Paulo Roberto Gibaldi Vaz

Possui graduação em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(1985), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(1988), doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(1994) e pós-doutorado pela University Of Illinois At Chicago(2004). Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas:Etica, Filosofia Moderna e Contemporanea, Historia.

Informações coletadas do Lattes em 20/03/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Comunicação

1989 - 1994

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: O inconsciente Artificial
Orientador: Marcio Tavares d'Amaral
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Etica; Filosofia Moderna e Contemporanea; Historia.Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética. Setores de atividade: Produtos e Serviços Recreativos, Culturais, Artísticos e Desportivos.

Mestrado em Filosofia

1985 - 1988

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio
Título: Um pensamento infame, Ano de Obtenção: 1988
Katia Muricy.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: História; Sujeito; Foucault.Grande área: Ciências HumanasSetores de atividade: Produtos e Serviços Recreativos, Culturais, Artísticos e Desportivos.

Graduação em Economia

1981 - 1985

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Pós-doutorado

2002 - 2004

Pós-Doutorado. , University Of Illinois At Chicago, UIC, Estados Unidos. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Sociais Aplicadas, Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Epistemologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Cognitiva.

Foi orientado por

Katia Rodrigues Muricy

Um Pensamento Infame; 1988; Dissertação - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro,; Orientador: Katia Rodrigues Muricy;

Marcio Tavares d'Amaral

O INCONSCIENTE ARTIFICIAL; 1994; Tese (Doutorado em Comunicação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro,; Orientador: Marcio Tavares d'Amaral;

Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Narrativas de sofrimento e processos de identificação: Risco, compaixão e testemunho, Descrição: 1 - Apresentação Este projeto mantém clara continuidade conceitual e temática com os três anteriores financiados pelo CNPq, continuidade que é aparente já nos títulos: ?O discurso do risco na mídia? (2004 a 2007), ?Mídia, risco e sofrimento? (2007 a 2010) e ?Risco, portador e vítima virtual? (2010 a 2016). Sua justificativa maior, portanto, não reside tanto na apresentação de novos objetos de investigação, mas na consistência temporal e na possível qualidade do questionamento. De todo modo, a permanência de dois eixos de reflexão está na origem da continuidade: a história dos modos de habitar o tempo e a história da compaixão. Objetivos 2.1 ? Gerais - Explorar se e como os conceitos de risco e trauma promovem um novo modo de habitar o tempo que singulariza as culturas ocidentais contemporâneas; - Pela análise das formas atuais de suscitar compaixão e pelo estudo dos nexos entre risco, sofrimento e comportamento expressos em notícias sobre doenças, estudar o modo como os meios de comunicação participam da formação da subjetividade contemporânea por construírem procedimentos de identificação entre a audiência e o sofrimento narrado; - Analisar se o testemunho de vítimas de preconceito está substituindo a confissão como prática terapêutica hegemônica e articular esse predomínio à passagem da subjetividade moderna à contemporânea. 2.2 ? Específicos - Realizar a genealogia do testemunho de vítima considerando as narrativas protestantes de conversão e os conceitos de autoestima e autoajuda; - Analisar testemunhos de vítimas de preconceito na Internet, tendo em vista sua dinâmica de imitação que articula sofrimento e identidade, ao mesmo tempo em que forma ?comunidades de sofredores? efêmeras; - Analisar notícias sobre violência sexual nos jornais O Globo e Folha de S. Paulo, articulando a intensidade e frequência da cobertura com a atividade de deputados mensurada pela formulação de projetos de lei (P.L.); - Analisar os enquadramentos em notícias sobre as UPPs e como eles podem afetar as políticas de segurança pública; - Analisar o discurso midiático sobre os cânceres e sua possível repercussão no testemunho autobiográfico de pacientes; - Analisar as variações nas estratégias retóricas da indústria farmacêutica de acordo com seus principais públicos-alvo, a saber, pacientes, médicos e agências reguladoras estatais. 3 - Metodologia Esse projeto tem como metodologia básica a análise de discurso. Três princípios genéricos guiam essa análise. O primeiro é a relação entre mídia e produção de subjetividade, que é decisiva na medida em que estamos propondo que uma relação entre narrativas de sofrimento e processos de identificação. Esse princípio concerne, assim, à relação entre discurso, endereçamento e constituição da subjetividade. O segundo princípio é uma decorrência e diz respeito ao nexo entre esquemas de classificação dos homens vigentes em uma dada época e as atitudes dos classificados. Reiteramos nesse projeto a proposição ontológica de um nominalismo histórico (Foucault 1982; Hacking 2002). Toda ação humana intencional é uma ação sob descrição. O terceiro princípio genérico de análise do discurso, associado aos outros dois, é a raridade discursiva, proposta por Foucault (Foucault 1997, pp. 137-144). Quando estamos, por exemplo, diante de determinadas críticas à polícia ou diante de uma certa imagem do criminoso, o que faz questão é porque precisamente estas, quando tantas outras seriam possíveis. Diante de uma dada representação midiática da saúde ou do crime, a distância pertinente assumida pela análise não é em relação ao real, mas em relação à outras representações possíveis.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador., Número de produções C, T & A: 3

  • 2010 - 2016

    Risco, portador e vítima virtual, Descrição: Objetivos 3.1 - Gerais 3.1.1 - Desenvolver a hipótese de que as notícias sobre acidentes, crimes e doenças produzem as figuras subjetivas da vítima virtual e do portador por conterem uma classificação hierárquica dos seres humanos, classificação que depende, por sua vez, de construções sobre causas do sofrimento. 3.1.2 - Estudar como diferentes modos de se conceber a causa do sofrimento e, assim, de se classificar hierarquicamente os seres humanos, promovem diferentes formas de estabelecer vínculos entre o sofrimento de estranhos e a audiência, assim como diferentes modos de generalizar os acontecimentos. 3.1.3 - Analisar criticamente a concepção de causa probabilística e individualizada para os sofrimentos proporcionada pelo conceito de risco, considerando as questões de como funciona, por que se torna senso comum e quais são as suas consequências éticas e políticas. 3.2 - Objetivos específicos 3.2.1 - Coletar e comparar as notícias sobre a epidemia da dengue para os anos de 1984 e 2008, na hipótese de que o conceito de fator de risco se torna hegemônico mesmo para se pensar o modo de contágio das doenças infecto-contagiosas, afetando, assim, o modo como se concebe as responsabilidades individual e coletiva. 3.2.2 - Analisar o conceito de estresse pós-traumático e, a partir da análise do testemunho de vítimas de crime e acidentes, experimentar a hipótese de que a mídia está desenvolvendo uma nova linguagem do íntimo, linguagem que constitui o modo como se define um acontecimento. 3.2.3 - Coletar e analisar as notícias sobre acidentes de carro causados por motoristas bêbados nos anos de 2007 e 2008, experimentando a hipótese de que a vítima virtual pode também ser produzida por notícias sobre acidentes na medida em que depende da rotina segura como modo de pensar a justiça. 3.2.4 - Após o estudo de 600 conflitos urbanos associados à segurança pública entre 1993 e 2008, selecionar cerca de 120 reportagens sobre crimes do RJ-TV, 2ª edição, para analisar os. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (10) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador., Número de produções C, T & A: 42

  • 2007 - 2010

    Mídia, risco e sofrimento: a cobertura jornalística da doença e do crime, Descrição: O projeto ?Midia, risco e sofrimento: a cobertura jornalística da doença e do crime? está na continuidade direta do projeto ?O discurso do risco na mídia: a cobertura jornalística dos distúrbios alimentares e da prisão?. Continuidade significa primeiro a manutenção de três hipóteses teóricas principais. Propõe-se aqui que a tão discutida crise da Modernidade corresponde à passagem da norma ao risco como conceitos básicos a partir dos quais se pensa o poder da ação individual e coletiva diante dos sofrimentos humanos. Também se aposta que essa mudança encontra tradução no modo como os meios de comunicação expõem esses sofrimentos. De fato, essa exposição é usualmente acompanhada por indagações contrafactuais ? ?o que teria acontecido se outra coisa tivesse sido feita?? ? e prospectivas ? ?o que pode acontecer se nada for feito de diferente?? ? indicando o que deve ser feito para reduzir e erradicar os sofrimentos ora existentes. Em consequência, também se adianta aqui a hipótese de que os meios de comunicação têm participação na produção das subjetividades contemporâneas do ?portador? e da ?vítima virtual?. Em ambas, o futuro catastrófico antecipado orienta as escolhas individuais no presente. Desse modo, os meios de comunicação, ao elaborarem concepções de senso comum sobre a responsabilidade humana, afetam a ética e a política, pois determinam o valor da ascese e limitam as demandas dos indivíduos em relação às políticas de segurança do Estado. A continuidade significa também a manutenção dos objetos empíricos da saúde e do crime, assim como a manutenção do princípio genérico de análise do discurso, a raridade discursiva. Quando se trata de fazer a crítica da mídia, a distância que este projeto adota não é tanto ou não é tão somente aquela entre representação e realidade, mas aquela entre uma dada representação do crime e da doença e as representações que poderiam existir.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador.

  • 2004 - 2007

    O discurso do risco na mídia: a cobertura jornalística dos distúrbios alimentares e da prisão, Descrição: Objetivos Gerais - Estudar o nexo entre meios de comunicação e medo do crime através da estratégias narrativas de constituição da audiência como vítima virtual. - Estudar o nexo entre narrativa de crime e preconceito social pelo preferência de vítimas, pelos procedimentos retóricos de criação de preconceitos contra lugares e pelos procedimentos de criação da alteridade dos criminosos pela mídia. - Por seleção aleatória, analisar seis semanas por ano para os anos de 2001, 2002, 2003 e 2004 de como o jornal O GLOBO seleciona e narra os crimes contra a pessoa e a propriedade na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. - Por seleção aleatória, analisar seis semanas por ano para os anos de 2001, 2002, 2003 e 2004 de como o RJ-TV e o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão selecionam e narram os crimes contra a pessoa ou a propriedade na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. Específicos - Estudar os nexos entre constituição da audiência como vítima virtual e tipo de crime, frisando especialmente a aleatoriedade da seleção da vítima, sua inocência, a magnitude do dano e a impossibilidade de proteção diante da ocorrência. - Estudar os nexos entre preconceito social e narrativas de crime a partir do lugar da favela nas narrativas de crime na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. - Estudar a criação da alteridade dos criminosos pela mídia, especialmente a atribuição de desrespeito pela vida do outro e de barbárie, com a consequente impossibilidade de reunião do outro ao nós. - Estudar os nexos entre fragilidade existencial, aleatoriedade do crime, bárbarie e a construção de sentido pelos indivíduos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador / Viviane Dutra da Silva - Integrante / Monica Carvalho Zavarese - Integrante / Monique Franco - Integrante / Carolina Sá Carvalho Pereira - Integrante / Mariana Ferreira Pombo - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 18

  • 2002 - 2004

    Arquitetura de rede e interatividade: o futuro da mediação na Internet, Descrição: O projeto integrado de pesquisa Arquiteturas de rede e interatividade: o futuro da mediação na Internet está na continuidade direta do projeto Agentes de rede, banco de dados e subjetividade contemporânea, ora em fase de conclusão. A questão de fundo permanece. Ao investigar o desenvolvimento dos agentes na Internet, o objetivo era analisar uma forma de interface que assegurava o sucesso de alguns sites comerciais ao permitir a personalização do excesso de informação. Dito em outras palavras, a questão era analisar uma forma de mediação interativa, cuja adequação à rede podia ser mensurada pelo sucesso. Deste modo, o novo projeto procura dar continuidade à pesquisa por generalização e aprofundamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador / Luciana Ferreira de Almeida - Integrante / Cristiano Henrique Ribeiro dos Santos - Integrante / Maria Julieta Nunes de Souza - Integrante / Vinicius de Andrade Pereira - Integrante / Adriana Araujo de Souza e Silva - Integrante / André Custódio Peccini - Integrante / Ana Júlia Cury Cabral - Integrante / Juliana Anselmo Rocha - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 26

  • 2002 - 2003

    O problema da Mediação na Internet, Descrição: O projeto de Estágio Pós-Doutoral, O problema da Mediação na Internet, visa estimar o futuro da mediação na Internet considerando as características de sua arquitetura, as formas de interatividade proporcionadas pelas interfaces e os tipos de mediador que estão se difundindo pela rede. Trata-se de uma pesquisa teórica, que analisa os conceitos de rede, interatividade e mediação considerando tanto suas histórias, quanto suas fontes disciplinares. Sua hipótese básica é a de que os novos mediadores, à diferença daqueles que vicejaram após o surgimento dos meios de comunicação de massa, deverão aproveitar o potencial de interatividade contido na estrutura descentralizada da Internet e nos softwares desenvolvidos pelos sites que conquistam repercussão. Desse modo, a pesquisa teórica, que determina o que deve ser observado, precisa ser complementada pela observação das estratégias tecnológicas implementadas na rede. O estágio foi desenvolvido no Departamento de Comunicação da University of Illinois, Chicago, sob a supervisão do Professor Steve Jones.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5

  • 2000 - 2002

    Internet, Agentes de Rede e Subjetividade Contemporânea, Descrição: Objetivos - historiar o surgimento da tecnologia dos agentes de rede por sua conexão com as histórias da interface, da Inteligência Artificial e da probabilidade e pensar as implicações de sua difusão na produção da subjetividade contemporânea; - investigar a responsabilidade das novas tecnologias de comunicação na passagem da Modernidade à Atualidade; construir a diferença entre as subjetividades moderna e contemporânea através das diferentes técnicas de registro das ações dos indivíduos, frisando passagem da norma ao risco e ao grupo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Paulo Roberto Gibaldi Vaz - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 20

Prêmios

2011

Paraninfo, Formandos de Comunicação Social 2011-2.

2011

Aula Inaugural - "Cultura da vítima e discurso midiático", UFMG - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas.

2008

Paraninfo, Formandos de Comunicação Social 2008-1.

2008

Paraninfo, Formandos de Comunicação Social 2008-2.

2007

Paraninfo, Formandos de Comunicação Social 2007-1.

2007

Patrono, Formando de Comunicação Social turma 2007-2.

2007

Aula Inaugural - Risco e Mídia, Programa de Pós graduação do Instituto de Nutrição Jousé de Castro.

2005

Professor Homenageado, Turma de Formandos 2005-2 do Curso de Comunicação Social.

2004

Bolsa de Pesquisa (Nível 2 - 01/03/2004 a 28/02/2007) Projeto - O discurso do risco na mídia, CNPq.

2002

Bolsa de Pesquisa (2A - 03/2002 a 02/2004) Projeto: Arquietura de rede e interatividade - O futuro da mediaçào na Internet, CNPq.

2002

Bolsa de Estágio de Pós-Doutorado realizado na Universidade de Illinois-Chicago (12/2002 a 11/2003), CAPES.

2001

Patrono, Turma de Formandos 2001/2 em Comunicação Social.

2000

Professor Homenageado, Turma de Formandos de 2000/1 da Habilitação de Publicidade e Propaganda da ECO/UFRJ.

2000

Paraninfo, Turma de Formandos de 2000/2 da Habilitação de Publicidade e Propaganda da ECO/UFRJ.

2000

Bolsa de Pesquisa (2B - 03/2000 a 02/2002) Projeto: Internet, Agentes de Rede e Subjetividade Contemporânea, CNPQ.

1999

Paraninfo, Turma de Formandos de 1999/1 do curso de Comunicação Social da ECO/UFRJ.

1999

Paraninfo, Turma de Formandos de 1999/2 do curso de Comunicação Social da ECO/UFRJ.

1998

Patrono, Turma de Formandos de 1998/1 do curso de Comunicação Social da ECO/UFRJ.

1998

Paraninfo, Turma de Formandos de 1998/2 do curso de Comunicação Social da ECO/UFRJ.

1996

Bolsa de Pesquisa (2C - 03/1996 a 02/1998) - Projeto Comunicação e Cognição - as novas tecnologias e a mediaçào generalizada na cultura comunicacional contemporânea, CNPq.

1991

Bolsa Sandwich - PDEE realizado na Univeristé paris V (02/1991-01/1992), CAPES.

1989

Bolsa para Doutorado em Comunicação (1989-1991), CAPES.

1985

Bolsa do CNPq para Mestrado em Filosofia (1985-1988), CNPq.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro, Escola de Comunicação, Departamento de Teoria da Comunicação. , Avenida Pasteur, 250, Fundos, Praia Vermelha, 22295900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 22959399, Fax: (21) 22959449

Experiência profissional

2002 - 2003

University of Illinois at Chicago

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Outro (especifique) Pesquisador Visitante, Carga horária: 40

Outras informações:
Vínculo relativo à obtenção de uma bolsa de Pós-Doutorado da CAPES

1994 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 08/2005

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho de Ensino Para Graduados, Pró Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa.,Cargo ou função, Conselheiro.

  • 03/1995

    Ensino, Comunicação, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Comunicação e Problemas da Técnica

  • 12/1994

    Pesquisa e desenvolvimento, Escola de Comunicação, Departamento de Teoria da Comunicação.,Linhas de pesquisa

  • 03/1994

    Ensino, Jornalismo, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Psicologia da Comunicação, Teoria da Comunicação, Filosofia

  • 08/2005 - 07/2007

    Direção e administração, Escola de Comunicação, Programa de Pós Graduação Em Comunicação.,Cargo ou função, Coordenador de Curso.

  • 04/2001 - 01/2002

    Direção e administração, Escola de Comunicação, Departamento de Teoria da Comunicação.,Cargo ou função, Diretor de Unidade.

  • 07/1997 - 06/2001

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho de Ensino de Graduação, Pró Reitoria de Graduação.,Cargo ou função, Conselheiro.

  • 06/2000 - 03/2001

    Direção e administração, Reitoria.,Cargo ou função, Outro - Coordenador de Graduação do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.

  • 01/1998 - 03/2001

    Direção e administração, Escola de Comunicação, Departamento de Teoria da Comunicação.,Cargo ou função, Vice-Diretor.

  • 01/1998 - 05/2000

    Direção e administração, Escola de Comunicação, Departamento de Teoria da Comunicação.,Cargo ou função, Outro - Diretor Adjunto de Graduação.

1993 - 1994

Faculdade da Cidade

Vínculo: Servidor público ou celetista, Enquadramento Funcional: PROFESSOR ADJUNTO, Carga horária: 20

Atividades

  • 03/1993 - 11/1994

    Ensino, Comunicação, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, INTRODUCAO A FILOSOFIA, HISTORIA DO MUNDO CONTEMPORANEO

1990 - 1991

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio

Vínculo: Outro: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Auxiliar, Carga horária: 8

Atividades

  • 03/1990 - 12/1991

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Epistemologia, Introdução à Filosofia