Aline Herscovici

Mestranda em Direito e Desenvolvimento pela FGV Direito SP, com apoio da Bolsa Mario Henrique Simonsen de Ensino e Pesquisa (FGV) e da Bolsa-taxa PROSUP (CAPES). Graduada pela mesma instituição, com apoio da Bolsa Mérito Sr. Luiz Simões Lopes e da Bolsa de Estudos da Presidência (FGV). Seus principais interesses de pesquisa estão nas teorias feministas e na filosofia do direito. Atualmente trabalha como assistente da Coordenadoria do Mestrado Profissional da FGV Direito SP (2023-atual), bem como revisora, formatadora e tradutora autônoma de textos acadêmicos na @scrie.h (2019-atual). Já foi pesquisadora no Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo - LAUT (2021-2022), na Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa (2020-2021) e na FGV Direito SP (2019-2020). Foi também estagiária acadêmica do Prof. Dr. Ronaldo Porto Macedo Júnior em filosofia do direito na FGV Direito SP (2019). Ex-bolsista do CNPq pelo Programa de Iniciação Científica da FGV Direito SP (2017-2018).

Informações coletadas do Lattes em 03/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Mestrado acadêmico em Direito e Desenvolvimento

2022 - Atual

FGV Direito SP
Título: Teorias de autonomia relacional: lições feministas ao direito
Flavia Portella Puschel.Coorientador: Luciana Gross Cunha. Bolsista do(a): Bolsa Mario Henrique Simonsen de Ensino e Pesquisa; Bolsa-taxa CAPES/PROSUP, FGV E CAPES, Brasil. Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: DIREITO E DESENVOLVIMENTO.

Graduação em DIREITO

2015 - 2019

FGV Direito SP
Título: A concepção de autonomia das mulheres construída pela ADI 4.424/DF e o dilema de agência
Orientador: Catarina Helena Cortada Barbieri
Bolsista do(a): Bolsa de estudos da Presidência e Bolsa Mérito Sr. Luiz Simões Lopes, FGV DIREITO SP, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

colegio rio branco

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito.

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    Teorias de autonomia relacional: lições feministas ao direito, Descrição: Em investigação anterior (HERSCOVICI, 2019) sobre as concepções de autonomia empregadas por ministros/as do Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.424/DF, em que decidem pelo incondicionamento da ação penal em casos de lesão corporal leve contra mulheres em contexto de violência doméstica, constatou-se que falta complexidade e nuance nas construções jurídicas de autonomia. Presas à visão liberal-tradicional de autonomia, tais construções são incapazes de lidar com sujeitos concretos, negando seu status autônomo e, com isso, minando sua fruição de direitos e suas lutas políticas. Se não quisermos que o direito continue a ser usado como instrumento de opressão, precisamos de novas concepções de autonomia que rompam de vez com a noção liberal-tradicional. Partindo deste diagnóstico e buscando aprofundar concepções alternativas que já existem a nosso dispor, a presente pesquisa explora como a filosofia feminista liberal vem repensando o conceito de autonomia sob o termo guarda-chuva de autonomia relacional e refletir sobre como essa nova concepção relacional de autonomia pode ter impactos em decisões judiciais. Que dimensões passam a ser iluminadas quando olhamos um caso por diferentes teorias de autonomia relacional? Presume-se que elas não recaem nos mesmos erros que a visão liberal-tradicional, sendo mais sofisticadas e adequadas à realidade, e que nos levam a decisões mais justas do ponto de vista crítico-feminista. Assim, apresenta-se à academia jurídica brasileira essa literatura anglófona e, usando a ADI 4.424/DF como ponte, ilustra-se as implicações potenciais dos diferentes tipos de teorias de autonomia relacional para o mundo concreto do direito. A contribuição proposta aqui é construir repertório: trazer da filosofia feminista ao direito diferentes formas de se (re)pensar autonomia para servirem de substrato teórico a julgadoras/es e outras/os operadoras/es que queiram desempenhar sua função a partir de uma perspectiva feminista do direito, bem como a acadêmicas/os que queiram produzir reescritas feministas de decisões judiciais que, assim como a ADI 4.424/DF, se apoiem em premissas liberais-tradicionais sobre o sujeito autônomo.Pesquisa desenvolvida para a obtenção de título de mestra junto ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da FGV Direito SP, com apoio da Bolsa Mario Henrique Simonsen de Ensino e Pesquisa (FGV) e da Bolsa-taxa PROSUP (CAPES). Orientação de Flávia Portella Püschel e de Luciana Gross Cunha.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Aline Herscovici - Coordenador.

  • 2021 - 2022

    Liberdade de expressão e internet, Descrição: Projeto de pesquisa do LAUT, coordenado por Clarissa Piterman Gross. Nele, investigamos as diferentes justificativas filosóficas da liberdade de expressão, suas críticas e implicações práticas, a fim de promover um aparato conceitual robusto, apto fornecer critérios mais claros para a aplicação desse direito pelo sistema de justiça brasileiro e enfrentar os novos desafios inaugurados pela migração do debate público para a infraestrutura da Internet, como o controle de conteúdo em plataformas digitais, fake news, discurso de ódio etc. Em especial, mapeamos três linhas de justificativa: (i) aquela que se baseia na busca pela verdade, cuja principal referência é John Stuart Mill; (ii) a que se baseia na qualidade do debate público, cujo principal representante é Owen Fiss; e (iii) outra que se baseia na autonomia do sujeito, como defendem Ronald Dworkin, Edwin C. Baker e outros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Aline Herscovici - Integrante / Clarissa Piterman Gross - Coordenador / Danyelle Reis - Integrante.

  • 2020 - 2021

    Defendendo o Brasil do Tecnoautoritarismo, Descrição: Projeto do Data Privacy Brasil em parceria com o LAUT. Em seu braço acadêmico, analisamos argumentos jurídicos sobre tecnoautoritarismo no Supremo Tribunal Federal, mais especificamente, como foram tratados casos de compartilhamento de dados pessoais no âmbito da Administração Pública encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (a saber, ADPF 695 - Caso Denatran; ADPF 722 - Caso Dossiê Antifascista; e ADI 6529 - Caso Abin). Essas reflexões também ajudaram na nossa elaboração do Amicus Curiae para a ADI 6.649 (Cadastro Base do Cidadão) no STF.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Herscovici - Integrante / Clarissa Piterman Gross - Coordenador / Helena Secaf - Integrante / Izabel Nuez - Integrante.

  • 2020 - 2021

    Autodeterminação informativa, Descrição: Apesar da importância da autodeterminação informativa para a disciplina de proteção de dados, há ainda pouca clareza conceitual sobre esse direito no Brasil. Partindo do diagnóstico de uma falta de clareza e rigor acadêmico sobre o termo, fizemos uma leitura estrutural da decisão do Tribunal Constitucional Federal alemão sobre a constitucionalidade da Lei do Censo de 1983, que cunhou tal direito, com o intuito de esclarecer o conceito original, bem como apontar suas fragilidades e limitações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Herscovici - Integrante / Clarissa Piterman Gross - Coordenador.

  • 2019 - 2020

    Liberdade de expressão de juízes e membros do Ministério Público, Descrição: O projeto tem dois grandes objetivos: mapear os critérios de cortes internacionais de direitos humanos de especificação do escopo e limites da liberdade de expressão de funcionários públicos, com foco nas decisões de casos envolvendo magistrados. A primeira parte do projeto constitui, portanto, pesquisa de jurisprudência da Corte Europeia de Direitos Humanos e da Corte Interamericana de Direitos Humanos acerca da liberdade de expressão de funcionários públicos, com comparação dos resultados acerca das semelhanças e diferenças em torno das metodologias argumentativas envolvidas e os argumentos substantivos adotados por cada uma das cortes. O segundo objetivo do projeto diz respeito a um posicionamento normativo em torno do problema do escopo e limites da liberdade de expressão de juízes e membros do Ministério Público. A segunda parte irá formular argumentos filosóficos para responder à questão acerca de se juízes e membros do Ministério Público possuem limites distintos à sua liberdade de expressão em comparação com o cidadão comum em função de possíveis responsabilidades relacionadas ao seu vínculo institucional e o seu posicionamento como interlocutor diferenciado no debate público. O posicionamento normativo adotado fornecerá critérios para posicionamento crítico ou de endosse à metodologia argumentativa e argumentos substantivos encontrados nas decisões das cortes internacionais de direitos humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Herscovici - Integrante / Guilherme de Albuquerque Cavalcanti Ferreira Novo - Integrante / Clarissa Piterman Gross - Coordenador.

  • 2018 - 2020

    Democracia e representação nas eleições 2018: campanhas eleitorais, financiamento e diversidade de gênero, Descrição: O projeto, realizado em parceria com o CEPESP/FGV, visa a examinar a inserção das mulheres no processo eleitoral, levando em consideração desde seus perfis até o controle das contas dos partidos e o cumprimento dos percentuais mínimo e máximo de candidaturas de cada sexo (art. 10, 3, da Lei das Eleições). A partir do monitoramento do ciclo eleitoral de 2018, a intenção é averiguar como as mulheres são inseridas na competição político-eleitoral e, se eleitas, como elas se comportam.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Herscovici - Integrante / Luciana de Oliveira Ramos - Coordenador / Catarina Helena Cortada Barbieri - Integrante / Hannah Maruci Aflalo - Integrante / Juliana Fabbron Marin Marin - Integrante / Ivan Osmo Mardegan - Integrante.

  • 2018 - 2018

    A concepção de autonomia das mulheres construída pela ADI 4.424/DF e o dilema de agência, Descrição: O trabalho analisa a fundamentação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.424/DF, em que o Supremo Tribunal Federal estabeleceu a natureza incondicionada da ação penal pública relativa a crimes de lesão corporal cometidos contra a mulher em ambiente doméstico e familiar, com o objetivo de identificar a concepção de autonomia utilizada pelos ministros em suas razões de decidir. A presunção inicial é de que os votos partiram de visões estereotipadas do que é ser mulher e estar em uma situação de violência doméstica, assumindo que as mulheres seriam unicamente ?vítimas?, isto é, que não teriam sequer capacidade de ação autônoma, de modo que, ao, por exemplo, desistirem da ação penal, estariam ?escolhendo errado? ou melhor, não escolhendo, mas sim agindo sob vício de vontade. As razões de decidir dos ministros foram definidas a partir do método de leitura estrutural por ordem topológica dos votos e adaptada aos debates juntados ao acórdão da referida decisão, baseando-se, também, em técnicas de interpretação da Análise de Discurso na Psicologia Social (DASP). A concepção de autonomia nelas implicadas foi identificada a partir de quatro variáveis: (i) nominação, (ii) adjetivação, (iii) eixo diretivo e (iv) eixo constitutivo. As duas primeiras são técnicas de análise de estratégia discursiva da Análise Crítica de Discurso (CDA), auxiliares às duas outras variáveis. Essas últimas, por sua vez, são componentes da tese do duplo eixo, uma reclassificação das teorias de autonomia relacional, proposta pela filósofa liberal feminista Diana Tietjnes Meyers. Como resultado, foi possível enxergar que tanto a corrente vencedora, quanto o voto divergente empregaram concepções de autonomia semelhantes, posto que ambas são saturadas de valor e utilizam valores constitutivos comuns, como racionalidade e dignidade. Embora não haja uma conexão necessária entre a concepção de autonomia empregada e o dispositivo da decisão, não havendo uma única conclusão possível, a construção substantiva da concepção de autonomia e os valores constitutivos utilizados na argumentação dos ministros se mostraram insuficientes para enfrentar o dilema de agência em jogo, posto que não se desvencilharam do conceito liberal tradicional de autonomia. Pesquisa desenvolvida junto como trabalho de conclusão de curso, requisito para a obtenção do título de Bacharela em Direito pela FGV Direito SP. Orientação de Catarina Helena Cortada Barbieri e de Maria Cecilia de Araújo Asperti. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Aline Herscovici - Coordenador.

  • 2017 - 2018

    Teorias feministas e o dilema de agência, Descrição: O trabalho mapeia e sistematiza o debate feminista estadunidense sobre o dilema de agência ? uma ambivalência teórica na forma de retratar as mulheres enquanto sujeitos, transitando entre vítima e agente, a depender da avaliação que se faz do exercício da autonomia em contextos de opressão. A revisão bibliográfica realizada foi direcionada por teóricas, selecionadas em função da relevância de sua interlocução ao debate. A investigação do referido debate levou a uma meta-reflexão sobre as limitações e as contribuições das diferentes formas de mapeamento do dilema de agência. Nessa toada, encontrou-se uma frutífera pauta de pesquisa para o Direito: investigar a riqueza e as nuances, bem como atualizar e refinar as reflexões teóricas das reconstruções do conceito liberal tradicional de autonomia ? reunidas pelo termo generalista de ?autonomia relacional? ? produzidas por filósofos liberais, a partir da incorporação de diversas críticas feministas. Pesquisa desenvolvida junto ao Programa de Iniciação Científica da FGV Direito SP no período 2017/2018, sob a orientação de Catarina Helena Cortada Barbieri.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Aline Herscovici - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2023 - Atual

FGV Direito SP

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária de mestrado, Carga horária: 20

Outras informações:
Assistente da Coordenadoria do Mestrado Profissional da FGV Direito SP. Atividades: - Apoio à prestação de contas ao órgão regulador; - Apoio à estratégia de publicação; - Apoio à gestão escolar; e - Apoio às avaliações internas.

2023 - 2023

FGV Direito SP

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Tutora para o Exame da OAB, Carga horária: 7

Outras informações:
Suporte metodológico individualizado de estudos preparatórios para o Exame da OAB a alunas(os) da graduação da FGV Direito SP.

2019 - 2020

FGV Direito SP

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 40

Outras informações:
Pesquisadora do projeto Democracia e representação nas eleições 2018: campanhas eleitorais, financiamento e diversidade de gênero, coordenado por Luciana de Oliveira Ramos e Catarina Helena Cortada Barbieri. Foi uma pesquisa coletiva que investigou como as regras formais e informais do jogo político-eleitoral impactam a inserção de mulheres na política institucional brasileira, a partir do estudo das cotas de candidaturas por gênero, das normas de financiamento eleitoral, do uso de redes sociais em campanhas eleitorais e das trajetórias políticas de deputadas e deputados federais. Dessas diversas frentes de trabalho, fiquei responsável pela metodologia, coleta de dados e análises qualitativas (i) da trajetória e capitais políticos de deputadas e deputados eleitos em 2014 e 2018 e (ii) do tratamento jurisprudencial da justiça eleitoral em relação às cotas eleitorais de gênero (art. 10, 3o da Lei no 9.504/97). Resultaram da pesquisa o livro que escrevemos em coautoria ?Candidatas em Jogo: um estudo sobre os impactos das regras eleitorais na inserção de mulheres na política? e três vídeos animados divulgando alguns dos principais achados de pesquisa para o público leigo.

2019 - 2019

FGV Direito SP

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiária acadêmica, Carga horária: 20

Outras informações:
Estagiária acadêmica da Fundação Getulio Vargas, em suporte ao Professor Doutor Ronaldo Porto Macedo Júnior. - Auxiliar na revisão e tradução de artigos acadêmicos; - Monitora da disciplina eletiva de graduação Teoria e Temas de Liberdade de Expressão - organização administrativa, preparação de material didático e correção de atividades semanais; - Pesquisadora da Plataforma de Liberdade de Expressão e Democracia - PLED da FGV Direito SP, coordenada por Clarissa Piterman Gross.

2019 - 2019

FGV Direito SP

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Monitora de graduação, Carga horária: 4

Outras informações:
Monitora voluntária da disciplina de graduação Ética e Filosofia Política, ministrada pela Professora Doutora Catarina Helena Cortada Barbieri, na FGV Direito SP.

2019 - 2019

FGV Direito SP

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntária de pesquisa, Carga horária: 10

Outras informações:
Pesquisadora voluntária do projeto Democracia e Representação nas Eleições 2018: campanhas eleitorais, financiamento e diversidade de gênero, da FGV Direito SP, coordenado por Catarina Helena Cortada Barbieri e Luciana de Oliveira Ramos. - Coleta de dados da trajetória e do capital políticos dos deputados federais homens eleitos nas eleições 2014 e 2018.

2018 - 2018

FGV Direito SP

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntária de pesquisa, Carga horária: 10

Outras informações:
Pesquisadora voluntária do projeto Democracia e Representação nas Eleições 2018: campanhas eleitorais, financiamento e diversidade de gênero, da FGV Direito SP, coordenado por Catarina Helena Cortada Barbieri e Luciana de Oliveira Ramos. - Coleta de dados. Monitoramento semanal de redes sociais de trinta candidatas ao cargo de deputada federal por SP nas eleições de 2018.

2017 - 2018

FGV Direito SP

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Programa de Iniciação Científica 2017-2018 da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (PIC - DIREITO SP). Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

2021 - 2022

Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo

Vínculo: Prestação de serviço, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 30

Outras informações:
Pesquisadora do projeto "Liberdade de Expressão e Internet", em que investigamos as diferentes justificativas filosóficas da liberdade de expressão, suas críticas e implicações práticas, a fim de promover um aparato conceitual robusto, apto fornecer critérios mais claros para a aplicação desse direito pelo sistema de justiça brasileiro e enfrentar os novos desafios inaugurados pela migração do debate público para a infraestrutura da Internet, como o controle de conteúdo em plataformas digitais, fake news, discurso de ódio etc. Em especial, mapeamos três linhas de justificativa: (i) aquela que se baseia na busca pela verdade, cuja principal referência é John Stuart Mill; (ii) a que se baseia na qualidade do debate público, cujo principal representante é Owen Fiss; e (iii) outra que se baseia na autonomia do sujeito, como defendem Ronald Dworkin, Edwin C. Baker e outros.

2020 - 2021

Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa

Vínculo: Pesquisadora, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 30

Outras informações:
Pesquisadora do projeto "Defendendo o Brasil do Tecnoautoritarismo: uma proposta de advocacy estratégico e litígio de impacto". Atuei no braço acadêmico do projeto, em que analisamos argumentos jurídicos sobre tecnoautoritarismo no Supremo Tribunal Federal, mais especificamente, como foram tratados casos de compartilhamento de dados pessoais no âmbito da Administração Pública encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (a saber, ADPF 695 - Caso Denatran; ADPF 722 - Caso Dossiê Antifascista; e ADI 6529 - Caso Abin). Essas reflexões também ajudaram na nossa elaboração do Amicus Curiae para a ADI 6.649 (Cadastro Base do Cidadão) no STF. Outro braço de trabalho foi sobre o conceito de autodeterminação informativa. Partindo do diagnóstico de uma falta de clareza e rigor acadêmico sobre o termo, fizemos uma leitura estrutural da decisão do Tribunal Constitucional Federal alemão sobre a constitucionalidade da Lei do Censo de 1983, que cunhou tal direito, com o intuito de mostrar a estrutura normativa da decisão, esclarecendo o conceito original e apontando também suas fragilidades e limitações. Durante minha atuação na equipe do Data Privacy, participei, ainda, de uma iniciativa que chamamos de "Vozes da Privacidade": entrevistamos algumas das grandes referências estrangeiras do campo de estudos sobre privacidade (nomes como Anita Allen, Julie Cohen e Helen Nissenbaum) para produzir em português um material que as apresentasse ao público brasileiro.

2020 - 2021

Morais Andrade Advogados

Vínculo: Freelance, Enquadramento Funcional: Coordenadora de pesquisa, Carga horária: 10

Outras informações:
Coordenadora de pesquisa do projeto "Sanções ODC", da Morais Andrade Advogados, o qual buscou compreender como os tribunais brasileiros decidem casos em que se alega nulidade das multas aplicadas pelos órgãos de defesa do consumidor.