Eder Novaes Moreira

Iniciei como Técnico Agrícola (1997) pela ETEC em Itapetininga -SP, graduação em Engenharia Agronômica pela UDESC (2006), Mestrado em Agronomia (Fitopatologia) pela UPF (2009) e Doutorado em Fitopatologia pela UFV (2013). Professor na FACEM entre 2010-2019. Atualmente, sou Diretor e Pesquisador na Fitolab Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola. Linhas de pesquisa: Epidemiologia de doenças de planta, Controle químico e Manejo integrado de doenças e quantificação de danos. Os principais patossistemas de interesse são: Soja - Phakopsora pachyrhizi e Corynespora cassiicola; Milho - manchas foliares e podridões do colmo e Algodão - Ramulária e Mancha alvo

Informações coletadas do Lattes em 11/06/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Agronomia (Fitopatologia)

2009 - 2013

Universidade Federal de Viçosa
Título: Comparative epidemiology of soybean rust (Phakopsora pachyrhizi Sydow) in soybean cultivars of different maturity groups.
Orientador: em Ohio State University ( Pierce Anderson Paul)
com Francisco Xavier Ribeiro do Vale. Coorientador: Luiz Antonio Maffia. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Phakopsora pachyrhizi; Index Area Leaf; epidemiology.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico.

Mestrado em Agronomia (Fitopatologia)

2007 - 2009

Universidade de Passo Fundo
Título: FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA: COMPARAÇÃO DE SISTEMAS DE AVISO E A OCORRÊNCIA EM DIFERENTES ESTÁDIOS FENOLÓGICOS,Ano de Obtenção: 2009
Erlei Melo Reis.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Glycine Max; Phakopsora pachyrhizi; Epidemiologia.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Produção Vegetal.

Graduação em Agronomia

2001 - 2006

Universidade do Estado de Santa Catarina
Título: Fitopatologia: Técnicas para diagnose de doenças de plantas
Orientador: Ricardo Trezzi Casa
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Formação complementar

2010 - 2010

Estatística experimental: Aplicações no Software R. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2010 - 2010

Noções sobre Análise Multivariada. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2010 - 2010

Planejamento e Análise de Superfícies de Resposta. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2009 - 2009

Estatística com Aplicações no Software SAS. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

2008 - 2008

Treinamento de quantificação de doenças de plantas. (Carga horária: 12h). , Universidade de Passo Fundo, UPF, Brasil.

2008 - 2008

Curso de Inglês. (Carga horária: 40h). , Wizard Idiomas Passo Fundo, WIZARD, Brasil.

2004 - 2004

Controle químico de doenças em grandes culturas. (Carga horária: 8h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.

2003 - 2003

Capacitação em Apresentações Interativas. (Carga horária: 8h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade/Especialidade: Fitopatologia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitossanidade.

Organização de eventos

RODRIGUES, F. A. ; VALE, F. X. R. ; MOREIRA, Eder Novaes . V Simpósio Brasileiro sobre silício na agricultura. 2010. (Congresso).

Participação em eventos

X Semana Acadêmica de Agronomia - Tendencias da agricultura Moderna no médio norte MT.Desempenho de fungicidas em doenças de milho - BR163 - MT. 2016. (Seminário).

67o SIMPAS (SISTEMAS INTEGRADOS DE MANEJO NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA SUSTENTÁVEL). 2015. (Simpósio).

II Workshop sobre o ?Manejo da Ferrugem na Soja?.Ferrugem da Soja: Estratégias agronômicas para maximizar a eficiência de controle. 2015. (Seminário).

IX Semana Acadêmica de Agronomia - Tendencias da agricultura Moderna.Manejo de doenças na agricultura Mato-grossense:. 2015. (Seminário).

VIII Semana Acadêmica de Agronomia - Agricultura de Precisão: Tecnologia Aplicada na Produção dos Grãos?. 2014. (Seminário).

46 Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2013. (Congresso).

VII Semana Acadêmica de Agronomia - Desafios da Agricultura no Médio Norte Mato-grgrossensee. 2013. (Seminário).

2012 APS Annual Meeting. 2012. (Congresso).

APS North Central Division Meeting. 2012. (Congresso).

VI Reunião brasileira sobre indução de resistência em plantas a patógenos. 2012. (Congresso).

II Simpósio sobre Atualidades em Fitopatologia: Avanços e Perspectivas no Manejo de Doenças de Plantas. 2011. (Simpósio).

43 Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2010. (Congresso).

V Simpósio Brasileiro sobre silício na agricultura. 2010. (Simpósio).

National Soybean Rust Symposium.THE OCCURRENCE OF SOYBEAN RUST DEPENDS ON CROP PHENOLOGIC STAGES?. 2009. (Simpósio).

V Congresso Brasileiro de Soja. 2009. (Congresso).

XLII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. Redes neurais na caracterização da favorabilidade do progresso da ferrugem da soja em Minas Gerais. 2009. (Congresso).

II Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale.Critério técnico indicador de aplicações de fungicidas visando ao controle de doenças foliares do trigo. 2008. (Outra).

XLI Congresso Brasileiro de Fitopatologia. Análise temporal da ferrugem da folha do trigo em diferentes cultivares, safra 2007. 2008. (Congresso).

11a. Reunião Técnica do PROTEF "Manejo de pragas e doenças do eucalipto na região sul do Brasil".Previsão de doenças de plantas. 2007. (Encontro).

II Workshop de Epidemiologia. 2007. (Simpósio).

XL Congresso de Fitopatologia. 2007. (Congresso).

51 Reunião Técnica Anual de Milho e 34 Reunião Técnica Anual de Sorgo. 51 Reunião Técnica Anual de Milho e 34 Reunião Técnica Anual de Sorgo. 2006. (Congresso).

Workshop sobre nutrição e adubação da cultura da banana. 2006. (Seminário).

XVII Reunião Internacional Acorbat 2006. 2006. (Congresso).

XV Semana Acadêmica de Agronomia.XV Semana Acadêmica de Agronomia. 2006. (Seminário).

XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia. XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2006. (Congresso).

7 Encontro sobre Manejo Integrado: Sementes de Qualidade, Base da Sustentabilidade.7 Encontro sobre Manejo Integrado: Sementes de Qualidade, Base da Sustentabilidade. 2005. (Encontro).

Avanços em Agronomia.Avanços em Agronomia. 2005. (Encontro).

Destaques do Curso de Agronomia na IX Jornada Acadêmica.Destaques do Curso de Agronomia na IX Jornada Acadêmica. 2005. (Encontro).

XIV Semana Acadêmica da Agronomia.XIV Semana Acadêmica da Agronomia. 2005. (Seminário).

XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. .. 2005. (Congresso).

IX Jornada Acadêmica e XIV Seminário de Iniciação Científica.IX Jornada Acadêmica e XIV Seminário de Iniciação Científica. 2004. (Seminário).

VII Enfrute.VII ENFRUTE. 2004. (Encontro).

XIII Semana Acadêmica de Agronomia.XIII Semana Acadêmica de Agronomia. 2004. (Seminário).

XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2004. (Congresso).

Dia de Divulgação da Pesquisa em Agronomia.Dia de Divulgação da Pesquisa em Agronomia. 2003. (Encontro).

XII Semana Acadêmica de Agronomia.XII Semana Acadêmica de Agronomia. 2003. (Seminário).

XI Semana Acadêmica de Agronomia.XI Semana Acadêmica de Agronomia. 2002. (Seminário).

X Semana Acadêmica de Agronomia.X Semana Acadêmica de Agronomia. 2001. (Seminário).

45 Reunião Técnica Anual do Milho e 28 Reunião Ténica Anual do Sorgo.45Reunião Técnica Anual do Milho 28 Reunião Técnica Anual do Sorgo. 2000. (Encontro).

Projetos de pesquisa

  • 2005 - 2007

    DESENVOLVIMENTO DE LIMIAR DE DANO ECONÔMICO COMO CRITÉRIO INDICADOR PARA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA VISANDO O CONTROLE CONJUNTO DE DOENÇAS FOLIARES EM TRIGO, Descrição: Uma das dificuldades encontradas pelos produtores para produzir trigo no sul do Brasil é o excesso de precipitação pluvial e o acúmulo de dias encobertos, favoráveis a ocorrência e o aumento da intensidade de doenças (Reis et al., 2001). A aplicação de fungicidas visando o controle químico de doenças é um dos fatores que aumentam o custo de produção. De acordo com a indicação da pesquisa as aplicações podem ser realizadas levando-se em consideração a incidência da doença, o dano que ela causa, o preço de venda do produto (semente ou grão), a eficácia do fungicida utilizado e o custo de controle. Essas variáveis são utilizadas na definição do critério para aplicar o fungicida com base em um limiar de dano econômico (LDE) (Reis et al., 2004; Indicações, 2005), permitindo assim aplicar o fungicida somente Quando a doença cause uma perda igual ao custo de controle. No trigo o LDE está definido para oídio, ferrugem e manchas foliares. No entanto, tais doenças podem ocorrer simultaneamente na mesma folha, planta, cultivar e área de cultivo, o que dificulta para a assistência técnica definir qual o LDE deve ser usado na tomada de decisão do início da aplicação e se vai ou não aplicar. Diante do exposto, existe a necessidade de desenvolver-se o LDE como critério indicador para aplicação de fungicida visando otimizar o controle conjunto de doenças foliares, propiciando um controle químico sustentável no que diz respeito a redução do custo de produção e a proteção do meio ambiente.... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eder Novaes Moreira - Integrante / Ricardo Trezzi Casa - Coordenador / Daniel A. Bohatchuk - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2

  • 2003 - 2005

    Efeito de sistemas de manejo de produção na incidência de podridões do colmo e de grãos ardidos em diferentes cultivares de milho, Descrição: O cultivo do milho em monocultura e plantio direto favorece a sobrevivência, a manutenção e a multiplicação do inóculo tanto de agentes biotróficos como de agentes necrotróficos. Com clima favorável ao desenvolvimento dos patógenos, os danos podem ser consideráveis na cultura, como por exemplo, o ataque severo de doenças foliares e podridões do colmo e da espiga. Apesar da incidência e da severidade das podridões do colmo variarem, estas ocorrem em todas as lavouras e safras de cultivo. As perdas causadas pelas podridões do colmo são estimadas em 415 milhões de dólares por safra. Como regra, os fungos agentes causais das podridões do colmo, são também responsáveis pelas podridões da espiga. Os grãos infectados podem exibir sintomas de grãos ardidos. Assim, espigas podres reduzem o rendimento de grãos e a qualidade do grão. Na comercialização dos grãos, é descontado do preço oferecido, um porcentual referente a incidência de grãos ardidos. A pesquisa tem demonstrado haver uma redução na intensidade das podridões do colmo e da espiga quando o milho é cultivado em rotação de culturas e em diferentes sistemas de manejo. Por outro lado, as espécies vegetais utilizadas antecedentes ao milho, como forma de cobertura morta em plantio direto, pode anular o efeito da rotação, por serem hospedeiras dos agentes causais do milho. Além disto, o nível tecnológico empregado pelos agricultores é variável entre propriedades. A diferença entre fornecimento de insumos, manejo de invasores, pragas e escolha do material genético também pode afetar a ocorrência e a intensidade das doenças. Com base no exposto, as ações de pesquisa deste projeto se concentrarão em relacionar diferentes sistemas de produção e diferentes cultivares de milho sobre a incidência de podridões do colmo, de grãos ardidos e de fungos patogênicos associados à semente.... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eder Novaes Moreira - Integrante / Ricardo Trezzi Casa - Coordenador / Noel Alves Ribeiro - Integrante / Leonardo Almeida Wille - Integrante / Luiz Sangoi - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 4

  • 2003 - 2005

    Efeito de densidades de semeadura em diferentes híbridos de milho na incidência de podridões do colmo e de grãos ardidos, Descrição: O uso de populações inferiores à densidade ótima retarda a ocupação dos espaços disponíveis e diminui a interceptação da radiação solar incidente (Westgate et al., 1997), reduzindo a produção de grãos por área (Andrade et al., 1999). Por outro lado, a utilização de densidades superiores à densidade ótima estimula a dominância apical (Sangoi, 1996). Com isso, as plantas sofrem influência do microclima, tornando-se mais suscetível ao ataque de podridões de colmo e espiga e incidência de grãos ardidos. O sistema plantio direto associado a diferentes densidades de semeadura alteram marcadamente a comunidade biológica no agroecossistema e o microclima. Os fungos necrotróficos que sobrevivem no solo e/ou nos restos culturais sofrem a maior interferência do plantio direto e o reflexo é o aumento da intensidade de algumas doenças do milho. A redução das podridões de colmo, espiga e grãos ardidos, em função dos restos culturais proveniente de plantio direto e/ou monocultivo em diferentes populações de plantas, serão avaliadas em cultivares de milho com diferentes bases genéticas para a disponibilização da melhor densidade de plantas para diminuir as perdas e custos de produção, pois a prática de plantio direto e/ou monocultivo do milho representa uma atividade muito adotada, principalmente entre os pequenos produtores.... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Eder Novaes Moreira - Integrante / Ricardo Trezzi Casa - Integrante / Amauri Bogo - Coordenador / Noel Alves Ribeiro - Integrante / Luiz Sangoi - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Fitolab Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola, Fitolab Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola. , Rod. BR-163 km 738 Cx Postal 477, Zona Rural, 78890000 - Sorriso, MT - Brasil - Caixa-postal: 477, Telefone: (66) 999993031, URL da Homepage:

Experiência profissional

2013 - Atual

Faculdade Centro Mato-Grossense

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenador do Curso de Agronomia, Carga horária: 30

2010 - Atual

Faculdade Centro Mato-Grossense

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Universitário, Carga horária: 20

2013 - Atual

Faculdade La Salle de Lucas do Rio Verde

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Universitário, Carga horária: 4

Atividades

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Gestão da Tecnologia da Informação, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

2009 - 2013

Universidade Federal de Viçosa

Vínculo: Doutorando, Enquadramento Funcional: Bolsista CNPq, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 03/2009

    Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de Fitopatologia, .,Linhas de pesquisa

  • 03/2009

    Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de Fitopatologia, .,Linhas de pesquisa

2008 - 2009

Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia Ltda

Vínculo: Sócio Cooperado, Enquadramento Funcional: Assistente Técnico de Pesquisa, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Prestação de serviço autônomo para Syngenta Crop, desenvolvendo trabalhos de pesquisa nas culturas de Soja, Milho e Algodão. Com ênfase em proteção de plantas.

2008 - 2008

Associação dos Produtores e Comerciantes de Sementes e Mudas do Rio Grande

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Fitopatologista - Patologia de sementes, Carga horária: 12

Atividades

  • 03/2008 - 12/2008

    Serviços técnicos especializados , Laboratório de Patologia de Sementes, .,Serviço realizado, Identificação e quantificação de microorganismos associados as sementes, com ênfase em fungos patogênicos.

2007 - 2009

Universidade de Passo Fundo

Vínculo: Mestrando, Enquadramento Funcional: Bolsista CAPES, Regime: Dedicação exclusiva.

2006 - 2006

Universidade de Passo Fundo

Vínculo: Estágiario, Enquadramento Funcional: Estágiario, Carga horária: 40

Outras informações:
Estágio em Fitopatologia, realizado no Laboratório de Fitopatologia da UPF, sobre orientação do Prof. Erlei Melo Reis

Atividades

  • 03/2007 - 12/2008

    Pesquisa e desenvolvimento , Laboratório de Fitopatologia, .,Linhas de pesquisa

  • 01/2006 - 05/2006

    Estágios , Laboratório de Fitopatologia, .,Estágio realizado, Neste período, acompanhou-se atividades de rotina do Laboratório: diagnose de doenças de plantas, ensaios de campo, dentre outras.

2005 - 2005

Universidade do Estado de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista Iniciação Cientifica, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC/CNPq - Fitopatologia, Carga horária: 20

2004 - 2005

Universidade do Estado de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista Iniciação Cientifica, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC/CNPq - Fitopatologia, Carga horária: 20

2003 - 2004

Universidade do Estado de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista Iniciação Cientifica, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC/CNPq - Fitopatologia, Carga horária: 20

2002 - 2003

Universidade do Estado de Santa Catarina

Vínculo: Bolsista Monitor Informática, Enquadramento Funcional: Bolsista no Setor de Informática, Carga horária: 20

Outras informações:
Atividades desenvolvidas: Auxilio aos acadêmicos para realização de trabalhos.

Atividades

  • 08/2005 - 08/2007

    Pesquisa e desenvolvimento , Centro Agroveterinário, .,Linhas de pesquisa

  • 08/2003 - 12/2005

    Pesquisa e desenvolvimento , Centro Agroveterinário, .,Linhas de pesquisa

1998 - 2000

Citrovita Agrícola Ltda.

Vínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Técnico Agrícola, Carga horária: 40

Outras informações:
Inicie como inspetor de pragas e doenças, posteriormente fui enquadrado como viverista especializado. Como viverista, coordenava atividades e acompanhava equipe, com objetivo de produzir mudas cítricas.