Raquel Lustosa da Costa Alves

Doutoranda e Mestra em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Graduada em Ciências Sociais, com habilitação em Antropologia, pela Universidade de Brasília (2016). É pesquisadora da ANIS - Instituto de Bioética e Direitos Humanos. Integra o laboratório de pesquisa, ensino e extensão CASCA (Coletivo de Antropologia e Saúde Coletiva) da UnB e o núcleo de pesquisa do FAGES (Família, Gênero e Sexualidade) da UFPE. Membra titular do Comitê de Ética e Pesquisa do Instituto de Ciências Humanas da UNB (CEP/CHS). Integra a Rede Transnacional de pesquisas sobre Maternidades destituídas, violadas e violentadas (REMA). Tem interesse em temas relacionados à antropologia da saúde, direitos humanos, bioética e justiça reprodutiva.

Informações coletadas do Lattes em 19/05/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Antropologia

2022 - Atual

Universidade Federal de Pernambuco
Título: A evitabilidade do óbito: um olhar para as trajetórias reprodutivas a partir de um Comitê Estadual de Estudos de Morte Materna em Pernambuco
Orientador: em Universidade de Granada ( Carmen Gregório Gil)
com Marion Teodósio Quadros. Coorientador: Stephania Klujsza. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco, FACEPE, Brasil. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Políticas Públicas.

Mestrado em Antropologia

2018 - 2020

Universidade Federal de Pernambuco
Título: "É uma rotina de muito cansaço": Narrativas sobre cansaço na trajetória de mães de micro em Recife/PE, Ano de Obtenção: 2020
Russell Parry Scott.Coorientador: Soraya Resende Fleischer. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco, FACEPE, Brasil.

Graduação em Ciências Sociais

2011 - 2016

Universidade de Brasília, UnB
Título: O Recanto das Guerreiras: Tentativas de vida em contextos migratórios e em práticas solidárias, Condomínio Sol Nascente - Ceilândia/DF
Orientador: Soraya Resende Fleischer

Ensino Médio (2º grau)

2008 - 2010

SESI - Departamento Nacional

Formação complementar

2022 - 2022

Extensão universitária em Mulher, Corpo e Saúde: representações fílmicas, análises socioantropológica. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2022 - 2022

Narrativa Fotográfica. (Carga horária: 72h). , Centro Estadual de Arte da Paraíba, CEARTE, Brasil.

2021 - 2021

Curso de Formação Direito à Vida Segura das Mulheres. (Carga horária: 10h). , Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas, IBASE, Brasil.

2021 - 2021

Abordagem dos direitos humanos na saúde. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2020 - 2020

Extensão universitária em As implicações da Etnografia Online,. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.

2018 - 2018

12º Curso de extensão: Para ler os clássicos. (Carga horária: 16h). , Instituto Ricardo Brennand, RB, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia da Saúde.

Grande área: Outros / Área: Bioética.

Organização de eventos

ALVES, R. L. C. . IV Reunião de Antropologia da Saúde. 2021. (Congresso).

ALVES, R. L. C. . VII CIRKULA - o fazer antropológico em tempos de pandemia. 2020. (Outro).

SCOTT, R. P. ; LIRA, L. C. ; Brito, Ana Katarina ; MATOS, S. ; ALVES, R. L. C. . Mulheres contam suas histórias: exposição de vídeos produzidos por mulheres afetadas pelo Zika. 2019. (Exposição).

Participação em eventos

III Reunião de Antropologia da Saúde - Saúde, Movimentos Sociais e Direitos, n. 2019. (Seminário).

VI CIRKULA.?Eu não tenho mais braço acostumado para segurar bebê e ficar de pé? ? reflexões sobre saúde materna e deficiência a partir da Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZV).. 2019. (Seminário).

VII Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia (APA). "Luto de mais e esqueço de mim, eu canso por mim e canso por ela": notas etnográficas sobre os efeitos da Síndromeme Congênita do Zika Vírus em Recife/PE. 2019. (Congresso).

VI Reunião Equatorial de Antropologia. "Eu tô pra tomar os remédios dela pra ficar mais calma": Interfaces acerca da maternidade, cansaço e medicamentos entre mães de crianças nascidas com a SCZV em Recife/PE. 2019. (Congresso).

?130 anos de abolição: um debate?. 2018. (Seminário).

I Simpósio: Tempos de feminismo: interfaces das organizações de mulheres. 2018. (Simpósio).

IV Seminário Gênero, Saúde e Direitos Humanos ? Desigualdades e Políticas da Ciência.Os desafios da maternidades em tempos de Síndrome COngênita do Zika Vírus. 2018. (Seminário).

II Reunião de Antropologia da Saúde.Um dia com Josi: uma fotoetnografia do cuidado e do cansaço. 2017. (Seminário).

II Reunião de Antropologia da Saúde.?Mães de Micro ? Uma etnografia do cuidado, do cansaço e da solidão?. 2017. (Seminário).

"Por que não reduzir a maioridade penal?". 2015. (Outra).

38º Encontro Anual da ANPOCS. 2014. (Encontro).

1º Encontro Regional de estudantes de Ciências Sociais do Centro-Oeste - Conflitos Urbanos e Rurais.. 2013. (Encontro).

28º Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Sociais. 2013. (Encontro).

8ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE). 2013. (Congresso).

10º Encontro Nacional Universitário sobre Diversidade Sexual. 2012. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Raquel Lustosa da Costa Alves

ALVES, R. L. C.; SCOTT, R. P.; FLEISCHER, S.; SILVA, A. C. R.; LIRA, L. C.. "O corpo da gente fica cansado, está acostumado a ficar cansado" - uma abordagem antropológica sobre cansaço no contexto da Síndrome Congênita do Zika Vírus em Recife/PE. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Antropologia) - Universidade Federal de Pernambuco.

Produções bibliográficas

  • FLEISCHER, S. R. ; LUSTOSA, Raquel ; CANEIRO, R. G. ; GARCIA, J. ; VALIM, T. ; VAZ NETO, C. ; ASSUMPCAO, K. ; SILVA, D. F. L. ; ROSA, L. G. ; SARMENTO, J. N. G. ; CARUSO, J ; SIMOES, M. A. ; ANDRADE., M. J. S. ; KIERSZENOWICZ, T. ; MATIAS, W. L. P. ; FREITAS, R. M. O. F. . Como fazer pesquisa antropológica durante a pandemia? (Resenha). REVISTA PÓS-CIENCIAS SOCIAIS , v. 19, p. 427-433, 2022.

  • SANTANA, J. ; LUSTOSA, Raquel ; BRITO, Luciana. S. ; AMBROGI, I. ; YSIS, M. ; SIMAS, A. . Renda Básica do Zika à Covid-19: amparando as trabalhadoras do cuidado em emergências humanitárias. ÁLTERA REVISTA DE ANTROPOLOGIA , v. 14, p. 1406, 2022.

  • LUSTOSA, Raquel ; CAMARGO, A. C. K. . Gestações e Puerpérios arriscados: narrativas ociais do Governo brasileiro acerca de maternidades consideradas indesejáveis face às emergências sanitárias do Zika e do Covid-19. Pós - Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais , v. 17, p. 51-61, 2022.

  • CAMARGO, A. C. K. ; LUSTOSA, Raquel . ?Eu tô pra tomar os remédios dela pra ficar mais calma? Interfaces acerca de maternidade, cansaço e medicamentos entre mães de crianças nascidas com a SCZV em Recife/PE. ÁLTERA REVISTA DE ANTROPOLOGIA , v. V.3, p. 79-97, 2021.

  • LUSTOSA, Raquel . Os itinerários de Tereza: práticas de cuidado, mobilidade e luta associados ao contexto da 'micro'. Pós - Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais , v. 16, p. 151-190, 2021.

  • VALIM, THAIS MARIA MOREIRA ; MARQUES, BARBARA MARCIANO ; LUSTOSA, Raquel . 'It feels like we're going back in time': rights of children with Congenital Zika Virus Syndrome and their caregivers in the face of two epidemics. Disability Studies Quarterly , v. 41, p. 1-20, 2021.

  • LUSTOSA, Raquel ; CAMARGO, A. C. K. ; VALIM, T. . Nós somos tipo uma lâmpada, mas ele é tipo uma vela. Qualquer ventinho leva a vida dele embora?: epidemias, deficiência, raça e letalidade. BOLETIM A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL EM TEMPOS DE CRISE | APRESENTAÇÃO , v. v.35, p. 5, 2020.

  • ALVES, R. L. C. ; SAFATLE, Y. B. R. . Mães de micro: perspectivas e desdobramentos sobre cuidado no contexto da SCZV em Recife/PE. ÁLTERA REVISTA DE ANTROPOLOGIA , v. 1, p. 116-145, 2019.

  • ALVES, R. L. C. ; FLEISCHER, S. . 'O que adianta conhecer muita gente e no fim das contas estar sempre só?' O desafio da maternidade em tempos de Síndrome Congênita do Zika Vírus.. Revista Anthropológicas , v. 29, p. 1, 2018.

  • MARCIANO, B. M. ; LUSTOSA, Raquel ; VALIM, T. ; FLEISCHER, S. R. . Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1. ed. São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021. v. 01. 256p .

  • BRITO, Luciana. S. ; LUSTOSA, Raquel ; AMBROGI, I. . Por uma bioética feminista nas pesquisas com seres humanos: reflexões éticas para cuidados e proteções. In: Márcio Cunha Filho; Nazareth Malcher. (Org.). O que significa ética nas ciências humanas e sociais?. 01ed.Belém - pará: Adelma Pimentel: Instituto NUFEN, 2023, v. 01, p. 119-143.

  • MARQUES, B. ; LUSTOSA, Raquel ; VALIM, T. ; FLEISCHER, S. R. . Apresentação. In: Barbara Marques; Raquel Lustosa; Thais Valim; Soraya Fleischer. (Org.). Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1ed.São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021, v. 1, p. 09-26.

  • LUSTOSA, Raquel . Procura-se uma escola para Nancy: histórias de deficiência, inclusão e cuidados. In: Barbara Marques; Raquel Lustosa; Thais Valim; Soraya Fleischer. (Org.). Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1ed.São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021, v. 1, p. 33-43.

  • LUSTOSA, Raquel . ?Escreve aí: Ana Roberta era uma mãe que só ficava em casa cuidando dos filhos, agora Ana Roberta é uma viajante?. In: Barbara Marques; Raquel Lustosa; Thais Valim; Soraya Fleischer. (Org.). Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1ed.São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021, v. 1, p. 123-126.

  • LUSTOSA, Raquel . Eu me senti uma universitária vindo pra cá. In: Barbara Marques; Raquel Lustosa; Thais Valim; Soraya Fleischer. (Org.). Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1ed.São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021, v. 1, p. 153-157.

  • CARDOSO, J. ; LUSTOSA, Raquel . Reclamar é Cabível?. In: Barbara Marques; Raquel Lustosa; Thais Valim; Soraya Fleischer. (Org.). Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1ed.São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021, v. 1, p. 195-200.

  • LUSTOSA, Raquel . O pior sabor é o de chocolate: novas e antigas estratégias de cuidado no atravessar de duas epidemias. In: Barbara Marques; Raquel Lustosa; Thais Valim; Soraya Fleischer. (Org.). Microhistórias para pensar Macropolíticas. 1ed.São Carlos - SP: Áporo Editorial, 2021, v. 1, p. 232-235.

  • LUSTOSA, Raquel . Uma boa mãe de micro ? uma análise da figura da boa mãe presente no contexto da Síndrome Congênita do Zika Vírus. In: Parry Scott; Luciana Lira; Silvana Matos. (Org.). Práticas sociais no epicentro da epidemia do Zika. 23ed.Recife: UFPE, 2020, v. 1, p. 61-78.

  • ALVES, R. L. C. . Mulheres. In: Soraya Fleischer; Flávia Lima. (Org.). Micro: Contribuições da Antropologia. 01ed.Brasília: Athalaia, 2020, v. , p. 39-50.

  • ALDEBRANDT, D. ; LUSTOSA, Raquel ; KLUJSZA, Stephania . ?Um erro assim foi fatal, né??: Morte materna evitável, racismo e violência obstétrica no Brasil. Brasil de Fato, https://www.brasildefatorj.com, 26 set. 2024.

  • ALVES, R. L. C. . Mãe e bebê com microcefalia são abandonadas por 37 horas nas ruas de Recife. Brasil de Fato, Coluna Opinião, 16 maio 2018.

  • LUSTOSA, Raquel . Itinerários de abandono e Justiça Reprodutiva: Uma etnografia da Morte Materna em Pernambuco. In: 34 Reunião de Antropologia Brasileira, 2024, Belo Horizonte. Territórios vivos, corpos plurais: antropologia e saberes críticos, 2024. v. 1. p. 846-847.

  • LUSTOSA, Raquel . O cotidiano de distanciamento social e a ideia de risco vivido por mães e crianças com a Síndrome congênita do Zika Vírus (SCZV). In: Seminário Interno do Projeto 'Estado, populações e políticas locais no enfrentamento à pandemia de Covid-19: análise social e diretrizes de ação e intervenção não farmacológica em populações em situação de vulnerabilidade e precariedade social', 2020. O cotidiano de distanciamento social e a ideia de risco vivido por mães e crianças com a Síndrome congênita do Zika Vírus (SCZV), 2020.

  • LUSTOSA, Raquel . Itinerários de abandono e Justiça Reprodutiva: Uma etnografia da Morte Materna em Pernambuco. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LUSTOSA, Raquel . Este óbito devia ter sido evitado do começo ao fim?: Repercussões da mortalidade materna em Recife/PE durante a pandemia do Covid-19. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LUSTOSA, Raquel . O que a antropologia pode fazer pela saúde? O que a saúde pode fazer pela antropologia?. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LUSTOSA, Raquel ; KLUJSZA, Stephania . Hierarquias Reprodutivas e Itinerários de abandono: uma revisão narrativa da morte materna a partir de suas 'sobreviventes'. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LUSTOSA, Raquel . Manejando dados da pesquisa coletiva em diferentes equipes de trabalho: reflexões éticas e metodológicas antes e durante a pandemia do Covid-19. 2021. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LUSTOSA, Raquel ; MELLO, Adriana . Direito da Criança com Deficiência. 2021. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, R. L. C. ; PIMENTA, D. ; MATOS, S. . Pesquisas Antropológicas em contextos de epidemias e pandemias. 2021. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • CAMARGO, A. C. K. ; ALVES, R. L. C. . 'Eu tô pra tomar os remédios dela pra ficar mais calma': Interfaces acerca da maternidade, cansaço e medicamentos entre mães de crianças nascidas com a SCZV em Recife/PE. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LUSTOSA, Raquel . O cotidiano de distanciamento social e a ideia de risco vivido por mães e crianças com a Síndrome congênita do Zika Vírus (SCZV). 2020. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LUSTOSA, Raquel . 'Luto de mais, esqueço de mim, eu canso por mim e canso por ela': notas etnográficas sobre os efeitos da SCZV em Recife/PE. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, R. L. C. . 'Eu não tenho mais braço acostumado para segurar bebê e ficar de pé': reflexões sobre saúde materna e deficiência a partir da Síndrome Congênita do Zika Vírus. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ALVES, R. L. C. ; FLEISCHER, S. . 'O que adianta conhecer muita gente e no fim das contas estar sempre só?': Os desafio da maternidade em tempos de Síndrome Congênita do Zika. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, R. L. C. ; SAFATLE, Y. B. R. . Mães de Micro - Uma etnografia do cuidado e do cansaço e da solidão. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, R. L. C. . In the search of a school for Nancy: stories of disability, inclusion and care 2019 (Artigo).

  • ALVES, R. L. C. . Um dia com Josi: uma fotoetnografia do cuidado e do cansaço. Botucatu - São Paulo: Antonio Phiton Cyrino, 2018 (Ensaio Fotográfico).

Outras produções

LUSTOSA, Raquel ; MELLO, Adriana . O dever da proteção das crianças com deficiência. 2021. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

LUSTOSA, Raquel ; LIMA, Flavia . Histórias micro de uma epidemia esquecida. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

LUSTOSA, Raquel ; PIMENTA, D. ; MATOS, S. . Pesquisas antropológicas em contexto de epidemias e pandemias. 2020. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

LUSTOSA, Raquel . Elas cuidam: o trabalho de cuidado, espaços e relações. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    GOVERNANÇA REPRODUTIVA, ABORTO E DESIGUALDADES: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE BRASIL, MÉXICO, URUGUAI E ESPANHA, Descrição: O projeto objetiva realizar um estudo comparativo sobre leis, normas e práticas sociais relativas ao aborto legal, envolvendo 4 países: Brasil, México, Uruguai e Espanha. Engloba o conceito de ?governança reprodutiva? como ferramenta analítica para rastrear as mutáveis racionalidades políticas sobre a saúde de mulheres e de meninas. Como recorte específico, pretende analisar as lacunas existentes entre legislações, direitos e práticas socioculturais relativas ao aborto legal nestes quatro países, observando: a) As ações e articulações entre diferentes moralidades, discursos religiosos e pânicos morais; b) questões relativas à ?objeção de consciência?; c) itinerários abortivos; d) ações inovadoras e seus impactos na gestão/implantação de políticas públicas para acesso ao aborto legal. Aproblemática aponta para a dificuldade de acesso aos direitos fundamentais de meninas e mulheres a tal procedimento, mesmo em países onde as leis são menos restritivas. Afinal, por que o acesso ao aborto legal continua sendo dificultado, moroso, reprimido e/ou proibido? Embora as leis do aborto sejam distintas nestes 4 países, é inegável a existência de um hiato entre leis e normas versus práticas e ações. Hiato que corrobora para que o aborto clandestino continue fazendo parte do itinerário abortivo de mulheres e meninas, especialmente aquelas em alta vulnerabilidade social. Busca-se, assim, compreender as práticas sobre o aborto legal nestes 4 países, na busca de informações que subsidiem o aprimoramento e desburocratização das políticas públicas já existentes sobre esse problema social e de saúde. Serão levados em consideração distintos marcadores sociais da diferença, tais comogênero, sexualidade, classe, raça, capacitismo e regionalidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Raquel Lustosa da Costa Alves - Integrante / Marion Quadros - Coordenador / Rozeli Maria Porto - Integrante / Carmen Gregógio Gil - Integrante / Suzana Rostagnol - Integrante / Alinne de Lima Bonetti - Integrante / Lina Rosa Berrio Palomo - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Quando duas epidemias se encontram: Repercussões do Covid-19 no cuidado e cotidiano de crianças com a SCVZ, Descrição: O projeto pretende conhecer o que acontece quando duas epidemias de grande monta se encontram. A ideia é entender como o Covid-19 atinge e repercute na vida cotidiana nos cuidados de crianças com a SCVZ na região da Grande Recife/PE, um dos epicentros da epidemia do Vírus Zika. As principais demandas, estratégias e preocupações dessas famílias servirão para encaminhar sugestões e informações a autoridades sanitárias, tecnológicas, assistenciais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Raquel Lustosa da Costa Alves - Integrante / Júlia Garcia - Integrante / Jeniffer Cardoso - Integrante / Sabrina Alves - Integrante / Bernardo Oliveira - Integrante / Soraya Resende Fleischer - Coordenador.

  • 2016 - 2020

    Zika e microcefalia: Um estudo antropológico sobre os impactos dos diagnósticos e prognósticos das malformações fetais no cotidiano de mulheres e suas famílias em Recife/PE e Brasília/DF, Descrição: Em 2015, um vírus pouco conhecido despertou grande atenção e preocupação das autoridades brasileiras e também internacionais. Nesse cenário, o fenômeno que mais mobilizou diferentes audiências dentro e fora do Brasil foi o grande número de nascimentos de crianças com anomalias congênitas. Esse projeto de pesquisa pretende atentar para a repercussão da malformação fetal como fenômeno que afeta diferentes atores, como a criança em si, o casal, a mulher como cuidadora principal (e, por vezes, única), a família e as demais redes de amparo, os serviços de saúde e os gestores municipais. Esse projeto tem como objetivo identificar, conhecer e dialogar com mulheres que entre 2015 e 2016 tiveram gravidez e parto de crianças com diagnósticos de malformações que, em suas narrativas explicativas, tenham sido associadas à infecção pelo vírus da zika. Também se investigará a respeito de suas experiências recentes no cuidado com essas crianças e no encontro com os serviços de saúde, justiça, assistência em busca de apoio, atendimento e informação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (4) . , Integrantes: Raquel Lustosa da Costa Alves - Integrante / ana claudia knhis de camargo - Integrante / Soraya Resende Fleischer - Coordenador / Thaís Valim - Integrante / Aissa Simas - Integrante / Barbara Marques - Integrante / Gabriela Freitas - Integrante / Catarina Costa - Integrante / Ana Leticia de Souza - Integrante.

  • 2016 - 2020

    Etnografando Cuidados e Pensando Políticas de Saúde e Gestão de Serviços para Mulheres e Seus Filhos com Disturbios Neurológicos Relacionados com Zika em Pernambuco, Brasil, Descrição: O objetivo principal desta pesquisa é associar o conhecimento aprofundado da experiência de mulheres e suas redes familiares afetadas pelo vírus a um esforço de ampliar a sensibilidade e resposta do sistema de saúde de uma maneira que incorpore conhecimento mútuo e práticas colaborativas. Contribui à realização de uma gestão mais cooperativa que impositiva; mobiliza as pessoas mais associadas com o problema a ter mais escolha no tipo de cuidado que lhes convém. As perguntas orientadoras são: Quais os pesos sociais, as vulnerabilidades e experiências de cuidado e de atendimento de saúde e assistência social fornecidos pelo Estado e por outros meios entre as famílias afetadas pelo Zika? Quais as vulnerabilidades ao virus Zika e aos esforços pela sua prevenção e à resposta a ele? Quais implicações para construir maior confiança e participação com os sistemas estatais, efetividade no controle, e a preparação para futuros surtos? Há dois eixos:1) As experiências de Mulheres e as suas articulações e desarticulações com o Estado, com ênfase nas experiências das que pariram um filho com os efeitos de Zika, os encontros entre as famílias e o Estado, incluindo experiências de prevenção e controle; de busca de saúde, e de tentativas de acessar serviços de apoio social e previdência. 2) A economia política de prevenção e resposta e as dinâmicas ao nível do Estado, que investiga como o Zika vírus é tratado em Pernambuco como parte da política nacional. Globalmente, há crescente evidência que esforços de responder e construir resiliência a surtos de doenças são prejudicados pela falta de confiança entre governos e populações mais vulneráveis. Tais prejuízos refletem lacunas entre as perspectivas de agências do governo e cidadãos enraizadas nas desigualdades e dinâmicas sociais e de economia política. No Brasil, a epidemia de Zika parece refletir desigualdades sociais existentes, tanto na sua prevalência, quanto na distribuição do peso das suas consequências para as mulheres mais pobres, da periferia dos grandes centros urbanos. Nas relações Cidadão-Estado, experiências que denotam confiança ou desconfiança em programas preventivos da doença dirigidos à população e às comunidades, e nos sistemas de atendimento à saúde e serviços sociais e diferentes vias de vulnerabilização. O Brasil, mesmo diante de indicadores de precariedade, possui uma capacidade relativamente alta do Estado cuidar da saúde e dos serviços sociais, e uma história de inovação na direção da maior accountability em saúde. Questiona-se a relativa adequação e efetividade da resposta ao surto de Zika, especialmente nas consequências para populações vulneráveis, e o que isto representa como risco ao fortalecimento das parcerias Estado-Cidadão, em áreas urbanas e em grupos específicos no interior. Esta pesquisa, de quatro instituições, três brasileira e uma inglesa, investiga relações Cidadão-Estado no contexto do peso (burden) social, da vulnerabilidade; e das experiências e práticas de um grupo particular de cidadãos e das suas redes de relações sociais, a saber, mulheres grávidas, não grávidas e outros parentes relacionados ligados ao cuidado dos bebês com microcefalia relacionada à Zika, que moram em comunidades da periferia do Recife, Pernambuco, e também atores chaves por parte do Estado. Busca perspectivas dos atores chaves que mediam a relação Estado-cidadão, como agentes comunitários de saúde e outros atores da sociedade civil. É uma pesquisa antropológica, com pesquisa de campo longitudinal, de intensidades diferentes, durante 36 meses, visa aprofundar a compreensão em duas frentes: 1) Experiência de mulheres mães de bebês microcefálicos que moram em bairros populares, na cidade e com alguns grupos no interior, onde há afetados 2) Atividades em programas e espaços do sistema de saúde e assistência social relacionados com elaboração de políticas, tratamento e acolhimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Raquel Lustosa da Costa Alves - Integrante / Russell Parry Scott - Coordenador / Luciana de Câmpelo Lira - Integrante / Silvana Matos - Integrante / Fernanda Meira - Integrante.

  • 2013 - 2013

    Um Toque de Mídias, Descrição: Programa de iniciação científica voltado ao fomento à pesquisa para a qualificação de excelência para alunos de graduação na temática ?Etnografando os contextos de professores e jovens estudantes da rede pública de Ceilândia ? DF?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) . , Integrantes: Raquel Lustosa da Costa Alves - Integrante / Antonádia Monteiro Borges - Coordenador / Breitner Tavares - Integrante.

Prêmios

2024

Naíde Teodósio de Estudos de Gênero ? Ano XIII, facepe; secretaria estadual da mulher; cepe; fundarpe; fundaj; ifpe.

Histórico profissional

Experiência profissional

2024 - Atual

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2020 - Atual

Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora

Outras informações:
Atuação em diferentes frentes de atuação da organização que envolve a temática dos direitos humanos, bioética e acesso à justiça reprodutiva. Na posição de pesquisadora, realizo atividades de coleta e análise de dados, participa das reuniões de equipe para discussão teórica e metodológica, realizo acompanhamento das etapas previstas no plano de trabalho e participo da elaboração e escrita dos produtos previstos no projeto de pesquisa.

2020 - Atual

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Membro Titular, Enquadramento Funcional: Membro de Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)

Outras informações:
Participação nas reuniões mensais do Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto de Ciências Humanas da UnB. Parecerista na condição de titular de projetos de pesquisa que passam pelo Comitê.

2015 - 2015

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 6

Outras informações:
Monitoria da disciplina Métodos e Técnicas da Antropologia Social, duração 90horas

2015 - 2015

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 4

Outras informações:
Monitoria da disciplina Teoria Antropológica, duração 60 horas

2013 - 2013

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 6

Outras informações:
Integrante do Projeto de Pesquisa 'Um Toque de Mídias', coordenado por Antonádia Borges. duração 256 horas

2020 - Atual

Instituto Maternelle

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professora Colaboradora, Carga horária: 2