Laura Nolasco Garcia
Graduanda em Fisioterapia desde 2014, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e aluna de Iniciação Científica Voluntária desde 2017, sob a orientação da Professora Christina Danielli Coelho de Morais Faria.
Informações coletadas do Lattes em 19/11/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Formação complementar
2017 - 2017
Atendimento Cardiovascular Emergencial. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Participação em eventos
Encontros com a Ciência e a Prática Profissional na EEFFTO - Percepção dos idosos muito idosos sobre a dor na realização de atividades diárias. 2017. (Encontro).
Produções bibliográficas
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GARCIA, L. N. ; REIS, M. T. F. ; MARTINS, J. C. ; FARIA, C. D. C. M. ; BERNARDINO, L. H. N. . Teste de caminhada de seis minutos e shuttle walk test em indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: resultados preliminares da correlação com o nível de atividade física. In: XXVI Semana de Iniciação Científica da UFMG, 2017, Belo Horizonte. XXVI Semana de Iniciação Científica da UFMG. Belo Horizonte, 2017.
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GARCIA, L. N. ; FARIA, C. D. C. M. ; MARTINS, J. C. ; REIS, M. T. F. ; BERNARDINO, L. H. N. . Teste de caminhada de seis minutos e shuttle walk test em indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: resultados preliminares da correlação com o nível de atividade física. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
GARCIA, L. N. ; REIS, M. T. F. ; PAIVA, A. L. C. ; FAJARDO, C. C. ; CLEMENTE, D. M. L. ; CORDEIRO, A. C. S. . Fisioterapia na DAP para profissionais da saúde. 2017. Vídeo.
Projetos de pesquisa
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2017 - Atual
Eficácia do treino aeróbio no nível de atividade física de indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: Um ensaio clínico aleatorizado, Descrição: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) apresenta elevada prevalência mundial, e projeções indicam um aumento de mais de 20% na prevalência desta condição de saúde em indivíduos com idade maior ou igual a 18 anos, entre os anos de 2012 e 2030. Esses dados são mais relevantes se considerarmos o processo de envelhecimento populacional que vem ocorrendo rapidamente no Brasil. Com este envelhecimento populacional, é esperado que ocorra um aumento mais expressivo da prevalência de indivíduos pós AVE. Indivíduos pós AVE apresentam uma probabilidade de 62% a 121% maior de receber ajuda com o autocuidado, mobilidade e atividades domésticas do que indivíduos controles pareados pelas características sócio demográficas e co-morbidades, e são 40% mais propensos a ter restrição na participação. Além disso, os indivíduos acometidos pelo AVE apresentam um maior risco de serem acometidos por outras doenças cardiovasculares (DCV), como infarto do miocárdio e AVE recorrente. A atividade física apresenta o potencial de influenciar diversos domínios funcionais e de saúde nos indivíduos após o AVE. Indivíduos pós AVE apresentam baixos níveis de atividade física quando se encontram em ambiente hospitalar e quando se encontram na comunidade. Uma das principais consequências da presença concomitante de outras DCV e das incapacidades comumente observadas na maioria dos indivíduos após o AVE, como fraqueza muscular, redução da aptidão cardiorrespiratória, fadiga, depressão, baixa percepção de qualidade de vida, limitações de mobilidade, e o custo energético elevado do movimento, é o baixo nível de atividade física. Além de poder contribuir para um estilo de vida fisicamente inativo, estas incapacidades também podem ser agravadas pelo baixo nível de atividade física. Assim, todas essas variáveis criam um ciclo vicioso de diminuição da atividade física, problemas de saúde (como maior risco de AVE recorrente ou acometimento por outra DCV) e incapacidades (como fraqueza muscular, redução da aptidão cardiorrespiratória, e aumento da fadiga). O exercício aeróbio, em esteira ou bicicleta ergométrica, pode melhorar vários desfechos de funcionalidade e saúde e um dos objetivos do treinamento aeróbio é aumentar o nível de atividade física dos indivíduos, ampliando assim sua participação na sociedade. Porém, apesar do nível de atividade física ser um importante desfecho após o AVE, capaz de influenciar vários outros desfechos, nenhum estudo investigou os efeitos do treinamento aeróbio isolado sobre o nível de atividade física de indivíduos pós AVE. Adicionalmente, apesar das fortes recomendações para que indivíduos pós AVE realizem exercícios aeróbios regularmente, isto frequentemente não ocorre. Diversas barreiras são citadas para a implementação clínica do treino aeróbio, a falta de recursos, como de equipamentos específicos para treinamento, é uma delas. Para ser mais utilizado na prática clínica, é importante que o treinamento seja viável, dessa forma, o treino aeróbio no solo parece ser uma alternativa prática, além de específica e comumente utilizada, para fornecer o exercício aeróbio. Entretanto, nenhum estudo investigou a eficácia do treinamento aeróbio no solo em indivíduos pós AVE para melhora da aptidão cardiorrespiratória. Portanto, os objetivos primários do presente estudo serão investigar a eficácia de um treinamento aeróbio em esteira e no solo para melhora do nível de atividade física, e a eficácia de um treinamento aeróbio no solo para melhora da aptidão cardiorrespiratória em indivíduos pós AVE. Os objetivos secundários serão investigar a eficácia de um treinamento aeróbio na esteira e de um treinamento aeróbio no solo para melhora da capacidade de exercício, da mobilidade, da qualidade de vida, da participação, e da neuroplasticidade em indivíduos pós-AVE. Trata-se de um Ensaio Clínico Aleatorizado (ECA) com examinador mascarado... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Laura Nolasco Garcia - Coordenador / Larissa Tavares Aguiar - Integrante / Júlia Caetano Martins - Integrante / Luci Fuscaldi Teixeira Salmela - Integrante / Christina Danielli Coelho de Morais Faria - Integrante / Raquel Rodrigues Britto - Integrante / Sylvie Nadeau - Integrante / Paula Scalzo - Integrante / Camila Lima Gervásio Mendes - Integrante / Maria Teresa Ferreira dos Reis - Integrante.
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2017 - Atual
Eficácia do treino específico da tarefa no nível de atividade física de indivíduos acometidos pelo acidente vascular encefálico: Um ensaio clínico aleatorizado, Descrição: O objetivo primário deste projeto de pesquisa será investigar a eficácia do treino específico da tarefa na melhora da mobilidade e do nível de atividade física de indivíduos pós Acidente Vascular Encefálico (AVE). O objetivo secundário será investigar o efeito do treino específico da tarefa na melhora da força muscular, capacidade de exercício, qualidade de vida e neuroplasticidade de indivíduos pós-AVE. O AVE é a principal causa de incapacidades em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde a suas taxas de incidência e prevalência ainda são elevadas. Indivíduos pós-AVE apresentam importante comprometimento da mobilidade e um baixo nível de atividade física, o que pode levar ao surgimento de novas doenças cardiovasculares e aparecimento de novas incapacidades. Por estes motivos, melhorar a mobilidade e aumentar o nível de atividade física desses indivíduos é um objetivo importante no processo de reabilitação pós-AVE. Programas de intervenção utilizando o treino específico da tarefa já demonstraram eficácia para melhora da mobilidade pós-AVE e apresentam importantes características que favorecem a sua aplicabilidade clínica. Já foi demonstrada clara relação entre níveis de mobilidade e níveis de atividade física. Apesar de ser eficaz na melhora da mobilidade, ainda não está claro o impacto do treino específcio da tarefa no nível de atividade física dessa população. Além disso, a maioria dos estudos enfatiza o treino específico da tarefa de membros inferiores (MMII), incluindo o treino de membros superiores (MMSS) apenas no grupo controle. O treino específico da tarefa enfatizando tanto MMSS quanto MMII no grupo experimental poderia ter um impacto importante na melhora da mobilidade geral e, consequentemente, na melhora do nível de atividade física. Dessa forma, faz-se necessário investigar a eficácia do treino específico da tarefa, com ênfase em MMSS e MMII, na melhora do nível de atividade física de indivíduos pós-AVE. Assim, será desenvolvido um ensaio clínico aleatorizado, controlado, com examinador mascarado. Considerando cálculo amostral, 38 indivíduos, indivíduos da comunidade da área de abrangência de centros de saúde da cidade de Belo Horizonte serão incluídos seguindo os seguintes critérios: idade≥18 anos, histórico de AVE há mais de 6 meses, capacidade de deambular de forma independente mais de 10 metros, sedentário ou insuficientemente ativo e liberação médica para a prática de atividade física. Os critérios de exclusão serão: possível déficit cognitivo ou afasia de compreensão, presença de dor ou outras disfunções neurológicas, cardiorrespiratórias e ortopédicas que comprometa a realização dos testes ou a participação no programa de treinamento. Medidas pré-tratamento serão coletadas por um examinador treinado, auxiliado por um bolsista de iniciação científica, ambos mascarados em relação à sequência da alocação por grupo e quanto à intervenção realizada. Os participantes serão alocados aleatoriamente em um dos dois grupos: 1)grupo controle: programa de intervenção envolvendo alongamentos musculares globais (cabeça e pescoço, tronco e membros), exercícios de estimulação da memória, esclarecimentos sobre o AVE e sobre cuidados com a saúde em geral; 2)grupo experimental: programa de intervenção envolvendo o treino específico da tarefa, realizado em circuito com tarefas distintas divididas em 11 estações, seis envolvendo tarefas realizadas prioritariamente com os MMSS e cinco com os MMII. Medidas de desfechos serão coletadas pelos examinadores envolvidos com a avaliação imediatamente antes de iniciar o programa de intervenção e após 12 semanas de intervenção, e 4, 12 e 24 semanas após o término da intervenção (follow up). Todos os participantes dos dois grupos receberão sessões de intervenção três vezes por semana, por 12 semanas, por fisioterapeuta treinado, auxiliado por outro bolsista de iniciação científica, também trein. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Laura Nolasco Garcia - Coordenador / Larissa Tavares Aguiar - Integrante / Júlia Caetano Martins - Integrante / Luci Fuscaldi Teixeira Salmela - Integrante / Christina Danielli Coelho de Morais Faria - Integrante / Sylvie Nadeau - Integrante / Paula Scalzo - Integrante / Maria Teresa Ferreira dos Reis - Integrante / Aline Alvim Scianni - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2017 - Atual
Universidade Federal de Minas GeraisVínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 12
Outras informações:
Voluntária de iniciação científica, colaborando em projetos de pesquisa orientados pela Profa. Christina Danielli Coelho de Morais Faria, na área de Reabilitação Neurológica no Adulto (NeuroGroup).
2017 - Atual
Associação Mineira do AVCVínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 6
Outras informações:
Participação no Dia Mundial de Combate ao AVC, organizado pela Associação Mineira do AVC, que ocorreu na Praça da Liberdade no dia 29 de outubro de 2017.
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