Manoel Fábio da Rocha
Doutorando em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Conceito CAPES 6. Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Especialista em Direito Agrário e Ambiental; Especialista em Direito do Agronegócio; Especialista em Auditoria, Perícia e Licenciamento Ambiental; Especialista em Qualidade do Solo e Recuperação de Áreas Degradadas, as quatro pela Faculdade Líbano (LÍBANO). Aperfeiçoado em Sistema de Gestão Ambiental ISO 14.001, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Bacharel em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Primeiro Pós - Graduado a concluir o mestrado em Ciências Ambientais da UDESC no prazo de um ano. Profissional Registrado e Habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). APROVAÇÕES EM CONCURSOS PÚBLICOS: Aprovado, em 2025, para provimento em cargo EFETIVO de Engenheiro Agrônomo em Estatal Sulista (aguardando nomeação) e no II Concurso Público Nacional Unificado (Anexo IV, edital n. 84, de 13.03.26), para provimento em cargo EFETIVO de Engenheiro Agrônomo, em Órgão Federal (em lista de espera). Atualmente iniciou estudos em Língua Espanhola para Viagem e Intercâmbio Acadêmico, pelo Programa Paraná Fala Espanhol (UEM). Atuou como parecerista, durante o quadriênio 2023 - 2026, tendo avaliado mais de 200 trabalhos científicos e técnicos advindos de Bancas de Estágios, Congressos, Simpósios e Seminários na área da Agronomia e Solos. Possui diversos Cursos de Capacitações pelo(a): Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA); Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA); Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), totalizando carga horária superior a 3.000 horas / aula, a maioria voltados para a área da Agronomia e Solos.
Informações coletadas do Lattes em 24/05/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Agronomia
2023 - Atual
Universidade Estadual de Maringá
Título: EFFECTS OF DIFFERENT DOSES OF BASALT POWDER ON THE CHEMICAL ATTRIBUTES OF A DYSTROFERRIC RED OXISOL AND ON THE PERFORMANCE OF Glycine max (L.) Merrill and Zea mays L
Antonio Carlos Saraiva da Costa. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Nutrição de Plantas; Mineralogia; Pó de Basalto; Glycine max (L.) Merrill; Zea mays L.; SiBCS. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Mineralogia dos Solos Tropicais. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Nutrição de Plantas. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Pesquisa Mineral. Setores de atividade: Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados; Atividades de Apoio à Extração de Minerais.
Mestrado em Ciências Ambientais
2022 - 2023
Universidade do Estado de Santa Catarina
Título: TEORES DE Pb NO TECIDO DA SAMAMBAIA Pteridium arachnoideum COLETADA EM ÁREAS DE DEPÓSITO DE REJEITO NA BACIA CARBONÍFERA CATARINENSE, Ano de Obtenção: 2023
Mari Lucia Campos.Bolsista do(a): Programa de Monitoria de Pós-Graduação da UDESC, PROMOP, Brasil. Palavras-chave: Mineração de Carvão; Fitorremediação; Áreas Degradadas; Pteridófitas; Elementos-traço.Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Ciencias do Solo. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitorremediação. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Agronomia. Setores de atividade: Extração de Carvão Mineral; Extração de Minerais Metálicos.
Aperfeiçoamento em Sistema de Gestão Ambiental ISO 14.001
2014 - 2015
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - PI
Título: SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ISO 14.001 EM ESTABELECIMENTOS AGROPECUÁRIOS. Ano de finalização: 2015
Graduação em Engenharia Agronômica
2010 - 2015
Universidade Federal do Piauí
Título: DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE NO PERÍODO DE 22 A 42 DIAS ALIMENTADOS COM DIETAS CONTENDO DIFERENTES NÍVEIS DE ZINCO E VITAMINA E.
Formação complementar
2026 - 2026
Boas práticas de conservação da vegetação nativa III: Planejamento. (Carga horária: 5h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Implantação de Plantas de Cobertura do Solo. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
IA e Clima: Contrapartidas e Transformação. (Carga horária: 4h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2026 - 2026
Monitoramento da Umidade do Solo na Irrigação. (Carga horária: 5h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Adubação Foliar. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Boas práticas de conservação da vegetação nativa I: Aspectos legais. (Carga horária: 4h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Saneamento Básico para o Meio Rural. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Introdução à Agricultura de Precisão. (Carga horária: 18h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Cuidados Técnicos para Uso de Drones. (Carga horária: 2h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2026 - 2026
Comercialização de Produtos Agrícolas com Valor Agregado. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2025 - 2025
Introdução ao Manejo da Irrigação: Como, Quando e Quanto Irrigar. (Carga horária: 4h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2025 - 2025
O Que são Defensivos Agrícolas e Cuidados na Utilização. (Carga horária: 2h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2025 - 2025
Produção Orgânica: Princípios e Regularização. (Carga horária: 22h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2025 - 2025
Educação Financeira para o Produtor Rural. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2025 - 2025
Comunicando sobre a Mudança do Clima. (Carga horária: 8h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2025 - 2025
Uso de Bioestimulantes em Hortaliças. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2025 - 2025
Avaliação de Equipamentos de Irrigação. (Carga horária: 10h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2025 - 2025
Gestão, Operação e Manutenção de Perímetros Irrigados. (Carga horária: 4h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2025 - 2025
Indicação Geográfica. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2025 - 2025
Aplicação de Defensivos Agrícolas. (Carga horária: 3h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2024 - 2024
Bases Del Acuerdo de Paris y Las NDC en el Sector Agroalimentario. (Carga horária: 12h). , Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura, IICA, Costa Rica.
2024 - 2024
Escopos de Auditoria Cooperativa. (Carga horária: 3h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2024 - 2024
Correção da Acidez do Solo. (Carga horária: 2h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2024 - 2024
Sistema de Plantio Direto. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.
2024 - 2024
Gestión Eficiente de la Energía en las Cadenas Agrícolas. (Carga horária: 45h). , Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura, IICA, Costa Rica.
2024 - 2024
Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (Sisbio). (Carga horária: 20h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2024 - 2024
Fundamentos e Práticas de Conservação de Solo e Água. (Carga horária: 20h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2024 - 2024
Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável: Desafios a Implementação. (Carga horária: 24h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2023 - 2023
Aproveitamento de Resíduos no Preparo de Bioinsumos. (Carga horária: 24h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2023 - 2023
Valores Culturais da Natureza. (Carga horária: 20h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2023 - 2023
Criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural - RPPN. (Carga horária: 20h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2023 - 2023
Preparo e Manejo do Solo para Produção Orgânica de Fruteiras. (Carga horária: 32h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2022 - 2022
Bem-Estar Animal, Suínos e Aves. (Carga horária: 20h). , Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura, IICA, Costa Rica.
2022 - 2022
Compras Sustentáveis e a Nova Lei de Licitações. (Carga horária: 20h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2022 - 2022
Boas Práticas de Manipulação em Serviços de Alimentação. (Carga horária: 12h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2022 - 2022
Implantação e Manejo do Consórcio Milho - Braquiária. (Carga horária: 15h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2021 - 2021
Qualidade na Taça. (Carga horária: 48h). , Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, Brasil.
2021 - 2021
Compras Governamentais: Agricultura Familiar. (Carga horária: 3h). , Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, SEBRAE, Brasil.
2021 - 2021
Recuperação de Pastagens Degradadas. (Carga horária: 15h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2021 - 2021
Meliponicultura Urbana. (Carga horária: 12h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2020 - 2020
Direito de Águas á Luz da Governança. (Carga horária: 60h). , Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, ANA, Brasil.
2020 - 2020
Calidad de Aguas en Embalses. (Carga horária: 60h). , Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, ANA, Brasil.
2020 - 2020
Lei das Águas. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, ANA, Brasil.
2020 - 2020
Outorga do Direito de Uso dos Recursos Hídricos. (Carga horária: 20h). , Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, ANA, Brasil.
2019 - 2019
10- Congresso Estadual de Profissionais do CREA-PI. (Carga horária: 20h). , Blue Tree Tower, RIO POTY HOTEL, Brasil.
2018 - 2018
IV Jornada Científica da Embrapa Meio Norte. (Carga horária: 16h). , EMBRAPA MEIO NORTE, EMBRAPA, Brasil.
2017 - 2017
Exame de Proficiência em Leitura de Língua Inglesa (Aprovado). , Coordenadoria Permanente de Seleção, COPESE, Brasil.
2016 - 2016
Direito Agrário. , Estratégia Concursos, EC, Brasil.
2015 - 2015
I Simpósio Internacional de Raças Nativas. (Carga horária: 30h). , Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, MAPA/DF, Brasil.
2014 - 2014
Avaliação de Impacto Ambiental e o Estudo de Impacto Ambiental. (Carga horária: 12h). , Instituto Federal do Piauí, IFPI, Brasil.
2013 - 2013
Criação de Caprinos: Manejo Reprodutivo e Sanitário. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.
2012 - 2012
XV FECON - Feira e Congresso Internacional de Engenharia e Arquitetura. (Carga horária: 40h). , Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Piauí, CREA-PI, Brasil.
2011 - 2011
V Mostra de Ciências Agrárias. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.
2010 - 2010
Manejo Produtivo e Reprodutivo de Caprinos e Ovinos. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Piauí, UFPI, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Ciência do Solo.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Fitorremediação.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Recuperação de Areas Degradadas.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Avicultura.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Solos e Nutrição de Plantas.
Organização de eventos
DA COSTA, A.C.S. ; JÚNIOR, I.G.de S. ; DE AQUINO, R.E. ; DA SILVA, L.F.S. ; DA ROCHA, M.F. . UEM celebra o Dia Mundial Do Solo com programação especial. 2025. (Exposição).
DA COSTA, A.C.S. ; JÚNIOR, I.G.de S. ; Rocha, Manoel Fábio da . Visita Pedológica ao 1- e 2- Planalto Paranaense. 2024. (Outro).
DA ROCHA, M.F. ; MIKOSIK, A. ; WAGNER, K.A. . 1- Semana da Conservação do Solo. 2023. (Outro).
DA ROCHA, M.F. . Revitalização da Horta do Abrigo São Lucas. 2012. (Outro).
Participação em eventos
(1- parte) Acordos transformativos - Como publicar seu artigo sem custo e em acesso aberto. 2026. (Encontro).
(2- parte) Acordos transformativos: Como publicar seu artigo sem custo e em acesso aberto. 2026. (Encontro).
1° Workshop ABPIP + ANP|2026 - Especificações e Qualidade do Gás Natural: entendendo a Resolução ANP 982/2025. 2026. (Simpósio).
7º DIA DE CAMPO DO AGRONEGÓCIO - FATEC BOTUCATU. 2026. (Encontro).
AGROWORK 2026: Biológicos na Agricultura Moderna. 2026. (Congresso).
CONECTA AGRO: Conectando Saberes, Cultivando o Futuro. 2026. (Congresso).
Difração de Raios X e Refinamento Rietveld. 2026. (Simpósio).
Engenharia de Prompt para Pesquisadores e Acadêmicos. 2026. (Encontro).
FrutWork 2026 - Workshop Digital em Fruticultura. 2026. (Congresso).
Gênero, Campesinato e Políticas Públicas: Desafios Estruturais e Caminhos de Luta das Mulheres no Campo. 2026. (Oficina).
I Congresso Brasileiro de Meio Ambiente - Construindo consciência e sustentabilidade. 2026. (Congresso).
II Encontro Internacional Descolonizando a Educação Científica e Tecnológica. 2026. (Encontro).
III Encontro Regional de Ciências Agrárias (ERCA). 2026. (Encontro).
III Simpósio de Inovação em Mineração e Tecnologias. 2026. (Simpósio).
III Simpósio Internacional em Tecnologias Educacionais Aplicadas às Ciências. 2026. (Simpósio).
III Simpósio Regional de Engenharia (SIMPREIT). 2026. (Simpósio).
Inteligência Artificial: inovando a avaliação formativa e promovendo a pesquisa quantitativa. 2026. (Encontro).
International Conference on Homeopathy in Agriculture and Environment 2026. 2026. (Congresso).
I Simpósio BioAqua: a Ciência da Água na Gestão e Valorização Ambiental. 2026. (Simpósio).
Mesa redonda sobre pragas na cultura do milho. 2026. (Feira).
Mundo ADS Edição III: A Era do Pensar Artificial. 2026. (Congresso).
O Dilema da Cooperação entre a Costa dos Corais e os Cânions do São Francisco. 2026. (Simpósio).
Primeiro Smartfield Day 2026. 2026. (Feira).
Projeto de Nivelamento. 2026. (Oficina).
Seletividade Alimentar. 2026. (Seminário).
Tecnologias Sociais em Energias Renováveis e Saúde (Portalegre - Portugal). 2026. (Outra).
Turnitin ? Ferramenta de Similaridade e Prevenção ao Plágio. 2026. (Encontro).
VI Fórum Internacional On-line de Empreendedorismo e Inovação no Agro - FINOVAGRO. 2026. (Encontro).
WEBINAR: Networking Inteligente - Como gerar conexões autênticas e relevantes no mercado atual. 2026. (Outra).
XIII Workshop De Genética e Melhoramento UFV. 2026. (Encontro).
XVII Seminário de Conservação do Solo e Proteção de Recursos Naturais. 2026. (Seminário).
1ª Conferência Intermunicipal de Meio Ambiente da Região dos Lagos. 2025. (Simpósio).
1ª Conferência Nacional do Meio Ambiente. 2025. (Encontro).
5º Encontro para o Desenvolvimento do Cicloturismo. 2025. (Encontro).
Acordo Mercosul e União Européia - Expectativas para os próximos 5 anos. 2025. (Encontro).
Agricultura Regenerativa: Decisões que Fazem a Diferença na Soja. 2025. (Exposição).
AgroFinanceWork 2025 ? Estratégias de Investimento e Financiamento para o Futuro do Agronegócio. 2025. (Congresso).
AgroWork 2025: WorkShop sobre Fertilidade do Solo. 2025. (Seminário).
Aplicações da Metabolômica na Avaliação e Desenvolvimento de Biológicos. 2025. (Seminário).
Biodiversidade Biológica e o Potencial Produtivo do Solo. 2025. (Seminário).
Bioinsumos em Ação (Webinar). 2025. (Outra).
Conferência Livre do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. 2025. (Seminário).
Congresso Internacional de Engenharia Agronônima. 2025. (Congresso).
Cultura Forestal Basada en el Buen Comportamiento. 2025. (Congresso).
Desvendando a Microbiota do Solo. 2025. (Exposição).
Docência, Investigação e Atividades Profissionais. 2025. (Encontro).
FrutWork 2025. 2025. (Simpósio).
Geologia e Pedologia como Base das Obras de Engenharia. 2025. (Seminário).
IA Generativa na Pesquisa Acadêmica. 2025. (Outra).
I Colóquio de Estudos Atmosféricos. 2025. (Simpósio).
I Conferência Internacional de Sustentabilidade e Impacto Ambiental (CISIA). 2025. (Outra).
I Congresso Internacional de Inovações e Tecnologias Agrícolas. 2025. (Congresso).
I Congresso Nacional de Biotecnologia On-line. 2025. (Congresso).
I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo. 2025. (Congresso).
I Encontro da Agricultura Familiar do Programa Mais Gestão no Centro-Oeste. 2025. (Encontro).
II Conferência Nacional da Cana - de - Açúcar. 2025. (Outra).
II Congresso Brasileiro "Mudanças Climáticas e a Resiliência Urbana". 2025. (Congresso).
II Congresso Internacional de Ciências Biológicas. 2025. (Congresso).
II Congresso Nacional de Agronomia On-line. 2025. (Congresso).
II Congresso Nacional de Projeto, Pesquisa e Extensão (CONPPEIT). 2025. (Congresso).
II Dia de Campo Cultivos II. 2025. (Oficina).
II Encontro Regional de Ciências Agrárias (ERCA). 2025. (Seminário).
III Semana Científica das Ciências Agrárias UNIMATER. 2025. (Seminário).
III Semana da Água do LabLimno: A Água e o Clima. 2025. (Outra).
III Simpósio Ibero-Americano de Ciência do Solo - A Importância da Eficiência no Uso de Nutrientes para a Circularidade nos Sistemas Agroalimentares. 2025. (Simpósio).
I International Congress of Agriculture, Innovation and Sustainability of Amazonas. 2025. (Congresso).
II SIMPÓSIO PPGECB (UEMA): Ecossistemas em Foco. 2025. (Simpósio).
II Simpósio Regional de Engenharia (SIMPREIT). 2025. (Simpósio).
I Mostra de Pesquisa, Ensino e Extensão MEPEXBIO. 2025. (Encontro).
Investigación inteligente: Cómo la IA revoluciona nuestros métodos. 2025. (Oficina).
I Seminário sobre Inteligência Artificial e suas Aplicações na Pesquisa Acadêmica (SIA). 2025. (Seminário).
I Simpósio da Aquicultura Maranhense. 2025. (Simpósio).
I Simpósio de Agricultura Regenerativa da Amazônia Ocidental. 2025. (Simpósio).
I Simpósio de Tecnologia e Mudanças Climáticas (STMC). 2025. (Simpósio).
I Summit de Tecnologia para Agricultura e Sustentabilidade. 2025. (Simpósio).
IV Fórum Online Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade. 2025. (Seminário).
IV Simpósio de Manejo Biológico. 2025. (Simpósio).
IX Encontro Nacional do Milho (ESALQ). 2025. (Encontro).
Live SBCS - Realidade, Resistência e a Busca por Equidade das Mulheres na Ciência. 2025. (Outra).
Milk Experience 2025. 2025. (Congresso).
Normas da ABNT para Trabalhos Técnicos. 2025. (Oficina).
Planejamento de Amostragem de Solo Georeferenciada com QGIS. 2025. (Encontro).
SEARBIO10. 2025. (Seminário).
Semana de Imersão Fitoterapia USP 2025-1. 2025. (Seminário).
Silagem de Milho e Nova Tecnologia para Controle de Lagartas. 2025. (Encontro).
Simpósio de Avanços em Melhoramento Genético. 2025. (Simpósio).
Solos Supresivos ao Mal do Panamá: Como Identificar (WEBINAR). 2025. (Exposição).
V CONGRESSO BRASILEIRO DE ROCHAGEM. 2025. (Congresso).
V Fórum Internacional On-line de Empreendedorismo e Inovação no Agro. 2025. (Congresso).
VI Congresso Digital de Nanobiotecnologia e Bioengenharia. 2025. (Congresso).
VIII Colóquio Nacional e VI Internacional de Direito do Agronegócio e Desenvolvimento e Pesquisa da UniRV-CoDAD. 2025. (Congresso).
VIII Workshop Internacional de Política de Uso e Governança do Solo. 2025. (Outra).
VII Seminário de Sustentabilidade em Recursos Hídricos. 2025. (Seminário).
VI Semana Científica do Agreste Pernambucano. 2025. (Seminário).
Webinário - Compostagem: Uma Ferramenta de Transformação Social e Ambiental. 2025. (Exposição).
Workshop BEEFWORK. 2025. (Encontro).
WorkShop sobre Contaminantes em POA. 2025. (Simpósio).
XII Workshop em Genética e Melhoramento - Ômicas aplicadas ao aproveitamento sustentável da diversidade genética. 2025. (Seminário).
Agrowork 2024: O Uso de Biológicos na Agricultura Moderna. 2024. (Encontro).
CarbonWork: Sequestro de Carbono na Agricultura. 2024. (Encontro).
Congresso LUSOBRASIL 2024. 2024. (Congresso).
Conservação do Solo: Tendências Tecnológicas e Desafios Legais. 2024. (Outra).
Educação, Comunicação e Inovação na Ciência do Solo para o Bioma Amazônico. 2024. (Seminário).
Esquenta - CONBRAF. 2024. (Feira).
FERTWORK: Workshop Digital sobre Fertilidade do Solo. 2024. (Encontro).
I Congresso Brasileiro Mudanças Climáticas e a Resiliência Urbana. 2024. (Congresso).
I Congresso Nacional de Agronomia On-line. 2024. (Congresso).
I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line. 2024. (Congresso).
II Congresso Brasileiro de Produção Animal. 2024. (Congresso).
II Congresso Nacional de Microbiologia, Micologia e Parasitologia On-line. 2024. (Congresso).
III Fórum Online de Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade. 2024. (Seminário).
III Reunião de Ciência do Solo do Núcleo Noroeste SBCS. 2024. (Outra).
II Simpósio Brasileiro de Biogeografia. 2024. (Simpósio).
I Seminário Internacional Conexões Continentais Portugal - Brasil: Amazônia e as Questões Socioambientais Globais.. 2024. (Seminário).
IV Seminário de Alimentos da Sociobiodiversidade. 2024. (Seminário).
Mineração e Transformação Mineral de Minerais Estratégicos para a Transição Energética. 2024. (Seminário).
Palestra: Desafios das Micotoxinas na Produção Avícola: Estratégias de Controle. 2024. (Outra).
Palestra: Lei 13.123/2015: uma Lei da Sociobiodiversidade?. 2024. (Outra).
SBAgro: Agrometeorologia e a Mudança do Clima. 2024. (Outra).
SBAgro: Agrometeorologia e Emissão de Gases Efeito Estufa. 2024. (Outra).
Simpósio Regional de Engenharia. 2024. (Simpósio).
Sustentabilidade Para Todos (Portugal - Brasil). 2024. (Exposição).
VIII Encontro Nacional da Cultura do Sorgo. 2024. (Encontro).
VI Reunião de Ciência do Solo da Amazônia Ocidental. 2024. (Seminário).
Visita Pedológica ao 1- e 2- Planalto Paranaense.. 2024. (Encontro).
20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). 2023. (Exposição).
FrutWork: Perscpectivas da Produção de Frutas no Brasil. 2023. (Encontro).
II Congresso Gestão dos Países Soberanos da América do Sul sobre a Amazônia. 2023. (Congresso).
III Workshop Virtual SISGEN. 2023. (Encontro).
II SIACS: Simpósio Ibero-Americano de Ciências do Solo. 2023. (Simpósio).
Inoculantes Multifuncionais na Agricultura - ESALQ. 2023. (Outra).
I Simpósio de Ciência e Engenharia de Alimentos. 2023. (Simpósio).
I Workshop de Inovação e Biodiversidade da Rede de Bioeconomia. 2023. (Encontro).
On-Board na Agro-Logistíca FEALQ. 2023. (Exposição).
Proteção ambiental e normas tributárias: correlações e propostas de mudança. 2023. (Seminário).
SICA - Semana Integrada de Ciências Agrárias. 2023. (Seminário).
Visita Pedológica ao 1- e 2- Planalto Paranaense. 2023. (Exposição).
10 SCA: Conservação, Manejo e Uso da Biodiversidade na Promoção da Saúde. 2022. (Seminário).
21- Congresso Brasileiro do Agronegócio (Webinar). 2022. (Congresso).
2- Seminário Nordestino de Biologia do Solo. 2022. (Seminário).
Agricultura Sustentável e Créditos Ambientais. 2022. (Seminário).
Environmental, Social and Governance:o que todo profissional deve saber. 2022. (Outra).
Jornada do Direito Animal. 2022. (Exposição).
Parque das Profissões UDESC. 2022. (Oficina).
1- Seminário Nordestino de Biologia do Solo: Ecologia e Aplicações Biotecnológicas. 2021. (Seminário).
28- SEAGRO: Semana Acadêmica de Agronomia. 2021. (Seminário).
32ª CBA - Congresso Brasileiro de Agronomia. 2021. (Congresso).
4º HortPANC - Encontro Nacional de Hortaliças Não Convencionais. 2021. (Encontro).
I Congresso Norte Nordeste de Ciências Agrárias (Online) - Avanço tecnológico e sustentabilidade. 2021. (Congresso).
I Simpósio de Ecologia e Conservação. 2021. (Simpósio).
I Workshop em Horticultura Irrigada do Vale do São Francisco. 2021. (Encontro).
O Papel do Setor Sucroenergético no Contexto das Mudanças do Clima (UEMS). 2021. (Encontro).
Palestra: Agroecologia como Ciência para Produção de Alimentos Sustentáveis em Larga Escala. 2021. (Congresso).
Poultry Day: Enriquecimento Ambiental para Aves de Produção. 2021. (Simpósio).
VI Simpósio Mineiro de Ciência do Solo. 2021. (Simpósio).
1st Brazilian Symposium on Photosynthesis. 2020. (Simpósio).
Capacidade de Campo: Fundamentos, Métodos e Aplicações (LIVE). 2020. (Encontro).
I Congresso Online de Alimentos e Agropecuária. 2020. (Congresso).
III Seminário de Meio Ambiente do IFBA (Políticas Públicas e Meio Ambiente). 2020. (Seminário).
I Simposio Online de Inocuidad Alimentaria (I SOIA). 2020. (Simpósio).
I Workshop Online Sobre Fertilidade dos Solos Tropicais. 2020. (Encontro).
Manejo Fitossanitário na Cultura do Café - Linha Corteva (XIV Seminário da Agronomia UFV). 2020. (Seminário).
Projeto Bate Papo Seguro (IFPI). 2020. (Encontro).
AGTech Meio Norte: Inovação para o AGRO. 2019. (Exposição).
II WPeC Workshop de Pesquisa Científica. 2019. (Oficina).
Agroecologia em Foco (Mesa Redonda). 2018. (Outra).
O Uso dos Drones na Agricultura (Palestra). 2018. (Outra).
A conduta do Engenheiro Agrônomo perante a Sociedade. 2017. (Seminário).
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Visita Técnica). 2017. (Encontro).
Horto Florestal (Visita Técnica). 2017. (Exposição).
Fazenda Experimental Alvorada do Gurgueia (Visita Técnica). 2016. (Outra).
Fertilidade em Solos Tropicais (Mesa Redonda). 2016. (Oficina).
Núcleo de Criação e Conservação da Galinha Canela Preta (Visita Técnica). 2016. (Exposição).
Produção Tecnificada de Hortaliças em Timon - MA. 2016. (Encontro).
Dia de Campo sobre Produtos BioFortificados. 2015. (Exposição).
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Visita Técnica). 2015. (Exposição).
Encontro dos Rios (Visita Técnica). 2015. (Encontro).
Sítio São Marcos (Visita Técnica). 2015. (Exposição).
11ª Semana do Produtor Rural do Meio-Norte. 2014. (Feira).
Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Visita Técnica). 2014. (Outra).
Perímetro Irrigado Caldeirão (Visita Técnica). 2014. (Encontro).
Produção de Hortaliças (Embrapa Hortaliças). 2014. (Outra).
Simpósio de Agroenergia para a Agricultura Familiar. 2014. (Simpósio).
1- Encontro Norte Nordeste sobre Produção Intensiva de Leite. 2013. (Encontro).
A Importância dos Horizontes do Solo (Mesa Redonda). 2013. (Feira).
Fábrica J.I. Dias (Visita Técnica). 2013. (Exposição).
Horta Comunitária Geovane Prado (Visita Técnica). 2013. (Oficina).
I Conferencia Piauiense de Bioética, Bem Estar e Direitos Animais. 2013. (Outra).
Palestra sobre Plantas Alimentícias Não - Convencionais (PANC's). 2013. (Exposição).
XXXIV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo. 2013. (Congresso).
Fazenda Chapada do Céu (Visita Técnica). 2012. (Encontro).
Fazenda Progresso (Visita Técnica). 2012. (Outra).
Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Visita Técnica). 2012. (Outra).
Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Visita Técnica). 2012. (Exposição).
Cultivo e Produção Programada de Hortaliças em Pequenos Espaços. 2011. (Outra).
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Visita Técnica). 2011. (Outra).
IX RURALTEC: A Semana do Produtor Rural do Meio-Norte. 2011. (Seminário).
Usina Sucroalcooleira Olho D'Água (Visita Técnica). 2010. (Outra).
Visita Técnica ao Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOS). 2010. (Encontro).
XVIII Reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da Água. 2010. (Congresso).
Participação em bancas
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: MANEJO TECNOLÓGICO DE SOLOS E ESTRATÉGIAS DE ADUBAÇÃO NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR NA USINA PRODUTORA NA ZONA DA MATA NORTE. 2026. IV Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Resposta da Pitaya de Polpa Vermelha à Adubação com NPK. 2026. IV Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Influência da Profundidade de Incorporação na Volatilização da Uréia. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Abordagens Pedagógicas Para o Ensino Sobre Solo em Contextos Escolares: Uma Revisão. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Clima e Fertilidade do Solo: Relação entre Precipitação, Temperatura e Sustentabilidade Agrícola. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Índice Espectral de NDVI na Cultura do Sorgo em Iguatu-CE com Base em Geoprocessamento. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Compostagem em Instituições Públicas do Ceará: Práticas, Desafios e Perspectivas Para a Educação Ambiental. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Uso Inadequado do Solo e Seus Efeitos na Degradação das Áreas Naturais: Uma Revisão Bibliográfica. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Extensão Agrícola na Vinícola Alma da Videira: Construção de Conhecimentos e Desafios no Manejo Sustentável do Solo de Um Pequeno Produtor de Uvas e Vinho. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Análise da Recuperação do Solo com a Utilização de Adubação Verde no Semiárido. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Acidez Trocável (Al3+) em Áreas Agrícolas do Estado do Amazonas. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Extração de P no Amazonas: Resina de Troca Iônica e Mehlich-1 em Solos Cultivados com Açaí. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Sistemas Agroflorestais como Estratégia para a Conservação do Solo. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Espectroscopia FTIR na Análise de Latossolo Vermelho: Estudo de Caso na Fazenda Macaúbas, Unaí - MG. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Uma Breve Revisão Sobre a Aplicação de Peróxido de Hidrogênio no Cultivo de Hortaliças sob Estresse Salino. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Uma Breve Revisão Sobre a Aplicação de Ácido Ascórbico em Plantas Cultivadas sob Estresse Salino. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeitos da Salinidade da Água no Cultivo Convencional e Hidropônico em Diferentes Variedades de Tomate-Cereja. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação de Magnetizadores de Água para Irrigação, na Germinação, no Desenvolvimento e Produtividade da Cultura do Milho (Zea mays).. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Eficácia do Óleo de Neem no Controle da Cochonilha-Branca (Planococcus citri Risso 1813) em Citros. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Automação no Processamento Pós-Colheita do Abacaxi: Desafios e Oportunidades no Nordeste Brasileiro. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Uso de Revestimentos Comestíveis na Conservação Pós-Colheita do Abacaxi. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Irradiação Gama na Conservação e Qualidade Nutricional do Abacaxi Processado. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Determinação de Compostos Bioativos de Espécies Condimentares Cultivadas sob Manejo Orgânico. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Estresse Hídrico Controlado na Uniformidade de Floração e Produtividade da Pimenta do Reino. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Avaliação da Integridade Física de Mamão (Carica Papaya) do Grupo Papaya Comercializados em Supermercados de São Luís - MA. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Qualidade do Composto Orgânico Produzido com Resíduos Provenientes de Campus Universitário. 2025. I Congresso Nacional de Manejo, Conservação e Ciência do Solo Online.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Influência dos Usos Consuntivos da Água e do Uso e Cobertura da Terra na Vazão da Bacia Hidrográfica do Rio Pardo. 2025. II Congresso Nacional de Agronomia On-line.
DE AQUINO, R.E.; HATA, F.T.;ROCHA, M.F.D.; L.J.B. FERDINANDO. Avaliação do Relatório de Estágio Curricular Supervisionado Realizado em Via Seeds Comércio de Produtos Agropecuários Ltda / Pioneer Sementes Unidade de Mandaguaçu - PR. 2025. Universidade Estadual de Maringá.
DE AQUINO, R.E.;DA ROCHA, M.F.; PEREIRA, C.H.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado na Cooperativa Agroindustrial Mourãoense (COAMO) Unidade Coronel Vivida - PR. 2024. Universidade Estadual de Maringá.
DE AQUINO, R.E.;DA ROCHA, M.F.; FERREIRA, G.M.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado na COAMO Agroindustrial Cooperativa Unidade Itaporã - MS. 2024. Universidade Estadual de Maringá.
DE AQUINO, R.E.;ROCHA, M.F.; JÚNIOR, J.S.S.C.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado na COAMO Agroindustrial Cooperativa Unidade Sidrolândia - MS. 2024. Universidade Estadual de Maringá.
TONIN, T. A.;ROCHA, M.F.; HATA, F.T.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado na COCAMAR - Unidade Maringá. 2024. Universidade Estadual de Maringá.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Teor de Compostos Fenólicos Totais, Flavonoides e Taninos nas Folhas e Chá de Maracujá Azedo cv. BRS Gigante Amarelo (Área de Julgamento: Agroindústria, Alimentos e Nutrição). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação do Teor de Compostos Fenólicos Totais, Flavonoides e Taninos nas Folhas e Chá de Nêspera, Variedade ?Mizauto? (Área de Julgamento: Agroindústria, Alimentos e Nutrição). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Inovações na Nutrição de Ruminantes: Formulação de Dietas para Controle da Acidose Ruminal em Condições Semiáridas, Cultivares para Balancear o Uso de Palma Forrageira (Área de Julgamento: Agroindústria, Alimentos e Nutrição). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Cuidando do Bem-Estar Animal: Estudo de Caso de Inovações Sustentáveis em Propriedade Pecuárias de Pequeno Porte no Semiárido (Área de Julgamento: Produção Animal). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Caracterização Química do Solo sob Pastagens Submetidas a Pastejo Contínuo (Área de Julgamento: Pedologia). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Proposta de um Aterro Sanitário Intermunicipal para uma Microrregião (Área de Julgamento: Manejo Ambiental). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Quantificação do Teor de Compostos Fenólicos Totais, Flavonoides e Taninos nas Folhas e Chá de Passiflora Cincinnata Mast. CV. BRS Sertão Forte (Área de Julgamento: Agroindústria, Alimentos e Nutrição). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
HATA, F.T.;Rocha, Manoel Fábio da; DE ÁVILA, G.A.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado no Paraná Mais Orgânico (PMO - UEM). 2024. Universidade Estadual de Maringá.
CONTIERO, R.L.; TONIN, T. A.;DA ROCHA, M.F.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado na Belagrícola Comércio e Representação de Produtos Agrícolas S.A. 2024. Universidade Estadual de Maringá.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Deep Learning Na Pecuária: Mapeamento Do Conhecimento Entre 2019 E 2023. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Inteligência Artificial Na Agricultura De Precisão: Uma Revisão Sistemática. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Sistema Inteligente para Diagnóstico do Uso do Solo. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Administração Rural Ambiental. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Teores e Saturação de Magnésio nos Horizontes de um Latossolo Amarelo Cultivado A 12 Anos. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Densidade Do Solo Sob Cultivo De Diferentes Gramíneas Na Região Dos Tabuleiros Costeiros Da Bahia. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fungos Fitopatogênicos Presentes em Solanum Quitoense (Lam) nos Municípios do Norte de Nariño, Colômbia.. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Modelagem Agrícola. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Determinação do Ponto de Efeito Salino Nulo e Cargas Elétricas de Solos com Diferentes Teores de Argila e Matéria Orgânica. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Aplicação de Filmes Bioativos a Partir do Amido Modificado de Mesocarpo de Babaçu em Tomate Tipo Cereja. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Impactos Da Exposição Solar Na Saúde Dos Trabalhadores Rurais: Estratégias De Prevenção E Proteção. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise Temporal Das Queimadas Na Amazônia Maranhense. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Influência Do Sistema De Criação No Desempenho Produtivo, Características Quantitativas E Qualitativas Da Carcaça E Carne Do Porco Tipo Landim. 2024. Conagro Consultoria em Agronegócio.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: COOPTARUMA: Fortalecendo o Empreendedorismo diante das Adversidades Amazônicas. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Produção de Biomassa de Sorgo Forrageiro com Aplicação de Biofertilizante e Adubação Mineral. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Performance Agronômica de Cultivares de Feijão-Caupi Cultivado no Sudoeste Mineiro no Período de 1ª Safra. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Evapotranspiração Atual e Índice de Vegetação Por Diferença Normalizada das Culturas da Banana, Limão e Manga Obtidos por Meio de Imagens do Satélite. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Classificação de Aptidão de Uso e Ocupação do Solo de São Domingos do Sul Através de um SIG. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Impacto da Indicação Geográfica na Sustentabilidade e Qualidade da Produção da Cachaça de Abaíra. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Coeficiente de Cultura e Eficiência do Uso da Água das Culturas da Banana, Limão e Manga. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: A Importância da Educação Ambiental e dos Programas de Treinamento para Conscientização dos Trabalhadores Rurais sobre Segurança, Saúde e Meio Ambiente. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise da Produção de Biomassa e do Conforto Térmico em um Sistema de Integração Pecuária-Floresta no Cerrado Sul Maranhão. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise do Avanço e Impactos do Desmatamento em Redenção-PA: Uma Abordagem por Geoprocessamento e Indicadores Climáticos. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Cultivo Suspenso Orgânico de Alface em Calhas com Diferentes Profundidades de Cultivo. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeito da Profundidade de Calhas no Cultivo Suspenso Orgânico de Rúcula. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Levantamento de Coccinelídeos Associados a Cultivo de Sorgo no Semiárido Pernambucano. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Benefícios dos Óleos Vegetais como Fontes de Suplementação Energética na Dieta de Ruminantes. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Manejo Ecológico de Insetos-Pragas na Agricultura: Estratégias Sustentáveis para Preservar o Equilíbrio Ambiental. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Potencial do Uso de Bagaço de Copra na Alimentação de Suínos. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: O Potencial da Floresta para as Comunidades Amazônicas: Possibilidade de Desenvolvimento Sustentável e do Bem-Viver. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação de Rebrote da CV. BRS Capiaçu (Pennisetum purpureum Shum) á Adubação Orgânica e Mineral em São Raimundo das Mangabeiras ? MA. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeitos dos Sistemas Integrados de Produção nos Atributos do Solo. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: ILPF: Sequestro de Carbono e a Redução de Gases de Efeito Estufa. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Benefícios e Desafios da ILPF na Agricultura Brasileira. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Ocorrência de Cochonilha do Carmim em Genótipos Promissores de Nopalea Cochenillifera Salm-Dick. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Curva de Embebição e Teste de Germinação de Sementes de Vigna Unguiculata BRS Aracê sob Diferentes Concentrações Salinas. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Movimentos de Massa de Solo na Agricultura. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Eficácia do Tratamento Térmico na Sanidade de Sementes de Tomate ?Seriguela? em Cultivo Orgânico. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Produção de Mudas de Mamoeiro Com Diferentes Substratos a Base de Esterco. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Dinâmica da Sigatoka Amarela: Liberação de Ascósporos e Variáveis Meteorológicas em um Pomar de Banana. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Aplicação do Sensoriamento Remoto na Análise Temporal das Classes de Vegetação e Agricultura em Sub-Bacia Hidrográfica Responsável pelo Abastecimento Público de Água. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação de Cultivares de Feijão-Caupi Cultivado no Sudoeste Mineiro no Período de Safra. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Eficácia de Fungicidas no Controle In Vitro de Cladosporium Herbarum, Agente Etiológico da Verrugose do Maracujazeiro. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Aplicação das Técnicas de Geoprocessamento na Avaliação da Distribuição Espacial do Silte em Bacia Hidrográfica. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação do Conforto Térmico em Vacas Leiteiras em Campos do Jordão. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Inovações Tecnológicas na Agricultura: Impactos na Segurança e Saúde Ocupacional dos Trabalhadores Rurais.. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Comportamento de Genótipos de Pitaia a Meloidogyne Javanica. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Diversidade Produtiva nas Microrregiões da Amazônia. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise Físico-Química do Maracujá Roxo Imaturo Orgânico Cultivado no Semiárido Brasileiro. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise das Normais Climatológicas da Variável Precipitação para a Cidade de Ceará-Mirim/RN. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeito do Tratamento de Sementes com Produtos Biológicos na Germinação e Crescimento Inicial de Ervilha (Pisum Sativum L.). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação de Silagens de Resíduos da Agroindústria de Polpas de Acerola com Cal Virgem. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Importância da Análise Química do Solo Para a Produção Agrícola. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação do Vigor e Qualidade de Plantas de Mandioca Produzidas a Partir de Ramas Atacadas e Não Atacadas pela Mosca-do-Broto (Neosilba Perezi). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise das Climatologias de Velocidade do Vento Para a Cidade de Cruzeta/RN. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Atributos Químicos e Granulometria do Solo em Diferentes Áreas de Mata Nativa no Cerrado Piauiense. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação Agronômica de Rebrota do Capim-Elefante (Pennisetum Purpureum, Schum) CV. BRS Capiaçu nas Condições Edafloclimática do Município de São Raimundo das Mangabeiras - MA. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação do Uso de Extratos de Funcho para o Controle de Alternaria Sp. em Cultivo Orgânico de Tomate. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Resposta da Soja a Diferentes Doses de Nitrogênio Aplicado em Cobertura entre os Estádios R2 E R3. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Desenvolvimento e Produção da Alface Crespa Sob Diferentes Níveis de Condutividade Elétrica da Solução Nutritiva. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Características Eletroquímicas de Solos sob Clima Tropical Sazonal e Semiárido no Estado do Piauí. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: A Importância Econômica do Maracujazeiro no Brasil. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação Produtiva do Piquiazeiro (Caryocar villosum). 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação do Tempo de Cozimento de Beterraba Submetidas a Diferentes Fontes de Substrato. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Geotecnologias Como Instrumento de Análise Temporal do Uso e Cobertura do Solo em Zonas de Extração de Ouro em Canaã dos Carajás - PA. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Análise do Uso e Ocupação do Solo do Munícipio de Victor Graeff - RS. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Produção Vegetal de 5 Acessos de Guaco com Elevados Teores de Cumarina. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: A Extensão Rural e a Sua Importância para a Sociedade: Uma Revisão Literária. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Melomel de Uva (Vitis vinifera L): Elaboração e Caracterização Físico-Quimica. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Aproveitamento do Soro de Leite Bovino como Fonte de Adubação no Desenvolvimento da Cultura do Milho. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Períodos de Interferência de Plantas Daninhas na Qualidade Tecnológica da Cana-de-Açúcar em Área de Cana Crua e Queimada. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Germinação de Sementes de Feijão (Phaseolus vulgaris L.) em Diferentes Profundidades de Plantio. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Desempenho Agronômico em Acessos de Feijoeiro-Comum em Cultivo Orgânico. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Hortas Escolares Utilizando Materiais Recicláveis para Promover a Sustentabilidade. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Potencial Alelopático de Palhada de Cana, Sorgo e Capim-Braquiária no Controle de Capim-Amargoso. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Lepidópteros Relacionados a Plantas Ornamentais no Município de Rio Preto da Eva (AM) Brasil. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Influência de Diferentes Concentrações de Sacarose na Germinação In Vitro de Camaridiun ochloroleucum e Epidendrum nocturnum. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Desenvolvimento Foliar de Cebolinha (Allium schoenoprasum) em Substrato com Caroço de Açaí Carbonizado e Triturado. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Produção e Concentração Espacial da Dendeicultura no Estado do Pará entre os Anos de 1992 e 2022. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Cultura do Inhame (Dioscorea alata Lam): Uma Análise Abrangente da Cultura. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Implantação de Pennisetum Purpureum (Schum.) cv. Pioneiro Comparando Estacas e Mudas Pré-Enraizadas e Seu Efeito Sobre a Massa de Forragem. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Envelhecimento de Sementes, Emergência e Crescimento Inicial de Plântulas da Espécie de Catingueira (Poincianella Pyramidalis) Encontradas no Bioma Caatinga, Região do Vale São Francisco. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeito Sinérgico do Tratamento de Semente na Cultura de Soja. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Inca e Coqueiral: Desempenho dos Novos Cultivares Epagri de Mandiquinha-Salsa (Arracacia xanthorrhiza Bancroft) Cultivados em Santa Catarina. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Propagação Vegetativa de Acessos de Espinheira-Santa. 2024. I Congresso de Agronomia On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Evolução da Composição Físico-Química de Vinhos de Mesa Tintos Elaborados na Região do Planalto Norte Catarinense ? 2019 A 2023. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Evolução da Composição Físico-Química de Sucos de Uva Elaborados na Região do Planalto Norte Catarinense ? 2019 a 2023. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Evolução dos Preços de Maças ?Gala? e ?Fuji? Comercializadas no Munícipio de Canoinhas ? SC. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Fertilidade de Gemas e Indicação de Poda da Videira BRS Ísis' Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Indicação de Poda da Videira 'Ribol' Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense em Função da Fertilidade de Gemas. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fertilidade de Gemas e Indicação de Poda da Videira 'BRS Vitória' Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fenologia e Maturação da Videira ?Casca Dura? Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense ? Safra 2023/2024. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fenologia e Maturação da Videira ?Grano D?oro? Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense ? Safra 2023/2024. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fenologia e Maturação da Videira ?Niágara Rosada? Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense ? Safra 2023/2024. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeito da Fertilização com Selênio Sobre Teores de Cobre em Grãos de Sorgos Graníferos e de Dupla Aptidão. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e o Setor de Fertilizantes. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Os Principais Componentes da Agricultura Sustentável. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
Rocha, Manoel Fábio da. Trabalho Avaliado: Efeito da Coinoculação de Fungos Micorrízicos Arbusculares e Bacillus subtilis no Crescimento do Milho Cultivado sob Diferentes Níveis de Adubação Fosfatada. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Controle Alternativo de Oligonychus ilicis com Extrato Aquoso de Palha de Café Proveniente de Terreiro. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação de Sistema Radiular e Nodulção em Soja em Função da Aplicação Foliar de Cobalto, Molibdênio e Zinco. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação dos Componentes de Rendimento na Cultura do Algodão em Função da Aplicação Foliar de Cálcio, Boro e Magnésio. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Controle Alternativo de Raoiella indica com Extrato Aquoso de Pecíolo de Mandioca. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeito da Drilocompostagem com Eisenia Andrei, Produzida a Partir de Desmanthus Virgatus L. e Esterco Bovino, no Crescimento de Mudas de Alface. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação da Silagem de Moringa oleífera Aditivada com Níveis de Palma Forrageira e Farelo de Trigo. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Curva de Desidratação do Capim-Buffel (Cenchrus ciliaris L.) Durante o Processo de Fenação. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Plantas Medicinais Utilizadas no Município de João Dias, Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Avaliação da Produtividade e Qualidade de Frutos de Macieira Fuji Fertirrigadas com Extrato de Algas Phyco Terra®. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Impacto da Coinoculação de Fungos Micorrízicos Arbusculares e Bacillus Subtilis na Biomassa Radicular de Plantas de Milho Sob Diferentes Níveis de Adubação Fosfatada. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fenologia e Maturação da Videira ?Bordô? Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense ? Safra 2023/2024. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Evolução Cromática dos Vinhos de Mesa Brancos Elaborados na Região do Planalto Norte Catarinese ? 2019 a 2023. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Fenologia e Maturação da Videira ?Niágara Branca? Cultivada na Região do Planalto Norte Catarinense ? Safra 2023/2024. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Evolução da Composição Físico-Química dos Vinhos de Mesa Rosés Elaborados na Região do Planalto Norte Catarinese - 2021 a 2023. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Mitigação dos Efeitos do Déficit Hídrico em Soja com Melatonina Foliar. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Doses de Magnésio Foliar no Estímulo do Crescimento de Plantas de Milho em Campo. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Aspectos Morfológicos e Fenológicos do Trigo Sarraceno (Fagopyrum esculentum Moench) em Diferentes Gradientes do Solo. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Efeito De Diferentes Tipos De Adubação Orgânica No Crescimento E Rendimento De Mudas De Alface. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Inteligência Artificial Na Agricultura: Tecnologias Atuais E Perspectivas Futuras. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Influência das Condições de Pirólise do Bambu na Produção de Biocarvão, Bio-Óleo e Biogás. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Evolução da Composição Cromática dos Vinhos de Mesa Rosés Elaborados na Região do Planalto Norte Catarinese - 2022 e 2023. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Crescimento de Variedades de Feijão-Caupi sob Salinidade da Água de Irrigação. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Desenvolvimento de Feijão-Caupi sob Doses Crescentes de Boro Foliar. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Efeitos da Aplicação Foliar de Glifosato e Doses Crescentes de Bioestimulante Organomineral na Tolerância e Recuperação do Sorgo. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Uso de Bioestimulante Orgânico para Mitigar Estresse Causado por Fungicida na Cultura do Feijão-Manteiguinha. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Utilização de Plantas Medicinais no Controle Helmintoses Intestinais em Caprinos e Ovinos, Nordeste Brasileiro. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Identificação de Plantas Tóxicas Ornamentais Presentes no IFMS - Campus Coxim. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
ROCHA, M.F.D.. Trabalho Avaliado: Resposta de Crescimento de Plantas de Abacaxizeiro "Pérola" Cultivadas sobre Condições Climáticas de Coxim - MS. 2024. I Congresso Nacional de Produção Vegetal On-line.
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MENEZES, C.S.L.; SAATH, R.; MOOR, V.H. DE S.;ROCHA, M.F.D.. Avaliação do Relatório de Estágio Realizado na C.Vale - Cooperativa Agroindustrial. 2024. Universidade Estadual de Maringá.
DA ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Percentual de Ca e Mg na Saturação de Bases em Solo sob Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, apresentado na III Semana Integrada da Agronomia (Área de Julgamento: Ciência do Solo). 2023. Universidade Estadual de Maringá.
ROCHA, M.F.. Trabalho Avaliado: Trocas Gasosas no Tomateiro em Função do Manejo Hídrico e Utilização de Hidrogel, apresentado na III Semana Integrada da Agronomia (Área de Julgamento: Horticultura). 2023. Universidade Estadual de Maringá.
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DA ROCHA, M.F. . Levantamento Populacional de Euscepes postfasciatus (FAIRMAIRE) em Cultivo de Ipomoea batatas. In: I Congresso Nacional de Produção Vegetal Online, 2024. I CONAPROD, 2024.
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Rocha, Manoel Fábio da . SAÚDE DO SOLO: CICLAGEM DE NUTRIENTES A PARTIR DE RESÍDUOS ORGÂNICOS PARA UMA AGRICULTURA REGENERATIVA. 2026. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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DA ROCHA, M.F. . Análises Fotossintéticas e Fluorescência em Zea mays L.. 2025. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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DA ROCHA, M.F. ; DA COSTA, A.C.S. ; JÚNIOR, I.G.de S. ; FERREIRA, B.R. . Análise Estatística Dos Efeitos De Diferentes Dosagens de Pó de Rocha Basáltica aplicadas a um LVdf Cultivado com Soja e Milho. 2025. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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DA ROCHA, M.F. . Saúde do Solo: A utilização de pó de rochas como alicerce para uma agricultura regenerativa. 2025. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Presença de Annelida Oligochaeta nas 13 Classes de Solos Brasileiros. 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Principais Pragas das Pastagens Brasileiras. 2024. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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ROCHA, M.F.D. . Efeitos de Diferentes Doses de Pó de Rocha Basáltica Aplicadas em Dois Solos de Texturas Distintas no Desempenho de Brachiaria brizantha cv. Marandu. 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Integração Soja - Bovinos de Corte no Sul do Brasil. 2023. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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ROCHA, M.F. . Análise Crítica da Obra Cinematográfica Chinesa 'Nenhum a Menos'. 2023. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Uso de Cama Sobreposta para Leitões na Fase de Creche. 2022. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Fitorremediação com Capim Piatã em Solos Contaminados com Cobre. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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DA ROCHA, M.F. . Presença de Fungos Micorrízicos Arbusculares em Pteridium arachnoideum Advindas de Áreas de Mineração. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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DA ROCHA, M.F. . Erosão Hídrica: Cálculo das Perdas de Solo com o Método de Erosão Potencial. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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DA ROCHA, M.F. . Como Preparar uma Leira de Tamanho Adequado. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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DA ROCHA, M.F. . Agroecologia: Mudanças de Paradigmas na Produção de Alimentos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Aspectos Gerais na Criação de Galinhas Caipiras. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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DA ROCHA, M.F. . Transferência de Tecnologias: uma importante ferramenta nas mãos dos técnicos agrícolas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ROCHA, M.F.D. . Utilização Adequada do Pulverizador Costal. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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DA ROCHA, M.F. . Elaboração de Sistema de Gestão Ambiental (SGA). 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Mensuração do Peso e Utilização do Método Famacha em Caprinos e Ovinos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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DA ROCHA, M.F. . Arroz e Feijão: Comida da Nação. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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DA ROCHA, M.F. . Sistema Alternativo de Criação de Galinhas Naturalizadas. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Sistema Circulatório dos Insetos. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Melhoramento Genético na Agropecuária da Região do Meio-Norte Brasileiro. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. . Montagem e Manutenção da Gaveta Entomológica. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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ROCHA, M.F. . Utilização de Gesso Agrícola para Recuperação de Solos com Excesso de Vinhaça. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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ROCHA, M.F. . Seminário de Introdução ao Curso de Eng. Agronômica. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DA ROCHA, M.F. ; DA COSTA, A.C.S. . EFFECTS OF DIFFERENT DOSES OF BASALT POWDER ON THE CHEMICAL ATTRIBUTES OF A DYSTROFERRIC RED OXISOL AND ON THE PERFORMANCE OF Glycine max (L.) Merrill and Zea mays L. 2026 (Tese de Doutorado).
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DA ROCHA, M.F. . TEORES DE Pb NO TECIDO DA SAMAMBAIA Pteridium arachnoideum COLETADA EM ÁREAS DE DEPÓSITO DE REJEITO NA BACIA CARBONÍFERA CATARINENSE 2023 (Dissertação de Mestrado).
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DA ROCHA, M.F. . SGA ISO 14.001 EM ESTABELECIMENTOS AGROPECUÁRIOS 2015 (Trabalho de Aperfeiçoamento).
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DA ROCHA, M.F. . DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE NO PERÍODO DE 22 A 42 DIAS ALIMENTADOS COM DIETAS CONTENDO DIFERENTES NÍVEIS DE ZINCO E VITAMINA E 2014 (Trabalho de Conclusão de Curso).
Outras produções
DA ROCHA, M.F. . Consultoria Agronômica (2016 a 2020). 2016.
DA ROCHA, M.F. . Término dos Trabalhos com CVA. 2021.
DA ROCHA, M.F. . CVA. 2020.
DA ROCHA, M.F. . CVA. 2019.
DA ROCHA, M.F. . CVA. 2018.
DA ROCHA, M.F. . CVA. 2017.
DA ROCHA, M.F. . Início dos Trabalhos com CVA. 2016.
ROCHA, M.F. ; NÓBREGA, F.C.G . Tapiris de Saberes. 2023.
ROCHA, M.F.D. . Evaluation of Growth and Initial Nutrition of Corn (Zea mays L.) Seedlings in a Greenhouse and in The Field Using Different Dosages of Phosphate Alvorada. 2023.
GIOVANNI, C. ; PASCHOALIN, T. ; DA ROCHA, M.F. . Segurança em Laboratórios: Aspectos Ambientais e Ocupacionais. 2024.
Rocha, Manoel Fábio da . Relatório de Cálculo de Projeto Técnico: Projeto de Estruturas de Madeira (desenvolvido pela Timber Tech srl, startup da Universidade de Trento - Itália). 2022.
DA ROCHA, M.F. . Confecção de Matapi para Captura de Camarões (Caridea) Adultos. 2014.
DA ROCHA, M.F. . Ciclagem de Nutrientes em Ecossistemas Florestais (Mesa Redonda). 2023. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
DA ROCHA, M.F. . Segurança Alimentar de Produtos Biofortificados (Mesa Redonda). 2015. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
DA ROCHA, M.F. . Produtos Biofortificados (Mesa Redonda). 2015. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
DA ROCHA, M.F. . Análise Germinativa de Sementes de Zea mays L. (Mesa Redonda). 2014. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
DA ROCHA, M.F. . Análise Germinativa de Sementes de Gossypium L. (Mesa Redonda). 2014. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
DA ROCHA, M.F. . Soil health: the use of crushed rocks to revitalize tropical soils. 2026; Tema: Remineralização de Solos Tropicais. (Site).
DA ROCHA, M.F. ; COSTA, M. . Exposição da Agronomia celebra Dia Mundial do Solo na BCE (Matéria Website). 2024. (Site).
ROCHA, M.F.D. . Segurança do Alimento de Frutas e Hortaliças: Exigências Nacionais e Internacionais de Qualidade. 2023; Tema: Termotécnica Blog. (Blog).
DA ROCHA, M.F. . Mapa Geológico do Estado do Paraná (Planilha Demonstrativa). 2023. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).
DA ROCHA, M.F. . Conhecendo a Mineralogia do Solo. 2023. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Folder).
DA ROCHA, M.F. . Erosão Hídrica do Solo. 2023. (Maquete).
DA ROCHA, M.F. . Princípios Gerais de Compostagem Vegetal e Animal. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
DA ROCHA, M.F. . Zea mays: Qualidade das Sementes e Produtividade da Lavoura. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Folder).
DA ROCHA, M.F. . Sementes Crioulas de Zea mays. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Folder).
DA ROCHA, M.F. . Biofortificação do Feijão Caupi. 2014. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Folder).
Projetos de pesquisa
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2023 - 2026
EFFECTS OF DIFFERENT DOSES OF BASALT POWDER ON THE CHEMICAL ATTRIBUTES OF A DYSTROFERRIC RED OXISOL AND ON THE PERFORMANCE OF Glycine max (L.) Merrill AND Zea mays L., Descrição: Um dos maiores desafios futuro para a agricultura mundial será em produzir cada vez mais em uma mesma quantidade de área para alimentar uma população que estima chegar a 9 bilhões de pessoas em 2050, sendo que muitos países, em especial os da região tropical, apresentam uma forte dependência de utilização de fertilizantes e corretivos agrícolas para serem utilizados em seus solos, a exemplo do Brasil, com solos altamente intemperizados, pobres em cátions de caráter básico (Ca2+, Mg2+, K+ e Na+) e ricos em óxidos e oxi-hidróxidos de ferro e alumínio, como a hematita (#945; Fe2O3), goethita (#945; FeOOH), gibbsita (#947; Al (OH)3 ), além do argilomineral filossilicatado 1:1 caulinita (Al2Si205(OH)4) e o tectossilicato quartzo (SiO2). Neste sentido, o uso de remineralizadores através do processo de rochagem, com uso de pós de rochas, a exemplo do basalto, vem ganhando força como uma alternativa às práticas atuais de adubação e fertilização, onde os solos pobres e altamente lixiviados passam por um processo de rejuvenescimento ao serem remineralizados. O presente experimento objetiva analisar as alterações ocasionadas pelo uso de pó de basalto em um Latossolo Vermelho distroférrico (LVdf), em relação aos atributos químico-mineralógicos, além de avaliar quais doses foram significativamente positivas ao desempenho das culturas da leguminosa soja (Glycine max (L.) Merrill) e da gramínea milho (Zea mays L.). O experimento será conduzido em 2 ensaios experimentais em ambiente controlado (casa de vegetação) pertencente ao Departamento de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá UEM. As análises químicas e mineralógicas iniciais (antes do experimento) e finais (após término do experimento) serão realizadas no Laboratório de Mineralogia e Química do Solo (LMQS) e Laboratório de Caracterização e Reciclagem de Resíduos (LCRR), ambos da UEM. Cada experimento apresentará delineamento inteiramente casualizado com 1 solo (LVdf) x 6 doses (0, 2, 4, 6, 8 e 10 t ha-1) x 1 cultura x 5 repetições, ou seja, 30 unidades experimentais para soja e 30 unidades experimentais para milho, totalizando 60 unidades experimentais. Serão analisados no solo a(o): acidez potencial; teor dos cátions trocáveis; teor de fósforo (P), potássio (K) e sódio (Na) disponíveis; teor de carbono orgânico total (COT); teor dos micronutrientes cobre (Cu), zinco (Zn), manganês (Mn) e ferro (Fe); soma de bases (SB), capacidade de troca catiônica efetiva (CTCe) e capacidade de troca catiônica a pH=7,0 (CTC), saturação por bases (V) e saturação por alumínio (m); valor de delta pH (#8710;pH) e de pH no Ponto de Carga Zero (pH PCZ); além do desempenho advindo do uso do pó de basalto nas culturas da soja e milho. Espera-se que ao término do experimento o pó de basalto tenha contribuído para melhorias nos atributos químicos do solo, além de proporcionar um rejuvenescimento do LVdf e que uma ou mais doses sejam significativas positivamente para as culturas da soja e do milho. Além disso foi realizada uma revisão bibliométrica. O objetivo desta revisão foi quantificar pesquisas cientificas sobre a interação de solos, pó de rochas e plantas, com foco na cultura da soja (Glycine max (L.) Merrill) e do milho (Zea mays L.), no período de tempo de 50 anos (1975 2025). A revisão foi realizada em seis bases de dados: Web of Science (WOS); Science Direct; CAPES; SciELO; Scopus e Google Scholar, com os termos "soil remineralizer" OR "rock dust" AND "soy" OR "corn", no período de 50 anos (1975 2025), quantificando os artigos científicos, enciclopédias, livros, capítulos de livros, dissertações e teses ao decorrer deste tempo. Tópicos importantes como idiomas das publicações, periódicos utilizados para publicações, países, entre outros, também foram discutidos ao decorrer da pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (3) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Antonio Carlos Saraiva da Costa - Integrante.
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2022 - 2023
TEORES DE Pb NO TECIDO DA SAMAMBAIA Pteridium arachnoideum COLETADA EM ÁREAS DE DEPÓSITO DE REJEITO NA BACIA CARBONÍFERA CATARINENSE, Descrição: As diversas ações antrópicas têm elevado os teores de elementos-traço pelo planeta, ocasionando contaminações não somente em solos agricultáveis, mas também no solo de maneira geral, a exemplo do que ocorre na Bacia Carbonífera Catarinense (BCC) e os passivos ambientais ocasionados pela atividade de mineração do carvão. No passado a disposição indevida de rejeitos estéreis e a presença de altas taxas de pirita (FeS2) a céu aberto além de favorecer a formação de drenagem ácida de mina (DAM), degradando e modificando a flora e fauna do local. A poluição por elementos-traço em tais áreas, além de ser frequente, podem ocasionar danos à saúde do ser humano e a biota do local. Os rejeitos advindos da mineração de carvão, principalmente aquelas frações ricas em sulfetos, quando submetidos a ação ambiental, ocasionam a acidificação da drenagem e contaminam solos e mananciais de água, com elementos-traço, como o chumbo (Pb). A presente pesquisa deve por objetivo avaliar os teores do elemento-traço Pb presentes no tecido da espécie de samambaia Pteridium arachnoideum, presente nos rejeitos e estéreis nos depósitos de carvão da BCC, analisando seu potencial fitorremediador. As espécies de samambaia pertencentes ao gênero Pteridium possuem boa adaptação a uma grande faixa de condições edafoclimáticas e apresentam ocorrência desde o nível do mar até altitudes acima de 3.500 metros, porém sua agressividade é maior em regiões subtropicais e temperadas, podendo ser encontradas em solos bem drenados, em encostas de morros e em solos ácidos, sendo considerada uma planta indicadora de acidez do solo. Compostos polifenólicos, em samambaias do gênero Pteridium, são a principal classe química de metabólitos secundários, dentre os quais destacam-se os taninos condensados, como advindos de prodelfinas ou de proantocianidina, sendo os principais, sendo que tais substancias protegem contra a radiação ultravioleta. Fora realizada uma análise bibliométrica em banco de dados Scopus e Web of Science (WOS) com termos específicos, analisando os artigos publicados entre os anos de 2002 a 2022, em periódicos, áreas temáticas, países e financiadores das pesquisas. Criciúma, Forquilhinha, Lauro Müller, Siderópolis e Urussanga, foram os municípios para o desenvolvimento da pesquisa sobre caracterização de teor total de Pb presente nos rejeitos e estéreis dos depósitos da BCC. Os teores de Pb, em alguns pontos verificados ficaram acima do permitido pela Resolução do CONAMA, número 420, de 28 de dezembro de 2009. A Pteridium arachnoideum fora detectada em todas as dez áreas estudadas, independentemente do tipo de substrato (estéril ou rejeito), demonstrando ser uma espécie vegetal rústica e plástica, capaz de se desenvolver em ambientes inóspitos como as áreas de mineração de carvão. A P. arachnoideum é tida como uma planta pioneira, podendo ser considerada como colonizadora destas áreas de mineração de carvão, sendo que tal comportamento indica que a espécie apresenta potencial para utilização nestas áreas de mineração a céu aberto, podendo possibilitar a reestruturação natural destes ambientes. A presente pesquisa espera contribuir para desenvolvimento de projetos e planos de recuperações das áreas degradadas pela mineração de carvão na Bacia Carbonífera Catarinense e de outros locais onde a atividade de mineração de carvão estejam ocasionando os mesmos problemas ambientais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Integrante / Mari Lucia Campos - Coordenador.
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2014 - 2014
DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE NO PERÍODO DE 22 A 42 DIAS ALIMENTADOS COM DIETAS CONTENDO DIFERENTES NÍVEIS DE ZINCO E VIT. E., Descrição: Implantou e conduziu experimento para avaliar o efeito da suplementação de zinco e vitamina E na dieta de frangos de corte (linhagem Ross) no período de 22 a 42 dias, em relação aos parâmetros: consumo de ração em g/ave; ganho de peso em g/ave; viabilidade criatória e índice de eficiência produtiva, sendo os frangos submetidos naturalmente ao estresse por calor. O experimento foi realizado no setor de avicultura do Departamento de Zootecnia (DZO) do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), nos meses de agosto e setembro do ano de 2014, em Teresina (PI). Foram alojados mil pintos da linhagem Ross, sendo utilizados 720 para o referido experimento, sendo a metade machos e a outra metade fêmeas, que foram selecionados individualmente pelo peso apresentado aos 22 dias de idade. As aves foram alojadas em dois galpões de alvenaria, cobertos por telhas de barro, apresentando chão cimentado; cortinas para o controle de correntes de ar e de temperatura. Os boxes apresentam área de 3 m2 e divididos por telas de arame liso, contendo vinte aves (dez machos e dez fêmeas) por boxe, totalizado 720 aves. Cada boxe continha um comedouro tubular e um bebedouro pendular, para disponibilizar ração e água às aves, respectivamente. Em cada galpão, havia dois ventiladores elétricos e luz disponibilizada às aves durante todo dia, 12 horas de luminosidade natural (6 às 18 horas) e 12 horas de luz artificial (18 às 6 horas), ou seja, vinte e quatro horas ininterruptas durante o experimento. A cama utilizada nos boxes era constituída de palha de arroz com aproximadamente 5 cm de espessura, o que assemelha-se ao recomendado no manual de criação da linhagem Ross. A umidade e a temperatura dos galpões foram medidas durante o experimento por meio da utilização de globo negro e termohigrômetro de máxima e mínima, colocados a uma altura intermediaria em relação aos boxes, sendo as leituras realizadas diariamente, em dois horários, as oito horas da manhã e as dezesseis horas. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em função da disposição dos galpões, em esquema fatorial 2x3, sendo dois níveis de zinco, na forma orgânica, associado a três níveis de vitamina E, na forma de acetato de DL-#945;-tocoferol, totalizando seis repetições, sendo 20 aves machos e fêmeas por unidade experimental, distribuídos em 36 boxes, medindo 3m2, cada boxe. Os níveis testados foram: 0,0 e 120 mg de zinco/kg na dieta e 0,0; 300 e 600 mg de vitamina E/kg da dieta suplementados na ração. As dietas experimentais foram constituídas de milho, farelo de soja, óleo de soja, fosfato bicálcico, calcário, cloreto de sódio (sal), suplementadas com vitaminas e minerais. As aves receberam uma dieta padrão pré-inicial de 1 aos 7 dias de idade e uma, inicial padrão dos 8 aos 21 dias de idade. A partir dos 22 dias de idade receberam as dietas experimentais, contendo diferentes níveis de zinco e vitamina E, constituídas de uma dieta para a fase de crescimento, de 22 aos 33 dias e uma dieta para a fase final, dos 34 aos 42 dias de idade. No início e no termino do experimento, as aves e rações foram pesadas para determinação do ganho de peso e do consumo de ração, sendo o consumo de ração calculado pela diferença entre a quantidade de ração que foi fornecida e a quantidade de ração que restava nos recipientes, ou seja, as sobras, ao termino do experimento. Os dados obtidos do ganho de peso e do consumo permitiram calcular a conversão alimentar (CA) dos animais ao longo do experimento. O ganho de peso, a conversão alimentar e o índice de eficiência produtiva não são influenciados pelos níveis de zinco e de vitamina E estudados, em condições de estresse por calor cíclico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Integrante / Daniela Cristina Pereira Lima - Coordenador.
Projetos de desenvolvimento
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2011 - 2011
Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Intemperismo de Rochas da Região do Meio - Norte Brasileiro, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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Conservação das Matas Ciliares dos Rios Poti e Parnaíba, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
INTEMPERISMO DE ROCHAS DA REGIÃO DO MEIO - NORTE BRASILEIRO, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. O processo de intemperismo ocorre através das transformações e desgastes das rochas e solos, a partir de processos físicos, químicos e/ou biológicos. Os agentes envolvidos são a água, o vento, a temperatura, a ação antrópica, entre outros. Os fragmentos de rochas apresentados na Mostra foram de rochas calcárias colocadas em um frasco de vidro transparente para facilitar a visualização do que queria-se mostrar: as camadas divididas em rocha intacta, rocha alterada, solo residual e a camada rica em matéria orgânica e húmus. Foram explicados ainda os tipos de intemperismo: Intemperismo QUÍMICO ocorrem alterações na composição química das rochas. O principal agente é a água auxiliada pelo oxigênio e o gás carbônico dissolvidos nela, e também por ácidos orgânicos provenientes da decomposição de restos de seres vivos.Intemperismo FÍSICO ocorre por variações de temperatura, pelo calor ou pelo congelamento de água em fenda na rocha, ou pela ação do vento ou da precipitação pluviométrica (chuvas), levando a desagregação das rochas, sem afetar a sua composição química. Intemperismo BIOLÓGICO esta forma é essencialmente uma combinação do intemperismo físico com o químico, ocasionada pela ação dos organismos vivos (vegetal e/ou animal). Os processos de intemperismo físico e químico não ocorrem de maneira isolada, mas simultaneamente, em contra partida, conforme as condições climáticas, podem predominar os processos de intemperismo físico ou os de intemperismo químico. Quando tratamos de climas secos, frios ou QUENTES (como é o caso do nordeste brasileiro) predomina o intemperismo FÍSICO; em climas úmidos predomina o intemperismo químico. Na oportunidade também foi falado sobre as distribuições das chuvas e o do porquê de estas ocorrerem em determinados meses do ano e em outros não (de modo geral). , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
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2011 - 2011
CONSERVAÇÃO DAS MATAS CILIARES DO ENCONTRO DOS RIOS POTI E PARNAÍBA, Descrição: O projeto foi apresentado na V Mostra de Ciências Agrárias da Ruraltec: A Semana do Produtor Rural do Meio Norte do Centro de Ciências Agrárias da UFPI. Os rios Poti e Parnaíba são de extrema importância para a cidade de Teresina, capital do Piauí, pois vem deles as águas que abastecem a população do município além de servirem como ponto turístico à cidade como a Ponte Estaiada ou o Encontro dos Rios onde encontramos o Pólo Artesanal e o Monumento do Cabeça de Cuia, uma das principais lendas do Estado. O Rio Poti é um rio nordestino que banha os estados do Ceará e Piauí. Com extensão total de aproximadamente 538 km da nascente à foz, sua bacia abrange uma área total de um pouco mais de 52.000 km, dos quais 38.797 km estão no Piauí banhando através de seu curso vinte e quatro municípios de ambos os estados. A bacia do rio Poti, em função da sua posição geográfica e do cânion, funcionou como um corredor migratório entre as planícies do PI e MA e o semi-árido do CE, PE e BA, já o Rio Parnaíba, também denominado de Velho Monge, é um curso de água que divide politicamente os estados do PI e MA. É o maior rio genuinamente nordestino sendo navegável em toda sua extensão. As matas ciliares são formações florestais ou outros tipos de vegetação que estão presentes nas margens dos rios, riachos, córregos, lagos e igarapés, principalmente nas áreas de cerrado e de caatinga. São de suma relevância para a sobrevivência dos rios pois podem evitar o assoreamento dos mesmos além de manterem a fauna presente neste tipo de ecossistema. Foi feita uma maquete mostrando os dois lados de um rio sendo que um apresentava matas ciliares e o outro não, para que assim pudéssemos demonstrar o carreamento das partículas de areia e de argila e consequentemente a formação de bancos de terra no meio dos rios, no lado onde não possuía mata ciliar, o que não ocorreu com o outro, que possuía. Assim foi mostrada a importância destas matas e na oportunidade foi falado também sobre possíveis projetos de reflorestamentos, "Sementes de Teresina", das margens dos rios Poti e Parnaíba e sua importância para as gerações presente e futura. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Manoel Fábio da Rocha - Coordenador / Fábio Coelho Gomes Nóbrega - Integrante.
Prêmios
2026
Certificado de Especialista em Auditoria, Perícia e Licenciamento Ambiental, LÍBANO.
2026
Certificado de Especialista em Direito do Agronegócio, LÍBANO.
2026
Certificado de Especialista em Qualidade do Solo e Recuperação de Áreas Degradadas, LÍBANO.
2025
Certificado de Especialista em Direito Agrário e Ambiental, LÍBANO.
2024
Virtual Learning Insignia (Aprobación en el Curso), IICA.
2024
1ª Menção Honrosa ao Trabalho Intitulado "Mycosphaerella musicola em Plantação de Banana (Musa spp)", I SIMPREIT.
2024
2ª Menção Honrosa ao Trabalho Intitulado "Presença de Minhocas (Annelida: Oligochaeta) nas Treze Classes de Solos Brasileiros", I SIMPREIT.
2024
3ª Menção Honrosa ao Trabalho Intitulado "Manejo de Luvissolos para Produção Agrícola", I SIMPREIT.
2024
4ª Menção Honrosa ao Trabalho Intitulado "Produção Agrícola em Latossolos Altamente Intemperizados", I SIMPREIT.
2024
Aprovação no Exame de Proficiência em Língua Inglesa, UEM.
2023
Título de Mestre em Ciências Ambientais, UDESC.
2022
Aprovação no Exame de Proficiência em Língua Inglesa, UDESC.
2017
Aprovação no Exame de Proficiência em Língua Inglesa, UFPI.
2015
Titulo de Bacharel em Engenharia Agronômica, UFPI.
2015
Certificado de Aperfeiçoado em SGA ISO 14.001, SENAC.
Histórico profissional
Experiência profissional
2025 - 2026
Faculdade LíbanoVínculo: Pós - Graduado, Enquadramento Funcional: Especialista em APL Ambiental, Carga horária: 720
Outras informações:
Disciplinas cursadas: Sustentabilidade Socioambiental; Impacto Ambiental; Planos, Programas e Gerenciamento Ambiental; Técnicas e Ferramentas da Gestão Ambiental; Legislação e Regulamentação Ambiental; Fundamentos de Auditoria e Perícia Ambiental; Licenciamento Ambiental; Gestão, Saúde e Meio Ambiente; Auditoria e Perícia Ambiental.
2025 - 2026
Faculdade LíbanoVínculo: Pós - Graduado, Enquadramento Funcional: Especialista em Direito do Agronegócio, Carga horária: 720
Outras informações:
Disciplinas Cursadas: Introdução ao Direito; Legislação e Normas Jurídicas Brasileiras; Estatuto da Terra; Degradação Ambiental: Responsabilidade Civil e Criminal; Fundamentos do Agronegócio; Direito e Políticas Públicas para o Agronegócio; Direito e a Atividade Agrícola; Crédito Rural; Normas Técnicas do Agronegócio.
2025 - 2026
Faculdade LíbanoVínculo: Pós - Graduado, Enquadramento Funcional: Especialista em Qualidade do Solo e R.A.D, Carga horária: 720
Outras informações:
Disciplinas cursadas: Fundamentos Sobre o Solo; Qualidade do Solo; Fundamentos Sobre a Mecânica dos Solos; Análise Geológica e Física dos Solos; Manipulação dos Solos; Análise e Investigação dos Solos; Degradação e Recuperação do Solo; Fatores Externos e suas Influências no Solo.
2025 - 2025
Faculdade LíbanoVínculo: Pós - Graduado, Enquadramento Funcional: Especialista em Direito Agrário e Ambiental, Carga horária: 720
Outras informações:
Disciplinas cursadas: Direito Agrário Contemporâneo; Contratos Agrários e Usucapião; Licenciamento Ambiental e Responsabilidade Ambiental; Unidades de Conservação e Crimes Ambientais; Políticas Ambientais; Degradação Ambiental; Direito Ambiental: Aspectos Educacionais e Tecnológicos; Conceitos Fundamentais sobre Ética e Cidadania; Fundamentos do Direito Civil; Alta Performance Profissional.
Atividades
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11/2025 - 11/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Participação e Conclusão do Curso sobre Gestão do Tempo.
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07/2025 - 11/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Realização das Avaliações das Disciplinas da Grade Curricular da Pós em Auditoria, Perícia e Licenciamento Ambiental.
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09/2025 - 09/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Participação e Conclusão do Curso sobre Comunicação Assertiva.
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09/2025 - 09/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Participação e Conclusão do Curso sobre Lideranças e Resultados.
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09/2025 - 09/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Participação e Conclusão do Curso sobre Conduta Profissional.
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09/2025 - 09/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Participação e Conclusão do Curso sobre Flexibilidade.
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09/2025 - 09/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Participação e Conclusão do Curso sobre Resiliência.
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07/2025 - 09/2025
Outras atividades técnico-científicas , LÍBANO, LÍBANO.Atividade realizada, Realização das Avaliações das Disciplinas da Grade Curricular da Pós em Direito Agrário e Ambiental.
2023 - Atual
Universidade Estadual de MaringáVínculo: Pós - Graduando, Enquadramento Funcional: Doutorando, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Disciplinas cursadas: Água no Sistema Solo, Planta e Atmosfera; Análises Fotossintéticas e Fluorescência em Plantas; Avaliação da Fertilidade do Solo; Biologia do Solo; Estágio na Docência II; Fertilidade do Solo; Mineralogia dos Solos; Química dos Solos; Sistemas Integrados Lavoura e Pecuária; Seminários I e II; Tópico Especial em Ciência do Solo III: Avaliação do Estado Nutricional de Plantas; Técnicas Experimentais em Agricultura (Ouvinte); Crescimento e Desenvolvimento de Plantas.
Atividades
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08/2023 - 01/2026
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Agrárias.Linhas de pesquisa
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12/2025 - 12/2025
Extensão universitária , Centro de Ciências Agrárias.Atividade de extensão realizada, https://noticias.uem.br/index.php?option=com_contentview=articleid=30996:uem-celebra-o-dia-mundial-do-solo-com-programacao-especialcatid=986:pgina-centralItemid=211.
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08/2025 - 08/2025
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Visita a Fazenda Experimental da Cocari.
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08/2023 - 08/2025
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Pó de Rocha Basáltica; Fertilidade dos Solos Tropicais; Nutrição Mineral de Plantas; Desenvolvimento Agronômico de Gramíneas e Leguminosas; Manejo de Solos Tropicais; Técnicas em Experimentação Agrícola..
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05/2025 - 05/2025
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Visita Técnica e Coleta de Solos do Segundo Planalto Paranaense.
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12/2024 - 12/2024
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Organização do Evento em Comemoração ao Dia Mundial do Solo (05.12)..
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12/2024 - 12/2024
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Seminário sobre Projeto de Tese e Artigo Científico Vinculado.
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11/2024 - 11/2024
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Sínteses de Artigos Científicos.
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09/2024 - 11/2024
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Docência ministrada na disciplina de Entomologia Geral..
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10/2024 - 10/2024
Extensão universitária , Centro de Ciências Agrárias.Atividade de extensão realizada, Visita Tècnica a UENP e Vinícola em Bandeirantes (PR).
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10/2024 - 10/2024
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Prática a Campo: Matéria Orgânica do Solo.
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03/2024 - 06/2024
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Docência sobre as Principais Pragas de Solos que Atacam Pastagens.
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12/2023 - 12/2023
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Organização do Evento em Comemoração ao Dia Mundial do Solo (05.12)..
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08/2023 - 12/2023
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Auxílio em Aulas Práticas da Disciplina de Mineralogia do Solo (DAG - UEM).
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08/2023 - 08/2023
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Visita a Cocamar.
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08/2023 - 08/2023
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Coleta de Espécimes Representantes da Macrofauna.
2022 - 2023
Universidade do Estado de Santa CatarinaVínculo: Pós - Graduado, Enquadramento Funcional: Mestrado, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Disciplinas Cursadas: Economia e Gestão Ambiental; Estatística Aplicada; Metodologia da Pesquisa e Redação Científica; Metodologia do Ensino Superior; Tecnologia Aplicada ao Tratamento de Resíduos; Fontes de Energias Renováveis; Tópicos Especiais III - Poluição do Solo; Seminários I e II; Docência Orientada.
2022 - 2022
Universidade do Estado de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 48
Outras informações:
Monitor remunerado da disciplina Tratamento de Resíduos, do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
2022 - 2022
Universidade do Estado de Santa CatarinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 48
Outras informações:
Monitor remunerado da disciplina Tratamento de Resíduos, do curso de Engenharia Florestal.
Atividades
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09/2022 - 02/2023
Pesquisa e desenvolvimento, Centro Agroveterinário.Linhas de pesquisa
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08/2022 - 12/2022
Pesquisa e desenvolvimento, Centro Agroveterinário.Linhas de pesquisa
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03/2022 - 12/2022
Pesquisa e desenvolvimento, Centro Agroveterinário.Linhas de pesquisa
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10/2022 - 11/2022
Outras atividades técnico-científicas , Centro Agroveterinário, Centro Agroveterinário.Atividade realizada, Preparo de Carcaça Animal para Utilização em Aula Prática.
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09/2022 - 10/2022
Outras atividades técnico-científicas , Centro Agroveterinário, Centro Agroveterinário.Atividade realizada, Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Energéticos.
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08/2022 - 09/2022
Outras atividades técnico-científicas , Centro Agroveterinário, Centro Agroveterinário.Atividade realizada, Pesquisa sobre a Utilização da Cama Sobreposta para a Fase de Creche de Leitões.
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08/2022 - 09/2022
Outras atividades técnico-científicas , Centro Agroveterinário, Centro Agroveterinário.Atividade realizada, Pesquisa sobre Fontes de Energias Renováveis no Contexto das Ciências Ambientais.
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03/2022 - 07/2022
Pesquisa e desenvolvimento, Centro Agroveterinário.Linhas de pesquisa
2016 - 2021
Consultoria AgrônomicaVínculo: Consultoria, Enquadramento Funcional: Consultor Agronômico, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Profissional Registrado e Habilitado pelo CREA http://consultaprofissional.confea.org.br/
Atividades
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01/2016 - 12/2021
Outras atividades técnico-científicas , CA, CA.Atividade realizada, Trabalhos com Compostagem Vegetal e Animal (CVA).
2015 - 2015
Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 351
Outras informações:
Estágio na Área de Transferência de Tecnologia com foco no Projeto BioFORT: Realização de palestras e Dia de Campo, voltados aos pequenos produtores rurais do Nordeste Brasileiro.
Atividades
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01/2015
Estágios , Embrapa Meio - Norte.Estágio realizado, Palestras realizadas na área da Transferencia de Tecnologia (TT) com foco nos produtos Biofortificados (Biofortificação Agronômica), aos produtores rurais da Região do Meio-Norte Brasileiro, para combater a fome oculta da população.
2015 - 2015
Universidade Federal do PiauíVínculo: Acadêmico, Enquadramento Funcional: Graduando, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório (ECSO).
2014 - 2014
Universidade Federal do PiauíVínculo: Bolsista não remunerado, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 192, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Exerceu monitoria na disciplina de Melhoramento Animal.
2014 - 2014
Universidade Federal do PiauíVínculo: Acadêmico, Enquadramento Funcional: Graduando, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Disciplinas Cursadas: Deontologia; Crédito Rural; Antropologia Rural; Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal; Construções Rurais e Ambiência; Legislação Agrária; Olericultura; Silvicultura; Informática Agrícola; Controle Biológico de Pragas; Uso e Manejo do Solo e da Água; Ecofisiologia Vegetal; Extensão Rural; Administração Rural.
2013 - 2013
Universidade Federal do PiauíVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 192, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Exerceu monitoria na disciplina de Microbiologia Geral.
2013 - 2013
Universidade Federal do PiauíVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 200, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Estágio, pela UFPI, na Embrapa Meio Norte, no Sistema Alternativo de Criação de Galinhas Naturalizadas: Grupo Brejeira; Graúna Dourada; Nordestina; Teresina. Extensão Rural.
2012 - 2012
Universidade Federal do PiauíVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 192, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Exerceu monitoria na disciplina de Genética na Agropecuária.
2012 - 2012
Universidade Federal do PiauíVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 192, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Exerceu monitoria na disciplina de Entomologia Geral.
2011 - 2011
Universidade Federal do PiauíVínculo: Acadêmico, Enquadramento Funcional: Graduando, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Disciplinas Cursadas: Ciência do Solo I e II; Estatística Aplicada a Agronomia; Desenho Técnico (Agronomia); Morfologia e Sistemática Vegetal; Química Orgânica; Filosofia da Ciência e Metodologia da Pesquisa; Álgebra Linear e Geometria Analítica; Experimentação Agrícola; Mecânica Agrícola; Entomologia Geral; Elementos de Bioquímica; Topografia e Geoprocessamento Aplicado ás Ciências Agrárias.
2010 - 2010
Universidade Federal do PiauíVínculo: Acadêmico, Enquadramento Funcional: Graduando, Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Disciplinas Cursadas: Introdução à Agronomia; Seminário de Introdução ao Curso; Química Geral e Analítica; Biologia Animal (para Agronomia); Anatomia Vegetal; Biologia Geral; Cálculo Diferencial e Integral; Física do Ambiente Agrícola.
Atividades
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08/2014 - 08/2015
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Agrárias.Linhas de pesquisa
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12/2014 - 12/2014
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Conclusão da carga horária de 3.600 horas (divididas em 10 períodos) do Bacharelado..
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11/2014 - 12/2014
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Extensão Rural realizada em Colégio Público Estadual na Zona Rural de Teresina sobre Produção de Hortaliças.
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06/2014 - 08/2014
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Mensuração de Peso e do Grau de Famacha..
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03/2014 - 05/2014
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Identificação e Marcação de Ovinos da Raça Morada Nova e de Caprinos da Raça Marota..
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08/2013 - 11/2013
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Participação em Dias de Campo voltados para Pequenos Produtores de Galinhas Caipiras da Região do Meio - Norte do Brasil.
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06/2013 - 07/2013
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Preparação de Meios de Culturas Bacterianas e Fúngicas..
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03/2013 - 05/2013
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Organização dos Reagentes e Materiais do Laboratório..
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09/2012 - 10/2012
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Melhoramento Genético de Galináceos (Frango de Corte da Linhagem Ross)..
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08/2012 - 09/2012
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Melhoramento Genético em Suínos (Porcos da Raça Baé)..
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03/2012 - 07/2012
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Preparação de Iscas para Captura dos Insetos. Montagem da Gaveta Entomológica. Coleópteras..
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04/2012 - 04/2012
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Coleta de Solos para Aula Prática.
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08/2011 - 11/2011
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Agrárias.Linhas de pesquisa
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05/2011 - 06/2011
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Coleta e análise de perfis de solos da região do Meio - Norte.
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03/2011 - 04/2011
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Delimitação e descrição de perfis pedológicos no Campus da Socopo.
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09/2010 - 10/2010
Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Agrárias, Centro de Ciências Agrárias.Atividade realizada, Dinâmica e disponibilidade de nutrientes no sistema solo-planta-atmosfera e suas inter-relações com a pedologia, utilização e manejo dos solos tropicais.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Manoel Fábio da Rocha e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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