Maelin da Silva

Possui graduação em Ciências Biológicas Licenciatura pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2007). Mestrado em Biologia Evolutiva pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia Evolutiva, Universidade Estadual de Ponta Grossa (2010). Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Pós-doutorado pelo mesmo Instituto (2015-2016), onde desenvolveu pesquisa em evolução de genomas com ênfase em sequências repetitivas, utilizando peixes elétricos como modelo experimental. Tem experiência na área de genética animal, principalmente em citogenética convencional e molecular, análise de dados de Next Generation Sequence (NGS) e ferramentas básicas de bioinformática.

Informações coletadas do Lattes em 17/06/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva

2011 - 2015

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Título: Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares
Eliana Feldberg. Coorientador: Roberto Ferreira Artoni. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Mestrado em Biologia Evolutiva

2008 - 2010

Universidade Estadual de Ponta Grossa
Título: Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no genêro Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE),Ano de Obtenção: 2010
Roberto Ferreira Artoni.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Ciências Biologicas Licenciatura

2003 - 2007

Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Título: RELAÇÃO ENTRE O DESEMPENHO NO VESTIBULAR E NO CURSO DE GRADUAÇÃO
Orientador: Maristela Jorge Padoin
Bolsista do(a): Universidade Estadual do Oeste do Paraná, PIBIC/PRPPG, Brasil.

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Pós-doutorado

2019

Pós-Doutorado. , Universidade Estadual de Ponta Grossa, UEPG, Brasil.

2015 - 2016

Pós-Doutorado. , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Biológicas

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Formação complementar

2015 - 2015

How to perform and to apply Chromantin Immnunoprec. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Genética, SBG, Brasil.

2013 - 2013

Geologia do Continente Sul-Americano como Subsidio. (Carga horária: 8h). , Sociedade Brasileira de Ictiologia, SBI, Brasil.

2012 - 2012

Sequenciamento de DNA de nova Geração e Metagenômi. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Genética, SBG, Brasil.

2012 - 2012

Genética direta e reversa: uma visão funcional do. (Carga horária: 3h). , Sociedade Brasileira de Genética, SBG, Brasil.

2008 - 2008

Avanços na citogenética molecular: construção de b. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Uberlândia, UFU, Brasil.

2008 - 2008

Filogenia e Pintura Cromossômica Multicolor. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

2007 - 2007

Métodos de Análise Filogenética. (Carga horária: 6h). , Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI, Brasil.

2007 - 2007

Caracterização do Complexo Pantanal. (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2006 - 2006

Aspectos Gerais do Comportamento Animal. (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2006 - 2006

Emprego de Recursos A. no processo e. a de anatômi. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2006 - 2006

Mapeamento Cromossômico. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil.

2005 - 2005

Ictioplâncton Marinho. (Carga horária: 8h). , Universidade Santa Cecília, UNISANTA, Brasil.

2005 - 2005

Ecologia e Fauna de Praias Arenosas e Dunas Costei. (Carga horária: 8h). , Universidade Santa Cecília, UNISANTA, Brasil.

2005 - 2005

Técnicas de Injeções de Peças Anatômicas. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2005 - 2005

Ferramentas Básicas Para Análise de Rnam Em Eucari. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2004 - 2004

Controle e Prevenção de Toxinfecções Em Alimentos. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2004 - 2004

Cultura de Células Neuronais. (Carga horária: 12h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2004 - 2004

Técnicas de Taxidermia. (Carga horária: 8h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Biológicas.

    Grande área: Ciências Biológicas / Área: Genética.

    Grande área: Ciências Biológicas / Área: Genética / Subárea: Citogenética de Peixes.

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Organização de eventos

SILVA, M. . Faces Amazônicas; fauna e flora mostradas em verso e imagem - 9º Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 2012. (Exposição).

ARTONI, R. F. ; ALEMIDA, M. C. ; VICARI, M. R. ; NOGAROTO, V.V. ; SILVA, M. ; SCHEMBERGER, M. O. . XIII Simpósio de citogenética e Genética de Peixes. 2009. (Outro).

SILVA, M. . IV Simpósio de Genética, Ecologia e Evolução e III Workshop de Pós-Graduação em Biologia Evolutiva. 2009. (Outro).

SILVA, M. . XVII Semana da Biologia UNIOESTE. 2007. (Outro).

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Participação em eventos

XVIII Simpósio de Citogenética e Genética de Peixes.Distribuição de sequências satélites em cromossomos sexuais XX/XY de Ancistrus cf. dubius ? integração de dados de NGS para identificação e mapeamento de sequências sexo-específicas. 2018. (Simpósio).

XVII Simpósio de Citogenética e Genética de Peixes. 2016. (Simpósio).

4° Reunião Brasileira de Citogenética.Tendências cariotípicas associadas com padrões biogeográficos em peixes elétricos Neotropicais (Gymnotiformes: Gymnotus). 2015. (Outra).

XX Encontro Brasileiro de Ictiologia.Abordagem Integrativa para a Identificação de espécies amazônica do gênero Hypancistrus (SILURIFORMES, LORICARIDAE). 2013. (Encontro).

58º Congresso Brasileiro de Genética. Diversity chromosomal suggests the occurrence of cryptical species in the genus Gymnotus. 2012. (Congresso).

I Encontro Nacional de Aquicultura na Amazônia. 2012. (Encontro).

2º Reunião Brasileira de Citogenética.Polimorfismo cromossômico em Hypancistrus cf. debilittera (Siluriformes, Loricaridae) provenientes da região Amazônica. 2011. (Outra).

X Ciclo de Eventos da Semana do Biólogo.Citogenetica da Vertebrados. 2010. (Encontro).

61º Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência. Isolamento de DNA repetitivo por Microdissecção cromossômica, digestão enzimatica por Alu I e Cot1 em Steidachneridion melanodermatum (Teleostei: Siluriformes). 2009. (Congresso).

XIII Simpósio de Citogenética e Genética de Peixes.Comportamento meiótico dos cromossomos sexuais múltiplos X1X1X2X2/X1X2Y de Gymnotus pantanal (GYMNOTYFORMES, GYMNOTIDAE). 2009. (Simpósio).

IX Encontro Paranaense de Genética.Caracterização Citogenética de Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE) encontrado no Rio Iapó, Região de Castro - Paraná. 2008. (Encontro).

XII Simpósio de Citogenética e Genética de Peixes - UFU.Monitoramento Citogenético aplicado ao repovoamento de Rhamdia (Siluriformes, Heptapteridae) no rio Igaçu. 2008. (Simpósio).

Encontro Anual de Iniciação Científica.Análise Citogenética em Rhamdia Quelen (Siluriformes, Heptateridae) Coletada no Rio Piquiri, Região de Nova Laranjeiras, Paraná. 2007. (Encontro).

XVII EBI - Encontro Brasileiro de Ictiologia.Caracterização Cromossômica de Rhamdia quelen (Siluriformes,Heptapteridae) Coletada no Rio Piquiri, Região de Nova Laranjeiras - Paraná. 2007. (Encontro).

XVII Semana da Biologia UNIOESTE.Caracterização Citogenética de Prochilodus lineatus (Characiformes, Prochilodontidae) do rio Piquiri, Formosa so Oeste - Pr. 2007. (Outra).

I International Congress of Fish Genetics and XI Brasilian Symposium on Fish Cytogenetics and Genetics. 2006. (Congresso).

XVI Semana da Biologia UNIOESTE. 2006. (Outra).

I Simpósio de Bioética em Pesquisa da UNIOESTE. 2005. (Simpósio).

VIII Simpósio de Biologia Marinha. 2005. (Simpósio).

V SEU - Seminario de Extensão da Unioeste.A Opinião de Professores de Ciências e Biologia sobre os fatores limitantes da prática pedagogica. 2005. (Seminário).

XV Semana de Biologia da UNIOESTE.Caracterização Cromossômic de Rhamdia quelen (Siluriformes, Pimelodidae, Heptapterinae) Coletado no Rio Piquiri, Região de Nova Laranjeiras - Paraná. 2005. (Outra).

Princípios para a Educação Especial e a Formação de Professores na Perspectiva da Inclusão. 2004. (Seminário).

XIV Semana da biologia UNIOESTE e I Semana da biologia FAG.A Opinião de Professores de Ciências e Biologia sobre os fatores limitantes da prática pedagogica. 2004. (Outra).

IV Seminário de Projetos Tecnológicos. 2003. (Seminário).

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Participação em bancas

Aluno: Fiorindo José Cerqueira

CALEGARI, B. B.;Margarido, V. P.SILVA, M.; LUI, R. L.. Contribuição genética à problemática taxonômica de Parauchenipterus (Siluriformes, Auchenipteridae). 2017. Dissertação (Mestrado em CONSERVAÇÃO E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Aluno: Danillo dos Santos Silva

NAGAMACHI, C. Y.;SILVA, M.; SENA, L. S.; PIECZARKA, J. C.; NORONHA, R. C. R.. Evolução cromossômica no gênero Eigenmannia: descrição de espécies e evolução de cromossomos sexuais. 2015. Tese (Doutorado em Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Denise Felicetti

LUI, R. L.;Margarido, V. P.SILVA, M.; BLANCO, D. R.. Evolução de cromossomos B em Parauchenipterus (Siluformes, Auchenipteridae). 2018. Exame de qualificação (Mestrando em CONSERVAÇÃO E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Aluno: Fiorindo José Cerqueira

Margarido, V. P.; BLANCO, D. R.;SILVA, M.; LUI, R. L.. Aplicação do DNA barcode em espécies de Parauchenipterus e Trachelyopterus (SILURIFORMES, AUCHENIPTERIDAE): novas perspectivas para o grupo. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em CONSERVAÇÃO E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Aluno: José Francisco de Sousa e Souza

SILVA, M.; VAL1, V. M. F. A.; BONETE, A. M.. Citotaxonomia de Boulengerella (Characiformes: Ctenoluciidae) da região amazônica central. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Aluno: Leticia Soares Guimarães

SILVA, M.; POLATTO, L. P.; LIMA, J. T.. ?Intoxicação em lagartas do bicho- da-seda (Bombyx mori L., Bombicidae) por resíduo de inseticidas em folhas de amoreiras. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Aluno: Leticia Soares Guimarães

SILVA, M.; POLATTO, L. P.; LIMA, J. T.. ?Intoxicação em lagartas do bicho- da-seda (Bombyx mori L., Bombicidae) por resíduo de inseticidas em folhas de amoreiras. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Aluno: Dayane Petik dos Santos

SILVA, M.Margarido, V. P.; LUI, R. L.. Análise cromossômica de espécies simpátricas de Parauchenipterus e Trachelyopterus da bacia do rio Araguaia. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Aluno: Patrik Ferreira Viana

FELDBERG, E.; GROSS, M. C.;SILVA, M.. Caraccterização cromossômica da serpente Boa constrictor da região amazônica central. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário do Norte.

Aluno: Leandro Marajó da Silva

SILVA, M.FELDBERG, E.; GROSS, M. C.. Caracterização cromossômica da espécie de peixe ornamental Hypancistrus aff. debilittera (Siluriformes: Loricariidae). 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário do Norte.

Aluno: Maria Jocinete Furst

COSTA, L. D.;SILVA, M.; BREYER, E.. Causas e efeitos sociais na gravidez na adolescência em Major Vieira - SC. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória.

Aluno: Elisângela Paz de Oliveira

SILVA, M.; FORTES, F.. Analise das dificuldades na disciplina de Biologia por alunos da educação de jovens e adultos (EJA) no município de União da Vitória - PR. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória.

Aluno: Vania H

SILVA, M.; GURSKI, C. R.; EMPINOTTI, E. F. S. G.. Sabai.Analise do uso de recursos didáticos utilizados pelos professores no ensino de ciências e a receptividade pelos educandos. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória.

Aluno: Carla Fabiana Ruby

LORSCHEIDER, C. A.;SILVA, M.; NOLETO, R. B.. Análise citogenética em Pimelodella spp. - Família Heptapteridae em União da Vitória - PR. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr.

Aluno: Joni Marcos Lopes

LORSCHEIDER, C. A.;SILVA, M.; NOLETO, R. B.. Análise citogenética da população de Astyanax sp. B (TELEOSTEI, CHARACIDAE) coletadas no reservatório de Foz do Areia. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr.

Aluno: Vania Cristina de Lima

SILVA, M.; LORSCHEIDER, C. A.; NOLETO, R. B.. Isolamento do retrotransposon REX3 e REX6 em Gymnotus paraguensis (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE).. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória.

Aluno: Patrícia Barbosa

SILVA, M.; HOLDEFER, D. R.; EMPINOTTI, E. F. S. G.. Confecção e aplicação de modelos didáticos para alunos com deficiência visual no ensino de genética em um colégio público da cidade de São Mateus do Sul - PR. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr.

Aluno: Rosana de Lara Wischiesk

LORSCHEIDER, C. A.;SILVA, M.; NOLETO, R. B.. Análise citogenética ede Hypostomus myrsi (LORICARIIDE, HIPOSTOMINAE), coletadas no rio Iguaçu de União da Vitória - PR. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr.

Aluno: Thais Aparecida Dulz

LORSCHEIDER, C. A.;SILVA, M.; NOLETO, R. B.. Análise citogenética da espécie Australoheros kaaygua (Casciotta, Almirón & Gomes), (Perciformes, Cichlidas) - União da Vitória - Paraná. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr.

NOLETO, R. B.;SILVA, M.; GURSKI, C. R.. Teste Seletivo para Contratação de Professore Colaboradore. 2010. Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr.

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Comissão julgadora das bancas

VERA MARIA FONSECA DE ALMEIDA E VAL

Almeida-Val, V. M.F.; ZUANON, J. A. S.; MOREIRA FILHO, O.; SILVA, E. B.; RIBAS, C. C.. Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares. 2015. Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Marcelo Ricardo Vicari

ARTONI, Roberto FerreiraALMEIDA, Mara Cristina deMoreira-Filho OMARGARIDO, V.P.Vicari, Marcelo Ricardo. Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (Gymnotiformes, Gymnotidae). 2010. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Biologia Evolutiva) - Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Vladimir Pavan Margarido

Vicari, M. R.Artoni, R. F.Moreira-Filho, O.Almeida, M. C.Margarido, V. P.. Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (Gymnotiformes, Gymnotidae). 2010. Dissertação (Mestrado em Biologia Evolutiva) - Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Mara Cristina de Almeida

ARTONI, Roberto FerreiraALMEIDA, M.C.MOREIRA FILHO, Orlando. Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (Gymnotiformes, Gymnotidae). 2010. Dissertação (Mestrado em Biologia Evolutiva) - Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Ednéia Fátima Brambilla Torquato

PADOIM, Maristela Jorgi; Rodrigues, Luciana Paula Grégio D'Arce;TORQUATO, E. F. B.. Relação entre o desempenho no vestibular e no curso de graduação. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Jose Antonio Alves Gomes

ALVES-GOMES, JOSÉ A.. Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares. 2015. Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Jose Antonio Alves Gomes

Alves Gomes, J. A.. Tendências cariotípicas associadas a padrões biogeográficos em peixes elétricos neotropicais (gymnotiformes: Gymnotus). 2014. Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Camila Cherem Ribas

RIBAS, C. C.; MOREIRA FILHO, O.; SILVA, E. B.; ALMEIDA-ZILSE, G. C.; VAL, V. M. F. A. E.. Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares. 2015. Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Míriam Silva Rafael

Gomes, JA; Jansen Alfredo S. Zuanon;RAFAEL, Míriam Silva. Tendências Cariotípicas Associadas a padrões biogeográficos em peixes elétricos neotropiais (Gymnotiformes: Gymnotus). 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Luciana Paula Grégio D'Arce Rodrigues

SILVA, M.;D'ARCE, L. P. G.; BRAMBILLA, E. T.; PADOIN, M.. Relação entre o desmpenho no vestibular e no curso de graduação. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

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Orientou

Fiorindo José Cerqueira

Contribuiçãqo genética a problemática de Parauchenipterus (Siluriformes: Auchenipteridae); 2017; Dissertação (Mestrado em CONSERVAÇÃO E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná,; Coorientador: Maelin da Silva;

Denise Felicetti

Análise cromossômica de espécies amazônicas do gênero Parauchenipterus (Siluriformes, Auchenipteridae; 2016; Dissertação (Mestrado em CONSERVAÇÃO E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Fundação Araucária - Apoio ao desenvolvimento Tecnológico do Paraná; Coorientador: Maelin da Silva;

Patrícia Barbosa

ORGANIZAÇÃO DA CROMATINA DE CROMOSSOMOS B EM Astyanax scabripinnis COMO MODELO DE REGULAÇÃO EPIGENÉTICA EM PEIXES; 2015; Tese (Doutorado em Genética e Evolução) - Universidade Federal de São Carlos,; Coorientador: Maelin da Silva;

Leandro Marajó da Silva

Caracterização cromossômica da espécie de peixe ornamental do gênero Hypancistrus (Siluriformes: Loricariidae); ; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário do Norte; Orientador: Maelin da Silva;

Vania Cristina de Lima

Isolamento do retrotransposon REX3 e REX6 em Gymnotus paraguensis (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE); ; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória - Pr; Orientador: Maelin da Silva;

Patrícia Barbosa

Confecção e aplicação de modelos didáticos para alunos com deficiência visual no ensino de genética em um colégio público da cidade de São Mateus do Sul - PR; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória; Orientador: Maelin da Silva;

Vânia Helenice Sabai

Analise do uso de recursos didáticos utilizados pelos professores no ensino de ciências e a receptividade pelos educandos; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória; Orientador: Maelin da Silva;

Elizângela Paz de Oliveira

Analise das dificuldades na disciplina de Biologia por alunos da educação de jovens e adultos (EJA) no município de União da Vitória - PR; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória; Orientador: Maelin da Silva;

Leandro Marajó da Silva

Caracterização cromossômica da espécie de peixe ornamental do gênero Hypancistrus (Siluriformes: Loricariidae; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maelin da Silva;

Vanessa Susan da Silva Pinheiro

Análise populacional de Microsternarchus (Gymnotiformes, Hypopomidae) através de marcadores citogenéticos; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Maelin da Silva;

Estágio Supervisionado Bacharelado

Citogenética de peixes de água doce; 2010; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Maelin da Silva;

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Foi orientado por

Maria Amélia Menck Soares

Monitoria; 2007; Orientação de outra natureza; (Ciências Biológicas Licenciatura) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná; Orientador: Maria Amélia Menck Soares;

Maristela Jorge Padoin

Comparação do desempenho no vestibular com o desempenho durante a graduação em alunos do curso de biologia; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em CIENCIAS BIOLOGICAS) - Universidade Estadual do Oeste do Parana; Orientador: Maristela Jorge Padoin;

Vladimir Pavan Margarido

Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no genêro Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE); 2010; Dissertação (Mestrado em Biologia Evolutiva) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Vladimir Pavan Margarido;

Vladimir Pavan Margarido

Análise citogenética em Rhamdia quelen Quoy & Gaymard, 1824, (Siluriformes, Heptateridae) coletada no rio Piquiri, região de Nova Laranjeiras, Paraná; ; 2006; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Pró Reitoria de Pesquisa Unioeste; Orientador: Vladimir Pavan Margarido;

Roberto Ferreira Artoni

Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE); 2010; Dissertação (Mestrado em Biologia Evolutiva) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Roberto Ferreira Artoni;

Roberto Ferreira Artoni

Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares; 2015; Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Roberto Ferreira Artoni;

Cleusa Yoshiko Nagamachi

Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares; ; 2015; Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Cleusa Yoshiko Nagamachi;

Eliana Feldberg

Análise biogeográfica do gênero Gymnotus (Gymnotidae, Gymnotiformes), por meio de marcadores cariotípicos e moleculares; 2015; Tese (Doutorado em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva) - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Eliana Feldberg;

Eliana Feldberg

2016; Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Eliana Feldberg;

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Produções bibliográficas

  • BARBOSA, P. ; LEAL, E. ; SILVA, M. ; ALMEIDA, M. ; MOREIRA-FILHO, O. ; ARTONI, Roberto Ferreira . Variability and evolutionary implications of repetitive DNA dynamics in genome of Astyanax scabripinnis (Teleostei, Characidae). COMPARATIVE CYTOGENETICS , v. 11, p. 143-162, 2017.

  • FAVARATO, R. M. ; SILVA, M. ; OLIVEIRA, R. R. ; FELDBERG, E. ; MATOSO, D.A. . Cytogenetic Diversity and the Evolutionary Dynamics of rDNA Genes and Telomeric Sequences in the Ancistrus Genus (Loricariidae: Ancistrini). Zebrafish (Larchmont, NY) , v. 13, p. 103-111, 2016.

  • SILVA, M. ; BARBOSA, P. ; ARTONI, Roberto Ferreira ; FELDBERG, E. . Evolutionary Dynamics of 5S rDNA and Recurrent Association of Transposable Elements in Electric Fish of the Family Gymnotidae (Gymnotiformes): The Case of <b><i>Gymnotus mamiraua</i></b>. CYTOGENETIC AND GENOME RESEARCH , v. 149, p. 297-303, 2016.

  • SILVA, M. ; RIBEIRO, E. D. ; MATOSO, D.A. ; SOUSA, L. M. ; HRBEK, T. ; PY-DANIEL, L. R. ; FELDBERG, E. . Chromosomal polymorphism in two species of Hypancistrus (Siluriformes: Loricariidae): an integrative approach for understanding their biodiversity. Genetica (Dordrecht. Online) , v. 142, p. 127-139, 2014.

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  • SILVA, M. . Elementos repetitivos e diferenciação de cromossomos sexuais em peixes. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SILVA, M. . Sistema turnover de cromossomos sexuais: espécies de peixes neotropicais como modelo para o estudo de diferenciação de cromossomos sexuais. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SILVA, M. ; MATOSO, D.A. ; ARTONI, R. F. ; FELDBERG, E. . Diversity chromosomal suggests the occurrence of cryptical species in the genus Gymnotus. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, M. ; MATOSO, D.A. ; ARTONI, R. F. ; FELDBERG, E. . Diversity chromosomal suggests the occurrence of cryptical species in the genus Gymnotus. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PINHEIRO, V. S. S. ; SILVA, M. ; FELDBERG, E. ; ALVES-GOMES, J. A. . Cytogenetic description of a new evolutionary unit of microsternarchus (Gymnotiformes, Hypopomidae). 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • RIBEIRO, E. D. ; SILVA, M. ; SOUSA, L. M. ; FELDBERG, E. ; HRBEK, T. . Integrating morphological, molecular and cytogenetic tools on the identification of two speciesof Hypancistrus (Siluriformes, Loricariidae). 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

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  • BARBOSA, P. ; SILVA, M. . Recursos Didáticos especiais para o ensino de genética no ensino médio: inclusão de alunos com deficiência visual. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, M. ; Margarido, V. P. ; ARTONI, R. F. . Mapeamento e composição das regiões repetitivas e heterocromáticas de Gymnotus sylvius e G. paraguensis. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, D. C. ; SILVA, M. S. S. E. ; SILVA, M. ; CARVALHO-COSTA, L. F. . DESCRIÇÃO PRELIMINAR DO CARIÓTIPO DO SARAPÓ APTERONOTUS CF. ALBIFRONS (GYMNOTIFORMES: APTERONOTIDAE) DO RIO MUNIM, MARANHÃO. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CAMARGO, N. S. J. ; SILVA, M. . AULAS DE COMPLEMENTO SOBRE SEXUALIDADE EQUILÍBRIO E SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SABAI, V. H. ; SILVA, M. . ANÁLISE DO USO DE RECURSOS DIDÁTICOS UTILIZADOS PELOS PROFESSORES NO ENSINO DE CIÊNCIAS, E A RECEPTIVIDADE PELOS EDUCANDOS. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • OLIVEIRA, E. P. ; SILVA, M. . ANÁLISE DE DIFICULDADES ENFRENTADAS NA DISCIPLINA DE BIOLOGIA POR ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA), NO MUNICÍPIO DE UNIÃO DA VITÓRIA PARANÁ. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LANDO, F. ; SILVA, M. . Uso de pegadas de animais silvestres para a educação ambiental no municipio de Porto União - SC. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • BARBOSA, P. ; SILVA, M. . AVALIAÇÃO DA ACUIDADE VISUAL EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO E INCLUSÃO DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL PARA O ENSINO DE GENÉTICA. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SILVA, M. ; MATOSO, D.A. ; ALEMIDA, M. C. ; VICARI, M. R. ; ARTONI, R. F. . Isolamento de DNA repetitivo por microdissecção cromossõmica, digestão enzimática por AluI e Cot1 em Steidacheridion melanodermatum (Teleostei: Siluriformes). 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, M. ; Margarido, V. P. ; ARTONI, R. F. . Comportamento meiótico dos cromossomos sexuais múltiplos X1X1X2X2/X1X2Y de Gymnotus pantanal (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE). 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • TASIOR, D. ; SCHEMBERGER, M. O. ; SILVA, M. ; NOGAROTO, V.V. ; ALEMIDA, M. C. ; ARTONI, R. F. ; VICARI, M. R. . Ánalise Citogenética em Prochilodus lineatus (CHARACIFORMES, PROCHILODONTIDAE) da região de Cambará - Paraná. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SILVA, M. ; Margarido, V. P. ; VICARI, M. R. ; SCHEMBERGER, M. O. ; ALEMIDA, M. C. ; ARTONI, R. F. . Caracterização Citogenética de Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE) encontrado no rio Iapó, região de Castro - Paraná. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CAMARGO, E. F. ; SILVA, M. ; MORAES NETO, A. ; VICARI, M. R. ; ALEMIDA, M. C. ; ARTONI, R. F. . Caracterização Cariotípica de Astianax Altiparanae (CHARACIFORMES, CHARACIDAE) da região de Salto Segredo, curso Médio do Rio Iguaçu, Paraná. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MORAES NETO, A. ; MATOSO, D.A. ; SILVA, M. ; CESTARI, M.M. ; ALMeida, M.C. ; ARTONI, R. F. ; VICARI, M. R. . POLIMORFISMO CROMOSSÔMICO EM Steindachneridion meladermatum (SILURIFORMES, PIMELODIDAE). 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MATOSO, D.A. ; SILVA, M. ; MORAES NETO, A. ; VICARI, M. R. ; ALEMIDA, M. C. ; ARTONI, R. F. . Citogenética clássica e molecular da espécie Steindachneridion melanodermatum. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • MORAES NETO, A. ; SILVA, M. ; MATOSO, D.A. ; CESTARI, M.M. ; ALEMIDA, M. C. ; VICARI, M. R. ; COLARES-PEREIRA, M. J. ; ARTONI, R. F. . Caracterização citogenética de Steindachneridion melanodermatum, Pseudoplatystoma fasciatum, Pimelodus ortmanni e Sorubim lima. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SILVA, J. ; SILVA, M. ; Margarido, V. P. . Análise citogenética em três populações de Gymnotus (Gymnotiformes, Gymnotidae) coletados no rio Piquiri, Formosa do Oeste, Paraná. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • SILVA, M. ; CAMARGO, E. F. ; ALEMIDA, M. C. ; LUDWIG, L. A. M. ; GOMES, E. ; ARTONI, R. F. ; VICARI, M. R. . Monitoramento citogenético aplicado ao repovoamento de Rhmadia (Siluriformes, Heptapteridade) no rio Iguaçu. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • Sandro Henrique Comarella ; Hickmann, J (JAqueline Hickmann) ; SILVA, M. ; Daniela Frigo Ferraz . Determinções na prática pedagógica desenvolvidas por estágiários de ciências. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

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Outras produções

SILVA, M. ; LEMOS, P. E. M. . Plano de Controle Ambiental (PCA) para Licenciamento Ambiental do Instituto Tecnológico Educacional de Cascavel - ITECNE. 2016.

SILVA, M. . O Profissional da Biologia na Amazônia. 2012. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

SILVA, M. . Sequenciamento de Nova Geração e suas aplicações biológicas. 2015. .

SILVA, M. ; SILVA, C. E. F. . Citogenética de Vertebrados. 2012. .

SILVA, M. ; SILVA, C. E. F. . Genética de Organismos Tropicais. 2012. .

SILVA, M. . Citogenética Aplicada a Piscicultura. 2011. (Palestra).

SILVA, M. . Citogenética de Animais vertebrados. 2010. .

SILVA, M. ; GROSS, M. C. ; SCHEINDER, C.H. . I Oficina de Hibridização de ácidos núcleiocos: conceitos e aplicações da técnica de FISH. 2009. .

SILVA, M. ; MELO, H. F. P. . Marcadores cromossômicos para a construção de filogenias. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

SILVA, M. ; SCHEMBERGER, M. O. ; MATOSO, D.A. . Métodos de Análise utilizados no aconselhamento genético. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

SILVA, M. . Evolução da Diferenciação Cromossômica no Gênero Gymnotus (Gymnotiformes, Gymnotidae). 2008. (Palestra).

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Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Análise do padrão de mudanças epigenéticas estruturais da cromatina em três espécies modelo de peixes neotropicais, utilizando marcadores citogenéticos e moleculares, Descrição: Mudanças na cromatina mediam a ativação e inativação de genes, sendo uma importante chave na regulação da expressão gênica. Estas modificações incluem metilação, acetilação, fosforilação, entre outros. Além disso, a distribuição dos cromossomos no núcleo das células pode também influenciar ou propiciar mudanças na arquitetura da cromatina. Ambientado dentro dos projetos temáticos em andamento no laboratório de Genética e Evolução da Universidade Estadual de Ponta Grossa o presente projeto pretende investigar marcas epigenéticas através de imunomarcadores para modificação de histonas e do nucleotídeo modificado 5-metilcitosina (5mC) no genoma de três espécies modelo de peixes neotropoicais: Astyanax scabripinnis, Ancistrus dubius e híbridos interespecíficos obtidos do cruzamento de Colossoma macropomum e Piaractus mesopotamicus. Cada uma das espécies citadas apresenta uma problemática de investigação própria. Para A. scabripinnis, o localização no núcleo interfásico e modo de regulação do cromossomo B, será a o foco da investigação. Em A. ancistrus o mapeamento de sequências microssatélites sexo-específicas obtidas através do sequenciamento global do seu genoma e utilizadas para localização destes cromossomos nos núcleos interfásicos, definido assim sua localização, com identificação subsequente dos possíveis padrões epigenéticos associados. Para o Tambacu, hibrido obtido através do cruzamento de C. macropomum e P. mesopotamicus, o objetivo é determinar marcas epigenéticas associadas ao aumento acentuado de cópias de elementos de transposição Rex3 e Rex6 em seu genoma. A coesão da proposta se faz em prol do avanço de estudos de regulação da arquitetura cromossômica em peixes neotropicais, utilizando técnicas de imunocoloração para identificação de marcas epigenéticas em cromossomos B, cromossomos sexuais e choque entre genoma de híbridos interspecíficos, alindo ainda a aplicação de microscopia confocal para determinação, permitindo a identificação de posicionamento dessas regiões dentro do núcleo interfásico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Coordenador / Roberto Ferreira Artoni - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Estudos comparativos em espécies congêneres das bacias do Prata e do Amazonas através de análises citogenéticas, do ciclo reprodutivo e do DNA mitocondrial, com abordagem à taxonomia, sistemática, biogeografia e conservação, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Vladimir Pavan Margarido em 13/05/2017., Descrição: A ictiofauna de peixes neotropicais é a mais diversa do mundo, sendo que o Brasil destaca-se pela riqueza e diversidade da sua fauna de peixes, devido a um conjunto de fatores históricos, ecológicos e evolutivos. Deste modo, conhecer a ictiofauna destas regiões torna-se essencial para o desenvolvimento de ações que possam contribuir para modelos de preservação e manejo nesses sistemas aquáticos neotropicais. As maiores drenagens da região Neotropical estão localizadas em território brasileiro, sendo a maior representada pela bacia Amazônica, seguida pela bacia do Prata. Uma comparação entre as espécies de peixes existentes nas ecorregiões da América do Sul, combinando-se as áreas biogeográficas, verificou grande semelhança ictiofaunística entre as bacias do Baixo rio Paraná, do Baixo rio Uruguai e do rio Paraguai; entre as bacias do Alto rio Paraná e dos rios Paraíba do Sul, Iguaçu, São Francisco e Parnaíba; e entre a Bacia do Alto rio Uruguai e as bacias do rio Amazonas e Tocantins-Araguaia. O uso de informações filogenéticas é fundamental para o entendimento dos aspectos biogeográficos e de variação espacial das espécies de rios e riachos, visto que a biogeografia histórica fornece as hipóteses necessárias para o entendimento da origem da diversidade do grupo. A grande maioria das espécies apresenta constituição cariotípica, sequências do DNA mitocondrial e estratégia reprodutiva características, resultantes de sua história evolutiva, em que a interação com o ambiente é um aspecto fundamental. Neste contexto, no presente trabalho busca-se, através da análise citogenética básica e molecular, da análise de marcadores do DNA mitocondrial e do ciclo reprodutivo das espécies, contribuir para um melhor conhecimento de nossa ictiofauna e sua biodiversidade, da compreensão da evolução cariotípica dos gêneros e das famílias de peixes, desempenhando um importante papel na diagnose de espécies crípticas bem como de sinonímias que possam ocorrer, auxiliando desta forma a taxonomia, sistemática, biogeografia e subsidiar propostas de preservação, manejo e conservação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Coordenador / Roberto Laridondo Lui - Integrante / Jocicléia T. Konerat - Integrante / Vanessa B. da Silva - Integrante / Eliana Feldberg - Integrante / Daniel Rodrigues Blanco - Integrante / Lucas Baumgartner - Integrante / Leonardo Marcel Paiz - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Efeitos epigenéticos em peixes frente às mudanças climáticas globais, analisados sob a ótica da citogenética molecular e da expressão gênica, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Roberto Ferreira Artoni em 08/08/2017., Descrição: Considerando espécies de peixes bioindicadores da biota amazônica, tem-se como objetivo identificar e testar vias metabólicas de interesse, por meio de marcadores epigenéticos, frente ao painel de mudanças climáticas globais para o milênio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador / orlando moreira-filho - Integrante / Jonathan Pena Castro - Integrante.

  • 2014 - Atual

    Contribuição da análise cromossômica e de marcadores moleculares na problemática taxonômica de Parauchenipterus Bleeker, 1862 (Siluriformes, Auchenipteridae)(Edital MCTI/CNPq 14/2014 Universal - Proc: 446660/2014-0), Descrição: Auchenipteridae, que é restrita a região Neotropical, compreende 20 gêneros e cerca de 90 espécies. Este grupo apresenta duas subfamílias, Centromochlinae e Auchenipterinae. Centromochlinae inclui somente os gêneros Centromochlus, Gelanoglanis, Glanidium e Tatia, enquanto Auchenipterinae compreende todos os outros gêneros, inclusive Parauchenipterus e Trachelyopterus, os quais contêm as espécies que serão analisadas por este projeto. Parauchenipterus apresenta uma história taxonômica confusa, sendo que este gênero já foi considerado sinônimo de Auchenipterus, Trachycorystes e Trachelyopterus. Filogeneticamente, Parauchenipterus é considerado grupo-irmão de Trachelyopterus. A maioria das espécies relacionadas à Parauchenipterus não foram realmente descritas com o nome deste gênero e estudos relacionados a este grupo seriam de grande importância para auxiliar na diminuição dessa problemática. No único trabalho de revisão que busca resolver a problemática relacionada a este gênero, são propostas cinco espécies para Parauchenipterus (P. ceratophysus, P. porosus, P. striatulus, Parauchenipterus sp. n. e P. galeatus) e duas para Trachelyopterus (T. coriaceus e Trachelyopterus sp. n.), utilizando apenas aspectos de morfologia interna e externa. Entretanto, bibliografias recentes desconsideram esta proposta de validação, e colocam as espécies que pertenceriam à Parauchenipterus em Trachelyopterus, o que sugere a necessidade de mais estudos, principalmente no tocante a aplicação de outras metodologias. Assim, esta proposta pretende contribuir com novas informações no que se refere à diversificação e evolução de espécies de peixes da família Auchenipteridae, utilizando análise citogenética (clássica e molecular) e molecular (DNA mitocondrial). Além disso, há a necessidade de progredir no conhecimento científico desse grupo devido à carência de dados disponíveis através de análises genéticas, o que levará em consideração a distribuição em bacias hidrográficas distintas, propiciando uma análise comparativa entre distintas populações/espécies e um melhor entendimento de suas relações.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Laridondo Lui - Coordenador / Jocicléia T. Konerat - Integrante / Vanessa B. da Silva - Integrante / Eliana Feldberg - Integrante / Daniel Rodrigues Blanco - Integrante / Juliana F. Martinez - Integrante / Liano Centofante - Integrante / Paulo Cesar Venere - Integrante / Sandra Mariotto - Integrante / Lucas Baumgartner - Integrante / Leonardo Marcel Paiz - Integrante / Simone Cristina Girardi - Integrante / Gisele Gemi - Integrante / Mariane Gavazzoni - Integrante / Carla Simone Pavanelli - Integrante / Rafaela Maria Moresco - Integrante / Celeste Mutuko Nakayama - Integrante / Simone Poliana Bergmann - Integrante / Dayane Petik dos Santos - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2013 - 2016

    Pró-Amazônia: Biodiversidade e sustentabilidade - Estudos citogenéticos e citogenômicos da biodiversidade da Amazônia, com implementação de avanços técnicos, Descrição: Uma sistemática adequada é um pré-requisito óbvio para qualquer estudo de biodiversidade (Granjon & Dobigny, 2003). O estudo da biodiversidade implica necessariamente no uso de marcadores que permitam uma melhor definição dos táxons. Uma abordagem relevante é o uso da análise genética (citogenética e molecular), como ferramenta auxiliar para uma melhor identificação taxonômica das espécies, assim como, padrões filogeográficos. Os cromossomos são estruturas com considerável estabilidade, não sendo influenciados pelas variações ambientais. Diferenças cariotípicas são devidas a mudanças na estrutura dos cromossomos levando a uma reorganização do genoma e geralmente a um isolamento reprodutivo, definindo o conceito biológico de espécie. Os rearranjos, cuja ocorrência pode ser detectada pela análise comparativa dos cariótipos, são eventos relativamente raros e com taxa mínima de homoplasia, o que torna a análise citogenética extremamente importante para o estudo da sistemática e da biodiversidade. Segundo King (1987; 1993), rearranjos cromossômicos podem ser causa da especiação quando apresentarem efeito de heterose negativa, produzindo isolamento reprodutivo pós-acasalamento (rearranjos que, em híbridos estruturais, segregam mal na meiose produzindo gametas não balanceados e consequente redução na fertilidade). Por outro lado, se o rearranjo não tiver efeito de heterose negativa (híbrido estrutural não segrega mal na meiose), o rearranjo tende a ficar na população na forma de polimorfismo. Assim, o que decide se um rearranjo particular pode ou não estar envolvido no processo de especiação, é o comportamento meiótico do rearranjo no heterozigoto estrutura.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Eliana Feldberg - Coordenador / Carlos Eduardo Faresin da Silva - Integrante / Leila Braga Ribeiro - Integrante.

  • 2012 - 2013

    Prospecção, mapeamento e caracterização de sondas a partir da microdissecção de cromossomos sexuais: Pintura cromossômica no gênero Gymnotus, Descrição: Os componentes da ordem Gymnotiformes são conhecidos como peixes elétricos, e estão amplamente distribuídos pelas Américas Central e do Sul. A família Gymnotidae possui apenas dois gêneros Gymnotus e Electrophurus, sendo que Gymnotus é o mais especioso da ordem com 35 espécies válidas, e alcança sua maior diversidade na região amazônica. Considerado um grupo relativamente antigo, que evoluiu há dezenas de milhares de anos em área continental, com vários clados trans-andinos e com inúmeras espécies vivendo em assembléias simpátricas constituídas por espécies não monofiléticas, é considerado um grupo atrativo para estudos sobre evolução, origem e manutenção da diversidade genética, diversificação da macroestrutura cariotípica e diferenciação de cromossomos sexuais. Nesse contexto, o presente projeto tem o objetivo de isolar cromossomos sexo-específico na espécie Gymnotus pantanal, e encontrar cromossomos relacionados - homeólogos ? em espécies que não apresentam essa peculiaridade entre machos e fêmeas na família Gymnotidade, em especial no gênero Gymnotus. Trabalhando de forma integrada, utilizando a filogenia proposta para o grupo, descrita através de marcadores morfológicos, esse projeto fará a relação entre a evolução dos cromossomos sexuais no gênero e os dados existentes na literatura sobre a sua morfologia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Integrante / Daniele Aparecida Matoso - Integrante / Maria Claudia Gross - Integrante / Eliana Feldberg - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2011 - 2015

    Instituto Nacional de Ciência Tecnologia de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (ADAPTA), Descrição: Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (ADAPTA) tem como principal estratégia o trabalho em rede e como principal visão o caráter inovador que reside em aprender com as respostas dos organismos aquáticos aos desafios ambientais e transformar esse aprendizado em informações úteis, para o homem. O Instituto foi idealizado tendo-se em mente a necessidade de uma rígida estrutura funcional (trabalho em rede) e organizacional (bancos de dados) que permita a visão do conjunto que, quando articulada, possibilitará ir além da descrição reducionista da diversidade biológica existente na biota aquática da Amazônia. Diante disso os principais objetivos do ADAPTA são: Identificar e mapear a capacidade adaptativa e a sensibilidade de organismos da biota aquática da Amazônia em face de desafios ambientais; Estabelecer as similaridades, dissimilaridades e convergências adaptativas entre espécies expostas aos mesmos desafios ambientais (naturais ou antrópicos) e identificar similaridades e dissimilaridades na adaptação de uma única espécie a diferentes condições ambientais; Definir um conjunto de bioindicadores seguros para o acompanhamento da qualidade de diferentes tipos de ambientes aquáticos da Amazônia; Contribuir com a capacitação de recursos humanos; Decodificar e socializar a informação científica produzida no âmbito do projeto. Inserido neste projeto o Laboratório de Citogenética e Evolução de Peixes visa verificar se os retrotransposons da família Rex se movimentam no genoma das espécies alvo em condição de desafios ambientais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (4) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Maria Claudia Gross - Integrante / Carlos Henrique Scheinder - Integrante / Vera Maria Fonseca de Almeida Val1 - Integrante / Eliana Feldberg - Coordenador / Adalberto Luis Val - Integrante / Maria Leandra Terencio - Integrante / Leila Braga Ribeiro - Integrante., Financiador(es): CNPq/FAPEAM - Auxílio financeiro.

  • 2011 - 2015

    Genômica comparativa de peixes amazônicos frente a diferentes desafios ambientais, Descrição: O projeto Genômica comparativa de peixes amazônicos frente a diferentes desafios ambientais pretende utilizar a citogenética clássica e molecular, o sequenciamento de DNA e a expressão gênica de espécies de peixes amazônicos expostos a desafios ambientais naturais, ou seja, diferentes característica físicoquímicas de água, bem como ambientes antropizados urbanos. Atualmente o grupo Genética Animal-INPA é o único grupo já consolidado do estado a trabalhar com aspectos citogenéticos de peixes e, com o apoio do laboratório Laboratório Temático de Biologia Molecular (INPA-AM), Laboratório de Evolução e Genética Animal (LEGAL-UFAM), Laboratório de Genômica Integrativa (UNESP-Botucatu) e Laboratório de Biologia do Músculo Estriado (UNESP-Botucatu), inovadoramente visa efetuar o mapeamento físico cromossômico comparativo em espécies da região e verificar a expressão de genes em espécies submetidas a diferentes ambientes. Além disso, o projeto possibilitará a interiorização da proposta, com a inclusão dos dois grupos de pesquisa emergentes que trabalham com abordagens citogenômicas no interior da Amazônia brasileira, sendo eles Laboratório de Biologia do Centro de Estudos Superiores de Parintins (UEA-AM), Laboratório de Genética & Biodiversidade (UFPA - Campus de Santarém)... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (4) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Maria Claudia Gross - Integrante / Carlos Henrique Scheinder - Integrante / Eliana Feldberg - Coordenador / Maria Leandra Terencio - Integrante / Leila Braga Ribeiro - Integrante., Financiador(es): CNPq/FAPEAM - Auxílio financeiro.

  • 2007 - 2009

    Citogenética Básica e Molecular em Espécies de Peixes do Rio Piquiri com Ênfase à Ictiofauna Endêmica, Descrição: A citogenética envolve dois tipos principais de análises: nível básico, envolvendo a identificação de número e morfologia cromossômicos, descrição e localização de marcadores cromossômicos, e nível refinado de análise, envolvendo citogenética molecular. Alguns dos diversos aspectos abordados na análise básica dos dados tem sido (1) a caracterização cariotípica e identificação de novas espécies, (2) a distinção de espécies crípticas, o que contribui para verificação de uma maior biodiversidade, (3) busca de marcadores populacionais, proposição de (4) relações filogenéticas entre espécies e de (5) mecanismos evolutivos envolvidos durante o processo de especiação. O rio Piquiri possui características peculiares na sua geomorfologia percorrendo trechos em revelo bastante íngreme, (rico em corredeiras, saltos, remansos e estreitos) apresenta também trechos com mata ciliar nativa; refletindo diretamente na composição e abundancia de sua ictiofauna. Recentemente foram descobertas espécies endêmicas, sendo que uma delas foi estudada pela citogenética (trabalho no prelo) e apresentou um sistema de cromossomos sexuais simples ZZ/ZW inédito para o gênero Apareiodon, estes dados corroboraram para o reconhecimento e identificação de uma nova espécie, resultando na descrição de Apareiodon vladii por Pavanelli (2006). Estes resultados, embora preliminares, preconizam a necessidade urgente de implementar estudos citotaxonômicos na ictiofauna do rio Piquiri, uma vez que esta já demonstra um grau de diferenciação da ictiofauna da bacia do rio Paraná, na qual o rio Piquiri está inserido. O presente trabalho tem por objetivo caracterizar através do cariótipo de espécies de peixes coletadas no rio Piquiri, comparando-se com os dados existentes na literatura, abordando os aspectos acima citados (1-5), utilizando o nível básico de análise e, quando necessário, o nível refinado de análise, através da hibridização in situ fluorescente com sondas de rDNA 18S e 5S (FISH ? rDNA). Depois de ob. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Coordenador / Roberto Laridondo Lui - Integrante / Carla Andréia Lorscheider - Integrante., Financiador(es): Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2007 - 2007

    Análise citogenética em duas espécies simpátricas de Gymnotus (Gymnotiformes, Gymnotidae) coletadas no rio Piquiri, Formosa do Oeste, Paraná., Descrição: A ordem Gymnotiformes compreende peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês e tuviras, e é dividida em cinco famílias, com 30 gêneros e mais de 100 espécies já descritas. Os peixes desta ordem possuem características morfológicas peculiares como corpo alongado, ausência de nadadeiras caudal ou dorsal, sendo que a nadadeira anal é extremamente longa, e presença de órgãos de descargas elétricas. Capazes de capturar ar atmosférico, esses peixes são usualmente predadores noturnos e exibem comportamento territorial. Gymnotus é o gênero mais especioso desta ordem, possuindo 32 espécies, amplamente distribuídas na região neotropical. Na bacia do alto rio Paraná ocorrem quatro espécies: G. paraguensis, G. sylvius, G. inaequilabiatus e G. pantanal. Um estudo citogenético realizado no alto rio Paraná, região de Guairá, próximo à foz do rio Piquiri, mostrou a presença de três espécies de Gymnotus (G. paraguensis, G. sylvius e G. pantanal) em simpatria, sendo Gymnotus pantanal considerado uma espécie invasora, uma vez que até este estudo era registrada apenas no baixo rio Paraná. Até o presente momento, somente Gymnotus aff. inaequilabiatus teve ocorrência registrada para o rio Piquiri. O presente trabalho tem por objetivo confirmar, pela primeira vez, a ocorrência simpátrica de Gymnotus paraguensis e Gymnotus pantanal no rio Piquiri, utilizando-se técnicas citogenéticas básicas como ferramenta para caracterização destas espécies (citotaxonomia), e rastreando desta forma a espécie invasora Gymnotus pantanal no rio Piquiri.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Coordenador.

  • 2006 - 2007

    Análise citogenética em Rhamdia quelen Quoy & Gaymard, 1824, (Siluriformes, Heptateridae) coletada no rio Piquiri, região de Nova Laranjeiras, Paraná, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Coordenador., Financiador(es): Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Outra.

  • 2005 - 2006

    Caracterização citogenética de espécies de peixes coletadas no Rio Piquiri, região de Nova Laranjeiras - Paraná, Descrição: Caracterização citogenética de espécies de peixes coletados no rio Piquiri, região de Nova Laranjeiras - Paraná Descrição: Descrição: A citogenética envolve dois tipos principais de análises: nível básico, envolvendo a identificação de número e morfologia cromossômicos, descrição e localização de marcadores cromossômicos, e nível refinado de análise, envolvendo citogenética molecular. Alguns dos diversos aspectos abordados na análise básica dos dados tem sido (1) a caracterização cariotípica e identificação de novas espécies, (2) a distinção de espécies crípticas, o que contribui para verificação de uma maior biodiversidade, (3) busca de marcadores populacionais, proposição de (4) relações filogenéticas entre espécies relacionadas e de (5) mecanismos evolutivos envolvidos durante o processo de especiação. O rio Piquiri é caracterizado por apresentar-se rico em corredeiras, saltos e estreitos, fatores estes responsáveis pelo isolamento de algumas espécies de peixes, o que acarretou sua ictiofauna diferir consideravelmente da ictiofauna da bacia do rio Paraná não apenas pelo menor número dO rio Piquiri é caracterizado por apresentar-se rico em corredeiras, saltos e estreitos, com um desnível de 1.000 m nos quase 500 Km que percorre. A ictiofauna do rio Piquiri difere consideravelmente da bacia do rio Paraná não apenas pelo menor número de espécies, mas também na composição e abundância (LOWE-McCONNELL, 1999). De acordo com MAACK (1981), a foz do rio Piquiri ocorria na região de Sete Quedas, em um grande salto, sendo esta mais uma barreira geográfica às espécies de peixes que ocorrem neste rio, tendo ela deixado de existir com a construção da barragem de Itaipu. Entretanto, a análise cariotípica destas espécies características do rio Piquiri é relevante para a compreensão da evolução cariotípica dos gêneros e das famílias de peixes, uma vez que, devido ao isolamento geográfico com o rio Paraná, características plesiomórficas e apomórficas poderão ser identificadas, a. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Coordenador / Roberto Laridondo Lui - Integrante / Carla Andréia Lorscheider - Integrante., Financiador(es): Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Auxílio financeiro / Pró- reitoria de Pesquisa e Pós Graduação - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

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Projetos de desenvolvimento

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

  • 2008 - 2010

    Evolução da diferenciação cromossômica entre os sexos no gênero Gymnotus (GYMNOTIFORMES, GYMNOTIDAE), Descrição: Os membros da ordem Gymnotiformes são um importante componente da ictiofauna noturna de peixes de água doce da América do Sul (ALBERT e CAMPOS-DA-PAZ, 1998). Composta por cinco famílias (Gymnotidae, Sternopygidae, Rhamphichtydae, Hypopomidae, Apteronotidae) esta ordem é endêmica da região neotropical (CAMPOS-DA-PAZ, 2003), tendo seus limites restritos ao norte pelo México e ao sul pela Argentina, alcançando sua máxima abundância e diversidade na Amazônia tropical (ALVES-GOMES, 1998). A família Gymnotidae pertence à ordem Gymnotiformes, compreende os gêneros Gymnotus e Eletrophurus, sendo que o último foi recentemente incluso a família e possui somente uma espécie (ALBERT, 2001). São peixes popularmente conhecidos como morenitas, poraquês, túviras (PAVANELLI e GRAÇA, 2007), de pequeno a médio porte, estes peixes possuem características morfológicas peculiares (ALVES-GOMES, 1998), e talvez a característica mais notável esteja na habilidade de autogerar e utilizar campos elétricos, tanto para eletrolocalização de objetos e outros organismos, quanto para a interação social (CAMPOS-DA-PAZ, 2003). O gênero Gymnotus é o mais especioso entre os Gymnotiformes, e abrange 32 espécies (ALBERT et al., 2005), das quais 22 estão descritas para o Brasil (CAMPOS-DA-PAZ e BUCKUP, 2007). Não é comum observar em peixes diferenciação cromossômica entre machos e fêmeas, entretanto vários estudos tem demonstrado a ocorrência de heterogamétia entre os sexos em alguns grupos de peixes, principalmente em espécies de água doce (BORN e BERTOLLO, 2000), como descrito por Rosa et al. (2005) em Apareidon vladii e Born e Bertollo (2000) em Hoplias malabaricus. Para a ordem Gymnotiformes foram descritos sistemas de cromossomos sexuais nas famílias Gymnotidae (Gymnotus pantanal), Sternopygidae (Eigenmannia sp.) e Hypopomidae (Brachyhypopomus pinicaudatus) (MARGARIDO e BELLAFRONTE, 2005; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000a; ALMEIDA-TOLEDO et al., 2000b;). Em peixes a heterogamétia pode ocorrer tanto n. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Maelin da Silva - Integrante / Vladimir Pavan Margarido - Integrante / Roberto Ferreira Artoni - Coordenador.

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal da Fronteira Sul. , Avenida Edmundo Gaievski, 1000, Zona Rural, 85770000 - Realeza, PR - Brasil, Telefone: (46) 35438300

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Experiência profissional

  • 2018 - Atual

    Universidade Estadual de Ponta Grossa

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20

  • 2017 - 2017

    Universidade Estadual de Ponta Grossa

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador Especialista Visitante I, Carga horária: 20

  • 2008 - 2010

    Universidade Estadual de Ponta Grossa

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Pós-graduação, Regime: Dedicação exclusiva.

    Atividades

    • 02/2019

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Genética Geral

    • 02/2019

      Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Genética e Evolução Humana

    • 02/2019

      Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Genética e Evolução Humana

    • 02/2019

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Genética Geral

    • 07/2018 - 12/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Microbiologia

    • 07/2018 - 12/2018

      Ensino, Engenharia de Alimentos, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Microbiologia

    • 03/2018 - 12/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos Especias em Genética

    • 03/2018 - 07/2018

      Ensino, Química, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Celular

  • 2018 - 2018

    Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 40

    Atividades

    • 07/2018 - 12/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biofisica

    • 02/2018 - 12/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Licenciamento, Monitoramento e Controle Ambiental

    • 02/2018 - 12/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Genética

    • 02/2018 - 12/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Ecotoxicologia

    • 02/2018 - 07/2018

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Imunologia

    • 02/2018 - 07/2018

      Ensino, Engenharia de Alimentos, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Celular

  • 2017 - 2017

    Universidade Federal da Fronteira Sul

    Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 40

    Atividades

    • 07/2017 - 12/2017

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Celular, Genética Geral e Humana , Histologia Humana

    • 07/2017 - 12/2017

      Ensino, Química, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Geral

    • 07/2017 - 12/2017

      Ensino, Física, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia para Ciências I

    • 05/2017 - 11/2017

      Conselhos, Comissões e Consultoria, Colegiado do Curso de Ciências Biológicas, .,Cargo ou função, Membro Suplente do Colegiado de Ciências Biológicas Licenciatura.

    • 04/2017 - 07/2017

      Ensino, Nutrição, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Embriologia Humana

    • 04/2017 - 07/2017

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular

    • 04/2017 - 07/2017

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Embriologia Humana

    • 04/2017 - 07/2017

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Embriologia Humana

    • 04/2017 - 07/2017

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Celular

  • 2017 - 2018

    Centro Técnico-Educacional Superior do Oeste Paranaense

    Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 5

    Atividades

    • 02/2017 - 03/2018

      Ensino, Biomedicina, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia Molecular

    • 02/2017 - 03/2018

      Ensino, Biomedicina, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Bioquímica Geral

    • 02/2017 - 03/2018

      Ensino, Biomedicina, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biofísica

    • 02/2017 - 03/2018

      Conselhos, Comissões e Consultoria, Colegiado do Curso de Biomedicina, .,Cargo ou função, Membro do Colegiado Titular do Colegiado de Biomedicina.

    • 02/2017 - 06/2017

      Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiologia Humana

    • 02/2017 - 06/2017

      Ensino, Biomedicina, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiologia Humana

  • 2016 - 2017

    Instituto Tecnológico e Educacional de Cascavel

    Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 10

  • 2015 - 2016

    Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pós-doutorado, Regime: Dedicação exclusiva.

    Outras informações:
    Título do projeto: Análise comparativa de sequências repetitivas entre machos e fêmeas de Gymnotus carapo (Gymnotiformes: Gymnotidae) da Amazônia Central: investigação de sequências sexo-específicas por sequenciamento de Next Generation

  • 2011 - 2015

    Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

    Vínculo: Bolsista: CNPq Doutorado, Enquadramento Funcional: Discente, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2009 - 2009

    Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estagiário no laboratório de Genética Animal, Carga horária: 8, Regime: Dedicação exclusiva.

  • 2010 - 2011

    Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória

    Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor Colaborador, Carga horária: 40

    Outras informações:
    Disciplinas ministradas para o curso de Ciências Biológicas Licenciatura Metodologia e Prática de Ciências - 72 horas Estágio Supervisionado no ensino de Ciências - 200 horas Metodologia e Prática do ensino de Biologia - 72 horas Estágio Supervisionado no ensino de Biologia - 200 horas Geologia e Paleontologia - 72 horas

    Atividades

    • 02/2010 - 12/2010

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia e Prática de Ciências - 72 horas

    • 02/2010 - 12/2010

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia e Prática do ensino de Biologia - 72 horas, Estágio Supervisionado no ensino de Biologia - 200 horas , Geologia e Paleontologia - 72 horas

    • 02/2010 - 12/2010

      Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado no ensino de Ciências - 200 horas

  • 2015 - 2015

    Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

    Vínculo: Pesquisador visitante, Enquadramento Funcional: Estágio Pós-doutoral, Regime: Dedicação exclusiva.

    Atividades

    • 02/2015 - 06/2015

      Estágios , I. Biociências, Dep. Morfologia, L. Genética Integrativa, .,Estágio realizado, Sequenciamento genômicos em larga escala - ILumina MiSeq.

  • 2014 - 2014

    Universidade Federal do Pará

    Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estudante de doutorado, Regime: Dedicação exclusiva.

    Atividades

    • 04/2014 - 04/2014

      Estágios , Instituto de Ciências Biológicas - Laboratório de Citogenética, .,Estágio realizado, Treinamento em Pintura cromossômica.

  • 2012 - 2012

    Universidade de Lisboa

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutorado Sanduiche, Regime: Dedicação exclusiva.

    Atividades

    • 04/2012 - 08/2012

      Estágios , Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, .,Estágio realizado, Construção de Bibliotecas de RAD-TAGs para Sequenciador Ilumina para peixes do Gênero Squalius.

  • 2010 - 2010

    Universidade Federal do Maranhão

    Vínculo: Professor convidado, Enquadramento Funcional: Professor convidado, Regime: Dedicação exclusiva.

    Atividades

    • 07/2010 - 07/2010

      Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Ciências Agrárias e Ambientais -Chapadinha - Ciências Biológicas, .,Linhas de pesquisa

  • 2010 - 2010

    unidade de ensino superior vale do iguacu

    Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 6

    Outras informações:
    Ministra as disciplinas de Genética Animal e Melhoramento Animal

  • 2007 - 2007

    Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 20

    Outras informações:
    Monitor do mini-curso - Citogenética de Peixes - ministrado por Fernando R. Treco e Carla A. Lorscheider, durante a XVII Semana da Biologia UNIOESTE. Cascavel - PR

  • 2007 - 2007

    Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

    Outras informações:
    Monitor do mini-curso - Citogenética Humana - ministrado por Tatiana de P. A. Maia, durante a XVII Semana de Biologia UNIOESTE. Cascavel - PR.

  • 2007 - 2007

    Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

    Outras informações:
    Monitor da Disciplina de Genética Geral e Humana ministrada pela Professora Maria Amélia Menck Soares (carga horária total: 171 hs).

  • 2005 - 2007

    Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágiario, Carga horária: 20

  • 2005 - 2005

    Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

    Outras informações:
    Monitor do mini-curso - Citogenética de Vertebrados - ministrado por Renata da Rosa na XV Semana da Biologia UNIOESTE. Cascavel - PR.

  • 2004 - 2004

    Universidade Estadual do Oeste do Paraná

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Voluntário, Carga horária: 12

    Outras informações:
    Professor Voluntário no - Curso Preparatório para o Vestibular - promovido pelos colegiados de Letras, Ciências Biológicas e Matemática da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, campus de Cascavel. Ministrando a disciplina de Biologia Celular.

  • 2007 - 2007

    Universidade Paranaense

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitor

    Outras informações:
    Monitor do mini-curso - Citogética e Peixes - ministrado por Jocicléia Thums Konerat, durante o VII Simpósio de Ciências Biológicas - SIMBIO. Carga horária 4hs.