Carlos Alberto Gama Pinto
Médico, com residência em Clínica Médica e R3 em Infectologia e Epidemiologia Hospitalar; especialista em Administração Hospitalar; mestre em Infectologia e Medicina Tropical; doutor em Saúde Coletiva.
Informações coletadas do Lattes em 24/05/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Saúde Coletiva
2006 - 2010
Universidade Estadual de Campinas
Título: Avaliação da implantação da Clínica Ampliada e Equipes de Referência em um serviço especializado em DST/AIDS, utilizando-se a triangulação de métodos
Orientador: Gastão Wagner de Sousa Campos
Palavras-chave: HIV, vírus; AIDS, disease; Evaluation; Delivery of health care.Grande área: Ciências da Saúde
Mestrado em Infectologia e Medicina Tropical
1994 - 1998
Universidade Federal de Minas Gerais
Título: O uso racional de antibióticos, a epidemiologia e controle das infecções hospitalares em hospital público de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil,Ano de Obtenção: 1998
Manoel Otávio da Costa Rocha.Palavras-chave: Epidemiologia hospitalar; Antimicrobianos; Resistência bacteriana; Infecções hospitalares.Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina. Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica.
Especialização - Residência médica
1990 - 1990
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais
Residência médica em: Epidemiologia Hospitalar e InfectologiaNúmero do registro: . Palavras-chave: Epidemiologia hospitalar; Infecções hospitalares; Antimicrobianos; Resistência bacteriana.Grande área: Ciências da Saúde
Especialização - Residência médica
1988 - 1989
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais
Residência médica em: Clínica MéidcaNúmero do registro: . Palavras-chave: Diagnóstico; Delivery of health care; Tratamento.Grande área: Ciências da Saúde
Especialização em Planejamento de Sistema de Saude
1993 - 1995
Fundação Oswaldo Cruz
Título: Hospital Municipal Odilon Behrens - construindo a qualidade em Saúde Pública
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Medicina Preventiva.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Clínica Médica/Especialidade: Doenças Infecciosas e Parasitárias.
Orientou
A importância da qualificação da gestão local para melhoria no enfrentamento dos problemas do SUS; Início: 2013; Dissertação (Mestrado profissional em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual de Campinas; (Orientador);
A implantação da Sala de Alta na Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande (MS) - Um relato de experiência; ; Início: 2013; Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Administração Hospitalar em Campo Grande) - Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; (Orientador);
Gestão da Qualidade em Laboratórios de Análises Clínicas; ; Início: 2013; Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Administração Hospitalar em Campo Grande) - Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; (Orientador);
Política de Contratualização com Hospitais Filantrópicos - Estudo da Contratualização dos Hospitais Filantrópicos na Cidade de Campo Grande (MS); ; Início: 2013; Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Administração Hospitalar em Campo Grande) - Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; (Orientador);
Produções bibliográficas
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2016 PINTO, C. A. G. ; OLIVEIRA, M. M. ; PARAGUAY, N. L. B. B. ; GIGANTE, R. L. ; FERRER, A. L. ; EMERICH, B. F. ; FIGUEIREDO, M. D. ; TRAPE, T. L. . A pesquisa avaliativa do processo de formulação e implantação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC): trajetória epistemológica e metodológica. Divulgacao em Saude para Debate , v. 55, p. 31-48, 2016.
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2016 PINTO, C. A. G. ; GIGANTE, R. L. ; PARAGUAY, N. L. B. B. ; OLIVEIRA, M. M. ; FERRER, A. L. ; EMERICH, B. F. ; FIGUEIREDO, M. D. ; TRAPE, T. L. ; ZEPEDA, J. E. S. . Estudo das tradições que informam a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC). Divulgacao em Saude para Debate , v. 55, p. 49-83, 2016.
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2016 FERRER, A. L. ; EMERICH, B. F. ; FIGUEIREDO, M. D. ; TRAPE, T. L. ; PARAGUAY, N. L. B. B. ; PINTO, C. A. G. ; GIGANTE, R. L. ; OLIVEIRA, M. M. ; ZEPEDA, J. E. S. ; MORAES, M. H. . Tecendo a história da construção da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) na visão dos sujeitos envolvidos: o desenho qualitativo da pesquisa com utilização da técnica de grupo focal. Divulgacao em Saude para Debate , v. 55, p. 84-118, 2016.
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2016 PINTO, C. A. G. ; OLIVEIRA, M. M. ; GIGANTE, R. L. ; PARAGUAY, N. L. B. B. ; FERRER, A. L. ; EMERICH, B. F. ; FIGUEIREDO, M. D. ; TRAPE, T. L. . Estudo da percepção dos coordenadores de saúde da criança dos estados e das capitais sobre os temas da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC). Divulgacao em Saude para Debate , v. 55, p. 118-171, 2016.
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2016 PINTO, C. A. G. ; PARAGUAY, N. L. B. B. ; PEREIRA, J. O. . Estudo dos indicadores epidemiológicos de saúde da criança na Rede Cegonha. Divulgacao em Saude para Debate , v. 55, p. 172-216, 2016.
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2016 PINTO, C. A. G. ; PARAGUAY, N. B. B. ; FERRER, A. L. ; EMERICH, B. F. ; GIGANTE, R. L. ; OLIVEIRA, M. M. ; FIGUEIREDO, M. D. ; TRAPE, T. L. ; ZEPEDA, J. E. S. ; MORAES, M. H. ; PEREIRA, J. O. . Introdução à pesquisa avaliativa do processo de formulação e implantação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC). Divulgacao em Saude para Debate , v. 55, p. 18-30, 2016.
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PINTO, C. A. G. ; Coelho, I. B. . BH Vida: pensando a implantação da estratégia de Saúde da Família na cidade de Belo Horizonte, passados 10 anos.. In: CUNHA, Gustavo Tenório.. (Org.). Ministério da Saúde. Cadernos HumanizaSUS. Volume 2. Atenção Básica.. 1ed.Brasília: Ministério da Saúde, 2010, v. 2, p. 221-237.
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PINTO, C. A. G. ; Coelho, I. B. . Co-gestão do processo de trabalho e composição da agenda em uma equipe de saúde da família. In: Gastão Wagner de Sousa Campos; André Vinícius Pires Guerrero. (Org.). Manual de Práticas de Atenção Básica: Saúde Ampliada e Compartilhada. 1ed.São Paulo: Hucitec, 2008, v. , p. 323-345.
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PINTO, C. A. G. . Diagnóstico Compartilhado no trabalho das Equipes de Saúde da Família. In: Campos, Gastão Wagner de Sousa; Guerrero, André Vinícius Pires.. (Org.). Manual de Práticas de Atenção Básica: Saúde Ampliada e Compartilhada. 1ed.São Paulo: Aderaldo e Rothschild Editores Ltda., 2008, v. , p. 298-322.
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PINTO, C. A. G. . Infecções hospitalares. In: Manoel Otávio da Costa Rocha; Ênio roberto Pietra Pedroso; João Gabriel Marques Fonseca; Orlando Antônio da Silva. (Org.). Terapêutica Clínica. 1ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998, v. 1, p. 1143-1159.
Projetos de pesquisa
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2012 - 2015
Pesquisa Avaliativa do Processo de Formulação e Implantação da Política Nacional de Atenção integral à Saúde da Criança (PNAISC), Descrição: Em 2011, a Área Técnica da Saúde da Criança e Aleitamento Materno (ATSCAM) do Ministério da Saúde iniciou um movimento de construção e implantação de uma Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), pactuada entre os entes federados. Como forma de operacionalizá-la, constituiu o Fórum Nacional de Coordenadores da Saúde da Criança dos Estados e Capitais, e propôs a adoção do arranjo Apoio Institucional - na figura do Consultor da ATSCAM nos estados - como estratégia para apoiar o movimento de construção e implantação desta política. Para este momento inicial, definiu-se a Rede Temática da Área Materno-Infantil (Rede Cegonha) como foco prioritário de atuação, em consonância com os objetivos estratégicos do planejamento realizado pelo Ministério da Saúde neste mesmo ano. Este projeto de pesquisa tem o objetivo de avaliar o processo de construção e implantação da PNAISC. Para tanto, definiu-se os seguintes objetivos específicos: 1) Mapear as diversas tradições que norteiam o processo de construção da PNAISC, realizando um estudo hermenêutico destes referenciais teóricos, seus princípios, diretrizes, arranjos e dispositivos; 2) Analisar a contribuição dos arranjos ?Consultores ATSCAM nos estados? e ?Fórum Nacional de Coordenadores de Saúde da Criança dos Estados e Capitais? para o processo de construção e implantação da PNAISC, tendo como foco a Rede Cegonha; 3) Descrever o contexto de implantação da PNAISC com base em levantamento de indicadores da Rede Cegonha. Trata-se de uma pesquisa avaliativa, participativa, guiada pelo referencial hermenêutico-dialético, com análise de dados qualitativa e quantitativa. Serão considerados sujeitos da pesquisa os consultores ATSCAM e os coordenadores de saúde da criança dos estados e das capitais. Além destes, teremos como informantes-chave a equipe de coordenação e profissionais da ATSCAM e as equipes de formação e de apoio à gestão dos consultores nos estados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carlos Alberto Gama Pinto - Coordenador / Mariana Dorsa Figueiredo - Integrante / Ana Luíza Ferrer - Integrante / Thyago Lavras Trapé - Integrante / Bruno Ferrari Emerich - Integrante / Nestor Luiz Bruzzi Bezerra Paraguay - Integrante / Renata Lúcia Gigante - Integrante / Mônica Martins de Oliveira - Integrante / Jorge Ernesto Sérgio Zepeda - Integrante / Juliana de Oliveira Pereira - Integrante / Mirella Hermsdorf Moraes - Integrante., Financiador(es): Instituto Fernandes Figueira - FIOCRUZ - Bolsa.
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2008 - 2010
Avaliação da implantação da Clínica Ampliada e Equipes de Referencia em um serviço especializado em DST/AIDS, utilizando-se a triangulação de métodos, Descrição: Esta pesquisa investiga de forma crítico-compreensiva (hermenêutico-dialética) a implantação da clínica ampliada e os arranjos e dispositivos de gestão e atenção à saúde, pensados para sua consecução, em um serviço de referência em DST/AIDS, que adotou modelo de gestão e de atenção baseado neste referencial, implantando equipes de referência com clientela definida, cada equipe se comprometendo com cerca de 125 pacientes para cada médico infectologista. Cada cinco a seis médicos infectologistas são apoiados por um psicólogo e um assistente social, que se responsabilizam pelos pacientes ligados aqueles profissionais. A avaliação quantitativa e qualitativa do serviço demonstrou que 94% dos pacientes têm uma percepção de vínculo muito forte com os médicos. Em contrapartida, 57% dos pacientes responderam não conhecer o psicólogo de sua equipe e entre os que o conheciam a avaliação de vínculo forte foi de apenas 64%; quanto aos assistentes sociais, 34% disseram não conhecê-los, e entre os que os conheciam, a avaliação de vínculo forte foi de apenas 52%. As questões relacionadas à abordagem mais restrita à biomedicina (orientações sobre medicamentos, exames, necessidade de adesão) são muito bem avaliadas pelos pacientes e não mostram correlação com as variáveis de vínculo com os profissionais ou equipes. No entanto, outras questões biomédicas (orientações gerais sobre saúde e cuidado, sobre situações de agravamento clínico, sobre alimentação e atividades em grupos de pacientes), são pior avaliadas e mostram correlação positiva com a percepção do vínculo, de forma semelhante ao observado nas questões relacionadas à ampliação da clínica (abordagem e apoio às questões subjetivas e sociais), que mostram correlação fortemente positiva com a percepção dos pacientes quanto ao vínculo com os profissionais e a equipe. A percepção dos profissionais é de valorização da clínica ampliada, mas de dificuldades teórico-práticas para sua implantação. Eles se ressentem de capacitação e tempo nas agendas para conseguir ampliar a clínica, e avaliam que não conseguem efetivar o trabalho em equipe, por falta de reuniões nas equipes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Carlos Alberto Gama Pinto - Integrante / Mariana Dorsa Figueiredo - Integrante / Ana Luíza Ferrer - Integrante / Gastão Wagner de Sousa Campos - Coordenador / Rejane Alves Fraissat - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
Histórico profissional
Experiência profissional
2012 - Atual
Universidade Estadual de CampinasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Nenhum
Outras informações:
Professor Orientador do Mestrado Profissional em Saúde Coletiva, Gestão e Planejamento
2012 - Atual
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista
Outras informações:
Coordenador da "Pesquisa Avaliativa da Formulação e implantação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC)", pelo Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/FIOCRUZ).
2016 - Atual
Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da SaudeVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Nenhum
Outras informações:
Coordenador do Curso de Aprimoramento em Apoio Institucional em Saúde da Escola Municipal de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde da Cidade de São Paulo
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