Daniele Soares Dalbem
Possui graduação em Medicina pela Universidade de Cuiabá (2011). Oftalmologista pela Associação Beneficente de Campo Grande- Santa Casa / MS. Título de Especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Especialiação em Lentes de contato e Refração, e ultrassonografia ocular e, atualização profissional em uveítes pela Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo.
Informações coletadas do Lattes em 26/05/2022
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização - Residência médica
2013 - 2016
Associação Beneficente de Campo Grande- Santa Casa
Residência médica em: OftalmologiaNúmero do registro: .
Especialização em Biomicroscopia ultrassônica de alta resolução
2020 - 2021
Universidade Federal de São Paulo
Título: Biomicroscopia ultrassônica para avaliação de afinamento escleral pós exérese de pterígio
Especialização em Doenças Externas Oculares e Córnea
2019 - 2020
Universidade Federal de São Paulo
Título: Alterações topográficas de córnea em pacientes com afinamento escleral
Especialização em Ultrassonografia ocular
2017 - 2018
Universidade Federal de São Paulo
Título: Hialose Asteroide em Ultrassonografia ocular
Especialização em Lentes de Contato e Refração
2016 - 2017
Universidade Federal de São Paulo
Título: Lentes de contato e refração
Formação complementar
2013 - 2013
Aperfeiçoamento em Ciências Básicas Oftalmologia. (Carga horária: 180h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
2012 - 2012
Curso pré-congresso de Refração. (Carga horária: 10h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2012 - 2012
ACLS. (Carga horária: 16h). , American Heart Association, AHA, Estados Unidos.
2009 - 2009
Extensão universitária em Liga de Oftalmologia- semestral. (Carga horária: 140h). , Universidade de Cuiabá, UNIC, Brasil.
2009 - 2009
Extensão universitária em Liga de Oftalmologia- semestral. (Carga horária: 130h). , Universidade de Cuiabá, UNIC, Brasil.
2009 - 2009
Curso de Atendimento ao traumatizado-60 horas. (Carga horária: 60h). , Cruz Vermelha Brasileira-MT, CAT, Brasil.
2002 - 2002
Intercâmbio- 1 ano. , Papakura High School, PHS, Nova Zelândia.
1998 - 1998
Young Learners English. , University of Cambridge, CAM, Inglaterra.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Participação em eventos
Curso Avançado de Refração Clínica.Caso Clínico: Cuidado ao lidar com astenopia nas baixas ametropias. 2016. (Encontro).
Congresso Brasileiro de Oftalmologia. 2015. (Congresso).
Campanha de Prevenção ao Glaucoma. 2014. (Outra).
Congresso Brasileiro Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual. RELAÇÃO ENTRE O COMPRIMENTO AXIAL DO GLOBO OCULAR E ALTERAÇÕES MORFOMÉTRICAS E TENSIONAIS APÓS FACOEMULSIFICAÇÃO. 2014. (Congresso).
Ação Social Sorrindo pra Vida- Atendimento oftalmológico. 2013. (Outra).
Campanha de Prevenção ao Glaucoma. 2013. (Outra).
15 Congresso de Oftalmologia da USP. 2012. (Congresso).
Serão Matogrossense de Pediatria. 2010. (Outra).
XIII Congresso de Cardiologia da Sociedade de Cardiologia de Mato Grosso e IV Simpósio AMIB/SBC. 2010. (Congresso).
II Gastrinho. 2009. (Congresso).
III Jornada Internacional de Neurologia, Neurocirurgia e Coluna Vertebral. 2009. (Encontro).
XVII Jornada Mato-Grossense de Ginecologia e Obstetrícia. 2009. (Congresso).
4° Congresso Internacional de Clínica Médica. 2008. (Congresso).
2ª Jornada ne Neurologia e Neurocirurgia. 2007. (Outra).
I Simpósio de Emergências Médicas. 2006. (Simpósio).
Simpósio Envelhecer e Doenças Neurodegenerativas. 2006. (Simpósio).
V Encontro Regional dos estudantes de medicina do Centro-Oeste. 2006. (Encontro).
V Jornada de Comitê de Adolescência da SOMAPE. 2006. (Outra).
Produções bibliográficas
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MARQUEZAN, MARIA CAROLINA ; NASCIMENTO, HELOISA ; DALBEM, DANIELE ; MUCCIOLI, CRISTINA ; BELFORT, RUBENS . Vogt-Koyanagi-Harada Syndrome in Brazilian Children. Ocular Immunology and Inflammation , v. 28, p. 402-408, 2020.
Projetos de pesquisa
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2016 - 2019
Síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada em crianças: série de casos, Descrição: A síndrome de Vogt Koyanagi Harada (VKH) é uma doença multissistêmica autoimmune, contra melanócitos, e que pode ser estímulada por infecção ou outro fator desencadeante, e é caracterizada por uveíte granulomatosa bilateral com sinais de irritação meníngea, vitiligo, poliose, alopécia e disacusia.1,2. Clinicamente é dividido em fase prodrômica (sintomas meníngeos), fase uveítica aguda, fase de convalescência e fase crônica recorrente.3 As manifestaçes oculares incluem inflamaço do segmento anterior, coroidite e descolamento de retina exsudativo.4 A neovascularização de coróide tem sido descrita em mais de 9% dos pacientes com VKH.5 Raramente afeta crianças, mas um diagnóstico precoce é essencial e o tratamento de crianças com VKH é desafiador.6-9 OBJETIVO Relatar série de casos de crianças com a doença de Vogt Koyanagi Harada e analisar a evolução da Síndrome de Vogt Koyanagi Harada na infância. MATERIAIS E MÉTODOS Estudo retrospectivo série de casos realizado na Escola Paulista de Medicina, em São Paulo, Brasil. Foram avaliados e coletados dados do prontuário de 7 pacientes abaixo de 18 anos, com hipótese de Síndrome de Vogt Koyanagi Harada. As seguintes variáveis foram avaliadas: idade, sexo, etnia, naturalidade, tempo de apresentação da doença, queixa principal no início do quadro, número de crises diagnosticadas pelo oftalmologista, presença de lesão hipocrômica na pele, acuidade visual corrigida, exame biomicroscópico com a lâmpada de fenda (presença de reação de câmara anterior, flare, sinéquia, iridodonese, catarata, celularidade vítrea e outros), tonometria e fundoscopia (presença de descolamento de retina, rarefação epitélio pigmentar da retina, lesões numulares hipocrômicas, membrana neovascular subrretiniana justapapilar e outras).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniele Soares Dalbem - Integrante / Maria Carolina Marquezan - Integrante / Heloisa Nascimento - Coordenador.
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2016 - Atual
Uso de imunobiológicos nas uveítes crônicas não infecciosas na população adulta, Descrição: As uveítes são a causa mais comum de doença inflamatória ocular e uma causa importante de cegueira e deficiência visual na maioria das comunidades. Estima-se que seja responsável por cerca de 10% da deficiência visual no mundo ocidental, e até 35% de todos os pacientes relatados com uveíte apresentam deficiência visual significativa ou cegueira legal. O tratamento de uma doença ocular inflamatória que ameaça a visão requer uma abordagem semelhante ao utilizado para o controle de inflamação sistêmica grave, ou seja, um regime imunossupressor sistêmico. O tratamento e controle da fase aguda é usualmente realizado com corticoterapia associada ou não aos imunossupressores. Em casos que não respondem adequadamente ao tratamento inicial ou casos em que os pacientes podem desenvolver sérios efeitos colaterais induzidos por corticosteróides, agentes imunomoduladores poupadores de corticosteróides sistémicos devem ser iniciados. Objetivos O objetivo primário deste estudo é descrever os resultados do tratamento de pacientes adultos com diagnóstico de uveíte crônica não infecciosa tratados com imunossupressores biológicos. O objetivo secundário é avaliar também as possíveis complicações sistêmicas e oculares decorrentes do uso de tais drogas. Materiais e Métodos Estudo retrospectivo baseado em dados de prontuários de pacientes atendidos no Setor de Uveítes do Departamento de Oftalmologia e no setor de Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com diagnóstico de uveíte crônica não infecciosa e indicação de tratamento imunossupressor com biológicos. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Daniele Soares Dalbem - Integrante / Isabela Monteiro Ribeiro - Integrante / Cristina Muccioli - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2012 - 2013
Associação comunitária Monte AzulVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Médica de Saúde da Família, Carga horária: 40
2013 - 2015
Prefeitura Municipal de Campo GrandeVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Médica, Carga horária: 12
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