Marília de Sá Estéfano

Possui graduação em Enfermagem pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (2011). Atualmente atua como Enfermeira Referência na Unidade Coronária do Hospital Sírio-Libanês. Tem experiência no cuidado ao paciente crítico, especializada em cardiologia, atua também como enfermeira preceptora no desenvolvimento profissional de novos colaboradores.

Informações coletadas do Lattes em 25/01/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Especialização Enfermagem em Cardiologia

2015 - 2016

Hospital Sirio-Libanes
Título: Prevalência de fatores de risco para Fibrilação Atrial em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca

Aperfeiçoamento em andamento em Enfermagem em Nefrologia

2012 - Atual

Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil
Título: Avaliação do conhecimento sobre a Doença Renal Crônica do paciente em hemodiálise
Orientador: Claudia Bernardi Cesarino
Bolsista do(a): Hospital de Base - Fundação Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FUNFARME, Brasil.

Graduação em Enfermagem

2008 - 2011

Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
Título: PREVINA-SE: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto-SP
Orientador: Claudia Bernardi Cesarino
Bolsista do(a): Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

Formação complementar

2016 -

Grupo de Estudo para Melhores Práticas em Enfermagem. (Carga horária: 22h). , Hospital Sírio-Libanês, SIRIO-LIBANÊS, Brasil.

2016 - 2016

Advanced Cardiac Life Support - ACLS. , Hospital Sírio-Libanês, SIRIO-LIBANÊS, Brasil.

2012 - 2012

Ações de enfermagem na prevenção e controle das in. (Carga horária: 30h). , Conselho Federal de Enfermagem, COFEN, Brasil.

2012 - 2012

Simpósio de Enfermagem em Cardiologia. (Carga horária: 7h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2012 - 2012

Campanha Mundial da Hipertensão Arterial. (Carga horária: 10h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2012 - 2012

Ações Governamentais em Políticas Públicas de Saúd. (Carga horária: 30h). , Conselho Federal de Enfermagem, COFEN, Brasil.

2012 - 2012

Campanha Dia Mundial do Rim. (Carga horária: 10h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2011 - 2011

Extensão universitária em Liga de Geriatria e Gerontologia da FAMERP. (Carga horária: 30h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2011 - 2011

Avanços do Cuidado Paliativo. (Carga horária: 3h). , I Congresso de Saúde do Oeste Paulista, FAMERP, Brasil.

2011 - 2011

Atualização em práticas de Enfermagem. (Carga horária: 3h). , X Encontro de Enfermeiros de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo, ENFHESP, Brasil.

2011 - 2011

Capacitação: Abrodagem Sindrômica das DST. (Carga horária: 18h). , Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto, SMS, Brasil.

2010 - 2010

Extensão universitária em PROJETO RONDON - Operação Centro-Nordeste Bahia. (Carga horária: 160h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2010 - 2010

Extensão universitária em Liga Acadêmica de Hipertensão Arterial da FAMERP. (Carga horária: 26h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2010 - 2010

Agentes Multiplicadores de Prevenção em DST / AIDS. (Carga horária: 4h). , Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto, SMS, Brasil.

2010 - 2010

Inserção do portador de Transtornos Mentais na Soc. (Carga horária: 3h). , VII CAIC - Congresso Anual de Iniciação Científica, VII CAIC, Brasil.

2009 - 2010

III Grupo de Curativos e Estomias da FAMERP.. (Carga horária: 120h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em Liga do Trasnplante de Órgãos e Tecidos. (Carga horária: 48h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em Grupo de Apoio e Aconselhamento aos Alunos FAMERP. (Carga horária: 80h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

2009 - 2009

Prevenção das DST / AIDS / HEPATITES B e C. (Carga horária: 9h). , Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto, SMS, Brasil.

2009 - 2009

Oficina de Prevenção: Manejo Sindrômico das DST. (Carga horária: 2h). , Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto, SMS, Brasil.

2008 - 2008

Extensão universitária em Programa Eis-me Aqui. (Carga horária: 84h). , Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil, FAMERP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica/Especialidade: Cardiologia.

Participação em eventos

I Simpósio Internacional do Paciente Cirúrgico de Alto Risco. 2018. (Simpósio).

XXXIX Congresso da Socesp. Arritmia ventricular por remodelamento cardíaco em paciente com dispositivo de assistência ventricular HeartMate II: Relato de caso. 2018. (Congresso).

Campanha: Dia nacional de prevençãp e combate a hipertensão arterial.Campanha Nacional do combate a hipertensão arterial. 2012. (Outra).

Campanha de doação de Sangue.Campanha de doação de sangue. 2012. (Encontro).

Campanha Mundial do Rim.Campanha Mundial do Rim. 2012. (Encontro).

Dia do Enfermeiro. 2012. (Encontro).

I Congresso Brasileiro Multiproffisional de Nefrologia. 2012. (Congresso).

I Feira de Profissões e Vestibulares de José Bonifácio.Enfermagem. 2012. (Oficina).

II SImpósio de Terapia Infusional do Hospital de Base de São José do Rio Preto. 2012. (Simpósio).

I Reunião Científica do Grupo de Curativos da FAMERP. 2012. (Encontro).

Prevenção de erros de medicação e infecções em sistemas de infusçaõ. 2012. (Simpósio).

Simpósio de Enfermagem em Cardiologia. 2012. (Simpósio).

V Congresso Luso-Brasileiro em Nefrologia. 2012. (Congresso).

VII Simpósio Internacional de Enfermagem em Nefrologia. 2012. (Simpósio).

XVI Congresso Brasileiro de Enfermagem em Nefrologia. 2012. (Congresso).

1ª Fase da Campanha Nacional de Vacinação COntra Poliomielite e Campanha de seguimento contra o Sarampo. 2011. (Outra).

Atualização em Práticas de Enfermagem: Ressucitação Cardio Pulmonar; Feridas; Manejo da Dor. 2011. (Outra).

Avaliação de Enfermagem Cardiopulmonar - utilização do body paint - COREN/SP. 2011. (Seminário).

Campanha NAcional de Vacinação contra a Influenza. 2011. (Outra).

CAPE NO INTERIOR - Parto Normal: Desafios e Perspectivas na Assistência e a Utilização da Simulação Prático-Realística. 2011. (Seminário).

Desafios do Envelhecimento: Cidade Amiga do Idoso. 2011. (Encontro).

Encontro sobre Erro em Enfermagem. 2011. (Encontro).

Exame Físico Cardiop. - Utilização do Bdy Paint - Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem Wanda de Aguiar Horta.. 2011. (Oficina).

I Congresso do Oeste Paulista. 2011. (Congresso).

II Simpósio de Segurança do Paciente - Pólo São José do Rio Preto/SP. 2011. (Simpósio).

IV Encontro das Ligas: Feira da Saúde, Liga de Apoio aos Portadores de Diabetes. 2011. (Encontro).

IV Endontro das Ligas: Feira da Saúde, Liga de Geriatria e Gerontologia. 2011. (Encontro).

Prevenindo erros de medicação no Brasil. 2011. (Outra).

Simpósio de Emergência em otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. 2011. (Simpósio).

X - ENFHESP: Encontro de Enfermeiros de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo. 2011. (Congresso).

2ª Mostra das Ligas Acadêmicas da FAMERP. 2010. (Outra).

Avaliação de risco e conduta para suspeita de Dengue. 2010. (Oficina).

Campanha Nacional de Combate a Hipertensão Arterial. 2010. (Oficina).

II Fórum Pró Saúde FAMERP/ Secretaria Munucipal de Saúde de São José do Rio Preto/SP. 2010. (Outra).

Mini-Curso Inserção do Portador de Transtornos Mentais na Sociedade. 2010. (Outra).

Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP. 2010. (Outra).

Semana da Enfermagem: O poder do Cuidado. 2010. (Encontro).

Semana de Enfermagem. 2010. (Outra).

VI Encontro de Prevenção da Doença Renal Crônica (SBN e SONESP). 2010. (Encontro).

VII CAIC - Congresso Anual de Iniciação Científica. 2010. (Congresso).

Capacitação sobre ?Prevenção das DST / AIDS/ Hepatites B e C?. 2009. (Outra).

Dia do Enfermeiro. 2009. (Outra).

I Fórum Pró-Saúde FAMERP. 2009. (Outra).

I Simpósio de Biossegurança Hospitalar e Laboratorial. 2009. (Simpósio).

Oficina de Prevenção: Manejo Sindrômico das DST. 2009. (Oficina).

Palestra: A Importância das DST na Epidemia da AIDS. 2009. (Outra).

Palestra: Humanização. 2009. (Outra).

VI Coquetel de Luta contra a AIDS. 2009. (Outra).

XI Campanha Nacional de Doação de Órgãos. 2009. (Encontro).

III Encontro de pesquisa do Curso de Graduação em Enfermagem FAMERP. 2008. (Encontro).

II Jornada de Enfermagem em Oncologia. 2008. (Outra).

I Simpósio do Projeto Rondon. 2008. (Simpósio).

Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP. 2008. (Outra).

Semana de Enfermagem. 2008. (Outra).

Produções bibliográficas

  • Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; RIBEIRO, D. F. ; ESTÉFANO, M. S. . Avaliação do conhecimento sobre a Doença Renal Crônica do paciente em hemodiálise. In: XVI Congresso Brasileiro de Enfermagem em Nefrologia, 2012, Araras. Congresso Brasileiro de Enfermagem em Nefrologia, 2012.

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; RIBEIRO, D. F. ; BERTOLIN, D. C. ; JULIO, M.V.F.R . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. In: I CONGRESSO DE SAÚDE DO OESTE PAULISTA, 2011. Arquivo Ciências da Saúde, 2011.

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; BERTOLIN, D. C. ; JULIO, M.V.F.R . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. In: X ENFHESP - Encontro dos Enfermeiros de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo, 2011. Arquivo Ciências da Saúde, 2011.

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; BERTOLIN, D. C. ; RIBEIRO, D. F. . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto. In: XVI Congresso Brasileiro de Enfermagem em Nefrologia, 2011, Araras. Congresso Brasileiro de Enfermagem em Nefrologia, 2012.

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC . PREVINA-SE: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. In: VII CAIC Congresso Anual de Iniciação Científica, 2010, São José do Rio Preto. Arquivo Ciências da Saúde, 2010. v. 17, 2010.

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; BERTOLIN, D. C. ; JULIO, M.V.F.R . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; BERTOLIN, D. C. ; JULIO, M.V.F.R ; RIBEIRO, D. F. . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC ; RIBEIRO, R. C. H. M. ; JULIO, M.V.F.R ; RIBEIRO, D. F. ; BERTOLIN, D. C. . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ESTÉFANO, M. S. ; Cesarino, BC . Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ESTÉFANO, M. S. . PREVALÊNCIA DE FATORES DE RISCO PARA FIBRILAÇÃO ATRIAL EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA CARDÍACA 2015 (Pós Graduação).

Outras produções

ESTÉFANO, M. S. . Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza - Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto - Secretaria de Saúde. 2011.

ESTÉFANO, M. S. . 1ª Fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra Poliomielite e Campanha de Seguimento contra o Sarampo - Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto - Secretaria de Saúde. 2011.

ESTÉFANO, M. S. . Campanha Nacional de Combate a Hipertensão Arterial - Liga Acadêmica de Hipertensão da FAMERP e Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto-SP. 2010.

ESTÉFANO, M. S. . XI Campanha Nacional de Doação de Órgãos - Instituto de Urologia e Nefrologia de São José do Rio Preto. 2009.

ESTÉFANO, M. S. . I Workshop de Enfermagem. 2012. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

ESTÉFANO, M. S. . Boas práticas da Terapia Nutricional, Parenteral e Enteral. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

ESTÉFANO, M. S. . Orientação do paciente no pós-operatório em Cirurgia Cardíaca. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - 2018

    Acidente Vascular Hemorrágico em paciente com dispositivo de assistência ventricular HeartMate II: Relato de Caso, Descrição: Introdução: A insuficiência cardíaca (IC) é um problema de saúde pública no Brasil. Os dispositivos de assistência ventricular (DAV) são usados no tratamento da IC refratária, ponte para transplante cardíaco ou terapia destino para melhorar a sobrevida. Nos Estados Unidos são instalados mais de 1500 DAV, mas se associam a complicações tromboembólicas, hemorrágicas e aumentam mortalidade intrahospitalar. Caso:M.N.S.N., 59 anos, sexo feminino, portadora de miocardiopatia dilatada idiopática, contraindicada ao transplante e optado pelo HeartMate II como terapia destino. Emanticoagulação oral (ACO) com Varfarina. Após nove meses de DAV, interna com súbito rebaixamento do nível de consciência (RNC) e déficit motor. Evidenciado em tomografia de crânio (TC) um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico com transformação hemorrágica, abordado cirurgicamente. Permanece internada quatro meses. Reinterna após cento e vinte dias com RNC. Em TC evidenciado novo AVEhemorrágico extenso. Evolui a óbito após dois dias. Discussão: Como o DAV começou a ser amplamente utilizado, o sangramento foi notado como principal evento adverso,responsável por reinternações e identificado em 30% dos pacientes. Os fatores de risco associados ao sangramento são idade maior de 65 anos, sexo feminino, hipertensão, cardiomiopatia isquêmica e ACO. A identificação dos riscos hemorrágicos pode contribuir para manejo medicamentoso e estratégias individualizadas de terapia de ACO, pois eventos fatais não estão relacionados diretamente ao uso do DAV e sim acomplicação tromboembólica, risco cirúrgico e infecção. A literatura corrobora com o caso clínico em relação a sexo feminino e ACO, porém não com idade e etiologia da cardiopatia. Pelo crescente uso do DAV é importante uma equipe de enfermagem apta a manejar cuidados de alta complexidade, que identifica precocemente complicaçõescomo alteração de nível de consciência, exames laboratoriais e sinais de infecção. O enfermeiro atua na educação aos pacientes e familiares sobre riscos, complicações, terapia medicamentosa e procura de serviços de referência em DAV. Apos oprimeiro evento, paciente teve alta sem complicações relacionadas ao ambiente hospitalar, como lesão por pressão, pneumonia associada à ventilação mecânica e em reabilitaçãomultiprofissional. Conclusão: É necessário dispor de protocolos para melhores práticas de cuidados, minimizando danos. Diante deste problema, a equipe de enfermagem tem papel crucial na prevenção de complicações, identificação dos fatores de risco e educação em saúde nas terapias medicamentosas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marília de Sá Estéfano - Integrante / Karoline Razimavicius Barbado - Coordenador / Natalia Balestra - Integrante / Melissa Alves Cirelli - Integrante / eidiane Moreira Santiago - Integrante / Paloma Ferrer Gomez - Integrante / Camila Renata Janini Archilha - Integrante / Arlete de Cássia Ribeiro - Integrante / Rosangela Monalisa dos Santos - Integrante.

  • 2018 - 2018

    Arritmia ventricular por remodelamento cardíaco em paciente com dispositivo de assistência ventricular HeartMate II: Relato de caso, Descrição: A Insuficiência Cardíaca (IC) é a consequência de todas as cardiopatias, sua prevalência vem aumentando exponencialmente, sendo a principal causa de hospitalização, com elevadas taxas de mortalidade e custos hospitalares. Os dispositivos de assistência ventricular (DAV) são utilizados como tratamento da IC refratária, ponte para transplante cardíaco ou terapia de destino como objetivo de melhorar a taxa de sobrevida. Muitas complicações vêm sendo relatadas após o implante de DAV, sendo o remodelamento reverso uma delas.Caso: E.R.O., 55 anos, sexo masculino, portador de miocardiopatia dilatada por uso de esteróides, com indicação ao transplante cardíaco, recusado pelo paciente, optado pela instalação de HeartMate II como terapia de destino. Após duas semanas do implante do DAV paciente evolui com episódios de Taquicardia Ventricular Não Sustentada (TVNS), no repouso e aos mínimos esforços, apresentando sintomas de visão turva e tontura, atingindo frequência cardíaca de 190bpm. Em Ecocardiograma Transtorácico evidenciou mal posicionamento de inflow cânula após remodelamento de VE. Foram realizados ajustes nos parâmetros do dispositivo, velocidade de rotação, porém paciente evoluiu com novos episódios de TVNS. Optou-se por intervenção cirúrgica para reposicionamento de cânula do DAV. Em pós-operatório evoluiu estável, sem episódios de TVNS, após 128 dias recebeu alta hospitalar. Discussão:O remodelamento cardíaco é o conjunto de alterações moleculares, estruturais e de funcionalidade em resposta à determinada agressão, com início adaptativo que permite a manutenção da função miocárdica. Embora raro alguns portadores de IC com fração de ejeção reduzida podem apresentar remodelamento reverso do VE. Em pacientes com DAV o aparecimento de arritmias supraventriculares e ventriculares é frequente, muitas vezes pelo mal posicionamento da cânula do dispositivo em contato com a parede do ventrículo já remodelado. Diante do exposto,com o número crescente de pacientes com DAV, é importante que o enfermeiro conheça a tecnologia existente e trace estratégias de cuidados para a realização da prática assistencial integral. Conclusão: É estabelecido que a remodelação cardíaca esteja associada à arritmias ventriculares, apesar de avanços na terapêutica, a mortalidade associada permanece alta. O conhecimento pelo enfermeiro dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos é fundamental para o gerenciamento de problemas de saúde sendo útil para diagnosticar complicações precoces. Faz-se necessário mais estudos para nortear a prática baseada em evidências.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marília de Sá Estéfano - Coordenador / Karoline Razimavicius Barbado - Integrante / Natalia Balestra - Integrante / eidiane Moreira Santiago - Integrante / Paloma Ferrer Gomez - Integrante / Camila Renata Janini Archilha - Integrante / Rosangela Monalisa dos Santos - Integrante.

  • 2018 - 2018

    Cuidados de Enfermagem em pacientes em uso de dispositivo de assistência ventricular Heartmate II: Qual curativo utilizar?, Descrição: Introdução: A instalação de dispositivos de assistência ventricular (DAV) como o Heartmate II já é uma realidade brasileira como ponte para o transplante ou terapia de destino para os pacientes com IC avançada e refratária. A sepse é a maior causa de morte nestes pacientes tendo como principal causa de infecção o fio de alimentação transcutânea (driveline). Objetivo: Descrever através de relato de caso, diferentes tipos de curativos utilizados na cobertura de driveline e comparar sua eficácia perante aos recomendados pela literatura. Caso: J.N.H., 76 anos, masculino, portador de miocardiopatia isquêmica e refratária com contra-indicação ao transplante cardíaco sendo optado pela instalação de HeartMate II como terapia de destino. Após três meses do implante, paciente cursou infecção em sítio de saída causada pela presença de Pseudomonas aeruginosa multi sensível. Inicialmente, foi utilizado a cobertura através clorexidine alcoólico a 0,5% em inserção, clorexidine aquoso a 1% em driveline, seguido por curativo gaze AMD antimicrobiana e curativo absorvente de poliuretano molnlycke conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Cardiologia. O uso do curativo não demonstrou melhora em relação a hiperemia e quantidade de secreção apresentada sendo então optado pelo debridamento cirúrgico e modificação da prescrição de curativo para solução salina em inserção e driveline seguido por cobertura com filme transparente e troca intensificada em pelo menos três vezes ao dia. Após 13 dias da medida, paciente evoluiu com melhora de hiperemia e secreção, recebendo alta hospitalar com reorientação de curativo domiciliar. Discussão: O cuidado aos pacientes em uso de DAV deve ser direcionado à prevenção, detecção precoce de possíveis infecções e rápida intervenção. Contanto, a literatura quanto aos cuidados de enfermagem, sobretudo em relação ao tipo de cobertura que é melhor empregada ainda é escassa e o cuidado aos portadores é realizado muitas vezes de maneira empírica e sem evidência científica. Embora as entidades recomendem curativo através de clorexidine alcóolica não é possível afirmar ser esta a melhor evidência uma vez que o número de portadores no Brasil ainda é baixa e não se tem estudos de impacto realizados. Conclusão: A infecção de driveline é vista como a maior complicação entre os portadores de DAV. Com o aumento do número de portadores se faz necessária a realização de estudos, criação de protocolos que norteiem o cuidado baseado em evidências e a capacitação dos centros de referência, portador e família.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marília de Sá Estéfano - Coordenador / Karoline Razimavicius Barbado - Integrante / eidiane Moreira Santiago - Integrante / Paloma Ferrer Gomez - Integrante / Camila Renata Janini Archilha - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Fatores de Risco para Fibrilação Atrial em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca, Descrição: Revisão integrativa da Literatura com o objetivo de identificar o conhecimento produzido sobre os fatores de risco relacionados em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca que desenvolveram FA no pós-operatório.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marília de Sá Estéfano - Coordenador.

  • 2012 - Atual

    Avaliação do conhecimento sobre a Doença Renal Crônica do paciente em hemodiálise, Descrição: A educação em saúde é um dos elementos para a promoção e prevenção, sendo o enfermeiro o profissional responsável por sistematizar e incentivar o auto cuidado, desenvolver atividades educativas, reduzir a incidência da doença renal, assim como buscar uma melhoria na qualidade de vida. É necessário que o paciente e/ou familiares sejam capazes de tomar decisões referentes ao tratamento, refletir quanto à adesão a ele, e também, que eles tenham conhecimento suficiente para fazê-lo. O objetivo do trabalho foi identificar as características sócio demográficas do paciente em hemodiálise, os fatores de riscos prevalentes e avaliar o grau do conhecimento sobre a Doença Renal Crônica (DRC). Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem quantitativa que foi realizado em uma Unidade de Tratamento Dialítico de um Hospital Escola no interior do Estado de São Paulo com 102 pacientes adultos, maiores de idade, em tratamento por hemodiálise num período de seis meses ou mais. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado à entrevista semiestruturada para caracterizar o perfil sócio demográfico e clínico da população e um instrumento para avaliar o grau do conhecimento sobre a DRC. Foram utilizados valores percentuais por meio do Microsoft Office Excel. A maioria dos pacientes foi do sexo masculino (61,5%); com baixo nível sócio econômico (64,9%); diabéticos (46,4%); hipertensos (92,2%); com idade média de 56,7 anos. Relataram ter antecedentes familiares com diabetes melitus (55,8%), com hipertensão arterial (84,4%) e com doença renal (39,8%). Com relação à avaliação do grau de conhecimento sobre a DRC 67,5% referem não saber a causa da doença renal; 79,2% não sabiam quais os sintomas da doença e que não há cura para tal patologia; 53,4% relataram que não foram informados sobre os tipos de tratamento; 62,3% não optaram pelo tratamento atual e 49,3% não possuem informações sobre diálise peritoneal. Constatou-se que grande parte dos entrevistados não possui conhecimento suficient. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Especialização: (3) / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Marília de Sá Estéfano - Coordenador / Claudia Bernardi Cesarino - Integrante / Rita de Cássia Helú Mendonça Ribeiro - Integrante / Daniele Fávaro Ribeiro - Integrante.

  • 2010 - 2011

    PREVINA-SE: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto, Descrição: A Doença Renal (DR) é um problema de saúde pública, sendo a hipertensão arterial a causa mais prevalente no Brasil. A prevenção da DR é necessária, detectando grupos de risco e os pacientes com a doença instalada. Trata-se de um estudo descritivo com os objetivos de identificar as características sócio demográficas e clínicas da população, os fatores e grupos de risco para a DR e verificar as alterações na função glomerular. A coleta de dados foi realizada nas Unidades Básicas de Saúde de São José do Rio Preto, que utilizou a entrevista semi-estruturada composta por dados sócio demográficos e clínicos e a Ficha Unificada de Rastreamento da DR da Sociedade Brasileira de Nefrologia. A amostra foi de 1213 usuários escolhidos por conveniência com idade igual ou superior a 18 anos. Foram utilizados valores percentuais e os testes estatísticos qui-quadrado e comparação univariada. A maioria dos usuários foi do gênero feminino (70,18%), com idade média de 52,85±15,46 anos, 56,85% de baixo nível sócio econômico, apresentando sobrepeso (27,41±5,28). Quanto aos fatores de risco observou-se que 56,72% tinham doenças cardiovasculares familiar, 56% apresentavam mais de um tipo de doença, 58,8% eram sedentários, sendo que houve associação significativa da diabetes com a hipertensão arterial como grupos de risco (p<0,01). As alterações renais encontradas foram: 3,8% apresentaram hematúria e 2,9% proteinúria. Conclusões: Verificou-se que a maioria dos entrevistados não possui manifestação de DR, porém apresenta fatores de risco e pertence ao grupo de risco. Estes resultados possibilitarão subsídios para intervenções na prevenção da DR e para o seu diagnóstico precoce. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marília de Sá Estéfano - Coordenador., Financiador(es): Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil - Bolsa.

Prêmios

2010

Menção Honrosa pelo trabalho intitulado "Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP"-, VII CAIC, Diretoria de Pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Hospital Sírio-Libanês. , Rua Dona Adma Jafet, Bela Vista, 01308050 - São Paulo, SP - Brasil, Telefone: (11) 33945032

Experiência profissional

2014 - Atual

Hospital Sirio-Libanes

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira Unidade Coronária, Carga horária: 36

2013 - 2014

Instituto do Coração - Fundação Zerbini

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira UTI Cardiológica Cirurgica, Carga horária: 40

2013 - 2013

Hospital Estadual João Paulo II

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Enfermeira Unidade Terapia Intensiva, Carga horária: 36

2010 - 2011

Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil

Vínculo: Acadêmica Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsa Iniciação Científica

Outras informações:
Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - BIC intitulado "Previna-se: Prevenção da Doença Renal Crônica em São José do Rio Preto/SP. Orientação: Prof. Dra. Claudia Bernardi Cesarino. Carga Horária de 950 horas.

2008 - 2011

Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, FAMERP, Brasil

Vínculo: Graduação, Enquadramento Funcional: Acadêmica de Enfermagem, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Aluna de Graduação em Enfermagem na Faculdade de Medicina de São Jósé do Rio Preto. CARGA HORÁRIA TOTAL DA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM = 4.144 HORAS

Atividades

  • 01/2010

    Outras atividades técnico-científicas , Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP, Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP.,Atividade realizada, Tutoranda do Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP..

  • 01/2008

    Pesquisa e desenvolvimento , Grupo de Pesquisa - Educação em Saúde, .,Linhas de pesquisa

  • 01/2008

    Outras atividades técnico-científicas , Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP, Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP.,Atividade realizada, Tutoranda do Programa de Tutoria/Mentoring da FAMERP.