Tatiane Leite Almeida
Graduanda do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Atualmente atua como estagiária no Hospital de Clínicas Veterinárias - UFPel, no setor de equinos e como colaboradora do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica Médica de Equinos (ClinEq). Também atua na pesquisa, sendo bolsista CNPQ.
Informações coletadas do Lattes em 01/04/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Organização de eventos
ALMEIDA, T. L. ; FERREIRA, N. O. ; MUELLER, A. ; CAVALCANTE, D. H. V. ; PIVATO, G. M. ; COSTA, E. A. ; CARDOSO, G. L. ; STUMPF, A. D. ; GRIEBELER, E. G. ; FONSECA, C. W. ; KASTER, E. W. ; PRESTES, N. D. ; BEIERSDORF, A. N. ; PEREIRA, E. P. . Ciclo de Palestras em Bovinocultura. 2019. (Outro).
NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B.R. ; ALMEIDA, T. L. ; MULLER, V. ; PINTO, R. S. ; DALCIN, A. P. ; FERREIRA, N. ; PINTO, N. ; NUNES FILHO, M. A. ; PIVATO, G. M. ; DANIELSKI, J. N. ; DALCIN, A. ; MORAES, B. S. ; MOUSQUER, M. ; GRIEBELER, E. ; PAZINATO, F. ; DANTAS, F. T. ; SOUZA, L. . Curso Teórico-Prático de Casqueamento e Ferrageamento de Equinos. 2017. (Outro).
NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B.R. ; FEIJO, L. S. ; PAZINATO, F. M. ; DANTAS, F. T. R. ; MORAES, B. S. S. ; MOUSQUER, M. A. ; MULLER, V. ; NOGUERA, D. M. ; SOUZA, L. S. ; HACK, J. D. ; SOUZA, R. P. ; RAFAEL, L. A. ; ALMEIDA, T. L. ; FERREIRA, N. O. ; TAKADA, M. S. ; DALCIN, A. L. P. ; PINTO, N. R. ; NUNES FILHO, M. A. S. ; DANIELSKI, J. N. S. ; ORTIZ, T. F. ; LEAL, L. L. C. ; LIGNON, J. S. ; ELGUEA, F. O. . II Curso Teórico Prático de Neonatologia Equina. 2017. (Outro).
ALMEIDA, T. L. ; FERREIRA, N. O. ; MUELLER, A. ; CAVALCANTE, D. H. V. ; PIVATO, G. M. ; COSTA, E. A. ; CARDOSO, G. L. ; STUMPF, A. D. ; GRIEBELER, E. G. ; FONSECA, C. W. ; KASTER, E. W. ; PRESTES, N. D. ; BEIERSDORF, A. N. ; PEREIRA, E. P. . Ciclo de Palestras em Bovinocultura. 2019. (Outro).
NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B.R. ; FEIJO, L. S. ; PAZINATO, F. M. ; DANTAS, F. T. R. ; MORAES, B. S. S. ; MOUSQUER, M. A. ; MULLER, V. ; NOGUERA, D. M. ; SOUZA, L. S. ; HACK, J. D. ; SOUZA, R. P. ; RAFAEL, L. A. ; ALMEIDA, T. L. ; FERREIRA, N. O. ; TAKADA, M. S. ; DALCIN, A. L. P. ; PINTO, N. R. ; NUNES FILHO, M. A. S. ; DANIELSKI, J. N. S. ; ORTIZ, T. F. ; LEAL, L. L. C. ; LIGNON, J. S. ; ELGUEA, F. O. . II Curso Teórico Prático de Neonatologia Equina. 2017. (Outro).
Participação em eventos
37 SEURS ? Seminário de Extensão Universitária da Região Sul.Ocorrência de Zoonoses em Equinos de Tração atendidos no Ambulatório do Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. 2019. (Seminário).
Simpósio EEQUI URCAMP. 2019. (Simpósio).
I Encontro de Equinos da Região Sul. 2018. (Encontro).
II Semana de Inovação e Tecnologia Aplicadas à Pecuária.. 2018. (Encontro).
V Congresso de Extensão e Cultura. Ocorrência de Zoonoses em Equinos de Tração atendidos no Ambulatório do Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. 2018. (Congresso).
33a Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2017. (Encontro).
Como chegar ao sucesso com trabalho em equipe. 2017. (Encontro).
XXVI Congresso de Iniciação Científica. Procedimento de Reanimação Cardiopulmonar em Potro nascido de Cesariana. 2017. (Congresso).
1ª Semana de Oncologia Veterinária do SOVET. 2016. (Encontro).
32a Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2016. (Encontro).
Encontros técnicos Vetesul 2016 - 3ª edição: Anestesiologia. 2016. (Encontro).
Produções bibliográficas
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ALMEIDA, T. L. ; FERREIRA, N. O. ; LUZ, I.D. ; SOUZA, L. S. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B.R. . Ocorrência de Zoonoses em Equinos de Tração atendidos no Ambulatório do Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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ALMEIDA, T. L. ; TAKADA, M. S. ; LUZ, I.D. ; DANTAS, F. T. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B.R. . Ocorrência de Zoonoses em Equinos de Tração atendidos no Ambulatório do Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ALMEIDA, T. L. ; BORBA, L. A. ; LIGNON, J. S. ; FEIJO, L. S. ; SOUZA, R. P. ; CURCIO, B.R. . Procedimento de Reanimação Cardiopulmonar em Potro nascido de Cesariana. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CURCIO, B.R. ; ALMEIDA, T. L. ; SCALCO, R. ; CANISSO, I. ; SILVA, G. ; FEIJO, L. S. ; PAZINATO, F. ; BORBA, L. A. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Temperature-humidity index (THI) is associated with gestation length in Thoroughbred mares 2018 (Pesquisa).
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SILVA, G. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; PAZINATO, F. M. ; BORBA, L. A. ; ALMEIDA, T. L. ; CURCIO, B.R. . Relação do Índice Temperatura e Umidade (ITU) com tempo de gestação de Éguas Puro Sangue Inglês 2018 (Iniciação Científica).
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LUZ, I.D. ; BORBA, L. A. ; RINCON, J. A. A. ; SANTOS, A. C. ; ALMEIDA, T. L. ; CURCIO, B.R. . Avaliação do Comportamento da Enzima Paraoxanase (PON-1) em equinos hígidos submetidos a administração intramuscular de diferentes adjuvantes 2018 (Iniciação Científica).
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DANTAS, F. T. R. ; FEIJO, L. S. ; DALCIN, A. L. P. ; ALMEIDA, T. L. ; LONDERO, U. S. ; CURCIO, B.R. . Hematologia e Bioquímica Sérica de éguas submetidas a tratamento com Doxiciclina no último mês de gestação 2018 (Iniciação Científica).
Outras produções
NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B.R. ; ALMEIDA, T. L. . Treinamento Teórico Prático sobre Obstetrícia e Neonatologia Equina. 2019. (Treinamento).
CURCIO, B.R. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; ALMEIDA, T. L. . Treinamento Teórico Prático sobre Obstetrícia e Neonatologia Equina. 2018. (Treinamento).
Projetos de pesquisa
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2019 - Atual
Impacto da Laminite Crônica na Gestação da Égua e respectivos Potros, Descrição: Em equinos, a laminite caracteriza-se como uma importante enfermidade relacionada a quadros hipertensivos. Os efeitos deletérios da laminite crônica na gestação de éguas é um tema ainda pouco explorado na clínica de equinos, porém trata-se de um problema de grande importância nos criatórios de equinos no Brasil. O efeito da vasoconstrição a nível placentário já foi descrito em mulheres e éguas. Em éguas com laminite crônica foi comprovada a presença de hipertensão, com consequente fibrose de microcotilédones e espessamento da parede de arteríolas da região de transição do alantocórion. Além disso, estas éguas apresentaram menor tempo de gestação e placentas mais leves. Mesmo apresentando padrões placentários distintos, hemocorial em mulheres e epiteliocorial em éguas, a resposta do tecido placentário a agressão apresenta similaridade. Assim, éguas com síndrome laminite podem vir a serem utilizadas como modelos experimentais para a preeclampsia em mulheres. Alterações útero-placentárias nas éguas podem levar a redução do aporte nutricional dos fetos, com consequente nascimento de neonatos com baixo peso, que podem ser prematuros ou dismaturos. Assim, o estudo da patogênese das alterações útero-placentárias em éguas com laminite crônica é essencial para o entendimento da síndrome na gestação, além de possibilitar relacionar a viabilidade dos potros provenientes dessas gestações. A produção de potros debilitados ou de risco representa um ponto de estrangulamento da criação. Uma vez que o criador/produtor investe 11 meses em nutrição, sanidade e infra-estrutura para a manutenção de uma gestação que não produzirá um produto economicamente viável. A relação da interferência das alterações clínicas hipertensivas e sistêmicas da laminite crônica na gestação ainda é insipiente. Assim, a definição de métodos de diagnóstico que possam predizer a relação dessas alterações sistêmicas em relação à gestação é fundamental. Auxiliando assim na seleção das matrizes da propriedade e evitando o descarte desnecessário de éguas de alto valor zootécnico. Como objetivo geral do projeto pretende-se identificar alterações útero-placentárias em éguas gestantes com laminite crônica, relacionando com as alterações hormonais e de viabilidade e desenvolvimento dos potros provenientes dessas gestações.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Vitória Muller - Integrante / Augusto Postal Dalcin - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Antonio Sergio Varela Junior - Integrante / Carine Dahl Corcini - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Luciana Araujo Lins - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / Isadora Paz Oliveira dos Santos - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Inaraã Dias da Luz - Integrante / Letícia Silva Souza - Integrante / Nathália de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante.
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2019 - Atual
Avaliação do tempo de gestação e biometria de potros da raça Crioula, Descrição: A Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América. Adquiriram características únicas e próprias após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. Atualmente a população da Raça Crioula é expressiva, possuindo um total de 413.433 animais, sendo que 86% dessa população encontra-se no Rio Grande do Sul, os outros estados que se destacam na criação é Santa Catarina e Paraná(ABCCC, 2017). A participação de cavalos da Raça Crioula em competições esportivas tem crescido muito nos últimos anos. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. No entanto, mesmo com a liberação das biotécnicas de reprodução pouco se conhece sobre o desenvolvimento gestacional e desenvolvimento dos potros a partir do nascimento até os dois anos, idade na qual os animais já estão aptos a receberem a marca e registro definitivo da ABCCC. Desta forma o presente estudo tem relevância, pois visa avaliar a gestação e associar ao desenvolvimento dos potros.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Carlos Euardo Waine Nogueira - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador.
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2018 - Atual
Doxiciclina na gestação equina: farmacocinética, distribuição em fluídos maternos e impacto neonatal, Descrição: bactérias gram-positivas, gram-negativas, clamídias, micoplasmas, rickettsias e alguns protozoários. É a classe de antibacterianos mais utilizada na medicina veterinária, sendo rotineiramente empregadas na produção animal. Além da atividade antibacteriana, outras propriedades das tetraciclinas vem sendo estudadas. Em menor ou maior grau, a depender do efeito estudado, as moléculas desta classe apresentam ação anti-inflamatória e de inibição da lipase, colagenase, apoptose e angiogênese, além de outras funções. Na medicina humana há evidencias que este fármaco pode ser utilizado com segurança em mulheres gestantes e seus neonatos (CROSS et al., 2016). Em equinos, existem poucos estudos avaliando o uso de antibacterianos durante a gestação. Com relação à doxiciclina, bem como qualquer outra tetraciclina, as informações são restritas sobre a utilização em éguas gestantes. Com isso, o estudo da farmacocinética da doxiciclina em éguas gestantes é relevante para a utilização clínica segura. Além disso, com este estudo será possível avaliar a dose utilizada para éguas gestantes e a distribuição do fármaco nos fluídos maternos e impacto no potro neonato.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Vitória Muller - Integrante / Giovana Mancila Pivato - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Luciana de Araujo Borba - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Alice Corrêa Santos - Integrante / Julia Somavila Lignon - Integrante / Mikaele Sayure Takada - Integrante / Leandro Américo Rafael - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Letícia Silva Souza - Integrante / Nathália de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Francine Dequech Belem - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante / Eduardo Gauss Griebeler - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Martielo Ivan Gehrcke - Integrante.
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2018 - Atual
Medidas morfométricas em éguas gestantes e sua relação com diferentes métodos de pesagem e perfil energético, Descrição: Resultados da estatística descritiva e análise de variância na tabela abaixo: 1 PERÍODO 2 PERÍODO 3 PERÍODO 12 EIC (cm) 192,09 ( 6,88)b 190,33 ( 11,69)b 201,77 ( 10,10)a 18ª COS (cm) 185,68 ( 8,17)b 188,12 ( 11,62)b 196,40 ( 11,99)a Aorta (mm) 12,68 ( 4,07)b 13,26 ( 5,49)b 16,67 ( 3,06)ª OF (mm) 24,20 ( 2,69)b 27,60( 4,97)ª 29,56 ( 2,66)ª *médias com letras diferentes na mesma linha apresentam diferenças entre os períodos analisados (p0,05) As medidas de 12 EIC e 18 COS demonstraram correlação nos três períodos avaliados (p0,05). Não foi observada correlação entre os perímetros no 12 EIC e 18 COS com as medidas de órbita, aorta e o peso do potro ao nascimento, três períodos avaliados. Apesar do crescimento e ganho de peso fetal serem mais acelerados no último trimestre gestacional. As medidas de aortas, órbita, 12° EIC e 18° COS foram maiores no terceiro período, o qual corresponde ao terceiro trimestre gestacional, onde é descrito maior crescimento fetal. Não foi observado diferença nas medidas de orbita, aorta e peso do potro ao nascimento com relação ao gênero do potro. CONSIDERAÇÕES FINAIS Foi observado incremento na circunferência abdominal como nas medidas de aorta e orbita no terceiro trimestre. Contudo os diâmetros não apresentaram correlação com as medidas morfométricas e com o peso do neonato ao nascimento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Mikaele Sayure Takada - Integrante / Rafaela Bastos da Silva - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Letícia Silva Souza - Integrante / Nathália de Oliveira Ferreira - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Ruth Danford Patten - Integrante / Gabriela Marocco Raphaelli - Integrante / Julio Dias Xavier - Integrante.
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2018 - Atual
Dosagem de hemoglobina fetal em potros neonatos, Descrição: A hemoglobina é um complexo proteico de 64kDa que contem ferro e porfirina. Ocupa um papel central na fisiologia do organismo por se ligar e transportar oxigênio para todo o corpo. Variações nas cadeias polipeptídicas determinam o tipo de hemoglobina em animais adultos. Em equinos, são observados três fenótipos desta proteína: A, B e AB. Nem todos os mamíferos produzem hemoglobina fetal ? roedores e carnívoros, por exemplo, não as possuem. Aqueles que as possuem nascem com uma mistura de hemoglobina fetal e adulta, sendo que ao nascimento a fetal é a mais prevalente. Em humanos, tem-se investigado a utilização deste tipo de hemoglobina como terapia adjuvante no tratamento de certas hemoglobinopatias, como as thalassemias. Sabe-se que indivíduos com persistência hereditária da hemoglobina fetal demonstram curso clínico mais brando e, pensando nisso, tem-se buscado formas de reativar a síntese dessa hemoglobina em portadores de certos tipos de thalassemias. Em equinos, há certa controvérsia quanto a existência da hemoglobina fetal. Estudos mais antigos não observaram a presença deste tipo de hemoglobina, porém alguns trabalhos mais recentes discorrem sobre sua presença e papel durante o período de adaptação do neonato equino à vida extrauterina. O presente estudo tem como objetivo verificar a existência da hemoglobina fetal em equinos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Vitória Muller - Integrante / Giovana Mancila Pivato - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Luciana de Araujo Borba - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Alice Corrêa Santos - Integrante / Julia Somavila Lignon - Integrante / Mikaele Sayure Takada - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Letícia Silva Souza - Integrante / Nathália de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Francine Dequech Belem - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante / Fabio Pereira Leivas Leite - Integrante / Eduardo Gauss Griebeler - Integrante / Débora Machado Noguera - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Vitória Sequeira Gonçalves - Integrante.
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2018 - Atual
Avaliação do efeito da hormonioterapia em éguas com placentite através da identificação de receptores na placenta e grau de perfusão sanguínea uterina e sua relação com a viabilidade do neonato, Descrição: As fases iniciais do experimento compreenderam períodos de avaliações clinicas e acompanhamento dos partos, obtendo como resultados diferentes respostas neonatais entre as terapias hormonais utilizadas. A partir dos resultados histopatológicos, pode-se observar que a terapia com estrógeno apresentou quadros de lesão moderados, sugerindo alterações obstétricas importantes entre os grupos. Observou-se ainda que o tratamento com benzoato de estradiol apresentou resultados clínico e neonatal semelhantes ao grupo controle, com todos os potros viáveis se comparado aos grupos que receberam progesterona. Além disso, as éguas tratadas com ECP apresentaram maior número de lesões crônicas na placenta, podendo estar relacionado a melhor resposta fetal frente ao quadro de placentite, permitindo maturação dos sistemas orgânicos fetais e maior viabilidade após o nascimento. Entretanto, não foram observadas variações nos níveis hormonais séricos entre os grupos. A partir das avaliações de imunofluorescência, visualizou-se diferenças na quantificação da expressão de estrógenos alpha, beta e gamma, e de progesterona no tecido placentário das éguas que receberam P4 e a combinação de P4 com ECP. A partir deste resultado inicial, espera-se que os próximos resultados possam auxiliar no entendimento da cinética destes hormônios frente a utilização de diferentes terapias hormonais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Vitória Muller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Lorena Soares Feijó - Integrante / Alice Corrêa Santos - Integrante / Mikaele Sayure Takada - Integrante / Antonio Sergio Varela Junior - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Bruna dos Santos Sue Moraes - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Nathália de Oliveira Ferreira - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Mariana Andrade Mousquer - Integrante / Natália Ribeiro Pinto - Integrante / Gabriela Castro da Silva - Integrante / Augusto Luiz Postal Dalcin - Integrante / Francine Dequech Belem - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante.
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2017 - Atual
Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 25/03/2020., Descrição: Objetivo Geral: Descrever a resposta clínica e metabólica de potros nascidos de éguas induzidas com placentite ascende submetidas a diferentes tratamentos hormonais. Objetivos específicos: Comparar a resposta clínica, hematológica e bioquímica de potros nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais e potros controle, nascidos de éguas sem alterações placentárias; Avaliar e diferenciar as condições clínicas e capacidade de resposta neonatal dos potros de risco provenientes de éguas com placentite; Avaliar se a utilização de diferentes tratamentos hormonais em éguas com placentite pode influenciar na resposta clínica e metabólica destes potros. Avaliar a viabilidade neonatal através da capacidade de resposta clínica, hematológica e hormonal; Fornecer dados bioquímicos e hematológicos no momento imediato ao nascimento e relacionar com a hormonioterapia realizada, indicando qual tratamento hormonal promoveu melhor maturação fetal e viabilidade neonatal; Demonstrar a capacidade de depuração dos potros neonatos e o seu grau de resposta através da dinâmica hematobioquímica dentro dos primeiros 7 dias de vida, sendo indicador de viabilidade e fornecendo o prognóstico neonatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tatiane Leite Almeida - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2017 - Atual
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 8
Outras informações:
Colaboradora do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Medicina de Equinos (ClinEq) da Universidade Federal de Pelotas.
2018 - 2019
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica pelo projeto Doxiciclina na gestação equina: farmacocinética, distribuição em fluídos maternos e impacto neonatal.
2018 - 2018
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Bolsista de Extensão pelo projeto Vigilância epidemiológica junto à ação interdisciplinar de atenção integral a carroceiros e catadores de lixo da cidade de Pelotas, com ênfase em zoonoses.
2017 - 2017
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 4
Outras informações:
Experiência em Medicina de Equinos, totalizando 48 horas.
2017 - 2017
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20
Outras informações:
Bolsista de Extensão no projeto Ação Interdisciplinar a Carroceiros e Charreteiros na Periferia de Pelotas.
2016 - 2017
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 5
Outras informações:
Estágio extracurricular realizado no Hospital de Clínicas Veterinárias - UFPel, onde foi acompanhada a rotina diária do hospital. Acompanhou-se atividades básicas relacionadas à clínica de equinos. totalizando 116 horas.
2016 - 2016
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 70, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Estágio extracurricular realizado no Hospital de Clínicas Veterinárias - UFPel, onde foi acompanhada a rotina diária do hospital. Acompanhou-se atividades básicas relacionadas à clínica e reprodução de equinos. Totalizando 128 horas.
2015 - 2015
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 5
Outras informações:
Estágio extracurricular realizado no Hospital de Clínicas Veterinárias - UFPel, onde foi acompanhada a rotina diária do hospital. Acompanhou-se atividades relacionadas à clínica de equinos, tais como: verificação de parâmetros fisiológicos, aplicação de medicamentos, limpeza de ferimentos, totalizando 31 horas.
2018 - 2018
Haras SpringfieldVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 120, Regime: Dedicação exclusiva.
2019 - 2019
RAAMA - Reprodução EquinaVínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Orientador: Maria Augusta Alonso
Foram cumpridas 152 horas de práticas profissionalizantes no período de 01/02/2019 à 27/02/2019 na área de Reprodução, Clínica e Manejo de Equinos, na Fazenda Santa Rita II, Piracaia - SP.
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