Graciane Aiello
Pós-doutorado (2018) e Doutora (2016) em Cirurgia e Clínica Veterinária e Mestra em Cirurgia Veterinária (2012) pelo Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Possui Residência em Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia (2010) e Graduação em Medicina Veterinária (2007), ambas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). É membro da Associação Brasileira de Neurologia Veterinária (ABNV). Atuou como técnico administrativo em educação, na área de cirurgia de pequenos animais, e professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade do Oeste de Santa Cataria (UNOESC), campus Xanxerê. Atualmente é técnico administrativo em educação, com cargo de Médica Veterinária, na UFSM. Atua na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais, principalmente nos seguintes temas: Cirurgia Geral de Pequenos Animais, Neurocirurgia e Neurologia Clínica. Tem experiência profissional em docência e atuação no setor privado, como cirurgiã veterinária.
Informações coletadas do Lattes em 29/05/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Medicina Veterinária
2012 - 2016
Universidade Federal de Santa Maria
Título: DOENÇA TÁLAMO-CORTICAL. ANÁLISE RETROSPECTIVA EM CÃES E TRAUMA EXPERIMENTAL EM COELHOS
Alexandre Mazzanti. Coorientador: Ney Luis Pippi. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Cão; Coelho; cirurgia; NEUROLOGIA; Tálamo-córtex.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica / Especialidade: Neurologia. Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Cirurgia / Especialidade: Neurocirurgia.
Mestrado em Medicina Veterinária
2010 - 2012
Universidade Federal de Santa Maria
Título: Prednisona e Meloxicam no tratamento de ratos submetidos a trauma agudo d medula espinhal, Ano de Obtenção: 2012
Alexandre Mazzanti.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: cirurgia; NEUROLOGIA; Trauma medular; Meloxicam; Prednisona; Ratos. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica / Especialidade: Neurologia.
Especialização - Residência médica
2008 - 2010
Universidade Estadual de Londrina
Residência médica em: Clínica Cirúrgica de Animais de CompanhiaNúmero do registro: . Bolsista do(a): Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal.
Graduação em Medicina Veterinária
2003 - 2007
Universidade Estadual de Londrina
Título: Siringomielia e Hidromielia em Cães
Orientador: Mônica Vicky Bahr Arias
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Pós-doutorado
2016 - 2018
Pós-Doutorado. , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Formação complementar
2017 - 2017
Curso de Eletrocardiografia Veterinária. (Carga horária: 18h). , Ensino de Qualificação Superior, EQUALIS, Brasil.
2016 - 2016
Curso Prático de Correção de Fraturas Complexas em Pequenos Animais. (Carga horária: 18h). , Curso em Ortopedia Veterinária, COV, Brasil.
2011 - 2011
Curso Cuidado/Manejo de Animais de Experimentação.. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2009 - 2009
Curso Prático Internacional: Ortopedia em Animais. (Carga horária: 9h). , Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Brasil.
2009 - 2009
I Curso de Odontologia Veterinária Teórico-prático. , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2008 - 2008
2 Curso de Análises Clínicas Veterinárias (modulo2. (Carga horária: 10h). , Laboratório Clínico Vetetrinário, LABVET, Brasil.
2008 - 2008
Curso de Análises Clínicas Veterinárias (modulo 1). (Carga horária: 10h). , Laboratório Clínico Vetetrinário, LABVET, Brasil.
2008 - 2008
Curso Teórico Endocrinologia Veterinária. , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2007 - 2007
Minicurso Dermatologia Clínica de Pequenos Animais. , Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco, CRMV/PE, Brasil.
2007 - 2007
Osteosíntese nos Animais de Companhia Teórico-Prát. (Carga horária: 28h). , Universidade Norte do Paraná, UNOPAR, Brasil.
2007 - 2007
Seminário Paranaense de Responsabilidade Técnica. (Carga horária: 8h). , Conselho Regional de Medicina Veterinária Estado do Paraná, CRMVPR, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica/Especialidade: Neurologia.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Cirurgia/Especialidade: Neurocirurgia.
Organização de eventos
AIELLO, G ; TILLMANN, M. T. . 1 Ciclo de Webnars de Especialidades em Medicina Veterinária. 2020. (Outro).
BORTOLOTTO, E. ; PAZINATO, F. M. ; CAMILLO, G. ; AIELLO, G ; BRAGANCA, J. F. M. ; GIRARDINI, L. K. ; TILLMANN, M. T. ; BENNEMANN, P. E. ; TAVARES, R. ; KAIPPER, R. R. ; MACHADO, S. A. ; COLLET, S. G. ; SAVARIS, T. ; PETROLLI, T. G. . 4 Congresso Regionaal de Medicina Veterinária e 3ª Mostra Científica. 2019. (Congresso).
AIELLO, G. . 26 JORNADA ACADÊMICA INTEGRADA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. 2012. (Exposição).
AIELLO, G. . SEGUNDA MOSTRA INTEGRADA DE PROFISSÕES, TECNOLOGIAS, CULTURA E SERVIÇOS. 2012. (Exposição).
AIELLO, G. . II SIMPÓSIO REGIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM TERAPIA REGENERATIVA COM CÉLULAS TRONCO. 2011. (Outro).
AIELLO, G. . I CICLO DE PALESTRAS EM NEUROLOGIA DE PEQUENOS ANIMAIS. 2010. (Outro).
PEREIRA, P. M. ; AIELLO, G. ; CARDOSO, G. S. ; BORGES, R. ; FRANÇA, J ; GODOI, DA ; MARTINS, W. C. . I GETIAC -UEL Simpósio de Terapia Intensiva em Animais de Companhia. 2009. (Outro).
AIELLO, G. . I Curso de Odontologia Veterinária. 2009. (Outro).
SOUZA, MSB ; AIELLO, G. ; CARDOSO, G. S. ; FRANÇA, J ; GODOI, DA ; BORGES, R. . I Curso Pático em Otálmologia Veterinária da UEL. 2008. (Outro).
AIELLO, G. . I Simpósio de Oftalmologia Veterinária UEL. 2008. (Outro).
AIELLO, G. . 2 Simpósio de Neurologia Veterinária (NEUROVET). 2008. (Outro).
GRUMADAS, C ; AIELLO, G. ; MARCASSO, R. A. ; MARGALHO, F. N. P. ; Rossetto, V.J. ; BATAGLIA, L. A. ; PALUMBO, M.I. . II Simpósio de Anestesiologia de Animias de Companhia. 2007. (Outro).
Participação em eventos
1 Congresso VetScience Academy. 2020. (Congresso).
I Congresso Online de Ortopedia Veterinária. 2020. (Congresso).
Simpósio Internacional de Epilepsia e Distúrbio do Movimento e no Simpósio Internacional de Neurologia Clínica.RETORNO À DEAMBULAÇÃO DE CÃES PARAPLÉGICOS SEM NOCICEPÇÃO IGUAL OU SUPERIOR A 96 HORAS POR EXTRUSÃO DE DISCO INTERVERTEBRAL SUBMETIDOS A HEMILAMINECTOMIA TORACOLOMBAR. 2019. (Simpósio).
2o Jornadas de Atualidades em Animais de Estimação - Leishmaniose - O que é, e como prevenir. 2018. (Outra).
A Sala de Emergência. 2018. (Outra).
III Simpósio Internacional de Neurologia Clínica Veterinária.Sonda uretral flexível como método alternativo para aferição invasiva da pressão intracraniana em trauma cranioencefálico induzido em coelhos. 2017. (Simpósio).
I Simpósio Internacional de Doenças Neuromusculares. 2017. (Simpósio).
Simpósio Internacional de Neuroimagem Avançada. 2015. (Simpósio).
Simpósio Internacional de Neurologia Clínica. 2015. (Simpósio).
Simpósio da Associação Brasileira de Neurologia Veterinária. 2014. (Simpósio).
XI Congresso Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária e I Congresso Internacional de Cirurgia CBCAV. Mucocele de glândula zigomática em uma cadela - Relato de caso. 2014. (Congresso).
Medvep 2013 - II Congresso Medvep de Especialidades Veterinárias. Fraturas e Luxações Vertebrais em Cães: 41 casos (2005-2012). 2013. (Congresso).
I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE EMERGÊNCIAS EM PEQUENOS ANIMAIS. 2012. (Simpósio).
X CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA. Prednisona e Meloxicam no tratamento de ratos submetidos a trauma da medula espinhal. 2012. (Congresso).
II SIMPÓSIO REGIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM TERAPIA REGENERATIVA COM CÉLULAS TRONCO. 2011. (Simpósio).
I CICLO DE PALESTRAS EM NEUROLOGIA DE PEQUENOS ANIMAIS. 2010. (Outra).
IX CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA. 2010. (Congresso).
PRIMEIRA MOSTRA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS EM NEUROLOGIA VETERINÁRIA.Tratamento cirúrgico para correção de traumatismo crânio-encefálico em filhote de cão - Relato de caso. 2010. (Outra).
PRIMEIRA SEMANA DE ONCOLOGIA EM PEQUENOS ANIMAIS. 2010. (Outra).
34th World Small Veterinary Association Congress- 9th COMPAVEP - Regional Congress of Small Animal Veterinary. 2009. (Congresso).
I GETIAC - UEL Simpósio de terapia Intensiva em Animais de Companhia. 2009. (Simpósio).
PALESTRA DE NEUROLOGIA. 2009. (Outra).
Endocrinologia Veterinária - Na Clínica de Pequenos Animais. 2008. (Outra).
I Simpósio de Oftalmologia Veterinária. 2008. (Simpósio).
Segundo NEUROVET - Simpósio de neurologia Veterinária.TRATAMENTO CIRÚRGICO PARA CORREÇÃO DE TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO EM FILHOTE DE CÃO: RELATO DE CASO. 2008. (Simpósio).
VIII Congresso Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária. 2008. (Congresso).
II Simpósio de Anestesiologia e Cirurgia de Animais de Companhia. 2007. (Simpósio).
Simpósio de Atualização em Cirurgia de Pequenos Animais. 2007. (Simpósio).
XXVIII Congresso Brasileiro da ANCLIVEPA. 2007. (Congresso).
Ciclo de drematologia em Animais de Companhia. 2006. (Outra).
I Simpósio de Anestesiologia e Cirurgia Veterinária de Animais de Companhia - UEL. 2006. (Simpósio).
VII Congresso do Colégio Brasieliro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária e III Simpósio de Fisioterapia Veterinária. 2006. (Congresso).
XV ENCONTRO ANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E VI ENCONTRO DE PESQUISA.Utilização e processamento de material cirúrgico em 17 clínicas veterinárias no Paraná. 2006. (Encontro).
II Fórum Internacional de Bioética e Bem-estar Animal. 2005. (Outra).
I Simpósio de Produção, Nutrição e Alimentação de Cães e Gatos. 2005. (Simpósio).
III ONCOVET _ I Simpósio de Oncologia Veterinária. 2004. (Simpósio).
II ONCOPET - 2o. Curso de Atualização em Oncologia Veterinária. 2004. (Outra).
Simposio de atualização em Vacinas de Animais de Produção e Companhia. 2004. (Simpósio).
XIII Encontro Anual de Iniciação Científica - XIII EAIC.Colangeocarcinoma em Bovino Necropsiado no Laboratório de Patologia Veterinária da Universidade Estadual de Londrina. 2004. (Encontro).
I Curso de Reprodução Animal em Cães e Gatos. 2003. (Outra).
Jornada Científica da Medicina Veterinária - 30 anos. 2003. (Outra).
Palestra - Zoonoses em animais de companhia. 2003. (Outra).
XXV Ciclo de Palestras em Medicina Veterinária e III Mostra Acadêmica de Trabalhos Científicos em Medicina Veterinária. 2003. (Outra).
Participação em bancas
MAZZANTI, A.AIELLO, G; PINTO FILHO, S. T. L.. Doenças neurológicas e ortopédicas de cães e gatos submetidos à fisioterapia: 384 casos. 2020. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.AIELLO, G; PINTO FILHO, S. T. L.. Contribuições no diagnóstico e no tratamento cirúrgico de cães com doença do disco intervertebral cervical. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MULLER, D. C. M.;AIELLO, G; BASSO, P. C.. Comparação de três métodos de bloqueio local com lidocaína em gatas submetidas a ovariectomia laparoscópica. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.AIELLO, G; SOARES, A. V.. Recuperação anestésica completa entre mielografia e cirurgia nas complicações transoperatórias de cães submetidos à hemilaminectomia. 2019. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.AIELLO, G.; BECKMANN, D. V.. Protocolos analgésicos no pós-operatório de cães com doença do disco intervertebral (hansen tipo I) submetidos à hemilaminectomia. 2018. Dissertação (Mestrado em Cirurgia e Clínica Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.; BECKMANN, D. V.; VALENTE, F. S.;AIELLO, G; PINTO FILHO, S. T. L.. Contribuições cirúrgicas nas afecções traumáticas da medula espinhal e da cauda equina em cães. 2019. Tese (Doutorado em Programa de Pós-graduacão em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.; BECKMANN, D. V.;AIELLO, G.; ALIEVI, M. M.; PINTO FILHO, S. T. L.. Fisioterapia em Cães com Doença do Disco Intervertebral Toracolombar Submetidos à Descompressão Cirúrgica. 2017.
MAZZANTI, A.; BECKMANN, D. V.;AIELLO, G; MIYAZATO, L. G.; PINTO FILHO, S. T. L.. Ácido tranexâmico na redução de perda sanguínea transoperatóriade cães submetidos a diferentes procedimentos cirúrgicos da coluna vertebral. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-graduacão em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.; BECKMANN, D. V.; VALENTE, F. S.;AIELLO, G; PINTO FILHO, S. T. L.. Cimento ósseo e pinos metálicos coluna vertebral de ratos submetidos a laminectomia dorsal: efeito da temperatura de polimerização sobre a medula espinhal e sinais neurológicos. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.AIELLO, G.; RIPPLINGER, A.. Peritonite séptica em um cão. 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Programa de Residência em Áreas Profissional da Saúde-Med. Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.AIELLO, G.; RIPPLINGER, A.. Doença Vestibular Periférica Secundária a Osteossarcoma Mandibular em Cão. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Programa de Residência em Áreas Profissional da Saúde-Med. Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
MAZZANTI, A.; RIPPLINGER, A.;AIELLO, G.. Hipotireoidismo após tireoidectomia unilateral em cão com carcinoma de tireoide. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Programa Residência Área Profissional da Saúde-Med. veterinária: Cirurgia) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.; PORTELLA, L. C. V.; BAUMER, S.;AIELLO, G.. Condutas anestésicas em caes submetidos a cirurgias de coluna vertebral: 48 casos. 2013. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Aperfeiçoamento/Especialização em Residencia) - Universidade Federal de Santa Maria.
AIELLO, G; BRAGANCA, J. F. M.; SAVARIS, T.. Relatório curricular supervisionado na área de clínica e cirúrgica de pequenos animais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
TILLMANN, M. T.;AIELLO, G; BRAGANCA, J. F. M.. da Silva.Relatório curricular obrigatório supervisionado em medicina veterinária na área de clínica médica de pequenos animais. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
TILLMANN, M. T.;AIELLO, G; PAZINATO, F. M.. Relatório curricular obrigatório supervisionado em medicina veterinária na área de clínica médica de pequenos animais. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
TILLMANN, M. T.;AIELLO, G; SAVARIS, T.. Relatório curricular obrigatório em medicina veterinária na área de clínica médica de pequenos animais. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
SAVARIS, T.; TILLMANN, M. T.;AIELLO, G. Relatório curricular obrigatório em medicina veterinária na área de clínica médica de pequenos animais. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
TILLMANN, M. T.;AIELLO, G; MARTINS, M.. Relatório curricular obrigatório em medicina veterinária na área de clínica médica de pequenos animais. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
PRATTI, L.; PAZINATO, F. M.;AIELLO, G. Relatório curricular obrigatório em medicina veterinária na área de clínica médica de pequenos animais. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
PRATTI, L.;AIELLO, G; TILLMANN, M. T.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina.
SOARES, A. V.; PINTO FILHO, S. T. L.;AIELLO, G.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; ANDRADES, A.O.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; RIPPLINGER, A.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
NORNBERG, M. F. B. L.; PINTO FILHO, S. T. L.;AIELLO, G.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; PETRECELI, R. R.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; LIBARDONI, R. N.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; ANDRADES, A.O.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; MARCONATO, F.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
SOARES, A. V.;AIELLO, G.; CHAVES, R.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
PASCOAL, L. L.;AIELLO, G.; TREICHEL, T. L. E.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
AIELLO, G.. Banca de Defesa Formal do Estágio Supervisionado em Medicina Veterinária. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.
Orientou
Hemimandibulectomia total e quimioterapia metronômica em um cão com fibrossarcoma e melanoma oral: Relato de caso; ; Início: 2019; Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais) - Ensino de Qualificação Superior; (Orientador);
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DE PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS; Início: 2021; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; (Orientador);
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DE PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS; Início: 2021; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; (Orientador);
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DE PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA E CIRÚRGICA DE PEQUENOS ANIMAIS; Início: 2021; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; (Orientador);
Epilepsia idiopática em cães; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de cães e gatos) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Graciane Aiello;
Principais afecções medulares em felinos - revisão bibliográfica; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de cães e gatos) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Graciane Aiello;
POLIARTRITE EM CÃES - 27 CASOS (2007-2013); 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Clínica Médica e Cirúrgica) - Universidade Castelo Branco; Orientador: Graciane Aiello;
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DE PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA NA ÁREA DE FISIATRIA VETERINÁRIA E MEDICINA INTEGRATIVA EM PEQUENOS ANIMAIS; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Graciane Aiello;
RELATÓRIO DE ESTÁGIO DE PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA NA ÁREA DE CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Graciane Aiello;
Supervisão de estágio curricular obrigatório - Clínica Cirúrgica de cães e gatos; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Graciane Aiello;
Supervisão de estágio curricular obrigatório - Clínica Cirúrgica de cães e gatos; 2019; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade do Oeste de Santa Catarina; Orientador: Graciane Aiello;
Produções bibliográficas
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FERRARIN, DÊNIS A. ; SCHWAB, MARCELO L. ; WRZESINSKI, MATHIAS R. ; RIPPLINGER, ANGEL ; RAUBER, JÚLIA S. ; SANTOS, ANNE G.C. ; AIELLO, GRACIANE ; MAZZANTI, Alexandre . The need for opioid in the postoperative analgesia of dogs undergoing hemilaminectomy due to intervertebral disc extrusion. PESQUISA VETERINÁRIA BRASILEIRA (ONLINE) , v. 41, p. 1-6, 2021.
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BAUMHARDT, R. ; SCHWAB, M. L. ; AIELLO, G ; FERRARIN, D. A. ; RIPPLINGER, A. ; WRZESISKII, M. R. ; RAUBER, J. S. ; MAZZANTI, A. . Clinical management of dogs with presumptive diagnosis of thoracolumbar intervertebral disc disease: 164 cases (2006-2017). PESQUISA VETERINÁRIA BRASILEIRA (ONLINE) , v. 40, p. 55-60, 2020.
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BAUMHARDT, R. ; RIPPLINGER, A. ; AIELLO, G ; SCHWAB, M. L. ; FERRARIN, D. A. ; WRZESISKII, M. R. ; MORO, S. S. ; MAZZANTI, Alexandre . Clinical management of dogs with presumptive diagnosis of cervical intervertebral disc disease: 78 cases (2006-2017). PESQUISA VETERINÁRIA BRASILEIRA (ONLINE) , v. 40, p. 176-180, 2020.
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SCHWAB, MARCELO LUÍS ; FERRARIN, DÊNIS ANTONIO ; RIPPLINGER, ANGEL ; HERCULANO, LÍCIA FLÁVIA SILVA ; COLVERO, ANA CAROLINE TEIXEIRA ; WRZESINSKI, MATHIAS REGINATTO ; RAUBER, JÚLIA DA SILVA ; MORO, SAMANTA SIMON ; AIELLO, GRACIANE ; MAZZANTI, Alexandre . Ventral slot in the clinical recovery of dogs with lateralized compression as a result of cervical intervertebral disc disease - 20 cases (2008-2018). CIÊNCIA RURAL , v. 50, p. 1-7, 2020.
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RIPPLINGER, A ; WRZESINSKI, M. R. ; FERRARIN, D. A. ; SCHWAB, M. L. ; RAUBER, J. S. ; AIELLO, G. ; MAZZANTI, Alexandre . Extrusão de disco intervertebral intradural em um cão. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 48, p. 1-5, 2020.
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SCHWAB, M.L. ; RIPPLINGER, A. ; AIELLO, G. ; FERRARIN, D.A. ; COLVERO, A.C. ; RAUBER, J. ; SIMON, S. ; WRZESINSKI, M. R. ; MAZZANTI, A. . Proposta de sequenciamento das projeções mielográficas na identificação de compressão da medula espinhal em cães com doença do disco intervertebral cervical. ARQUIVO BRASILEIRO DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA (ONLINE) , v. 72, p. 1206-1212, 2020.
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TEIXEIRA, LUCIANA G ; MARTINS, LETÍCIA R ; SCHIMITES, PAULA I ; DORNELLES, GUILHERME L ; AIELLO, GRACIANE ; OLIVEIRA, JULIANA S ; DA SILVA, FILIPE C ; BRUM, BÁRBARA TS ; WALTER, THAIS MC ; ANDRADE, CINTHIA M ; SOARES, ANDRÉ V . Evaluation of postoperative pain and toxicological aspects of the use of dipyrone and tramadol in cats. JOURNAL OF FELINE MEDICINE AND SURGERY , v. 22, p. 1098612X1984996-9, 2019.
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AIELLO, G ; GOMES, L. A. ; DEARO, A. C. ; CARDOSO, G. S. ; GODOI, DA ; MARGALHO, F. N. P. . Pulmonary Nocardiosis in a Dog. In: 34th World Small Veterinary Association Congress, 2009, São Paulo. Anais do 34th World Small Veterinary Association Congress, 2009. p. 81.
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AIELLO, G . Cuidados com os animais de companhia. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANCAN, A. L. ; KOWACIC, J. M. ; LAZZARETTI, J. P. ; DORNELES, F. ; GOES, F. M. ; AIELLO, G . Caso incomum de sialocele pro múltiplos sialólitos em um canino - relato de caso. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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DANIELLI, M. ; GIRARDINI, L. K. ; AIELLO, G ; GOES, F. M. ; TILLMANN, M. T. . Casuística de dermatofitose em cães e gatos atendidos no Hospital Veterinário da UNOESC - Xanxerê. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G . Paraplegia aguda em cães. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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AIELLO, G . Traumatismo Crânio-encefálico - uma emergência neurológica. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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AIELLO, G . Doença do disco intervertebral. Abordagem diagnóstica e terapêutica.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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Graciane Aiello . Curso teórico-prático: Neurologia em Pequenos Animais. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ANDRADES, A.O. ; RIPPLINGER, A. ; FERRARIN, D. A. ; AIELLO, G ; SCHNEIDER, L. ; SCHWAB, M. L. ; COLVERO, A. C. ; MAZZANTI, A. . Fisioterapia em centro especializado ou domiciliar na recuperação funcional e qualidade de vida de cães paraplégicos sem dor profunda por doença do disco intervertebral (Hansen tipo I) toracolombar submetidos à cirurgia descompressiva.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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ANDRADES, A.O. ; RIPPLINGER, A ; FERRARIN, D. A. ; AIELLO, G ; SCHNEIDER, L. ; SCHWAB, M. L. ; COLVERO, A. C. ; MAZZANTI, A. . Modalidades fisioterapêuticas na reabilitação de cães com doença do disco intervertebral toracolombar submetidos à cirurgia descompressiva: 30 casos (2008-2016). 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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SANTOS, R. P. ; MAZZANTI, A. ; ANDRADES, A.O. ; POLIDORO NETO, D. ; SOUZA, G. S. ; AIELLO, G. ; CHAVES, R.O. ; BAUMHARDT, R. ; CARLIM, R. . Manipulação cirúrgica da medula espinhal em cães submetidos à hemilaminectomia toracolombar dorsolateral. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G. ; MAZZANTI, A. ; ANDRADES, A.O. ; VETUSCHI, C. A. ; POLIDORO NETO, D. ; CHAVES, R.O. ; BAUMHARDT, R. ; CARLIM, R. ; SANTOS, R. P. ; PEGLOW, S. . Mucocele de glândula zigomática em uma cadela - Relato de caso. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G . Cirurgias Reconstrutivas e Novas Técnicas para o Reparo de Feridas em Cães e Gatos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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AIELLO, G. ; MAZZANTI, A. ; CHAVES, R. ; BECKMANN, D. V. ; POHL, A.L. . Epilepsia em cães: 66 casos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G. ; MAZZANTI, A. ; SANTOS, R. P. ; CHAVES, R. ; BAUMHARDT, R. . Fraturas e LuxaçõesV ertebrais em cães: 41 casos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G. ; MAZZANTI, A. ; Beckmann, D.V. ; SANTOS, R. P. ; ANDRADES, A.O. ; MAZZANTI, C. M. A. ; PALMA, H.E. ; CHAVES, R. . Prednisona e Meloxicam no tratamento de ratos submetidos a trauma da medula espinhal. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, R. P. ; MAZZANTI, A. ; AIELLO, G. ; Beckmann, D.V. ; ANDRADES, A.O. ; CHAVES, R. ; MACAGNAN, M. ; RIPPLINGER, A. ; POHL, A.L. . Efeito da temperatura de polimerização da resina acrílica odontológica na medula espinhal de ratos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CARDOSO, G. S. ; AIELLO, G. ; GOMES, L. A. ; DEARO, A. C. ; GODOI, DA ; MARGALHO, F. N. P. . Pulmonary Nocardiosis in a dog - a case report. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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GODOI, DA ; AIELLO, G. ; ARAUJO, F. P. ; BIZ, M. B. ; ARIAS, M. V. B. ; ANTUNES, M.I.P.P. . Tratamento cirúrgico para correção de traumatismo crânio-enceálico em filhote de cão - Relato de caso. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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GODOI, DA ; AIELLO, G. ; ARAUJO, F. P. ; BIZ, M. B. ; ARIAS, M. V. B. ; PALUMBO, M.I. . Tratamento cirúrgico para correção de traumatismo crânio-enceálico em filhote de cão - Relato de caso. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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GODOI, DA ; AIELLO, G. ; ARIAS, M. V. B. ; ARAUJO, F. P. ; BIZ, M. B. ; ANTUNES, M.I.P.P. . Tratamento cirúrgico para correção de traumatismo crânio-enceálico em filhote de cão - Relato de caso. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G. ; BATAGLIA, L. A. ; FREITAS, J.C. ; CARVALHO, T.T. ; ARIAS, M. V. B. . Determinação dos Índices de Infecção Hospitalar em um Centro Cirúrgico Universitário Veterinário de Pequenos Animais. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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AIELLO, G. ; BATAGLIA, L. A. ; ARIAS, M. V. B. ; FREITAS, J.C. ; CARVALHO, T.T. . Determinação dos Índices de Infecção Hospitalar em um Centro Cirúrgico Universitário Veterinário de Pequenos Animais. 2007. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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AIELLO, G. ; ARIAS, M. V. B. ; MARCASSO, R. A. ; SIERRA, S. . Utilização e Processamento de Material Cirúrgico em 17 Clínicas Veterinárias no Paraná. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ZANON, J. P. ; NEVES, G. P. ; AIELLO, G. ; MARCASSO, R. A. ; TORTOLA, L. ; ARIAS, M. V. B. ; MASCARENHAS, N. L. S. ; SOUZA, MSB ; PIROLO, J. ; HILST, C. L. S. ; FREITAS, JULIO C. DE . Cultura e antibiograma de feridas traumáticas infectadas de cães e gatos. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ARIAS, M. V. B. ; AIELLO, G. ; REIA, A. Z. ; MARGALHO, F. N. P. ; ZARI, A. C. ; GONZALEZ, J. M. ; CASEMIRO, F. . Mielografis em 50 cães com alterações neurológicas - Estudo retrospectivo. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AIELLO, G. . Posse Responsável de Animais. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ARIAS, M. V. B. ; GONZALEZ, J. M. ; MARGALHO, F. N. P. ; ZARI, A. C. ; CASEMIRO, F. ; AIELLO, G. ; REIA, A. Z. . Mielografis em 50 cães com alterações neurológicas - Estudo retrospectivo. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Flaiban, K.K.M.C. ; GROTTI, C. C. B. ; AIELLO, G. ; REIS, A. C. F. ; MOROZ, L. R. . Colangiocarcinoma em bovino necropsiado no laboratório de patologia veterinária da Universidade Estadual de Londrina. 2004. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
AIELLO, G . Cuidados com os Pets em tempos de COVID 19. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AIELLO, G . Meningioma raro retrobulbar e de quiasma óptico em cão. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AIELLO, G . Saiba como cuidar do seu pet durante a pandemia.. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AIELLO, G . Toxoplasmose. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AIELLO, G . Rinotraqueite felina. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
AIELLO, G. . Aula teórico-prática ministrada para alunos do curso de pós-graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de Cães e Gatos UNOESC Xanxerê, SC. Componente Curricular de Neurologia. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
AIELLO, G . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2015. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2015. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2014. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2014. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2013. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2013. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Prática Cirúrgica em Cães e Gatos. 2013. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Prática Cirúrgica em Cães e Gatos. 2013. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Afecções da medula espinhal em cães e gatos. 2013. (Aulas ministradas para a Graduação).
AIELLO, G. . Afecções da medula espinhal em cães e gatos. 2013. (Aula ministrada para a Graduação).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Prática Cirúrgica em Cães e Gatos. 2012. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Prática Cirúrgica em Cães e Gatos. 2012. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2011. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2011. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Auxilio em aula prática na disciplina Prática Clínica e Cirúrgica de Pequenos Animais. 2011. (Auxílio em Aula Prática).
AIELLO, G . Auxílio em Aulas teóricas e práticas na disciplina Técnica Cirúrgica Veterinária - A. 2010. (Auxílio em aulas teóricas e práticas).
AIELLO, G. . Ambiente Cirúrgico - Aulas teórica-práticas. 2009. (Aula ministrada para a Graduação).
AIELLO, G. . Posse Responsável - Custos necessários para adquirir um animal de companhia. 2007. (Aula ministrada para a Graduação).
AIELLO, G. . Síndromes Neurológicas Toracolombar e Lombossacra. 2007. (Aula ministrada para a Graduação).
AIELLO, G. . Síndrome Neurológica Vestibular Periférica e Polineuropatias. 2007. (Aula ministrada para a Graduação).
AIELLO, G. . Posse Responsável de Animais. 2007. (Aula ministrada).
Projetos de pesquisa
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2017 - Atual
DANO GENÔMICO COMO FATOR PROGNÓSTICO EM CÃES PARAPLÉGICOS SECUNDÁRIO À DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL TORACOLOMBAR, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: O objetivo deste estudo é comparar, por meio do ensaio fluorimétrico, a quantifica-ção de DNA livre, utilizando o corante Picogreen, do LCE e do sangue em cães com DDIV paraplégicos com e sem percepção à dor profunda. Os cães serão distribuídos em três grupos, de acordo com o grau de disfunção neurológica (n=25), denomina-dos de Grupo I: cães hígidos (n=5); Grupo II: cães que apresentam paraplegia devi-do à DDIV toracolombar grau IV (n=10); Grupo III: cães paraplégicos devido à DDIV toracolombar grau V (n=10). Todos os cães serão submetidos à coleta de sangue e de LCE para a mensuração do DNA livre. Os cães paraplégicos serão submetidos à técnica de hemilaminectomia dorsolateral toracolombar associada à fenestração do disco intervertebral afetado. Nos cães cirurgiados serão realizados: exames neuro-lógicos a cada sete dias durante 90 dias, o teste de mensuração de DNA livre do soro a cada 15 dias durante 90 dias e o teste de mensuração de DNA no líquor, a-través da punção da cisterna lombrar, após 90 dias do procedimento cirúrgico. Com isto, espera-se através do ensaio fluorimétrico a quantificação de DNA livre no san-gue e no líquor, utilizando o corante Picogreen, obter um método objetivo e eficaz na determinação do prognóstico da DDIV toracolombar em cães.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Angel Ripplinger - Integrante / Mathias Reginatto WrzesiskiI - Integrante.
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2016 - Atual
PRINCIPAIS EFEITOS COLATERAIS DO USO DE OPIOIDES NO PÓS-OPERATÓRIO DE CÃES SUBMETIDOS À CIRURGIA DESCOMPRESSIVA DA MEDULA ESPINHAL - ESTUDO RETROSPECTIVO (2011-2016), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: As doenças da medula espinhal de são responsáveis pela maior parte da casuística das disfunções neurológicas em cães. Dentre os distúrbios mais frequentes estão à doença do disco intervertebral e as fraturas e luxações vertebrais. Dependendo o grau de disfunção neurológica ou os compartimentos afetados nas vértebras fraturadas esses distúrbios necessitam de cirurgia, seja para auxílio no tratamento da dor ou na tentativa de melhorar o prognóstico do paciente quanto à deambulação. A dor provocada pela doença do disco intervertebral ou por fraturas e luxações vertebrais é considerada severa inclusive no pós-operatório, necessitando administração de opioides para seu controle. Os opioides podem provocar efeitos colaterais como náusea, vômito, hipotensão entre outros, que, eventualmente podem prejudicar a qualidade do pós-operatório desses pacientes. Com base nisso, o presente projeto tem por objetivo fazer um levantamento de dados dos opioides utilizados no pós-operatório de cirurgias descompressivas da medula espinhal em cães e relacionar aos efeitos colaterais apresentados por esses pacientes. Para isso, serão revisados os registros de pós-operatório dos cães que passaram por esse tipo de cirurgia no hospital veterinário da UFSM a fim de registrar principalmente os efeitos colaterais desses fármacos, já que não encontramos trabalhos que relatam esses efeitos nesse tipo de paciente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Luciana Schneider - Integrante / Marcelo Luís Schwab - Integrante / Leisa Cristina Vieira Basso - Integrante / Dènis Antonio Ferrarin - Integrante / Júlia da Silva Rauber - Integrante / Mathias Reginatto WrzesiskiI - Integrante / Samanta Simon Moro - Integrante.
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2016 - Atual
TERAPIA ANTIMICROBIANA ASSOCIADO OU NÃO A COMPRESSÃO VESICAL EM CÃES E GATOS PARAPLÉGICOS COM INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFERIOR, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: As complicações pela perda do controle voluntário da micção podem levar a incontinência, retenção urinária e consequentemente infecção do trato urinário inferior (cistite bacteriana). A retenção urinária persistente como nas ocasionadas por lesão medular entre o segmento T3-L3 pode gerar infecções urinárias e ocasionar complicações severas como pielonefrite, hidronefrose e insuficiência renal aguda. Considerando a relevância do assunto, este estudo pretende verificar qual a existência de infecções no trato urinário inferior em cães e gatos com lesão na medula espinhal toracolombar (T3-L3) provocado por doença do disco intervertebral (cão) e por fraturas e luxações vertebrais (cão e gato) e que apresentam retenção urinária e avaliar se a terapia antimicrobiana associada ou não a compressão vesical em diferentes frequências auxilia no controle da infecção urinária. Serão incluídos 25 animais paraplégicos com ou sem dor profunda e com retenção urinária atendidos no Serviço de Neurologia e que foram submetidos a cirurgia descompressiva e/ou de estabilização da coluna vertebral e encaminhados ao setor de fisioterapia. Os pacientes serão distribuídos aleatoriamente em cindo grupos de igual número, denominados de grupo 1 ou G1 será aquele em que os animais não receberão antimicrobianos e nem compressão vesical, o grupo 2 ou G2 antimicrobiano, mas sem compressão vesical, o grupo 3 ou G3 antimicrobiano e compressão vesical uma vez por dia, o grupo 4 ou G4 antimicrobiano e compressão vesical duas vezes por dia, e o grupo 5 ou G5 antimicrobianos e compressão vesical três vezes ao dia. Os animais serão avaliados a cada 20 dias para exame neurológico e a coleta de urina, para realização dos exames de cultura e teste de sensibilidade antimicrobiana, durante 60 dias a partir do diagnóstico da lesão medular.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Luciana Schneider - Integrante / Marcelo Luís Schwab - Integrante / Augusto de Oliveira - Integrante / Júlia Possebon Santi - Integrante / Leisa Cristina Vieira Basso - Integrante / Pricila Jung - Integrante / Yasmin Krug - Integrante.
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2016 - Atual
COMPLICAÇÕES ASSOCIADAS AO TRATAMENTO CIRÚRGICO DE CÃES E GATOS COM TRAUMA MEDULAR, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: Lesões medulares em cães e gatos ocorrem por fatores externos ou internos, sendo seus representantes mais expressivos a doença do disco intervertebral (DDIV) e fraturas e/ou luxações da coluna vertebral. Abordagens cirúrgicas para o tratamento destas afecções incluem técnicas de hemilaminectomia, mini-hemilaminectomia, pediculectomia, laminectomia, fenda ventral e variados métodos de estabilização. Complicações cirúrgicas evidenciadas no trans-operatório, pós-operatório imediato e tardio originam-se de fatores intrínsecos ao paciente ou de situações que poderiam ser evitadas pela equipe cirúrgica. O objetivo deste estudo é identificar as principais complicações cirúrgicas ocorridas no trans e pós-operatório imediato e tardio envolvendo procedimentos para descompressão da medula espinhal e estabilização da coluna vertebral. Serão utilizados 20 animas entre cães e gatos atendidos na rotina do Serviço de Neurologia do HVU-UFSM, com diagnóstico definitivo de doença do disco intervertebral ou por fratura e/ou luxação vertebral envolvendo os segmentos C1-C5 e T3-L3 da medula espinhal e que foram submetidos ao tratamento cirúrgico. Espera-se com essa pesquisa definir as principais complicações no trans e pós-operatório imediato e tardio de pacientes com lesão na medula espinhal e, com esses dados, ser possível criar métodos que possam evitar ou tratar tais intercorrências.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Luciana Schneider - Integrante / Marcelo Luís Schwab - Integrante / Leisa Cristina Vieira Basso - Integrante / Pricila Jung - Integrante / Dènis Antonio Ferrarin - Integrante / Franciele Ruchel - Integrante / Júlia da Silva Rauber - Integrante / Julya Nathalya Felix Chaves - Integrante / Karen Mikaela Sena da Silva - Integrante / Mathias Reginatto WrzesiskiI - Integrante.
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2015 - 2016
AQUECIMENTO GERADO PELO ULTRASSOM TERAPÊUTICO EM PRESENÇA DE IMPLANTES METÁLICOS NO FÊMUR DE COELHOS, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: Uma das complicações frequentes após fraturas femorais em cães e gatos é a ocorrência de contratura do quadríceps, que causa fibrose e aderências deste grupo muscular ao calo ósseo em desenvolvimento, resultando em anquilose e hiperextensão da articulação do joelho. Uma das modalidades fisioterápicas utilizadas para as complicações apresentadas é o ultrassom terapêutico no modo contínuo, já que promove o aquecimento dos tecidos com consequente aumento da extensibilidade do colágeno e do fluxo sanguíneo local, reduzindo espasmo, contratura muscular e desfazendo aderências. No entanto, o uso do ultrassom terapêutico contínuo em locais providos de implantes metálicos ainda é controverso. Após avaliar a aplicação do ultrassom terapêutico no modo contínuo nas frequências de 1 e 3MHz e intensidades de 1 e 2W/cm2 em cadáveres de cães submetidos à osteossíntese de fêmur, pôde-se verificar o aquecimento da placa óssea metálica e das estruturas adjacentes, destacando a temperatura intramuscular mais elevada no grupo de 3MHz e 2W/cm, mas ainda dentro da faixa considerada terapêutica. Em contrapartida, a ausência de circulação sanguínea no modelo experimental utilizado pode ter limitado a elevação das temperaturas aferidas, e os resultados obtidos não devem ser extrapolados para tecidos vivos. Frente a isso, propõe-se dois novos experimentos utilizando 40 coelhos da raça Nova Zelândia Branco. O primeiro avaliará a temperatura gerada pelo ultrassom terapêutico in vivo, nos tecidos adjacentes à placa óssea metálica e ao pino intramedular; e o segundo experimento avaliará os efeitos deste aquecimento no processo de cicatrização óssea de uma fratura, respondendo uma dúvida ainda existente na elaboração de protocolos fisioterápicos e contribuindo para os tratamentos ortopédicos instituídos na rotina hospitalar veterinária.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Rafael Chaves - Integrante / Raquel Baumhardt - Integrante.
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2015 - Atual
MODALIDADES FISIOTERAPÊUTICAS NA REABILITAÇÃO DE CÃES COM DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL, LUXAÇÃO DE PATELA E RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL - ESTUDO PROSPECTIVO, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: Nessa pesquisa, propõe-se a utilização de modalidades fisioterapêuticas na reabilitação pós-operatória de cães com doença do disco intervertebral cervical e toracolombar, luxação de patela e ruptura do ligamento cruzado cranial atendidos na rotina dos serviços de neurologia e ortopedia do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria. Os cães serão distribuídos em dois grupos denominados grupo GF para aqueles submetidos à cirurgia e fisioterapia e, grupo GC, para aqueles submetidos a cirurgia e sem fisioterapia. Todos os animais serão acompanhados e avaliados mensalmente até três meses de pós-operatório. Os animais do grupo GF serão submetidos às sessões de fisioterapia três vezes na semana até a recuperação funcional satisfatória ou por até três meses de pós-operatório, seguindo protocolos predeterminados de acordo com a afecção tratada e a evolução após a cirurgia. As modalidades fisioterapêuticas utilizadas serão crioterapia, movimentação passiva articular, massagem, alongamento, exercícios terapêuticos, estimulação elétrica neuromuscular, ultrassom terapêutico e hidroterapia. O tempo, a duração e a frequência dos protocolos foram determinados de acordo com a rotina aplicada no Laboratório de Reabilitação Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria, na tentativa de torná-los exequível ao terapeuta, aos pacientes e aos proprietários. Espera-se comprovar que as modalidades fisioterapêuticas empregadas no pós-operatório imediato em cães submetidos ao tratamento cirúrgico de doença do disco intervertebral cervical e toracolombar, luxação de patela e ruptura do ligamento cruzado cranial promovem a recuperação funcional satisfatória em até três meses de tratamento, sendo esta recuperação com menores sequelas causadas pela restrição ou desuso do(s) membro(s), quando comparada com pacientes que não receberam o mesmo tratamento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Rafael Chaves - Integrante / Ana Carolina Colvero - Integrante.
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2015 - Atual
TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO EM CÃES E GATOS. ESTUDO PROSPECTIVO, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: O traumatismo cranioencefálico (TCE) está associado à alta taxa de mortalidade e morbidade em humanos e pequenos animais. O óbito geralmente é consequência do aumento progressivo da pressão intracraniana (PIC). Os pacientes podem apresentar sinais clínico-neurológicos variados, porém o exame clínico inicial deve ser focado na identificação de anormalidades iminentes que colocam a vida do animal em risco. A hipovolemia, hipotensão e hipoxemia devem ser reconhecidas e corrigidas imediatamente por serem fortemente relacionadas com o aumento na PIC e na taxa de mortalidade. O tratamento precoce está associado a melhores resultados. As condutas terapêuticas utilizadas em animais vítimas de TCE tem como base protocolos e estudos humanos. Apesar da importância desta afecção em pequenos animais ainda existem poucos estudos que associem condutas terapêuticas e avaliação de parâmetros laboratoriais com prognóstico a curto e longo prazo. O presente estudo tem por objetivo acompanhar animais com TCE apresentados para tratamento no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Santa Maria, associando progressão do quadro neurológico ao tratamento instituído e aos resultados de exames laboratoriais, mensuração da pressão intracraniana que podem antecipar alterações e permitir mudanças no tratamento a fim de melhorar o quadro do paciente em questão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Rafael Chaves - Integrante / Rodrigo Conceição - Integrante / Bianca Vandresen - Integrante / Marcelo Luís Schwab - Integrante / Priscilla Dcarla Ferreira - Integrante.
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2014 - 2015
DOENÇAS NEUROLÓGICAS EM CÃES E GATOS: ESTUDO RETROSPECTIVO DA ANÁLISE DO LIQUIDO CEREBRO ESPINHAL DE CÃES E GATOS AFETADOS NEUROLOGICAMENTE (2006 - 2014), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: O liquido cérebro espinhal (LCE) é um liquido resultante do ultrafiltrado do plasma sanguíneo, tornando-o claro e incolor, contendo poucas proteínas e algumas células. O LCE é basicamente produzido pelo plexo coroide, mas as células ependimais dos ventrículos cerebrais também desempenham papel importante na sua produção. Ele flui através do sistema ventricular em direção ao espaço subaracnóide e é posteriormente absorvido através das vilosidades subaracnoides é retorna ao sistema sanguíneo venoso. O LCE exerce varias funções no sistema nervoso. Ele atua na proteção cerebral quando há variações na pressão sanguínea, faz a homeostasia do sistema nervoso central e atua como veículo no transporte intracerebral. O objetivo deste trabalho é analisar as amostras de LCE de cães afetados neurologicamente, coletadas entre os anos de 2006 e 2014 pelo Serviço de Neurologia do Hospital Veterinario Universitario da Universidade Federal de Santa Maria e desta forma comparar os resultados destas analises com o proposito de se tentar estabelecer uma relação entre os resultados destas amostras, os sinais clínicos, as suspeitas e o diagnostico presuntivo ou definitivo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Rafael Borges - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Raquel Baumhardt - Integrante.
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2014 - 2014
DOENÇAS NEUROLÓGICAS COMPRESSIVAS E INFECCIOSA EM CÃES (2005-2014), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: Na medicina veterinária atual a neurologia veterinária é uma especialidade pouco abordada durante a graduação. Porém, a importância dos animais de estimação no meio familiar, a exigência do mercado de trabalho por profissionais cada vez mais capacitados e a alta casuística de problemas neurológicos na rotina clínica e cirúrgica exigem um maior conhecimento sobre estas patologias. Os estudos retrospectivos estão sendo desenvolvidos em vários grupos de pesquisas no Brasil, objetivando dessa forma reunir os dados epidemiológicos e clinico-patológicos para determinada região do país. Este projeto tem como objetivo geral identificar cães atendidos pelo serviço de neurologia do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria, com diagnóstico de doen;as compressivas e infecciosas do sistema nervoso central (SNC), para obter informações a respeito da raça, do sexo, da idade, dos sinais neurológicos, da localização das lesões, dos exames complementares, do tratamento, da prevenção e do prognóstico. Todas as doenças compressivas e infecciosas serão computadas e analisadas. Com este estudo esperamos determinar o comportamento das doenças neurológicas compressivas e infecciosas na região central do Rio Grande do Sul, aprimorando o conhecimento e a interpretação dos achados clinico-patológicos dos veterinários da região.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Rafael Chaves - Integrante / Raquel Baumhardt - Integrante.
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2014 - Atual
Efeito do meloxicam e da melatonina no tratamento de ratos submetidos ao trauma agudo da medula espinhal: ensaio enzimático, clínico e histopatológico., Descrição: O objetivo deste experimento é comparar o perfil oxidativo, os testes neurológicos e o exame histopatológico de ratos submetidos ao trauma agudo da medula espinhal compressivo utilizando esteriotáxico digital e tratados com meloxicam e/ou melatonina. Os animais serão distribuídos aleatoriamente em 10 grupos contendo números iguais de ratos (n=5) denominados de G1 (Sham): submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com solução salina (NaCl 0,9%); G2 (Sham): submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com etanol 5%; G3 (Sham): submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com melatonina; G4 (Sham): submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com meloxicam; G5 (Sham): submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com Melatonina + Meloxicam; G6: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia), trauma medular e tratado com solução salina (NaCl 0,9%); G7: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia), trauma medular e tratado com etanol 5%; G8: submetido ao procedimento cirúrgico, trauma medular e tratado com melatonina; G9: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia), trauma medular e tratado com meloxicam; G10: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia), trauma medular e tratado com melatonina + meloxicam. Após o período experimental, serão realizados os testes neurológicos e, em seguida, os ratos serão submetidos à eutanásia em diferentes intervalos de tempo e as amostras serão coletadas para avaliação do perfil oxidativo e análises histopatológicas da medula espinhal. Com isto, espera-se que o meloxicam e/ou melatonina sejam capazes de reduzir os danos biológicos e as alterações neurológicas nos ratos submetidos ao trauma agudo da medula espinhal compressivo utilizando cateter de Fogarty 2 Fr .. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rafael Oliveira Chaves - Integrante / Matheus Macagnan - Integrante / Cinthia Melazzo de Andrade Mazzanti - Integrante.
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2014 - Atual
Proposta de um modelo de aferição da pressão intracraniana em trauma cranioencefálico: estudo experimental em coelhos e clínico em cães., Descrição: O traumatismo cranioencefálico (TCE) está associado a alta taxa de mortalidade e morbidade em humanos e pequenos animais. A monitorização da pressão intracraniana (PIC) é bastante utilizada em paciente humanos, porém há poucos relatos da sua utilização em cães e gatos. A mensuração da PIC é utilizada não somente para o diagnóstico da hipertensão, mas, também, para valor prognóstico, especialmente nos pacientes com TCE grave. Ainda é utilizada como parâmetro para avaliação das medidas terapêuticas empregadas para reduzir a PIC. O objetivo deste experimento é mimetizar em coelhos, os eventos do aumento da pressão intracraniana por meio do modelo experimental por balão epidural, a fim de investigar a utilização de um material alternativo para aferir e monitorar a PIC. O trabalho será composto por um estudo experimental de monitoração de PIC por dois métodos distintos em coelhos Serão utilizados 16 coelhos, que serão submetidos ao modelo experimento de TCE por balão epidural para a monitoração da PIC. Os coelhos serão distribuídos em dois grupos para a monitoração da PIC com dois dispositivos distintos, no qual oito serão monitorados utilizando-se o cateter de ventriculostomia e oito utilizando a sonda uretral, ambos acoplados ao monitor externo. Após 80 minutos de monitoração, os coelhos serão submetidos à eutanásia para avaliar a presença de hematoma. Com este estudo, espera-se que a sonda uretral acoplada a um monitor externo seja aplicável para a monitoração da pressão intracraniana em coelhos submetido ao modelo experimental de TCE por balão epidural e cães atendidos na rotina clínica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / André Vasconcelos Soares - Integrante / Rafael Chaves - Integrante / Raquel Baumhardt - Integrante / ALCEU GASPAR RAISER - Integrante / Nathália Franco - Integrante / Roberto Carlim - Integrante.
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2014 - Atual
PROTOCOLOS TERAPÊUTICOS PARA CÃES COM DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL TORACOLOMBAR TRATADOS CLINICAMENTE, Descrição: A Doença do Disco Intervertebral (DDIV) é uma das doenças de maior ocorrência na clínica neurológica de cães, sendo que o local mais acometido é a região toracolombar (TL). Os sinais clínicos podem ser agudos ou crônicos, variando desde hiperestesia espinhal até paraplegia e perda da percepção à dor profunda. Não há um consenso sobre o tratamento ideal. Geralmente é indicado o tratamento clínico para cães com ataxia ambulatória e tratamento cirúrgico para aqueles com ataxia não ambulatória ou paraplegia. No tratamento clínico, as indicações são o repouso absoluto em gaiola, uso de analgésicos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios corticosteroides ou anti-inflamatórios não esteroidais (AINES). A dor é um fator biológico que pode resultar em diferentes alterações no organismo do animal, tais como imunossupressão, retardo na cicatrização de feridas, e aceleração de processos patológicos. Não foram encontrados estudos que avaliem a dor de cães com DDIV-TL com os tratamentos medicamentosos indicados na literatura, sendo possível que esses tratamentos não tenham uma cobertura analgésica adequada para esses pacientes. Além disso, há muitas discussões em relação a qual o melhor anti-inflamatório para o tratamento de traumas medulares em medicina veterinária e humana. Os corticosteroides frequentemente são utilizados no tratamento de doenças neurológicas em medicina veterinária. Entretanto, seu uso vem sendo discutido recentemente, já que, não há um consenso entre os veterinários neurologistas em relação a qual anti-inflamatório seria o ideal para o tratamento de traumas medulares agudos. Os AINES tem demonstrado um efeito neuroprotetor favorável e, quando comparado aos corticosteroides, apresentam mínimos efeitos colaterais. Há vários protocolos terapêuticos indicados na literatura para o tratamento de DDIV-TL em cães. Porém, não foram encontrados relatos da eficácia desses tratamentos na avaliação da dor. Poucos estudos compararam o uso de anti-inflamatórios corticosteroides e AINES em DDIV-TL. Devido à necessidade de mais estudos na área, pretendemos com este trabalho comparar protocolos terapêuticos na DDIV-TL de cães tratados clinicamente. Sendo assim, os objetivos deste estudo são determinar a eficácia de protocolos terapêuticos já empregados na rotina neurológica em cães com diagnóstico presuntivo de doença do disco intervertebral toracolombar tratados clinicamente, comparando a analgesia e evolução clínica nos diferentes grupos. Há possibilidade de todos os protocolos serem eficazes na analgesia e na evolução clínica, sendo assim indicado usar o protocolo com menores efeitos colaterais indesejáveis, ou seja, AINES. Serão incluídos cães da rotina hostitalar com diagnóstico presuntivo de DDIV-TL. Estes serão divididos em grupos de acordo com o grau de doença neurológica (GI, GII, GIII, GIV e GV) e cada grupo será dividido em subgrupos de forma aleatória de acordo com o tratamento realizado (SGP tratados com prednisona, SGD tratados com dexametasona e SGM tratados com meloxicam). Os pacientes serão avaliados durante os primeiros cinco dias de tratamento e no 10 e 20 dia. Serão realizadas filmagens para posterior estudo cego das escalas de dor Visual Analógica (VAS) e Composta de Glasgow na forma abreviada (GCMPS-SF), além de avaliações da evolução clínica do paciente. Os resultados obtidos serão analisados estatisticamente pelo teste de Wilcoxon (p<0,05). Espera-se que o protocolo terapêutico sem o uso de corticosteroides seja suficiente para manutenção da analgesia do paciente durante o período avaliado e seja satisfatório na evolução clínica do paciente, com o mínimo ou nenhum efeito colateral.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Rafael Chaves - Integrante / Raquel Baumhardt - Integrante / Roberto Carlim dos Santos - Integrante / Patricia Silva Vives - Integrante.
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2012 - Atual
FISIOTERAPIA NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO EM CÃES SUBMETIDOS À OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA SUPRACONDILAR DO FÊMUR, Descrição: As fraturas de diáfise e metáfise ósseas são frequentes na rotina cirúrgica veterinária, e um dos ossos comumente fraturado em cães e gatos é o fêmur. O manejo das lesões de tecidos moles e manutenção da amplitude de movimento das articulações envolvidas ou adjacentes à fratura têm recebido uma atenção especial, reduzindo o tempo de recuperação funcional do membro afetado. Para isso, está indicado o emprego da fisioterapia a partir do pós-operatório imediato, mas muitos cirurgiões relutam na implementação desta terapia temendo o deslocamento de implantes e prejuízos na cicatrização óssea. Assim, despertou-se o interesse em avaliar a influência da fisioterapia no pós-operatório imediato de cães submetidos à osteossíntese de fratura supracondilar femoral com pinos de Steinmann, avaliar o tempo e qualidade da recuperação funcional do membro, assegurar a estabilidade do implante e comparar o tempo de cicatrização óssea entre os animais submetidos à fisioterapia e àqueles do grupo controle. Serão utilizados 14 cães, machos ou fêmeas, adultos, sem raça definida, pesando entre 15 e 20 Kg e distribuídos ao acaso em dois grupos de igual número. Os animais do grupo I ou controle serão submetidos à osteossíntese de fratura supracondilar do fêmur direito via artrotomia parapatelar lateral da articulação femoro-tíbio-patelar e não receberão nenhum protocolo fisioterápico; e os animais do grupo II ou fisioterapia serão submetidos ao mesmo procedimento cirúrgico, seguido do protocolo fisioterápico imediatamente após a cirurgia. Espera-se que os cães do grupo II tenham uma recuperação funcional precoce e qualitativa do membro, sem interferência na cicatrização óssea e estabilidade do implante, encorajando os cirurgiões na indicação deste tipo de terapia para pacientes ortopédicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / Rafael Elisei Port - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante.
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2012 - Atual
Efeito da melatonina e do meloxicam no sistema glutamatérgico, ensaio enzimático, clínico e histopatológico em ratos normais submetidos à desmielinização encefálica pelo brometo de etídio., Descrição: O objetivo do presente trabalho é investigar o efeito neuroprotetor do meloxicam e da melatonina sobre possíveis alterações comportamentais, na neurotransmissão glutamatérgica, no perfil oxidativo e histopatológico de ratos submetidos a um modelo de desmielinização experimental. O experimento será dividido em duas etapas: experimento in vitro e experimento in vivo. O experimento in vitro avaliará o efeito neuroprotetor do meloxicam e da melatonina sobre insultos excitotoxicos induzidos por agonistas glutamatergicos e pelo brometo de etídio em fatias da ponte. No experimento in vivo os animais serão distribuídos em 20 grupos experimentais, com 05 indivíduos cada. O experimento avaliará o tratamento com meloxicam e melatonina pós-lesão desmielinizante na ponte, em duas fases - 7 dias pós-desmielinização, onde ocorre o pico de desmielinização (Experimento 2A [grupos sham] e 2B [grupos tratados]); e 21 dias pós-desmielinização, onde ocorre o pico de remielinização (Experimento 2C [grupos sham] e 2D [grupos tratado]). Durante o período experimental, serão realizados os testes neurológicos e, em seguida, os ratos serão submetidos à eutanásia em diferentes intervalos de tempo. As amostras serão coletadas para avaliação do perfil oxidativo e análises histopatológicas da ponte. Com isto, espera-se que o meloxicam e/ou melatonina sejam capazes de reduzir os danos biológicos e as alterações neurológicas nos ratos submetidos à desmielinização encefálica por brometo de etídio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Graciane Aiello - Coordenador / Alexandre Mazzanti - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / AMANDA OLIVEIRA DE ANDRADES - Integrante / FABIANO BARBOSA CARVALHO - Integrante / Rafael Oliveira Chaves - Integrante / Anieli Luize Pohl - Integrante / Matheus Macagnan - Integrante.
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2011 - 2012
AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE DAS COLINESTERASES, DO PERFIL OXIDATIVO E DOS TESTES NEUROLÓGICOS E COMPORTAMENTAIS EM RATOS SUBMETIDOS AO MODELO EXPERIMENTAL DE DESMIELINIZAÇÃO NO ENCÉFALO E MEDULA ESPINHAL PELO BROMETO DE ETÍDIO E TRATADOS COM QUERCETINA, Descrição: As doenças desmielinizantes são uma grave conseqüência da destruição das bainhas de mielina presentes no sistema nervoso central (SNC) e periférico. Dentre as várias doenças que cursam com desmielinização no SNC destacam-se a cinomose dos cães e a esclerose múltipla em humanos, sendo que os mecanismos patogênicos são pouco compreendidos. O objetivo deste experimento é mimetizar, em ratos, os eventos de desmielinização e remielinização no encéfalo e medula espinhal através do modelo experimental pelo brometo de etídio (BE) a fim de investigar o efeito da quercetina na atividade das colinesterases, no perfil oxidativo e nos testes neurológicos. O estudo será composto por dois experimentos que avaliará o tratamento com quercetina aos sete (Experimento 1A) e 21 dias (Experimento 1B) após lesão desmielinizante no encéfalo e o experimento 2 que avaliará os mesmos tratamentos e períodos na medula espinhal (2A e 2B). Para os experimentos 1A; 1B; 2A; e 2B, os ratos serão distribuídos aleatoriamente em grupos (G) de igual número denominados de G1 (controle): Solução salina (NaCl 0,9%) + tratamento com solução salina (NaCl 0,9%); G2: Solução salina (NaCl 0,9%) + tratamento com etanol (veículo da quercetina); G3: Solução salina (NaCl 0,9%) + tratamento com quercetina (50 mg kg-1); G4: BE + tratamento com solução salina (NaCl 0,9%); G5: BE + tratamento com etanol (veículo da quercetina); G6: BE + tratamento com quercetina (50 mg kg-1). Durante o período experimental, serão realizados os testes neurológicos e, em seguida, os ratos serão submetidos à eutanásia e as amostras serão coletadas para avaliação da atividade das colinesterases, do perfil oxidativo e para análises histológicas da lesão. Com isto, espera-se que a quercetina seja capaz de reduzir os danos biológicos e as alterações neurológicas induzidas no modelo experimental de desmielinização pelo BE bem como ampliar o conhecimento da ação terapêutica deste flavonóide viabilizando o seu uso como possível terapia alternativa de doenças desmielinizantes no SNC que afetam os seres humanos e animais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / Cinthia Melazzo de Andrade Mazzanti - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / SCHETINGER, MARIA ROSA C. - Integrante / Taís de Freitas Miranda - Integrante / Roberta Schmatz - Integrante / Thaís Rapachi Mann - Integrante / Gustavo Roberto Thomé - Integrante.
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2011 - 2012
PREDNISONA E MELOXICAM NO TRATAMENTO DE RATOS SUBMETIDOS A TRAUMA NA MEDULA ESPINHAL, Descrição: No trauma medular agudo ocorrem eventos primários e secundários. As lesões primarias ocorrem imediatamente após o trauma, nas quais apresentam lesões neuronais e à vascularização. As secundárias ocorrem devido a ruptura da membrana celular e alterações no fluxo sanguíneo e no metabolismo, agravam os efeitos do trauma mecânico inicial. O objetivo deste experimento é comparar o perfil oxidativo, os testes neurológicos e exame histopatológico através do modelo experimental de trauma medular pelo cateter de Fogarty 2 em ratos tratados com prednisina ou meloxicam. Os animais serão distribuídos aleatoriamente em cinco grupos contendo números iguais de ratos denominados de G1 (Sham): submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com solução salina (NaCl 0,9%); G2: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com Prednisona; G3: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia) e tratado com Meloxicam. G4: submetido ao procedimento cirúrgico (laminectomia), trauma medular e tratado com solução salina (NaCl 0,9%); G5: submetido ao procedimento cirúrgico, trauma medular e tratado com Prednisoina ; G6: submetido ao procedimento cirúrgico, trauma medular e tratado com Meloxicam. Após o período experimental, serão realizados os testes neurológicos e, em seguida, os ratos serão submetidos à eutanásia em diferentes intervalos de tempo e as amostras serão coletadas para avaliação do perfil oxidativo e para análises histológicas da lesão. Com isto, espera-se que o meloxicam seja capaz de reduzir os danos biológicos e as alterações neurológicas com menores efeitos adversos que a prednisona no modelo experimental de trauma medular utilizando cateter de Fogarty 2 Fr.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Coordenador / Alexandre Mazzanti - Integrante / Matheus Macagnan - Integrante / Cinthia Melazzo de Andrade Mazzanti - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Heloisa Einloft Palma - Integrante.
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2011 - Atual
AVALIAÇÃO DA SANIDADE E PROCEDIMENTOS CLÍNICO-CIRÚRGICOS EM ANIMAIS DE PEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIVERSITÁRIO, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: Prestar serviços à comunidade por meio de atividades clínico-cirúrgicas e de sanidade com finalidade de efetuar diagnóstico e tratamento das principais doenças de animais encaminhados ao Hospital Veterinário Universitário e produzir conhecimento e ensino crítico a acadêmicos do curso de graduação e pós-graduação strictus sensu e lato sensu em Medicina veterinária, completando assim, o processo de formação profissional.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / André Vasconcelos Soares - Integrante.
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2010 - 2012
PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA, LACTATO E ATIVIDADE DAS COLINESTERASES EM CÃES SUBMETIDOS À MANIPULAÇÃO CIRÚRGICA DA MEDULA ESPINHAL, Descrição: As principais afecções da medula espinhal em cães e gatos são devido a acidentes automobilísticos, quedas, traumas, extrusão ou protrusão do disco intervertebral, fraturas patológicas, anormalidades congênitas e instabilidade. As indicações gerais de intervenções cirúrgicas da coluna vertebral incluem descompressão, estabilização, exploração e ressecção. Uma complicação associadas às cirurgias descompressivas, em alguns animais, é a piora do déficit neurológico no período pós-operatório. Portanto, o objetivo deste trabalho é determinar a peroxidação lipídica, a atividade da acetilcolinesterase e do nível de lactato de cães submetidos á manipulação cirúrgica da medula espinhal, correlacionar com os sinais neurológicos e utilizar como sinalizador de prognóstico. Todos os cães (n= 15) serão submetidos às cirurgias de hemilaminectomia entre as vértebras T13-L1, e divididos em três grupos, sendo o Grupo I ou controle os sem manipulação da medula espinhal, o Grupo II e o Grupo III serão submetidos à manipulação da medula espinhal com 30 e 45 movimentos, respectivamente, utilizando uma cureta otológica sobre a superfície dorsal, lateral esquerda e ventral da medula espinhal. Em paralelo a estes exames serão determinação da peroxidação lipídica, lactato e atividade das colinesterases nos períodos pré-operatórios, 24 e 72 horas após o mesmo. O exame neurológico será realizado em todos os animais 24 e 72 horas da abordagem cirúrgica, antes do exame radiográfico contrastado (mielografia) e das administrações de fármacos analgésicos. Todos os cães serão submetidos à mielografia por injeção de contraste entre as vértebras L5-L6, no período pré-operatório, no primeiro e no terceiro dia de pós-operatório (PO). Serão comparados o preenchimento e desvio da linha de contraste das vértebras T13-L1 e de duas vértebras craniais e caudais a este intervalo nas posições lateral e ventro-dorsal. Espera-se correlacionar com a determinação do estresse oxidativo, colinesterases e lactato séricos ao gravamento de doenças neuronais pós-operatórias.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Taís de Freitas Miranda - Integrante / Cinthia Melazzo de Andrade - Integrante / Marcos Matoso Burgo Corrêa - Integrante / Sonia Terezinha dos Anjos Lopes - Integrante.
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2010 - 2012
EFEITO DA TEMPERATURA DE POLIMERIZAÇÃO DA RESINA ACRÍLICA AUTOPOLIMERIZÁVEL NA MEDULA ESPINHAL DE RATOS WISTAR, Descrição: As fraturas e as luxações vertebrais em cães e gatos são frequentemente causadas por trauma físico direto afetando principalmente o segmento toracolombar. O tratamento cirúrgico é indicado sempre que estiver presente instabilidade e/ou compressão medular. A técnica mais utilizada é a associação de pinos de Steimann e cimento ósseo por possuir várias vantagens sobre os outros métodos de estabilização. O presente estudo será realizado em 33 ratos wistar buscando avaliar a influência da temperatura de polimerização da resina acrílica autopolimerizável odontológica na medula espinhal. O material será aplicado sobre as vértebras lombares L2 e L3 e a temperatura será aferida com auxílio de termômetros digitais. Os animais passarão por avaliações neurológicas com base nos testes comportamentais de capacidade motora, plano inclinado e escala BBB. O segmento medular será submetido à análise histológica. Espera-se que a aplicação da resina não provoque alterações macroscópicas e histológicas no parênquima medular, mantendo a condição neurológica do paciente estável.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Josiane O. Marques - Integrante / Verônica M. Weber - Integrante / Taís de Freitas Miranda - Integrante / Paulo de Tarso de Oliveira Leme Junior - Integrante.
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2010 - 2011
INFLUÊNCIA DA MANIPULAÇÃO CIRÚRGICA NOS SINAIS NEUROLÓGICO E MIELOGRÁFICO PÓS-HEMILAMINECTOMIA TORACOLOMBAR EM CÃES, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: O objetivo deste trabalho será investigar se a manipulação cirúrgica da medula espinhal mediante o uso de instrumental cirúrgico pós-hemilaminectomia dorsolateral toracolombar influencia no aparecimento de sinais neurológico e mielográfico no pós-operatório imediato, em cães. Para isto, serão utilizados quatorze cães hígidos, sem raça definida, pesando entre 7 e 10 quilos e submetidos à hemilaminectomia entre as vértebras T13 e L1 e distribuídos aleatoriamente em três grupos, denominados de GI ou controle (n= 4), GII ou 15 movimentos (n=5) e GIII ou 30 movimentos (n=5). Os cães do GI serão submetidos apenas à técnica cirúrgica de hemilaminectomia dorsolateral toracolombar, lado esquerdo. Os cães dos GII e GIII serão submetidos ao mesmo procedimento do GI seguido, respectivamente, de 15 e 30 movimentos sobre as superfícies dorsal, lateral esquerda e ventral da medula espinhal. Serão realizados exames neurológicos vinte e quatro horas após a cirurgia e também diariamente durante os dez primeiros dias do pós-operatório (PO). Decorridos vinte e quatro e setenta e duas horas de PO, os cães serão submetidos à mielografia para avaliar o preenchimento e desvio da linha de contraste no espaço subaracnóide. Espera-se que a manipulação cirúrgica não influencia nos sinais neurológico e mielográfico no pós-operatório imediato em cães submetidos à hemilaminectomia toracolombar dorsolateral.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Diego Vilibaldo Beckmann - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Ney Luis Pippi - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Taís de Freitas Miranda - Integrante.
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2010 - 2011
O EMPREGO DA CORRENTE DE MÉDIA FREQÜÊNCIA (RUSSA) NO QUADRÍCEPS FEMORAL DE CÃES COM ATROFIA MUSCULAR, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Mazzanti em 17/06/2017., Descrição: O objetivo desta pesquisa será avaliar a ocorrência de ganho de massa muscular no quadríceps femoral de cães com atrofia muscular induzida utilizando a corrente de média freqüência (RUSSA) e compara-la sob diferentes tempos de tratamento. Serão utilizados 36 cães, pesando entre 15 e 25kg e distribuídos aleatoriamente em três grupos de igual número denominados de I ou controle, grupo II, RUSSA com duração de 60 minutos e grupo III, RUSSA durante 30 minutos. Para a indução da atrofia muscular, a articulação fêmoro-tíbio-patelar direita será imobilizada por 30 dias pelo método de transfixação percutânea tipo II e, decorrido este período, o aparelho será removido. Será realizada a corrente de média frequência (Russa) nos cães dos grupos II e III, três vezes por semana, com intervalo mínimo de 48 horas entre cada sessão, pelo período de 120 dias. Serão mensuradas a perimetria das coxas, goniometria dos joelhos, atividade das enzimas creatina-quinase (CK), ALT (alanina aminotransferase) e LDH (lactato desidrogenase) e morfometria das fibras musculares do vasto lateral em cortes transversais colhido mediante a biópsia muscular. As avaliações da perimetria da coxa, goniometria e biópsia do músculo vasto lateral serão realizadas nos tempos zero (antes da imobilização), aos 30 dias (logo após a remoção da imobilização) aos 60 e 120 dias do procedimento cirúrgico de imobilização. As amostras de sangue para avaliação das atividades enzimáticas (CK, ALT e LDH) serão colhidas antes (T0), duas (T1) e seis (T2) horas após a estimulação elétrica de corrente de média frequência e serão realizadas nos dias zero, 15, 30, 45, 60, 90 e 120 dias após a remoção da imobilização. A estimulação elétrica de corrente de média freqüência (RUSSA) será empregada no músculo quadríceps femoral numa freqüência de 2500Hz, 50% de duração de pulso e relação de tempo on/off de 1:2. Espera-se que a corrente Russa empregada nos músculos do quadríceps femoral em diferentes tempos de tratamento demonstre variações no ganho de massa muscular e, com isso, permita escolher o melhor protocolo fisioterapêutico para pacientes com atrofia muscular.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Graciane Aiello - Integrante / Alexandre Mazzanti - Coordenador / Rosmarini Passos dos Santos - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / Ney Luis Pippi - Integrante / Dakir Polidoro Neto - Integrante / Taís de Freitas Miranda - Integrante.
Prêmios
2017
Aprovação em segundo lugar no concurso público para técnico-administrativo em Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais, conforme publicado no D.O.U. de m 06 de janeiro de 2017, Seção 3, p.55, Univeridade Federal de Alagoas.
2017
Aprovação em segundo lugar no concurso público para técnico-administrativo em Clínica Cirúrgica de Cães e Gatos, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.
2017
Aprovação em segundo lugar no concurso público para técnico-administrativo em Medicina Veterinária, conforme publicado no D.O.U. de 18 de agosto de 2017, Seção 3, p.83, Universidade Federal de Santa Maria.
2016
Aprovação em segundo lugar no concurso público para professor da disciplina de Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais, conforme publicado no D.O.U. de 15/12/2016 - Pg. 59, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais.
2014
Aprovação em primeiro lugar no concurso público para professor substituto da disciplina de Técnica Cirúrgica Animal, obtendo a nota 8,16. Conforme publicado no D.O.U. de 03/07/2014 - Pg. 178, Departamento de Clínica de Pequenos Animais - UFSM.
2012
4 lugar com trabalho apresentado " Estado epiléptico refratário em uma cadela", no I Simpósio Internacional de Emergências em Pequenos Animais, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
2007
Bolsista de Iniciação Científica, PIBIC/CNPq/UEL.
2006
Bolsista junto à Projeto de Extensão, Bolsa de Extensao UEL/PR.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Santa Maria, Hospital Veterinário Universitário. , Universidade Federal de Santa Maria, Camobi, 97105900 - Santa Maria, RS - Brasil, Telefone: (49) 34337090
Experiência profissional
2015 - 2015
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de plantões na clínica médica e cirúrgica do HVU/UFSM, na área de Neurologia. Perfazendo 730 horas.
2014 - 2015
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Docente, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20
Outras informações:
Professor Substituto das Disciplinas de Técnica Cirúrgica Veterinária e de Prática Cirúrgica em Cães e Gatos com enquadramento de 20 horas semanais.
2014 - 2014
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Medica Veterinária, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de plantões na clínica médica e cirúrgica do HVU/UFSM, na área de Neurologia. Perfazendo 730 horas.
2013 - 2013
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Medica Veterinária, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de plantões na clínica médica e cirúrgica do HVU/UFSM, na área de Neurologia. Perfazendo 720 horas.
2012 - 2012
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Medica Veterinária, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de plantõesna clínica médica e cirúrgica do HVU/UFSM, na área de Neurologia. Perfazendo 720 horas.
2010 - 2012
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Plantonista no Hospital Veterinário, Carga horária: 4
Outras informações:
Realização de plantões no Bloco Cirúrgico do HVU/UFSM. Perfazendo 210 horas.
2011 - 2011
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Plantão Noturno, Enquadramento Funcional: Plantonista no Hospital Veterinário, Carga horária: 23
Outras informações:
Realização de plantões noturnos na clínica médica do HVU/UFSM. Perfazendo 360 horas.
2011 - 2011
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Medica Veterinária, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de plantões na clínica médica e cirúrgica do HVU/UFSM, na área de Neurologia. Perfazendo 735 horas.
2010 - 2010
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Rotina Clínica Cirúrgica, Enquadramento Funcional: Plantonista no Hospital Veterinário, Carga horária: 4, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Realização de atendimentos clínicos cirúrgicos no HVU/UFSM. Perfazendo um total de 70 horas.
2010 - 2010
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 15
Outras informações:
Realização de plantões na clínica médica do HVU/UFSM, na área de Neurologia. Perfazendo 550 horas.
2007 - 2007
Universidade Federal Rural de PernambucoVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estágio Curricular
Outras informações:
Estágio Curricular na área de Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia, com ênfase em Neurologia e Ortopedia. Perfazendo um total de 360 horas.
2015 - 2016
Cia dos bichosVínculo: Médica Veterinária Autônoma, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 20
Outras informações:
Médica veterinária cirurgiã, responsável pela realização de cirurgias em tecidos moles, ortopédicas, neurológicas, oftalmológicas, urgências e emergências em pequenos animais; atendimento clínico-cirúrgico; mielografia e coleta de líquido cerebroespinhal.
2007 - 2007
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 8
Outras informações:
Estágio na Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia - Estudo Teórico e Prático em Cirurgia. Perfazendo um total de 60 horas.
2007 - 2007
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Estagiário Voluntário, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 4
Outras informações:
Participou do projeto de extensão "Posse Responsável e Controle Populacional de Londrina e Região". Perfazendo um total de 52 horas. Conceito obtido: 10,0.
2007 - 2007
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 8
Outras informações:
Estágio no setor de Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia. Perfazendo um total de 40 horas.
2007 - 2007
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Projeto de Extensão Universitária
Outras informações:
Participou do projeto de extensão "Diagnóstico e Tratamento Clínico Cirúrgico de Doenças Neurológicas em Cães e Gatos. Um proposta de Pesquisa e Ensino" , Perfazendo um total de 76 horas, destas 36 horas foram destinadas aos plantões em Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia
2006 - 2006
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 8
Outras informações:
EStágio realizado na área de Anestesiologia Animal. Perfazendo um total de 80 horas.
2006 - 2006
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Estágio Voluntário, Enquadramento Funcional: Projeto de Extensão Universitária, Carga horária: 4
Outras informações:
Estágio no Programa de Extensão em Neurologia Animal 3, Neurologia e Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais. Perfazendo um total de 113 horas, destas 57 horas foram destinadas aos plantões em Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia. Conceito obtido: 10
2006 - 2006
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Estágio Voluntário, Enquadramento Funcional: Projeto de Extensão Universitária, Carga horária: 4
Outras informações:
Participou do Programa de Extensão em Neurologia Animal 3. Perfazendo um total de 103 horas, destas 59 horas foram destinadas aos plantões em Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia. Conceito obtido: 10,0
2006 - 2006
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 3
Outras informações:
Estágio no Banco de Sangue. Perfazendo um total de 28 horas
2005 - 2005
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Estágio Voluntário, Enquadramento Funcional: Extensão Universitária, Carga horária: 4
Outras informações:
Participou do projeto de Extensão "Posse Responsável e Controle de Natalidade de Cães e Gatos em Londrina e Região". Perfazendo um total de 60 horas. Conceito obtido: 10,0
2005 - 2005
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 4
Outras informações:
Estágio no Laboratório de Anatomia Patológica, com Ênfase em oncologia veterinária. , Perfazendo um total de 60 horas
2004 - 2004
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 4
Outras informações:
Estágio realizado no Laboratório de Anatomia Patológica Veterinária. Perfazendo um total de 52 horas
2004 - 2004
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Estágio voluntário, Carga horária: 4
Outras informações:
Estágio realizado no Laboratório de Anatomia Patológica Veterináia. Perfazendo um total de 65 horas.
2003 - 2003
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Projeto de Extensão Universitária, Carga horária: 4
Outras informações:
Estágio realizado no projeto Universidade AMIGA - Atendimento Médico Itinerante a Grandes Animais. Perfazendo um total de 32 horas. Conceito obtido: 9,5
2022 - Atual
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Técnico administrativo em educação, Carga horária: 40
Outras informações:
Possui cargo de Médico Veterinário. Atua no setor de Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais, no Hospital Veterinário Universitário da UFSM.
2019 - Atual
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor de Pós-graduação
Outras informações:
Aulas teórico-práticas ministrada para alunos do curso de pós-graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de Cães e Gatos - UNOESC Xanxerê, SC.
Componente Curricular de Neurologia.
Carga horária: 15 horas
2021 - 2021
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor e graduação, Carga horária: 40
Outras informações:
Disciplinas ministradas
Anatomia dos animais domésticos
Técnica cirúrgica
Clínica cirúrgica de pequenos animais
Clínica de pequenos animais I
Clínica de pequenos animais II
2019 - 2021
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor de graduação, Carga horária: 16
Outras informações:
Disciplinas ministradas:
Anatomia Veterinária I;
Anatomia Veterinária II;
Anatomia dos Animais Domésticos;
Anatomia topográfica;
Técnica Cirúrgica.
2019 - 2021
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnico Administrativo em Educação - Cirurgiã, Carga horária: 20
2018 - 2019
Universidade do Oeste de Santa CatarinaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Técnico Administrativo em Educação - Cirurgiã, Carga horária: 40
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Graciane Aiello e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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