Igor Felipe Lima Ferreira

Atualmente é mestrando em Recursos Naturais na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Trabalha no departamento técnico (Núcleo Ambiental) na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul focado em Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto de propriedades rurais em gestão territorial, dinâmicas da água no bioma Pantanal e demandas ambientais. Concluiu a graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), sendo bolsista integral no Programa Universidade para Todos - Prouni e Conselheiro Universitário representando o Corpo Discente. Atualmente é voluntário no Programa de Jovens Profissionais do Saneamento - JPS-MS da ABES-MS, responsável pela coordenação de mídias sociais. Foi estagiário bolsista no Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR-MS atuando com geoprocessamento e sensoriamento remoto rural, foi voluntário do Projeto de Extensão de Educação Ambiental em Comunidades|UCDB. Foi estagiário bolsista na Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano - SEMADUR/PMCG trabalhando no Programa de Resíduos Sólidos - PRS. Participou do Centro Integrado de Proteção e Pesquisa Ambiental - CEIPPAM/MPMS/UCDB. Foi bolsista no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - PIBITI/CNPq/UCDB, tendo ênfase em digestão anaeróbia de vinhaça, com leito fixo de calcário. Ademais, foi voluntário no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/UCDB, vinculado ao saneamento descentralizado com sistemas naturais de tratamento de esgoto como lagoas de estabilização e Wetlands Construídos.

Informações coletadas do Lattes em 28/11/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Recursos Naturais

2023 - Atual

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Alisson André Ribeiro.

Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental

2017 - 2021

Universidade Católica Dom Bosco
Título: Potencial da aplicação de biossólido em solos: Estudo de caso em Estações de Tratamento de Esgoto empregando Reatores UASB em Mato Grosso do Sul
Orientador: Fernando Jorge Corrêa Magalhães Filho
Bolsista do(a): Programa Universidade para Todos, PROUNI, Brasil.

Formação complementar

2022 -

Analista em Google Earth Engine. (Carga horária: 120h). , Geo Sem Fronteiras, GSF, Brasil.

2021 - 2021

Outorga do Direito de Uso dos Recursos Hídricos. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2021 - 2021

Monitoramento da Qualidade da Água de Rios e Reservatórios. (Carga horária: 40h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2021 - 2021

Pagamento por Serviços Ambientais. (Carga horária: 40h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

2018 - 2018

Manejo e Cuidados no Uso da Vinhaça na Fertirrigação. (Carga horária: 4h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Organização de eventos

FERREIRA, I. F. L. ; ASPET, C. ; LEAL, J. ; CAVALLARO, K. R. ; SHINZATO, M. P. B. . Webinar: Manifesto de Transporte de Resíduos - MTR SINIR. 2021. (Outro).

ABRAO, S. M. ; FERREIRA, I. F. L. . Minicurso: Excel Básico para Engenharia. 2021. (Outro).

SANTOS, R. F. ; FERREIRA, I. F. L. . Oficina Prática: Elaboração de currículos. 2021. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. ; CAVALLARO, K. R. ; SHINZATO, M. P. B. . Semana da Compostagem - Campo Grande. 2021. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. ; TELES, A. P. S. ; CAVALHERI, P. S. ; CAVALCANTI, R. C. . Webinar: I Semana ECV & ESA. 2021. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. ; SHINZATO, M. P. B. . LIVE: A Integração da Mulher no Mercado da Engenharia. 2021. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. ; SHINZATO, M. P. B. ; CAVALLARO, K. R. . Semana Técnica Lixo Zero - Campo Grande. 2021. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. . Prêmio Jovem Água de Estocolmo - Etapa Brasil. 2021. (Outro).

MAGALHÃES FILHO, F. J. C. ; SEZERINO, P. H. ; PELISSARI, C. ; FERREIRA, I. F. L. . WEBINAR: Wetland construído vertical com fundo saturado empregado no tratamento de esgoto. 2021. (Outro).

OSSHIRO, A. ; MELO, M. ; FERREIRA, I. F. L. . Ferramentas de Comunicação Não Violenta. 2021. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. . Tecnologias de Tratamento de Efluentes: Uma Visão Brasil - Espanha. 2020. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. ; SHINZATO, M. P. B. ; CAVALLARO, K. R. . Webinar: A Ciência vai até você. 2020. (Outro).

FERREIRA, I. F. L. . ENGCOFFEE: Convidade Osmair Simões. 2020. (Outro).

BRANCO, F. P. ; CAVALCANTI, R. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; RAMOS, J. R. . Workday Politécnicas - UCDB. 2019. (Outro).

Participação em eventos

5° Simposio Brasilero sobre Wetlands Construidos. 2021. (Simpósio).

IX Congreso Nacional de Extensión. 2021. (Congresso).

V Conferencia Panamericana de Sistemas de Humedales. 2021. (Outra).

VIII Jornadas de Extensión del Mercosur. 2021. (Outra).

Programa Portas Abertas - Visita Técnica. 2020. (Outra).

71º Reunião Anual da SBPC. 2019. (Feira).

Bate Papo Drenagem e Políticas Públicas. 2019. (Outra).

V Seminário - O Ministério Público e a Gestão de Resíduos Sólidos e Logística Reversa. 2019. (Seminário).

XXIII Encontro de Iniciação Científica PIBIC/PIBITI/PIBIC-Jr.AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA MATÉRIA ORGÂNICA NITROGENADA E REMOÇÃO DE FÓSFORO EM WETLANDS CONSTRUÍDOS E LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO. 2019. (Encontro).

V CONGRESSO INTERNACIONAL DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO SABERES EM AÇÃO. 2018. (Congresso).

XXII Encontro de Iniciação Científica. AVALIAÇÃO NO TRATAMENTO DE VINHAÇA POR REATOR ANAERÓBIO (UASB) COM LEITO FIXO DE CALCÁRIO NA FAIXA TERMÓFILA. 2018. (Congresso).

Análises Microbiológicas de Água e Esgoto. 2017. (Oficina).

III Ciclo de Seminários do CeTeAgro.Avaliação do tratamento de vinhaça em reator anaeróbio na fase termofílica em leito físico de calcário. 2017. (Seminário).

IV CONGRESSO INTERNACIONAL DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO SABERES EM AÇÃO. 2017. (Congresso).

XXI Encontro de Iniciação Científica. AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DE VINHAÇA EM REATOR ANAERÓBIO EM FASE TERMOFÍLICA EM LEITO FÍSICO DE CALCÁRIO. 2017. (Congresso).

Participação em bancas

Aluno: Gabriel Marcos Silva

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Manejo de Nematoides na cultura da Soja. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Vitor Binsfeld Figueredo

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Grãos em vagem verde de soja e seu reaproveitamento. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: José Elias Gonçalves de Oliveira

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. A importância do Uso Adequado de Implementos Agrícolas. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Leonardo Gabriel de Lima Amaral

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Macha-Alvo e sua prevalência na Cultura da Soja. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Leonilson Da Silva Alvez

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. A importância do Manejo do Percevejo-Marrom na Cultura da Soja. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Gabriela Miranda Freitas

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Importância da Rastreabilidade para Exportação da Carne Bovina do Estado do Mato Grosso do Sul. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Aparecido Lohan Silva

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. As consequências no uso de drones na pulverização: Os avanços tecnológicos na agricultura de precisão. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Vidal Ramires

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. A descompactação do solo com mínimo revolvimento de palhada de cobertura em sistema de plantio direto. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Marcos Vinícius do Nascimento Silva

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Revisão preventiva em maquinário agrícola. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Yaruã Bigattão Leite

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Tecnologias nos métodos de avaliação rural. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Davi Vicente de Oliveira

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. O uso do FieldView na agricultura de precisão: manejo e customização. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Yann Foizer

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Irrigação e Drenagem na agricultura. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Flaviane Karine Vieira Barbosa Oliveira

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Análise da influênca do crédito rural na adcção de tecnologias em pastagens. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Vinícius Augusto Ferreira Almeida

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Pastagem em situação extrema: desafios edafoclimáticos enfrentados pelas pastagens do pantanal da Nhecolândia. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: MARCELO SOUZA BARBOSA

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Uso da agricultura de precisão no manejo de fertilidade do solo. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Eduardo Costa Cezar de Andrade

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Doenças da Soja que trazem perdas na produtividade da cultura e o adequado manejo. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: João Claudio Clemente

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Segurança da propriedade rural: Medidas de segurança a se adotar no campo - Mato Grosso do Sul e Região. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Lauro Herminio de Zorzi

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Cultura do tomate: Para pequenos produtores. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Mohamed Serhan Tormos

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Integração Lavoura-Pecuária: Estratégias de Implatação e Como Pode Diminuir Áreas Degradadas. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Aluno: Matheus Henrique de Lima Amaral

FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA. Gestão Estratégica: Planejamento e Análise de Riscos e Viabilidade em Semiconfinamento. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Agronomia) - Universidade Anhanguera - Uniderp.

Produções bibliográficas

  • BARCELOS, SHEYLA THAYS VIEIRA ; FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA ; COSTA, REGINALDO B. ; MAGALHÃES FILHO, FERNANDO JORGE CORRÊA ; RIBEIRO, ALISSON ANDRÉ ; CEREDA, MARNEY PASCOLI . Startup of UASB reactor with limestone fixed bed operating in the thermophilic range using vinasse as substrate. RENEWABLE ENERGY , v. 196, p. 610-616, 2022.

  • FERREIRA, I. F. L. ; COSTA, M. T. ; MAEDA, A. S. ; OLIVEIRA, M. ; MAGALHÃES FILHO, F. J. C. . 14º Boletim Wetlands Brasil. Desempenho de wetlands construídos de fluxo vertical com Canna e Typha em diferentes regimes de alimentação, Florianópolis, , v. 14, p. 27 - 27, 31 ago. 2021.

  • NARCISA-OLIVEIRA, J. ; SANTOS, R. N. ; FERREIRA, I. F. L. ; SILVA, J. V. S. C. ; FERNANDES, K. S. ; RODRIGUES, C. S. . USO DE AGROTÓXICOS: PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS SOCIAIS DA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE - MS. In: Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (2018), 2018, Araquari. Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (2018. Araquari: IFC, 2018. v. 4. p. 1-3.

  • FERREIRA, I. F. L. ; COSTA, M. T. ; ARAUJO, F. M. ; MAGALHÃES FILHO, F. J. C. ; CEREDA, M. P. . AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA MATÉRIA ORGÂNICA NITROGENADA E REMOÇÃO DE FÓSFORO EM WETLANDS CONSTRUÍDOS E LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO. In: XXIII Encontro de Iniciação Científica da UCDB, 2019, Campo Grande. XXIII Encontro de Iniciação Científica da UCDB. Campo Grande: Universidade Católica Dom Bosco, 2019. p. 202-202.

  • COSTA, M. T. ; ARAUJO, F. M. ; FERREIRA, I. F. L. ; MAGALHÃES FILHO, F. J. C. . AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA MATÉRIA ORGÂNICA CARBONÁCEA EM LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E WETLANDS CONSTRUÍDOS. In: XXIII Encontro de Iniciação Científica da UCDB, 2019, Campo Grande. XXIII Encontro de Iniciação Científica da UCDB. Campo Grande: Universidade Católica Dom Bosco, 2019. p. 215-215.

  • ARAUJO, F. M. ; FERREIRA, I. F. L. ; COSTA, M. T. ; CAVALHERI, P. S. . REMOÇÃO DE PATÓGENOS EM SISTEMAS NATURAIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO: LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E WETLANDS CONSTRUÍDOS DE FLUXO VERTICAL. In: XXIII Encontro de Iniciação Científica da UCDB, 2019, Campo Grande. XXIII Encontro de Iniciação Científica da UCDB. Campo Grande: Universidade Católica Dom Bosco, 2019. p. 200-200.

  • NARCISA-OLIVEIRA, J. ; SANTOS, R. N. ; FERREIRA, I. F. L. ; SILVA, J. V. S. C. ; FERNANDES, K. S. ; RODRIGUES, C. S. . PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS (PANCS) NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE - MS: CONHECIMENTO POPULAR, CONSUMO E COMÉRCIO. In: JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENÇÃO - JENPEX 2018, 2018, Alta Floresta. Anais. Alta Floresta: Instituto Federal de Mato Grosso, 2018. p. 11-12.

  • FERREIRA, I. F. L. ; BARCELOS, S. T. V. ; CEREDA, M. P. . AVALIAÇÃO NO TRATAMENTO DE VINHAÇA POR REATOR ANAERÓBIO (UASB) COM LEITO FIXO DE CALCÁRIO NA FAIXA TERMÓFILA. In: XXII Encontro de Iniciação Científica, 2018, Campo Grande MS. XXII Encontro de Iniciação Científica: PIBITI, 2018.

  • FERREIRA, I. F. L. ; BARCELOS, S. T. V. ; CEREDA, M. P. . AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DE VINHAÇA EM REATOR ANAERÓBIO EM FASE TERMOFÍLICA EM LEITO FÍSICO DE CALCÁRIO. In: XXI Encontro de Iniciação Científica do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/PIBITI/CNPq/UCDB, 2017, Campo Grande MS. XXI Encontro de Iniciação Científica, 2017.

  • FERREIRA, I. F. L. . Práticas de Educação Ambiental em um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS). 2021. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • FERREIRA, I. F. L. ; COSTA, M. T. ; ARAUJO, F. M. ; MAGALHÃES FILHO, F. J. C. ; CEREDA, M. P. . AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA MATÉRIA ORGÂNICA NITROGENADA E REMOÇÃO DE FÓSFORO EM WETLANDS CONSTRUÍDOS E LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ARAUJO, F. M. ; FERREIRA, I. F. L. ; COSTA, M. T. ; CAVALHERI, P. S. . REMOÇÃO DE PATÓGENOS EM SISTEMAS NATURAIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO: LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E WETLANDS CONSTRUÍDOS DE FLUXO VERTICAL. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • COSTA, M. T. ; ARAUJO, F. M. ; FERREIRA, I. F. L. ; MAGALHÃES FILHO, F. J. C. . AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA MATÉRIA ORGÂNICA CARBONÁCEA EM LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO E WETLANDS CONSTRUÍDOS. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • FERREIRA, I. F. L. ; BARCELOS, S. T. V. ; CEREDA, M. P. . AVALIAÇÃO NO TRATAMENTO DE VINHAÇA POR REATOR ANAERÓBIO (UASB) COM LEITO FIXO DE CALCÁRIO NA FAIXA TERMÓFILA. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FERREIRA, I. F. L. ; BARCELOS, S. T. V. ; CEREDA, M. P. . AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DE VINHAÇA EM REATOR ANAEROBIO EM FASE TERMOFÍLICA EM LEITO FÍSICO DE CALCÁRIO. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

NUNES, A. L. ; OLIVEIRA, F. L. ; SALES, G. M. ; FERREIRA, I. F. L. ; PADUA NETO, J. C. ; BARCELOS, M. M. ; AZOIA, T. . 24º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2022.

OLIVEIRA, F. L. ; SALES, G. M. ; BARCELOS, M. M. ; AZOIA, T. ; FERREIRA, I. F. L. ; NUNES, A. L. ; PADUA NETO, J. C. ; RAMOS, D. C. ; NOGUEIRA, J. P. S. . 26º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2022.

NUNES, A. L. ; OLIVEIRA, E. ; OLIVEIRA, F. L. ; BARCELOS, M. M. ; MARTINS, P. L. S. P. ; FERREIRA, I. F. L. ; RAMOS, D. C. . 49º Boletim Casa Rural - Bovinocultura de Leite. 2022.

MELO, A. B. P. S. E. ; MARQUES, D. C. ; TOLENTINO JUNIOR, C. F. ; FERREIRA, I. F. L. . 13º Boletim Casa Rural - Radar Ambiental. 2022.

FERREIRA, I. F. L. ; MELO, A. B. P. S. E. ; MARQUES, D. C. ; TOLENTINO JUNIOR, C. F. ; KUROSE, S. Y. B. . 14º Boletim Casa Rural - Radar Ambiental. 2022.

NUNES, A. L. ; BARCELOS, M. M. ; OLIVEIRA, E. ; OLIVEIRA, F. L. ; BRESSAN, F. V. ; SALES, G. M. ; FERREIRA, I. F. L. . 1º Boletim Casa Rural - Piscicultura. 2022.

NUNES, A. L. ; OLIVEIRA, E. ; OLIVEIRA, F. L. ; BARCELOS, M. M. ; MARTINS, P. L. S. P. ; FERREIRA, I. F. L. ; RAMOS, D. C. . 50º Boletim Casa Rural - Bovinocultura de Leite. 2022.

NUNES, A. L. ; BRESSAN, F. V. ; OLIVEIRA, F. L. ; SALES, G. M. ; BARCELOS, M. M. ; OLIVEIRA, E. ; FERREIRA, IGOR FELIPE LIMA ; RAMOS, D. C. . 1º Boletim Casa Rural - Avicultura. 2022.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 10º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 11º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 12º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 13º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 14º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 15º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 16º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 17º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

OLIVEIRA, F. L. ; AZOIA, T. ; PADUA NETO, J. C. ; FERREIRA, I. F. L. ; BARROS, L. V. . 18º Boletim Casa Rural - SIGABOV. 2021.

FERREIRA, I. F. L. ; BEZERRA, C. ; CALDO, L. A. ; MARCHIORETTO, I. S. ; CAVALCANTI, R. C. . Mesa Redonda - Universalização do Saneamento no Estado de Mato Grosso do Sul. 2021. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

FERREIRA, I. F. L. ; ANTONIOSI FILHO, N. R. . Palestra - A Ciência e a Tecnologia na Solução de Problemas Ambientais. 2021. (Programa de rádio ou TV/Outra).

FERREIRA, I. F. L. . Reunião do JPS Nacional da ABES de encerramento do ano - 2020. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).

FERREIRA, I. F. L. ; CHAVES, K. G. P. G. ; BORGES, L. G. ; MONTI, S. R. ; COSTA, F. A. ; BENITES, M. H. . PROJETO DE EXTENSÃO UCDB: EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM COMUNIDADES. 2021. Vídeo.

AZEVEDO, I. W. P. ; FERREIRA, I. F. L. ; MONTI, S. R. ; BORGES, L. G. ; COSTA, F. A. . Oficina Virtual: Produção de utensílios a partir do reaproveitamento de jornais e revistas - CESTOS. 2021. Vídeo.

AZEVEDO, I. W. P. ; FERREIRA, I. F. L. ; MONTI, S. R. ; BORGES, L. G. ; COSTA, F. A. . Oficina Virtual: Produção de utensílios a partir do reaproveitamento de jornais e revistas -FRUTEIRA. 2021. Vídeo.

Projetos de pesquisa

  • 2018 - 2021

    Comportamento de sistemas naturais de tratamento de esgoto doméstico na remoção de poluentes em clima tropical, Descrição: Visa avaliar o comportamento de sistemas naturais para tratamento de esgoto doméstico com ênfase em wetlands construídos e lagoas de estabilização. O crescimento populacional demanda a necessidade saneamento acessível e eficiente associado com a viabilidade econômica, assim a ausência de produtos químicos, sem gastos enérgicos e manutenção barata são característica desses sistemas. Além disso, o clima tropical é indicado para lagoas de estabilização por ter abundância em raios solares, ventos e temperaturas fixas. Por fim, ambos os sistemas de tratamento sejam por lagoas de estabilização ou por wetlands construídos, permite que a saída do tratamento seja utilizada na agricultura como aplicação na fertilidade do solo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Felipe Lima Ferreira - Integrante / Marney Pascoli Cereda - Integrante / Fernando Jorge Correa Magalhães Filho - Coordenador / João Victor Santana Corrêa da Silva - Integrante / Mateus Tavares Da Costa - Integrante / Fernanda Marques De Araujo - Integrante / Milina de Oliveira - Integrante / Priscila Sabioni Cavalheri - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2017 - Atual

    Inovações na gestão de resíduos de usinas sucroalcooleiras como fator de aumento de competitividade, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marney Pascoli Cereda em 05/05/2018., Descrição: O setor sucroalcooleiro é um dos motores do agronegócio brasileiro como sua imagem ligada ao etanol combustível e eficiência dos seus meios de produção. Essa eficiência é mais perceptível nas áreas agrícolas que na industrial. Cultivares produtivas e resistentes a pragas e doenças permitem sua implantação em praticamente todo o território nacional. Entretanto sua situação globalmente privilegiada como produtora de energia renovável decorre mais da disponibilidade de áreas agrícolas e de clima apropriado, do que de inovações tecnológicas no setor. O sistema de produção industrial conta com poucas melhorias em um período de 20 anos, com destaque apenas para cepas de leveduras mais adaptadas a região sudeste. O processo de produção de etanol em uso data de antes dos anos 50. Vários fatores constritores podem ser lembrados. A moagem da cana em sistema de moendas consome grande parte da energia co-gerada, o caldo de cana não é sanitizado, embora vapor e energia estejam disponíveis. Mesmo a fermentação alcoólica é feita sem assepsia e por isso é longa em razão de contaminações por bactérias e leveduras selvagens. Para contornar essa contaminação sem uso de assepsia, as leveduras são tratadas com acido sulfúrico e antibióticos. O efeito desta contaminação é de neutralizar em grande parte a disponibilização de leveduras melhoradas comerciais, que são rapidamente substituídas pelas leveduras selvagens já no início da safra. Por outro lado a própria contagem das contaminações é feita por método moroso e repetitivo. As caldeiras queimam bagaço com elevado teor de umidade, com níveis de 50 a 60%, o que ocasiona queima incompleta nas caldeiras e desperdiça energia. Na área de gestão de resíduos o sistema mais eficiente ainda é a fertirrigação com a vinhaça, misturada ou não com as cinzas da caldeira. Recentemente, com a colheita mecanizada, é gerada a palha ou palhada, resíduo rico em sílica, ainda pouco estudado. O etanol, mesmo com a valorização do uso como combustível, pouco foi valorizado pelo aspecto de substrato para química fina. O mesmo se pode afirmar da vinhaça, resíduo líquido gerado mais de 10 litros por litro de etanol. A proposta de valorizar a vinhaça apoia-se em um grupo de pesquisadores que já vêm atuando em pesquisa interdisciplinar em vários dos pontos de constrição abordados e que já orientaram e orientam Mestres e Doutores na área. Juntos ajudaram a estabelecer um banco de leveduras isoladas na região Centro Oeste a realizar sua caracterização molecular, em cooperação com a UFGD, Dourados. Usaram da visão computacional para agilizar e melhorar a eficiência da contagem do número de leveduras viáveis na fermentação. Testaram o uso de ultravioleta para desinfecção do mosto e isolaram leveduras resistentes a UV-C. Nesta fase da pesquisa são propostas novas aspectos da gestão de resíduos, operando a digestão anaeróbia da vinhaça na faixa termofila, aproveitando o fato de que esse resíduo líquido é gerado a temperatura acima de 100oC. O metano gerado poderá ser usado na pré secagem do bagaço, torta de filtro e palha e uso em um piloto para tornar mais fácil e eficiente a partida da fornalha após limpeza. Será também avaliada a possibilidade de uso desta energia para secagem parcial da torta de filtro, aumentando as possibilidades de sua ampliação. Com a redução da umidade a eficiência da caldeira será aumentada e será medida pelo grau de queima das cinzas. A cinza de uma combustão mais completa poderá ser estudada para uso em cerâmica. As cinzas assim geradas poderão ser melhor aproveitadas e em caso de sobra será avaliada seu efeito fertilizante.A digestão anaeróbia na faixa termófila é pouco estudada e permitirá avaliar também os agentes anaeróbios termófilos. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Igor Felipe Lima Ferreira - Integrante / Sheyla Thays Vieira Barcelos - Integrante / Marney Pascoli Cereda - Coordenador / Paulo Roberto de Souza - Integrante / Jeferson Lucas Salvador da Silva - Integrante / Fernando Jorge Correa Magalhães Filho - Integrante., Número de produções C, T & A: 6

  • 2017 - Atual

    Inovações na gestão de resíduos de usinas sucroalcooleiras como fator de aumento de competitividade, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marney Pascoli Cereda em 05/05/2018., Descrição: O setor sucroalcooleiro é um dos motores do agronegócio brasileiro como sua imagem ligada ao etanol combustível e eficiência dos seus meios de produção. Essa eficiência é mais perceptível nas áreas agrícolas que na industrial. Cultivares produtivas e resistentes a pragas e doenças permitem sua implantação em praticamente todo o território nacional. Entretanto sua situação globalmente privilegiada como produtora de energia renovável decorre mais da disponibilidade de áreas agrícolas e de clima apropriado, do que de inovações tecnológicas no setor. O sistema de produção industrial conta com poucas melhorias em um período de 20 anos, com destaque apenas para cepas de leveduras mais adaptadas a região sudeste. O processo de produção de etanol em uso data de antes dos anos 50. Vários fatores constritores podem ser lembrados. A moagem da cana em sistema de moendas consome grande parte da energia co-gerada, o caldo de cana não é sanitizado, embora vapor e energia estejam disponíveis. Mesmo a fermentação alcoólica é feita sem assepsia e por isso é longa em razão de contaminações por bactérias e leveduras selvagens. Para contornar essa contaminação sem uso de assepsia, as leveduras são tratadas com acido sulfúrico e antibióticos. O efeito desta contaminação é de neutralizar em grande parte a disponibilização de leveduras melhoradas comerciais, que são rapidamente substituídas pelas leveduras selvagens já no início da safra. Por outro lado a própria contagem das contaminações é feita por método moroso e repetitivo. As caldeiras queimam bagaço com elevado teor de umidade, com níveis de 50 a 60%, o que ocasiona queima incompleta nas caldeiras e desperdiça energia. Na área de gestão de resíduos o sistema mais eficiente ainda é a fertirrigação com a vinhaça, misturada ou não com as cinzas da caldeira. Recentemente, com a colheita mecanizada, é gerada a palha ou palhada, resíduo rico em sílica, ainda pouco estudado. O etanol, mesmo com a valorização do uso como combustível, pouco foi valorizado pelo aspecto de substrato para química fina. O mesmo se pode afirmar da vinhaça, resíduo líquido gerado mais de 10 litros por litro de etanol. A proposta de valorizar a vinhaça apoia-se em um grupo de pesquisadores que já vêm atuando em pesquisa interdisciplinar em vários dos pontos de constrição abordados e que já orientaram e orientam Mestres e Doutores na área. Juntos ajudaram a estabelecer um banco de leveduras isoladas na região Centro Oeste a realizar sua caracterização molecular, em cooperação com a UFGD, Dourados. Usaram da visão computacional para agilizar e melhorar a eficiência da contagem do número de leveduras viáveis na fermentação. Testaram o uso de ultravioleta para desinfecção do mosto e isolaram leveduras resistentes a UV-C. Nesta fase da pesquisa são propostas novas aspectos da gestão de resíduos, operando a digestão anaeróbia da vinhaça na faixa termofila, aproveitando o fato de que esse resíduo líquido é gerado a temperatura acima de 100oC. O metano gerado poderá ser usado na pré secagem do bagaço, torta de filtro e palha e uso em um piloto para tornar mais fácil e eficiente a partida da fornalha após limpeza. Será também avaliada a possibilidade de uso desta energia para secagem parcial da torta de filtro, aumentando as possibilidades de sua ampliação. Com a redução da umidade a eficiência da caldeira será aumentada e será medida pelo grau de queima das cinzas. A cinza de uma combustão mais completa poderá ser estudada para uso em cerâmica. As cinzas assim geradas poderão ser melhor aproveitadas e em caso de sobra será avaliada seu efeito fertilizante.A digestão anaeróbia na faixa termófila é pouco estudada e permitirá avaliar também os agentes anaeróbios termófilos. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Igor Felipe Lima Ferreira - Integrante / Sheyla Thays Vieira Barcelos - Integrante / Marney Pascoli Cereda - Coordenador / Paulo Roberto de Souza - Integrante / Jeferson Lucas Salvador da Silva - Integrante / Fernando Jorge Correa Magalhães Filho - Integrante., Número de produções C, T & A: 5

  • 2017 - 2018

    Inovações na gestão de resíduos de usinas sucroalcooleiras como fator de aumento de competitividade, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marney Pascoli Cereda em 01/11/2019., Descrição: O setor sucroalcooleiro é um dos motores do agronegócio brasileiro como sua imagem ligada ao etanol combustível e eficiência dos seus meios de produção. Essa eficiência é mais perceptível nas áreas agrícolas que na industrial. Cultivares produtivas e resistentes a pragas e doenças permitem sua implantação em praticamente todo o território nacional. Entretanto sua situação globalmente privilegiada como produtora de energia renovável decorre mais da disponibilidade de áreas agrícolas e de clima apropriado, do que de inovações tecnológicas no setor. O sistema de produção industrial conta com poucas melhorias em um período de 20 anos, com destaque apenas para cepas de leveduras mais adaptadas a região sudeste. O processo de produção de etanol em uso data de antes dos anos 50. Vários fatores constritores podem ser lembrados. A moagem da cana em sistema de moendas consome grande parte da energia co-gerada, o caldo de cana não é sanitizado, embora vapor e energia estejam disponíveis. Mesmo a fermentação alcoólica é feita sem assepsia e por isso é longa em razão de contaminações por bactérias e leveduras selvagens. Para contornar essa contaminação sem uso de assepsia, as leveduras são tratadas com acido sulfúrico e antibióticos. O efeito desta contaminação é de neutralizar em grande parte a disponibilização de leveduras melhoradas comerciais, que são rapidamente substituídas pelas leveduras selvagens já no início da safra. Por outro lado a própria contagem das contaminações é feita por método moroso e repetitivo. As caldeiras queimam bagaço com elevado teor de umidade, com níveis de 50 a 60%, o que ocasiona queima incompleta nas caldeiras e desperdiça energia. Na área de gestão de resíduos o sistema mais eficiente ainda é a fertirrigação com a vinhaça, misturada ou não com as cinzas da caldeira. Recentemente, com a colheita mecanizada, é gerada a palha ou palhada, resíduo rico em sílica, ainda pouco estudado. O etanol, mesmo com a valorização do uso como combustível, pouco foi valorizado pelo aspecto de substrato para química fina. O mesmo se pode afirmar da vinhaça, resíduo líquido gerado mais de 10 litros por litro de etanol. A proposta de valorizar a vinhaça apoia-se em um grupo de pesquisadores que já vêm atuando em pesquisa interdisciplinar em vários dos pontos de constrição abordados e que já orientaram e orientam Mestres e Doutores na área. Juntos ajudaram a estabelecer um banco de leveduras isoladas na região Centro Oeste a realizar sua caracterização molecular, em cooperação com a UFGD, Dourados. Usaram da visão computacional para agilizar e melhorar a eficiência da contagem do número de leveduras viáveis na fermentação. Testaram o uso de ultravioleta para desinfecção do mosto e isolaram leveduras resistentes a UV-C. Nesta fase da pesquisa são propostas novas aspectos da gestão de resíduos, operando a digestão anaeróbia da vinhaça na faixa termofila, aproveitando o fato de que esse resíduo líquido é gerado a temperatura acima de 100oC. O metano gerado poderá ser usado na pré secagem do bagaço, torta de filtro e palha e uso em um piloto para tornar mais fácil e eficiente a partida da fornalha após limpeza. Será também avaliada a possibilidade de uso desta energia para secagem parcial da torta de filtro, aumentando as possibilidades de sua ampliação. Com a redução da umidade a eficiência da caldeira será aumentada e será medida pelo grau de queima das cinzas. A cinza de uma combustão mais completa poderá ser estudada para uso em cerâmica. As cinzas assim geradas poderão ser melhor aproveitadas e em caso de sobra será avaliada seu efeito fertilizante.A digestão anaeróbia na faixa termófila é pouco estudada e permitirá avaliar também os agentes anaeróbios termófilos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Igor Felipe Lima Ferreira - Integrante / Sheyla Thays Vieira Barcelos - Integrante / Marney Pascoli Cereda - Coordenador / Paulo Roberto de Souza - Integrante / Jeferson Lucas Salvador da Silva - Integrante / Fernando Jorge Correa Magalhães Filho - Integrante., Número de produções C, T & A: 2

  • 2017 - 2018

    Inovações na gestão de resíduos de usinas sucroalcooleiras como fator de aumento de competitividade, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marney Pascoli Cereda em 01/11/2019., Descrição: O setor sucroalcooleiro é um dos motores do agronegócio brasileiro como sua imagem ligada ao etanol combustível e eficiência dos seus meios de produção. Essa eficiência é mais perceptível nas áreas agrícolas que na industrial. Cultivares produtivas e resistentes a pragas e doenças permitem sua implantação em praticamente todo o território nacional. Entretanto sua situação globalmente privilegiada como produtora de energia renovável decorre mais da disponibilidade de áreas agrícolas e de clima apropriado, do que de inovações tecnológicas no setor. O sistema de produção industrial conta com poucas melhorias em um período de 20 anos, com destaque apenas para cepas de leveduras mais adaptadas a região sudeste. O processo de produção de etanol em uso data de antes dos anos 50. Vários fatores constritores podem ser lembrados. A moagem da cana em sistema de moendas consome grande parte da energia co-gerada, o caldo de cana não é sanitizado, embora vapor e energia estejam disponíveis. Mesmo a fermentação alcoólica é feita sem assepsia e por isso é longa em razão de contaminações por bactérias e leveduras selvagens. Para contornar essa contaminação sem uso de assepsia, as leveduras são tratadas com acido sulfúrico e antibióticos. O efeito desta contaminação é de neutralizar em grande parte a disponibilização de leveduras melhoradas comerciais, que são rapidamente substituídas pelas leveduras selvagens já no início da safra. Por outro lado a própria contagem das contaminações é feita por método moroso e repetitivo. As caldeiras queimam bagaço com elevado teor de umidade, com níveis de 50 a 60%, o que ocasiona queima incompleta nas caldeiras e desperdiça energia. Na área de gestão de resíduos o sistema mais eficiente ainda é a fertirrigação com a vinhaça, misturada ou não com as cinzas da caldeira. Recentemente, com a colheita mecanizada, é gerada a palha ou palhada, resíduo rico em sílica, ainda pouco estudado. O etanol, mesmo com a valorização do uso como combustível, pouco foi valorizado pelo aspecto de substrato para química fina. O mesmo se pode afirmar da vinhaça, resíduo líquido gerado mais de 10 litros por litro de etanol. A proposta de valorizar a vinhaça apoia-se em um grupo de pesquisadores que já vêm atuando em pesquisa interdisciplinar em vários dos pontos de constrição abordados e que já orientaram e orientam Mestres e Doutores na área. Juntos ajudaram a estabelecer um banco de leveduras isoladas na região Centro Oeste a realizar sua caracterização molecular, em cooperação com a UFGD, Dourados. Usaram da visão computacional para agilizar e melhorar a eficiência da contagem do número de leveduras viáveis na fermentação. Testaram o uso de ultravioleta para desinfecção do mosto e isolaram leveduras resistentes a UV-C. Nesta fase da pesquisa são propostas novas aspectos da gestão de resíduos, operando a digestão anaeróbia da vinhaça na faixa termofila, aproveitando o fato de que esse resíduo líquido é gerado a temperatura acima de 100oC. O metano gerado poderá ser usado na pré secagem do bagaço, torta de filtro e palha e uso em um piloto para tornar mais fácil e eficiente a partida da fornalha após limpeza. Será também avaliada a possibilidade de uso desta energia para secagem parcial da torta de filtro, aumentando as possibilidades de sua ampliação. Com a redução da umidade a eficiência da caldeira será aumentada e será medida pelo grau de queima das cinzas. A cinza de uma combustão mais completa poderá ser estudada para uso em cerâmica. As cinzas assim geradas poderão ser melhor aproveitadas e em caso de sobra será avaliada seu efeito fertilizante.A digestão anaeróbia na faixa termófila é pouco estudada e permitirá avaliar também os agentes anaeróbios termófilos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Igor Felipe Lima Ferreira - Integrante / Sheyla Thays Vieira Barcelos - Integrante / Marney Pascoli Cereda - Coordenador / Paulo Roberto de Souza - Integrante / Jeferson Lucas Salvador da Silva - Integrante / Fernando Jorge Correa Magalhães Filho - Integrante., Número de produções C, T & A: 2

  • 2017 - 2018

    Inovações na gestão de resíduos de usinas sucroalcooleiras como fator de aumento de competitividade, Descrição: O setor sucroalcooleiro é um dos motores do agronegócio brasileiro como sua imagem ligada ao etanol combustível e eficiência dos seus meios de produção. Essa eficiência é mais perceptível nas áreas agrícolas que na industrial. Cultivares produtivas e resistentes a pragas e doenças permitem sua implantação em praticamente todo o território nacional. Entretanto sua situação globalmente privilegiada como produtora de energia renovável decorre mais da disponibilidade de áreas agrícolas e de clima apropriado, do que de inovações tecnológicas no setor. O sistema de produção industrial conta com poucas melhorias em um período de 20 anos, com destaque apenas para cepas de leveduras mais adaptadas a região sudeste. O processo de produção de etanol em uso data de antes dos anos 50. Vários fatores constritores podem ser lembrados. A moagem da cana em sistema de moendas consome grande parte da energia co-gerada, o caldo de cana não é sanitizado, embora vapor e energia estejam disponíveis. Mesmo a fermentação alcoólica é feita sem assepsia e por isso é longa em razão de contaminações por bactérias e leveduras selvagens. Para contornar essa contaminação sem uso de assepsia, as leveduras são tratadas com acido sulfúrico e antibióticos. O efeito desta contaminação é de neutralizar em grande parte a disponibilização de leveduras melhoradas comerciais, que são rapidamente substituídas pelas leveduras selvagens já no início da safra. Por outro lado a própria contagem das contaminações é feita por método moroso e repetitivo. As caldeiras queimam bagaço com elevado teor de umidade, com níveis de 50 a 60%, o que ocasiona queima incompleta nas caldeiras e desperdiça energia. Na área de gestão de resíduos o sistema mais eficiente ainda é a fertirrigação com a vinhaça, misturada ou não com as cinzas da caldeira. Recentemente, com a colheita mecanizada, é gerada a palha ou palhada, resíduo rico em sílica, ainda pouco estudado. O etanol, mesmo com a valorização do uso como combustível, pouco foi valorizado pelo aspecto de substrato para química fina. O mesmo se pode afirmar da vinhaça, resíduo líquido gerado mais de 10 litros por litro de etanol. A proposta de valorizar a vinhaça apoia-se em um grupo de pesquisadores que já vêm atuando em pesquisa interdisciplinar em vários dos pontos de constrição abordados e que já orientaram e orientam Mestres e Doutores na área. Juntos ajudaram a estabelecer um banco de leveduras isoladas na região Centro Oeste a realizar sua caracterização molecular, em cooperação com a UFGD, Dourados. Usaram da visão computacional para agilizar e melhorar a eficiência da contagem do número de leveduras viáveis na fermentação. Testaram o uso de ultravioleta para desinfecção do mosto e isolaram leveduras resistentes a UV-C. Nesta fase da pesquisa são propostas novas aspectos da gestão de resíduos, operando a digestão anaeróbia da vinhaça na faixa termofila, aproveitando o fato de que esse resíduo líquido é gerado a temperatura acima de 100oC. O metano gerado poderá ser usado na pré secagem do bagaço, torta de filtro e palha e uso em um piloto para tornar mais fácil e eficiente a partida da fornalha após limpeza. Será também avaliada a possibilidade de uso desta energia para secagem parcial da torta de filtro, aumentando as possibilidades de sua ampliação. Com a redução da umidade a eficiência da caldeira será aumentada e será medida pelo grau de queima das cinzas. A cinza de uma combustão mais completa poderá ser estudada para uso em cerâmica. As cinzas assim geradas poderão ser melhor aproveitadas e em caso de sobra será avaliada seu efeito fertilizante.A digestão anaeróbia na faixa termófila é pouco estudada e permitirá avaliar também os agentes anaeróbios termófilos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Igor Felipe Lima Ferreira - Integrante / Sheyla Thays Vieira Barcelos - Integrante / Marney Pascoli Cereda - Coordenador / Paulo Roberto de Souza - Integrante / Jeferson Lucas Salvador da Silva - Integrante / Fernando Jorge Correa Magalhães Filho - Integrante., Número de produções C, T & A: 2

Histórico profissional

Endereço profissional

  • DETEC - Departamento Técnico/Núcleo Ambiental. , R. Marcino dos Santos, 401., Chácara Cachoeira, 79040902 - Campo Grande, MS - Brasil, Telefone: (067) 33209700, Ramal: 6923, URL da Homepage:

Experiência profissional

2019 - 2019

Universidade Católica Dom Bosco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 25

Outras informações:
CEIPPAM/MPMS/UCDB

2018 - 2019

Universidade Católica Dom Bosco

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Pesquisador de Iniciação Cientifica - PIBIC, Carga horária: 20

2017 - 2018

Universidade Católica Dom Bosco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador de Iniciação Tecnológica - PIBITI, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2017 - 2017

Universidade Católica Dom Bosco

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Monitoria

Outras informações:
Monitor no VIII Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental, com carga horária total de 28 horas.

2017 - 2017

Universidade Católica Dom Bosco

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador de Iniciação Tecnológica - PIBITI, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 10/2021 - 12/2021

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Universitário - CONSU.Cargo ou função, Representante do Corpo Discente.

  • 09/2020 - 12/2021

    Extensão universitária , Educação Ambiental - Projeto de Extensão.Atividade de extensão realizada, Ações sociais.

2019 - 2020

Prefeitura Municipal de Campo Grande

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário - SEMADUR/PMCG, Carga horária: 20

2020 - Atual

Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - MS

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Jovens Profissionais do Saneamento - JPS-MS

Outras informações:
Coordenador de Mídias Sociais no Programa Jovens Profissionais do Saneamento (JPS-MS)

2019 - 2019

NGO - Let's Do It World

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário

Outras informações:
Voluntário no evento World Cleanup Day (Dia Mundial da Limpeza - Campo Grande/MS), representados no Brasil pelo Instituto Limpa Brasil e Teoria Verde, com carga horária total de 40 horas.

2021 - 2021

WMX Soluções Ambientais Tecnológicas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio em planejamento urbano e meio ambiente.

2021 - 2021

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - MS

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio no departamento técnico do SENAR-MS|SISTEMA FAMASUL na área de meio ambiente e sustentabilidade.

2023 - Atual

FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE MATO GROSSO DO SUL

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Analista Técnico, Carga horária: 40

2022 - 2023

FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE MATO GROSSO DO SUL

Vínculo: Funcionário Privado, Enquadramento Funcional: Assistente Técnico, Carga horária: 40

Outras informações:
Trabalhos com geoprocessamento e sensoriamento remoto de propriedades rurais no Mato Grosso do Sul.

Atividades

  • 04/2022

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto Pensar Agropecuária ? IPA.Cargo ou função, SUPLENTE PELA APROSOJA-MS EM DIREITO PROPRIEDADE.

  • 03/2022

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul.Cargo ou função, SUPLENTE DO SENAR-MS NO COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA (CBH) DO RIO IVINHEMA.

2025 - Atual

Corteva Agriscience

Vínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: Analista de Imagem, Carga horária: 40