Mario Roberto Dal Poz
Professor Titular e Diretor do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e editor-emeritus do periódico Human Resources for Health [http://www.human-resources-health.com/]. Bolsista do CNPq, Prociência/UERJ e Cientista do Nosso Estado/FAPERJ. Médico de formação e especialista em Pediatria (1975), fez o Mestrado em Medicina Social (1981) com monografia sobre ''urbanização e o desenvolvimento dos serviços de saúde'' e posteriormente o Doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (1996) com tese sobre ''as políticas de recursos humanos no Brasil''. Foi Coordenador de Recursos Humanos em Saúde da Organização Mundial de Saúde, Genebra (2002-2012). Publicou extensivamente em periódicos especializados, alem de vasta produção técnica na área de recursos humanos, incluindo o desenvolvimento de software de informação e gestão, livros e capítulos de livros. Atua na área de saúde coletiva com ênfase em política, planejamento e gestão de sistemas de saúde, bem como em política, informação, pesquisa e formação em recursos humanos em saúde.
Informações coletadas do Lattes em 26/03/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Saúde Pública
1992 - 1996
Fundação Oswaldo Cruz
Título: Entre o prescrito e o realizado: Estudo sobre a implantação do SUS no Estado do Rio de Janeiro e sua repercussão na política de recursos humanos em nível municipal
Orientador: Anna Maria Campos Monteiro
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE; POLÍTICA DE SAÚDE; REFORMA DO SISTEMA DE SAÚDE.Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração Pública / Especialidade: Administração de Pessoal. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração Pública / Especialidade: Política e Planejamento Governamentais. Setores de atividade: Saúde Humana; Mercado de Trabalho e Mão-De-Obra.
Mestrado em Saúde Coletiva
1976 - 1981
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Organização dos serviços de saúde e o processo de urbanização, Ano de Obtenção: 1981
Orientador: Hugo Coelho Barbosa Tomassini
Palavras-chave: POLÍTICA DE SAÚDE; MUNICIPALIZAÇÃO; ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Serviços Urbanos e Regionais / Especialidade: Administração Municipal e Urbana. Setores de atividade: Saúde Humana; Desenvolvimento Urbano.
Especialização em Residência Médica em Pediatria e Puericultura
1974 - 1975
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Bolsista do(a): Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Políticas Públicas.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração de Empresas/Especialidade: Administração de Recursos Humanos.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração Pública.
Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação / Subárea: Metodologia e Técnicas da Computação/Especialidade: Sistemas de Informação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Política, Planejamento e Avaliação Educacional/Especialidade: Avaliação de Sistemas, Instituições, Planos e Programas Educacionais.
Organização de eventos
Dal Poz, Mario ; MAIA, L. S. ; SILVA JR, D. S. ; COSTA-COUTO, M. H. . Seminário sobre o custo da formação médica no Brasil. 2019. (Outro).
DAL POZ, M. R. ; PIERANTONI, C R ; GIRARDI, S. . Capacitação em análise e planejamento da força de trabalho em saúde.. 2012. (Congresso).
DAL POZ, M. R. ; PIERANTONI, C R ; SOUSA, A ; SEPULVEDA, H. . Reunião técnica sobre medidas e monitoramento de desigualdades dos recursos humanos em saúde. 2012. (Congresso).
PIERANTONI, C R ; DAL POZ, M. R. . Conferência Internacional sobre Pesquisas em Recursos Humanos em Saúde. 2010. (Congresso).
ADAMS, O ; DAL POZ, M. R. ; DREESCH, N ; MERCER, H S . Human resources and service delivery aspects of scaling up ARV treatment in resource-limited settings. 2003. (Congresso).
Participação em eventos
Encontro de celebração dos 30 anos da Escola Tecnica em Saude Enfermeira Izabel dos Santos.Reconhecimento pelo trabalho desenvolvido. 2019. (Encontro).
Global Symposium on Health Workforce Accreditation and Regulation.Exploring what works. 2019. (Simpósio).
Jornada Acadêmica Multiprofissional do Centro Biomédico - U.A importância do trabalho multiprofissional na área da saúde. 2019. (Simpósio).
1o. Forum Nacional PRO-SUS.A carreira medica em sistemas de saúde comparados. 2016. (Seminário).
21 Conferencia Mundial de Medicos de Familia. The working time distribution to family physicians in Brazil. 2016. (Congresso).
A saúde no Brasil após-PEC 241.Desafios emergentes e pesquisas estratégicas. 2016. (Simpósio).
Cenário atual das políticas de saúde no Brasil.Cenário atual das políticas de saúde no Brasil. 2016. (Seminário).
II Jornada Cientifica da Diretoria de Saude.Panorama da crise global dos recursos humanos em saúde e estratégias de desenvolvimento. 2016. (Simpósio).
IV Congreso de la Alianza Latinoamericana y de Caribe de salud Global. Recursos humanos en salud: crisis global y la cooperación internacional. 2016. (Congresso).
Reunion regional de ALASAG.Collaboration regional en salud global. 2016. (Oficina).
11º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. A PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO MÉDICO NO BRASIL. 2015. (Congresso).
Atencion Primaria a la salud y la formacion de las profesiones de la salud.Atención Primaria a la Salud y la formación de las profesiones de la salud. 2015. (Simpósio).
Brechas en la disponibilidad de recursos humanos para la salud en el primer nivel de atencion.Las experiencias internacionales de medición y cierre de brechas en la disponibilidad de recursos humanos para la salud. 2015. (Oficina).
Bellagio conference on postings and transfers (P&T) in the health sector in low and middle-income countries (LMIC).What does the theme signify for broader research on health systems / health workers/public administration?. 2014. (Simpósio).
2ºCongresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde,. Educação e trabalho em saúde. 2013. (Congresso).
6th Distingushed Lectures Series of the Global Network of WHO Collaborating Centres for Nursing and Midwifery Development.The health professionals? education for the 21st century: challenges and opportunities. 2013. (Outra).
Third Global Forum on Human Resources for Health.Strengthening human resource in health and nursing in a multi-sectorial engagement toachieve Universal Health Coverage. 2013. (Simpósio).
7th AAAH Annual Conference: ?Leadership Development for Health System Strengthening: A Focus on Human Resources for Health?. Towards a strategy for strengthening health workforce information, monitoring and evaluation. 2012. (Congresso).
Building Skills for Work and Life: Third International Congress on Technical and Vocational Education and Training. Scaling up and improving the quality of education of health workers. 2012. (Congresso).
Distributing Human Resources for Health: Ethics and Health Polic.WHO Global Code of Practice on the International Recruitment of Health Personnel. 2012. (Seminário).
Estrategia de Cooperación para la Segunda Medición de Metas Regionales y Análisis de Políticas de Recursos Humanos para la Salud.Modelo conceptual seguimiento, análisis y evaluación de Políticas de RHS para la Región de las Américas. 2012. (Oficina).
Regional Consultation on Strengthening of the Management of Human Resources for Health in the South-East Asia Region.WHO Global Code of Practice on the International Recruitment of Health Personnel: implication at country level & reporting. 2012. (Seminário).
Taller sobre los sistemas de registro de profesionales de salud.Desafíos para el fortalecimiento de los Sistemas de Información de RHS. 2012. (Oficina).
International Accreditation Congress. Health workforce global crisis and medical profession. 2011. (Congresso).
IV Reunión Iberoamericana de Migración de Profesionales de la Salud.Código de Prácticas de la OMS: Avances en su implementación. 2011. (Simpósio).
NEW SKILLS FOR NEW JOBS IN HEALTH: HEALTH WORKFORCE PLANNING AND MANAGEMENT IN OECD COUNTRIES.Health workforce planning and projections. 2011. (Simpósio).
TALLER DE SISTEMAS DE INFORMACIÓN DE RECURSOS HUMANOS PARA LA SALUD.Desafíos para el fortalecimiento de los Sistemas de Información de RHS. 2011. (Oficina).
Expert meeting on guidelines for the monitoring of the implementation of the WHO Global Code of Practice on the International Recruitment of Health Personnel.Strengthening national HRH information systems. 2010. (Seminário).
First Global Symposium on Health Systems Research.Towards a global strategy for strengthening health workforce information systems. 2010. (Simpósio).
Inaugural Forum on Human Resources for Health in the Asia and Pacific Regions.Challenges and opportunities for monitoring progress on HRH development towards the Millennium Development Goals. 2010. (Simpósio).
Regional Consultation on the development of a Regional Strategy on Human Resources for Health / HRH Observatories in the Eastern Mediterranean Region.Overview of role of HRH Observatories in strategy formulation and M&E. 2010. (Seminário).
2nd Regional Meeting of the Africa Health Workforce Observatory.Framework for health workforce monitoring. 2009. (Seminário).
36th World Hospital Congress. The global health workforce: crisis, future and challenges. 2009. (Congresso).
Globalising Higher Education: Universities, International Development and Social Justice.Universities and applied research. 2009. (Simpósio).
International Seminar about Retention of Health Care Professionals in remote, isolated and vulnerable areas.Panel of Policies in Africa, Asia and Oceania. 2009. (Seminário).
Meeting on the Regional Strategy and initiatives on human resources for health.Monitoring and evaluation of HRH. 2009. (Seminário).
Symposium on ?Performance of National Health Workforce.Opening and closing sessions. 2009. (Simpósio).
First Global Forum on Human Resources for Health. Mapping health managers in selected African countries. 2008. (Congresso).
Seminario Internacional de Análise das Unidades de Recursos Humanos dos Ministerios da Saúde.Análise dos casos africanos e do oriente médio. 2007. (Seminário).
XII Congreso de investigación en salud pública. Impacto del Informe Mundial de la Salud 2006 en la mejoria del desempeño de los sistemas de salud. 2007. (Congresso).
11o. Congresso Mundial de Saúde Pública e 8o. Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. La educación profesional frente a los desafios de las políticas de salud. 2006. (Congresso).
11o. Congresso Mundial de Saúde Pública e 8o. Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Fuerza de trabajo de salud: desafios globales en el Siglo XXI. 2006. (Congresso).
11o. Congresso Mundial de Saúde Pública e 8o. Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Avaliação de posters e definição dos agraciados com menção honrosa. 2006. (Congresso).
3a. Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.Gestão do Trabalho. 2006. (Simpósio).
First Asia-Pacific Action Alliance on Human Resources for Health Conference.The HRH framework and tools. 2006. (Seminário).
VIII Reunión Regional de los Observatorios de Recursos Humanos en Salud.facilitador de grupo de trabalho. 2006. (Seminário).
Workshop Strengthening capacities for using tools for health workforce analysis por policy making in the Eurpean region.Human resources for health action framework. 2006. (Oficina).
Consultation on moving HRH agenda.AFRO Consultation on moving HRH agenda. 2005. (Oficina).
ICN High Level Consultation on the Global Nursing Workforce.Achieving consensus on priority interventions and identifying appropriate actions to be taken to alleviate the critical imbalance and shortage in the nurse workforce at the global, regional and local levels.. 2005. (Seminário).
Past trends assessment and future forecast of health workforce.Planning for Human Resources for Health: the case for a health production function. 2005. (Simpósio).
VI Congresso Nacional da Rede UNIDA. Eqüidade global na saúde e recursos humanos. 2005. (Congresso).
VII Reunión Regional de los Observatorios de Recursos Humanos en Salud: Critical challenges for a decade of human resources for health in the Americas.Global challenges: perspectives from WHO regional offices. 2005. (Simpósio).
Global Forum for Health Research 7. Defining the scope and gaps in research and knowledge on human resources for health. 2003. (Congresso).
Seminario Internacional sobre Mercado de Trabalho: formação e regulação no âmbito do MERCOSUL.Seminario Internacional sobre Mercado de Trabalho: formação e regulação no âmbito do MERCOSUL. 2003. (Seminário).
Seminário Internacional sobre mercado de trabalho no âmbito do Mercosul.O papel da OMS e a formação e regulação das profissões de saúde. 2003. (Seminário).
Human resources and national health systems: shaping the agenda for action.HRH policy development and priorities. 2002. (Simpósio).
Imbalances in the health workforce: conceptual and practical challenges.Technical consultation on imbalances in the health workforce. 2002. (Seminário).
Inter-country Meeting for Networking of Public Health Institutions.Challenges for public health education and training. 2002. (Seminário).
La Strategie de Developpement des Ressources Humaines pour la Santé au Tchad.Evaluer le Plan Strategique de Developpement des Ressources Humaines pour la Santé au Tchad. 2002. (Oficina).
Politica de Recursos Humanos em saúde.Os processos de reforma setorial de saúde: impactos sobre recursos humanos. 2002. (Seminário).
Second Invited Experts Meeting: Human Resources for Health Care Project.WHO?s work on human resources for health. 2002. (Seminário).
Seminario Internacional sobre Politicas de Recursos Humanos em Saúde.Debate sobre os processos da reforma setorial de saúde: impactos sobre RH. 2002. (Seminário).
Health Care Privatization: Workers'Insecurities in Eastern Europe.WHO perspective on human resource for health. 2001. (Simpósio).
Towards Unity for Health.Towards Unity for Health. 2001. (Seminário).
Reunion de la ALAESP.Development of Public Health Education: Challenges for the XXI Century. 2000. (Seminário).
Towards Unity for Health seminar.Towards Unity for Health (TUFH) review the plan of action. 2000. (Oficina).
Social Policy Reforms in Latin America: results and prospects.Family Health Program as a strategy to reform the health system in brazil. 1999. (Seminário).
Approaches and tools useful for HRH planning and policy. Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos em Saúde - SIGRHS. 1998. (Congresso).
Educacion permanente sobre gestion decentralizada de recursos humanos en las reformas sectoriales en salud.La gestion de ecursos humanos en las reformas sectoriales. 1998. (Oficina).
Negociação coletiva do trabalho em saúde.Informação como instrumento de negociação coletiva. 1998. (Seminário).
La decentralizacion, los sistemas de salud y los procesos de reforma del sector salud.Decentralizacion y recursos humanos. 1997. (Seminário).
Recursos humanos: un factor critico de la reforma sectorial en salud.Produtividad y desempeño de los recursos humanos en los servicios de salud. 1997. (Seminário).
Taller regional de gestion decentralizada de recursos humanos de salud en las reformas sectoriales.Analisis de la situacion de los recursos humanos en Brasil. 1997. (Oficina).
Reunion decentralizacion de los servicios de salud.Diseño, Mantenimiento y Conservacion de Unidades en los Sistemas Locales de Salud. 1988. (Seminário).
Participação em bancas
DAL POZ, MR; FRONTEIRA, I.; MEIRA, K. C.; MEDEIROS, S. M.; OLIVEIRA, J. S. A.. ANÁLISE TEMPORAL DOS DIFERENCIAIS DE VÍNCULOS DE TRABALHO PARA ENFERMEIRAS NAS CINCO REGIÕES DO BRASIL ENTRE OS ANOS DE 2003-2021. 2023. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
DAL POZ, M. R.SILVA JUNIOR, D. S.FEHN, AMANDA CAVADA. Saúde do trabalhador: um caminho para sustentabilidade das empresas. 2021. Dissertação (Mestrado em Saude, Medicina Laboratorial e Tecnologia Forense) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
MORAES, C. L.; SILVA, M. V.;DAL POZ, MR. Perfil, trajetórias e saúde dos solicitantes de refúgio atendidos pela Caritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro entre 2016 e 2017. 2019. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
BAHIA, L.DAL POZ, MRCARDOSO, A. M.. A financeirização: o capital estrangeiro nas empresas de planos de saúde e de diagnóstico e hospitais. 2019. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
SOARES, C. L. M.;PINTO, I. C. M. P.DAL POZ, M. R.. O uso do Workload Indicators of Staffing Need (WISN) no dimensionamento da equipe médica em uma maternidade do estado na Bahia. 2019. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal da Bahia.
BEZERRA, R. J. A. C.; TOMAZ, J. B. C.;DAL POZ, MR. Os cursos integrados no projeto de qualificação de gestores do SUS na região do Cariri: experiência da Escola de Saúde Publica do Ceará. 2018. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
WERNECK, G.; FAERSTEIN, E.;DAL POZ, M. R.. Saúde global: perfil, trajetórias e saúde dos solicitantes de refúgio atendidos pela Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro. 2018. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MR; ANDRADE, M. A. C.; BUSSINGER, E. C. A.; SODRE, F.. Gestão do Trabalho em serviços públicos estaduais de saúde gerenciados por Organizações Sociais. 2017. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal do Espírito Santo.
DAL POZ, M. R.; CAMPOS, C. E. A.;MACHADO, M. H.. Perfil do profissional medico na Estrategia de Saude da Familia no Municipio do Rio de Janeiro. 2015. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Fundação Oswaldo Cruz.
DAL POZ, MR; CAMPOS, C. E. A.;PIERANTONI, C R. Formando medicos para a atenção primária de saúde: o perfil de formação de medicos no Estado do Rio de Janeiro. 2014. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MRFavoreto, C A O; FERREIRA, J. B. B.. Avaliação das ações de regulação em saúde: um estudo de caso do municipio de Rio Bonito, RJ. 2013. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MRBAHIA, L.RODRIGUES, P. H. A.. Crise e oportunidade: O caso dos hospitais filantrópicos da região centro sul fluminense do Estado do Rio de Janeiro. 2013. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MR; SANTOS, M. R.;FRANÇA, T. Estudo da oferta e produção de atendimentos das práticas integrativas e complementares no SUS no município do Rio de Janeiro. 2013. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MR; Parada, R; GOUVEIA, C. S. D.. O impacto da expansão da estrategia de saude da familia em indicadores selecionados na área de planejamento 5.3 no municipio do Rio de Janeiro. 2013. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MRFRANÇA, T; GOUVEIA, C. S. D.. Fatores determinantes do absenteísmo das mulheres de Piraí, Estado do Rio de Janeiro ao exame de mamografia. 2013. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, MR; FRONTEIRA, I.; CABRAL, A. J. R.. O papel dos incentivos financeiros e não financeiros para os enfermeiros de nível básico e médio que trabalham nos centros de saúde da área do Hospital Geral José Macamo. 2012. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Saúde e Desenvolvimento) - Universidade Nova de Lisboa.
DAL POZ, MR; FRONTEIRA, I.; CABRAL, A. J. R.. Retenção de Enfermeiros Recém Colocados no hospital Rural de Xinavane e Centros de saúde da Maluana e Manhiça na Província de Maputo em Moçambique. 2012. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Saúde e Desenvolvimento) - Universidade Nova de Lisboa.
Dal Poz, Mario Roberto; TORRES, H O G;CAMPOS, F EBARBOSA, A C Q. Recursos Humanos em Hospitais do Sistema Único de Saúde: Entre a Assistência e a Gestão. 2011. Dissertação (Mestrado em Centro de Pós-Graduação e Pesquisas em Administração - CEPEAD) - Universidade Federal de Minas Gerais.
Dal Poz, Mario RDUSSAULT, G; CRAVEIRO, I. M. R.; GONÇALVES, L. Contributos para o planeamento de uma política de Humanos da Saúde para Moçambique. 2011. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Saúde e Desenvolvimento) - Universidade Nova de Lisboa.
DAL POZ, M. R.. CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS DE SAÚDE: INSTRUMENTO DE ORGANIZACAO DO SUS?. 1998. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
DAL POZ, M. R.; RICAS, J.;BATISTA, N. A.RIBEIRO, E. C. O.. Educação permanente em saúde: da política do consenso à construção do dissenso. 1997. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e Saúde) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
ALFRADIQUE, C. N.; OLIVEIRA, F. S. G.; SILVA, S. L. F. C.;DAL POZ, MR. A contribuição do governo digital e da transformação digital para as políticas públicas de saúde. 2023. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
ALMEIDA, A. P. G.;DUSSAULT, G; SIMOES, J. M. T. A.; SANTANA, A. P.; ALMEIDA, A. F. S.;DAL POZ, MR. A mobilidade dos profissionais de saúde em países da União Europeia e os seus efeitos no desempenho e qualidade dos serviços de saúde. 2023. Tese (Doutorado em Doutorado em Políticas de Saúde e Desenvolvimento) - Universidade Nova de Lisboa.
DAL POZ, MR; SOUZA, L. E. P. F.; CRUZ, M. M.; MOREIRA, M. R.; RIBEIRO, J. M.. Coalizão de Organizações Não Governamentais na governança global para o enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. 2023. Tese (Doutorado em Saúde Pública) - Fundação Oswaldo Cruz.
BARBASTEFANO, R.; SCAVARDA, A.; SCAVARDA, L. F.;Dal Poz, Mario. PROPOSTA DE MODELO DE ATENCAO INTEGRAL AO PACIENTE ONCOLOGICO BASEADO EM VALOR. 2023. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção e Sistemas) - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca.
SCHEFFER, MARIODAL POZ, MR; NUNES, M. P. T.; ELUF NETO, J.. Fatores de permanência e desligamento de médicos em serviços de Atenção Primária em Saúde na Zona Leste do município de São Paulo. 2019. Tese (Doutorado em Medicina (Medicina Preventiva)) - Universidade de São Paulo.
SILVA JUNIOR, A. G.MOYSÉS, N. M. N.AGUIAR, A. C.FRANÇA, TDAL POZ, MR. Formação dos Profissionais de Saúde no Brasil: Os programas interministeriais no período de 2003 a 2016. 2019. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
VALE, A. A.; LAPAO, L. V.;PIERANTONI, C RRODRIGUES, P. H. A.DAL POZ, MR. O Ensino Médico Privado ? expansão e tendências na Índia e no Brasil. 2019. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
BAHIA, L.; MEDRONHO, R. A.; LOBO, M. S. C.;LEVCOVITZ, ESILVA JUNIOR, D. S.DAL POZ, MR. A crise nos hospitais universitários das instituições federais de ensino superior na primeira década dos anos 2.000. 2019. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
RIBEIRO, H.;SCHEFFER, MÁRIO C.; VENTURA, D. F. L.;DAL POZ, M. R.. Emigração de medicos brasileiros para os Estados Unidos da America. 2018. Tese (Doutorado em Saúde Global e Sustentabilidade) - Universidade de São Paulo.
NUNES, E. F. P. A.; CARVALHO, B. G.;GIL, C. R. R.DAL POZ, M. R.. A gestão do trabalho no SUS em municipios de pequeno porte. 2018. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual de Londrina.
DAL POZ, M. R.. The contribution of public health medicine specialists to South Africa?s health system. 2017 - University of Cape Town.
KUSCHNIR, R. C.; NEY, M. S.; ARAUJO JUNIOR, M. L. C.;AGUIAR, A. C.; MESSIAS, J. A. S.;DAL POZ, M. R.. A participação dos médicos patologistas na rede de atenção ao câncer: formação e mercado de trabalho. 2017. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Dal Poz, Mario Roberto; LAGUNAS, L. M. F.; BERNARDES, A.; TRONCHIN, D. M. R.; PEDUZZI, M.. Satisfaccion en equipos interprofesionales: relaciones interpersonales, liderazgo transformacional y clima de equipos en un hospital de Santiago, Chile. Un estudio de metodos mixtos. 2016. Tese (Doutorado em GERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM) - Universidade de São Paulo.
DAL POZ, MRMARTINS, M. I. C.; SANTOS, M. R.; MIRANDA, R. F.;PIERANTONI, C R. Dimensionamento da carga de trabalho em unidade de alta complexidade em Traumatologia e Ortopedia. 2015. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Nascimento, M F; Wermelinger, M C M W; VIEIRA, M.;DAL POZ, MRPIERANTONI, C R. Citotecnico: análise do processo de trabalho em laboratórios de citopatologia e anatomopatologia no Estado do Rio de Janeiro. 2015. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
HADDAD, A. E.DAL POZ, MRPINTO, I. C. M. P.; TEIXEIRA, C. F.; ALMEIDA FILHO, N.. Educação superior no Brasil: tendências e perspectivas da graduaçào em saúde no seculo XXI. 2014. Tese (Doutorado em doutorado em saúde pública) - Universidade Federal da Bahia.
GAIDZINSKI, R. R.; FAGULIN, F. M. T.; PEDUZZI, M.;LAUS, A. M.DAL POZ, M. R.. Planejamento da força de trabalho de enfermagem na estrategia de saude da familia. 2014. Tese (Doutorado em GERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM) - Universidade de São Paulo.
DAL POZ, M. R.VIANA, A L DRODRIGUES, P. H. A.; CAMPOS, C. E. A.;PIERANTONI, C R. Sistema de avaliação profissional no âmbito da contratualização da gestão na atenção primária à saúde. 2014. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
LEHMANN, U.;DAL POZ, M. R.; HUTTER, I.; RUITENBERG, E. J.. Triggering Meaningful Change. 2010 - Free University of Amsterdam.
CAMPOS, F EMACHADO, M. H.DAL POZ, M. R.CAMPOS, A. M. S. M.PIERANTONI, C R. DUZENTOS ANOS DE ENSINO MÉDICO NO BRASIL. 2007. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
PAUL, C.;FIGUEIREDO, M. C. A. B.; AZEREDO, Z. A. S.; GANDRA, R. M. B.;DAL POZ, M. R.. ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA, AÇÃO ESSENCIAL NO ENFRENTAMENTO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS. 2007. Tese (Doutorado em Doutorado em Ciências Biomédicas) - Universidade do Porto.
CARVALHEIRO, J. R.RIBAS, V TDAL POZ, M. R.CAETANO, RFIORI, J. L. C,. Guerra e desenvolvimento biológico: o caso da biotecnologia e da genômica na segunda metade do século XX. 2006. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
GADELHA, C A GTEMPORÃO, J. G.DAL POZ, M. R.ARAÚJO, R. M.VIANA, A L D. Direito universal, politica nacional e diversidade local: uma proposta de investigação do papel do gestor federal no Sistema Único de Saúde. 2005. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
LESSA, CDAL POZ, M. R.KORNIS, G.FIORI, J. L. C,. NO LIMIAR DO SÉCULO XXI - GLOBALIZAÇÃO E SAÚDE. OS DESAFIOS DA PROTEÇÃO SOCIAL BRASILEIRA NOS ANOS 90. 1997. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
AYRES, J. R. C. M.;DAL POZ, M. R.; KIMURA, L. K.. Rotatividade e retenção de médicos na Atenção Primária à Saúde no município de São Paulo. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Medicina (Medicina Preventiva)) - Universidade de São Paulo.
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NUNES, E. F. P. A.; CARVALHO, B. G.;GIL, C. R. R.DAL POZ, M. R.. A gestão do trabalho no SUS em municipios de pequeno porte. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual de Londrina.
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Orientou
Implementação de políticas e programas de recursos humanos para saúde no Brasil e tendências pós-pandemia; Início: 2022; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);
As contribuições da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Adolescente em Conflito com a Lei (PNAISARI) na garantia do direito à saúde de adolescentes em atendimento socioeducativo no Brasil; ; Início: 2022; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);
O impacto das escolhas de qualidade sobre o custo da formação de um médico no Brasil; Início: 2021; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
O uso dos sistemas de informação em saúde para apoio no planejamento das redes de atenção à saúde; Início: 2021; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; (Orientador);
Uma proposta de Quadro Conceitual para Avaliação da Sustentabilidade nas Unidades Hospitalares Estaduais do Rio de Janeiro; 2023; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Atenção em saúde bucal no âmbito hospitalar: uma revisão de literatura; 2022; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Sistemas de informação na gestão de recursos humanos em saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro; 2022; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Desafios do processo de implantação dos medicamentos das hepatites virais B e C no componente estratégico da assistência farmacêutica no Estado do Rio de Janeiro; 2022; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Qualidade do Cuidado de Saúde e Segurança do Idoso Hospitalizado em Terapia Nutricional Enteral (TNE),; 2022; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Os 10 anos de participação das Organizações Sociais na execução dos serviços de saúde do Estado do Rio de Janeiro: Um estudo de caso do Hospital da Mulher Heloneida Studart; 2021; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Análise dos recursos humanos de saúde, nas atividades fim, nas unidades públicas estaduais do Rio de Janeiro, nos últimos 15 anos: estudo de caso do Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião (IEISS); 2021; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Comunicação efetiva entre os profissionais de saúde e os pacientes idosos no atendimento ambulatorial; 2021; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Auditoria SES/RJ em 05 ciclos de Gestão: desafios e mudanças em seus processos e resultados; 2021; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Análise das características e tendências do mercado da formação de farmacêuticos no Brasil; 2019; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Caminhos do Cuidado: uma Análise da Formação em Saúde Mental, Crack, Álcool e outras Drogas para o Agente Comunitário de Saúde e Auxiliares e Técnicos de Enfermagem; 2017; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Residência médica e o sistema de saúde brasileiro: o caso do Distrito Federal; 2017; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
A participação de instituições de ensino superior privadas na formação em saúde: marco regulatório, financiamento e as políticas setoriais; 2016; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
O impacto da expansão da estratégia da saúde da família em indicadores selecionados na Área de Planejamento 5; 3 do Município do Rio de Janeiro; 2013; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Avaliação das ações de Regulação em Saúde: um estudo de caso do município de Rio Bonito ? RJ; ; 2012; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Crise e Oportunidades: o caso dos hospitais filantrópicos da região centro-sul fluminense do estado do Rio de Janeiro; 2012; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Estudo da oferta e produção de atendimentos das práticas integrativas e complementares no SUS no município do Rio de Janeiro; 2012; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Consórcios Municipais de Saúde: Instrumento de Organização do Sus?; 1998; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Demografia da Enfermagem no Estado do Rio de Janeiro; 2021; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Análise da formação docente: estudo de caso; 2021; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Atenção Primária à Saúde na América Latina: perspectivas sobre os cenários do México e do Brasil à luz das diretrizes da OPAS; 2021; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Dimensionamento de pessoal para cuidados paliativos em uma instituição complexa de oncologia; 2020; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Formação profissional para o SUS e os Currículos Baseados em Competência; 2019; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
FORÇA DE TRABALHO EM SAÚDE MENTAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL NO MUNICIPIO DO RIO DE JANEIRO; 2019; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
O ensino médico privado - expansão e tendências na Índia e no Brasil; 2019; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Parâmetros para dimensionamento de médicos na Estratégia de Saúde da Família; 2018; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Avaliação da carga de trabalho e dimensionamento de recursos humanos de saúde em uma instituição oncológica do estado do Rio de Janeiro; 2018; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
A participação dos médicos patologistas na rede de atenção ao câncer: formação e mercado de trabalho; 2017; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
A influência da evidência científica no processo da formulação de políticas de recursos humanos em saúde: estudo de caso múltiplo; 2017; Tese (Doutorado em Doutorado em Políticas de Saúde e Desenvolvimento) - Universidade Nova de Lisboa, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Mario Roberto Dal Poz;
Dinâmica do Mercado de Trabalho em Saúde: Um Estudo de Caso sobre a Região Centro Sul Fluminense do Estado do Rio de Janeiro; 2017; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Dimensionamento da carga de trabalho em unidade de alta complexidade em traumatologia e ortopedia; 2015; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Estratégia Saúde da Família, ação essencial no enfrentamento das desigualdades sociais; 2007; Tese (Doutorado em Doutorado em Ciências Biomédicas) - Universidade do Porto, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
A transição tecnológica e os processos de trabalho em saúde; 2002; 176 f; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Política nacional de Informação em Saude: um olhar alternativo; 2001; 132 f; Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
2018; Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Mario Roberto Dal Poz;
2017; Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Mario Roberto Dal Poz;
Mercado de trabalho em saúde e o custo da formação médica: evidências e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS); 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Mercado de trabalho em saúde e o custo da formação médica: evidências e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS); 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Grupos empresariais e ensino à saúde no Brasil: inovação e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS); 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Grupos empresariais e ensino à saúde no Brasil: inovação e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS); 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Quanto custa formar um médico? Proposta de desenvolvimento de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Grupos empresariais e ensino à saúde no Brasil: inovação e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS); 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Estudo sobre de recursos humanos em saúde; 1998; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Faculdade de Ciências Médicas) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Centro Rio de Saúde Global; 2021; Orientação de outra natureza; (Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Centro Rio de Saúde Global; 2019; Orientação de outra natureza; (Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
A emergência de grupos empresariais no Ensino à Saúde no Brasil: Inovação e Desafios do Sistema Único de Saúde (SUS); 2019; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Centro Rio de Saúde Global; 2018; Orientação de outra natureza; (Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
A emergência de grupos empresariais no Ensino à Saúde no Brasil: Inovação e Desafios do Sistema Único de Saúde (SUS); 2018; Orientação de outra natureza; (Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Centro Rio de Saúde Global; 2018; Orientação de outra natureza; (Educação Física) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
Grupos empresariais e ensino à saúde no Brasil: inovação e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS); 2017; Orientação de outra natureza; (Ciências Sociais) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Mario Roberto Dal Poz;
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Dal Poz, Mario ; MOTTA, D. . Comitê de pesquisadores fluminenses ajuda a traçar estratégias contra o coronavírus. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
DAL POZ, MR ; GOMES, A. . Médico critica ausência de políticas de testagem em massa para Covid. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
DAL POZ, MR ; BERALDO, P. . Preocupa muito a questão dos recursos humanos na área da saúde', diz pesquisador da UERJ. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
DAL POZ, MR ; RAMIRO, S. ; FACHEL, F. . Pesquisador da UERJ orienta população de comunidades do Rio para o combate ao coronavírus. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
DAL POZ, MR . Médico comenta preocupação do novo coronavírus atingir comunidades com aglomerações. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
DAL POZ, MR ; ZUAZO, P. . Sanitarista critica Crivella por culpar população e cobra mais ação da prefeitura. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Dal Poz, Mario . Coronavírus: Grupo de cientistas vai traçar estratégias no Rio. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
SCHEFFER, M. ; BOURGET, M. M. M. ; DAL POZ, MR . Na zona leste de São Paulo, 45% dos médicos deixam posto em até um ano. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Dal Poz, Mario Roberto ; GRACA, R. A. ; VAZQUEZ, P. ; ROMEIRO, F. . Pesquisa avalia migração médica por três décadas. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
DAL POZ, M. R. . La distribución de recursos humanos en salud es un problema complejo. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
MEINAO, F. ; DAL POZ, M. R. ; MARTINS, M. A. . Faltam medicos ou falta planejamento de saude. 2015. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
BAHIA, L. ; DAL POZ, MR . Saude Publica - Programa Debate Brasil (AEPET Nacional). 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Dal Poz, Mario Roberto . Falta consistência ao programa Mais Médicos, diz brasileiro da OMS. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Dal Poz, Mario Roberto . 'Faculdades não formam médicos para o que é necessário para a população', ressalta médico. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tourinho, P ; Dal Poz, Mario Roberto . Programa mais médicos. 2013. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
TOLEDO, L. ; DAVID, H. M. S. L. ; MARIZ, A. ; Dal Poz, M . Profissionais de Enfermagem: a força de trabalho que sustenta a saúde no país. 2021; Tema: SAÚDE EM PÚBLICO - Políticas de saúde no Brasil em debate. (Blog).
MARIZ, A. ; SILVA, K. L. ; CAULA, M. ; Dal Poz, M . Baixos salários e sobrecarga de trabalho da enfermagem. 2021; Tema: SAÚDE EM PÚBLICO - Políticas de saúde no Brasil em debate. (Blog).
MAIA, L. S. ; SILVA JR, D. S. ; RAMALHO, L. S. ; DAL POZ, MR . Quanto custa formar um médico? Descrição da abordagem de revisão bibliográfica de escopo das metodologias de apuração de custo em cursos de graduação de medicina. 2022. (Nota Tecnica).
SILVA JR, D. S. ; MAIA, L. S. ; DAL POZ, MR . Quanto custa formar um médico? Descrição da metodologia necessária ao cálculo do custo padrão dos cursos de medicina.. 2022. (Nota Tecnica).
VALENTIN, E. K. ; SILVA JR, D. S. ; MAIA, L. S. ; AMARAL, J. L. ; RAMALHO, L. S. ; DAL POZ, MR . Quanto custa formar um médico? Análise Estruturada dos Projetos Políticos Pedagógicos dos Cursos de Medicina no Brasil. 2022. (Nota Tecnica).
SILVA JR, D. S. ; MAIA, L. S. ; DAL POZ, MR . Quanto custa formar um médico? Descrição de sistema informatizado de coleta de dados capaz de receber e acumular os dados e informações necessários ao cálculo do custo padrão dos cursos de medicina. 2022. (Nota Tecnica).
SOARES, J. A. ; MORENO, V. ; ARRUDA, A. S. ; GAIO, J. M. ; MAIA, L. ; MAIA, L. S. ; RAMALHO, L. S. ; SILVA JR, D. S. ; DAL POZ, MR . Descrição do desenvolvimento e funcionamento do Sistema de Indicadores de Graduações em Saúde no Brasil 2022 (SIGRAS 2022). 2022. (Nota Tecnica).
OLIVEIRA, A. B. ; FREITAS, C. M. ; BARCELLOS, C. ; VATER, M. C. ; FEHN, L. A. C. ; SILVEIRA, L. T. C. ; Dal Poz, Mario Roberto ; GALLIEZ, R. M. ; MEDRONHO, R. A. . Organização emergencial da rede de atenção à saúde no estado do Rio de Janeiro para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). 2020. (Nota Tecnica).
FEHN, AMANDA CAVADA ; NUNES, L. ; AGUILLAR, A. ; Dal Poz, Mario . Vulnerabilidade e Deficit de Profissionais de Saude no Enfrentamento da COVID-19. 2020. (Nota Tecnica).
DAL POZ, MR ; MAIA, L. S. ; SILVA JR, D. S. ; RAMALHO, L. S. . Análise do custo da graduação em medicina no Brasil. 2020. (Nota Tecnica).
DAL POZ, MR ; BUCHAN, J ; MERCER, H S ; DIELEMAN, M. ; FRONTEIRA, I. . Human Resources for Health. 2014. (Editoração/Periódico).
SIYAM, A. ; DAL POZ, MR . Migration of health workers: the WHO code of practice and the global economic crisis.. 2014. (Editoração/Livro).
SCHEFFER, M. ; DAL POZ, MR . A privatização do ensino de graduação em Medicina no Brasil. 2014. (Relatório de pesquisa).
RANSON, M. K. ; CHOPRA, M. ; MUNRO, S ; DAL POZ, M. R. ; BENNETT, S . Establishing human resources for health research priorities in developing countries using a participatory methodology. 2008. (Relatório de pesquisa).
DAL POZ, M. R. ; VIANA, A L D . Estudo sobre o processo de reforma em saúde no Brasil: análise da formulação e da implementação do Programa de Saúde da Família. 1998. (Relatório de pesquisa).
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DAL POZ, M. R. ; FAVERET, P. ; GERK, J. R. ; ARAÚJO, R. M. . Descentralização e gestão dos serviços de saúde: uma avaliação do Sistema Único de Saúde - 1o. relatório. 1992. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2025 - Atual
Brasil, Aqui tem SUS: Trajetórias, desafios e transformações das experiências municipais e distritais no fortalecimento do Sistema Único de Saúde, Descrição: O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) é uma entidade representativa dos entes municipais que tem como missão representar os 5.570 municípios brasileiros nos espaços de Governança do SUS e apoiar o processo de implementação das políticas de Saúde. Os Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde se constituem enquanto Rede de apoio à gestão municipal da saúde, atuando de forma integrada sob coordenação nacional do CONASEMS. Desde 2003, o CONASEMS promove a Mostra Brasil, aqui tem SUS que tem como proposta fortalecer e qualificar a participação dos municípios brasileiros por meio atividades para identificar, publicizar, valorizar, bem como possibilitar o intercâmbio entre os municípios quanto a produção de projetos inovadores que qualificam o SUS municipal. Esse ano a 20 Mostra será realizada em Belo Horizonte. Depois de vinte edições, viu-se a necessidade de analisar a trajetória histórica da mostra seu processo de construção, desafios e transformações. Pretende-se, por meio de pesquisa documental e realização de entrevistas semiestruturadas, caracterizar as experiências municipais e distritais que tiveram destaque ao longo dos anos, assim como verificar os desafios e transformações vivenciados para a manutenção da experiência. Esse trabalho tem o potencial de oferecer instrumentos que contribuam para o fortalecimento do SUS em âmbito local, assim como favorecer e estimular a troca de experiências exitosas em território nacional.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thais de Andrade Vidaurre Franco - Integrante / Thaís Jeronimo Vidal - Integrante / Mônica Diniz Durães - Integrante / Márcia Cristina Marques Pinheiro - Integrante., Financiador(es): Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da Saude - Auxílio financeiro.
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2025 - Atual
Estudo sobre as Condições de Trabalho e Doenças Relacionadas ao Trabalho em Categorias Profissionais Chave no Estado do Rio de JaneiroEste projeto de pesquisa visa investigar as condições de trabalho e suas associações com problemas de saúde, incluindo do, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Fabiano Saldanha Gomes de Oliveira - Integrante / Carolina de Almeida Luna - Integrante / Claudia Reis Miliauskas - Integrante / Eluana Borges Leitão de Figueiredo - Integrante / Alexandre Aguiar Cardoso - Integrante / Rafaela Teixeira Zorzanelli - Integrante / Vinicius Layter Xavier - Integrante / Washington Leite Junger - Integrante / Fernando de Oliveira Santoro - Integrante., Financiador(es): Governo do Estado do Rio de Janeiro - Outra.
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2023 - Atual
Demografia e Mercado de Trabalho em Enfermagem, Descrição: No Brasil, os resultados mais recentes sobre o perfil dos profissionais de enfermagem a partir de uma amostra com representatividade nacional datam de 2012 (defasagem de 10 anos). Além disso, nos últimos anos o número de cursos de graduação e curso técnico em enfermagem cresceu exponencialmente no país, o que certamente contribuiu para transformações significativas no mercado de trabalho em enfermagem que merecem e devem ser analisadas em profundidade. Outro aspecto que merece atenção é a chamada Great Resignation, movimento de aumento da rotatividade de profissionais de enfermagem que alcançou níveis recordes em 2019. Embora em 2020 a situação tenha demonstrado estabilidade, em 2021 esse comportamento voltou a crescer. Dentre os fatores apontados como principais causadores está o esgotamento profissional, que podem trazer como consequências, além da rotatividade, maior custo na assistência à saúde, menor satisfação dos usuários e piores desfechos clínicos (LASKOWSKI- JONES E CASTNER, 2022). Adicionalmente, a pandemia de COVID-19 expôs a vulnerabilidade dos estoques nacionais da força de trabalho de enfermagem. Até a dia 21 de março de 2021, foramreportados mais de 49 mil casos confirmados de COVID-19 e mais de 600 mortes entre os profissionais de enfermagem no Brasil3. Compreender o impacto da pandemia na força de trabalho em enfermagem é urgente. Autores da área apontam que as novas tendências para a profissão incluem desigualdades na carga de trabalho e nos rendimentos relacionados a desigualdades de gênero. Além disto, apontam um cenário migratório dessas profissionais com vistas a melhores condições de trabalho e renda, bem como disparidade de concentração de trabalhadores dentre as regiões. Por fim, apontam um movimento necessário de busca pela qualificação do processo de trabalho, com um olhar especial para a redução da sobrecarga e seus impactos (SOUZA ET AL, 2021). Essas tendências, assim como os novos padrões de ocupação da enfermagem no mercado de trabalho, precisam ser mais bem compreendidas. Estas razões justificam amplamente o estudo da demografia e do mercado de enfermagem do Brasil para que as políticas públicas relacionadas à área sejam baseadas em evidências científicas.O estudo Demografia e Mercado de Trabalho em Enfermagem objetiva traçar características, tendências e cenários relacionados à população e à atividade profissional da enfermagem no Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Ellen Marcia Peres - Integrante / Helena Maria Scherlowski Leal David - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Dércio Santiago da Silva Jr - Integrante / Alice Mariz - Integrante / Kênia Lara da Silva - Integrante / Jorge de Abreu Soares - Integrante / Fabiano Saldanha Gomes de Oliveira - Integrante / Ana Carolina Tavares Vieira - Integrante / Ricardo de Mattos Russo Rafael - Integrante / Fernando Santoro - Integrante / Pedro Caixeta - Integrante., Financiador(es): Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da Saude - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1
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2022 - 2024
Análise dos Modelos de Contratação de Prestadores de Serviços de Saúde no Estado do Rio de Janeiro, Projeto certificado pela empresa Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro em 03/09/2023., Descrição: Analisar as propostas de utilização dos diferentes modelos de gestão do sistema de saúde do Estado do Rio de Janeiro, da Administração Direta, Fundação Saúde, e/ou decorrente da transferência da gestão dos serviços e atividades de saúde pelo Estado, como a contratação de OSS para a gestão, operacionalização e execução nos serviços de saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Ligia Bahia - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Dércio Santiago da Silva Jr - Integrante / Mariana Lopes Galante - Integrante / Leonardo Lima de Moraes - Integrante / Thiago Lopes Cardoso Campos - Integrante / Valéria Alpino Bigonha Salgado - Integrante / Bianca Freire Ferreira - Integrante., Financiador(es): Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro - Cooperação., Número de produções C, T & A: 1
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2021 - 2024
WORKFORCE INTELLIGENCE IN THE CONTEXT OF THE COVID-19 PANDEMIC: LIVING SYSTEMATIC REVIEWS, Descrição: The general objective of these LSR is to gather, analyse, classify, prioritize and report on relevant evidence on health and care workers through living systematic reviews of the literature to collate evidence on priority policy areas that may guide health workforce monitoring, impact assessment and normative guidance in the context of COVID-19 pandemic.The project will address four priority health workforce topics: a)Health Impacts for Health and Care Workers, b)Health workforce policy and management; c)Health workforce vaccination living systematic review and; d)Strikes, Industrial Action and Protests By Health And Care Workers. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: / Mestrado profissional: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Ana Paula Cavalcante de Oliveira - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / MARIANA GABRIEL - Integrante / CRAVEIRO, ISABEL - Integrante / LEILA S. MAIA - Integrante / FERRINHO, PAULO - Integrante / Ranailla Lima Bandeira dos Santos - Integrante / Pradeep K Choudhury - Integrante / CHANÇA, RAPHAEL - Integrante / CASTANEDA, LUCIANA - Integrante / FRONTEIRA, INES - Integrante., Financiador(es): World Health Organization - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 4
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2019 - Atual
Quanto custa formar um médico? Proposta de desenvolvimento de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil, Descrição: O presente projeto pertence à linha de pesquisa "Crise Global da Força de Trabalho em Saúde" em desenvolvimento na Estação de Trabalho da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde (ObservaRH-IMS/UERJ) e no Centro Rio de Saúde Global (Centro Rio) do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante / Dércio Santiago da Silva Jr - Integrante / Laylla Silva Ramalho - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 18 / Número de orientações: 1
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2017 - Atual
A emergência de grupos empresariais no ensino à saúde no Brasil: inovação e desafios para o Sistema Único de Saúde (SUS), Descrição: Este projeto tem por objetivo dimensionar e compreender as inter-relações entre empresas, organizações e instituições privadas que desenvolvem atividades diretas de formação de profissionais de saúde e suas interações com órgãos e políticas públicas, contribuindo para delinear um panorama atualizado sobre o sistema de saúde no Brasil. Sob esse enfoque pretende-se avançar o conhecimento sobre a estrutura proprietária e as estratégias de expansão e de financeirização de Instituições de Ensino Superior Privadas (IESP) com escolas médicas e de enfermagem. O plano de trabalho visa, assim, analisar como esses grupos empresariais se estruturam e quais estratégias adotam, na perspectiva de Chandler Jr., (1962) - estratégia e estrutura; escala e escopo - para expansão na formação de médicos e outras profissões de saúde no Brasil, bem como examinar a interface das Instituições de Ensino Superior Privadas com as políticas setoriais, buscando identificar os mecanismos de regulação e de financiamento públicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thais de Andrade Vidaurre Franco - Integrante / Mário Cesar Scheffer - Integrante / Izabel Aparecida Mendonça Ferreira - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante., Financiador(es): FAPERJ - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 8
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2016 - 2023
Tendências e desafios da privatização da educação de enfermagem no Brasil, Descrição: Este Projeto, integra duas linhas de pesquisa em andamento e certificados pelo CNPq e FAPERJ: a) Crise global, determinantes e perspectivas da formação e alocação da força de trabalho em saúde, financiado pela FAPERJ através do Programa Cientista do Nosso Estado (processo E-26/201.359/ 2014) e contemplado também no PROCIENCIA/UERJ/FAPERJ que tem por objetivo produzir conhecimento e evidência científica sobre opções de políticas e programas que contribuam para enfrentar a crise global da força de trabalho em saúde, caracterizada pelo déficit mundial de profissionais de saúde (WHO, 2006) e pela desigualdade regional, nacional e subnacional na distribuição e acesso à força de trabalho da saúde a qual produz desigualdade de distribuição e deficiência de pessoal qualificado de saúde e afeta quase todos os países, inclusive o Brasil, em especial, nas regiões rurais, periferias urbanas e de difícil acesso; b) Infraestrutura Científica e Tecnológica das Instituições de Ensino Superior de Natureza Pública e Privada em Saúde, integrante do projeto Complexo Econômico Industrial da Saúde (CEIS), Inovação e Dinâmica Capitalista: Desafios Estruturais para a Construção do Sistema Universal no Brasil, financiado pelo CNPq (processo 405077/2013-0), que vem analisando as relações entre a formação de profissionais de saúde, em especial a educação médica e as políticas setoriais (educação, saúde e de C T) e o desenvolvimento econômico, com vistas a contribuir para a elaboração e implementação de opções de políticas de formação de profissionais de saúde e à redução de desigualdades de acesso da população aos serviços de saúde.Assim, o objetivo principal deste plano de trabalho é caracterizar o processo de privatização do ensino superior de enfermagem no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil. Além de demonstrar a presença e a participação dos setores público e privado na graduação em enfermagem, a análise terá como objetivos examinar a evolução quantitativa e a distribuição geográfica das escolas de enfermagem, bem como o comparar o desempenho das instituições públicas e privadas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Carolina Liquieri - Integrante., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5
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2014 - 2023
Perfil e percepções dos recém-graduados em Medicina no Brasil., Descrição: O presente estudo busca traçar o perfil dos concluintes dos cursos de graduação em Medicina no Brasil, além de sua opinião sobre o curso de graduação, sobre a profissão médica, aspirações profissionais e opiniões sobre ética médica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Lilia Blima Schraiber - Integrante / Mário Cesar Scheffer - Coordenador / Aline Gil Alves Guilloux - Integrante., Financiador(es): Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo - Cooperação.
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2014 - 2020
Crise global, determinantes e perspectivas da formação e alocação da força de trabalho em saúde, Descrição: A área de Recursos Humanos em Saúde ocupa, com destaque, a agenda governamental para implementação de reformas nos sistemas nacionais de saúde, especialmente no que se refere à formulação, ao gerenciamento e à implementação de políticas de gestão do trabalho e da educação. Ainda que o conjunto de problemas não seja exatamente novo, reconhece-se atualmente a existência de uma crise global da força de trabalho em saúde, caracterizada pelo déficit mundial estimado em mais de 4 milhões de profissionais de saúde (WHO, 2006) e pela a desigualdade regional, nacional e subnacional na distribuição e acesso à FTS. Essa desigualdade de distribuição afeta quase todos os países, inclusive o Brasil, que apresenta déficit de pessoal qualificado de saúde, especialmente nas regiões rurais, periferias urbanas e de difícil acesso. O SUS provocou importantes modificações tanto para a assistência em saúde, quanto para o conjunto dos profissionais que atuam nesse sistema, em especial o crescimento do mercado de trabalho em saúde. Vale destacar que além das reformas nos modelos de prestação de serviços em saúde, especialmente a ênfase na atenção básica, a regulação e qualificação de recursos humanos em saúde (RHS) têm sido apontadas como necessárias para proporcionar equidade e qualidade ao sistema de saúde. Neste contexto o presente projeto objetiva produzir conhecimento e evidência científica sobre opções de políticas e programas que contribuam para enfrentar essa crise que tem limitado a capacidade dos sistemas de saúde para melhorar a saúde de suas populações. O plano de trabalho inclui identificar tendências atuais e futuras (próximas duas décadas) para a formação e alocação das profissões e dos profissionais da saúde na estrutura do setor no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro, no contexto global e da América Latina, reportando para o futuro as principais projeções de mudanças.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Thais de Andrade Vidaurre Franco - Integrante / Fátima Meirelles Pereira Gomes - Integrante / Izabel Aparecida Mendonça Ferreira - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da Silva Oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Vanessa Campos - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Bolsa., Número de produções C, T & A: 18
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2013 - 2023
Inovação e implementação de metodologia de estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde em serviços de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010).A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia.A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Teena Kunjumen - Integrante / Norbert Dreesch - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Riita-Liisa Kolehmainen Aitken - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 10
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2013 - 2019
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Este projeto tem por objetivo central identificar tendências atuais e futuras (próximas duas décadas) a respeito das profissões e dos profissionais da saúde na estrutura do setor no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro reportando para o futuro as principais projeções de mudanças com base no exame das variáveis elencadas para sustentar essas novas realidades e, tem como objetivos específicos: ? Realizar revisão sistemática da literatura, nacional e internacional, sobre o comportamento das profissões e dos profissionais de saúde, com ênfase no globalizado cenário de mudanças em que novas profissões emergem e outras se adaptam ao reordenamento das relações interprofissionais em novos contextos dos processos de trabalho em saúde; ? Apresentar as mudanças induzidas pelos fenômenos da transição demográfica e epidemiológica nos cenários das práticas e cuidados em saúde e que tem potencial de impactar a organização das profissões e do trabalho em saúde; ? Identificar os sentidos dos processos reais de mudanças que têm afetado as profissões e o trabalho em saúde pela expansão e desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico e consequente agregação de novos procedimentos e tecnologias, usurpando e/ou criando novas funções técnicas especializadas, com influência nos parâmetros de gastos dos agentes provedores de serviços de assistência; ? Caracterizar as mutações no quadro dos marcos regulatórios das profissões de saúde e as possíveis consequências no exercício profissional, na formação e qualificação, no mercado de trabalho e na organização de novas formas de provimentos de serviços de saúde, dentre outras.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / José Carvalho de Noronha - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Thais de Andrade Vidaurre Franco - Integrante / Mário Cesar Scheffer - Integrante / Telma Ruth Pereira - Integrante / Fátima Meirelles Pereira Gomes - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Carolina Liquieri - Integrante., Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro / Fundação para o Desenvolvimento Científicio e Tecnológico em Saúde - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12
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2012 - 2016
Estrategia de cooperación para la segunda medición de metas regionales de análisis de políticas de recursos humanos para la salud, Descrição: Através de cooperação com a Organização panamericana da Saúde, o projeto vai contribuir para monitorar, analisar e avaliar as políticas de RHS na região das Américas. Uma variedade de abordagens será considerada (mapeamento resultado, modelos de lógica, análise de impacto de políticas, etc.) Lições aprendidas e "boas práticas" também serão considerados, não só para identificar estratégias apropriadas e mecanismos necessários para fortalecer os processos de avaliação de RHS, mas também para desenvolver uma melhor compreensão da arena do planejamento dos RHS, mas também para identificar os tipos de habilidades e competências necessárias para planejar e gerenciar os RHS no futuro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Thais de Andrade Vidaurre Franco - Integrante., Financiador(es): Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da Saude - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2012 - 2016
Migration of health workers and the global economic crisis, Descrição: The project will look at the progress on the WHO Code of International recruitment implementation, at the global, regional and national levels, including case studies, but also will take stock of situation of the migration of health workers in the current financial crisis, particularly in key importing countries. It is also proposed to include the civil society views and experience.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Madeleine Sumption - Integrante / Amani Siyam - Integrante / Thais de Andrade Vidaurre Franco - Integrante., Financiador(es): World Health Organization - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3
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2011 - 2018
Estimativa da necessidade de recursos humanos na atenção primária do SUS, Descrição: Estimar a necessidade da força de trabalho em saúde para que a atenção primária do SUS possa atingir as metas de cobertura por habitante propostas em cada município do Brasil para os próximos 10 anos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Cid Manso de Mello Vianna - Integrante / Marcus Paulo da Silva Rodrigues - Integrante / Marina Morici - Integrante / Carinne Magnago - Integrante., Financiador(es): Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da Saude - Auxílio financeiro.
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2000 - 2012
Development of HRH monitoring and evaluation indicators, Descrição: The project aiming at developing an evidence base on HRH to support decision-making. Drawing on the WHO framework for health systems performance assessment, we focus on the methods and materials for monitoring HRH inputs. 1. Review the conceptual and methodological issues for selecting relevant indicators. 2. Develop means for enhancing cross-national comparability. 3. Critical review of the main data sources that might be used to generate indicators 4. Statistical applications and empirical findings for illustrative purposes. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Khassoum Diallo - Integrante / Andrea Pantoja - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Neeru Gupta - Integrante / Pascal Zurn - Integrante., Financiador(es): World Health Organization - Remuneração., Número de produções C, T & A: 26
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1997 - 2000
Estudo sobre processo de reforma em saúde no Brasil: analise do Programa de Saúde da Família, Descrição: Atendendo à uma demanda do Centro de Investigación y Desarrollo de la Educación - CIDE e do Instituto Latinoamericano de Doctrina y Estudios Sociales - ILADES, na qualidade de coordenadores do projeto "Apoyo a las actividades de seguimiento y evaluación de programas y proyectos sociales" (TC-93-04-39-6) do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID e CHD, este texto apresenta um projeto de avaliação do Programa de Saúde da Família, em fase de execução pelo governo brasileiro. Formulado pelo Ministério da Saúde em 1996, encontra-se atualmente em etapa de implementação pelos executivos municipais. O estudo buscou não apenas conhecer informações mais habituais sobre as atividades desenvolvidas pelo Programa, mas inserir essas informações no quadro da administração pública municipal, responsável pela implementação do Programa. O trabalho também visou ainda subsidiar um aumento da eficiência e da eficácia do Programa de Saúde da Família, entendendo-se por eficiência o melhor uso dos recursos disponíveis para a consecução do alvo desejado e, por eficácia, a melhor configuração operacional e organizacional dos sistemas que dão suporte à atividade-fim. Ele abrangeu uma amostra definida, de municípios de todo o território nacional. Trabalhou com dados qualitativos e quantitativos, bem como apresentou recomendações, apoiando-se em diferentes procedimentos, objetivos e instrumentos de coleta de informações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 1996
Descentralização e gestão dos serviços de saúde: uma avaliação do SUS, Descrição: SUB-PROJETO 1: DO SUDS AO SUS: DESCENTRALIZAÇÃO E GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NOS ESTADOS DA REGIÃO SUDESTE. EXAMINOU AS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL, FOCALIZANDO AS RAZÕES DO CENTRALISMO E OS PRIMÓRDIOS DO PROJETO DESCENTRALIZADOR, OS SISTEMAS UNIFICADOS E DESCENTRALIZADOS DE SAÚDE E A TRANSIÇÃO SUDS-SUS (CARACTERÍSTICAS GERAIS E OS ESTADOS DA REGIÃO SUDESTE) SUB-PROJETO 2: AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ANALISOU AS DIMENSÕES DE ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS, ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, FINANCIAMENTO, RECURSOS HUMANOS, CONTROLE SOCIAL, NOS MUNICÍPIOS DE ANGRA DOS REIS, ARRAIAL DO CABO, BARRA DO PIRAÍ, BOM JESUS DE ITABAPOANA, CAMPOS DE GOYTACAZES, CARMO, MANGARATIBA, MARICA, PETRÓPOLIS, RESENDE, RIO BONITO, RIO DE JANEIRO, SÃO GONÇALO, SÃO JOÃO DE MERITI SUB-PROJETO 3: CARACTERIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES PARA A IMPLANTAÇÃO DOS DISTRITOS SANITÁRIOS EM ÁREAS URBANAS E LOCALIDADES RURAIS A PRIMEIRA PARTE ANALISOU AS CONDIÇÕES PARA A IMPLANTAÇÃO DOS DISTRITOS SANITÁRIOS NA AP2- NORTE (RIO DE JANEIRO), ATRAVÉS DAS SEGUINTES DIMENSÕES: TERRITORIALIZAÇÃO, INSTÂNCIA DA GESTÃO E A CONCEPÇÃO DE DISTRITO SANITÁRIO. A SEGUNDA PARTE ANALISOU AS CONDIÇÕES PARA A IMPLANTAÇÃO DE DISTRITOS SANITÁRIOS EM ÁREAS RURAIS NOS MUNICÍPIOS DE 1. BOM JESUS DO ITABAPOANA, ANGRA DOS REIS, NATIVIDADE E RESENDE.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / João Regazzi Gerk - Integrante / Cledenir Formiga - Integrante / Ruben Mattos de Araújo - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Eduardo Levcovitz - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 5
Projetos de desenvolvimento
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2013 - Atual
INOVAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE METODOLOGIA PARA ESTIMATIVA E DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL EM INSTITUIÇÕES COMPLEXAS DE SAÚDE, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante., Número de orientações: 2
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
INOVAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE METODOLOGIA PARA ESTIMATIVA E DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL EM INSTITUIÇÕES COMPLEXAS DE SAÚDE, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
INOVAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE METODOLOGIA PARA ESTIMATIVA E DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL EM INSTITUIÇÕES COMPLEXAS DE SAÚDE, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2013 - Atual
INOVAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE METODOLOGIA PARA ESTIMATIVA E DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL EM INSTITUIÇÕES COMPLEXAS DE SAÚDE, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2013 - Atual
INOVAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE METODOLOGIA PARA ESTIMATIVA E DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL EM INSTITUIÇÕES COMPLEXAS DE SAÚDE, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
INOVAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE METODOLOGIA PARA ESTIMATIVA E DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL EM INSTITUIÇÕES COMPLEXAS DE SAÚDE, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução adaptada para o português do manual do usuário do WISN, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. Considerando a demanda de dimensionamento de pessoal em unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, este estudo pretende analisar a aplicabilidade do WISN nestes tipos de estabelecimentos, selecionando três hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados dês estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (2) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: Análise prospectiva 2030, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante.
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em medicina, enfermagem e odontologia. As informações a serem disponibilizadas e analisadas pelo estudo referem-se as seguintes variáveis: 1) instituições e cursos por esferas administrativas e unidades federadas; 2) vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas e unidades federadas; 3) instituições, cursos, vagas, matriculados e egressos por esferas administrativas nos municípios Metodologia: - Levantamento e avaliação de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP; - Atualização permanente dos cadastros e arquivos próprios da Estação de Trabalho do IMS/UERJpara armanezamento das informações constantes das bases de dados - Análise sistemática dos dados e elaboração de relatórios técnicos para disseminação das informações - Disponibilizar as informações para a rede via WEB .. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Sidney Jaime Filho - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 7
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / SCHEFFER, MARIO - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 5
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / SCHEFFER, MÁRIO C. - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / SCHEFFER, MARIO - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / SCHEFFER, MÁRIO Cesar - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / SCHEFFER, MARIO - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2005 - Atual
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / SCHEFFER, MÁRIO Cesar - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / SCHEFFER, MARIO - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / SCHEFFER, MÁRIO Cesar - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / SCHEFFER, MARIO - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / SCHEFFER, MÁRIO Cesar - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante.Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante.Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2019 - Atual
Quanto custa formar um médico? Proposta de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2019 - Atual
Quanto custa formar um médico? Proposta de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2019 - Atual
Quanto custa formar um médico? Proposta de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2019 - Atual
Quanto custa formar um medico? Proposta de metodologia generalizavel para estimar o custo da formacao de medicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 2 / Número de orientações: 2
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 14 / Número de orientações: 1
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 1
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2019 - Atual
Quanto custa formar um medico? Proposta de metodologia generalizavel para estimar o custo da formacao de medicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 9
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da silva oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / MARIO SCHEFFER - Integrante., Número de produções C, T & A: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / MÁRIO Cesar SCHEFFER - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 15
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 13
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2019 - Atual
Quanto custa formar um medico? Proposta de metodologia generalizavel para estimar o custo da formacao de medicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da Silva Oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Mario Scheffer - Integrante., Número de produções C, T & A: 4
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 9
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Mário Cesar Scheffer - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Organização Mundial da Saúde - Cooperação / Ministério da Saúde - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 15
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 13
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2019 - Atual
Quanto custa formar um médico? Proposta de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 9
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da Silva Oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Mario Scheffer - Integrante., Número de produções C, T & A: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Mário Cesar Scheffer - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 15
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Auxílio financeiro / Ministério da Saúde - Cooperação / Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa., Número de produções C, T & A: 13
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2019 - Atual
Quanto custa formar um médico? Proposta de metodologia generalizável para estimar o custo da formação de médicos no Brasil., Descrição: O projeto visa contribuir para a análise e enfrentamento dos fatores associados a essa crise da força de trabalho em saúde, cujos reflexos na formação de profissionais de saúde e na relação com o mercado de trabalho, adquiriram crescente relevância no cenário da saúde coletiva, além de serem reconhecidamente considerados elementos críticos para os sistemas de saúde alcançarem a cobertura e o acesso universal, como demonstram as diversas resoluções da Organização Mundial da Saúde sobre o fortalecimento dos recursos humanos para a saúde, em particular a Estratégia Global para os Recursos Humanos da Saúde 2030, bem como a resolução da Assembleia Geral da ONU sobre o fortalecimento do emprego na saúde e o crescimento econômico. No Brasil, o número de médicos já chega a praticamente meio milhão num total da força de trabalho de saúde de mais de 3 milhões. A formação dessa força de trabalho é garantida por mais de 5.000 cursos de nível superior para as profissões da saúde das quais mais de 300 são faculdades de medicina. Revisão preliminar da literatura demonstrou a quase inexistência de estudos que subsidiem o processo de decisão política e financeira para a abertura e funcionamento das escolas médicas, bem como a inexistência de metodologia aceita ou aplicável para o cálculo de custos para educação médica. Assim, além da hipótese imediata de que é possível estabelecer uma estrutura de custos generalizável sobre a educação médica, orienta também este trabalho a hipótese mediata de que as relações entre os mercados educacional e de trabalho das profissões de saúde influenciam e são influenciados pela agenda da política pública de saúde, com determinantes no campo das políticas públicas de estímulo e indução à privatização, justificadas parcialmente pela necessidade de formar novos profissionais para o SUS e alocá-los em locais distantes e carentes. Este projeto, de caráter inédito, se justifica em razão do esforço para reunião de dados primários e secundários, pela atualidade do tema e porque as atividades de pesquisa acompanharão as mudanças em curso nos processos de reconfiguração empresarial do setor educacional privado no país, bem como podem auxiliar na revisão dos critérios de repasse de subsídios públicos para estudantes da rede privada de ensino superior. Este estudo parte de uma visão abrangente para contribuir no entendimento de como a estrutura de custos influencia na participação do setor privado na formação médica. Acreditamos que o desenvolvimento de metodologia generalizável, capaz de determinar os custos incorridos pelas Instituições de Educação Superior para a formação de médicos nas diferentes regiões do Brasil, pode contribuir de maneira crítica para o processo de planejamento da formação médica, garantir maior qualidade dessa formação de modo e apoiar o alcance das metas de cobertura e acesso universal do sistema de saúde. Para acompanhar o projeto, mas também participar das avaliações, propomos a constituição de um grupo consultivo de consultores que apoie e auxilie nas definições relativas aos diferentes aspectos e desafios metodológicos e técnicos do projeto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Dércio Santiago da Silva Júnior - Integrante / Amanda Cavada Fehn - Integrante / Leila Senna Maia - Integrante / Warley Francisco de Araújo Pereira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
Inovação e implementação de metodologia para estimativa e dimensionamento de pessoal de saúde, Descrição: Este estudo propõe fazer uma análise da carga de trabalho como metodologia de dimensionamento de pessoal de saúde e, mais especificamente, da aplicação do WISN (Workload Indicators of Staffing Needs, em inglês) em unidades complexas de saúde e de Atenção Primária à Saúde. O método foi proposto inicialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de atender a demanda por novas formas de gerenciar os recursos humanos disponíveis (OMS, 1998, 2010). A partir de experiências prévias, foi realizada uma tradução para o português do manual do usuário do WISN, bem como sua adaptação para o sistema de saude brasileiro e as normas trabalhistas, como parte da cooperação técnica entre a Estação de Trabalho IMS/UERJ da Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde / Centro Colaborador da OMS para Planejamento e Informação da Força de Trabalho em Saúde e a Organização Mundial de Saúde. O planejamento adequado da força de trabalho nos sistemas de saúde representa um grande desafio aos gestores em todo o mundo, sendo imprescindível aos bons resultados que se deseja alcançar. No Brasil, tanto nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF), como nas unidades complexas como hospitais e ambulatórios especializados, do SUS e do setor privado, o dimensionamento de pessoal em saúde ainda é incipiente, especialmente na ESF, onde os parâmetros nacionais são estabelecidos sem considerar as especificidades das diferentes regiões geográficas do país ou de fatores como a contenção de gastos e a flexibilização de vínculos de trabalho. Este estudo pretende assim, identificar as intervenções/atividades desenvolvidas pelos médicos (e outros profissionais de saúde) na ESF e unidades complexas de saúde, classificando os componentes da carga de trabalho, verificando a probabilidade de ocorrência e o tempo médio das intervenções e sua distribuição. Pretende ainda analisar as variações no desempenho desses profissionais e a aplicabilidade / utilização do método WISN nestes tipos de estabelecimentos, da ESF e dos hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro que oferecem serviços especializados na área de ensino, câncer e traumatologia e ortopedia. A partir dos resultados desse estudo, espera-se oferecer subsídios, com sustentação metodológica, para o dimensionamento dos profissionais de saúde na rede de serviços de saúde do SUS (publica e privada), e desta forma, otimizar a capacidade de trabalho e o desempeno dos profissionais de saúde. Vale a pena ressaltar que a força de trabalho em saúde constitui um dos principais determinantes de eficiência e eficácia na prestação de cuidados em saúde.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Tania França - Integrante / Teena Kunjumen - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Cláudia Regina Machado - Integrante / Karen dos Santos Matsumoto - Integrante / Raquel Rapone Gaidzinski - Integrante / Alessandra Pereira da Silva - Integrante / Jorge Leandro do Souto Monteiro - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 9
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2013 - Atual
A formação de profissionais de saúde: análise prospectiva, Descrição: Desde o século XX as profissões, sofreram profundas transformações influenciadas por importantes processos de mudanças na estrutura profissional das sociedades, em função de transformações sociais políticas econômicas, demográficas e epidemiológicas. Na área da saúde, algumas profissões surgem, enfraquecem ou se fortalecem abrindo novas áreas funcionais na divisão sócio técnica do trabalho ou se adaptam às mudanças no ambiente social e político. O Brasil tem regulamentado pelo Conselho Nacional de Saúde (resolução 287/98) 14 profissões de nível superior que integram o conjunto do setor saúde e, estudo recente constatou que nas últimas três décadas, 43 categorias ocupacionais de nível médio e elementar da área de saúde foram regulamentadas pelo Ministério da Educação. Do ponto de vista da organização da rede de serviços pode-se estabelecer seguindo critérios sócios culturais e das demandas de atenção em saúde um grupo de profissões nucleares, a saber, médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos. A formação das profissões de saúde é regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais das Graduações de Saúde instituídas em 2001, atende às recomendações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). A LDB n° 9.394/96 define a reestruturação dos cursos de graduação com a extinção dos currículos mínimos e a adoção de diretrizes curriculares específicas para cada curso. De acordo com as estatísticas da educação (2011) o país forma por ano 14.634 médicos, 47.114 enfermeiros, 9.637 dentistas, 18.779 farmacêuticos. Os enfermeiros ostentam o maior crescimento na última década, com incremento das IES no setor privado, consequência das mudanças do mercado de trabalho, do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e das modificações na legislação educacional. Com base em dados dos censos populacionais e dos conselhos profissionais, mantida as tendências atuais de formação e mercado de trabalho, a projeção é de crescimento da oferta e da densidade per capita de médicos e enfermeiros. Nos próximos 10 a 12 anos, os médicos representarão em 2.3 e 3.5/1000 habitantes (hab.) enquanto as enfermeiras passariam dos atuais 0.7 para 2.4 e 4.0 por 1000 hab. De acordo com a pesquisa realizada em 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Assistência Médico Sanitária (AMS) o país ostenta o quantitativo de 1.104.340 postos de trabalho de pessoal de nível superior em estabelecimentos de saúde dos quais 57,6% de médicos, 15% de enfermeiros e 8,5% de dentistas. A distribuição regional é heterogênea e desigual com forte concentração de todas as categorias na região sudeste (cerca de 50%). A maior carência de Profissionais de saúde é percebida na região Norte seguida pelo Nordeste e Centro-Oeste. Em 2030, o país contabilizará 40 milhões de idosos, o que torna crítico, adotar políticas e programas específicos para mudar o quadro atual. Além disso, com a mudança do quadro epidemiológico e o desenvolvimento tecnológico, o Brasil necessita capacitar outros profissionais tais como, fisioterapeuta, enfermeiros geriátricos, odontogeriatras, e outros. A implementação de uma agenda para solvência desses e outros problemas exige planejamento de longo prazo. Isto posto, intenta-se apresentar de forma abrangente os principais aspectos históricos e conceituais sobre as mudanças e necessidades de qualificação técnica, conhecimento especializado e oferta de formação das profissões de saúde, tendo como foco as categorias de médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas e fisioterapeutas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Thereza Christina Varella - Integrante / Maria Helena Costa Couto - Integrante / Maria Ruth dos Santos - Integrante / Licelma Amanda Cavada Fehn - Integrante / Liliádia da Silva Oliveira Barreto - Integrante / Jorge Luiz Amaral - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Mario Scheffer - Integrante., Número de produções C, T & A: 4
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2005 - 2015
Sistema de Informação da Oferta de Recursos Humanos em Saúde, Descrição: Tem como objetivo de coletar, processar e disseminar informações que facilitem análise sobre o processo de formação de recursos humanos da área da saúde, a partir um banco de dados e do Diretório de Escolas e Faculdades do IMS/UERJ, disponibilizando informações sobre as instituições formadoras de graduação em saúde, com destaque para medicina, enfermagem e odontologia usando as bases de dados do Ministério da Educação através dos Censos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INEP, dos Conselhos Profissionais como CFM, do Censo Populacional e outros inquéritos do IBGE, e outras fontes de dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Integrante / Celia Regina Pierantoni - Coordenador / Tania França - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante / Mário Cesar Scheffer - Integrante / Gustavo Zoio Portela - Integrante / Alex Jones Flores Cassenote - Integrante., Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro / Organização Mundial da Saúde - Cooperação., Número de produções C, T & A: 15
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1991 - 2000
Desenvolvimento de Sistema de Informação de Recursos Humanos em saúde, Descrição: O Sistema de Informação e Gestão de Recursos Humanos - SIG-RHS, surge como elemento facilitador de uma Política de Desenvolvimento de RH. Trata-se de um instrumento de coleta, armazenamento e análise de informações sobre recursos humanos em saúde para ser utilizado em serviços e sistemas locais de saúde. A primeira etapa consiste no preenchimento dos dados de acordo com o instrutivo que acompanha o instrumento de coleta. Esta etapa torna-se fundamental na medida em que a função do SIG-RHS como instrumento de planejamento e gestão de recursos humanos depende da validade das informações prestadas. Após a coleta, os dados serão armazenados em bancos de dados do SIG-RHS, que possibilita a emissão de relatórios nominais e estatísticos, de maneira a agilizar a consulta e análise da Força de Trabalho em Saúde. Esses relatórios, entre outras possibilidades, permitem fundamentar os estudos de reordenação e estruturação de planos de cargos, carreiras e salários, fornecer elementos para a elaboração de programas de formação e capacitação, bem como apoiar a fixação de critérios técnicos de alocação de pessoal nas unidades. Ao final, espera-se que a implantação e desenvolvimento do SIG-RHS forneça elementos atualizados para que se viabilize a formulação de diretrizes e normas do desempenho dos Recursos Humanos, favorecendo a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Mario Roberto Dal Poz - Coordenador / Celia Regina Pierantoni - Integrante / Maria Alice Branco - Integrante / Tania França - Integrante / Julio Dal Poz - Integrante / Valéria Dias Mattos - Integrante / Thereza Christina Varella - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Bolsa / Ministério da Saúde - Cooperação / Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 13
Prêmios
2018
Cientista de Nosso Estado (2018-2020), FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
2018
Bolsista Prociência UERJ (2018-2020), UERJ.
2016
Homenagem pela contribuição na Oitava Conferência Nacional de Saúde, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz.
2014
Bolsista CNPq, Modalidade/Nível: DT-ID (310404/2013-4), CNPq.
2014
Bolsista Prociência UERJ (2014-2017), UERJ.
2014
Cientista de Nosso Estado (2014-2017), FAPERJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
2012
Diploma por relevantes serviços prestados, Organização Mundial da Saúde.
2009
Medalha de Merito Oswaldo Cruz, categoria Ouro, Presidência da Republica do Brasil.
2007
The UC Berkeley Regents' Lecture Series, University of California at Berkeley.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Medicina Social. , Rua São Francisco Xavier, 524, 7o. andar, bloco D, Maracanã, 20559900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 22340504, Ramal: 130, Fax: (21) 23342152, URL da Homepage:
Experiência profissional
2009 - Atual
Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde ColetivaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Editor Científico da Editora, Carga horária: 2
Outras informações:
Editor Cientifico e Ediror Responsável pela Coleção Recursos Humanos em Saúde
1996 - Atual
Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde ColetivaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Coordenador de Projeto de Pesquisa
2024 - Atual
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Diretor, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
nomeado para exercer o Cargo em Comissão de Diretor do Instituto de Medicina Social - IMS, símbolo CC-05, código 25, com mandato de 4 (quatro) anos, a contar de 01 de março de 2024. DOERJ de 29/02/2024, parte I, pagina 27
2018 - Atual
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Promovido a Professor Titular pela Portaria do Reitor n. 501/2018, nos termos da Deliberação Reitoria 01/2017, Resolução Reitoria 01/2017 e da Lei 5343/2008, modificada pela Lei 7423/2016.
2011 - 2018
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Promovido a Professor Titular
1996 - 2011
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor adjunto, Carga horária: 40
1982 - 1996
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Servidor público, Enquadramento Funcional: Professor assistente, Carga horária: 40
Outras informações:
Mudança de vínculo com a promoção na carreira docente devido à conclusão do doutorado.
Atividades
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06/2014
Conselhos, Comissões e Consultoria, Instituto de Medicina Social.Cargo ou função, Membro do Comite de Etica - CEP.
-
04/1996
Pesquisa e desenvolvimento, Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Linhas de pesquisa
-
04/1996
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Cargo ou função, Membro de conselho editorial.
-
03/1991
Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Planejamento em Saúde, Recursos Humanos em Saúde, Saúde Global, Sistema de Saude, Força de trabalho em saúde: crise global, ética e política
-
04/1984
Extensão universitária , Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Atividade de extensão realizada, Coordenação e planejamento de saúde em conjunto com as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde.
-
04/1996 - 04/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Cargo ou função, Membro de conselho de centro.
-
04/1996 - 03/2000
Direção e administração, Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Cargo ou função, Diretor de Unidade.
-
04/1996 - 03/2000
Serviços técnicos especializados , Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Serviço realizado, Implantação e gestão financeira da Policlinica Piquet Carneiro.
-
04/1996 - 03/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Cargo ou função, Membro de conselho de unidade.
-
04/1996 - 03/2000
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Cargo ou função, Membro de colegiado superior.
-
01/1997 - 12/1999
Treinamentos ministrados , Centro Biomédico, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde.Treinamentos ministrados, CAPACITAÇÃO TÉCNICA PARA IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE, Desenvolvimento, Informação, Planejamento e Gestão de Recursos Humanos em Saúde
-
04/1984 - 07/1994
Ensino, Residência Em Medicina Social e Preventiva, Nível: EspecializaçãoDisciplinas ministradas, Planejamento em Saúde, Administração de recursos humanos em saúde
2018 - Atual
World Health Organization, WHO, SuíçaVínculo: technical adviser, Enquadramento Funcional: technical adviser, Carga horária: 2
Outras informações:
technical leader on the TWG 1. Methodology, tools, guidance and capacity building WHO/Global Health Workforce Network, Genebra (http://www.who.int/hrh/network/en/).
1996 - 2012
World Health Organization, WHO, SuíçaVínculo: Consultor, Enquadramento Funcional: Coordinator, Carga horária: 40
Outras informações:
Global coordination of technical cooperation on human resources for health (HRH) development, health workforce information system and monitoring, health system performance and HRH policy and planning implementation at national and sub-national level.,
Atividades
-
01/2002
Serviços técnicos especializados , Evidence and InformationfFor Policy, Department of Health Service Provision.Serviço realizado, Assessment of human resources for health.
-
04/2000
Pesquisa e desenvolvimento, Evidence and InformationfFor Policy, Department of Health Service Provision.Linhas de pesquisa
2005 - 2007
University Of HelsinkiVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor visitante, Carga horária: 0
Outras informações:
Professor visitante em "International Health (8 cr, 200 h)", do "International Postgraduate Programmes in Health Care", Mestrado em Quality Improvement and Leadership Development.
The programmes are organised by the Department of General Practice and Primary Health Care at the University of Helsinki. The Department has been a WHO Collaborating Centre for the Development of Human Resources in Primary Health Care since August 1992.
Atividades
-
10/2005 - 10/2007
Ensino, Diploma In Health Care Quality Improvement, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, International Health
-
10/2005 - 10/2007
Ensino, Master In Health Care Quality Improvement, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, International Health
2002 - Atual
Human Resources for HealthVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Editor-in-Chief, Carga horária: 8
Outras informações:
http://www.human-resources-health.com/
Human Resources for Health aims to disseminate research on health workforce policy, the health labour market, health workforce practice, development of knowledge tools and implementation mechanisms nationally and internationally; as well as specific features of the health workforce, such as the impact of management of health workers' performance and its link with health outcomes.
Atividades
-
05/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, .Cargo ou função, Membro de conselho editorial.
2003 - Atual
Espaço para a SaúdeVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Membro do Conselho Editorial, Carga horária: 0
Outras informações:
http://www.ccs.uel.br/espacoparasaude/v5n1/conselho1.htm
Atividades
-
01/2003 - 06/2006
Conselhos, Comissões e Consultoria, .Cargo ou função, Membro de corpo editorial.
1994 - 1995
Université de Montreal, UdeMVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor visitante, Carga horária: 40
Atividades
-
07/1994 - 11/1995
Ensino, Maitrise en Santé Publique, Nível: Pós-GraduaçãoDisciplinas ministradas, Planification de Sevices de Santé
1991 - 2000
Organização Panamericana de SaúdeVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor temporário, Carga horária: 6
Outras informações:
Consultor na área de planejamento e desenvolvimento de recursos humanos em saúde
Atividades
-
04/1991 - 02/2000
Serviços técnicos especializados , Unidad de Recursos Humanos para la Salud.Serviço realizado, Consultor na área de planejamento e desenvolvimento de recursos humanos em saúde.
1996 - 1998
Medical Care Development InternationalVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor temporário, Carga horária: 10
Outras informações:
Trabalho de consultoria em planejamento e desenvolvimento de recursos humanos em saúde para o Projeto Setor Saúde do Ministerio da Saúde de Angola, com financiamento do Banco Mundial.
Atividades
-
09/1996 - 09/1998
Serviços técnicos especializados , Medical Care Development International.Serviço realizado, Elaboração e Implementação do Plano Estratégico de Recursos Humanos do Ministerio da Saude de Angola.
2017 - 2018
National Academy Of SciencesVínculo: committee member, Enquadramento Funcional: committee member, Carga horária: 1
Outras informações:
Second in a series of publications from the Institute of Medicine's Quality of Health Care in America project.Today's health care providers have more research findings and more technology available to them than ever before. Yet recent reports have raised serious doubts about the quality of health care in America. Crossing the Quality Chasm makes an urgent call for fundamental change to close the quality gap. This book recommends a sweeping redesign of the American health care system and provides overarching principles for specific direction for policymakers, health care leaders, clinicians, regulators, purchasers, and others.In this comprehensive volume the committee offers: - A set of performance expectations for the 21st century health care system.- A set of 10 new rules to guide patient-clinician relationships.- A suggested organizing framework to better align the incentives inherent in payment and accountability with improvements in quality.- Key steps to promote evidence-based practice and strengthen clinical information systems. Analyzing health care organizations as complex systems, Crossing the Quality Chasm also documents the causes of the quality gap, identifies current practices that impede quality care, and explores how systems approaches can be used to implement change.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Mario Roberto Dal Poz e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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