Fernando Mendes Lamas

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (1978), mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1988) e doutorado em Agronomia (Produção Vegetal) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1997). Atualmente é pesquisador a da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Manejo e Tratos Culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: cultivo e manejo do algodoeiro, sistema plantio direto, rotação de cultura, plantas de cobertura e reguladores de crescimento.

Informações coletadas do Lattes em 30/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Agronomia (Produção Vegetal)

1994 - 1997

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: CLORETO DE MEPIQUAT, THIDIAZURON E ETHEPHON APLICADOS NO ALGODOEIRO (Gossypium hirsutum L.), PONTA PORA,MSI
Orientador: MANOEL LUIZ FERREIRA ATHAYDE
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: ALGODÃO REGULADOR DE CRESCIMENTO CLORETO DE MEPIQU.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Produção Vegetal.

Mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal)

1986 - 1988

Universidade Federal de Viçosa
Título: ESTUDO DA INTERAÇÃO ESPAÇAMENTO ENTRE FILEIRAS x ÉPOCA DE PLANTIO NA CULTURA DO ALGODOEIRO HERBÁCEO (Gossypium hursutum L.), Ano de Obtenção: 1988
Orientador: JOSÉ MARIA VIEIRA
Bolsista do(a): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil. Palavras-chave: ALGODÃO ÉPOCA DE SEMEADURA ESPAÇAMENTO DENSIDADE.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Produção Vegetal.

Graduação em Agronomia

1975 - 1978

Universidade Federal de Viçosa

Formação complementar

2008 - 2009

Programa para o Desenvolvimento de Gestores. (Carga horária: 120h). , FUNDACAO DOM CABRAL, FDC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Manejo e Tratos Culturais.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Fisiologia.

Organização de eventos

LAMAS, F. M. . 14 Congresso Brasileiro do Algodão. 2024. (Congresso).

LAMAS, F. M. . 14 Congresso Brasileiro do Algodão. 2024. (Congresso).

LAMAS, F. M. ; CHITARRA, L. G. ; SALTON, J. C. ; GARCIA, R. A. ; Bontato, S.P. . II Simpósio sobre sistemas intensivos de produção. 2023. (Outro).

LAMAS, F. M. . 13 Congresso Brasileiro do Algodão. 2022. (Congresso).

LAMAS, F. M. . II CONGRESSO MUNDIAL SOBRE SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA. 2021. (Congresso).

LAMAS, F. M. . 12º Congresso Brasileiro do Algodão. 2019. (Congresso).

FREIRE, E. C. ; LAMAS, F. M. ; SUASSUNA, N. D. ; DEGRANDE, P. E. ; BARBOSA, S. . XI Congresso Brasileiro do Algodão. 2017. (Congresso).

FREIRE, E. C. ; BOREM, A. ; MORELLO, C. L. ; BREDA, C. ; TAWIZAWA, E.K ; LAMAS, F. M. ; BELOT, J. L. R. ; CARVALHO, L. H. ; INOMOTO, M. M. ; SUASSUNA, N. D. ; SILVA, O. R. F. ; Degrande, P.E. ; BARBOSA, S. ; SOFIATTI, V. ; OSHI, W. . 10 Congresso Brasileiro do Algodão. 2015. (Congresso).

LAMAS, F. M. ; MORELLO, C. L. ; CHITARRA, Luiz Gonzaga ; Degrande, P.E. ; BARROSO, P. A. V. . 9º Congresso Brasileiro do Algodão. 2013. (Congresso).

LAMAS, F. M. . 8 Congresso Brasileiro de Algodão. 2011. (Congresso).

LAMAS, F. M. . 10º Encontro de Plantio Direto no Cerrado. 2009. (Outro).

LAMAS, F. M. . VII Congresso Brasileiro de Algodão. 2009. (Congresso).

LAMAS, F. M. . VI Congresso Brasileiro de Algodão. 2007. (Congresso).

LAMAS, F. M. . IX Seminário Nacional de Milho Safrinha. 2007. (Outro).

LAMAS, F. M. . V Congresso Brasileiro de Algodão. 2005. (Congresso).

LAMAS, F. M. . III Congresso Brasileiro de Algodão. 2001. (Congresso).

Participação em eventos

14 Congresso Brasileiro do Algodão. 2024. (Congresso).

II Simpósio sobre sistemas intensivos de produção. 2023. (Simpósio).

IV Simpósio de Fitotecnia.Ciência e inovação: a resiliência agrícola frente a desafios globais. 2023. (Simpósio).

13 Congresso Brasileiro do Algodão. AMBIENTE DE PRODUÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA AUMENTAR A EFICIÊNCIA PRODUTIVA. 2022. (Congresso).

13 Congresso Brasileiro do Algodão. Membro da comissão cientifica. 2022. (Congresso).

7 Encontro Técnico de Agricultura sustentável. 2021. (Encontro).

I Simpósio Sistema Intensivo de Produção - Algodão Brasileiro.Importância de plantas de cobertura em sistemas intensivos de produção. 2021. (Simpósio).

Semana Internacional de Agricultura Tropical. 2021. (Outra).

Simpósio online - Manejo de Nematoides na Agricultura. 2021. (Simpósio).

17 Encontro Direto na Palha. 2020. (Encontro).

12º Congresso Brasileiro do Algodão. Solos: atributos físicos e biológicos - efeitos sobre a produtividade do algodoeiro. 2019. (Congresso).

III Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos.Situação atual e perspectivas do cultivo do algodoeiro em solos arenosos. 2019. (Simpósio).

10º Workshop do Algodão. 2017. (Outra).

11º Congresso Brasileiro do Algodão. DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE TÉRMICA DE TRÊS CULTIVARES DE ALGODOEIRO.. 2017. (Congresso).

11º Congresso Brasileiro do Algodão. DINÂMICA DE POTÁSSIO NO SOLO EM ENSAIO DE LONGA DURAÇÃO COM SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO. 2017. (Congresso).

11º Congresso Brasileiro do Algodão. ESTOQUE DE CARBONO NO SOLO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO PARA MITIGAÇÃO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS. 2017. (Congresso).

11º Congresso Brasileiro do Algodão. PRODUTIVIDADE DE MATÉRIA SECA E ACÚMULO DE NUTRIENTES POR PLANTAS DE COBERTURA PARA O SISTEMA DE PRODUÇÃO DO ALGODOEIRO. 2017. (Congresso).

11º Congresso Brasileiro do Algodão. Formação de perfil cultural. 2017. (Congresso).

11º Congresso Brasileiro do Algodão. Vulnerabilidade dos sistemas atuais e propostas de melhorias para a sustentabilidade dos sistemas com algodão nos Cerrados.. 2017. (Congresso).

3º Encontro Tecnológico da Soja. 2017. (Encontro).

IV Reunião Centro-Oeste de Ciência do Slo.Manejo Sustentável do Solo. 2016. (Outra).

IV Reunião Centro-Oeste de Ciência do Solo.IV Reunião Centro-Oeste de Ciência do Solo. 2016. (Outra).

Simpósio Goiano do Algodão 2016.Tecnologias para máxima rentabilidade. 2016. (Simpósio).

VI Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação da Embrapa Clima Temperadoma T.Empreendedorismo e inovação: como transformar ciência e conhecimento em produtos inovadores para o setor agropecuário. 2016. (Encontro).

XIV Semana Agronômica.Problemática enfrentada pela cultura do algodoeiro na região do cerrado. 2016. (Outra).

10 Congresso Brasileiro do Algodão. Sistema de produção do algodão com menor risco: situação atual e perspectivas. 2015. (Congresso).

10 Congressso Brasileiro do Algodão. Algodão segunda safra - o que muda no sistema de produção?. 2015. (Congresso).

3 AGROETEC - Jornada Acadêmica Integrada dos Cursos de Agronomia e Tecnologia em Produçõa Agrícolacid.A evolução da Agropecuária em Mato Grosso do Sul. 2015. (Outra).

4 MS Florestal - Congresso Florestal de Mato Grosso do Sul. Como alavancar p setor florestal e sua industrialização em Mato Grosso do Sul. 2015. (Congresso).

63 Fórum de Debates Brasilinas.org - O agronegócio e o comércio munidal.Política de exportação e contribuiçã do agronegócio. 2015. (Seminário).

Bienal dos Negócios da Agricultura. 2015. (Seminário).

ExpoCorte 2015. 2015. (Outra).

I Simpósio Agroestratégico.Boas práticas de manejo no sistema produtivo. 2015. (Simpósio).

I Simpósio de Fitossanidade de Mato Grosso do Sul.Produção Vegetal em Mato Grosso do Sul - uma nova gestão, uma nova visão. 2015. (Simpósio).

Seminário sobre Plano Nacional de Irrigação. 2015. (Seminário).

3 º Encontro Regional de Sistemas Produtivos.Sistemas de produção de grãos e fibras em Mato Grosso - visão Integrada com sustentabilidade. 2014. (Encontro).

Simpósio Goiano do Algodão.Manejo de plantas daninhas e tiqueras nos ssitemas produtivios. 2014. (Simpósio).

TecnoAgro 2014.Sistema de produção agrícola: a interação entre os fatores de produção. 2014. (Encontro).

4º Curso de Manejo do Algodoeiro.Manejo em Sistema de Cultivo. 2013. (Oficina).

6 º Workshop do Algodão. 2013. (Encontro).

9 Congresso Brasileiro do Algodão. Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. 2013. (Congresso).

9 Congresso Brasileiro do Algodão. Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. 2013. (Congresso).

9 Congresso Brasileiro do Algodão. Desenvolvimento inicial do algodoeiro em função de herbicidas pré-mergente e de regulador de crescimento aplicado via tratamento de semente s. 2013. (Congresso).

9 Congresso Brasileiro do Algodão. Cultivo do algodoeiro em sistema plantio direto -situação e perspectivas. 2013. (Congresso).

Biotecnologia para a Sustentabilidade a Agricultura Brasileira. 2013. (Seminário).

II Simpósio Sobre Manejo de Plantas Daninhas no Nordeste.Destruição dos restos culturais do algodoeiro. 2013. (Simpósio).

I Workshop do Forum Permanente de Pesquisa Agropecuária do MS. 2013. (Oficina).

Simpósio Goiano de Algodão 2013.Manejo Cultural e Adubação. 2013. (Simpósio).

8 º Congresso Brasileiro de Algodão. Intergação Lavoura Pecuária - Plantio Direto e Rotação de Culturas no Algodão. 2011. (Congresso).

Congresso Internacnional da Carne 2011. 2011. (Congresso).

I Seminário do Agronegócio Algodão.Uso de regulador de crescimento no algodoeiro. 2011. (Seminário).

Seminário bionergético. 2011. (Seminário).

10º Encontro de Plantio Direto no Cerrado. 2010. (Encontro).

4º Workshop do algodão.Sistema de produção. 2010. (Seminário).

4º Worshop do algodão.Sistemas de produção. 2010. (Oficina).

I Congresso Integrado em Saúde/ Jornada Acadêmica de Medicina de DouradosrF. Poluicão ambiental e qualidade de vida: como as queimadas de cana-de-açúcar contribuem. 2009. (Congresso).

VII Congresso Brasileiro do Algodão. Fundamentos e princípios da integração lavoura-pecuária .. 2009. (Congresso).

VII Congresso Brasileiro do Algodão. A cultura do algodão no sitema integração lavoyura-pecuária. 2009. (Congresso).

VII Congresso brasileiro do algodão. Fundamentos e princípios da integração lavoura-pecuária. 2009. (Congresso).

VII Congresso Brasileiro do Algodãoi. Cultivo do Algodoeiro Adensado. 2009. (Congresso).

5 Simpósio de Arroz Irrigado.Potencialidades da cultura do arroz no Brasil. 2008. (Simpósio).

XIV Relare. 2008. (Outra).

2007 Beltwide Cotton Conferences. 2007. (Congresso).

Dia de Campo Nacional.Contribuições da pesquisa com algodoeiro em Goiás. 2007. (Encontro).

Simpósio da cultura do algodão e da solja.Aspectos importantes do manejo do algodoeiro. 2007. (Simpósio).

VI Congresso Brasileiro do Algodão. Biomassa seca de diferentes espécies vegetais e o cultivo do algodoeiro. 2007. (Congresso).

5º Simpósio sobra a cultura do algodão.Cultivares de algodoeiro para Mato Grosso do Sul. 2006. (Simpósio).

65ª Reunião Plenária do ICAC - International Cotton Advisory Committee. 2006. (Encontro).

Dia de Campo de Algodão.Sistema Integrado de Produção de algodão. 2006. (Encontro).

Dia de Campo Soja.Sistema de produção: situação atual x Desafios. 2006. (Encontro).

II PENSEALAGO. 2006. (Seminário).

I Tecno Cotton 2006.Sistema Integrado de Produção do Algodoeiro. 2006. (Encontro).

5º Simpósio do Algodão.5º Simpósio do Algodão. 2005. (Simpósio).

8 Encontro de Plantio Direto no Cerrado.Entraves para a cultura do algodoeiro em SPD. 2005. (Encontro).

8º Encontro de Plantio Direto no Cerrado. 2005. (Encontro).

II Seminário de Atualização Agronômica.II Seminário de Atualização Agronômica. 2005. (Seminário).

V Congresso Brasileiro de Algodão. Sistema Integrado de produção do algodoeiro. 2005. (Congresso).

XLII SIMPAS. 2005. (Seminário).

4 Simpósio da cultura do algodão.Reguladores de crscimento na cultura do algodão. 2004. (Simpósio).

Alagodão - Dia de Campo.Manejo da cultura do algodão. 2004. (Encontro).

III Goiásfibra.Regulador de crescimento x Cultivares do Algodoeiro. 2004. (Seminário).

IX Encontro Nacional de Irrigantes. 2004. (Encontro).

PenseAlgo. 2004. (Oficina).

IV Congresso Brasileiro de Algodão. avaliação de plantas infestantes e coberturas vegetais em sistema plantio direto do algodoeiro no cerrado do Mato Grossoo do. 2003. (Congresso).

IV Congresso Brasileiro de Algodão. Resposta econômica da cultura do algodoeiro a doses de fertilizantes. 2003. (Congresso).

IV Congresso Brasileiro de Algodão. Avaliação da produção de matéria seca de coberturs vegetais para o plantio direto do algodoeiro no cerrado do Mato Grossor. 2003. (Congresso).

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE ALGODÃO. Plantio Direto em algodão. 2003. (Congresso).

VII Encontro de Plantio Direto no Cerrado. 2003. (Encontro).

8 Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha.Algodão em SPD - Problemas e soluções. 2002. (Encontro).

II Simpósido da cultura do algodoeiro.Cultivares de algodoeiro. 2002. (Simpósio).

OITAVO ENCONTRO NACIONAL DE PLANTIO DIRETO NA PALHA. 2002. (Encontro).

5 Encontro Regional de Plantio Direto no Cerrado. 2001. (Encontro).

III Congresso Brasileiro de Algodão. Reguladores de crescimento na cultura do algodoeiro: comparação entre produtos e formas de fracionamento de dosesooeiroad. 2001. (Congresso).

III Congresso Brasileiro de Algodão. Adubação Nitrogenada e Regulador de Crescimento no Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. 2001. (Congresso).

I Seminário Internacional sobre Plantio Direto no Trópicos Sul-Americanos. 2001. (Seminário).

Seimário de Algodão 2001 - GOÁSFIBRA. 2001. (Seminário).

V Encontro Regional de Plantio Direto no Cerrado. 2001. (Encontro).

& Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha. 2000. (Encontro).

Nitrogênio na sustentabilidade de sistemas intensivos de produção agropecuária. 2000. (Outra).

"Curso de Manejo de Cultivo do Algodoeiro no Cerrado do Brasil.Desfolhantes e maturadores. 1999. (Outra).

II Congresso Brasileiro de Algodão. 1999. (Congresso).

II Congresso Brasileiro de Algodão. Doses de nitrogênio e cloreto de mepiquat no algodoeiro em sistema plantio direto. 1999. (Congresso).

II Congresso Brasileiro de Algodão. Manejo da cultura do algodoeiro através da aplicação de reguladores, desfolhantes e maturadoresdoeo. 1999. (Congresso).

IV Simpóiso Estadual sobre a Cultura do Milho e Sorgo. 1999. (Seminário).

XVII Reunião das Comisssões Técnicas de Arroz - Regiões II e III. 1999. (Encontro).

XV REUNIÃO DA COMISSÃO CENTRO SUL BRASILEIRA DE PESQUISA DE TRIGO. 1999. (Encontro).

XXI Reunõa de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil. 1999. (Encontro).

6 Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha.Algodão na rotação de culturas. 1998. (Encontro).

6 Encontro Nacionla de Plantio Direto na Palha. 1998. (Encontro).

IV Seminário Estadual da Cultura do Algodão. 1998. (Seminário).

Simpósio sobre a cultura do algodão. 1998. (Simpósio).

I Congresso Brasileiro de Algodão. I Congresso Brasileiro de Algodão. 1997. (Congresso).

I simpósio sobre herbicidas e plantas daninhas. 1997. (Simpósio).

Seminário Temático sobre Manejo da Fertilidade em Sistemas Agropecuários. 1997. (Seminário).

VIII Reunião Nacional do Algodão. 1995. (Encontro).

Mesa Redodna: Murchamento avermelhado do algodoeiro. 1994. (Outra).

XV Semana de Estudos e Tecnologia Agropecu[aria.Tópicos em culturas. 1994. (Outra).

4 Encontro Estadual de Sericisultura. 1993. (Encontro).

II SIMPÓSIO ESTADUAL SOBRE A CULTURA DO MILHO. 1993. (Simpósio).

I Seminário Regional de Extensão rural do Centro-Oeste. 1993. (Seminário).

Seminário Estadual sobre Fitossanidade e Receituário Agronômico. 1993. (Seminário).

VII Reunião Nacional do Algodão, II Seminário sobre a cultura do algodão em Mato Grosso. 1993. (Encontro).

3 Encontro Estadual de Sericicultura. 1992. (Encontro).

I Simpósio sobre reforma de pastagem. 1992. (Simpósio).

Simpósio Nacionla Sobre Recuperação de Áreas Degradadas sareas A. 1992. (Simpósio).

2 Encontro Estadual de Sericicultura. 1991. (Encontro).

I Encontro Estadual de Sericicultura. 1990. (Encontro).

V Seminário Nacional de Pesquisa de Soja. 1989. (Seminário).

II Simpósio Mineiro de Sementes. 1988. (Simpósio).

II REUNIÃO DA COMISSÃO CENTRO-SUL-BRASILEIRA DE PESQUISA DE TRIGO. 1986. (Encontro).

III Reunião Nacional do Algodão.Manejo integrado de pragas do algodoeiro em Mato Grosso do Sul. 1984. (Outra).

& Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras. 1979. (Congresso).

Simpóiso sobre caominação de alimentos. 1979. (Simpósio).

Participação em bancas

Aluno: [Nome removido após solicitação do usuário]

Degrande, P.E.;LAMAS, F. M.; Barros, R. Insetos fitófagos associados à soqueira de algodoeiro durante o período de vazio sanitário. 2017. Dissertação (Mestrado em Entomologia e Conservação da Biodiversidade) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Heloísa Bueno de Souza

BAIO, F. H. R.; LEAL, A. J. F.;LAMAS, F. M.. Aplicação de regulador de crescimento e maturador vegetal em taxa variável na cultura do algodoeiro. 2014. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Agronomia) - Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Aluno: Rafael da Costa Leite

LEAL, A. J. F.;LAMAS, F. M.; TOMQUELSKI, G. V.. Adubação nitrogenada e regulador de crescimento no algodoeiro. 2014. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Agronomia) - Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Aluno: Walberto Antonio de Araújo

ARIAS, E. R. A.;LAMAS, F. M.; COSTA, F. P.. Qualidade da fibra do algodão produzida em duas regiões de Mato Grosso do Sul. 2007. Dissertação (Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Maria de Lourdes Nunes

LAMAS, F. M.. Proposta metodológica para capacitação das famílias dos assentamentos PAM/PANA em Nova Alvorada do Sul/MS. 2003. Dissertação (Mestrado em Produção e Gestão Agroindustrial) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Heron Ayres de Souza Freitas

BOLONHEZI, A. C.;LAMAS, F. M.; FERNANDES, F. M.. Resposta de variedades de algodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutum raça latifolium) a Épocas de aplicação de nitrogênio e potássio em cobertura e formas de parcelamento de cloreto de mepiquat em duas cultivares de algodoeiro (Gopssypium hirsutum raça latifolium). 2003. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Paulo de Andrade Fortuna

ATHAYDE, M. L. F.;LAMAS, F. M.; BUSOLI, A. C.. Fenologia de genótipos de algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) em Ponta Porã, MS e Jaboticabal,SP e validação do programa "PMAP". 1999. Dissertação (Mestrado em Agronomia (Produção Vegetal)) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luz Selena Buller

RODRIGUEZ, E. O.; FERRAZ, J. M. G.; AMBROSIO, L. A.;LAMAS, F. M.; TOSTO, S. G.. Diagnóstico emergético das mudanças de uso da terra e proposta de recuperação de uma área do cerrado. 2016. Tese (Doutorado em Engenharia de Alimentos) - Universidade Estadual de Campinas.

Aluno: Izidro dos Santos de Lima Júnior

Degrande, P.E.;LAMAS, F. M.; SOUZA, C. M. A.; MUAD, M.; MELO, E. P.. Qualidade de aplicação de inseticidas no algodoeiro ultra-adensado, adensado e convencionalncional. 2013. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Ademar Pereira Serra

MARCHETTI, M.E.; ROJAS, E.P.; Vitorino, A.C.T.;LAMAS, F. M.; SOUZA, L.C. F. de.. Normas e funções DRIS para avaliação do estado nutricionla do agodoeiro (Gossypium hirsutum r. Latifolium). 2011. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Aurélio Pavinato

LAMAS, F. M.; Bayer, C.; Dieckow, J.. Sustentabilidadedo Sistema de Produção com Soja-algodão no Cerrado Brasileiro. 2009. Tese (Doutorado em Ciência do Solo) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Camilo Plácido Vieira

LAZARINI, E.; Eustáquio de Sá;Júlio César SaltonLAMAS, F. M.. Sistemas de manejo do solo, culturas de cobertura e rotação de culturas:resposta para soja e milho. 2009. Tese (Doutorado em Agronomia (Agricultura)) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Germison Vital Tomquelski

Papa, G.; FURLANI JUNIOR, E.; TARSITANO, M. A. A.; Nakano, O.;LAMAS, F. M.. Ocorrência de pragas e custo de produção em algodão geneticamente modificado (Bt) e algodão convencionali. 2009. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Rosa Maria Farias Asmus

NASCIMENTO, E. P.;LAMAS, F. M.; WEHRMANNN, M. E. F.; DUARTE, L. M. G.; MOTA, J. A.. Qualidade de vida na agricultura familiar. 2004. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável) - Universidade de Brasília.

Aluno: Alfredo do Nascimento Junior

ATHAYDE, M. L. F.LAMAS, F. M.; CASAGRANDE, A. A.; FONTOURA, J. U. G.; SABINO, N. P.. Características do solo e do algodoeiro IAC 22 em função da calagem e da adubação potássica. 1998. Tese (Doutorado em Agronomia (Produção Vegetal)) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Roni Paulo Fortunato

DEGRANDE, P. E.; Vitorino, A.C.T.; FERNANDES, M. G.;LAMAS, F. M.. Fenologia, análise econômica e impacto ambiental do algodão-Bt autorizado para uso no Brasil. 2009. Exame de qualificação (Doutorando em Agronomia) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Paulo Henrique Garcia Cardoso

ATHAYDE, M. L. F.LAMAS, F. M.; NASCIMENTO JUNIOR, A.. Aplicações do thidiazuron em duas fases de maturação do algodoeiro IAC 22. 1996. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Luiz Vitor Egas Villela Júnior

ATHAYDE, M. L. F.LAMAS, F. M.; NOBREGA, J. C. M.. Efeitos de aplicações de cloreto de mepiquat e thidiazuron no algodoeiro CV. IAC 20. 1996. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Marcos Cintra de Barros

ATHAYDE, M. L. F.LAMAS, F. M.; CASAGRANDE, A. A.. Avaliação de inseticidas no controle do bicudo do algodoeiro Anthonomus grandis Boheman, 1843.. 1994. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Degrande, P.E.; Vitorino, A.C.T.; Fernandes, M.G.;LAMAS, F. M.. Fenologia, análise econômica e impacto ambiental do algodão-Bt autorizado para uso no Brasil. 2009. Universidade Federal da Grande Dourados.

MARCHETTI, M. E.; Vitorino, A.C.T.; SANTOS, H. R.;LAMAS, F. M.. Resposta da Brachiaria brizatha cv. Xaraés a diferentes doses de calcário e, nitrogênio e fósforo.. 2006. Universidade Federal da Grande Dourados.

Produções bibliográficas

  • MORELLO, C. L. ; SUASSUNA, N. D. ; SILVA FILHO, J. L. ; PERINA, F. J. ; SOFIATTI, V. ; MAGAHAES, F. O. C. ; ARAUJO, G. P. ; MORAIS, J. P. S. ; LAMAS, F. M. ; CHITARRA, L. G. ; FARIAS, F. J. C. ; GODINHO, V. P. C. . BRS 700FL B3RF: an outstanding fiber quality upland cotton cultivar with high seed cotton yield. Crop Breeding and Appleied Biotechnology , v. 24, p. 1-6, 2024.

  • ASMUS, GUILHERME LAFOURCADE ; MENDES LAMAS, FERNANDO . GROWTH AND DEVELOPMENT OF COTTON CULTIVATED AFTER Urochloa spp.. REVISTA DE AGRICULTURA NEOTROPICAL , v. 10, p. e7298, 2023.

  • FERREIRA, A. C. B. ; BORIN, A. L. D. C. ; LAMAS, F. M. ; SOFIATTI, V. . Cover plants in second crop: nutrients in straw and cotton yield in succession. Pesquisa Agropecuaria Tropical (Online) , v. 53, p. 1, 2023.

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  • LAMAS, F. M. . Sistema autossustentável : produção de sementes de plantas de cobertura. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . A importância do agro brasileiro. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Cultivo do algodão adensado. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Importância de plantas de cobertura em sistemas intensivos de produção. 2021. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • LAMAS, F. M. . O agronegócio na América do Sul. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Fietz, C.R ; LAMAS, F. M. ; Comunello, E. ; FLUMIGNAN, D. L. . RISCO CLIMÁTICO PARA O ALGODOEIRO NA REGIÃO DE DOURADOS, MS, EM DIFERENTES ÉPOCAS DE SEMEADURA. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. de B. ; BORIN, A. L. D. C. ; LAMAS, FERNANDO MENDES ; BOGIANI, J. C. ; FERREIRA, G. B. ; BARBIERI, A. L. . VARIABILIDADE DE PH, CÁLCIO E MAGNÉSIO NO PERFIL DO SOLO SOB PREPARO CONVENCIONAL E SISTEMA PLANTIO DIRETO COM ALGODÃO, MILHO E SOJA. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . A agropecuária do MS: Situação atual e perspectivas. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, F. M. . A modernização da agricultura - produção de alimentos, fibras e energia vs a questão ambiental. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Agricultura em Mato Grosso do Sul: situação atual e perspectivas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Sistema produtivo com algodoeiro. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Ciência e Pesquisa para a Evolução Tecnológica da Agropecuária. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . Agroenergia: um novo paradigma agrícola mundial. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • FERREIRA, A. C. B. ; BORIN, A. L. D. C. ; LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; BOGIANI, J. C. ; LOPES, L. P. . DINÂMICA DE POTÁSSIO NO SOLO EM ENSAIO DE LONGA DURAÇÃO COM SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE ALGODÃO. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . Empreendedorismo e Inovação: como transformar ciência e conhecimento em produtos inovadores para o setor agropecuário. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Buenas Prácticas Agrícolas em el cultivo del Algodón. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, F. M. . Painel Político da Jornada de Estudos Estratégicos dos Cursos de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Esta-Maior do Exército. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, FERNANDO MENDES . A evolução da Agropecuária em Mato Grosso do Sul. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, FERNANDO MENDES . Produção de grãos e fibras em sistemas integrados de cultivo. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, FERNANDO MENDES . Uso de reguladores, maturadores e desfolhantes na cultura do algodoeiro. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, FERNANDO MENDES . Sistema de produção de grãos e fibras em Mato Grosso - visão integrada. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, F. M. . Manejo de plantas daninhas e tiqueras nos ssitemas produtivios. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • LAMAS, F. M. . Cultivo do algodoeiro em sistema plantio direto - situação atual e perspectivas. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, A. C. de B. ; LAMAS, F. M. ; SARAIVA, J.S. ; BRITO, G.G. de ; BORIN, A. L. D. C. ; BOGIANI, J. C. . Desenvolvimento inicial do algodoeiro em função de herbicida pré-emergente ede regulador de crescimento aplicado via tratamento de sementeer. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. ; TORRE, E. R. L. ; STAUT, L. A. . Algodoeiro em sistema plantio direto. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . A cultura do algodoeiro. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Uso de reguladores, maturadores e desfolhantes na cultura do algodoeiro. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SOFIATTI, V. ; SILVA, O.R.R.F. da. ; FERREIRA, A. C. de B. ; LAMAS, F. M. . DESTRUIÇÃO DOS RESTOS CULTURAIS DO ALGODOEIRO. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • LAMAS, F. M. . Sistema de produção. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LAMAS, F. M. . Ciência no século XXI. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, F. M. . Integração LavouraPecuária- Plantio Direto e Rotação de Culturas no Algodão. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . Transferência de tecnologia, métodos, procedimento e desafios. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, F. M. . Destruição química do algodoeiro em sistema convencional palntio direto. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . Manejo do Algodoeiro. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • LAMAS, F. M. . Manejo do algodoeiro sustentável. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Monitoramento da cultura do algodoeiro. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • LAMAS, F. M. . Sistema de produção integrada. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Sistema de produção - situação atual e perspectivas. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Destruição química de soqueira na cultura do alogdão. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . A sustentabilidade do algodão no cerrado. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Sistemas de produção. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • LAMAS, F. M. . MONITORAMENTO DO ALGODOEIRO. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Manejo do Algodoeiro. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Cultura do algodão. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LAMAS, F. M. . Variedades de algodoeiro. 2003. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • LAMAS, F. M. . Adubação nitrogenada no algodoeiro cultivado em sucessão a Urochloa spp., com diferentes manejos. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2023 (Circular Técnica).

  • FERREIRA, A. C. de B. ; BORIN, A. L. D. C. ; LAMAS, F. M. ; FERREIRA, G. B. ; RESENDE, A. V. . Cátions trocáveis e controle da acidez em latossolo argiloso sob sistemas de manejo e de produção de algodão, milho e soja. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2022 (Circular Técnica).

  • FERREIRA, A. C. de B. ; BORIN, A. L. D. C. ; LAMAS, F. M. ; SOFIATTI, V. . Acúmulo de Nutrientes por Plantas de Cobertura no Sistema Plantio Direto com Rotação Soja-Algodão. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2022 (Boletim de pesquisa e desenvolvimento).

  • LAMAS, F. M. ; CHITARRA, L. G. . Panorama Atual e Perspectivas da Cultura do Algodoeiro em Mato Grosso. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2022 (Documentos).

  • ROESE, A. D. ; LAMAS, F. M. . Nova cultura, nova doença Murcha-de-esclerócio em grão-debico em Mato Grosso do Su. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2022 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. . Alagodão Colorido. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2018 (Capítulo de Documento).

  • GALBIERI, R. ; VAZ., C. M.P. ; PESSATO FILHO, D. ; CRESTANA, S. ; CHITARRA, L. G. ; LOBO JUNIOR, M. ; ASUMUS, G. L. ; LAMAS, F. M. ; SILVA, J. F. V. ; FALEIRO, V. O. ; SARQUES, B. . Áreas de produção de algodão em Goiás. Goiânia, GO: Associação Goiana dos Produtores de Algodão, 2018 (Circular Técnica).

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  • FERREIRA, A. C. de B. ; BOGIANI, J. C. ; SOFIATTI, V. ; LAMAS, F. M. . Sistemas de Cultivo de Plantas de Cobertura para a Semeadura Direta do Algodoeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2016 (Comunicado Técnico).

  • SOFIATTI, V. ; BOGIANI, J. C. ; LAMAS, F. M. ; COSTA, A. G. F. ; FERREIRA, A. C. de B. . Plantas daninhas: interferência de plantas daninhas na cultura do algodoeiro. Campina Grande, P: Embrapa Algodão, 2016 (SISTEMA DE PRODUÇÃO).

  • SOFIATTI, V. ; LAMAS, F. M. ; FERREIRA, A. C. de B. . Plantio e Manejo Cultural. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2016 (Sistema de Produção).

  • PERINA, F. J. ; COUTINHO, W. M. ; SUASSUNA, N. D. ; CHITARRA, Luiz Gonzaga ; BOGIANI, J. C. ; LAMAS, F. M. ; CARNEIRO, R. M. D. G. . Manejo de Fitonematóides na Cultura do Algodoeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2015 (Comunicado Técnico).

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  • GALBIERI, R. ; SILVA, J. F. V. ; Guilherme L. Asmus ; VAZ., C. M.P. ; LAMAS, FERNANDO MENDES ; CRESTANA, S. ; TORRE, E. R. L. ; FARIAS, A. ; FALEIRO, V. O. ; CHITARRA, Luiz Gonzaga ; RODRIGUES, S. M. M. ; STAUT, L. A. ; MATOS, E. S. ; SPERA, S. T. ; DRUCK, S. ; MAGALHAES, C. A. ; OLIVEIRA, A. A. E. ; TACHINARDI, R. ; RIBEIRO, N. R. ; SANTOS, T. F. ; et.al . Áreas de produção de algodão em Mato Grosso: nematóides, murcha de fusarium, sistema de cultivo, fertilidade e física do solo. Cuiabá, MT: IMAmt, 2014 (Circular Técnica, N. 8).

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  • LAMAS, FERNANDO MENDES . Algodão Milho Safrinha e Culturas de Inverno. Chapadão do Sul: Fundação Chapadão, 2014 (Documentos).

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  • LAMAS, F. M. . Algodão, Milho Safrinha e Culturas de Inverno 2012/2013. Chapadão do Sul, MS: Fundação Chapadão, 2013 (Capítulo de Documento).

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  • LAMAS, F. M. . Algumas considerações sobre o manejo de algodoeiro. Chapadão do Sul: Fundação Chapadão, 2011 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. . Avaliação de cultivares de algodoeiro. C: Fundação Chapadão, 2011 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. . Produtividade da soja em rotação com a cultura do algodoeiro. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2011 (Circular Técnica).

  • FERREIRA, A. C. B. ; BORIN, A. L. D. C. ; LAMAS, F. M. . Espécies vegetais de cobertura do solo para o sistema de semeadura direta do algodoeirodooeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2011 (Circular Técnica).

  • Fietz, C.R ; Comunello, E. ; LAMAS, F. M. . Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Preciptação Provável. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2009 (Circular Técnica).

  • FARIAS, F. J. C. ; FREIRE, E. C. ; RODRIGUES, S. M. M. ; CHITARRA, L. G. ; LAMAS, F. M. . Resultados de Pesquisa com a Cultura do Algodoeiro no Mato Grosso - Safra 2006-07. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; MERCANTE, F. M. ; CHITARRA, Luiz Gonzaga ; MENEZES, V. L. . Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2009 (Documentos).

  • FERREIRA, A. C. B. ; LAMAS, F. M. ; PROCÓPIO, S. de O. . Sintomas de fitotoxidez de herbicidas no algodoeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2007 (Circular Técnica).

  • LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. . Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2006 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; FERREIRA, A. C. B. . Reguladores de crescimento na cultura do algodoeiro. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2006 (Comunicado Técnico).

  • FERREIRA, A. C. B. ; LAMAS, F. M. . Uso de reguladores de crescimento, desfolhantes, dessecantes e maturadores na cultura do algodoeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2006 (Circular Técnica).

  • FERREIRA, A. C. B. ; LAMAS, F. M. . Manejo do solo e instalação da cultura do algodoeiro. Campina Grande, MS: Embrapa Algodão, 2006 (Circular Técnica).

  • FERREIRA, A. C. B. ; Barros, A.C. de. ; LAMAS, F. M. . Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Algodoeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2006 (Circular Técnica).

  • SILVA, O.R.R.F. da. ; FERREIRA, A. C. B. ; LAMAS, F. M. ; FONSECA, R. G. da. ; BELTRAO, N. E. de M. . Destruição de retos culturais, colheita e beneficiamento do algodoeiro. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2006 (Circular Técnica).

  • LAMAS, F. M. . Cloreto de mepiquat na cultura do algdoeiro via sementes. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2006 (Boletim de pesquisa e desenvolvimento).

  • LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. . Espécies vegetais para cobertura de solo no cerrado de Mato Grosso. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2005 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; FERNANDES, F. M. ; ANDRADE, P. J. M. . Cultivares, densidades e espaçamentos entre fileiras na cultura do algodoeiro em Mato Grosso do Sul. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2005 (Boletim de pesquisa e desenvolvimento).

  • RICHETTI, A. ; LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; FABRICIO, A. C. . Estimativa do custo de produção de algodão, safra 2005/2006 para Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2005 (Comunicado Técnico).

  • STAUT, L. A. ; LAMAS, F. M. ; MELO FILHO, G. A. ; REIS JÚNIOR, R. A. . Efeito de doses de fertilizantes na cultura do algodoeiro sob sistema plantio direto em Mato Grosso do Sul. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2005 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; FREIRE, E. C. ; STAUT, L. A. ; ANDRADE, P. J. M. . Comportamento de linhagens e cultivares de algodoeiro em Mato Grosso do Sul. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2005 (Boletim de pesquisa e desenvolvimento).

  • LAMAS, F. M. . Características da fibra de algodão produzida nas regiões Norte e Nordeste de Mato Grosso do Sul. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2004 (Comunicado Técnico).

  • HECKLER, J. C. ; LAMAS, F. M. . Desempenho de genótipos de arroz irrigado em Mato Grosso do Sul 2004 (Comunicado Técnico).

  • RICHETTI, A. ; MELO FILHO, G. A. ; LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; FABRICIO, A. C. . Estimativa do custo de produção de algodão, safra 2004/05, para Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2004 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. . Desempenho de cultivares de algodoeiro no Estado de Mato Grosso do Sul. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2004 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. . Uso de desfolhantes e maturadores. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2003 (Circular Técnica).

  • LAMAS, F. M. . Monitoramento do crescimento do algodoeiro e uso de reguladores de crescimento. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2003 (Circular Técnica).

  • LAMAS, F. M. ; FREIRE, E. C. ; STAUT, L. A. ; ANDRADE, P. J. M. . BRS Aroeira - Nova Cultivar de Algodoeiro para Mato Grosso do Sul. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2002 (Comunicado Técnico).

  • STAUT, L. A. ; LAMAS, F. M. ; REIS JÚNIOR, R. A. . Adubação nitrogenada em cobertura na cultura do algodoeiro em sistema plantio direto. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2002 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; ANDRADE, P. J. M. . Resultados de pesquisa com algodão, milho e soja - safra 2000/2001. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2001 (Documentos).

  • ÁVILA, C. J. ; MELHORANÇA, A. L. ; LAMAS, F. M. ; ANDRADE, P. J. M. ; GOMEZ, S. A. . Efeito protetor (savener) de inseticidas contra a fitotxicidade causada pelo herbicida clomozone no algodoeiro. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2000 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; MERCANTE, F. M. ; OTSUBO, A. A. ; PASSOS, D. P. . Uso de inoculante na cultura do amendoim: efeitos na produtividade. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2000 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; FERNANDES, F. M. ; PEREIRA NETO, J. ; VALENTE, J. B. ; PASCHOALICK, H. N. S. ; MERCANTE, F. M. ; URCHEI, M. A. ; OTSUBO, A. A. ; MACHADO, L. A. Z. . Perfil socioeconômico dos produtores do assentamento Indaiá, Itaquiraí, MS. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2000 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. ; MELO FILHO, G. A. ; VIEIRA, C. P. ; FERRAZ, C. T. ; URCHEI, M. A. . Diagnóstico de assentamentos rurais em Mato Grosso do Sul. Dourados - MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2000 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. ; MERCANTE, F. M. ; OTSUBO, A. A. ; PASSOS, D. P. . Uso de inoculante na cultura do amendoim:efeitos na produtividade. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 2000 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. . Adubação nitrogenada em cobertura e regulador de crescimento na cultura do algodoeiro em sistema plantio direto. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 1999 (Comunicado Técnico).

  • FERNANDES, F. M. ; LAMAS, F. M. ; HECKLER, J. C. ; STAUT, L. A. . O algodoeiro em rotação com a soja no sistema plantio direto. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 1999 (Pesquisa em Andamento).

  • LAMAS, F. M. ; VIEIRA, C. P. ; BARBOSA, D. J. . Comportamento de cultivares de algodoeiro em Querência, MT. Dourados, MS: EmbrapaAgropecuária Oeste, 1998 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. . Nitrogênio e regualdor de crescimento no algodoeiro no sistema plantio direto. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 1998 (Pesquisa em Andamento).

  • MUNIZ, J. A. ; VIEIRA, C. P. ; LAMAS, F. M. ; BARBOSA, D. J. . Avaliação de cultivares de milho em duas épocas de semeadura, no município de Querência, MT, no ano agrícola de 1997/98. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 1998 (Comunicado Técnico).

  • VIEIRA, C. P. ; LAMAS, F. M. ; BARBOSA, D. J. . Avaliação de cultivares de soja no município de Querência,MT. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 1998 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. . Reguladores de crescimento na cultura do algodoeiro. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, 1997 (Comunicado Técnico).

  • FERRAZ, C. T. ; LAMAS, F. M. . Aspectos importantes na cultura do algodoeiro em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: EMPAER MS, 1996 (Circular Técnica).

  • LAMAS, F. M. ; FERRAZ, C. T. . Comportamento de cultivares de algodoeiro herbáceo em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: Empaer- MS, 1991 (Boletim de pesquisa e desenvolvimento).

  • LAMAS, F. M. ; WISINIEWSKI, N. I. . Plantas daninhas no algodoeiro e seu controle em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: Empaer- MS, 1990 (Documentos).

  • LAMAS, F. M. ; FERRAZ, C. T. . Diretrizes técnicas para o cultivo do algodoeiro em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: EMPAER-MS, 1988 (Circular Técnica).

  • BLEICHER, E. ; FERRAZ, C. T. ; LAMAS, F. M. . Sugestões para o controle de pragas do algodoeiro no Estado de Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: Empaer- MS, 1985 (Comunicado Técnico).

  • LAMAS, F. M. . Avaliação de linhagens e variedades de algodoeiro herbáceo em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: Empaer-MS, 1985 (Pesquisa em Andamento).

  • LAMAS, F. M. . Época de plantio para algodoeiro herbáceo (Gossyppium hirsutum L.) em Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS: Empaer-MS, 1985 (Pesquisa em Andamento).

Outras produções

MORELLO, C. L. ; BARROSO, P. A. V. ; SUASSUNA, N. D. ; PEDROSA, M. B. ; FERREIRA, A. C. B. ; CHITARRA, Luiz Gonzaga ; LAMAS, F. M. ; SILVA FILHO, J. L. . BRS 368 RF, BRS 369 RF, BRS 370 RF e BRS 371 RF: Cultivares de algodoeiro tolerantes ao herbicida glifosato (Evento MON 88913)T. 2013.

CHITARRA, L. G. ; FREIRE, E. C. ; MORELLO, C. L. ; SUASSUNA, N. D. ; LAMAS, F. M. ; Godinho, V. de P. . BRS 335. 2011.

MORELLO, C. L. ; PEDROSA, M. B. ; CHITARRA, L. G. ; SUASSUNA, N. D. ; SILVA FILHO, J. L. ; FREIRE, E. C. ; BENITES, F.R.G. ; FARIAS, F. J. C. ; LAMAS, F. M. ; ANDRADE, F. P. ; BARROSO, P. A. V. ; José Lopes Ribeiro ; Godinho, V. de P. . BRS 336. 2011.

MORELLO, C. L. ; SUASSUNA, N. D. ; FARIAS, F. J. C. ; LAMAS, F. M. ; SILVA FILHO, J. L. ; PEDROSA, M. B. ; José Lopes Ribeiro ; Godinho, V. de P. ; FERREIRA, A. C. B. ; FREIRE, E. C. ; ASUMUS, G. L. ; Lanza, M. de A. . Cultivar BRS 293. 2009.

MORELLO, C. L. ; FREIRE, E. C. ; SUASSUNA, N. D. ; SUINAGA, F. A. ; SILVA, J. L. ; LAMAS, F. M. ; FERREIRA, A. C. B. ; FARIAS, F. J. C. ; VIDAL NETO, F. C. . Cultivar de algodoeiro - BRS 269 - Buriti. 2005.

LAMAS, F. M. . Avaliação de linhagens e cultivares de algodoeiro. 2005.

LAMAS, F. M. . Manejo do algodoeiro no Cerrado. 2005.

LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; MERCANTE, F. M. ; HERNANI, L. C. ; CHITARRA, L. G. . Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. 2005.

LAMAS, F. M. . Manejo de regulador de crescimento na cultura do algodoeiro. 2003.

LAMAS, F. M. . Arranjo espacial de plantas para novas cultivares de algodoeiro em Goiás. 2003.

LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; ROSCOE, R. . Avaliação de coberturas vegetais e rotação de culturas em plantio direto no cerrado de Mato Grosso. 2002.

LAMAS, F. M. . Avaliação de linhagens e cultivares de algodoeiro. 2002.

LAMAS, F. M. ; FERNANDES, F. M. ; STAUT, L. A. . Espaçamentos reduzidos na cultura do algodoeiro. 2000.

LAMAS, F. M. . Pesquisa e desenvolvimento tecnológico para a melhoria da sustentabilidade dos sistemas de produção da região Oeste do Brasil. 1998.

LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; MERCANTE, F. M. ; CHITARRA, L. G. . Algodoeiro em Sistema Plantio Direto. 2009. (Relatório de pesquisa).

LAMAS, F. M. . Cultura do algodeiro. 2008. .

LAMAS, F. M. . Resultados safra 99/00. 2000. (Relatório de pesquisa).

LAMAS, F. M. . Monitoramento do crescimento do algodoeiro e uso de reguladores de crescimento. 2003 (Circular Técnica) .

LAMAS, F. M. . Uso de desfolhantes e Maturador. 2003 (Circular Técnica) .

LAMAS, F. M. . Algodão em Sistema Plantio Direto. 2002 (Palestra) .

LAMAS, F. M. . Produção de grandes culturas II. 2002 (Aula Programa de Mestrado em Agronomia) .

LAMAS, F. M. . Fisiologia do Algodoeiro e Uso de Reguladores de Crescimento. 2001 (Palestra) .

LAMAS, F. M. . Cultura do Algodoeiro. 2001 (Palestra) .

Projetos de pesquisa

  • 2021 - Atual

    Cultivos de entressafra da soja e práticas mecânicas para redução da compactação do solo no plantio direto, Descrição: A sucessão de cultivos, com maior ênfase para soja/milho, é o sistema de produção predominante em boa parte das regiões agrícolas do Brasil. De fato, é uma modalidade de produção interessante, pois viabiliza a colheita dos grãos de duas culturas expressivas para o país, em um único ano. Por outro lado, o tráfego intenso de máquinas, associado a um modelo de produção que aporta pouca palha e carbono na superfície e perfil do solo, podem levar o mesmo a um processo de degradação e compactação, limitando o alcance de altas produtividades. Portanto, o objetivo da proposta é de desenvolver estratégias para diminuir a compactação e melhorar a qualidade do solo no plantio direto, por meio do cultivo de plantas de cobertura na entressafra da soja e uso eficiente da escarificação. Dentre as estratégias (anexo 1), destacam-se: 1. Escarificação na entressafra, após a soja, associada ao cultivo de plantas de cobertura com crescimento aéreo e radicular intensos, proporcionando maior proteção ao solo; 2. Consórcio de gramíneas forrageiras e leguminosas de cobertura, com foco na produção de biomassa em quantidade e qualidade, além de potencial para reduzir a compactação do solo; 3. Manejo mecânico e químico de gramíneas forrageiras mais eficientes na descompactação de solo, melhorando a plantabilidade da soja cultivada em sucessão. Essas ações, além de atuarem na redução da compactação, afetam positivamente os atributos químicos e biológicos, elevando a qualidade do solo no plantio direto. Essas alternativas são mais eficientes, duradouras e sustentáveis do que as usualmente adotadas pelo setor produtivo na tentativa de diminuir as restrições físicas do solo. O projeto contempla atividades de campo em municípios de Mato Grosso do Sul e em São Paulo, em ambientes edafoclimáticos distintos e representativos de diversas áreas do Centro-Sul e Cento-Oeste do Brasil. Além do mais, há a parceria e apoio de produtores e de outras instituições de ensino e pesquisa, o que torna mais factível o alcance e adoção dos resultados propostos. A geração e divulgação de informações sobre o manejo de plantas de cobertura mais eficientes na redução da compactação, possibilita o produtor de grãos, principalmente aquele baseado em modelos de sucessão de culturas, efetivamente adotar a diversificação de cultivos com sucesso. E no caso de recorrer à escarificação mecânica, essa prática de elevado custo, pode ser significativamente melhorada, se associada ao cultivo dessas plantas em modelos solteiros ou consorciados. Com isso, há a perspectiva de melhorias na qualidade do solo, aliado a incrementos na produtividade das culturas, na estabilidade em anos com maior deficiência hídrica e na eficiência do uso dos insumos agrícolas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luís Armando Zago Machado - Integrante / Alceu Richetti - Integrante / Júlio César Salton - Integrante / Éder Comunello - Integrante / Rodrigo Arroyo Garcia - Coordenador / MICHELY TOMAZI - Integrante / CARMEN REGINA PEZARICO - Integrante / CLAUDIO LAZZAROTTO - Integrante / Eber Augusto Ferreira do Prado - Integrante / Edemar Moro - Integrante / GESSI CECCON - Integrante / Jayme Ferrari Neto - Integrante / PAULO SERGIO SANTOS DE ALENCAR - Integrante / SIDNEI ANTONIO SOARES - Integrante / SILVIA ZOCHE BORGES - Integrante / ADRIANA MARLENE MORENO PIRES - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE ALGODOEIRO PARA SOLUÇÕES DE DESAFIOS EM SISTEMAS PRODUTIVOS COM O ALGODOEIRO NO BRASIL, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Camilo de Lelis Morello em 08/07/2021., Descrição: Na safra 2018/2019, o cultivo do algodoeiro chegou a 1.600.200 ha, com perspectiva de produção de 3.995.300 t (CONAB, 2019), posicionando o Brasil como segundo maior exportador mundial de algodão. Embora tenha-se uma evolução em área cultivada e produtividade nas últimas quinze safras, em média de 10 % ao ano (Abrapa, 2018), inúmeros desafios tecnológicos e mercadológicos geram vulnerabilidades a sustentabilidade da atividade. Problemas de natureza biótica, como pragas, doenças, nematoides e plantas daninhas, são fatores de risco e oneram a produção em uma atividade de elevado custo, que é dependente de elevadas produtividades para ter liquidez. Nesse aspecto também se destaca o custo com fertilizantes, sobremaneira o nitrogenado, o qual é utilizado em abundância. Ter alternativas para redução desse ?input?, certamente beneficiará a sustentabilidade da atividade. Sendo um produtor de fibra de ?padrão de comprimento médio?, o Brasil se posiciona como produtor de ?commodity?, estando sujeito as oscilações globais de preço. A diversificação da produção, inserindo-se na matriz produtos de valor agregado, como as fibras naturalmente coloridas e fibras de ?padrão de comprimento longo - FL e extralongo FEL?, pode favorecer a remuneração da produção, além de oportunizar acessos aos mercados. De natureza abiótica, tem-se os danos ocasionados pelo estresse hídrico, seja na severidade do semiárido, seja nos períodos de veranico no cerrado. A busca por genótipos resilientes ao estresse hídrico, com capacidade de obter melhores produtividades e fibra de qualidade no semiárido e/ou proporcionar maior estabilidade de produção em condições de cerrado, contribui significativamente na viabilização da atividade em condições mais áridas, bem como reduz o risco da onerosa produção no cerrado. Na presente proposta, buscam-se soluções genéticas, através da obtenção de cultivares de algodoeiro, para os principais desafios relacionados aos sistemas de produção com o algodoeiro no Brasil. Através de ações de gestão e suporte à inovação (SI -0) e quatro soluções de inovação (SI 1 - Cultivares convencionais de algodoeiro resistentes a estresses de origem biótica ou tolerantes a herbicidas; SI 2 - Cultivares de algodoeiro com resiliência ao estresse hídrico e/ou de maior eficiência ao uso de N, portadoras de fibra de qualidade; SI 3 - Cultivares de algodoeiro produtoras de fibra com valor agregado; SI 4 - Cultivares de algodoeiro geneticamente modificadas para resistência a lepidópteros e herbicidas, combinando características de resistência a estresses bióticos, abióticos e de alta qualidade de fibra), serão obtidos resultados, em diferentes estágios de maturação, que em médio ou curto prazos poderão se tornar em importantes soluções para os respectivos desafios. Muitas dessas características, trabalhados nas suas respectivas soluções de inovação, serão combinadas na SI 4, com o emprego de marcadores moleculares e da seleção assistida, monitorando a presença dos alelos de interesse nos genótipos componentes das populações. Busca-se assim, a obtenção de linhagens e cultivares que sejam veículos de múltiplas soluções de inovação. As linhagens em fase final serão avaliadas em uma ampla rede de testes, nos principais ambientes de produção no cerrado e semiárido e. Adicionalmente, para ter-se o posicionamento mais adequado das mesmas, ainda nas SI 2 e SI 4 serão estudados os manejos e as reações frente as condições de estresse biótico e abiótico. Além da contribuição esperada nas soluções de desafios dos sistemas produtivos com o algodoeiro, espera-se que tais soluções, na forma de ativos, linhagens e cultivares, posicionem de forma destacada a Embrapa perante a cadeia de produção do algodão no Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Francisco José Correia Farias - Integrante / Eleusio Curvelo Freire - Integrante / Camilo de Lelis Morello - Coordenador / João Luis da Silva Filho - Integrante / Nelson Dias Suassuna - Integrante / Guilherme L. Asumus - Integrante / Giovani Greigh de Brito - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante / Vicente de Paulo Campos Godinho - Integrante / ANA LUIZA DIAS COELHO BORIN - Integrante / Fabiano José Perina - Integrante / ELIS ROBERTA FACANHA LOPES - Integrante / Fernanda Oliveira da Cunha Magahães - Integrante / Daniele Ferreira da Silva - Integrante / gildo pereira de araújo - Integrante / João Henrique Zonta - Integrante / José Jaime Vasconcelos Cavalcante - Integrante / Luiz Paulo de Carvalho - Integrante / Marlene Magalhães de Andrade Lima - Integrante / Raul Porfirio de Almeida - Integrante / Regina Melo Sartori Coelho - Integrante / Tacisio Marco de Souza Gondim - Integrante / Thaise Dantas de Almeida Xavier - Integrante / Welligton Costa Rodrigues do O - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    Viabilização técnica e econômica da produção de grão-de-bico, Descrição: Sementes comestíveis de leguminosas, as chamadas leguminosas de grãos ou ?pulses?, são fontes importantes de proteína a custo acessível em todo o mundo. O grão-de-bico (Cicer arietinum L.) é uma das principais espécies pertencentes ao grupo das pulses. Trata-se de uma leguminosa com múltiplas utilidades ? além de seu uso principal como semente alimentícia, serve como forragem e adubo verde. A Índia é a principal produtora com 24% da produção mundial, representando cerca de 32% da área global plantada, mas ao mesmo tempo também é a principal consumidora e importadora de leguminosas comestíveis. Assim, existe um enorme potencial de exportação de grão-de-bico para a Índia, inclusive pelo interesse que este país manifestou em importar pulses do Brasil. A iniciativa da Embrapa em alavancar a produção de grão-de-bico no Brasil, a partir de parceria com a UPL em 2016, foi suficiente para aumentar a área cultivada de grão-de-bico, de 460 ha em 2016 para 10.000 a 12.000 ha em 2018. O objetivo geral do projeto é obter informações técnicas relevantes para subsidiar a produção irrigada e de sequeiro da cultura do grão-de-bico. Considerando-se demandas urgentes por parte dos produtores e técnicos ligados à cultura, são propostas atividades de pesquisa a fim de viabilizar estratégias de manejo da irrigação que considerem o melhor retorno econômico ao produtor aliado ao menor uso de água e energia, determinar parâmetros fitotécnicos relacionados à sua implantação, quais sejam o melhor espaçamento e densidade de plantas e melhor época de semeadura em Mato Grosso do Sul para cultivo de sequeiro e irrigado, desenvolver manejo nutricional para a produção do grão-de-bico, por meio do conhecimento das necessidades nutricionais e estabelecimento de padrões de sintomas de desordens nutricionais; identificar doenças e pragas que ocorrem na cultura em Mato Grosso do Sul e realizar a análise econômico-financeira dos cultivos em sequeiro e irrigado da cultura.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Crébio José Ávila - Integrante / Alceu Richetti - Integrante / Oscar Fontão de Lima Filho - Coordenador / Carlos Ricardo Fietz - Integrante / Éder Comunello - Integrante / Rodrigo Arroyo Garcia - Integrante / Danilton Luiz Flumignan - Integrante / PAULO SERGIO SANTOS DE ALENCAR - Integrante / SIDNEI ANTONIO SOARES - Integrante / Alexandre Dennys Roese - Integrante / Marcio Akira Ito - Integrante / Rafael Zanoni Fontes - Integrante / Silvio Ferreira - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    Interação entre plantas de cobertura e doses de nitrogênio no crescimento e desenvolvimento do algodoeiro em sistema plantio direto, Descrição: Trabalho tem como objetivo avalar o comportamento do algodoeiro cultivado após Brachiaria ruziziensis e Brachiachia Brizanta cv Pitã sob dois manejos e a resposta a doses de nitrogênio.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Júlio César Salton - Integrante / Guilherme L. Asumus - Integrante / Rodrigo Arroyo Garcia - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Michely Tomasi - Integrante.

  • 2019 - Atual

    SISTEMAS INTEGRADOS DE PRODUÇÃO DE GRÃOS E FIBRA PARA MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DA SECA, MELHORIA DA QUALIDADE DO SOLO E DO USO DE NUTRIENTES, Descrição: O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de soja, milho e algodão, com área estimada de 35, 16,4 e 1,1 milhões de hectares, respectivamente. O Cerrado brasileiro, que compreende mais de 200 milhões de hectares, apresenta elevado potencial para uso na agricultura, sendo responsável por boa parte da produção nacional de soja e milho, e quase todo o algodão. O cultivo intensivo do solo tem sido cada vez mais frequente no Cerrado, e apesar dos altos rendimentos produtivos dessas principais commodities agrícolas, muitos problemas têm ocorrido nas lavouras, que quase sempre resultam no aumento dos custos de produção e em impactos negativos no ambiente. Aumentar a produtividade das culturas, sem onerar o custo de produção e sem impactar negativamente o ambiente, é fundamental para o agricultor e para as atuais e futuras gerações em prol da segurança alimentar mundial. A fragilidade dos solos de Cerrado, especialmente os arenosos e com baixos teores de matéria orgânica, requer que os mesmos sejam criteriosamente monitorados ao longo do seu uso, principalmente com os cultivos intensivos em safra e segunda safra. A agricultura do Cerrado é muito sensível à redução nas precipitações pluviais e ao aumento da temperatura e evapotranspiração, com sérias consequências na disponibilidade de água no solo e na produtividade das culturas. No Cerrado das regiões Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sudeste (estado de Minas Gerais), o inverno é caracterizado pela seca, podendo o período de ausência completa de chuvas ser de até 6 meses, de acordo com a região e o ano. Mesmo durante a estação chuvosa e desenvolvimento das culturas também ocorrem veranicos, períodos caracterizados pela ausência de chuvas e altas temperaturas, que podem exceder a 20 dias, acarretando severos prejuízos às plantas, tal como observado em anos anteriores com a soja, o milho e o algodão no Cerrado da região Centro-Oeste, Sudeste e do MATOPIBA. Os fenômenos climáticos adversos, como o déficit hídrico prolongado, a elevação da temperatura e da evapotranspiração, não são restritos ao Semiárido, pois são cada vez mais frequentes no Cerrado. O aumento da segurança produtiva nesses ambientes depende de ajustes fitotécnicos nos sistemas de produção e melhores práticas de manejo e uso do solo. Tecnologias agronômicas devem ser usadas para propiciar, em médio e longo prazos, melhorias na qualidade química, física e biológica dos solos tropicais, características estas que estão intimamente vinculadas ao aporte de matéria seca das culturas e ao incremento dos teores de matéria orgânica do solo. Essas serão as principais linhas prioritárias de estudo na presente proposta, e estarão alinhadas aos portfólios ILPF, Convivência com a Seca e Suprimentos de Nutrientes para a Agricultura. As soluções de inovação (SI) foram delineadas de modo que elas e suas atividades vinculadas estejam inter-relacionadas. Serão executadas atividades pautadas em práticas de manejo do solo e de plantas, com sistemas integrados e intensivos de produção agrícola em diferentes ambientes do Cerrado, com foco na melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo, as quais direta ou indiretamente afetam o armazenamento de água no solo, a eficiência no uso de nutrientes e a mitigação do efeito da seca nas culturas. Ao todo serão quatro SI's. Uma focará nas influências dos sistemas diversificados e intensivos de cultivo e de produção sobre as qualidades do solo; duas SI's serão desenvolvidas por meio de atividades complementares em prol da geração de ativos tecnológicos relacionados com a mitigação dos efeitos da seca em função de técnicas e práticas de manejo de plantas e solo em sistemas intensivos e diversificados de produção de grãos e fibra e; uma SI para melhoria no critério de recomendação de adubação e sua complementaridade com a fertilidade do solo por meio do balanço de nutrientes. Como principais. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Alexandre Cunha de Barcelos Ferreira - Coordenador / Giovani Greigh de Brito - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Fabiano José Perina - Integrante / ALVARO VILELA DE RESENDE - Integrante / ELIS ROBERTA FACANHA LOPES - Integrante / Ieda de Carvalho Mendes - Integrante / LUIS FERNANDO STONE - Integrante / MELLISSA ANANIAS SOLER DA SILVA - Integrante / RAQUEL NEVES DE MELLO - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2019 - Atual

    Ambientes de produção sustentáveis para a região Central do Brasil: sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta como alternativas de produção agropecuária, Descrição: Os sistemas de integração lavoura-pecuária (SILPs) e lavoura-pecuária-floresta (SILPFs), assim como a associação de criações e cultivos é realizada pelo homem desde os primórdios da agricultura. A degradação das pastagens, especialmente na região de influência desse projeto, é o fator mais importante, na atualidade, que compromete a produção animal. Além disso, áreas de lavouras anuais de cultivo contínuo têm apresentado queda na qualidade do solo, resultando em baixa produtividade. Mais recentemente, a nova tendência dos SILPs é a incorporação do componente florestal nos sistemas, configurando os sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (SILPFs). Esses sistemas de produção vêm sendo apontados como a grande resposta do Brasil às questões ambientais, constituindo-se como uma alternativa de produção de alimentos, em larga escala, e com sustentabilidade. Muitos dos benefícios dos SILPs e SILPFs já são conhecidos. No entanto, ainda se carece de estudos que permitam fornecer outras alternativas cientificamente fundamentadas aos produtores. A presente proposta conta com três UDs que possuem experimentos de longa duração: Agropecuária Oeste, Cerrados e Gado de Corte. Esses modelos físicos situados em diferentes regiões edafoclimáticas estratégicas para a região central do Brasil, têm como base pesquisas em SILPs e SILPFs sob diferentes arranjos, sistemas de rotação e de uso e manejo do solo, comparados a sistemas de monocultivo, nos quais têm sido possível monitorar a eficiência agronômica e ambiental desses sistemas de produção, bem como coletar informações para subsidiar estudos socioeconômicos e ações de transferência de tecnologia, específicas para cada sub-região e suas áreas de abrangência. Cabe ressaltar que os experimentos de média/longa duração inseridos nesse projeto servem de base física para diversos outros projetos de pesquisa, que possuem ações de pesquisa voltadas ao Plano ABC (âmbito federal), programa Terra Boa (Mato Grosso do Sul) e para os protocolos estabelecidos para as marcas-conceito da Embrapa CCN (Carne Carbono Neutro) e CBC (Carne de Baixo Carbono). O presente projeto de pesquisa tem como objetivo geral desenvolver ações que minimizem nessa região do País a predominância de sistemas produtivos não diversificados, com baixa resiliência quanto às adversidades climáticas, gradual perda de qualidade do solo e com elevados custos de produção. Muitas questões ainda precisam ser mais bem compreendidas e estas passam diretamente pela necessidade de dar continuidade a quantificação temporal de parâmetros relacionados à degradação das pastagens e da baixa qualidade do solo e suas possíveis relações com os SILPs/SILPFs; na busca de soluções que melhorem a qualidade do solo (química, física e biológica do solo), o uso eficiente de nutrientes e da qualidade nutricional das plantas (com monitoramento dos teores de nutrientes no solo, na planta e controle da adubação). Necessário também dar continuidade a avaliação das vantagens comparativas do estoque de carbono no solo em sistemas integrados e em monocultivo quanto as taxas anuais de acúmulo de carbono, com vistas à produção pecuária com baixa emissão de C (avaliação dos teores de carbono no solo e da densidade do solo em diferentes profundidades); e as relações de dependência de produtividade de grãos, carne e fibras às condições climáticas, especialmente para regiões de restrições hídricas, por meio da avaliação da produção dos cultivos inseridos nos sistemas e relacioná-las com as condições climáticas, especialmente a precipitação. É fundamental aprofundar o conhecimento de novos arranjos arbóreos nos SILPFs visando evoluir os conceitos de ambiência animal, conforto térmico, e parâmetros fisiológicos dos animais, a fim de diminuir as perdas por competição de água, luz e nutrientes, tornando o uso da terra mais eficiente, com reflexos na produção de carne carbono. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / Alceu Richetti - Integrante / Júlio César Salton - Integrante / Danilton Luiz Flumignan - Integrante / ADEMIR HUGO ZIMMER - Integrante / ALEXANDRA ROCHA DE OLIVEIRA - Integrante / ALEXANDRE ROMEIRO DE ARAUJO - Coordenador / ARMINDA MOREIRA DE CARVALHO - Integrante / CELSO DORNELAS FERNANDES - Integrante / DAVI JOSE BUNGENSTAB - Integrante / FABIANA VILLA ALVES - Integrante / JOSE ALEXANDRE AGIOVA DA COSTA - Integrante / JOSE MAURO KRUKER - Integrante / KARINA PULROLNIK - Integrante / MANUEL CLAUDIO MOTTA MACEDO - Integrante / MARIANA DE ARAGAO PEREIRA - Integrante / MICHELY TOMAZI - Integrante / ROBELIO LEANDRO MARCHAO - Integrante / ROBERTO GIOLO DE ALMEIDA - Integrante / ROBERTO GUIMARAES JUNIOR - Integrante / RODINEY DE ARRUDA MAURO - Integrante / RODRIGO DA COSTA GOMES - Integrante / SEBASTIAO PIRES DE MORAES NETO - Integrante.

  • 2013 - 2017

    Otimização de tecnologias para o sistema de produção de sorgo sacarino visando suplementação da produção de etanol no complexo sucroalcooleiro-energético de Mato Grosso do Sul, Descrição: Responsável por avaliar a reação de cultivares de sorgo sacarino a diferentes reguladores de crescimento em diferentes doses, apliados via sementes e foliar.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / Fábio Martins Mercante - Integrante / Oscar Fontão de Lima Filho - Coordenador / Júlio César Salton - Integrante / Germani Concenco - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Sucessão e rotação de culturas:superação e desafios e aperfeiçoamento do processo produtivo do algodoeiro no sistema plantio direto, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 26/03/2013., Descrição: O trabalho tem como objetivo geral o aprimoramento do sistema plantio direto, com o algodoeiro integrando esquemas de rotação, sobretudo com soja e milho, mas também com arroz, feijão e sorgo, e seus efeitos sobre as características químicas, fisícas e biológicas do solo, a nutrição das plantas, o manejo de pragas, doenças e nematóides, do milho, do algodão, do feijão, do arroz e do sorgo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / Fábio Marins Mercante - Integrante / Alceu Richetti - Integrante / Luís Carlos Hernani - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Nelson Dias Suassuna - Integrante / Odilon Reny Ribeiro Ferreira da Silva - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / ana Luiza Dias Coelho Bonin - Integrante / Júlio César Bogiani - Integrante / Eduardo da Silva Santos - Integrante / Vitor Henrique Vaz Mondo - Integrante / Osmira Fa'tima da Silva - Integrante / Melissa Ananis Soler da Silva - Integrante / Alexandre Ferreira da Silva - Integrante / Manoel Ricardo de Albuquerque Filho - Integrante / Edson Hirose - Integrante / Lucia Madalena Vivan - Integrante / Charles Martins Oliveira - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIRO - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2012 - 2017

    ANÁLISE TÉCNICA E ECONÕMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO ENVOLVENDO A CULTURA DO ALGODOEIRO, Descrição: Projeto de pesquisa que tem como objetivo avaliar diferentes rotações de cultura visando identificar aquela em que o algodoeiro possa ser uma alternativa sutentável. Serão estudados vários sistema de rotação onde na maioria dos casos o algodoeiro é um dos componentes do sistema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Luiz Alberto Staut - Integrante / Fábio Marins Mercante - Integrante / Alceu Richetti - Integrante / Germani Concenco - Integrante / Rodrigo Arroyo Garcia - Integrante., Financiador(es): Fundação Agrisus - Auxílio financeiro / Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Remuneração.

  • 2010 - 2014

    Sistema de cultivo adensado para a cultura do algodoeiro, Descrição: Projeto visa o desenvolvimento de tecnologias para o sistema de produção do algodoeiro adensado cultivado em sucessão à soja nas condições do cerrado brasileiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Luiz Alberto Staut - Integrante / Camilo de Lelis Morello - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante / Alexandre Cunha de Barcelos Ferreira - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MANEJO DO ALGODOEIRO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO NO CERRADO DE GOIÁS, Descrição: No projeto são desenvolvidas várias ações de pesquisa visando o aprimoramento do sistema de produção do algodoeiro nas condições do Cerrado do Estado de Goiás, destacando-se; arranjo de plantas, manejo de reguladores de crescimento, sistema de rotação de culturas, adubação, manejo de pragas, palntas e doenças e destruição de restos culturais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / José Ednilson Miranda - Integrante / Nelson Dias Suassuna - Integrante / Paulo Augusto Viana Barroso - Integrante / Alexandre Cunha de Barcelos Ferreira - Integrante / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / Giovani Greigh de Brito - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante., Financiador(es): Fundo de Incentivo à Cultura do Algodão em Goiás - Auxílio financeiro.

  • 2009 - 2011

    Manejo do solo e sistema de produção do algodoeiro no cerrado goiano, Descrição: Selecionar para o ambiente de cerrado espécies vegetais para produção depalha,cobertura do solo e semeadura direta do algodoeiro, e avaliar o comportamento do algodoeiro em sistemas de manejo do solo e esquemas de rotação de culturas, bem como seus efeitos sobre a qualida de química,física e biológica do solo. O experimento está sendo conduzido na área experimental da Fundação GO, em Santa Helena de Goiás, GO.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / A. E. Araújo - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / José Ednilson Miranda - Integrante / Nelson Dias Suassuna - Integrante / Salton, J.C. - Integrante / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Remuneração.

  • 2008 - 2013

    Sistema de manejo do solo para o controle do mofo branco Esclerotinia sclerotiorium ) na cultura do algodoeiro, Descrição: São estudados sistemas de manejo do solo -sistema plantio direto, sistema convencional de preparo do solo (movimentação do solo) e rotação de culturas, visando avaliar o efeito sobre a incidência e severidade do mofo branco na cultura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcelos Ferreira - Integrante.

  • 2005 - 2010

    Algodoeiro em Sistema Plantio Direto, Descrição: Projeto objetiva estudar o comportamento do algodoeiro em diferentes sistemas de manejo do solo nas condições do cerrado de Mato Grosso.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Luiz Alberto Staut - Integrante / Luís Carlos Hernani - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Integrante., Financiador(es): AGRISUS - Auxílio financeiro.

  • 2005 - 2008

    Sistemas de produção do algodoeiro para o cerrado brasileiro, Descrição: Adequar sistemas de cultivo do algodão, envolvendo manejo de solo e de culturas, espaçamentos e densidades de plantio, proteção do solo, controle de plantas daninhas, regulador de crescimento, doenças e manejo pós colheita, seleção de espécies vegetais para formação de palha e avaliação de linhagens que melhor se adaptem às diferentes condições ecológicas do cerrado brasileiro, de forma a aumentar a rentabilidade e a sustentabilidade da cotonicultura.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Alberto Staut - Integrante / Eleusio Curvelo Freire - Integrante / Camilo de Lelis Morello - Integrante / Kézia de Assis Barbosa - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / José Wellington dos Santos - Integrante / Liv Soares Sobrinho - Integrante / Maria da Conceição Santana - Integrante / Murilo Barros Pedrosa - Integrante / Nelson Dias Suassuna - Integrante / Romeu Soares Filho - Integrante / Washington Luiz Posse Senhorelo - Integrante / Wilson Mozena Leandro - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2003 - 2008

    Melhoramento do algodoeiro no cerrado brasileiro, Descrição: O trabalho é desenvolvido em Mato Grosso do Sul com o objetivo de identificar linhagens e cultivares de algodoeiro adaptadas à condições do Estado.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Francisco José Correia Farias - Integrante / Eleusio Curvelo Freire - Integrante / Camilo de Lelis Morello - Coordenador., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1

  • 2003 - 2006

    Avaliação de espécies vegetais e rotação de culturas em sistema plantio direto de algodão no cerrado de Mato Grosso., Descrição: Projeto tem como objetivo estudar espécies vegetais para cobertura de solo nas condições do cerrado de Mato Grosso.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Luiz Alberto Staut - Integrante / Renato Roscoe - Integrante., Financiador(es): FACUAL - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2

  • 2003 - 2005

    Arranjo espacial de plantas para diferentes cultivares de algodoeiro em Goiás, Descrição: O projeto constituiu em avaliar o comportamente de seis cultivares de algodoeiro em quatro espaçamentos entre fileiras e quatro densidades. Os experimentos foram conduzidos em Santa Helena de Goiás e em Montividiu, GO, durante os anos de 2003/2004 e 2004/2005.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Camilo de Lelis Morello - Integrante / Juarez Patrício de Oliveira Júnior - Integrante., Financiador(es): Fundo de Incentivo à Cultura do Algodão em Goiás - Não informado., Número de produções C, T & A: 3

  • 2003 - 2005

    Fatores de caracterização ambiental e agronômica para variedades desenvolvidas pelo programa de melhoramento do Mato Grosso, Descrição: Avaliar o comportamento de cultivares de algodoeiro em função do manejo de solo, de doses de nitrogênio, de regulador de crescimento e do arranjo de plantas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Luiz Alberto Staut - Integrante., Financiador(es): Fundo de Apoio à Cultura do Algodão - Auxílio financeiro.

Projetos de desenvolvimento

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

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    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    Algodoeiro como componente do sistema integração lavoura- pecuária, Descrição: A degradação das pastagens no Brasil, especialmente em Mato Grosso do Sul é o fator mais importante, na atualidade, que compromete a produção animal, sendo um processo dinâmico de queda relativa de produtividade (Macedo e Araújo, 2012; Macedo, 2009). Além da degradação das pastagens, áreas de lavouras anuais contínuas têm apresentado problemas de qualidade química, física e biológica do solo, resultando em baixos índices de produtividade, principalmente quando associada a veranicos (Salton, 2005; Concenço et al, 2012). Apesar da crescente evolução do SPD, principalmente a partir da década de 90, Cassol et al. (2007) relatam, entre outros, problemas como a baixa diversificação de culturas e a formação de estratificação da camada superficial do solo como causas da degradação química e física nesses sistemas. A utilização de sistemas integrados de produção, na maioria das vezes sob SPD, como os constituídos por lavoura de grãos e pecuária (ILP), prevê a ocorrência, com o passar dos anos, na melhoria dos atributos do solo, maior eficiência no uso dos insumos, ganhos no rendimento das culturas, aumentos de produtividade animal e melhoria nos índices zootécnicos. Tais melhorias nos atributos físicos (Conte, 2007), químicos (Flores, 2008), biológicos e na matéria orgânica do solo (Salton et al., 2005; Souza et al., 2009), baseiam-se na ocorrência de efeitos sinérgicos decorrentes das interações entre os componentes bióticos e abióticos dos sistemas. Sistemas de produção baseados no SPD e na integração de cultivos com pastagens apresentam potencial de uso e podem contribuir para mitigar os efeitos do aquecimento global (Carvalho et al., 2010, Salton et al. 2013). Tem-se observado grande evolução, nos últimos anos, dos sistemas integrados de produção ILP e ILPF. Na região dos chapadões (MS, MT e GO), o cultivo do algodoeiro é realizado em sistema de monocultura ou no máximo em rotação com a soja. Com o modelo de produção predominante, o custo de produção é alto devido a grande quantidade de insumos (fertilizantes, inseticidas, herbicidas e fungicidas) que é aportada ao sistema. Uma das alternativas para que o algodoeiro possa ser competitivo e ainda contribuir para a diversificação do sistema agropecuário, é a sua inserção no sistema integrado ? lavoura pecuária. A partir de demanda apresentada pelos produtores da região e do estabelecimento de parceria com o Grupo Schllater, que é um grande grupo empresarial da região e que também tem como característica marcante a sua capacidade de influenciar nas decisões dos outros agricultores, foi construído o modelo de sistema de produção envolvendo os cultivos de soja, algodão, milho (verão e segunda safra) e pastagem. O modelo que será posto à prova tem como fundamentos a rotação de cultura, o aumento da biodiversidade e a integração lavoura pecuária. No entanto, para a inserção do algodoeiro no sistema são necessários ajustes em: manejo de plantas daninhas; população de plantas, gerenciamento do crescimento e adubação. A partir dessas necessidades, pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste, Gado de Corte, Algodão e Arroz e Feijão, com efetiva participação do corpo técnico do Grupo, desenhou o modelo a ser colocado à prova. A integração entre unidades da Embrapa e a perfeita articulação com a Equipe Técnica do Grupo, constitui fator que assegura o sucesso dos resultados a serem obtidos. A efetiva inserção do algodoeiro no sistema poderá contribuir para incrementar a integração lavoura pecuária, o que poderá aumentar significativamente a rentabilidade e por conseguinte a efetividade da agropecuária na região dos chapadões.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alceu Richetti - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Júlio César Salton - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / Michely Tomasi - Integrante / Ademir Zimmer - Integrante., Financiador(es): EMBRAPA - Auxílio financeiro / Grupo Schllater - Cooperação.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

  • 2020 - Atual

    Algodoeiro como componente do sistema integração lavoura- pecuária, Descrição: A degradação das pastagens no Brasil, especialmente em Mato Grosso do Sul é o fator mais importante, na atualidade, que compromete a produção animal, sendo um processo dinâmico de queda relativa de produtividade (Macedo e Araújo, 2012; Macedo, 2009). Além da degradação das pastagens, áreas de lavouras anuais contínuas têm apresentado problemas de qualidade química, física e biológica do solo, resultando em baixos índices de produtividade, principalmente quando associada a veranicos (Salton, 2005; Concenço et al, 2012). Apesar da crescente evolução do SPD, principalmente a partir da década de 90, Cassol et al. (2007) relatam, entre outros, problemas como a baixa diversificação de culturas e a formação de estratificação da camada superficial do solo como causas da degradação química e física nesses sistemas. A utilização de sistemas integrados de produção, na maioria das vezes sob SPD, como os constituídos por lavoura de grãos e pecuária (ILP), prevê a ocorrência, com o passar dos anos, na melhoria dos atributos do solo, maior eficiência no uso dos insumos, ganhos no rendimento das culturas, aumentos de produtividade animal e melhoria nos índices zootécnicos. Tais melhorias nos atributos físicos (Conte, 2007), químicos (Flores, 2008), biológicos e na matéria orgânica do solo (Salton et al., 2005; Souza et al., 2009), baseiam-se na ocorrência de efeitos sinérgicos decorrentes das interações entre os componentes bióticos e abióticos dos sistemas. Sistemas de produção baseados no SPD e na integração de cultivos com pastagens apresentam potencial de uso e podem contribuir para mitigar os efeitos do aquecimento global (Carvalho et al., 2010, Salton et al. 2013). Tem-se observado grande evolução, nos últimos anos, dos sistemas integrados de produção ILP e ILPF. Na região dos chapadões (MS, MT e GO), o cultivo do algodoeiro é realizado em sistema de monocultura ou no máximo em rotação com a soja. Com o modelo de produção predominante, o custo de produção é alto devido a grande quantidade de insumos (fertilizantes, inseticidas, herbicidas e fungicidas) que é aportada ao sistema. Uma das alternativas para que o algodoeiro possa ser competitivo e ainda contribuir para a diversificação do sistema agropecuário, é a sua inserção no sistema integrado ? lavoura pecuária. A partir de demanda apresentada pelos produtores da região e do estabelecimento de parceria com o Grupo Schllater, que é um grande grupo empresarial da região e que também tem como característica marcante a sua capacidade de influenciar nas decisões dos outros agricultores, foi construído o modelo de sistema de produção envolvendo os cultivos de soja, algodão, milho (verão e segunda safra) e pastagem. O modelo que será posto à prova tem como fundamentos a rotação de cultura, o aumento da biodiversidade e a integração lavoura pecuária. No entanto, para a inserção do algodoeiro no sistema são necessários ajustes em: manejo de plantas daninhas; população de plantas, gerenciamento do crescimento e adubação. A partir dessas necessidades, pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste, Gado de Corte, Algodão e Arroz e Feijão, com efetiva participação do corpo técnico do Grupo, desenhou o modelo a ser colocado à prova. A integração entre unidades da Embrapa e a perfeita articulação com a Equipe Técnica do Grupo, constitui fator que assegura o sucesso dos resultados a serem obtidos. A efetiva inserção do algodoeiro no sistema poderá contribuir para incrementar a integração lavoura pecuária, o que poderá aumentar significativamente a rentabilidade e por conseguinte a efetividade da agropecuária na região dos chapadões.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Coordenador / Alceu Richetti - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Júlio César Salton - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / Michely Tomasi - Integrante / Ademir Zimmer - Integrante., Financiador(es): Grupo Schllater - Cooperação / EMBRAPA - Auxílio financeiro.

  • 2015 - Atual

    Validação do sistema de produção algodão - milho - soja nas condições do médio norte do Mato Grosso, Descrição: O estado de Mato Grosso possui uma das agriculturas mais pujantes do Brasil, sob o aspecto quantitativo considerando-se a área ocupada com cada uma das espécies cultivadas e o volume da produção. Dentre as espécies cultivadas destacam-se a soja com 8.788.000 ha; o milho ? 3.230.200 e o algodoeiro com 643.100 ha. Aproximadamente 70% é semeado após a colheita da soja. A produtividade destas três culturas no Mato Grosso é semelhante à obtida nos demais estados do Brasil, mas sabe-se que é possível aumentá-la significativamente se forem incorporados ao sistema conhecimentos gerados pela pesquisa agropecuária. Embora a produtividade física tenha alcançado níveis considerados razoáveis, o custo de produção, especialmente o do algodão, está crescendo continuamente e aumentando o risco de tornar a cultura inviável. Considerando a relevância destas culturas para a economia do estado, a inviabilização deste sistema teria grande impacto negativo. Os altos custos de produção são devidos especialmente ao grande volume de produtos destinado ao controle de insetos, ácaros, fungos e plantas daninhas. De acordo com o IMEA (2014), estima-se para a safra 2014/2015 que o custo de produção do algodão, em Mato Grosso, seja de R$ 6.800,00, sendo que 37,5% deste custo corresponde a inseticidas, fungicidas e herbicidas. A grande quantidade de produtos químicos aplicadas na cultura do algodoeiro está contribuindo para o surgimento de ?resistência? das pragas, dos fungos e das plantas daninhas aos inseticidas, fungicidas e herbicidas, respectivamente. O uso excessivo de produtos fitossanitários também está ocorrendo nas culturas da soja e do milho. Este cenário é altamente preocupante quando se pensa que é preciso aumentar de forma significativa a produção de alimentos, fibra e energia para atender a crescente demanda da população do globo. Além de impactar fortemente nos custos de produção, de contribuir para o surgimento de espécies resistente, de provocar grande impacto ambiental poluindo a água e o solo, há necessidade que o agricultor disponha de uma grande quantidade de máquinas para fazer a aplicação de tais produtos, o que exige a imobilização de recursos financeiros para a aquisição de máquinas. Este projeto consiste na avaliação e validação em lavouras comerciais de um conjunto de tecnologias e conhecimentos que possibilitem o manejo das pragas, doenças e plantas daninhas com menor custo e reduzido impacto ambiental. A estratégia de atuação consiste em diversas práticas agronômicas como rotação de culturas, sistema Plantio Direto, adequação dos atributos químicos, físicos e biológicos do solo, assim como a redução de organismos como os fitonematoides existentes no solo. Estas são práticas indispensáveis quando se pensa numa agricultura equilibrada econômica e ecologicamente. Com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias que venham a contribuir para a redução dos custos de produção do sistema algodão/soja/milho em Mato Grosso, propõe-se o presente trabalho, que será desenvolvido considerando um dos principais sistemas de produção predominantes na região Norte do estado. O sistema que será trabalhado é aquele em que após a colheita da soja é realizada a semeadura do algodoeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / EDISON ULISSES RAMOS JUNIOR - Integrante / AUGUSTO CESAR PEREIRA GOULART - Integrante.

  • 2009 - 2013

    Apoio ao Desenvolvimento do Setor Algodoeiro dos Países do C-4 (Benin, Burkina Faso, Chade e Mali), Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira em 18/06/2014., Descrição: Os países abrangidos pelas ações do Projeto Cotton-4 estão localizados na parte ocidental do continente africano. Nessa região, os cultivos de cacau, café, amendoim e algodão são os destaques. Oito dos doze maiores países produtores de algodão encontram-se nessa região. A geografia e o clima das zonas cotonícolas nos quatro países são semelhantes, o que permite uma abordagem regional do Projeto. A cultura do algodoeiro é a principal responsável pela base econômica das populações dos países do C-4. No entanto, a produção de algodão desses países é pouco representativa no mercado internacional. Características climáticas que dificultam o plantio, técnicas agrícolas rudimentares e fortes subsídios de países desenvolvidos produtores de algodão são fatores que contribuem para a baixa representatividade. O Projeto Cotton-4 está em atividade desde 2009, quando dez variedades de algodão foram introduzidas para validação e comparação com cultivares locais. Áreas com plantas de cobertura em associação com milho e sorgo também foram avaliadas. O projeto conta com a participação de instituições de pesquisa agrícola dos quatro países em que as atividades são desenvolvidas: Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas de Benin (INRAB), Instituto Nacional de Pesquisas Agrícolas e Ambientais (INERA), Instituto Chadeano de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (ITRAD) e Instituto de Economia Rural (IER). Dentre os resultados esperados, destacam-se: introdução do método de plantio direto, e de técnicas de fertilização e manejo agronômico; introdução do método de manejo integrado de pragas, com emprego de controle biológico e produção de parasitoides;capacitação em melhoramento genético, para implementar técnicas que contribuam com o desenvolvimento de cultivas resistentes e competitivas; implementação de uma unidade tecnológica modelo para validar tecnologias introduzidas e elaboração de um Manual de Boas Práticas Agrícolas sobre cultivo de algodão para o C-4. Neste projeto, atuo no Brasil e nos países da África (Mali,. Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. Integrantes: Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Coordenador / Maria da Conceição Santana Carvalho - Integrante / José Ednilson Miranda - Integrante / Fernando Mendes Lamas - Integrante / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / Ana Luiza Dias Coelho Borin - Integrante / João Luiz da Silva Filho - Integrante / Sandra Maria Morais Rodrigues - Integrante. Financiador(es): Ministério das Relações Exteriores / Agência Brasileira de Cooperação - Auxílio financeiro.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Fernando Mendes Lamas - Integrante / Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira - Integrante / Luiz Gonzaga Chitarra - Coordenador / Gilvan Barbosa Ferreira - Integrante / João Luis da Silva Filho - Integrante / Valdinei Sofiatti - Integrante / José Edmilson Miranda - Integrante / ANA LUIZ DIAS COLEHO BORIN - Integrante / Carlos Alberto Domingos da Silva - Integrante / FLAVIO DESSAUANE TRADIN - Integrante / FLAVIO FERNANDES JUNIOR - Integrante / JANAINE SOUZA SARAIVA - Integrante / LAURIMAR GONÇALVES VENDRUSCULO - Integrante / SANDRA MARIA MORAES RODRIGUES - Integrante / SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI - Integrante / SILVIO TÚLIO SPERA - Integrante / VALÉRIA DE OLIVEIRA FALEIROS - Integrante / Wylmor Constantino Tives Dalfovo - Integrante., Financiador(es): Instituto Mato-grossense do Algodão - Auxílio financeiro.

Prêmios

2019

Reconhecimento pelos trabalhos dedicados ao Sistema Plantio Direto, Grupo Plantio na Palha - Dourados, MS.

2017

Honra ao Mérito - co-autor do trabalho - Estoque de Carbono no Solo em Sistemas de Produção de Algodão para mitigação das mudanças Climáticas, ABRAPA.

2015

Comenda do Mérito Legilslativo Arnaldo Estevão de Figueiredo de Reconhecimento Profissional Agronômico, Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

2013

Melhores trabalhos apresentados no 9º Congresso Brasileiro do Algodão, Abrapa.

2013

Homenagem destaque no exercício das atividades profissionias, contribuíndo com o desenvolvimento da Engenharia, da Agronomia e com o CREA MS, CREA MS.

2007

Relevância e contribuição ao agronegócio do algodão brasileiro - VI Congresso Brasileiro do Algodão, ABRAPA/AMIPA.

2007

Relavância e contribução ao agronegócio do algodão brasileiro - VI Congresso Brasileiro do Algodão, ABRAPA/AMIPA.

2004

Premiação por Excelência - ano base 2003 - Categoria: Desta de Unidade (Área - Técnico-científica), Embrapa.

2003

Premiação Destaque da Unidade - destaque em P&D, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

2000

Premiação por excelência - Destaque de Unidade - Pesquisa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

1999

Honra ao Mério pelo trabalho "O algodoeiro em rotação com a soja no sistema plantio direto, Ïnstituto Biológico de São Paulo.

1992

Patrono dos Formando do Curso de Agronomia da UFMS, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro de Pesquisa Agropecuária do Oeste, Dourados. , BR 163, KM 253,6, ZONA RURAL, 79804970 - Dourados, MS - Brasil - Caixa-postal: 661, Telefone: (67) 34169703, Ramal: 9703, Fax: (67) 34250811, URL da Homepage:

Experiência profissional

2019 - Atual

Embrapa Gado de Corte

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

1997 - Atual

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador A, Carga horária: 40

Outras informações:
Pesquisador A - área de produção vegetal, sistema de produção, cultura do algodoeiro

Atividades

  • 01/1997

    Pesquisa e desenvolvimento, Embrapa Agropecuária Oeste.,Linhas de pesquisa

  • 01/2008 - 06/2013

    Direção e administração, Embrapa Agropecuária Oeste.,Cargo ou função, Chefe Geral.

  • 08/2002 - 07/2003

    Direção e administração, Embrapa Agropecuária Oeste.,Cargo ou função, Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento.

2005 - 2007

Universidade Anhanguera - Uniderp

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 2

Outras informações:
em 2005 e 2006 - professor de estatística experimental 2007 - professor de algodão

1997 - Atual

Universidade Federal da Grande Dourados

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor colaborador, Carga horária: 5

Outras informações:
Professor colaborar no curso de pós de graduação onde ministra a disciplina que engloga a cultura do algodoeiro.

1980 - 1997

Empresa de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural do MS

Vínculo: Servidor público ou celetista, Enquadramento Funcional: PESQUISADOR, Carga horária: 40

Atividades

  • 08/1980 - 01/1997

    Pesquisa e desenvolvimento, Escritorio Regional de Dourados.,Linhas de pesquisa