Camila Barbosa Sabino

Atualmente é Perita do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate a Tortura no Brasil( MNPCT). Doutora em Filosofia pela UNIFESP ( Universidade Federal de São Paulo), com Mestrado em Ética e Filosofia Política na Universidade Estadual Paulista (UNESP), Especialização em Globalização Justiça e Segurança Humana na Escola Superior do Ministério Publico da União ( ESMPU) e Especialização em Direito Civil e Processo Civil pela Universidade Estadual de Londrina(UEL). Graduada em Direito pela Fundação de Ensino ''Eurípedes Soares da Rocha'' (2005) e graduada em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista ( UNESP) (2005).

Informações coletadas do Lattes em 03/05/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Filosofia

2016 - 2021

Universidade Federal de São Paulo
Título: A presença da Teoria Política de Rousseau na 1ª. Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão.
Jacira de Freitas.

Mestrado em Filosofia

2012 - 2015

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: Lei Natural e Lei Civil J.J. Rousseau, Ano de Obtenção: 2015
Ricardo Monteagudo.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia do Direito. Setores de atividade: Educação.

Especialização em Globalização Justiça e Segurança Humana

2009 - 2012

Escola Superior do Ministério Público da União
Título: A Proteção de Crianças e Adolescentes Testemunhas em um Sistema de Justiça em construção
Orientador: Luiza de Marilac de Passos Pantoja

Especialização em Direito Civil e Processo Civil

2006 - 2007

Universidade Estadual de Londrina
Título: A Resposabilidade objetiva do Estado, face o art.133 do CPC ( responsabilidade subjetiva do Juiz)
Orientador: Roberto Wagner Marquesi
Bolsista do(a): INSTITUTO DE TECNOLOGIA. E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. E SOCIAL, ITEDES, Brasil.

Graduação em Filosofia

2001 - 2005

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: O Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito
Orientador: Carmen Beatriz Milidoni
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Graduação em Direito

2000 - 2005

Fundação de Ensino ''Eurípedes Soares da Rocha''
Título: A concepção de Estado de Jean J. Rousseau
Orientador: José Carlos Poker

Formação complementar

2007 - 2008

Extensão universitária em Direito e LegislaçãoAplicada ao Terceiro Setor. (Carga horária: 24h). , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.

2007 - 2008

Introdução a Gestão do Terceiro Setor. (Carga horária: 50h). , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.

2007 - 2007

Extensão universitária em Curso Preparatório para Concursos. , Curso Preparatório para Concursos -Marcato, CPC -MARCATO, Brasil.

2006 - 2006

Segunda Fase Exame da OAB. , PROORDEM, PROORDEM, Brasil.

2006 - 2006

Curso preparatório para primeira Fase da OAB. , Curso preparatório para Concursos- Marcato, CPC- MARCATO, Brasil.

2005 - 2005

Curso Preparatório para Primeira fase da OAB. , PROORDEM, PROORDEM, Brasil.

2001 - 2005

Francês. , Cultura Francesa, CF, Brasil.

2000 - 2001

Informática. (Carga horária: 100h). , Centro de Treinamento a Informática, CTI, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Tributário/Especialidade: Metodologia do Trabalho Científico.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Tributário/Especialidade: Introdução ao Estudo do Direito.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Privado/Especialidade: Direito Civil.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Público/Especialidade: Direito Administrativo.

Participação em eventos

ANPOF. Direito e Lei Natural em Rousseau. 2014. (Congresso).

Seminário Maquiavel - 500 Anos de O Príncipe (1513-2013). 2013. (Seminário).

VI Colóquio Rousseau. 2013. (Outra).

VII Encontro de Pós Graduação em Filosofia da Unesp.A concepção de Lei em Rousseau. 2013. (Encontro).

Colóquio Interncional Rousseau 300 anos.A concepção de Lei em Rousseau. 2012. (Outra).

Minicurso EDUCAÇÃO, DIREITOS HUMANOS E ADOLESCÊNCIA, no VII Seminário de Direitos Humanos no Século XXI.-. 2012. (Seminário).

VII COLÓQUIO KANT DE MARÍLIA - KANT E ROUSSEAU. 2012. (Outra).

VII Seminário de Direitos Humanos no Século XXI.A proteção de crianças e adolescentes testemunhas em um sistema jurídico-legal em construção. 2012. (Seminário).

A Representação do Negro na Política Brasileira. 2004. (Outra).

Congresso Nacional de Direito Alternativo de Franca. 2004. (Congresso).

I Colóquio de História da Filosofia - Bicentenário da Morte de Kant. 2004. (Outra).

I Encontro Científico na Graduação em Filosofia. 2004. (Encontro).

I Jornada de Estudos da Justiça Federal do Centro - Oeste Paulista. 2004. (Outra).

I Simpósio de Direito '' os novos horizonte das garantias fundamentais no Direito brasileiro''. 2004. (Simpósio).

IV Seminário do Trabalho: perspectivas do trabalho no século XXI. 2004. (Seminário).

XXII Ciclo de Estudos Jurídicos. 2004. (Outra).

Colóquio Adorno -100 anos. 2003. (Outra).

V Encontro Brasileiro Internacional de Ciência Cognitiva.O Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito. 2003. (Encontro).

X Jornada de Iniciação Científica do Câmpus de Marília.O Problema da Identidade Pessoal e Noção de Sujeito. 2003. (Outra).

XV Congresso de Inciação Cinetífica da Unesp.COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA do XV Congresso de Inciação Cinetífica da Unesp. 2003. (Oficina).

XV Congresso de Iniciação Científica da Unesp. o Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito. 2003. (Congresso).

XXVII Jornada de Filosofia e Teoria das Ciências Humanas - História da Filosofia antiga e medieval. 2003. (Outra).

Colóquio Michel Debrun. 2002. (Simpósio).

III Seminário de Direitos Humanos. 2002. (Oficina).

III Seminário de Direitos Humanos no Século XXI. 2002. (Seminário).

Seminário 80 Anos de Movimento Comunista no Brasil. 2002. (Seminário).

VIII Jornada de Iniciação Científica do Campus de Marília. 2001. (Oficina).

XXV Jornada de Filosofia e Teoria das Ciências Humanas - Colóquio Internacional histórias e Historiografia da Filosofia. 2001. (Outra).

''10 anos de Eleições Diretas. 2000. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Pedro Henrique Facioli

PORTICH, A. M.; Monteagudo, R.;SABINO, C. B.. Poética e retórica como filosofia nos romances do Marquês de Sade. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Debora Aparecisa Vicente e Kelly Cristina Nunes Fraquetto

MAZETO, M. V.;SABINO, C. B.. A nova proposta Legal para as questões da dependência química com vistas na política social. 2007 - Universidade de Marília.

Orientou

Ricardo Monteagudo

Lei Natural e Lei Civil J; J; Rousseau; 2015; Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Camila Barbosa Sabino;

Luiza de Marilac

A proteção de crianças e adolescentes testemunhas em um sistema jurídico-legal em construção; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Globalização Justiça e Segurança Humana) - Escola Superior do Ministério Público da União; Orientador: Camila Barbosa Sabino;

Roberto Wagner Marquesi

A Responsabilidade objetiva do Estado, face o art; 133 do CPC (responsabilidade subjetiva do Juiz); 2008; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Direito Civil e Processo Civil) - Universidade Estadual de Londrina; Orientador: Camila Barbosa Sabino;

José Geraldo Poker

A Concepção de Estado em J; J; Rousseau; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Fundação de Ensino ''Eurípedes Soares da Rocha''; Orientador: Camila Barbosa Sabino;

Carmen Beatriz Milidoni

O Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito; 2004; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Camila Barbosa Sabino;

Produções bibliográficas

  • SABINO, C. B. . Direito e Lei Natural em Rousseau. In: ANPOF, 2014, Campos do Jordão. XVI ENCONTRO NACIONAL ANPOF, 2014.

  • SABINO, C. B. . A concepção de Lei em Rousseau. In: VII Encontro de Pós Graduação em Filosofia da Unesp, 2013, Marília. VII Encontro de Pós Graduação em Filosofia da Unesp., 2013.

  • SABINO, C. B. . A proteção de crianças e adolescentes testemunhas em um sistema jurídico-legal em construção. In: VII Seminário de Direitos Humanos no Século XXI, 2012, Marília. A proteção de crianças e adolescentes testemunhas em um sistema jurídico-legal em construção, 2012.

  • SABINO, C. B. . A concepção de Lei em Rousseau. In: Colóquio Interncional Rousseau 300 anos, 2012, São Paulo. Colóquio Internacional Rousseau, 2012.

  • SABINO, C. B. . O Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito. In: V Encontro Brasileiro Internacional de Ciência Cognitiva, 2003, São Vicente. Caderno de Resumo do ''V Encontro Brasileiro Internacional de Ciência Cognitiva/V EBICC 2003'', 2003. p. 42-42.

  • SABINO, C. B. . O Probema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito. In: X JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CÂMPUS DE MARÍLIA, 2003, Marília. Caderno de resumo da ''X JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CÂMPUS DE MARÍLIA''. Marilia, 2003. p. 58-58.

  • SABINO, C. B. . O Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito. In: XV Congresso de Inciciação Ciêntífica da Unesp, 2003, Marília -sp. CR -ROM DO XV CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIÊNTÍFICA, 2003.

  • SABINO, C. B. . O Problema da Identidade Pessoal e Noção de sujeito. In: XV Congresso de Inciação Cinetífica da Unesp, 2003. XV Congresso de Inciação Cinetífica da Unesp, 2003.

  • SABINO, C. B. . O Problema da Identidae Pessoal e a Noção de Sujeito. In: X Jornada de Iniciação Científica do Câmpus de Marília, 2003, Marilia. Resumo , X Jornada de Iniciação Científica do Câmpus de Marília, 2003.

  • SABINO, C. B. . O Problema da Identidade pessoal e a Noção de Sujeito. In: XV Congresso de Iniciação Científica da Unesp, 2003. Caderno de resumo da ''X JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CÂMPUS DE MARÍLIA''. Marilia, 2003. p. 58-58., 2003.

  • SABINO, C. B. . ANTECEDENTES DA DECLARAÇÃO DE DIREITOS DE 1789. REVISTA DE FILOSOFIA: AURORA (PUCPR. IMPRESSO) , 2021.

  • SABINO, C. B. . A MONARQUIA PRÉ-REVOLUCIONÁRIA E O IMPACTO DAS OBRAS DE ROUSSEAU. ENCONTROS TEOLÓGICOS (FLORIANÓPOLIS) , 2021.

  • SABINO, C. B. . VII Colóquio Nacional Jean -Jacques Rousseau. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SABINO, C. B. . IV ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA NA GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SABINO, C. B. . Banca UNIFESP. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SABINO, C. B. . X SEMANA DE ORIENTAÇÃO FILOSÓFICA E ACADÊMICA SOFHIA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SABINO, C. B. . XVI Encontro Nacional da ANPOF. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SABINO, C. B. . Colóquio Internacional Rousseau 300 anos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções

SABINO, C. B. . IX Encontro de Pesquisa na Graduação em Filosofia da UNESP. 2014. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Política e técnica: uma releitura do Iluminismo, Descrição: A pesquisa dedica-se a elucidar o lugar do pensamento de J.-J. Rousseau em relação ao seu século e ao pensamento de alguns filósofos representativos da época contemporânea, a partir do exame dos problemas morais postos pela desintegração da personalidade do indivíduo e pela expansão do amor próprio narcisista em sua relação com a política. A pesquisa se divide em duas etapas principais: a primeira está concentrada no pensamento de filósofos iluministas, em particular, no sistema moral do Barão d'Holbach, nos textos de Voltaire que exprimem uma concepção de história e progresso (O século de Luiz XIV e Essais sur les Moeurs et l'Esprit des Nations), nas análises de Condillac sobre a linguagem e no pensamento de Diderot sobre a moral. O objetivo é compreender como os diferentes pensadores concebem a relação entre indivíduo e sociedade para discutir e articular seu pensamento com as concepções rousseaunianas sobre a forma de inserção do indivíduo nas sociedades modernas - tanto na obra política quanto na obra autobiográfica -, nas quais prevalece a dicotomia entre a esfera da vida social e a esfera da vida interior. A segunda etapa concentra-se em dois pontos principais: na discussão da recepção das posições de Rousseau acerca do tema na época contemporânea; e, em segundo lugar, numa reflexão a partir do pensamento de Marcuse em One-Dimensional Man - Studies in the Ideology of Advanced Industrial Society para interpretar a crise político-cultural das sociedades contemporâneas, nas quais o espaço da intimidade surge em oposição ao espaço político e, assim, determinar onde se situa o pensamento do genebrino e os princípios que autorizam aproximações ou distanciamentos entre eles. Um dos recursos para as análises desta etapa da pesquisa está na elucidação da relação entre técnicas e política e entre tecnologia e política. No que diz respeito a Rousseau, seu pensamento está, e esta é a hipótese a ser verificada, na confluência de duas diferentes visões de mundo às quais supostamente se contrapõe, mas, ao mesmo tempo, para as quais fornece importantes noções e princípios: a filosofia iluminista e a filosofia contemporânea. Por essa razão, serão analisados e discutidos aspectos do pensamento dos filósofos iluministas, cujas ideias contribuíram para o debate com o filósofo genebrino; e filósofos da época contemporânea que se debruçaram sobre questões a ele pertinentes. A pesquisa poderá, portanto, contribuir não apenas para redimensionar o alcance do pensamento do filósofo genebrino, mas ainda para os debates atuais acerca das novas fronteiras entre espaço público e privado, em sua dimensão política e moral e, por outro lado, para pensar a questão da subjetividade em função do avanço tecnológico. O projeto prevê a organização de 3 colóquios nacionais e um congresso internacional dedicado ao estudo da influência e da recepção do pensamento de Rousseau, em consonância com os trabalhos mais recentes; e seminários quinzenais com os pesquisadores associados ao projeto e seus orientandos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (8) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador / JACIRA DE FREITAS - Integrante.

  • 2016 - Atual

    A presença da Toria Política de Rousseau na 1a Declaração de Direitos do Homem e do cidadão, Descrição: O foco principal da pesquisa constitui-se na análise sobre os possíveis reflexos da Teoria Política de Rousseau em alguns artigos da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 . E para tal intento se faz necessário aprofundar os fatos históricos que antecederam a Revolução, identificar os interpretes de Rousseau daquela época, a formação intelectual dos membros da Assembléia Constituinte, a fim de elucidar como os pressupostos teóricos de genebrino, principalmente contidos na obra O Contrato Social estão presentes nos artigos da Declaração. Trata-se de distinguir o plano do dever ser no qual se desenvolve o Contrato Social e o plano prático disposto na Declaração, para elucidar a maneira pela qual o Contrato está presente naquela. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador / JACIRA DE FREITAS - Integrante., Número de produções C, T & A: 1

  • 2014 - Atual

    Rousseau e Filosofia Francesa do Iluminismo, Descrição: crescente interesse de nossos estudantes por aspectos da filosofia iluminista e, especialmente, pelo pensamento do filósofo Jean-Jacques Rousseau e sua receptividade nos cursos da Graduação e Pós-Graduação do Departamento de Filosofia da Unifesp levou à formação de um grupo de estudos sobre o pensamento do filósofo genebrino no ano de 2009 (Ger Grupo de Estudos Rousseau da Unifesp). Esse grupo de estudos tornou-se a base para a criação do Grupo de Pesquisa Rousseau e a Filosofia Francesa do Iluminismo. A cada semestre, uma nova programação de seminários e encontros semanais ou quinzenais se desenvolve com base na leitura de textos clássicos do filósofo genebrino ou de outros pensadores da filosofia francesa do Iluminismo. O objetivo é aprofundar tanto a discussão sobre os principais temas do Iluminismo francês quanto aspectos específicos do pensamento de Rousseau. Dentre eles, as implicações filosóficas, políticas, antropológicas, literárias e pedagógicas de sua obra, os princípios norteadores de seu pensamento, suas reflexões sobre a moral, a política e a sociedade; sua influência no âmbito das artes: na música, na literatura e no teatro; suas revolucionárias propostas sobre a formação e a educação; sua crítica ao progresso e à introdução das técnicas, o elogio às sociedades autárquicas; sua metafísica e suas análises sobre a religião; assim como temas presentes nos debates atuais, como as relações internacionais e o meio ambiente. Enfim, todos os aspectos, que o tornaram o avatar da Revolução Francesa e um dos mais importantes precursores da modernidade. O Grupo promove palestras sobre os temas estudados, bem como conferências e seminários com especialistas de várias instituições universitárias brasileiras e estrangeiras, visando contemplar a Interdisciplinaridade, a Interinstitucionalidade e Internacionalização buscando contribuir de maneira decisiva para o desenvolvimento da pesquisa científica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Integrante / JACIRA DE FREITAS - Coordenador.

  • 2012 - 2015

    Lei Natural e Lei Civil J.J. Rousseau, Descrição: O objetivo da pesquisa é compreender o conceito de Lei Natural e Lei Civil na obra de Rousseau e analisar a possibilidade de uma relação entre estes dois conceitos e formação de uma concepção única de Lei. Porém, constatou-se que existe uma interseção e uma interdependência entre conceitos de Lei Natural e Lei Civil construído dentro de uma linearidade que se inicia no plano hipotético do Segundo Discurso e se concretiza no plano histórico do Contrato Social, mas não há possibilidade de formar um único conceito de Lei. Ou seja, a Lei Natural emerge no estado de natureza e pode ser definida como conjunto de princípios naturais compartilhados entre o homem e a natureza, dentre eles: amor de si, piedade e princípios naturais que distinguem os humanos e dos outros seres, a saber: liberdade e perfectibilidade. Tais princípios impulsionaram o homem, naturalmente solitário e sem noções de moralidade, a perfazer modificações em sua relação com a natureza no sentido de melhorar as condições de sobrevivência e gradativamente intensificar suas interações sociais, situação que, apesar de ter trazido ampliação consciência de si e do outro e amadurecimento moral, acentuou a progressão da desigualdade que culminou num estado de guerra que é finalizado com o pacto social ou pacto dos ricos. Este institui justiça e o direito , através de uma proposta de uma igualdade jurídica, que pode ser considerada uma expressão de maturação dos cidadãos na concepção Lei. Porque esta, que até então, era um conjunto principiológico sem exigibilidade, passa, a partir do estabelecimento do contrato a ter força coercitiva que dará, diferentemente do pacto que é ato primitivo de natureza contratual, movimento e vontade ao corpo político. E nesse movimento legislativo os súditos devem primeiramente, se observar enquanto partícipes da autoridade soberana através do entendimento que pressupõe a sua própria consciência submissa à razão individual e coletiva. Consciência esta que faz do homem o senhor verdadeiro de si, pois a obediência à lei civil prescrita é sua própria liberdade, pois ele que a elaborou. Em um segundo momento, já na construção da vontade - denominada vontade geral padrão- os súditos devem entender, que matéria sobre a qual se delibera é absolutamente geral; que todos os cidadãos participam do processo de tomada de decisão; que cada indivíduo manifesta sua opinião sobre a conformidade ou não da proposta ao interesse comum. Após a demarcação destas etapas e a posterior manifestação da vontade através do sufrágio vontade geral decisão- é que as Leis Civis se tornarão expressão legítima da vontade geral.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador / Ricardo Monteagudo - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2002 - 2004

    O Problema da Identidade Pessoal e a Noção de Sujeito, Descrição: O Trabalho tem como objeto de análise a natureza dos estados mentais, em Searle, filósofo da mente dos dias atuais, e em Freud, teórico da psicanálise. Consistirá ainda, na interpretação e comentário crítico das obras desses pensadores. S. Freud acredita que existem tanto estados mentais conscientes como inconscientes. E para provar tal teoria, o autor utiliza como instrumento a interpretação dos sonhos, porque estes, para ele, se remetem imediatamente aos desejos, medos e repressões do ser humano no seu nível inconsciente. Tendo em vista que a vigília impede de um modo geral a passagem para a consciência tais desejos, e ao se exteriorizarem, e transformarem -se em conteúdo manifesto libertam o indivíduo de seus complexos angustias e medos. Este processo é chamado de ''elaboração onírica'' e só é possível quando se trabalha com uma Intencionalidade inconsciente que requer um desvendamento. John Searle, em uma tentativa de naturalizar a consciência define a Intecionalidade como a '' propriedade de muitos estados e eventos mentais pela qual estão dirigidos para ou acerca de objetos e estados das coisas do mundo '' ,ou seja são estados direcionados a coisas ou a acontecimentos que percebemos e pensamos. Para o autor a Intencionalidade está destituída de qualquer pressuposto metafísico, ou de algum elemento obscuro, pois que para ele não existem estados mentais inconscientes, e se existem estes estão subordinados a processos neurofisiológicos. Em outros termos, para Searle inexiste inconsciente em termos psíquicos como existe em Freud, mas sim somente o que ele chama de pré - consciente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11

Projetos de desenvolvimento

  • 2002 - 2004

    A Concepção de Estado no Contrato Social de J. J. Rousseau, Descrição: Este trabalho, é uma investigação de cunho filosófico - conceitual, que tem o objetivo de fazer uma análise do modo como se constrói a complexidade da concepção de Estado do renomado filósofo Jean Jacques Rousseau. Este, que, além de ser um dos mais considerados pensadores europeus no século XVIII, trouxe um novo aparato, político, moral, e ético que inspirou reformas na sociedade de sua época, e que na atualidade ainda se encontra inovador, pois, estabelece um sistema com princípios e bases diferentes, das regras constituídas pelo Estado atual. A doutrina clássica, sempre se preocupou com os limites do poder, e este, é geralmente apresentado como as relações entre o Direito e o Estado. E esse Estado, tem sido definido entre três elementos: o povo, o território e a soberania, nas palavras de Kelsen : o Estado é um ordenamento jurídico destinado a exercer o poder soberano em um dado território , ao qual estão necessesáriamente subordinados os sujeitos a ele pertencentes (Morati,1969, p. 23) Dentro dessa trilogia é que deverá ser focado o objeto da pesquisa, que se dará em quatro momentos, divido nos quatro livros do Contrato Social. No primeiro momento, declarando os pressupostos iniciais a Teoria Política de Rousseau, mostrando que a sociedade civil não provém da natureza humana, nem das convenções sobre qual geralmente ela se funda como, na família, na força, na escravidão, sendo relatadas também, as condições de um possível Contrato Social.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador., Número de orientações: 1

  • 2002 - 2004

    A Concepção de Estado no Contrato Social de J. J. Rousseau, Descrição: Este trabalho, é uma investigação de cunho filosófico - conceitual, que tem o objetivo de fazer uma análise do modo como se constrói a complexidade da concepção de Estado do renomado filósofo Jean ? Jacques Rousseau. Este, que, além de ser um dos mais considerados pensadores europeus no século XVIII, trouxe um novo aparato, político, moral, e ético que inspirou reformas na sociedade de sua época, e que na atualidade ainda se encontra inovador, pois, estabelece um sistema com princípios e bases diferentes, das regras constituídas pelo Estado atual. A doutrina clássica, sempre se preocupou com os limites do poder, e este, é geralmente apresentado como as relações entre o Direito e o Estado. E esse Estado, tem sido definido entre três elementos: o povo, o território e a soberania, nas palavras de Kelsen : ?? o Estado é um ordenamento jurídico destinado a exercer o poder soberano em um dado território , ao qual estão necessesáriamente subordinados os sujeitos a ele pertencentes ??(Morati,1969, p. 23) Dentro dessa trilogia é que deverá ser focado o objeto da pesquisa, que se dará em quatro momentos, divido nos quatro livros do Contrato Social. No primeiro momento, declarando os pressupostos iniciais a Teoria Política de Rousseau, mostrando que a sociedade civil não provém da natureza humana, nem das convenções sobre qual geralmente ela se funda como, na família, na força, na escravidão, sendo relatadas também, as condições de um possível Contrato Social.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador., Número de orientações: 1

  • 2002 - 2004

    A Concepção de Estado no Contrato Social de J. J. Rousseau, Descrição: Este trabalho, é uma investigação de cunho filosófico - conceitual, que tem o objetivo de fazer uma análise do modo como se constrói a complexidade da concepção de Estado do renomado filósofo Jean ? Jacques Rousseau. Este, que, além de ser um dos mais considerados pensadores europeus no século XVIII, trouxe um novo aparato, político, moral, e ético que inspirou reformas na sociedade de sua época, e que na atualidade ainda se encontra inovador, pois, estabelece um sistema com princípios e bases diferentes, das regras constituídas pelo Estado atual. A doutrina clássica, sempre se preocupou com os limites do poder, e este, é geralmente apresentado como as relações entre o Direito e o Estado. E esse Estado, tem sido definido entre três elementos: o povo, o território e a soberania, nas palavras de Kelsen : ?? o Estado é um ordenamento jurídico destinado a exercer o poder soberano em um dado território , ao qual estão necessesáriamente subordinados os sujeitos a ele pertencentes ??(Morati,1969, p. 23) Dentro dessa trilogia é que deverá ser focado o objeto da pesquisa, que se dará em quatro momentos, divido nos quatro livros do Contrato Social. No primeiro momento, declarando os pressupostos iniciais a Teoria Política de Rousseau, mostrando que a sociedade civil não provém da natureza humana, nem das convenções sobre qual geralmente ela se funda como, na família, na força, na escravidão, sendo relatadas também, as condições de um possível Contrato Social.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador., Número de orientações: 1

  • 2002 - 2004

    A Concepção de Estado no Contrato Social de J. J. Rousseau, Descrição: Este trabalho, é uma investigação de cunho filosófico - conceitual, que tem o objetivo de fazer uma análise do modo como se constrói a complexidade da concepção de Estado do renomado filósofo Jean ? Jacques Rousseau. Este, que, além de ser um dos mais considerados pensadores europeus no século XVIII, trouxe um novo aparato, político, moral, e ético que inspirou reformas na sociedade de sua época, e que na atualidade ainda se encontra inovador, pois, estabelece um sistema com princípios e bases diferentes, das regras constituídas pelo Estado atual. A doutrina clássica, sempre se preocupou com os limites do poder, e este, é geralmente apresentado como as relações entre o Direito e o Estado. E esse Estado, tem sido definido entre três elementos: o povo, o território e a soberania, nas palavras de Kelsen : ?? o Estado é um ordenamento jurídico destinado a exercer o poder soberano em um dado território , ao qual estão necessesáriamente subordinados os sujeitos a ele pertencentes ??(Morati,1969, p. 23) Dentro dessa trilogia é que deverá ser focado o objeto da pesquisa, que se dará em quatro momentos, divido nos quatro livros do Contrato Social. No primeiro momento, declarando os pressupostos iniciais a Teoria Política de Rousseau, mostrando que a sociedade civil não provém da natureza humana, nem das convenções sobre qual geralmente ela se funda como, na família, na força, na escravidão, sendo relatadas também, as condições de um possível Contrato Social.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador.Número de orientações: 1

  • 2002 - 2004

    A Concepção de Estado no Contrato Social de J. J. Rousseau, Descrição: Este trabalho, é uma investigação de cunho filosófico - conceitual, que tem o objetivo de fazer uma análise do modo como se constrói a complexidade da concepção de Estado do renomado filósofo Jean ? Jacques Rousseau. Este, que, além de ser um dos mais considerados pensadores europeus no século XVIII, trouxe um novo aparato, político, moral, e ético que inspirou reformas na sociedade de sua época, e que na atualidade ainda se encontra inovador, pois, estabelece um sistema com princípios e bases diferentes, das regras constituídas pelo Estado atual. A doutrina clássica, sempre se preocupou com os limites do poder, e este, é geralmente apresentado como as relações entre o Direito e o Estado. E esse Estado, tem sido definido entre três elementos: o povo, o território e a soberania, nas palavras de Kelsen : ?? o Estado é um ordenamento jurídico destinado a exercer o poder soberano em um dado território , ao qual estão necessesáriamente subordinados os sujeitos a ele pertencentes ??(Morati,1969, p. 23) Dentro dessa trilogia é que deverá ser focado o objeto da pesquisa, que se dará em quatro momentos, divido nos quatro livros do Contrato Social. No primeiro momento, declarando os pressupostos iniciais a Teoria Política de Rousseau, mostrando que a sociedade civil não provém da natureza humana, nem das convenções sobre qual geralmente ela se funda como, na família, na força, na escravidão, sendo relatadas também, as condições de um possível Contrato Social.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador., Número de orientações: 1

  • 2002 - 2004

    A Concepção de Estado no Contrato Social de J. J. Rousseau, Descrição: Este trabalho, é uma investigação de cunho filosófico - conceitual, que tem o objetivo de fazer uma análise do modo como se constrói a complexidade da concepção de Estado do renomado filósofo Jean Jacques Rousseau. Este, que, além de ser um dos mais considerados pensadores europeus no século XVIII, trouxe um novo aparato, político, moral, e ético que inspirou reformas na sociedade de sua época, e que na atualidade ainda se encontra inovador, pois, estabelece um sistema com princípios e bases diferentes, das regras constituídas pelo Estado atual. A doutrina clássica, sempre se preocupou com os limites do poder, e este, é geralmente apresentado como as relações entre o Direito e o Estado. E esse Estado, tem sido definido entre três elementos: o povo, o território e a soberania, nas palavras de Kelsen : o Estado é um ordenamento jurídico destinado a exercer o poder soberano em um dado território , ao qual estão necessesáriamente subordinados os sujeitos a ele pertencentes (Morati,1969, p. 23) Dentro dessa trilogia é que deverá ser focado o objeto da pesquisa, que se dará em quatro momentos, divido nos quatro livros do Contrato Social. No primeiro momento, declarando os pressupostos iniciais a Teoria Política de Rousseau, mostrando que a sociedade civil não provém da natureza humana, nem das convenções sobre qual geralmente ela se funda como, na família, na força, na escravidão, sendo relatadas também, as condições de um possível Contrato Social.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Barbosa Sabino - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - Atual

Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Perita do MNPCT, Carga horária: 40

Outras informações:
Perita do Mecanismo Nacional de Prevenção em Combate à Tortura( Cargo público por tempo determinado). Com fundamento na Lei 12.847/2013, aos Peritos e Peritas do MNPCT, compete: I - planejar, realizar e monitorar visitas periódicas e regulares a pessoas privadas de liberdade em todas as unidades da Federação, para verificar as condições de fato e de direito a que se encontram submetidas; II - articular-se com o Subcomitê de Prevenção da Organização das Nações Unidas, previsto no Artigo 2 do Protocolo Facultativo à Convenção das Nações Unidas contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes, promulgado pelo Decreto n 6.085, de 19 de abril de 2007, de forma a dar apoio a suas missões no território nacional, com o objetivo de unificar as estratégias e políticas de prevenção da tortura e de outros tratamentos e práticas cruéis, desumanos ou degradantes; III - requerer à autoridade competente que instaure procedimento criminal e administrativo mediante a constatação de indícios da prática de tortura e de outros tratamentos e práticas cruéis, desumanos ou degradantes; IV - elaborar relatório circunstanciado de cada visita realizada nos termos do inciso I e, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, apresentá-lo ao CNPCT, à Procuradoria-Geral da República e às autoridades responsáveis pela detenção e outras autoridades competentes; V- Acompanhar e monitorar os Projetos de Lei em nível Estadual e Federal sobre a temática; VI- Articular com as autoridades federais e estaduais a estruturação do Sistema de Prevenção a Tortura.

2019 - 2021

Universidade Católica de Brasília

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 20

Outras informações:
Graduação- Disciplinas ministradas: Filosofia: Filosofia do Direito- Ética- Filosofia Política-- Problemas Filosóficos- Leitura de textos Filosóficos - História da Filosofia Moderna- Direito: Introdução ao Estudo do Direito- Prevenção e Mediação de Conflitos - Filosofia do Direito Pós- Graduação-Disciplinas ministradas: Teorias Criminais- Atuação interdisciplinar em Programas e ações em Direitos.

2016 - 2019

Universidade Federal de São Paulo

Vínculo: estudante, Enquadramento Funcional: Aluna, Regime: Dedicação exclusiva.

2012 - 2015

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2002 - 2005

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Vínculo: Pesquisa e Desenvolvimento, Enquadramento Funcional: Pesquisa e Desenvolvimento, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 05/2002 - 06/2004

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus de Marília.,Linhas de pesquisa

2002 - 2004

Fundação de Ensino Eurípedes Soares da Rocha

Vínculo: aluno, Enquadramento Funcional: aluno

2008 - 2010

Agência para o desenvolvimento Humano através da Cultura -Valor Cultural

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Advogada, Carga horária: 44

Outras informações:
Resumo das atividades desempenhadas como Advogada: Analisar a situação jurídica do adolescente tomando as medidas cabíveis no que diz respeito aos aspectos inerentes à proteção; orientar o protegido no que se refere a sua situação processual; acompanhar o protegido (vítimas [exploração sexual, abuso sexual, pedofilia], testemunha, adolescente em conflito com a lei) e os familiares em oitivas e audiências junto as Instituições competentes; solicitar transferência do cumprimento de medida sócioeducativa em meio aberto para o local de proteção; esclarecer os familiares ou pessoas responsáveis sobre a sua situação jurídica, bem como a situação jurídica do protegido; orientar e/ou encaminhar para a Defensoria Pública e /ou outros órgãos competentes; Monitorar os processos de responsabilização; elaborar relatório de acompanhamento individual e junto aos demais integrantes da equipe Técnica, participar da elaboração de relatórios multidisciplinares; acompanhar sistematicamente as demandas jurídicas dos usuários que requeiram encaminhamentos. Título na Classificação Brasileira de Ocupações:2410-05 Período: março de 2008 até abril de 2010;

2005 - 2008

Escritorio de Advocacia

Vínculo: Autonoma, Enquadramento Funcional: Advogada, Carga horária: 30

Outras informações:
Resumo das atividades desempenhadas: Acompanhamento de processos e elaboração de peças processuais referentes à área cível, tais como: Ação Monitória, Ação de Busca e Apreensão, elaboração recursos (Apelação, Agravo de Instrumento, Recurso Especial); acompanhamento em ações referentes à Direito de Família e Sucessão: Ação de Alimentos, Execução de Alimentos, Ação de Divórcio; Consultoria na área criminal: acompanhamento jurídico de processos de Injúria Racial;

Atividades

  • 01/2005

    Serviços técnicos especializados , Escritório de Advocacia.,Serviço realizado, Atuação Profissional nas seguintes áreas:1 Direito Contratual, 2 Direitos Reais, 3 Direito de Família , 4 Direito do Consumidor.

2013 - 2013

Escola Estadual Dona Vitu Giorgi

Vínculo: Temporário, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 4

Outras informações:
Ministrar aulas de Filosofia e Sociologia (1o.,2o.,3o. ano do Ensino Médio) orientar a aprendizagem do aluno, elaborando programas, planos de curso e de aula no que for de sua competência. Avaliar o desempenho dos alunos a partir de notas atribuídas nos prazos fixados. Executar outras atividades compatíveis com o cargo.

2013 - 2013

Escola Estadual Antonio de Baptista

Vínculo: Temporário, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 12

Outras informações:
Ministrar aulas de História ( 7a série- 8o. ano) e orientar a aprendizagem do aluno, elaborando programas, planos de curso e de aula no que for de sua competência. Avaliar o desempenho dos alunos a partir de notas atribuídas nos prazos fixados. Executar outras atividades compatíveis com o cargo.

2012 - 2012

Escola Estadual Profa Norma Mônaco Truzzi

Vínculo: Temporário, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 14

Outras informações:
Ministrar aulas de História ( 7a série- 8o. ano) e Sociologia (1,2,3 ano do Ensino Médio) orientar a aprendizagem do aluno, elaborando programas, planos de curso e de aula no que for de sua competência. Avaliar o desempenho dos alunos a partir de notas atribuídas nos prazos fixados. Executar outras atividades compatíveis com o cargo.