Mirian Oliveira da Silva
Graduada no curso de Engenharia de Petróleo em 2017 pela Universidade Federal de Sergipe. Formação complementar nas áreas de Fluido de Perfuração de Poços, Completação de Poços, Avaliação de poços, Modelagem Geológica 3D e Simulação de Fluxo em meio poroso. Tem interesse em se especializar na área de Engenharia de reservatórios.
Informações coletadas do Lattes em 03/01/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em andamento em Especialização em Gestão Integrada de Segurança Pública
2024 - Atual
Instituto Federal de Educação Ciencia e Tecnologia de Mato Grosso
Título: Simulado Operacional: fortalecendo a integração e eficiência na Segurança Pública
Orientador: Adriano Breuning
Aperfeiçoamento em Curso de Formação de Oficiais
2022 - 2023
Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal
Título: PROPOSTA DE CERTIFICAÇÃO EM ODOR ESPECÍFICO (MANTRAILING) PARA OS CÃES DE BUSCA, RESGATE E SALVAMENTO DO CBMDF. Ano de finalização: 2023
Orientador: Maj. QOBM/Comb. PAULA TIEMY NOGUEIRA
Graduação em Engenharia de Petróleo
2012 - 2017
Universidade Federal de Sergipe
Bolsista do(a): Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe, FAPESE, Brasil.
Formação complementar
2019 - 2019
Extensão universitária em CURSO DE PETRÓLEO E GÁS: ESTIMULAÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em CURSO DE PETRÓLEO E GÁS: ELEVAÇÃO E ESCOAMENTO DE PETRÓLEO E GÁS. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2019 - 2019
Extensão universitária em CURSO DE PETRÓLEO E GÁS: CONTROLE DE POÇO. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2016 - 2016
TREINAMENTO NO USO DE GEORADAR, MODELO GX-GROUND EXPLORER DA MALA GEOSCIENC. (Carga horária: 16h). , HASAHILL CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA, HASAHILL, Brasil.
2015 - 2015
O Potencial da Energia Heliotérmica no Brasil. (Carga horária: 4h). , III Workshop de Energias Alternativas Tecnologias Sustentáveis para o Nord, WEA, Brasil.
2015 - 2015
GEOMECÂNICA APLICADA À EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2015 - 2015
INTRODUÇÃO À INTEGRIDADE EM UNIDADES DE PROCESSO. (Carga horária: 6h). , 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 8ºPDPETRO, Brasil.
2014 - 2014
FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2014 - 2014
ENGLISH LANGUAGE. (Carga horária: 368h). , CENTRO DE CULTURA NORTE-AMERICANO, CCNA, Brasil.
2013 - 2013
REFINO DE PETRÓLEO PESADO. (Carga horária: 6h). , 7º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 7ºPDPETRO, Brasil.
2013 - 2013
PROPRIEDADES REOLÓGICAS DE MATÉRIAS-PRIMAS, MATERIAIS INTERMEDIÁRIOS, PRODU. (Carga horária: 2h). , 2º CONGRESSO BRASILEIRO DE REOLOGIA, 2ºCBR, Brasil.
2013 - 2013
UMA BREVE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DE ESTADO: DE VAN DER WAALS ATÉ EDE SAFT M. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2013 - 2013
GEOLOGIA DE PETRÓLEO. (Carga horária: 6h). , 7º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 7ºPDPETRO, Brasil.
2009 - 2009
MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE MICROS E REDES. (Carga horária: 82h). , PETCURSOS PROFISSIONALIZANTES, PETCURSOS, Brasil.
2008 - 2009
WINDOWS XP, WORD XP, EXCEL XP, COREL DRAW 12, POWER POINT XP, ACCESS XP, E. (Carga horária: 120h). , NEWS CENTER INFORMÁTICA, NEWS CENTER, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Química / Subárea: ENGENHARIA DE PETRÓLEO.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geologia.
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Química / Subárea: FLUIDO DE PERFURAÇÃO.
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Minas / Subárea: ..
Organização de eventos
SILVA, M. O. ; SILVA, G. F. ; PORTO, C. C. S. ; JESUS, A. C. F. ; FREITAS, A. G. B. ; BERY, C. C. S. . V Workshop de Energias Alternativas - Tecnologias Sustentáveis para o Nordeste. 2017. (Outro).
JESUS, A. C. F. ; PORTO, C. C. S. ; FREITAS, A. G. B. ; SILVA, G. F. ; SILVA, M. O. . IV Workshop de Energias Alternativas - Tecnologias Sustentáveis para o Nordeste. 2016. (Outro).
SILVA, G. F. ; PORTO, C. C. S. ; SILVA, M. O. ; FREITAS, A. G. B. ; BERY, C. C. S. . III Workshop de Energias Alternativas - Tecnologias Sustentáveis para o Nordeste. 2015. (Outro).
SILVA, G. F. ; PORTO, C. C. S. ; SILVA, M. O. ; FREITAS, A. G. B. ; BERY, C. C. S. . II Workshop de Energias Alternativas:. 2014. (Outro).
SILVA, M. O. ; MEDRONHO, R. A. . FLUIDO DINÂMICA COMPUTACIONAL. 2014. (Outro).
SILVA, G. F. ; PORTO, C. C. S. ; SILVA, M. O. ; FREITAS, A. G. B. ; BERY, C. C. S. . 7º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS. 2013. (Congresso).
Participação em eventos
9º Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás. ANÁLISE DA VISCOSIDADE PLÁSTICA E ESTABILIDADE ELÉTRICA DE UM FLUIDO DE PERFURAÇÃO A BASE DE ÉSTER DE MORINGA OLEÍFERA LAM. 2017. (Congresso).
9º Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás. DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS PETROFÍSICOS DE CORTE (CUT-OFF) A PARTIR DE UM POÇO EM UM RESERVATÓRIO SILICICLÁSTICO DE PETRÓLEO DA BACIA SERGIPE-ALAGOAS. 2017. (Congresso).
IV Workshop de Energias Alternativas Tecnologias Sustentáveis para o Nordeste. 2016. (Seminário).
VI Encontro Nacional de Moringa (ENAM 2016). 2016. (Encontro).
7° Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação-EIDTI da UFS.Caracterização de um fluido de emulsão inversa para perfuração de poços de petróleo. 2015. (Encontro).
8º Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás. MODELAGEM GEOLÓGICA 3D EM ROCHA CARBONÁTICA DA FORMAÇÃO COTINGUIBA, BACIA SERGIPE-ALAGOAS, BRASIL. 2015. (Congresso).
III Workshop de Energias Alternativas - Tecnologias Sustentáveis para o Nordeste. 2015. (Seminário).
VI SEMANA DE GEOLOGIA DA UFS. 2015. (Outra).
6° Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação-EIDTI da UFS FS.Desenvolvimento de um Fluido de Perfuração de Poços a base de ésteres e sua caracterização. 2014. (Encontro).
II Workshop de Energias Alternativas: Tecnologias Sustentáveis para o Semiárido. 2014. (Seminário).
2º Congresso Brasileiro de Reologia. 2013. (Congresso).
7º Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás. 2013. (Congresso).
l Encontro Estadual do CREA JR SE. 2013. (Encontro).
V Seminário de Pesquisa em Engenharia Química- SEPEQ. 2013. (Seminário).
Jornada de Literatura Brasileira. 2011. (Outra).
Produções bibliográficas
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PORTO, C. C. S. ; JESUS, A. C. F. ; SILVA, M. O. ; SILVA, G. F. . ANÁLISE DA VISCOSIDADE PLÁSTICA E ESTABILIDADE ELÉTRICA DE UM FLUIDO DE PERFURAÇÃO A BASE DE ÉSTER DE MORINGA OLEÍFERA LAM. In: 9º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 2017, Maceió. ANAIS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PETRÓLEO E GÁS, 2017.
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SILVA, M. O. ; FELIX, M. F. S. ; PORTO, C. C. S. ; GARCIA, A. J. V. . DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS PETROFÍSICOS DE CORTE (CUT-OFF) A PARTIR DE UM POÇO EM UM RESERVATÓRIO SILICICLÁSTICO DE PETRÓLEO DA BACIA SERGIPE-ALAGOAS. In: 9º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 2017, Maceió. ANAIS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PETRÓLEO E GÁS, 2017.
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JESUS, A. C. F. ; PORTO, C. C. S. ; SILVA, M. O. ; GONCALVES, C. I. S. ; SILVA, G. F. . PRODUÇÃO DE BIODIESEL POR TRANSESTERIFICAÇÃO DO ÓLEO DE Moringa oleifera Lam.. In: VI ENCONTRO NACIONAL DE MORINGA, 2016, JUAZEIRO. ANAIS DO VI ENCONTRO NACIONAL DE MORINGA, 2016.
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PORTO, C. C. S. ; CANUTO, G. H. ; JESUS, A. C. F. ; SILVA, M. O. ; PEREIRA, M. M. M. ; SILVA, G. F. . PRODUÇÃO DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO BASE ÉSTER UTILIZANDO BIODIESEL DE ÓLEO DE FRITURA COMO FASE CONTÍNUA. In: XXI Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2016, Fortaleza. Anais do XXI Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2016.
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SILVA, M. O. ; SOUZA, I. S. ; ROCHA, L. L. ; FIGUEIREDO, S. A. S. ; SANTOS, K. A. L. ; GARCIA, A. J. V. ; DANTAS, M. V. S. . MODELAGEM GEOLÓGICA 3D EM ROCHA CARBONÁTICA DA FORMAÇÃO COTINGUIBA, BACIA SERGIPE-ALAGOAS, BRASIL. In: 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 2015, CURITIBA. ANAIS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PETRÓLEO E GÁS, 2015.
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SOUZA, I. S. ; GARCIA, G. G. ; SILVA, M. O. ; ROCHA, L. L. ; GARCIA, A. J. V. ; DANTAS, M. V. S. ; SANTOS, K. A. L. ; FIGUEIREDO, S. A. S. . MODELAGEM GEOLÓGICA 3D E SIMULAÇÃO DE FLUXO DE FLUIDO EM MEIO POROSO DE UM AFLORAMENTO PERTENCENTE À FORMAÇÃO RIACHUELO ? BACIA SERGIPE/ALAGOAS ANÁLOGO EM RESERVARTÓRIO DA FORMAÇÃO QUISSAMÃ ? BACIA DE CAMPOS. In: 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 2015, CURITIBA. ANAIS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PETRÓLEO E GÁS, 2015.
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ROCHA, L. L. ; GARCIA, G. G. ; PRADO, R. P. S. ; GARCIA, A. J. V. ; MELO, T. M. S. ; SOUZA, I. S. ; SILVA, M. O. . MODELAGEM GEOLÓGICA E SIMULAÇÃO NUMÉRICA DE FLUXO EM RESERVATÓRIO CARBONÁTICO ANÁLOGO DA FORMAÇÃO MORRO DO CHAVES, BACIA DE SERGIPE-ALAGOAS. In: 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO E GÁS, 2015, CURITIBA. ANAIS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PETRÓLEO E GÁS, 2015.
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PORTO, C. C. S. ; SILVA, M. O. ; JESUS, A. C. F. ; SILVA, G. F. . DESENVOLVIMENTO DE UM FLUIDO DE PERFURAÇÃO BASE ÉSTER DE MORINGA OLEÍFERA LAM E AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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SILVA, M. O. ; FELIX, M. F. S. ; PORTO, C. C. S. ; GARCIA, A. J. V. . DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS PETROFÍSICOS DE CORTE (CUT-OFF) A PARTIR DE UM POÇO EM UM RESERVATÓRIO SILICICLÁSTICO DE PETRÓLEO DA BACIA SERGIPE-ALAGOAS. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, M. O. ; SILVA, G. F. . Caracterização de um fluido de emulsão inversa para perfuração de poços de petróleo. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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GARCIA, A. J. V. ; RIBEIRO, D. D. M. ; SANTOS, K. A. L. ; FIGUEIREDO, S. A. S. ; DANTAS, M. V. S. ; GARCIA, G. G. ; LIMA, R. O. ; SANTOS, A. O. ; RAMOS, W. S. ; MELO, T. M. S. ; OLIVEIRA, I. C. ; SANTOS, J. A. O. ; FELIX, M. F. S. ; SANTOS, R. A. O. ; ROCHA, L. L. ; PEREIRA, R. E. T. S. ; SOUZA, I. S. ; SILVA, M. O. . CAMURES METHODOLOGY, A MULTISCALE APPROACH APPLIED TO 3D GEOLOGICAL MODELING AND FLUID FLOW SIMULATION. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, M. O. ; SOUZA, I. S. ; DANTAS, M. V. S. ; FIGUEIREDO, S. A. S. ; GARCIA, A. J. V. . MODELAGEM GEOLÓGICA 3D EM ROCHA CARBONÁTICA DA FORMAÇÃO COTINGUIBA, BACIA SERGIPE-ALAGOAS, BRASIL. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PORTO, C. C. S. ; SILVA, M. O. ; SILVA, G. F. . Desenvolvimento de um Fluido de Perfuração de Poços a base de ésteres e sua caracterização. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2016 - 2017
CARACTERIZAÇÃO MULTIESCALAR EM AFLORAMENTOS ANÁLOGOS DE COQUINAS NA BACIA SERGIPE-ALAGOAS (BRASIL) -, Descrição: A caracterização multiescalar dos atributos permo-porosos em rochas reservatório de petróleo constitui atividade complexa e fortemente beneficiada pela sinergia implementada nos estudos direcionados a definição de modelos espaciais. A integração multiescalar sobre rocha, quando conduzida desde o início do processo exploratório, pode levar a um direcionamento mais eficaz das decisões. Nestes estudos, as relações entre tipos litofaciológicos e padrões diagenéticos reconhecidos poderão melhor orientar as definições de prioridades, tendo em conta os caminhos preferenciais de percolação dos fluidos nos intervalos litoestratigráficos alvo, em suas diferentes escalas. Atributos como geometria dos corpos sedimentares, estruturas internas, tipos litológicos, composição (siliciclástica, carbonática, evaporítica, etc.), granulometria, arredondamento, esfericidade e seleção de grãos, estão fortemente relacionados aos processos e ambientes deposicionais, enquanto a composição e distribuição dos constituintes diagenéticos estão mais diretamente relacionadas aos tipos de fluidos percolantes, bem como a história de soterramento do intervalo investigado. Os atributos físicos produzidos pelos processos deposicionais exercem papel importante na forma de distribuição dos fluidos intersticiais logo após a sedimentação e, consequentemente, na maneira como estes fluidos irão migrar no interior dos espaços permoporosos, interagindo quimicamente com os constituintes minerais originalmente depositados e promovendo, juntamente com os mecanismos de compactação física, a consolidação do sedimento através dos processos diagenéticos de cimentação e recristalização. A interação destes fluidos evoluídos com a rocha, durante a história de soterramento, condiciona por sua vez a condição final de permoporosidade a ser reconhecida nos reservatórios quando encontrados nas sondagens (geração de porosidade secundária por dissolução de componentes ou fraturamento). Estes processos e consequências se referem, portanto, a "história diagenética", a ser caracterizada principalmente através dos estudos micro-petrográficos, integrados aos estudos em macro e mesoescalas, em testemunhos de sondagem e afloramento. O Laboratório PROGEOLOGIA possui experiência na aquisição, processamento e interpretação de dados multiescalares. Esta foi adquirida ao longo de diversos projetos em parceria com a Petrobrás, a exemplo dos projetos Feliz Deserto, Carapeba Fase I e CAMURES Carbonato Fase 2, e se consolidou como equipe multidisciplinar na caracterização de reservatórios. Isto permitirá um estudo de qualidade nos afloramentos alvos do projeto com integração de diferentes escalas. Exemplo de produto obtido no Projeto CAMURES Carbonato - Fase 2 foi a caracterização geológica multiescalar e modelagem das fácies do afloramento Prancha Carapeba, localizado no Municipio de Laranjeiras, Estado de Sergipe.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mirian Oliveira da Silva - Integrante / SAMUEL ALÉCIO SILVA FIGUEIREDO - Integrante / KAREN ARIADNE LEITE SANTOS - Integrante / MÁRCIO VINÍCIUS SANTANA DANTAS - Integrante / RONICE DA PAIXÃO SILVA DO PRADO - Coordenador.
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2014 - 2015
Projeto Modelagem Geológica e Simulação de Fluxo em Reservatórios Siliciclásticos Análogos em afloramentos da Bacia de Sergipe-Alagoas, Primeira etapa, Descrição: Aplicação de dados de projetos anteriores, voltados à caracterização multiescalar de propriedades a partir de estudos de afloramentos análogos de reservatórios siliciclásticos da Bacia Sergipe-Alagoas, visando a modelagem Geológica e simulação de fluxo, utilizando a suíte de softwares da ROXAR (RMS e TEMPEST), através de parceria acadêmica, de modo a estabelecer bases de referência para aplicação em intervalos de reservatórios análogos correspondentes, próximo ao "análogo perfeito", por se tratar do mesmo intervalo reconhecido em profundidade nos campos produtores. Os estudos a serem realizados terão como objetivo não apenas se utilizar de dados já armazenados a partir de projetos anteriores desenvolvidos na UFS, mas também agregar novas informações de afloramentos, a partir de uma integração entre alunos de Engenharia de Petróleo e Geologia, ambos da UFS. Essas informações compreenderão relações entre a geometria dos corpos e seus aspectos litológicos e petrológicos, nos afloramentos de rochas siliciclásticas da Formação Feliz Deserto, contendo intervalos produtores na Bacia SEAL, em particular no Campo de Furado. Atributos de reservatório obtidos da modelagem do afloramento terão aplicação na modelagem e previsão do comportamento de produção de um reservatório real, onde não estão disponíveis informações com o detalhe que um afloramento fornece. Para que o resultado do projeto seja o mais condizente com a realidade do campo de Furado, alguns dados, tal como dados dos fluidos e de produção do campo, serão fornecidos por consultores da Petrobras, sendo que algumas informações relevantes já se encontram publicadas em dissertações de mestrado, teses de doutorado e trabalho publicados. Objetivos Específicos: Primeira Etapa 1. Adequação e organização dos dados armazenados no Banco de Dados Geológicos gerados pelos projetos anteriormente desenvolvidos, a fim de ajustá-los à utilização a que serão submetidos nos procedimentos de modelagem geológica com o RMS e simulação de fluxo com o TEMPEST; 2. Agregar novos dados e informações de afloramentos, que se façam necessários, a fim de complementar os dados existentes; 3. Geração de Modelo Geológico se utilizando do software RMS da ROXAR, integrando dados parametrizados relacionados à caracterização de seus aspectos envolvendo arquitetura de corpos sedimentares, geometria externa, elementos de arquitetura, distribuição de fácies e propriedades petrofísicas (porosidade e permeabilidade, condicionada às fácies e aos resultados dos processos diagenéticos); 4. Simulação de Fluxo com uso do TEMPEST, utilizando-se do Modelo Geológico gerado com o RMS, com o objetivo de prever o comportamento do reservatório, com geração de diferentes realizações como função das incertezas dos dados de entrada. 5. "Dossiê" do projeto procurando relacionar os estudos realizados aos procedimentos desenvolvidos em estudos que se utilizam do conceito de GEOPSEUDOS (Ma, et all, 2007), integrando dados e informações de heterogeneidades multiescalares. 6. Comparar os resultados da modelagem geológica e simulação de fluxo do afloramento com reservatórios reais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mirian Oliveira da Silva - Integrante / Itson Santos de Souza - Integrante / ANTÔNIO JORGE VASCONCELLOS GARCIA - Coordenador.
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2014 - 2015
Caracterização de um fluido de emulsão inversa para perfuração de poços de petróleo, Descrição: Este plano trata especificamente da caracterização de um fluido de emulsão inversa para perfuração de poços de petróleo a base óleo vegetal ou ésteres quanto a reologia, análises de estabilidade térmica e oxidativa e outras propriedades, como também será realizado o estudo de viabilidade técnica e econômica para utilização do fluido desenvolvido em perfuração poços; Os fluidos de perfuração são misturas complexas de sólidos, líquidos e, por vezes, gases que, do ponto de vista químico, em geral podem ser a base água ou a base óleo, podem assumir aspectos de suspensão, dispersão coloidal ou emulsão, dependendo do estado físico dos componentes (VEIGA,1998). Suas principais funções são: carrear os fragmentos das rochas perfuradas até a superfície; manter os cascalhos em suspensão durante as paradas de circulação do fluido no poço; resfriar e lubrificar a broca; estabilizar as pressões nas paredes do poço e conter os fluidos (óleo, gás ou água) na camada geológica portadora, conhecida como rocha reservatório (DYKE,2000). Além destas funções, o fluido deve conter certas características como: não interferir nas formações geológicas, prevenir contra a corrosão da coluna e dos demais equipamentos de circulação; reduzir ao mínimo os danos às formações produtoras; não ser tóxico ao homem e ao meio ambiente; aceitar tratamentos sempre que necessário; manter os sólidos em suspensão quando estiverem em repouso e ter custo compatível com a operação (DRILLING FLUIDS ENGINEERING MANUAL, 1998). Os fluidos de perfuração têm sido alvo de diversas discussões entre pesquisadores, grupos de pesquisa, empresas da área e órgãos ambientais. O principal ponto de discussão é encontrar soluções aos problemas causados pela contaminação das formações geológicas com as quais o fluido de perfuração entra em contato, podendo-se destacar os reservatórios de hidrocarbonetos e os aqüíferos. A perfuração de um poço de petróleo requer a circulação de um fluido para conduzir os cascalhos até a superfície e estabilizar mecanicamente as paredes do poço, garantindo o avanço da operação. Diversas formulações são fabricadas com este objetivo, sendo que a grande maioria utiliza água como fase contínua. Para locais de difícil perfuração devido à formação geológica, não é possível operar com fluidos base água, então, se utilizam formulações onde uma substância oleosa ou oleofílica constitui a fase contínua. Atualmente, as bases oleofílicas mais usadas são diesel, n-parafina e ésteres (PEREZ, 2008); Desta forma, a indústria do petróleo começou a demonstrar um grande interesse no desenvolvimento de um fluido de perfuração ambientalmente seguro que de uma maneira eficaz promova a estabilização da formação, como promovem os fluidos à base de ésteres. A utilização dos fluidos a base de ésteres na perfuração de poços em lâminas d?água não muito profundas, é extremamente vantajosa em virtude das excelentes propriedades apresentadas pelo material, como lubricidade e proteção às formações de folhelhos sensíveis à água (ALTOE et al., 2003). Os fluidos a base de ésteres são usados na forma de uma emulsão de fase inversa (água em óleo) e contém, além de uma mistura de ésteres graxos, provenientes da transesterificação de óleos vegetais, uma série de outros aditivos como emulsificantes e densificantes. A composição da mistura de ésteres graxos varia consideravelmente, dependendo da natureza (tipo) do óleo vegetal e do álcool utilizados na transesterificação e tem, evidentemente, grandes consequências nas propriedades físicas e químicas das misturas, como viscosidade e tendência à hidrólise. Sabe-se, hoje, que a extensão da cadeia hidrocarbônica, dos segmentos carboxilato e alcoila dos ésteres graxos, tem grande influência nas propriedades reológicas e na temperatura de cristalização destes compostos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mirian Oliveira da Silva - Integrante / Gabriel Francisco da Silva - Coordenador.
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2013 - 2014
CARACTERIZAÇÃO MULTIESCALAR EM RESERVATÓRIOS CARBONÁTICOS ANÁLOGOS NABACIA SE-AL., Descrição: A Segunda Etapa do projeto em apreço levará a continuidade dos estudos de caracterização multiescalar dos atributos permo-porosos em rochas carbonáticas, visando a definição de modelos análogos para reservatórios em profundidade do pré-sal. Neste contexto,as informações disponíveis em afloramento tornam-se relevantes já que garantem uma boa visualização vertical e lateral das heterogeneidades e geometria dos corpos e boa integração com dados de diferentes escalas, permitindo uma maior aproximação dos modelos virtuais com os reservatórios encontros em subsuperfície. Os resultados do projeto envolverão a disponibilidade de um banco de dados de propriedades multiescalares, a serem utilizadas na construção de modelos estáticos de reservatório de uma forma mais ?robusta?, compatibilizando escalas de heterogeneidades das propriedades permo-porosas e assim levando a simulações de fluxo mais realistas para os reservatórios análogos em profundidade. Além disso, um catálogo de afloramentos será elaborado, tendo por finalidade apoiar etapas futuras de treinamento e capacitação de profissionais se utilizando dos afloramentos análogos da Bacia Sergipe-Alagoas investigados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mirian Oliveira da Silva - Integrante / LARISSA LIMA DA ROCHA - Integrante / SAMUEL ALÉCIO SILVA FIGUEIREDO - Integrante / ANTÔNIO JORGE VASCONCELLOS GARCIA - Coordenador / MÁRCIO VINÍCIUS SANTANA DANTAS - Integrante / THAYLANE MARINA SOUZA MELO - Integrante.
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2013 - 2014
Desenvolvimento de um fluido de perfuração de poços a base de ésteres e estudo de sua degrabilidade, Descrição: Os fluidos de perfuração são misturas complexas de sólidos, líquidos e, por vezes, gases que, do ponto de vista químico, podem assumir aspectos de suspensão, dispersão coloidal ou emulsão, dependendo do estado físico dos componentes (VEIGA,1998). Suas principais funções são: carrear os fragmentos das rochas perfuradas até a superfície; manter os cascalhos em suspensão durante as paradas de circulação do fluido no poço; resfriar e lubrificar a broca; estabilizar as pressões nas paredes do poço e conter os fluidos (óleo, gás ou água) na camada geológica portadora, conhecida como rocha reservatório (DYKE,2000). Além destas funções, o fluido deve conter certas características como: não interferir nas formações geológicas, prevenir contra a corrosão da coluna e dos demais equipamentos de circulação; reduzir ao mínimo os danos às formações produtoras; não ser tóxico ao homem e ao meio ambiente; aceitar tratamentos sempre que necessário; manter os sólidos em suspensão quando estiverem em repouso e ter custo compatível com a operação (DRILLING FLUIDS ENGINEERING MANUAL, 1998). Nos dias atuais, os fluidos de perfuração têm sido alvo de diversas discussões entre pesquisadores, grupos de pesquisa, empresas da área e órgãos ambientais. O principal ponto de discussão é encontrar soluções aos problemas causados pela contaminação das formações geológicas com as quais o fluido de perfuração entra em contato, podendo-se destacar os reservatórios de hidrocarbonetos e os aqüíferos. Desta forma, a indústria do petróleo começou a demonstrar um grande interesse no desenvolvimento de um fluido de perfuração ambientalmente seguro que de uma maneira eficaz promova a estabilização da formação, como promovem os fluidos à base de ésteres. A utilização dos fluidos a base de ésteres na perfuração de poços em lâminas d?água não muito profundas, é extremamente vantajosa em virtude das excelentes propriedades apresentadas pelo material, como lubricidade e proteção às formações de folhelhos sensíveis à água (ALTOE et al., 2003). Os fluidos a base de ésteres são usados na forma de uma emulsão de fase inversa (água em óleo) e contém, além de uma mistura de ésteres graxos, provenientes da transesterificação de óleos vegetais, uma série de outros aditivos como emulsificantes e densificantes. A composição da mistura de ésteres graxos varia consideravelmente, dependendo da natureza (tipo) do óleo vegetal e do álcool utilizados na transesterificação e tem, evidentemente, grandes consequências nas propriedades físicas e químicas das misturas, como viscosidade e tendência à hidrólise. Sabe-se, hoje, que a extensão da cadeia hidrocarbônica, dos segmentos carboxilato e alcoila dos ésteres graxos, tem grande influência nas propriedades reológicas e na temperatura de cristalização destes compostos. A presença e o número de insaturações e de ramificações existentes na estrutura dos ésteres também tem um efeito sobre aquelas propriedades (ALTOE et al., 2003). Nos Estados Unidos, a indústria de fluidos de perfuração tem sofrido numerosas restrições quanto ao uso de alguns materiais empregados na composição dos fluidos, uma vez que as características tóxicas dos fluidos são determinadas pela sua composição. Em 1990, as restrições tornaram-se mais severas e foram questionadas no mundo inteiro (Enrightet al., 1992). Burke &Veil, em 1995, apresentaram um levantamento sobre as regulamentações da Agência de Proteção Ambiental, nos Estados Unidos, a Environmental ProtectionAgency - EPA. As regulamentações foram baseadas na tecnologia dos fluidos à base de água e de óleo que estavam em uso quando da sua elaboração. Segundo dados do levantamento, em 1993 a EPA fez uma revisão em seus regulamentos e adicionou novas limitações quanto à descarga de fluidos e detritos, entre elas a proibição de descartar fluidos e detritos com óleo diesel em sua constituição.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mirian Oliveira da Silva - Integrante / CARLA CORINA DOS SANTOS PORTO - Integrante / Gabriel Francisco da Silva - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe. , Av. Marechal Rondon, ROSA ELZE, 49100000 - São Cristóvão, SE - Brasil - Caixa-postal: 49035740, Telefone: (79) 999089489
Experiência profissional
2015 - 2017
Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de SergipeVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
2013 - 2015
Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de SergipeVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Atividades
-
11/2015 - 05/2017
Pesquisa e desenvolvimento, PROGEOLOGIA.Linhas de pesquisa
-
11/2013 - 10/2015
Pesquisa e desenvolvimento, PROGEOLOGIA.Linhas de pesquisa
2014 - 2015
Universidade Federal de SergipeVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário PIBITI/CNPq, Carga horária: 20
2013 - 2014
Universidade Federal de SergipeVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário PIBITI/CNPq, Carga horária: 20
Atividades
-
08/2014 - 07/2015
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, Nucleo de Engenharia de Petróleo-NUPETRO.Linhas de pesquisa
-
08/2013 - 07/2014
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Exatas e Tecnologia, Nucleo de Engenharia de Petróleo-NUPETRO.Linhas de pesquisa
2010 - 2010
Fórum Gumersindo BessaVínculo: ESTAGIÁRIA, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIA, Carga horária: 20
2017 - Atual
PROGEOLOGIAVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 20
Atividades
-
05/2017
Pesquisa e desenvolvimento, PROGEOLOGIA.Linhas de pesquisa
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Mirian Oliveira da Silva e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?