Rodolpho Freire Marques

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) - Unidade Universitária de Aquidauana. Doutor em Agronomia - Produção Vegetal pela Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD). Desenvolveu pesquisas na área da fitotecnia com ênfase nos seguintes temas: Matologia (Plantas Daninhas), Culturas Oleaginosas de Inverno, Plantio Direto, Adubação verde e Rotação de culturas.

Informações coletadas do Lattes em 02/11/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Agronomia

2013 - 2016

Universidade Federal da Grande Dourados
Título: Períodos de interferência de plantas daninhas e seletividade a herbicidas em canola, niger e cártamo
Luiz Carlos Ferreira de Souza. Coorientador: Germani Concenço. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Mestrado em Agronomia

2010 - 2012

Universidade Federal da Grande Dourados
Título: Período de Interferência das Plantas Daninhas e Seletividade de Herbicidas na Cultura do Crambe,Ano de Obtenção: 2012
Luiz Carlos Ferreira de Souza.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Crambe abyssinica Hoechst; Interferência; Períodos de Convivência; Fitotoxicidade; Controle.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia / Especialidade: Matologia.

Graduação em Agronomia

2005 - 2009

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Título: Sistemas de cultivo e Adubação Nitrogenada na Comunidade Infestante na cultura do Algodoeiro
Orientador: Cristiane Gonçalves de Mendonça

Formação complementar

2011 - 2011

Direito de Propiedade. (Carga horária: 6h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - MS, SENAR/MS, Brasil.

2011 - 2011

Sistema Agroflorestal. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal da Grande Dourados, UFGD, Brasil.

2011 - 2011

Meio ambiente. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - MS, SENAR/MS, Brasil.

2011 - 2011

Trabalhador Empreendedor. (Carga horária: 40h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - MS, SENAR/MS, Brasil.

2011 - 2011

Língua Ingles - Nível Básico 2. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal da Grande Dourados, UFGD, Brasil.

2010 - 2010

Língua Inglesa - Nível Básico 1. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal da Grande Dourados, UFGD, Brasil.

2010 - 2010

Produção de Cana-de-açúcar. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal da Grande Dourados, UFGD, Brasil.

2008 - 2008

Extensão universitária em Importância do Alimento Orgânico. (Carga horária: 2h). , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

2008 - 2008

Extensão universitária em Recuperação de Pastagens utilizando a Integração. , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

2007 - 2007

Extensão universitária em Inventário Florestal. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

2007 - 2007

Extensão universitária em Oficina do 10° Workshop de Plantas Medicinais. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal da Grande Dourados, UFGD, Brasil.

2007 - 2007

Extensão universitária em Conservação do Solo: Instalação de curva-de-nível. (Carga horária: 14h). , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

2007 - 2007

Treinamento de Segurança no trabalho com Agrotóxic. (Carga horária: 6h). , AGRO JANGADA, CF, Brasil.

2006 - 2006

Extensão universitária em Meteorologia e Plataformas Automáticas (PCD's). (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

2006 - 2006

Treinamento de Segurança no trabalho com Agrotóxic. (Carga horária: 6h). , AGRO JANGADA, CF, Brasil.

2005 - 2005

Extensão universitária em Exterior de Zebuínos. (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

2005 - 2005

Extensão universitária em Leite de Qualidade. (Carga horária: 2h). , Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, UEMS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Manejo e Tratos Culturais.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Matologia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitotecnia/Especialidade: Adubação Verde.

Organização de eventos

MARQUES, R. F. . ENEPEX. 2014. (Outro).

MARQUES, RODOLPHO FREIRE . I Seminário Sul-Mato-Grossense de Pós-Graduandos e I Encontro de Pós-Graduandos da UFGD. 2014. (Outro).

GOES, R. J. ; CARMO, J. I. ; MARQUES, R. F. . V Semana Agronômica de Aquidauana. 2008. (Outro).

Participação em eventos

XXIX CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS. SELETIVIDADE DE HERBICIDAS NA CULTURA DO CRAMBE. 2014. (Congresso).

V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel. Identificação florística de plantas daninhas na cultura do crambe, Determinação do coeficiente de difusão efetivo durante a secagem de grãos de canola, Germinação de sementes de niger sob diferentes concentrações de cloreto de alumínio.. 2012. (Congresso).

XXVIII Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas. Períodos de interferência das plantas daninhas na cultura do crambe. 2012. (Congresso).

14° Workshop de Plantas Medicinais de Mato Grosso do Sul. 2011. (Outra).

CANASUL 2011 - Oportunidades de negócios no setor sucroenergetico de MS. 2011. (Outra).

ENEPE.Identificação florística de plantas daninhas na cultura do algodão no munícipio de Aquidauana-MS. 2011. (Encontro).

XVII Congresso Brasileiro de Sementes. Estresse Hídrico na Germinação de Sementes de Guizotia abyssinica Cass.; Luz na Germinação de Sementes de Niger.; Germinação de Sementes de Guizotia Abyssinica Cass. em Condições de Salinidade.. 2011. (Congresso).

3° SEMINÁRIO DE AGROECOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL e 2° ENCONTRO DE PRODUTORES AGROECOLÓGICOS DE MS.Supressão de plantas espontâneas com adubação verde de inverno em agroecossistema sob bases ecológicas, em Dourados, MS e Supressão de plantas espontâneas com adubação verde de primavera/verão em agroecossistema sob bases ecológicas, em Dourados, MS. 2010. (Seminário).

Advances in Modeling and Simulation Technology for Agricultural Machine Automation. 2010. (Outra).

II Workshop Responsabilidade ambiental de usinas do Mato Grosso do Sul ? Tecnologias e Inovações. 2010. (Outra).

XXVII Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas. SISTEMA DE CULTIVO E ADUBAÇÃO NITROGENADA NA COMUNIDADE INFESTANTE NA CULTURA DO ALGODOEIRO e ADUBAÇÃO VERDE E NITROGENADA NA COMUNIDADE INFESTANTE NA CULTURA DO ALGODOEIRO. 2010. (Congresso).

7° SEMEX - Seminário de Extenção Universitária da UEMS e 7° ENIC - Encontro de Iniciação Científica da UEMS.Adubação Verde e Nitrogenada na Comunidade Infestante na Cultura do Algodoeiro. 2009. (Seminário).

10° Workshop de Plantas Medicinais de Mato Grosso do Sul. 2007. (Outra).

5° Congresso Estadual de Profissionais, CREA-MS PACTO PROFISSIONAL E SOCIAL. 2007. (Congresso).

IV Semana Agronômica de Aquidauana - Novas Alternativas e Desafios para a Produção. 2007. (Outra).

X Reunião Sul-brasileira sobre Pragas do Solo. 2007. (Encontro).

Campanha Nacional de Vacinação Anti-Rábica Canina e Felina (VOLUNTÁRIO). 2006. (Outra).

FERTBIO 2006 A Busca das Raízes. 2006. (Congresso).

III Semana Agronômica de Aquidauana. 2006. (Outra).

II Semana Agronômica de Aquidauana. 2005. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Thais Stradioto Melo

CECCON, G.;MARQUES, R. F.SOUZA, L. C. F.. Composição da comunidade de plantas daninhas na cultura da soja após cultivos de outono-inverno em épocas e doses de glifosato para dessecação.. 2019. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Wellyton Darci Quequeto

SIQUEIRA, V. C.;MARQUES, R. F.; JORDAN, R. A.; OLIVEIRA, F. C.. Qualidade fisiológica e perfil de ácidos graxos do óleo bruto de semente de niger após a secagem.. 2018. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Igor Vinícius Talhari Correia

SOUZA, L. C. F.MARQUES, R.F.; NUNES, D. P.; TOMAZI, M.. COMUNIDADE DE PLANTAS DANINHAS EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE GRÃOS DE ESPÉCIES OLEAGINOSAS. 2017. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Valquiria Krolikowski

CECCON, G.; MENDONCA, C. G.; CORREA, A. M.; ALVES, V. B.;MARQUES, R. F.. Caracterização dos sistemas de cultivo de milho safrinha em Mato Grosso do Sul. 2018. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Aluno: Thais Stradioto Melo

CECCON, G.;MARQUES, R. F.; MAUAD, M.. Composição da comunidade de plantas daninhas na cultura da soja após cultivos de outono-inverno em épocas e doses de glifosato para dessecação.. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Agronomia) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Produções bibliográficas

  • CONCENÇO, G. ; LEME FILHO, J. R. A. ; MARQUES, R.F. . Weed Occurrence in Sugarcane as Function of Variety and Ground Straw Management1. PLANTA DANINHA , v. 34, p. 219-228, 2016.

  • RESENDE, R. K. S. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. . Características morfológicas e produtividade do crambe em função da adubação nit‏rogenada. Agrarian (Dourados. Impresso) , v. 8, p. 279-286, 2016.

  • KROLIKOWSKI, V. ; MARQUES, R. F. ; CONCENÇO, G. ; CECCON, G. . Plantas daninhas em lavouras de milho safrinha, em Mato Grosso do Sul. REVISTA PLANTIO DIRETO , v. 1, p. 2-6, 2016.

  • GORDIN, CARLA REGINA BAPTISTA ; MARQUES, RODOLPHO FREIRE ; SCALON, SILVANA DE PAULA QUINTÃO . Emergence and initial growth of Hancornia speciosa (Gomes) seedlings with different substrates and water availability. REVISTA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS (BELÉM) , v. 59, p. 352-362, 2016.

  • 2015 CONCENCO, G. ; SALTON, J. C. ; MARQUES, R. F. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; SANTOS, S. A. ; GALON, L. . WEED SUPPRESSION IN SUSTAINABLE INTEGRATED AGRICULTURAL SYSTEMS. PAKISTAN JOURNAL OF WEED SCIENCE RESEARCH , v. 21, p. 1-14, 2015.

  • CONCENCO, GERMANI ; MARQUES, RODOLPHO FREIRE ; SANTOS, SABRINA ALVES DOS ; CORREIA, I. V. T. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; MELO, T. S. ; Silva, L. B. X. ; LINHARES, L. T. . Integration crop-livestock: Is it efficient in suppressing troublesome weeds? A case study. African Journal of Agricultural Research , v. 10, p. 1882-1890, 2015.

  • CONCENÇO, G. ; CECCON, G. ; MARQUES, R.F. ; MARSCHALL, I.R. ; ALVES, M.E.S. ; PALHARINI, W.G. ; GALON, L. . Cultivos de outono-inverno na supressão de plantas daninhas em soja. Agrária (Recife. Online) , v. 10, p. 205-210, 2015.

  • 2015 ITO, M. A. ; CONCENCO, G. ; MARQUES, R. F. ; SANTOS, S. A. ; PALHARINI, W. G. . Allelopathic Potential of Wheat on Sourgrass Resistant to Glyphosate. American Journal of Plant Sciences , v. 06, p. 891-898, 2015.

  • 2014 GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. ; SCALON, S. P. Q. ; SOUZA, L. C. F. . TEMPERATURAS E DISPONIBILIDADES HÍDRICAS DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE NIGER. Bioscience Journal (Online) , v. 30, p. 112-118, 2014.

  • 2014 CONCENCO, GERMANI ; SILVA, CESAR JOSE DA ; TOMAZI, MICHELY ; MARQUES, RODOLPHO FREIRE ; SANTOS, SABRINA ALVES DOS ; DOS SANTOS ALVES, MAXWELL ELIEZER ; PALHARINI, WAGGNER GOMES ; FROES, AIR LISBOA ; FABRIS, DENISE NASCIMENTO . Winter Oilseed Crops after Soybeans as Tools for Weed Management in Brazilian Savannah Cropping Systems. American Journal of Plant Sciences , v. 05, p. 2277-2288, 2014.

  • 2014 GALON, L. ; CONCENCO, G. ; PINTO, J. J. O. ; MARQUES, R. F. ; ANDRES, A. . Imidazolinone-tolerant maize as a tool for weed control in flooded rice production systems. Maydica (Bergamo) , v. 59, p. 129-136, 2014.

  • 2014 CONCENCO, G. ; FERREIRA, E. A. ; MARQUES, R. F. ; NUNES, T. C. ; SANTOS, S. A. ; PALHARINI, W. G. ; MARSCHALL, I. R. ; ALVES, M. E. S. ; MENDONCA, C. G. . Características fisiológicas de Crambe abyssinica sob aplicação de herbicidas. Revista de Ciências Agrárias (Lisboa) , v. 37, p. 361-369, 2014.

  • 2014 CONCENCO, G. ; MARQUES, R. F. ; SANTOS, S. A. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; MELO, T. S. . Rasteirinha (Hybanthus parviflorus) ? manejo químico. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento (Embrapa Agropecuária Oeste. Online) , v. 68, p. 1-21, 2014.

  • 2014 CONCENCO, G. ; MOTTA, I. S. ; CORREIA, I. V. T. ; SANTOS, S. A. ; MARIANI, A. ; MARQUES, R. F. . Infestation of weed species in monocrop coffee or intercropped with banana, under agroecological system. Planta Daninha (Impresso) , v. 32, p. 665-674, 2014.

  • CONCENCO, GERMANI ; MOTTA, I. S. ; SANTOS, SABRINA ALVES DOS ; ALVES, M. E. S. ; MELO, T. S. ; MARQUES, RODOLPHO FREIRE . Alterações na Flora Espontânea em Sistemas Agroecológicos de Produção de Café. Cadernos de Agroecologia , v. 9, p. 1-10, 2014.

  • 2013 GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; ROSA, R. J. M. ; SANTOS, A. M. ; SCALON, S. P. Q. . Emergência de plântulas e crescimento inicial do pinhão manso exposto a alumínio. Semina. Ciências Agrárias (Impresso) , v. 34, p. 147-156, 2013.

  • 2013 BOTTEGA, S. P. ; RECH, J. ; SOUZA, L. C. F. ; MARQUES, R. F. ; PEDROTTI, M. C. ; TORRES, L. D. . Desempenho agronômico do níger em função da época de semeadura para a Região Sul do Mato Grosso do Sul. Pesquisa Agropecuária Gaúcha , v. 19, p. 88-94, 2013.

  • 2012 GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. ; SCALON, S. P. Q. . Germinação, biometria de sementes e morfologia de plântulas de Guizotia abyssinica Cass.. Revista Brasileira de Sementes (Impresso) , v. 34, p. 619-627, 2012.

  • 2012 GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. ; SOUZA, L. C. F. . Estresse salino na germinação de sementes e desenvolvimento de plântulas de niger (Guizotia abyssinica (L.F.) Cass). Acta Botanica Brasílica (Impresso) , v. 26, p. 966-972, 2012.

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; BOTTEGA, S. P. ; RECH, J. ; SOUZA, L. C. F. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; CONCENCO, G. . SELETIVIDADE DE HERBICIDAS NA CULTURA DO CRAMBE. In: XXIX CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS, 2014, Gramado. A Ciência das Plantas Daninhas em Clima de Mudanças. Londrina: SBCPD, 2014.

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; RECH, J. ; BOTTEGA, S. P. ; SOUZA, L. C. F. ; PALHARINI, W. G. ; SANTOS, S. A. ; CONCENCO, G. . PARÂMETROS INDIRETOS DE SELETIVIDADE DO CRAMBE A HERBICIDAS. In: XXIX CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS, 2014, Gramado. A Ciência das Plantas Daninhas em Clima de Mudanças. Londrina: SBCPD, 2014.

  • BOTTEGA, S. P. ; RECH, J. ; SOUZA, L. C. F. ; FREITAS, M. E. ; MARQUES, R. F. . TEOR DE NITROGÊNIO, PROTEÍNA E ÓLEO NOS GRÃOS DE NÍGER, EM FUNÇÃO DA ÉPOCA DE SEMEADURA. In: VI CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA (CBM) & III SIMPOSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS E ENERGÉTICAS (III SIOE), 2014, Fortaleza. VI CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA (CBM) & III SIMPOSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS E ENERGÉTICAS (III SIOE), 2014.

  • BOTTEGA, S. P. ; RECH, J. ; SOUZA, L. C. F. ; MARQUES, R. F. ; FREITAS, M. E. . ESTUDO DOS COMPONENTES DE PRODUÇÃO DO NIGER, EM FUNÇÃO DA ÉPOCA DE SEMEADURA. In: VI CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA (CBM) & III SIMPOSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS E ENERGÉTICAS (III SIOE), 2014, Fortaleza. VI CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA (CBM) & III SIMPOSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS E ENERGÉTICAS (III SIOE), 2014.

  • PALHARINI, W. G. ; SILVA, C. J. ; SANTOS, S. A. ; ALVES, M. E. S. ; MARQUES, R. F. ; FABRIS, D. N. ; FROES, A. L. ; CONCENCO, G. . Manejo químico de plantas daninhas tolerantes ao glyphosate na cultura do pinhão-manso. In: XXIX CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS, 2014, Gramado. A Ciência das Plantas Daninhas em Clima de Mudanças. Londrina: SBCPD, 2014.

  • SANTOS, S. A. ; SILVA, C. J. ; MARQUES, R. F. ; ALVES, M. E. S. ; PALHARINI, W. G. ; SILVA NETO, J. A. ; FROES, A. L. ; CONCENCO, G. . Banco de sementes de plantas daninhas em áreas de cultivo de pinhão-manso. In: XXIX CONGRESSO BRASILEIRO DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS, 2014, Gramado. A Ciência das Plantas Daninhas em Clima de Mudanças. Londrina: SBCPD, 2014.

  • CONCENCO, G. ; SILVA, C. J. ; MARQUES, R. F. ; SANTOS, S. A. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; FROES, A. L. . Evolution of Weed Occurrence in Soybean Area Planted or Not with Rapeseed in Winter a Long-Term Trial. In: I Simposio Latino Americano de Canola, 2014, Passo Fundo. Proceedings. Passo Fundo: Embrapa CNPT, 2014.

  • CONCENCO, G. ; SILVA, C. J. ; TOMAZI, M. ; MARQUES, R. F. ; SANTOS, S. A. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; FABRIS, D. N. . Soybean-Rapeseed Succession As Tool For Weed Management In Brazilian Savannah Cropping Systems. In: I Simposio Latino Americano de Canola, 2014, Passo Fundo. Proceedings. Passo Fundo: Embrapa CNPT, 2014.

  • CONCENCO, G. ; SILVA, C. J. ; MARQUES, R. F. ; SANTOS, S. A. ; PALHARINI, W. G. ; ALVES, M. E. S. ; MARSCHALL, I. R. . Weed Species Diversity in Long-Term Soybean-Rapeseed Succession. In: I Simposio Latino Americano de Canola, 2014, Passo Fundo. Proceedings. Passo Fundo: Embrapa CNPT, 2014.

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  • CONCENCO, G. ; MARQUES, R. F. ; LAMAS, F. M. ; STAUT, L. A. ; GARCIA, R. A. ; ALVES, M. E. S. . Ocorrência de plantas daninhas em função de sistemas de cultivo de milho safrinha. In: XII SEMINÁRIO NACIONAL MILHO SAFRINHA, 2013, Dourados. Estabilidade e produtividade. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2013.

  • CONCENCO, G. ; MARQUES, R. F. ; SALTON, J. C. ; PALHARINI, W. G. ; SANTOS, S. A. ; MARSCHALL, I. R. . SUPRESSÃO DE PLANTAS DANINHAS EM SISTEMAS INTEGRADOS DE CULTIVO COM MILHO SAFRINHA. In: XII SEMINÁRIO NACIONAL MILHO SAFRINHA, 2013, Dourados. Estabilidade e produtividade. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2013.

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; SOUZA, L. C. F. . Períodos de interferência das plantas daninhas na cultura do crambe. In: XXVIII Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas, 2012, Campo Grande. A Ciência das Plantas Daninhas na Era da Biotecnologia, 2012.

  • MARQUES, R. F. ; GONELI, A. L. D. ; GORDIN, C. R. B. ; SOUZA, L. C. F. ; ARAUJO, W. D. . Determinação do coeficiente de difusão efetivo durante a secagem de grãos de canola. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 1. p. 283-284.

  • MOTA, L. H. S. ; GARBIATE, M. V. ; VIEGAS NETO, A. L. ; HEINZ, R. ; MARQUES, R. F. . Efeito de diferentes inseticidas na qualidade fisiológica de sementes de soja. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 2. p. 627-628.

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  • MOTA, L. H. S. ; GARBIATE, M. V. ; HEINZ, R. ; VIEGAS NETO, A. L. ; MARQUES, R. F. . Emergência e desempenho de plantas de soja em função do tratamento de sementes. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 2. p. 633-634.

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; RECH, J. ; BOTTEGA, S. P. ; SOUZA, L. C. F. . Germinação de sementes de niger sob diferentes concentrações de cloreto de alumínio. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 2. p. 643-644.

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; SOUZA, L. C. F. ; BOTTEGA, S. P. ; RECH, J. . Identificação florística de plantas daninhas na cultura do crambe. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 2. p. 651-652.

  • GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. ; SCALON, S. P. Q. ; SOUZA, L. C. F. . Teste de envelhecimento acelerado em sementes de niger. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 1. p. 557-558.

  • GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. ; RESENDE, R. K. S. ; SCALON, S. P. Q. . Armazenamento de sementes de crambe em diferentes embalagens e ambientes. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 1. p. 471-472.

  • GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; MASETTO, T. E. ; SOUZA, L. C. F. ; SCALON, S. P. Q. . Teste de frio na avaliação do vigor de sementes de niger. In: V Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e VIII Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, 2012, Salvador. Biodiesel - Inovação e Desenvolvimento Regional. Lavras: UFLA, 2012. v. 1. p. 575-576.

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  • GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; SCALON, S. P. Q. . Substrato e Capacidade de Campo na Emergência de Mangaba. In: XVII Congresso Brasileiro de Sementes, 2011, Natal - RN. Informativo ABRATES, 2011. v. 21. p. 170.

  • GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; SCALON, S. P. Q. ; BONAMIGO, T. . Crescimento inicial de mudas de Hancornia speciosa GOMES em diferentes substratos e sombreamentos. In: XIII Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal, 2011, Búzios - RJ. Brazilian Journal of Plant Physiology, 2011. p. 93.

  • GORDIN, C. R. B. ; MARQUES, R. F. ; SCALON, S. P. Q. ; Scalon Filho, H. . Substrato e Capacidade de campo no crescimento inicial de mudas de Mangaba. In: XIII Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal, 2011, Búzios - RJ. Brazilian Journal of Plant Physiology, 2011. p. 127.

  • MARQUES, R.F. . Resistência de plantas daninhas a herbicidas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARQUES, R. F. ; CORREIA, I. V. T. ; MELO, T. S. ; Silva, L. B. X. ; LINHARES, L. T. ; ALVES, M. E. S. ; CONCENCO, G. . EMERGÊNCIA E DESENVOLVIMENTO DE ESPÉCIES DANINHAS EM FUNÇÃO DE DIFERENTES POTENCIAIS HÍDRICO DO SOLO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MARQUES, R. F. ; CORREIA, I. V. T. ; MELO, T. S. ; Silva, L. B. X. ; LINHARES, L. T. ; CARRARO, T. V. ; CONCENCO, G. . ALELOPATIA DE EXTRATOS DE SORGO SACARINO SOBRE CAPIM-AMARGOSO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MARQUES, R. F. . Determinação do coeficiente de difusão efetivo durante a secagem de grãos de canola. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. . Efeito de diferentes inseticidas na qualidade fisiológica de sementes de soja. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. . Efeito do tratamento de sementes com inseticidas no vigor de plantas de soja. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. . Emergência e desempenho de plantas de soja em função do tratamento de sementes. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. . Identificação florística de plantas daninhas na cultura do crambe. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. . Períodos de interferência das plantas daninhas na cultura do crambe. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; MASETTO, T. E. ; SCALON, S. P. Q. ; SOUZA, L. C. F. . Germinação de sementes de Guizotia abyssinica Cass. em condições de salinidade. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; MASETTO, T. E. ; SOUZA, L. C. F. ; SCALON, S. P. Q. . Luz na germinação de sementes de niger. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; MASETTO, T. E. ; SCALON, S. P. Q. ; SOUZA, L. C. F. . Estresse hídrico na germinação de sementes de Guizotia abyssinica Cass.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. ; GORDIN, C. R. B. ; MENDONCA, C. G. ; SOUZA, L. C. F. . Identificação florística de plantas daninhas na cultura do algodão no munícipio de Aquidauana-MS. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MARQUES, R. F. ; MENDONCA, C. G. . Adubação Verde e Nitrogenada na Comunidade Infestante na Cultura do Algodoeiro. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. ; MENDONCA, C. G. . Sistema de Cultivo e Adubação Nitrogenada na Comunidade Infestante na Cultura do Algodoeiro. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MARQUES, R. F. ; PADOVAN, M. P ; HERNANI, L. C. ; MOITINHO, M. R. ; Fernandes, S. S. L ; SANTOS, A. M. . Supressão de plantas espontâneas com adubação verde de inverno em agroecossistema sob bases ecológicas, em Dourados, MS. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MARQUES, R. F. ; PADOVAN, M. P ; MOTTA, I. S. ; MOITINHO, M. R. ; Fernandes, S. S. L . Supressão de plantas espontâneas com adubação verde de primavera/verão em agroecossistema sob bases ecológicas, em Dourados, MS. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MARQUES, R. F. ; MENDONCA, C. G. ; CAMACHO, M. A. . Adubação Verde e Nitrogenada na comunidade infestante na cultura do algodoeiro. 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2014 - Atual

    Avaliação de tratos culturais na produção e qualidade de grãos de canola, cartamo e do níger semeadas no outono-inverno, Descrição: Este projeto será desenvolvido através dos seguintes experimentos: Avaliação de métodos de controle de plantas daninhas, com uso de herbicidas e experimento de mato competição nas culturas do cartamo, canola e do níger. Avaliação de fungicidas e época de aplicação no controle do fungo Alternaria carthami na cultura do cartamo. Avaliação da adubação nitrogenada e de enxofre nos componentes de produção do cartamo, canola e do níger. Na Fazenda Experimental de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Grande Dourados, localizada no município de Dourados,MS, com coordenadas geográficas de latitude 22º 14 S, longitude de 54º 49 W e altitude de 458 metros, no período de 2014 a 2017 e nos Laboratórios de Fitopatologia e de Fertilidade e Nutrição de plantas da UFGD e no Laboratório de Química da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Luiz Carlos Ferreira de Souza - Coordenador / Jerusa Rech - Integrante / Simone Priscila Bottega - Integrante / Germani Concenço - Integrante / Lilian Maria Arruda Bacchi - Integrante / Claúdia Andréia Lima Cardoso - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2012 - Atual

    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha- . Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2012 - Atual

    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha- . Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

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    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha-¹. Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

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    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha-¹. Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

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    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha-¹. Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2012 - Atual

    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha-¹. Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2012 - Atual

    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha-¹. Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2012 - Atual

    PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO, Descrição: A cultura da cana de açúcar, dentre as chamadas grandes culturas, talvez seja a que utilize na forma convencional de multiplicação o maior peso de material botânico de plantio por unidade de área, de 8 a 12 t.ha-¹. Em razão da reprodução assexuada, em áreas comerciais é comum a ocorrência de problemas fitossanitários diversos inclusive e sobre tudo doenças sistêmicas, cujo controle requer adequado preparo de viveiro para a produção de mudas em condições que garantam elevada taxa de sanidade e indispensável autenticidade varietal. Nesse sentido é importante a realização de um planejamento eficiente e criterioso, a começar pela instalação do viveiro, de forma a atender a demanda das áreas comerciais, invariavelmente, representadas por ampla variabilidade de ambiente de produção. Essa variabilidade requer do técnico ou produtor rigor na produção de mudas, que, em tese, representa o início do processo que possibilitara ou não ao genótipo da cana de açúcar expressar se potencial biológico. As variedades, associadas às condições de clima, solo e manejo constituem a base para a qualquer novo projeto no setor agrícola, não sendo diferente na cultura canavieira. As instituições de pesquisa, públicas ou privadas, têm disponibilizado ao setor sucroalcooleiro variedades cada vez mais produtivas, com maior potencial de acúmulo de sacarose, resistentes ou moderadamente resistentes ás principais doenças e adaptadas às condições atuais de manejo como, por exemplo, a colheita da cana crua. No entanto, todas as etapas do processo de produção de cana de açúcar são fortemente influenciadas pelo planejamento do plantel varietal e pela sanidade de mudas para os plantios comerciais, haja vista ser esse material o responsável pela manutenção da qualidade e quantidade de matéria-prima ofertada às indústrias e consequentemente, ao mercado. Na condução do viveiro além dos cuidados normais de um plantio, ou seja, bom preparo de solo e adubação adequada, outras práticas devem ser adotadas nas á. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Rodolpho Freire Marques - Integrante / Rodrigo Kelson da Silva Resende - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Histórico profissional

Experiência profissional

2012 - 2013

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Técnico em Agropecuária, Carga horária: 40

Outras informações:
Coordenação e Chefia interina

2012 - 2012

Universidade Federal da Grande Dourados

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40

Outras informações:
PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO APLICADOS AO SETOR SUCROALCOOLEIRO

2010 - 2010

SENAI - Departamento Regional do Mato Grosso do Sul

Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Instrutor, Carga horária: 8

Outras informações:
Ministrou aulas no curso de formação: Operador de Tratores - Técnicas de preparo de solo e sistematização.

2009 - 2010

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - CPAO - Dourados

Vínculo: ESTAGIO, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIO, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2008 - 2008

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Vínculo: Monitoria, Enquadramento Funcional: Monitor - Microbiologia, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Orientadora: Dirce Ferreira Luz

2007 - 2007

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Vínculo: Monitoria com bolsa, Enquadramento Funcional: Monitor - Mecanização Agrícola, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Orientador: José Maria do Nascimento

2006 - 2007

Agro Jangada

Vínculo: Estagio, Enquadramento Funcional: Estagiario, Regime: Dedicação exclusiva.