que 76,21% dos óbitos neonatais na primeira semana de vida foram de recém-nascidos pré-termos, onde as regiões Norte e Nordeste apresentaram as menores proporções com 69,31% e 74,54%, abaixo da nacional, enquanto as demais ultrapassaram a nacional, sendo a Sudeste 79,49%, Centro-oeste 78,05%, Sul 77,11%. No estado do Rio Grande do Norte 78,26% e no município de Parnamirim 78,94% (BRASIL, 2012). Nesse mesmo ano o Brasil apresentou prevalência de nascidos vivos pré-termos de 12,46%, no Estado do Rio Grande do Norte de 13,59% e no município de Parnamirim 13,20% (BRASIL, 2012a). Com o objetivo de melhorar o acesso, a cobertura e a qualidade dessa assistência, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 2000, o Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PHPN) estabelecendo que sejam realizadas, no mínimo, seis consultas, e em todas elas deve-se verificar a pressão arterial, a altura uterina, o peso da gestante e os batimentos cardio-fetais. Além disso, diante da persistência dos problemas preveníveis na pré-concepção ou durante a gestação mantendo a queda dos óbitos neonatais aquém do desejado, o MS iniciou em 2012 a implantação da Rede Cegonha que representa um conjunto de mudanças no processo de cuidado à gravidez, ao parto e ao nascimento; qualificação das equipes de assistência; melhoria da ambiência dos serviços; ampliação dos serviços e profissionais para estimular o parto fisiológico e na humanização do parto e nascimento; organização dos serviços de saúde enquanto uma rede de atenção à saúde (RAS); acolhimento da gestante e do bebê, com classificação de risco em todos os níveis de atenção; vinculação da gestante à maternidade; realização de exames de rotina com resultados em tempo oportuno (BRASIL, 2012b). Diante do exposto levantou-se o questionamento: quais os fatores de risco para prematuridade relacionados à assistência pré-natal? Então, esse estudo foi motivado pela necessidade de se conhecer os fatores de risco para prematuridade relacionados à assistência pré-natal prestada a gestante, tendo em vista a prematuridade ser uma das principais causa de mortes em crianças e daí produzir conhecimentos que promovam o nascimento saudável e redução da mortalidade infantil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Alessandra Vasconcelos de Sena - Integrante / JOVANKA BITTENCOURT LEITE DE CARVALHO - Coordenador / GRACIMARY ALVES TEIXEIRA - Integrante.
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2015 - 2016
FATORES ASSOCIADOS AO NASCIMENTO PRÉ-TERMO EM PARNAMIRIM-RN: ESTUDO DE CASO-CONTROLE, Descrição: O nascimento ou parto pré-termo (com menos de 37 semanas de gestação) é considerado um problema de saúde pública mundial, pois é tido como um dos principais fatores de risco para morbidade e mortalidade neonatal. Tal realidade vem despertando interesse na comunidade científica quanto à produção de conhecimentos que tenham impacto na qualidade da assistência, tendo em vista que o crescimento e desenvolvimento fetal são importantes preditores para saúde da criança e estão também relacionados com o estado de saúde na vida adulta. (GOLDENBERG, 2008; LAWN, 2010) Além disso, o parto pré-termo causa repercussões clínicas que demandam cuidados de maior complexidade e às vezes por toda à vida, acarretando alto custo social e econômico aos países, pois o nascimento pré-termo resulta de um conjunto de fatores inter-relacionados os quais impactam na qualidade de vida dos que sobrevivem com seqüelas ou na mortalidade infantil (ASSUNÇÃO, 2012). A prematuridade é responsável por 14% das causas de mortes de crianças no mundo (WHO, 2012). As complicações do parto pré-termo foi uma das principais causas de mortes neonatais globais em 2008 (BLACK, 2010) e o número de crianças pré-termos e com baixo peso ao nascer vem aumentando constantemente durante as últimas décadas (KENNER, BOYKOVA; 2014). Globalmente 11,1% dos bebês nascem pré-termos o que equivale a mais de 15 milhões de crianças ou mais de 1 em cada 10 crianças, nas quais mais de 60% desses nascimentos ocorrem na África e Sul da Ásia, no entanto, os 10 países com as maiores taxas incluem o Brasil, os EUA, a Índia e a Nigéria. (PARTNERSHIP FOR MATERNAL NEWBORN AND CHILD HEALTH, 2012). O Brasil, em 2012 apontou que 76,21% dos óbitos neonatais na primeira semana de vida foram de recém-nascidos pré-termos, onde as regiões Norte e Nordeste apresentaram as menores proporções com 69,31% e 74,54%, abaixo da nacional, enquanto as demais ultrapassaram a nacional, sendo a Sudeste 79,49%, Centro-oeste 78,05%, Sul 77,11%. No estado do Rio Grande do Norte 78,26% e no município de Parnamirim 78,94% (BRASIL, 2012). Nesse mesmo ano o Brasil apresentou prevalência de nascidos vivos pré-termos de 12,46%, no Estado do Rio Grande do Norte de 13,59% e no município de Parnamirim 13,20% (BRASIL, 2012a). Com o objetivo de melhorar o acesso, a cobertura e a qualidade dessa assistência, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 2000, o Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PHPN) estabelecendo que sejam realizadas, no mínimo, seis consultas, e em todas elas deve-se verificar a pressão arterial, a altura uterina, o peso da gestante e os batimentos cardio-fetais. Além disso, diante da persistência dos problemas preveníveis na pré-concepção ou durante a gestação mantendo a queda dos óbitos neonatais aquém do desejado, o MS iniciou em 2012 a implantação da Rede Cegonha que representa um conjunto de mudanças no processo de cuidado à gravidez, ao parto e ao nascimento; qualificação das equipes de assistência; melhoria da ambiência dos serviços; ampliação dos serviços e profissionais para estimular o parto fisiológico e na humanização do parto e nascimento; organização dos serviços de saúde enquanto uma rede de atenção à saúde (RAS); acolhimento da gestante e do bebê, com classificação de risco em todos os níveis de atenção; vinculação da gestante à maternidade; realização de exames de rotina com resultados em tempo oportuno (BRASIL, 2012b). Diante do exposto levantou-se o questionamento: qual o perfil de mães de bebês prematuros em Parnamirim-RN? Então, esse estudo foi motivado pela necessidade de se conhecer o perfil das mães de bebês prematuros em Parnamirim, tendo em vista a prematuridade ser uma das principais causa de mortes em crianças e daí produzir conhecimentos que promovam o nascimento saudável e redução da mortalidade infantil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Alessandra Vasconcelos de Sena - Integrante / JOVANKA BITTENCOURT LEITE DE CARVALHO - Coordenador / GRACIMARY ALVES TEIXEIRA - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2016 - 2017
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de iniciação científica
2016 - 2017
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Estágio extracurricular, Enquadramento Funcional: Estágio extracurricular, Carga horária: 20
2015 - 2016
Universidade Federal do Rio Grande do NorteVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de iniciação científica
Atividades
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06/2015 - 06/2016
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Ciências da Saúde, .,Linhas de pesquisa
2018 - Atual
Hospital Municipal Manoel Lucas De MirandaVínculo: ENFERMEIRA VOLUNTÁRIA, Enquadramento Funcional: ENFERMEIRA
2018 - Atual
Centro Integrado de Atualização e Capacitação em SaúdeVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: PROFESSORA
2019 - Atual
Instituto de Ensino e CulturaVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: PROFESSOR
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