MICHELLY CARDOSO SILVA
Meste em Ciências Fisiológicas pela Universidade Federal de Sergipe (2022). Graduada em Fisioterapia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) - São Cristóvão (2018.2). Possui Aperfeiçoamento Profissional em Fisioterapia Neurofuncional (SECAD/ARTMED - 2018). Participou do Programa de Iniciação Científica como Bolsista (PIBIC/CNPq), no Departamento de Fisioterapia pelo Laboratório de Pesquisa em Neurociências/LAPENE-UFS (2017-2019). Atuou como Monitora da disciplina Fisioterapia em Pediatria (2018.1) e Fisioterapia em Neurologia (2018.2), no Departamento de Fisioterapia (UFS). Atualmente é membro do Grupo Dor e Motricidade e do Laboratório de Pesquisa em Neurociências (LAPENE-UFS).
Informações coletadas do Lattes em 24/08/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS
2019 - 2022
Universidade Federal de Sergipe
Título: VALIDAÇÃO DE UM MÉTODO PARA MENSURAR HIPERALGESIA PRIMÁRIA DE TECIDO PROFUNDO EM RATOS
, Ano de Obtenção: 2022.JOSIMARI MELO DE SANTANA.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: inflamação articular; joelho; teste comportamental; hiperalgesia em tecido profundo; hiperalgesia primária; estudo de validação. Grande área: Ciências Biológicas
Aperfeiçoamento em Pós Graduação Latu Sensu em Fisioterapia Neurofuncional
2019 - 2021
Centro Universitário Teresa D`Ávila
Título: Efeito da musicoterapia em pacientes com doença de Alzheimer: Revisão Narrativa. Ano de finalização: 2021
Orientador: Paulo Autran Leite Lima
Aperfeiçoamento em PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO EM FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL
2018 - 2018
Artmed Panamericana Editora
Título: FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL. Ano de finalização: 2018
Orientador: ARTMED
Graduação em Fisioterapia
2014 - 2018
Universidade Federal de Sergipe
Título: EFEITO DA SACAROSE NO DESENVOLVIMENTO SENSORIAL E PERFIL INFLAMATÓRIO EM MODELO EXPERIMENTAL DE DOR NEONATAL
Orientador: JOSIMARI MELO DE SANTANA
Formação complementar
2022 - 2022
Formação Completa em Pilates. (Carga horária: 130h). , ALVO Cursos, ALVO, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em V SEMAC - 28° EIC/COPES - REDAÇÃO CIENTÍFICA. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em V SEMAC - FÓRUM DE ESPECIALIDADES EM FISIOTERAPIA. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2018 - 2018
Extensão universitária em V SEMAC: ENCONTRO DE EGRESSOS. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2018 - 2018
ETIOLOGIA DA DISFUNÇÃO SACOILIACA. (Carga horária: 3h). , INSTITUTO CEFISA DE ENSINO EM SAÚDE, INSTITUTO CEFISA, Brasil.
2018 - 2018
VENTILAÇÃO MECÂNICA. (Carga horária: 40h). , SANTEVIE EDUCA, SANTEVIE, Brasil.
2018 - 2018
ACURÁCIA DIAGNÓSTICA DOS TESTES MUSCULOESQUELETICOS NAS DISFUNÇÕES DA COLUN. (Carga horária: 3h). , INSTITUTO CEFISA DE ENSINO EM SAÚDE, INSTITUTO CEFISA, Brasil.
2018 - 2018
ANATOMIA, BIOMECÂNICA E MECANISMOS DE LESÕES DO LCA. (Carga horária: 3h). , INSTITUTO CEFISA DE ENSINO EM SAÚDE, INSTITUTO CEFISA, Brasil.
2018 - 2018
INSTABILIDADE DO JOELHO: O QUE PODE SER?. (Carga horária: 3h). , INSTITUTO CEFISA DE ENSINO EM SAÚDE, INSTITUTO CEFISA, Brasil.
2018 - 2018
ESTABILIZAÇÃO SEGMENTAR LOMBAR. (Carga horária: 3h). , INSTITUTO CEFISA DE ENSINO EM SAÚDE, INSTITUTO CEFISA, Brasil.
2018 - 2018
DE ONDE VEM A DOR DA COLUNA?. (Carga horária: 2h). , INSTITUTO CEFISA DE ENSINO EM SAÚDE, INSTITUTO CEFISA, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em Atenção fisioterapêutica nas disfunções ortopédicas. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em Aplicações da Termografia no Estado de Sergipe. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2017 - 2017
Extensão universitária em IV SEMAC - MINICURSOS PIBIC 2017. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2017 - 2017
QUALIFICAÇÃO EM APH PARA INICIANTES. (Carga horária: 20h). , SINCRONIA Cursos, Aperfeiçoamento e Simulação Realística, SINCRONIA, Brasil.
2017 - 2017
Intervenção Precoce em Crianças de Risco. (Carga horária: 5h). , FACULDADE ESTÁCIO DE SERGIPE, FASE, Brasil.
2017 - 2017
MINICURSO - EVIDÊNCIAS ATUAIS NA VNI. (Carga horária: 4h). , FACULDADE ESTÁCIO DE SERGIPE, FASE, Brasil.
2017 - 2017
CURSO DE TERAPIA MANUAL. (Carga horária: 40h). , Clínica CEOT FISIOTERAPIA, CEOT, Brasil.
2016 - 2016
Minicurso de Pilates Solo. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2016 - 2016
Minicurso de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2016 - 2016
Focus On Fisk Final. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
2015 - 2015
Wings Of Freedom. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
2015 - 2015
Expading Horizons. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
2014 - 2014
Extensão universitária em II SEMAC - OFICINA: Empreendedorismo na Fiioterapia. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2014 - 2014
Extensão universitária em II SEMAC - MOSTRA PESQUISA E EXTENSÃO: Quais são os projetos e ações.... (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2014 - 2014
Extensão universitária em ESCOLA DE POSTURAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2014 - 2014
SOU SAÚDE - IV Ciclo Integrado de Palestras. (Carga horária: 15h). , Universidade Tiradentes, UNIT, Brasil.
2014 - 2014
Aiming At The Sky. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
2014 - 2014
ENCONTRO INTERDISCIPLINAR DE SAÚDE INTEGRAL. (Carga horária: 15h). , CAPACITAR CURSOS E TREINAMENTOS, CAPACITAR, Brasil.
2014 - 2014
Flying High. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
2013 - 2013
V SEMANA DE FISIOTERAPIA DA FACULDADE ESTÁCIO DE SERGIPE. (Carga horária: 20h). , FACULDADE ESTÁCIO DE SERGIPE, FASE, Brasil.
2013 - 2013
Spreading Wings. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
2013 - 2013
Breaking Free. (Carga horária: 45h). , Centro de Ensino Fisk, FISK, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Participação em eventos
I Simpósio Nacional de Agentes Eletrofísicos.A Intensidade da Estimulação Influencia o Desenvolvimento da Tolerância a TENS: ensaio clínico randomizado. 2018. (Simpósio).
I Encontro Científico da ABRAFIN/SE. 2017. (Encontro).
I Fórum Sergipano de Fisioterapia: Fisioterapia em Evidência. 2017. (Outra).
IX Semana de Fisioterapia da Estácio de Sergipe.INFLUENCIA DA SACAROSE NAS FUNÇÕES SENSITIVA E MOTORA EM MODELO EXPERIMENTAL DE DOR NEONATAL. 2017. (Outra).
I JORNADA SERGIPANA DE FISIOTERAPIA CARDIORRESPIRATORIA E FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA DA ASSOBRAFIR REGIONAL SERGIPE. 2014. (Outra).
Outras produções
SILVA, M. C. ; DESANTANA, J. M. . LAPENE Indica. 2019; Tema: LAPENE Indica. (Rede social).
SILVA, M. C. ; DESANTANA, J. M. . LAPENE Indica. 2018. (Rede social).
SILVA, M. C. ; DESANTANA, J. M. . LAPENE Indica. 2017. (Rede social).
SILVA, M. C. ; DESANTANA, J. M. . LAPENE Indica. 2017. (Rede social).
Projetos de pesquisa
-
2018 - 2019
REPERCUSSÃO DA HIPERALGESIA PERSISTENTE E DA SACAROSE INTRA-ORAL NO DESENVOLVIMENTO SENSÓRIO-MOTOR EM MODELO EXPERIMENTAL DE DOR NEONATAL - REPERCUSSÕES SENSORIAIS, Descrição: A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança reconhece que a população infantil é um segmento vulnerável da sociedade, com direito à atenção especial em todos os aspectos, incluindo os cuidados em saúde (FINLEY et al., 2005). A dor na infância (entre zero e 11 anos) (PAPALIA, 2006) abrange esse espectro de cuidado, uma vez que a avaliação e o tratamento deste sinal envolvem razões éticas e humanitárias voltadas não só para o alívio momentâneo, mas também para a prevenção de incapacidades e consequências negativas associadas à dor em idades avançadas (FRANCK, LEFRACK, 2001). O período neonatal, compreendido desde o nascimento até o primeiro mês de vida, compõe a primeira etapa da infância, quando a habilidade em expressar verbalmente a dor ainda não se encontra estabelecida (PAPALIA, 2009). Contudo, a percepção de estímulos nociceptivos ocorre desde o primeiro trimestre de vida embrionária com a formação de estruturas medulares e periféricas, além da maturação de áreas encefálicas associadas à percepção e analgesia no período pós-natal (FITZGERALD, 2005). Dessa forma, a dor apresenta-se no embrião e no neonato anteriormente ao desenvolvimento de vias neurais para o seu controle, o que intensifica o impacto e desproporção deste sinal em crianças quando comparada àquela manifestada em adultos (FINLEY et al., 2005). No ambiente hospitalar, a dor neonatal é manifestada constantemente devido à realização de intervenções, desde as minimamente ou não invasivas até intervenções cirúrgicas comuns nesta faixa etária, como a correção de persistência do canal arterial, craniotomia, cirurgias oftalmológicas, laparotomia, gastrostomia, inserção de cateter central, dentre outras (BRUMMELTE et al., 2012). Nestes hospitais, as Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTINs) concentram grande parte da frequência de procedimentos dolorosos em recém-nascidos prematuros. Dentre os procedimentos evidenciados como causa de dor, encontram-se: punção venosa ou arterial, aspiração traqueal ou nasal, inserção de sonda gástrica, remoção de curativos ou eletrodos, manejo de drenos e feridas, intubação e extubação traqueal, injeção subcutânea, ventilação mecânica e manejos respiratórios (CARBAJAL et al., 2008), estando todas estas ações relacionados à dor como sinalização da presença de injúria tecidual (ANAND e CRAIG, 1996) e/ou a ocorrência de estresse no neonato (CHROUSOS e GOLD, 1992). Os efeitos causados pela dor neonatal envolvem alterações sensoriais, cognitivas, emocionais e/ou motoras presentes de forma aguda nos sistemas corporais dos seres humanos e animais desde os primeiros dias de vida (LIDOW, 2002; SCHWALLER E FITZGERALD, 2014; SANADA et al., 2014; VALERI, HOLSTI e LINHARES, 2014; WALKER, 2013). Entretanto, a evidência de que estas consequências podem se estender até anos subsequentes do desenvolvimento são ainda pouco conhecidas pelos pesquisadores, principalmente no que diz respeito ao desempenho motor e o reconhecimento das áreas encefálicas envolvidas no processo doloroso durante o período inicial da vida (GOKSAN et al., 2015; SANADA et al., 2014). Estudo recente (GOKSAN et al., 2015) mostra a ativação de áreas corticais e subcorticais após análise de imagens de ressonância magnética funcional em adultos e neonatos submetidos a procedimento doloroso, o que estimula a realização de novos trabalhos nesta área da ciência, a fim de obter novas descobertas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado profissional: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Michelly Cardoso Silva - Integrante / Josimari Melo DeSantana - Coordenador / Isabela Azevedo Freire Santos - Integrante / LUIZ AUGUSTO SALES FERREIRA - Integrante / SARA SUELEN SALVADOR DOS SANTOS - Integrante / THIAGO ABNER DOS SANTOS SOUSA - Integrante.
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2017 - 2018
HIPERALGESIA E SACAROSE INTRA-ORA: INFLUÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO SENSORIAL EM MODELO DE DOR NEONATAL, Descrição: A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança reconhece que a população infantil é um segmento vulnerável da sociedade, com direito à atenção especial em todos os aspectos, incluindo os cuidados em saúde (FINLEY et al., 2005). A dor na infância (entre zero e 11 anos) (PAPALIA, 2006) abrange esse espectro de cuidado, uma vez que a avaliação e o tratamento deste sinal envolvem razões éticas e humanitárias voltadas não só para o alívio momentâneo, mas também para a prevenção de incapacidades e consequências negativas associadas à dor em idades avançadas (FRANCK, LEFRACK, 2001). O período neonatal, compreendido desde o nascimento até o primeiro mês de vida, compõe a primeira etapa da infância, quando a habilidade em expressar verbalmente a dor ainda não se encontra estabelecida (PAPALIA, 2009). Contudo, a percepção de estímulos nociceptivos ocorre desde o primeiro trimestre de vida embrionária com a formação de estruturas medulares e periféricas, além da maturação de áreas encefálicas associadas à percepção e analgesia no período pós-natal (FITZGERALD, 2005). Dessa forma, a dor apresenta-se no embrião e no neonato anteriormente ao desenvolvimento de vias neurais para o seu controle, o que intensifica o impacto e desproporção deste sinal em crianças quando comparada àquela manifestada em adultos (FINLEY et al., 2005). No ambiente hospitalar, a dor neonatal é manifestada constantemente devido à realização de intervenções, desde as minimamente ou não invasivas até intervenções cirúrgicas comuns nesta faixa etária, como a correção de persistência do canal arterial, craniotomia, cirurgias oftalmológicas, laparotomia, gastrostomia, inserção de cateter central, dentre outras (BRUMMELTE et al. 2012). Nestes hospitais, as Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTINs) concentram grande parte da frequência de procedimentos dolorosos em recém-nascidos prematuros. Dentre os procedimentos evidenciados como causa de dor, encontram-se: punção venosa ou arterial, aspiração traqueal ou nasal, inserção de sonda gástrica, remoção de curativos ou eletrodos, manejo de drenos e feridas, intubação e extubação traqueal, injeção subcutânea, ventilação mecânica e manejos respiratórios (CARBAJAL et al., 2008), estando todas estas ações relacionados à dor como sinalização da presença de injúria tecidual (ANAND e CRAIG, 1996) e/ou a ocorrência de estresse no neonato (CHROUSOS e GOLD, 1992). Os efeitos causados pela dor neonatal envolvem alterações sensoriais, cognitivas, emocionais e/ou motoras presentes de forma aguda nos sistemas corporais dos seres humanos e animais desde os primeiros dias de vida (LIDOW, 2002; SCHWALLER E FITZGERALD, 2014; SANADA et al., 2014; VALERI, HOLSTI e LINHARES, 2014; WALKER, 2013). Entretanto, a evidência de que estas consequências podem se estender até anos subsequentes do desenvolvimento são ainda pouco conhecidas pelos pesquisadores, principalmente no que diz respeito ao desempenho motor e o reconhecimento das áreas encefálicas envolvidas no processo doloroso durante o período inicial da vida (GOKSAN et al., 2015; SANADA et al., 2014).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Michelly Cardoso Silva - Integrante / Josimari Melo DeSantana - Coordenador / Isabela Azevedo Freire Santos - Integrante / THIAGO ABNER DOS SANTOS SOUSA - Integrante.
Prêmios
2022
Pesquisador Arretado pelo trabalho apresentado "Validação de um Método para mensurar hiperalgesia primária de tecido profundo em ratos", ABRAFITO.
2018
Menção Honrosa pelo trabalho intitulado "A Intensidade da Estimulação Influencia o Desenvolvimento da Tolerância a TENS: ensaio clínico randomizado", UNIFESP.
2017
Menção Honrosa pelo trabalho intitulado ?INFLUÊNCIA DA SACAROSE NAS FUNÇÕES SENSITIVA E MOTORA EM MODELO EXPERIMENTAL DE DOR NEONATAL", Estácio FASE.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de MICHELLY CARDOSO SILVA e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
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