Isabella Semeraro Amaral
Mestranda em Ciências Sociais - Antropologia, pela PUC-SP, com bolsa CNPq e previsão de término para 2019. Pesquisa representações de violência na imprensa, genocídio juvenil, imagem, movimentos de mães em luto e memória. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo, também pela PUC-SP (2015). Apaixonada por histórias, por enxergar o mundo através das perspectivas únicas de cada um e por narrativas que podem substituir dados e gerar empatia. Atuou em organizações da sociedade civil e revistas com ênfase em Direitos Humanos.
Informações coletadas do Lattes em 01/11/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Ciências Sociais
2017 - Atual
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: O OLHAR E A DOR DO OUTRO: as representações de violência sobre os jovens no Brasil e os movimentos de suas mães em luto,Orientador:
Rita de Cássia Alves Oliveira.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: violência; mídia; imagem; jornalismo; juvenicídio.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Jornalismo e Editoração / Especialidade: Teoria e Ética do Jornalismo.
Graduação em Comunicação Social - Jornalismo
2012 - 2015
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: O Olhar e a Dor do Outro
Orientador: SIlvio Roberto Mieli
Formação complementar
2019 -
Oficina Literária - Avançado. (Carga horária: 40h). , Professor Paulo Nogueira, PN, Brasil.
2018 -
Oficina Narrativa. (Carga horária: 36h). , Centro Cultural b_arco, B_ARCO, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em Narrativa audiovisual. (Carga horária: 240h). , Centro Cultural b_arco, B_ARCO, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em Produção. (Carga horária: 240h). , Academia Internacional de Cinema, AIC, Brasil.
2016 - 2016
Telenovela, a construção do impossível. (Carga horária: 20h). , Centro Cultural b_arco, B_ARCO, Brasil.
2015 - 2015
Fotografia do Bem Querer. (Carga horária: 20h). , Imã Foto Galeria, IMÃ, Brasil.
2014 - 2014
Extensão universitária em Cinema: história e linguagem. (Carga horária: 360h). , Inácio Araújo, IA, Brasil.
2011 - 2011
Jornalismo. (Carga horária: 20h). , University of the Arts London, UAL, Inglaterra.
2011 - 2011
Fundamentos da Fotografia. (Carga horária: 20h). , Escola São Paulo, E.S.P., Brasil.
2011 - 2011
Fotografia. (Carga horária: 120h). , Accademia Europea di Firenze, AEF, Itália.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Antropologia / Subárea: Antropologia Urbana.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Jornalismo e Editoração.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Museologia.
Organização de eventos
OLIVEIRA, R. C. A. ; AMARAL, I. S. ; MATIAS, C. ; Ferreira, M. S. . Precisamos Falar sobre Genocídio Juvenil. 2019. (Outro).
WORCMAN, K. ; AMARAL, I. S. . Resiliência Brazilian Life Stories. 2016. (Exposição).
Participação em eventos
III Simpósio Comunicação e Cultura, Aproximações com Memória e História Oral, Diálogos entre Brasil e México..Narrar a própria dor: o potencial da história oral para movimentos de mães em luto. 2019. (Simpósio).
1º Foro Mundial del Pensamiento Crítico. 2018. (Congresso).
8a Conferencia Latinoamericana y Caribeña de Ciencias Sociales. 2018. (Congresso).
Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. O Olhar e a Dor do Outro: as representações de violência sobre os jovens no Brasil e os movimentos de familiares em luto. 2018. (Congresso).
História Oral com Paul Thompson. 2018. (Seminário).
Marielle, cria da Maré. 2018. (Seminário).
Entre Diálogos - Seminário dos Alunos do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP.O Olhar e a Dor do Outro - um estudo sobre a apropriação de imagens de conteúdo violento por programas jornalísticos. 2017. (Seminário).
IV Seminário Mídia, Política e Eleições. 2017. (Seminário).
Seminário O Narrador e a Narrativa na Contemporaneidade. 2017. (Seminário).
XVII Semana das Ciências Sociais - Desafios do século XXI. 2017. (Simpósio).
Produções bibliográficas
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AMARAL, I. S. ; OLIVEIRA, R. C. A. . O Olhar e a Dor do Outro: as representações de violência sobre os jovens no Brasil e os movimentos de familiares em luto. In: XVIII Encontro dos Grupos de Pesquisas em Comunicação, 2018, Joinville - SC. Anais do 41o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2018.
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AMARAL, I. S. ; OLIVEIRA, R. C. A. . O Olhar e a Dor do Outro: as representações de violência sobre os jovens no Brasil e os movimentos de familiares em luto1. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Projetos de pesquisa
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2018 - Atual
Genocídio juvenil e movimentos latino-americanos de resistência: o Movimento Independente Mães de Maio, Descrição: Há um ?juvenicídio? em curso na América Latina. As altas taxas de mortalidade e desaparecimentos forçados chamam a atenção também pela presença significativa e recorrente de jovens. O Brasil é um dos recordistas mundiais em termos de mortalidade juvenil, especialmente homicídios. Enquanto parte da sociedade aponta os jovens como os algozes da violência vivenciada no país, inclusive reivindicando a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, as pesquisas indicam que na verdade os jovens são as principais vítimas. Inúmeros estudos recentes, entretanto, apontam que os jovens na verdade são as principais vítimas da violência. A alta taxa de homicídios envolvendo os jovens atrela-se à vulnerabilidade social mas também, e em boa medida, à ação criminosa da Polícia Militar nas periferias das grandes cidades. Surgem então movimentos sociais de enfrentamento dessa situação. Em São Paulo o Movimento Independente Mães de Maio, formado por mães e familiares de jovens vitimizados pela polícia local, surgiu em 2006 por ocasião do confronto entre uma facção criminosa e a PM em São Paulo ocorrido em maio daquele ano; em apenas 15 dias mais de 500 pessoas foram executadas, na maioria jovens e em circunstâncias ainda não esclarecidas pelo poder público. Este movimento inspira-se, evidentemente, nas Madres de la Plaza de Mayo da Argentina, movimento composto por mães e familiares de jovens militantes desaparecidos durante a ditadura militar nos anos 1970. Recentemente no México o movimento Padres Y Madres de Ayotzinapa, que reúne familiares dos 43 estudantes desaparecidos em Guerrero, ganhou visibilidade e apoio internacional em busca por justiça e a verdade sobre o ocorrido. Estes movimentos sociais se conhecem, inspiram-se mutuamente, aprendem com a experiência dos outros e compõe uma rede de apoio, solidariedade e visibilidade. Entre estes movimentos sociais existem interessantes questões históricas, territoriais e geracionais. Articulam-se em perspectiva histórica estendendo-se entre a ditadura argentina e os períodos democráticos do Brasil e do México; compõe uma cartografia latinoamericana de resistências em rede que ultrapassam as fronteiras do norte, acessando os estadunidenses do Black Lives Matter, movimento que denuncia a violência policial contra os jovens negros americanos; por fim, envolvem uma instigante questão geracional que abarca as madres argentinas e as brasileiras e mexicanas, mas também articula mães e familiares que repentinamente têm suas vidas alteradas por uma tragédia que toma-lhes os filhos e transforma-as em ativistas dos direitos humanos em busca de justiça e reparação. Este projeto toma como objeto de estudos o Movimento Independente Mães de Maio e, a partir dele, busca compreender suas articulações históricas com outros dois movimentos sociais em seus enfrentamentos do juvenicídio; busca também refletir sobre o aspecto geracional das suas práticas e experiências... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Isabella Semeraro Amaral - Integrante / Rita de Cássia Alves de Oliveira - Coordenador / Mariana Santos Ferreira - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2017 - Atual
Pontifícia Universidade Católica de São PauloVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestranda, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.
2016 - 2018
INSTITUTO DE POLÍTICAS RELACIONAISVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Assessora de Comunicação, Carga horária: 30
Outras informações:
Criação do plano de comunicação em conjunto com as diretoras. Gerenciamento de redes sociais, redação de informativos e criação de ações que estabeleceram a organização online e ligaram promotores de projetos com a rede de influência e o público. Coordenação de planejamento, gerenciamento de prazos, tarefas e entregas de cada projeto. Organização e liderança de equipes multifuncionais em diversas áreas da organização.
2015 - 2015
Museu da Pessoa LtdaVínculo: , Enquadramento Funcional: Assistente de direção, Carga horária: 20
Outras informações:
Produção e comunicação para projetos internacionais (ex: exposição no Museu da Civilização do Quebec 09/2016). Planejamento e prestação de contas da formação em Digital Storytelling em parceria com instituições de nove países e financiamento da União Europeia. Organização de pesquisas no acervo. Curadoria de fóruns em pareceria com a Votorantim e a Aberje. Revisão e bibliografia de publicação sobre memória a ser publicada nos Estados Unidos.
2013 - 2014
Editora Brasileiros LTDAVínculo: , Enquadramento Funcional: Estagiária de reportagem, Carga horária: 30
Outras informações:
Coberturas, reportagens e notas sobre arte contemporânea, cinema, dança, ciência e Direitos Humanos para as edições online e impressa da Revista Brasileiros. Revisão de textos dos repórteres especiais. Auxílio de coordenação para a Revista ARTE!Brasileiros.
2014 - 2015
Revista VaidapéVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Reporter, Carga horária: 20
Outras informações:
Na Revista Vaidapé, veículo independente, consegui praticar a edição de vídeos e textos para a plataforma online, além de aprimorar minha habilidade de trabalhar em equipe. Como o veículo funciona sob autogestão, de certa forma, todos são responsáveis por todos os processos, o que incentivou minha proatividade. Entrei em contato com diversos assuntos muitas vezes colocados à margem da discussão como cultura alternativa, feminismo e violência policial.
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