Saile Moura Farias
Formado em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), onde atualmente realizo um Doutorado em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC). Me debruço sobre pesquisas que visam potencializar estudos do corpo em cena a partir do teatro, da dança, da filosofia, da literatura e da performance, concebendo, com isso, investigações prático-teóricas. Deste modo, desenvolvi um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), acerca da dança Butô, construindo análises metodológicas e artísticas de um exercício cênico denominado Caminhão a Galope. Posteriormente, no Mestrado, continuei nos segmentos do Butô, mas atrelando-o às escrituras de Clarice Lispector, mais especificamente ao romance Àgua Viva. Essa pesquisa, orientada pela profa. Dra. Bianca Scliar Cabral Mancini, professora adjunta do CEART-UDESC, intitulou-se "ÀS NOITES DA MATÉRIA: o Butoh em vias de Clarice Lispector". Para o Doutorado investigo a relação de corpos dissidentes sexuais e desobedientes de gênero em interação com a ecologia, construindo, com isso, os conceitos de VIADOPLANTA e NÉCTAPOLÍTICA. Este último estudo, intitulado como "NÉCTAPOLÍTICA: viadoplantas na pedagogia das Artes Cênicas", tem como orientação a profa. Dra. Dodi Tavares Borges Leal, professora na Universidade do Sul da Bahia (UFSB) e colaboradora no PPGAC da UDESC. Um dos principais eixos que sustentam meu percurso acadêmico é o interesse pela redistribuição de saberes, sobretudo pela possibilidade de intencionar discursos que possam corroborar com a ampliação dos aspectos relacionais na pedagogia das artes da cena e de perspectivas decoloniais no âmbito da criação artístico-epistemológica.
Informações coletadas do Lattes em 02/11/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Teatro
2022 - Atual
Universidade do Estado de Santa Catarina
Título: A vida de viadoplantas: a morte é de quem? Corporificações crítico-pedagógicas ao humano-urbano nas artes da cena
Dodi Tavares Borges Leal. Palavras-chave: Saile Moura Farias; Dodi Tavares Borges Leal.
Mestrado em Teatro
2019 - 2021
Universidade do Estado de Santa Catarina
Título: DANÇA BUTOH ? Eu quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo., Ano de Obtenção: 2021
Bianca Scliar Cabral Mancini.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Especialização interrompida em 2019 em Educação de Arte
2019 - Atual
Universidade do Estado do Amazonas
Ano de interrupção: 2019
Graduação interrompida em 2022 em Pedagogia
2022 - Atual
Universidade Federal de Santa Catarina
Ano de interrupção: 2022
Graduação em Teatro
2015 - 2018
Universidade do Estado do Amazonas
Título: Dança Butoh - fica o não dito por dito
Orientador: Daniely Peinado dos Santos
Formação complementar
2022 -
Curso de Licenciatura em Formação Pedagógica em Pedagogia. (Carga horária: 1200h). , Centro Universitário Leonardo da Vinci, UNIASSELVI, Brasil.
2022 - 2022
O sistema Gaga e possíveis aplicações para a composição em dança. (Carga horária: 2h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
2019 - 2019
Oficina Encontros com Jaguar: Práticas artísticas desde o perspectivismo. (Carga horária: 21h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
2019 - 2019
BUTOH-MA: oficina intensiva com o mestre de butoh japonês Tadashi Endso. (Carga horária: 15h). , LUME TEATRO, LUME, Brasil.
2019 - 2019
A Poesia do Corpo em Cena. (Carga horária: 20h). , A Fundação Nacional de Artes, FUNARTE, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em A Transmissão da Flor: Teatro como pesquisa e Pedagogias da presença. (Carga horária: 48h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Pouco, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Teatro.
Organização de eventos
FARIAS, S. M. . A VIDA DE VIADOPLANTAS: CIRCUITO PEDAGÓGICO EM VIAS DE SABERES ECOLÓGICOS. 2023. (Outro).
Participação em eventos
Simpósio Internacional Reflexões Cênicas Contemporâneas.A VIDA DE VIADOPLANTAS - ESTUDOS ECOLÓGICOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE NAS ARTES DA CENA. 2023. (Seminário).
XVIII Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura - ENECULT. BUTO-MA: A OFICINA DE TADASHI ENDO E SEUS DESDOBRAMENTOS PRÁTICO-CONCEITUAIS NO BRASIL.. 2022. (Congresso).
SPA USP 2021.Às noites da Matéria - O Butoh em vias de Clarice. 2021. (Seminário).
VII Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, da UFOP.DANÇA BUTOH ? Eu quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.. 2020. (Seminário).
CONFAEB - Federação dos Arte-Educadores do Brasil. DANÇA BUTOH: DANÇA, MOVIMENTO, CORPO, ALMA.. 2018. (Congresso).
Participação em bancas
SOUZA, Paulo Tiago Silva de; POTY, Vanja;FARIAS, S. M.; DIAS, Wellington Douglas dos Santos. Sobre a prática da encenação: notas acerca da ontoloogia intermitente na obra dramatúrgica "Play" de Samuel Beckett. 2022. Universidade do Estado do Amazonas.
Produções bibliográficas
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FARIAS, SAILE MOURA . vida de viadoplantas: a morte é de quem?. REVISTA DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ARTES DA ESCOLA DE BELAS ARTES DA UFMG , v. 13, p. 146-172, 2023.
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FARIAS, S. M. . VIADOPLANTA: UMA PROPOSIÇÃO PERFORMATIVA E EPISTEMOLÓGICA NA REVISÃO DO CONCEITO DE CULTURA. Simpósio Reflexões Cênicas Contemporâneas , v. 8, p. 1-18, 2023.
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FARIAS, S. M. . BUTO-MA: A OFICINA DE TADASHI ENDO E SEUS DESDOBRAMENTOS PRÁTICO-CONCEITUAIS NO BRASIL. XVIII Enecult , v. 3, p. 1-15, 2022.
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FARIAS, S. M. ; MANCINI, B. S. C. . CLARICE LISPECTOR E A DANÇA BUTOH: ?NÃO SEI? COMO PONTO DE PARTIDA. Arte Indigente , v. v. 4, p. 72-89, 2021.
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FARIAS, S. M. . VALÈRE NOVARINA E A MINORAÇÃO DA LINGUAGEM NA DRAMATURGIA DE O TEATRO DOS OUVIDOS - PALAVRA, DISPOSITIVO E PROCESSUALIDADE DO SUJEITO. Vozes dos Vales , v. 20, p. 1, 2021.
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FARIAS, S. M. ; MACEDO, A. ; MARQUES, L. J. ; WRUBLEVSKI, M. ; SOUZA, A. . #Fakensaio: Obra dramatúrgica absurda sobre a dicotomia entre a teoria e a prática para ser performada, atuada, vivenciada, imitada e mimetizada.. In: Jussara Belchior Santos.. (Org.). #Fakensaio: Obra dramatúrgica absurda sobre a dicotomia entre a teoria e a prática para ser performada, atuada, vivenciada, imitada e mimetizada. 1ed.Florianópolis: Caia Ponte Edições, 2020, v. 1, p. 241-258.
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FARIAS, S. M. . BUTO-MA: A OFICINA DE TADASHI ENDO E SEUS DESDOBRAMENTOS PRÁTICO-CONCEITUAIS NO BRASIL. In: XVIII ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, 2022, Bahia. XVIII ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, 2022. v. v. 18. p. 1-15.
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FARIAS, S. M. . Às noites da Matéria - O Butoh em vias de Clarice. In: 10° Seminário de pesquisas em andamento, 2022, São Paulo. 10° Seminário de pesquisas em andamento, 2021. v. 1. p. 240-242.
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LEAL, D. T. B. ; FARIAS, S. M. . Povoar a Cultura com a Performance da Floresta: a vida de viadoplantas e a cena transespécie. REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESENÇA [EPERIODICO] , 2023.
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FARIAS, S. M. . DANÇA BUTOH: DANÇA, MOVIMENTO, CORPO, ALMA.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FARIAS, S. M. . DANÇA BUTOH - fica o não dito por dito 2018 (Dança).
Outras produções
FARIAS, S. M. . CORPOINUNDO: AS REMODULAÇÕES DA PELE E O QUE TE OLHA. 2020; Tema: CORPO E IMAGENS FOTOGRÁFICAS. (Rede social).
FARIAS, S. M. . TRAVESSIA. 2020. Performática.
FARIAS, S. M. . Revel. 2019. Audiovisual.
FARIAS, S. M. . Caminhão a Galope. 2018. Performática.
FARIAS, S. M. . Fim de Partida. 2018. Teatral.
FARIAS, S. M. . A Fazendinha da Zelda. 2018. Teatral.
CHARLES, C. ; FARIAS, S. M. . Romeus. 2016. Teatral.
FARIAS, S. M. . Sexo e Desenho. 2016. Audiovisual.
Projetos de pesquisa
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2019 - Atual
Dança Butoh - Eu quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo., Descrição: Essa pesquisa está sendo desenvolvida na Universidade do Estado de Santa Catarina, pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro (PPGT), com entrada no ano de 2019/2. Tem por orientação a profa. Dra. Bianca Scliar Cabral Mancini. O estudo conta com o interesse na intersecção de Clarice Lispector e a dança Butoh. Tem-se feito com isso o levantamento de estudos na literatura como também na dança, e de forma intensiva, na filosofia, contando com autores como: Gilles Deleuze, Félix Guattati, Suely Rolnik, David Lapoujade, Étienne Souriau, Kuniichi Uno, e demais contribuições atravessando as investigações. Neste estudo, adentramos tentando entender por quais vias de relação o Butoh permeabiliza-se às palavras clariceanas, traçando, a priori, interesses pela literatura de Lispector abarcando suas noções de 'incompreensão', 'não entender', 'entender'. Posteriormente chega-se a percepção de que a afetação ocorrida no movimento pela literatura de Clarice, se manifesta na dança que se virtualiza no corpo; o ato da leitura já promovendo instâncias dançadas. Quando chega-se aí, desconstrói-se visualizações da dança como sendo tradução da palavra, e se entende que as vias de projeção só poder-se-ia acontecer por modulações do imprevisível, viés, aliás, de muita potência no desenvolvimento da literatura de Clarice Lispector e também de como a dança Butoh se estabelece enquanto poética, prática, e descrição. Estudo em curso, tomando outros e novos segmentos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Saile Moura Farias - Coordenador / Bianca Scliar Cabral Mancini - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
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2018 - 2018
Dança Butoh - fica o não dito por dito, Descrição: Esta pesquisa foi o trabalho de conclusão do curso de bacharel em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas, no ano de 2018. O trabalho contou com auxilio de pesquisa teórica e também experiências práticas, como é o caso do exercício cênico Caminhão a Galope. Este estudo me conduz para investigações que interseccionaram estudos sobre a dança Butoh em sala de ensaios, e, estudos literários, tradicionalmente ditos como, respectivamente estudos práticos e teóricos.Para isso, traçou-se então o exercício de leitura e atualização das palavras por vias de práticas redescobrindo os movimentos que podia àquele corpo em sala. Tanto se escreveu diante de construções da dança quanto de reflexões acerca dos levantamentos teóricos. Este projeto promoveu que pudéssemos potencializar escrituras do corpo através dos registros em diário de bordo, como dialogar essas criações como também compositivas do trabalho de conclusão de curso. Os caminhos tomados nos levam para algumas ações realizadas como também contrapartida à comunidade da Universidade, tais como; 1) a apresentação do exercício cênico desenvolvido; 2) possibilidade de estudos coletivos em oficinas ministradas na Universidade; 3) circulação de Caminhão a Galope pela cidade por meios independentes, cobrando preços simbólicos, e até mesmo fazendo para da Mostra de Teatro da Amazônia, em 2018. Este trabalho conta também com registros fotográficos que não só compuseram o corpo do TCC, como são esboços do que se interessou o presente estudo: pesquisar a dança Butoh historicizando e mobilizando práticas, entendendo-a como a dança que pode um corpo, a partir de instigações de estados e intensidades do movimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saile Moura Farias - Coordenador.
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2017 - 2018
DRAMATURGIA CORPORAL. O DIÁLOGO ENTRE OS ESTADOS: ESPÍRITO, ALMA E CORPO ? DE DENTRO PARA FORA., Descrição: Este trabalho visa pesquisar a construção da Dramaturgia Corporal. Possui como principal foco de pesquisa na dança Butô, como estímulo à criação pessoal de cada interprete. Como diz Kazuo Ohno no livro ?Treinamento e(m) poema?: Basta sonhar. É preciso se deixar adormecer, assim, inocentemente, e deixar seu corpo dançar nesse estado onírico. Não pensar no que faz ou deixar de fazer. Os olhos estão abertos, mas, vejam, são olhos de quem sonha. Não são olhos de quem não consegue nem se desviar, ?oh que lindo?. No sonho podemos dialogar ainda que estejamos distantes, ainda que estejamos apartados, assim como não é preciso dizer ?eu te amo? ? a gente sabe. (2016, p.190) O trabalho corporal do ator se dá conforme está sua prontidão expressiva. É claro, para quem assiste um trabalho de teatro quando o corpo se faz presente por inteiro acordado, como relata, Valère Novarina no livro ?Carta aos atores e para Louis Funes?: ?a entrega do ator sendo o ?cano? que transmite ao espectador o calor do espetáculo e o arrebata? (2009, p. 17). De nossa parte entendemos que este ser o ?cano? que Novarina (2009) propõe, não é o centro de tudo, mas um estágio a ser explorado e potencializado como meio de arrebatamento que o espectador experimentará no calor do espetáculo. Entregar o corpo a um trabalho teatral, de modo disponível, pode parecer algo que dificilmente possa atingir, mas é um estado corporal recorrente conforme a prática. É o estado de uma sensibilidade corporal bem específica, da qual o interprete entende suas necessidades corporais e não precisa tanto do seu raciocínio lógico para extrair isso de seu inconsciente. Quando se fala em dramaturgia corporal, automaticamente nossos pensamentos vão para aquilo que, em algum exercício ou apresentação artística, o nosso corpo cria. No momento, o lugar é um estado de sensibilidade mais pessoal, de quem consigo mesmo pode conversar e a partir disso criar. O caminho para que surja uma dramaturgia corpórea é um minucioso aquecimento corporal, ou seja, o procedimento de criação se dá no estado de estar com a sensibilidade aguçada. Muitos aspectos influenciam, tal como a técnica de VIEWPOINTS desenvolvido pela diretora norte-americana por Anne Bogart. Viewpoints é uma técnica de improvisação onde tem o intuito de desenvolver o trabalho dos movimentos e gestos a partir de exercícios. Exercícios com intuito de preparar partituras corporais sólidas para o palco. Busca ampliar dois aspectos principais em uma composição cênica: tempo e espaço. O que acontece no trabalho de agir sobre movimentos e gesto é o corpo falar por si só. Criar em cima de como está seu estado. Pondo em prática a percepção, não somente de espaço, mas também interna, o ator passar a sentir seus impulsos e criar a partir disso. Tem-se aí uma dramaturgia que não necessariamente precisa ser escrita, muitas vezes ela é sentida e tida no subconsciente. Se a partir dali irá surgir algo verbalizado ou não, o corpo decide. Temos então gestos por gestos? Não! Disponibilidade de criar corporalmente o que não se tem escrito é algo mais além do que o processo de improvisação do ator. Quando se improvisa, nossos impulsos se dão pelo que deve se fazer no momento, ou para resolver uma questão cênica, mas falar corporalmente é um caminho levado pela espontaneidade dos estímulos. Esta pesquisa buscará explorar o lugar de comunicar sem precisar necessariamente verbalizar, mas sim transmitir emoções e assim possa oportunizar seu corpo a experimentar a dramaturgia corporal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Saile Moura Farias - Coordenador / Gislaine Regina Pozzetti - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas - Bolsa.
Prêmios
2023
Edital Thiago de Mello - Artista e Profissionais da Cultura, ManausCult.
2022
Aprovado no processo seletivo de Doutorado em Artes Cênicas, Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas, Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGAC/UDESC), UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA.
2022
Aprovado no processo seletivo de Graduação em Pedagogia, Universidade Federal do Estado de Santa catarina (UFSC), UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA.
2022
Aprovado como Instrutor de Atividades - Teatro, SESC Concórdia.
2019
Aprovado no processo seletivo de Mestrado em Teatro, no Programa de Pós-graduação em Teatro, UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA (UDESC).
2018
Aprovado no Festival de Teatro da Amazônia, Secretaria de Cultura.
2015
Aprovado no processo seletivo de Graduação em Teatro, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade do Estado do Amazonas.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - Atual
Universidade do Estado de Santa CatarinaVínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Acadêmico, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Mestrando em teorias e práticas do teatro junto ao Programa de Pós-Graduação da UDESC
Criando um monitoramento
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