Giovana Mancilla Pivato
Sou médica veterinária, graduada pela Universidade Federal de Pelotas (2021), e detenho mestrado em clínica médica (2022). Atualmente, encontro-me matriculada no Programa de Pós-Graduação em Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (2023-atual).Minha trajetória profissional abrange áreas da medicina veterinária, com ênfase em Clínica Médica, Reprodução, Etologia e Boas Práticas de Manejo. Meus esforços em ensino, pesquisa e extensão têm-se concentrado em temas como Bem-Estar de Animais de Fazenda, Trabalho Assistido com Equídeos e Saúde Única.Atualmente, dedico-me a projetos de pesquisa voltados para a análise e manejo da dor em animais de fazenda, empregando técnicas avançadas de análise de dados para aprimorar escalas de dor existentes.
Informações coletadas do Lattes em 05/05/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Programa de Pós-graduação em Anestesiologia
2022 - Atual
Faculdade de Medicina - UNESP - Botucatu
Título: A aplicação da inteligência artificial na avaliação da dor em suínos
Pedro Henrique Esteves Trindade. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Mestrado em Veterinária
2021 - 2022
Universidade Federal de Pelotas
Título: Comportamentos sexuais e produção espermática em garanhões da raça Crioula em regime de coleta controlada, Ano de Obtenção: 2022
Orientador: Carlos Eduardo Wayne Nogueira
Coorientador: Bruna da Rosa Curcio. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Formação complementar
2023 -
Escrita científica. (Carga horária: 120h). , Instituto Gilson Volpato de Educação Científica, IVGVEC, Brasil.
2023 - 2023
Equitação Lúdica. (Carga horária: 80h). , ABRE - Serviços Assistidos com Equídeos, ABRE, Brasil.
2022 - 2023
A Ciência na parceria ser humano-equino. (Carga horária: 120h). , ABRE - Serviços Assistidos com Equídeos, ABRE, Brasil.
2022 - 2022
Encontro Internacional de Resgate Técnico de Equídeos. (Carga horária: 40h). , Universidade de Sorocaba, UNISO, Brasil.
2022 - 2022
Avaliação Gastrointestinal do Cavalo com Cólica. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2021 - 2021
1° Webconferência da ABRAVEQ (ao vivo). (Carga horária: 120h). , Associação Brasileira dos Médicos Veterinários de Eqüídeos, ABRAVEQ, Brasil.
2020 - 2020
LÍNGUA INGLESA: BASIC REVIEW. (Carga horária: 3h). , Fundação Bradesco, BRADESCO, Brasil.
2020 - 2020
Introdução ao Bem-Estar animal.. (Carga horária: 8h). , Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, IICA, Brasil.
2020 - 2020
Basic Biosecurity for Equine Events. (Carga horária: 20h). , Fédération Equestre Internationale, FEI, Suiça.
2020 - 2020
Boas Práticas na Equideocultura. (Carga horária: 8h). , Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, IICA, Brasil.
2018 - 2018
Obstetrícia e Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2017 - 2017
II Curso Teórico Prático em Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2017 - 2017
Curso Teórico e Prático de Casqueamento e Ferrajamento Equino. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Boas Práticas de Manejo.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Etologia e Bem-estar Animal.
Organização de eventos
PIVATO, G. M. . XXII - Conferência Anual - Abraveq 2022. 2022. (Congresso).
PIVATO, G. M. . First Pro-ISER: Lecture Series in Equine Reproduction. 2020. (Congresso).
PIVATO, G. M. . I WEBINAR CLINEQ EM NEONATOLOGIA EQUINA. 2020. (Outro).
PIVATO, G. M. . Boas práticas na equideocultura. 2019. (Outro).
PIVATO, G. M. . Curso Teórico/Prático de Casqueamento e Ferrageamento Equino. 2017. (Outro).
Participação em eventos
EQUUSO 2020 - 1 semestre. 2020. (Seminário).
First Pro-ISER Lecture Series in Equine Reproduction. 2020.. 2020. (Congresso).
II SIMEQUI ONLINE. 2020. (Seminário).
I Jornada de Bem-estar Animal. 2020. (Encontro).
I Webinar ClinEq em Neonatologia Equina.. 2020. (Outra).
Simpósio de Reprodução Equina. 2020. (Simpósio).
XXIX Congresso de Iniciação científica. UTILIZAÇÃO DE CACHIMBO EM EQUINOS DA RAÇA CRIOULA DA REGIÃO SUL DO BRASIL. 2020. (Congresso).
5 Semana Integrada de Inovação Ensino e Pesquisa - UFPEL.PESO, VOLUME E DENSIDADE DO COXIM DIGITAL DE EQUINOS. 2019. (Outra).
33 Semana Acadêmica da Medicina Veterinária. 2018. (Congresso).
Primeiro Encontro de Equinos da Região Sul. 2018. (Encontro).
XXVI Congresso de Iniciação Científica, da III Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão. "EMPIEMA DE BOLSA GUTURAL COM PRESENÇA DE CONDROIDES EM EQUINOS: RELATO DE CASO". 2017. (Congresso).
32 Semana Acadêmica da Veterinária - UFPel. 2016. (Seminário).
Produções bibliográficas
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SILVA, MARGARIDA AIRES DA ; PIVATO, GIOVANA MANCILLA ; EDUARDO NETO, MARCOS ; MOARES, BRUNA DOS SANTOS SUÑE ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; STELMACH, LENARA LAMAS ; FAVARETTO, PAULO EDUARDO ; BANDEIRA, CARLOS ALBERTO PUPPER . Atividade Assistida por Equinos em pacientes com transtornos mentais: Implementação de projeto piloto em Unidade Básica de Saúde em Pelotas - RS. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e7410615058, 2021.
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SCHEFFER DEL PINO, TAÍS ; DA ROSA CURCIO, BRUNA ; PIVATO, GIOVANA ; AIRES DA SILVA, MARGARIDA ; CASTRO DA SILVA, GABRIELA ; PATTEN, RUTH ; WAYNE NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO . Ação de capacitação de boas práticas de manejo e bem-estar animal aos profissionais do Turfe do Jockey Club de Pelotas. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e56010615996, 2021.
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MAZZO, HORTENCIA CAMPOS ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; NORONHA, HENRIQUE DO REIS ; PATTEN, RUTH DUNFORD ; PIVATO, GIOVANA MANCILLA ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . AÇÃO DE TREINAMENTO ESPECIALIZADO PARA APREENSÃO SEGURA DE EQUINOS EM RODOVIAS. EXPRESSA EXTENSÃO , v. 25, p. 274-282, 2020.
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NORONHA, H. R. ; MAZZO, H. C. ; PIVATO, G. M. ; PATTEN, R. D. ; CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA . Utilização do cachimbo e Similares na Contenção de Equinos: Uma Revisão Crítica. InfoEquestre , v. V.5, p. N.202(2020), 2020.
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PIVATO, G. M. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Abordagem clínico cirúrgica de intussuscepção ceco cólica em Mini Horse. In: XXII - Conferencia anual ABRVEQ 2022, 2022, Campinas. Clínica Médica, 2022.
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PIVATO, G. M. ; MAZZO, H. C. ; NORONHA, H. R. ; CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA . UTILIZAÇÃO DE CACHIMBO EM EQUINOS DA RAÇA CRIOULA DA REGIÃO SUL DO BRASIL. In: XXIX Congresso de Iniciação Científica, 2020. XXIX Congresso de Iniciação Científica, 2020.
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PIVATO, G. M. ; CAVALCANTE, D. H. V. ; SOUZA, H. S. ; PIZZA, N. ; MARTINS, G. L. ; MARTINS, C. . PESO, VOLUME E DENSIDADE DO COXIM DIGITAL DE EQUINOS. In: XXIVIII Congresso de Iniciação Científica, 2019. XXIVIII Congresso de Iniciação Científica, 2019.
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PIVATO, G. M. ; CAVALCANTE, D. H. V. ; KASTER, E. ; QUEIROZ, M. ; MARTINS, C. . GRUPO DE ESTUDO EM ORTOPEDIA EQUINA. In: 18 Mostra da Produção Universitária, 2019. 18 Mostra da Produção Universitária, 2019.
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PIVATO, G. M. ; JÚLIA DE SOUZA SILVEIRA ; CAROLINE QUINTANA BRAGA ; CRISTIANE TELLES BAPTISTA ; CAROLINA LITCHINA BRASIL ; PEREIRA, D.I.B. . Atividade anti-Pythium insidiosum do óleo essencial de Melaleuca alternifolia e de seu composto majoritário terpineol. In: XXVII Congresso de Iniciação Científica, 2018. XXVII Congresso de Iniciação Científica, 2018.
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PIVATO, G. M. ; MOUSQUER, M. A. ; RAFAEL, L. A. ; SOUZA, L. S. ; SOUZA, R. P. ; CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA . EMPIEMA DE BOLSA GUTURAL COM PRESENÇA DE CONDROIDES EM EQUINOS: RELATO DE CASO. In: XXVI Congresso de Iniciação Científica, 2017. XXVI Congresso de Iniciação Científica, 2017.
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PIVATO, G. M. ; MAZZO, H. C. ; NORONHA, H. R. ; CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA . UTILIZAÇÃO DE CACHIMBO EM EQUINOS DA RAÇA CRIOULA DA REGIÃO SUL DO BRASIL. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIVATO, G. M. ; CAVALCANTE, D. H. V. ; SOUZA, H. S. ; PIZZA, N. ; MARTINS, G. L. ; MARTINS, C. . Peso, volume e densidade do coxim digital de equinos. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIVATO, G. M. ; CAVALCANTE, D. H. V. ; KASTER, E. ; QUEIROZ, M. ; MARTINS, C. . Grupo de estudo em ortopedia equina. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIVATO, G. M. ; DANIELA ISABEL BRAYER PEREIRA . Atividade anti-Pythium insidiosum do óleo essencial de Melaleuca alternifolia e de seu composto majoritário terpineol. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIVATO, G. M. ; CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA . Empiema de bolsa gutural, com presença de condróide, em equino: Relato de Caso. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIVATO, G. M. ; NORONHA, H. R. ; PATTEN, R. D. ; MAZZO, H. C. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; CURCIO, BRUNA DA ROSA . Manual de boas práticas de manejo com equinos 2022 (E-book).
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NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; NORONHA, H. R. ; PIVATO, G. M. . Manual Técnico para as entidades turfísticas - Vol. 1 (boas práticas para uma boa alimentação). MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, 2022 (E-book).
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PIVATO, G. M. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; NORONHA, H. R. . Manual Técnico para as entidades turfísticas - Vol. 2 (boas práticas para uma boa saúde). MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, 2022 (E-book).
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PIVATO, G. M. ; NORONHA, H. R. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Manual Técnico para as entidades turfísticas - Vol. 4 (boas práticas para um bom comportamento). MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, 2022 (E-book).
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PIVATO, G. M. ; NORONHA, H. R. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Manual Técnico para as entidades turfísticas - Vol. 5 (plano de boas práticas para entidades turfísticas). MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, 2022 (E-book).
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PIVATO, G. M. ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; NORONHA, H. R. . Manual Técnico para as entidades turfísticas - Vol. 3 boas práticas para uma bom alojamento). MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, 2022 (E-book).
Outras produções
NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE ; NORONHA, H. R. ; PIVATO, G. M. . Curso online boas práticas para entidades turfísticas. 2022. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Víeo Aulas).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
Concentração Plasmática de Neuroesteróides em Potros com Síndrome de Mau Ajustamento neonatal submetidos a técnica de Squeeze, Descrição: A síndrome do mau ajustamento neonatal (SMN) é o distúrbio neurológico mais comum em potros nas primeiras 72 horas de vida (ALEMAN et al., 2019) e está associado a altos custos com hospitalização. Os potros apresentam alterações de comportamento e estado de consciência do ambiente, como falta de afinidade e ligação com a égua, sono alterado (ALEMAN et al, 2017, NOGUEIRA & LINS, 2009), semelhante a alguns sintomas observados em crianças com autismo. Uma possível conexão entre estes distúrbios têm sido explorada com base em comparações atuais sobre o envolvimento do desequilíbrio de neuroesteróides em distúrbios psiquiátricos comportamentais e cognitivos em humanos, e descobertas recentes da persistência de altas concentrações destes hormônios, que são neuromoduladores in útero, no período pós nascimento em potros com SMN (ALEMAN et al., 2017; TORÍBIO, 2019). Acredita-se que os neuroesteróides sejam parcialmente responsáveis por manter o feto equino no ambiente uterino em um estado reduzido de consciência semelhante ao sono, o que seria importante para evitar lesões do útero, cérvix e tecidos vaginais durante a gestação e periparto. No entanto, uma rápida transição destes efeitos neurológicos para um estado de consciência alerta e ativo deve ocorrer rapidamente após o nascimento para aumentar a chance de sobrevivência, pois qualquer deficiência ou atraso pode resultar em problemas relacionados à ingestão inadequada de colostro, causando depleção de energia e fraqueza, hipotermia, falha na transferência passiva de imunoglobulina, infecção e morte (ALEMAN et al, 2017). A sinalização para esta transição parece envolver processos neuroativos acionados pela compressão física do corpo do neonato durante a passagem pelo canal do parto. Essa suposta associação pode ser apoiada pela observação de que a SMN aparece com mais frequência em potros que nascem por cesárea ou que tiveram um parto extremamente rápido, não sofrendo pressão significativa para desencadear a mudança nos neuroesteróides. Diante da hipótese que a compressão sofrida pelo neonato durante a passagem no canal do parto seja responsável pela diminuição dos neuroesteróides, uma técnica denominada manobra de Squeeze foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Davis, baseada na teoria da exterogestação em humanos, realizada principalmente com bebês prematuros. Além disso, o contato corporal da mãe com o bebê reproduz condições uterinas que estimulam o declínio pós natal natural dos neuroesteróides, que por sua vez, promovem a adaptação à vida extrauterina, especialmente em neonatos nascidos por cesárea, os quais demonstram declínio mais lento destes hormônios (MCCALLIE., 2017). A manobra de Squeeze consiste em envolver o tórax do potro de uma maneira específica com uma corda e exercer pressão moderada por 20 minutos, mimetizando a pressão exercida sobre o feto no canal do parto. Potros com SMN submetidos à manobra desenvolvem um estado de sonolência, semelhante à condição uterina durante a compressão no canal do parto, e subsequentemente, uma resposta rápida após a descompressão, com estado de consciência alerta e ativo. Recentemente, a técnica foi reproduzida bezerros nascidos por cesárea (STIWELL et al, 2019) e cordeiros que resultaram redução no tempo para ficar em pé, para procurar o úbere e para mamar (FLORA et al, 2021).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Integrante / NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE - Coordenador.
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2022 - Atual
Efeito da administração de omeprazol associado a anti-inflamatório não esteroidal em equinos, Descrição: O estômago dos equinos têm particularidades anatômicas e fisiológicas que combinadas com fatores predisponentes, facilitam a ocorrência de gastropatias. Os mecanismos de lesão na mucosa gástrica iniciam basicamente pelo desequilíbrio entre os fatores protetivos intrínsecos (prostaglandinas, secreção de muco, irrigação sanguínea) e os fatores agressivos intrínsecos, como a produção de ácido clorídrico, que altera os mecanismos de defesa da mucosa gástrica, resultando em inflamação, erosão e formação de úlceras (RANZALES & ALVES, 2013). Estresse, alterações na dieta, exercício e uso de anti-inflamatórios não esterioidais (AINES) estão associadas ao aparecimento dessas lesões (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Na rotina clínica, medicamentos AINES estão entre os fármacos mais utilizados em uma variedade de doenças agudas ou crônicas, pelas suas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e antiendotóxicas que resultam da inibição da enzima ciclooxigenase (COX). No entanto, o bloqueio dessa enzima inibe a síntese de prostaglandina que resulta na diminuição do fluxo sanguíneo da mucosa, diminuição da produção de muco e aumento da secreção ácido clorídrico, induzindo úlcera gástrica em várias espécies, especialmente quando usados em altas doses ou por períodos prolongados (PEDERSEN et al., 2017; BUCHANAN & ANDREWS, 2013). A gastroscopia é o único método atualmente disponível para diagnóstico definitivo de úlcera gástrica e o tratamento farmacológico é baseado principalmente no uso de inibidores de bomba de prótons, representado pelo omeprazol (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Mais recentemente, estudos demonstraram que a administração concomitante de omeprazol aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal induzida por fenilbutazona em relação a administração de fenilbutazona isolada (Ricord et al., 2020). Além disso, em humanos, o tratamento com inibidores de bomba de prótons estra associado a mudanças na microbiota intestinal e aumento do risco de infecções entéricas por Clostridioides difficile, Salmonella spp. , Shiguella ou Campylobacter spp (IMHANN et al., 2016). Em cavalos as informações sobre esse efeito ainda são escassas. Cerri e colaboradores em 2021 observaram que a administração de omeprazol em equinos durante 7 dias consecutivos não induziu mudanças significativas na composição da microbiota fecal ou glandular gástrica, no entanto, certos gêneros microbianos tornaram-se mais predominantes na mucosa gástrica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Integrante / MARGARIDA AIRES DA SILVA - Integrante / NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE - Coordenador.
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2022 - Atual
Avaliação do comportamento e qualidade seminal de garanhões da raça Crioula em regime de coleta controlada, Descrição: Em condições naturais os garanhões obtêm um harém mesmo sendo jovens associados com fêmeas jovens, assim a produtividade de um rebanho ou uma manada está associada à sua eficiência reprodutiva. Contudo, estudos sobre o comportamento, principalmente dos machos, ajudam a verificar os erros cometidos no processo de acasalamento. Estima-se que 25% dos reprodutores passam por algum tipo de experiência que acarreta problemas no comportamento sexual, limitando a sua fertilidade (McDONNELL, 1986). O papel do macho, sua conduta sexual, bem como sua interação com a fêmea e com o meio em que vivem são pontos importantes a serem avaliados. Nos trabalhos realizados sobre comportamento equino observou-se que o comportamento dos selvagens é semelhante ao dos domésticos (FREITAS, 2005). Contudo, nota-se alterações na libido de garanhões quando comparado, na mesma frequência de monta, os de vida livre em manada e os coletados de maneira artificial (FREITAS,2005). O garanhão interage com a fêmea sexualmente ativa ou com as suas excreções durante dias, antes que a cópula realmente aconteça. No início do estro, por seu comportamento ambivalente, ela se mostra interessada pelo garanhão quando ele está afastado, mas quando se aproxima, torna-se agressiva ou não receptiva. Geralmente, o garanhão consegue a monta quando empina, mas pode ser acompanhada por uma monta lateral com um ajuste posterior para a posição empinada. Este último procedimento é mais comum em garanhões jovens ou inexperientes. Após a monta, o macho abraça as tuberosidades ilíacas com seus membros anteriores e com a cabeça segura a égua mordendo a crina. Nas montas com ereção, o pênis é exposto e, gradualmente, se torna rígido. Normalmente esse tipo de monta leva à inserção e ejaculação. A inserção ocorre após um ou mais atos de procura e a ejaculação é obtida após várias arremetidas intravaginais profundas. Indícios da ejaculação incluem contrações rítmicas dos músculos dos membros posteriores, aumentando a taxa respiratória, abaixamento da cabeça contra a crina da égua e o característico balanço rítmico da cauda. Ao finalizar a ejaculação, o garanhão exibe um relaxamento dos músculos faciais e abaixamento das orelhas. A desmonta ocorre logo após, sendo facilitada pela égua dando uns passos para frente. Respostas pós-copulatórias incluem: cheirar o ejaculado ou secreções urovaginais da égua, seguido de flehmen, ou mesmo urinar ou defecar sobre estas (McDONNELL, 1992). A interação copulatória, dura menos tempo que a pré-copulatória. O período refratário, ou seja, quando perde o interesse pela fêmea, pode durar pouco tempo. Apesar dos pontos etológicos descritos sobre os garanhões aqui apresentados, estudos que relatam a normalidade de comportamentos na sala de coleta, utilizando manequins artificiais e éguas em cio para rufiação são escassos. Não se pode, atualmente portanto, definir quais são os comportamentos esperados como padrão de garanhões crioulos durante a monta e muito menos correlacionar os mesmos com suas características seminais. Assim, o objetivo do presente trabalho é avaliar o comportamento sexual e qualidade seminal de garanhões da raça crioula submetidos a regime de coleta em manequim e vagina artificiais. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Integrante / NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE - Coordenador.
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2020 - Atual
Acompanhamento gestacional, obstétrico e neonatal na raça Crioula, Descrição: A indústria equina exerce mundialmente um importante papel como fonte geradora de renda e empregos. O Brasil possui o 3º maior rebanho equino do mundo, perdendo em quantidade apenas para a China (1º) e México (2º). O rebanho efetivo brasileiro é de aproximadamente 8,5 milhões de equinos e 1,2 milhões de muares e jumentos. Este segmento agropecuário é responsável pela geração de 1,2 milhões de empregos, mobilizando cerca de 7,3 bilhões de reais ao ano, ocupando posição de destaque na economia nacional. Dentre as raças nacionais, a Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América adquiriram características únicas e após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. A população de equinos da raça Crioula é expressiva na região Sul do Brasil, tendo 28 mil novos animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) somente no ano de 2014. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. A rusticidade que o cavalo Crioulo adquiriu através de privações alimentares e intempéries climáticas no passado permitiu que hoje a raça se destacasse pela resistência e boa conversão alimentar. Adicional a isto, a dieta preconizada atualmente pelos criadores, de alto valor nutricional, garante um padrão arredondado e com depósito de gordura acentuado, que se estende também aos animais destinados a reprodução. Esse manejo pode ser prejudicial em éguas gestantes, pois predispõe a distúrbios metabólicos e obesidade. Além disso, a condição corporal da gestante pode influenciar diretamente na eficiência reprodutiva e complicações no parto e pós-parto (Fradinho, 2014). A crescente valorização do mercado de equinos da raça Crioula estimula a realização de pesquisas acerca das características reprodutivas, pois apesar do crescimento da utilização das biotécnicas de reprodução, ainda são poucos os estudos referentes ao acompanhamento gestacional, obstetricia e neonatologia. Dessa forma, o presente estudo visa o acompanhamento gestacional intensivo, levando a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento neonatal, bem como o acompanhamento do desenvolvimento dos produtos provenientes dessas éguas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Coordenador.
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2018 - 2020
Doxiciclina na gestação equina: farmacocinética, distribuição em fluídos maternos e impacto neonatal, Descrição: As tetraciclinas foram os primeiros antibacterianos de amplo espectro descritos, tendo eficácia contra bactérias gram-positivas, gram-negativas, clamídias, micoplasmas, rickettsias e alguns protozoários. É a classe de antibacterianos mais utilizada na medicina veterinária, sendo rotineiramente empregadas na produção animal. Além da atividade antibacteriana, outras propriedades das tetraciclinas vem sendo estudadas. Em menor ou maior grau, a depender do efeito estudado, as moléculas desta classe apresentam ação anti-inflamatória e de inibição da lipase, colagenase, apoptose e angiogênese, além de outras funções. Na medicina humana há evidencias que este fármaco pode ser utilizado com segurança em mulheres gestantes e seus neonatos (CROSS et al., 2016). Em equinos, existem poucos estudos avaliando o uso de antibacterianos durante a gestação. Com relação à doxiciclina, bem como qualquer outra tetraciclina, as informações são restritas sobre a utilização em éguas gestantes. Com isso, o estudo da farmacocinética da doxiciclina em éguas gestantes é relevante para a utilização clínica segura. Além disso, com este estudo será possível avaliar a dose utilizada para éguas gestantes e a distribuição do fármaco nos fluídos maternos e impacto no potro neonato.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Coordenador / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante.
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2018 - 2020
Dosagem de hemoglobina fetal em potros neonatos, Descrição: A hemoglobina é um complexo proteico de 64kDa que contem ferro e porfirina. Ocupa um papel central na fisiologia do organismo por se ligar e transportar oxigênio para todo o corpo. Variações nas cadeias polipeptídicas determinam o tipo de hemoglobina em animais adultos. Em equinos, são observados três fenótipos desta proteína: A, B e AB. Nem todos os mamíferos produzem hemoglobina fetal ? roedores e carnívoros, por exemplo, não as possuem. Aqueles que as possuem nascem com uma mistura de hemoglobina fetal e adulta, sendo que ao nascimento a fetal é a mais prevalente. Em humanos, tem-se investigado a utilização deste tipo de hemoglobina como terapia adjuvante no tratamento de certas hemoglobinopatias, como as thalassemias. Sabe-se que indivíduos com persistência hereditária da hemoglobina fetal demonstram curso clínico mais brando e, pensando nisso, tem-se buscado formas de reativar a síntese dessa hemoglobina em portadores de certos tipos de thalassemias. Em equinos, há certa controvérsia quanto a existência da hemoglobina fetal. Estudos mais antigos não observaram a presença deste tipo de hemoglobina, porém alguns trabalhos mais recentes discorrem sobre sua presença e papel durante o período de adaptação do neonato equino à vida extrauterina. O presente estudo tem como objetivo verificar a existência da hemoglobina fetal em equinos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Coordenador / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante.
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2018 - 2020
Avaliação da fermentação anaeróbica (silagem) de colostro equino e bovino, Descrição: SUBPROJETO I: A fermentação e acondicionamento anaeróbio do colostro equino surgem, como uma opção de uso para manutenção da concentração de imunoglobulinas, sem necessidade de resfriamento e com resultados promissores já estudados em bovinos. Em 2008, Saalfeld desenvolveu a silagem de colostro em bovinos como forma de aproveitamento do excesso de colostro produzido nas propriedades rurais, resolvendo problemas citados na literatura em relação à conservação, armazenamento e qualidade do colostro. Foi comprovado que a silagem de colostro bovino mantém as características físico-químicas do colostro in natura, bem como mantém a presença de micro-organismos e de outros constituintes colostrais, como proteínas, imunoglobulinas. Entretanto, inexiste a descrição da silagem de colostro para espécie equina. SUBPROJETO II:A produção atual de colostro bovino no Brasil alcança 1,9 bilhão de litros, dos quais metade alimenta os bezerros e a outra metade é desprezada. Segundo Saalfeld (2008) a utilização da silagem de colostro bovino como substituto do leite na alimentação de terneiras proporciona ao produtor de leite uma economia por animal criado de 200 litros de leite em média, que representam para o produtor o lucro da venda de 1.200 litros do produto.Tendo em vista a importância da utilização da silagem de colostro bovino na alimentação animal e a permissão do uso do colostro bovino para alimentação, entende-se que pesquisas com colostro bovino é extremamente relevante para elucidar e difundir os benefícios desse produto como alimento. o colostro bovino fermentado anaerobicamente (silagem do colostro) manteve as características físico-químicas e outros constituintes do colostro in natura, bem como a concentração de imunoglobulinas sendo desta forma, considerado um alimento adequado à alimentação animal. Adicionalmente, a avaliação microbiológica do produto revelou que após 21 dias de fermentação, bactérias de interesse na saúde animal não foram mais detectadas, restando viáveis apenas bactérias ácido láticas (BAL) incluindo os gêneros Lactobacillus spp. e Enterococcus spp. com provável potencial probiótico. Todavia, esses estudos não avaliaram as propriedades probióticas desses micro-organismos e pesquisas são necessárias para comprovar a atividade probiótica. O objetivo é avaliar a atividade probiótica e capacidade de imunomodulação in vitro, in vivo e ex vivo de bactérias ácido láticas (BAL) oriundas de colostro bovino anaerobicamente fermentado.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Coordenador / DANIELA ISABEL BRAYER PEREIRA - Integrante.
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2018 - Atual
Avaliação da presença de Pythium insidiosum em imaturos e adultos de Culex quinquefasciatus, Descrição: Pythium insidiosum é um importante oomiceto patógeno de mamíferos que causa a pitiose, uma doença grave, de rápida evolução e difícil tratamento, endêmica em regiões de clima quente. A enfermidade é descrita em vários Países, sendo frequente em humanos na Tailândia e equinos no Brasil. Em seu ciclo biológico, P. insidiosum utiliza plantas aquáticas para desenvolvimento e reprodução assexuada produzindo zoósporos infectantes, que são liberados nas águas. Relatos prévios apontam a recuperação de P. insidiosum de larvas de Culex quinquefasciatus na Índia e de larvas de Aedes aegypti no Brasil. Estes relatos sugerem que este oomiceto apresenta afinidade por hospedeiros invertebrados, podendo utilizar larvas de mosquitos para completar seu ciclo de vida e expandir seu nicho ecológico. Na pitiose em animais, comumente observa-se que as lesões cutâneas nas espécies afetadas ocorrem em regiões que estão em maior contato com a água; todavia, relatos de infecção em animais e humanos sem histórico de contato com ambientes aquáticos, induzem a questionamentos a respeito da presença de outras fontes de infecção, incluindo os culícideos como uma provável fonte de infeção. Considerando que Culex quinquefasciatus tem ampla distribuição no RS, que suas larvas são aquáticas e compartilham o mesmo nicho ecológico com P. insidiosum, torna-se relevante estudar a participação destes insetos na epidemiologia da pitiose, bem como no ciclo biológico de P. insidiosum. Desta forma, elaborou-se o presente estudo que busca averiguar in vitro e no ambiente se larvas de C. quinquefasciatus em seus diferentes estágios podem ser infectadas com zoósporos de P. insidiosum, bem como se o oomiceto está presente na fase adulta do mosquito. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Coordenador / DANIELA ISABEL BRAYER PEREIRA - Integrante.
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2017 - Atual
Aplicação de óleos essenciais de plantas medicinais como estratégias terapêuticas para controle da pitiose experimental, Descrição: Pythium insidiosum é o agente etiológico da pitiose, uma importante enfermidade que acomete humanos e animais, principalmente equinos e caninos. O tratamento da doença é difícil pelas peculiaridades do micro-organismo, especialmente pela ausência de ergosterol na membrana plasmática, componente alvo de ação da maioria das drogas antifúngicas. A fitoterapia tem sido alvo de diversas investigações científicas em função das propriedades farmacológicas das plantas medicinais, sobretudo devido as suas propriedades antioxidantes e antimicrobianas. Estudos avaliando a ação antimicrobiana de vários óleos essenciais e extratos de plantas têm evidenciado boa atividade contra Pythium spp. Considerando-se a eficácia in vitro dos óleos essenciais e dos extratos de plantas medicinais como agentes antimicrobianos, elaborou-se a presente proposta a fim de avaliar a suscetibilidade in vitro e in vivo do oomiceto P. insidiosum aos óleos essenciais e extratos de plantas comumente utilizadas na medicina popular. A importância econômica, as dificuldades encontradas para o tratamento e controle da pitiose em medicina veterinária, aliadas à necessidade de encontrar novas alternativas de tratamento mais eficazes e ambientalmente comprometidas, impulsionam e justificam o presente projeto, visando contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do País. O projeto envolve o desenvolvimento de testes de suscetibilidade in vitro de isolados brasileiros de P. insidiosum frente aos óleos essenciais de diferentes plantas das famílias: Lamiaceae, Myrtaceae, Eucalypteae e Cardiopteridaceae, individualizados e em suas associações. Baseado nos resultados dos testes in vitro, serão realizados testes in vivo para verificar os óleos essenciais com melhor eficácia para o tratamento da pitiose experimental em coelhos. Entende-se que esta proposta apresenta caráter inovador, uma vez que estudos de novos compostos de origem natural com ação antimicrobiana frente ao oomiceto patogênico P. insidiosum são escassos; contudo são imprescindíveis para incrementar as possibilidades terapêuticas e impulsionar o desenvolvimento científico em medicina veterinária.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Coordenador / DANIELA ISABEL BRAYER PEREIRA - Integrante.
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2017 - Atual
Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais, Descrição: A placentite é a causa mais frequente de aborto e ocorrência de natimorto na medicina equina, representando mais de 30% dos partos prematuros e mortes neonatais dentro das primeiras 24 horas de vida. Contudo, o tratamento para esta doença ainda é realizado de forma empírica, principalmente no que se refere a hormônios, devido a falta de entendimento de alguns processos metabólicos. Nos últimos anos aumentou a demanda de trabalhos experimentais relacionados a indução de placentite, a fim de sanar algumas dúvidas relacionadas a doença. No entanto, não há literatura disponível referente ao tratamento hormonal e a resposta materna, fetal e placentária. Quando os processos endócrinos são interrompidos, dentre eles, a produção de progestágenos e estrógenos pela unidade feto-placentária, podem ocorrer abortos e partos prematuros. Desta forma, além de antibióticos e anti-inflamatórios utilizados comumente no tratamento de placentite, a hormonioterapia é realizada no intuito de promover a manutenção da gestação, possibilitando a maturação fetal precoce e o nascimento de um potro viável. Na medicina humana, estudos clínicos têm demonstrado efeito positivo do tratamento com agentes progestágenos administrados em mulheres com histórico prévio de parto prematuro. Em estudo experimental em éguas com indução de placentite ascendente realizado foi observada maior viabilidade dos potros nascidos de éguas tratadas com progesterona. Durante a gestação, a placenta é o órgão responsável pela homeostase e excreção de fluídos e eletrólitos fetais. Desta forma, o perfil bioquímico é importante para caracterizar a capacidade de depuração do indivíduo e grau de resposta neonatal. Em potros neonatos, o período periparto é um período de adaptação ao ambiente extrauterino com o fim da circulação materno fetal, início da respiração pulmonar e início da nutrição enteral, sendo que os resultados clínicos e laboratoriais deste momento refletem a qualidade de vida fetal e demonstram o padrão clínico metabólico dos neonatos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Giovana Mancilla Pivato - Coordenador / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2021 - 2021
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 20
Outras informações:
Monitora da disciplina de Clínica Médica de Equinos. Carga Horária total: 100 horas.
2017 - Atual
Clinica Médica de EquinosVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Não Remunerado, Carga horária: 20
Outras informações:
Auxilio na rotina Clínica do Hospital Veterinário.
Colaboração com projetos de pesquisa na preparação dos animais, coletas e plantões.
Verificação Clínica dos Animais do Jockey Club Pelotense.
Auxílio na rotina clínica do ambulatório ceval.
Preparação e realização de reuniões, seminários, cursos e etc
2017 - 2017
Bel Toledo Odontologia EquinaVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 44
Outras informações:
Acompanhamento de tratamentos odontológicos.
Realização de Guia de Transporte Animal (GTA).
Realização de Coletas.
Avaliação Clínica.
2017 - 2018
Departamento de Microbiologia e Parasitologia - UFPelVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 6
Outras informações:
Lavagem de vidraria.
Acompanhamento de pesquisas in vivo e in vitro.
Manipulação de meios.
Identificação e repicação de amostras.
2017 - 2018
Departamento de Morfologia - Àrea AnatomiaVínculo: Projeto, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 6
Outras informações:
Montagem de peças anatômicas de diversos animais.
Auxilio em aulas práticas.
Dissecação de peças.
2016 - 2016
Hospital Clínico Veterinário - clínica de pequenos animais - UFPelVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 5
Outras informações:
Acompanhamento de cirurgias.
Auxilio na rotina clínica do hospital.
2018 - 2019
Grupo de Estudo em Ortopedia EquinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: colaborador, Carga horária: 4
2019 - 2019
Universidade de SorocabaVínculo: Estágio Extra-curricular, Enquadramento Funcional: plantonista, Carga horária: 180
Outras informações:
atuação no HVU em atividades voltadas a Clínica Medica de Equinos
2018 - 2018
Equine CenterVínculo: Estágio extra-curricular, Enquadramento Funcional: plantonista, Carga horária: 8
Outras informações:
atuação em atividades voltadas a Clínica Médica de Equinos
2019 - 2020
Ambulatório CEVALVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Plantonista, Carga horária: 4
2018 - 2018
Ambulatório CEVALVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: plantonista, Carga horária: 4
2018 - Atual
Rincão - Centro de Equoterapia e Equitação LúdicaVínculo: Estagiário e Auxiliar Geral, Enquadramento Funcional: Autónomo, Carga horária: 20
Outras informações:
Atuação direta na área de manejo e dessensibilização dos animais além de auxilio nas práticas de Hipoterapia e Equitação Lúdica
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Giovana Mancilla Pivato e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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Confirma a exclusão?