Fernando Vilela de Melo
Graduado em Relações Internacionais na Universidade Federal da Grande Dourados no ano de 2014.
Informações coletadas do Lattes em 23/05/2022
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação interrompida em 2012 em Tecnologias de Comunicação Multimédia
2011 - interrompida
Instituto Universitário da Maia
Ano de interrupção: 2012
Graduação interrompida em 2009 em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo
2008 - interrompida
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Ano de interrupção: 2009
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Chinês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Alemão
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Russo
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Guarani
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Japonês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Participação em eventos
IV Simpósio Nacional Discurso, Identidade e Sociedade / II Simpósio Internacional Discurso, Identidade e Sociedade.Ensino e diversidade na fronteira: contornos fluidos, desenhos móveis. 2015. (Simpósio).
XV CONOSUR - Encontro de Estudantes e Graduados em Relações Internacionais do Cone Sul. 2014. (Encontro).
I Semana de Relações Internacionais da UFGD. 2010. (Outra).
IV Congresso Transdisciplinar de Direito e Cidadania. 2010. (Congresso).
VIII Semana de Relações Internacionais da UNESP. 2010. (Outra).
I Congresso da Associação Brasileira de Linguística em Mato Grosso do Sul. 2008. (Congresso).
II Seminário Internacional América Platina. 2008. (Seminário).
I Seminário de Ciberjornalismo da UFMS. 2008. (Seminário).
X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro Oeste. 2008. (Congresso).
Produções bibliográficas
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MELO, F. V. ; LIMBERTI, R. C. A. P. . Ensino e diversidade na fronteira: contornos fluidos, desenhos móveis.. In: IV Simpósio Nacional Discurso, Identidade e Sociedade, 2015, Fortaleza/Ceará. Discurso, Fronteiras e Hibridismo. Fortaleza/Ceará: Editora da Universidade Estadual do Ceará ? EdUECE, 2015. p. 942-957.
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MELO, F. V. ; LIMBERTI, R. C. A. P. . Ensino e diversidade na fronteira: contornos fluidos, desenhos móveis. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
Projetos de pesquisa
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2011 - Atual
Fins de tarde em meio à diversidade: na sala com as travestis., Descrição: A presente proposta de extensão decorre do projeto de pesquisa intitulado "Maiorias que são minorias, invisíveis que (não) são dizíveis: análise etnográfica sobre sujeitos à margem dos discursos dominantes", financiado pela UFGD. Isto porque, no início das atividades de pesquisa, mais precisamente do trabalho de campo, nossa equipe recebeu o convite de uma de nossas interlocutoras travestis, para nos finais de semana nos reunirmos para assistirmos filmes e depois conversarmos sobre os mesmos. Assim, a presente proposta tem como foco a compreensão do universo das relações sociais mais cotidianas das travestis, e na interação com elas estabelecer o diálogo a partir de nossos instrumentos acadêmicos, sobretudo, no que diz respeito às violências cotidianas por elas sofridas. Em síntese, esta proposta busca diminuir o abismo existente entre a universidade e as travestis, uma vez que a compreensão das exclusões e violências por elas sofridas passa pelo entendimento de suas relações mais cotidianas. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Vilela de Melo - Integrante / simone becker - Coordenador / Hisadora Beatriz Gonçalves Lemes - Integrante.
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2011 - Atual
Minorias que são maiorias, invisíveis que (não) são dizíveis: análise etnográfica sobre sujeitos à margem dos discursos dominantes., Descrição: O presente projeto de pesquisa vincula-se a outros de extensão e de pesquisa, a maioria sob coordenação da profa. Dra. Simone Becker, já finalizados e/ou em andamento. São eles: EDUCANDO PARA OS DIREITOS HUMANOS: DEFESA E PROMOÇÃO DO ACESSO À JUSTIÇA DE INDÍGENAS SUL MATO-GROSSENSES, projeto de extensão encerrado com fomento da UFGD; MAPEAMENTO E ANÁLISE QUANTO AO ACESSO À JUSTIÇA DE INDÍGENAS DA REGIÃO DA GRANDE DOURADOS, projeto de pesquisa em andamento junto à UFGD a ser finalizado em julho de 2011; FINS DE TARDE EM MEIO À DIVERSIDADE: NA SALA COM AS TRAVESTIS, projeto de extensão recém aprovado junto à UFGD e HERDEIROS DE UM OUTRO AXÉ, sob a coordenação do prof. Dr. Mario Teixeira de Sá Junior, em andamento até 2012. Assim sendo, o referido projeto de pesquisa, a partir de etnografias, busca compreender e analisar, em especial, as práticas cotidianas de violências e de resistências vividas pelos sujeitos travestis de Dourados/MS. Quando enfatizamos que se trata de travestis, isto não excluirá a compreensão de outros vetores que marcam as propaladas minorias de acesso a direitos , quais sejam: etnia, raça, gênero e classe social. Entretanto, centramos na expressão travestis frente ao fato delas serem os sujeitos mais invisíveis no contexto do judiciário. E mais, paradoxalmente, no estado do Mato Grosso do Sul, algumas características, comparativamente a outros estados, saltam aos nossos olhos. São elas: 1. o centro de referência em direitos humanos vinculado à secretaria especial de direitos humanos do governo federal é presidido desde a sua fundação por uma travesti, ao contrário de outras realidades, onde verificamos a prevalência de homossexuais gays enquanto dirigentes e, 2. diferentemente de outras instituições de ensino superior públicas federais e estaduais, no MS há travestis que ingressaram e estão cursando graduações, tais como, na UEMS e na UFGD. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Vilela de Melo - Integrante / simone becker - Coordenador.
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2010 - 2012
Gênero, sexo e corpo travesti: abjeções e devires., Descrição: Tem-se como objetivo principal desse projeto investigar as relações entre processos de subjetivação e produção do corpo, por meio de narrativas de si elaboradas em modo audio-visual por sujeitos travestis. A ambiguidade material sustentada pelo corpo travesti instiga questões importantes para se avançar teórica e metodologicamente nas investigações sobre os modos de subjetivação contemporâneos. Com inspiração na obra de Michel Foucault e Judith Butler, busca-se aqui propor formas de investigação que permitam relativizar o lugar da representação nesses processos. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Fernando Vilela de Melo - Integrante / maria juracy filgueiras toneli - Coordenador / simone becker - Integrante / Karla A. Galvão - Integrante / Juliana Perucchi - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2009 - 2011
Antropologia da Política: cidadania, direitos socioculturais e processos de territorialização. Mapeamento e análise quanto ao acesso à justiça de indígenas da região da Grande Dourados., Descrição: O presente projeto de pesquisa vincula-se a outros quatro projetos de extensão em desenvolvimento. São eles: EDUCANDO PARA OS DIREITOS HUMANOS: DEFESA E PROMOÇÃO DO ACESSO À JUSTIÇA DE INDÍGENAS SUL MATO-GROSSENSES ? com fomento da UFGD; BALCÃO DE DIREITOS: DEFESA E PROMOÇÃO DO ACESSO À JUSTIÇA DE INDÍGENAS DA REGIÃO DA GRANDE DOURADOS/MS ? com fomento da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça; OFICINAS DE ACESSO À JUSTIÇA E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA ? com fomento da UFGD; CONVÊNIO COM A DPGU (Defensoria Pública Geral da União), no qual a FADIR responsabiliza-se por administrar os processos judiciais protocolados pela Defensoria em prol de indígenas da Grande Dourados. Assim sendo, o referido projeto de pesquisa busca fazer o levantamento de demandas de indígenas combinado à compreensão de como tais sujeitos resolvem seus conflitos, dentre eles, aqueles que envolvem a categoria analítica do gênero e, por conseguinte, todas as definições advindas da lei Maria da Penha. Portanto, para além de mapear quais são as demandas indígenas que desembocam no Poder Judiciário, este projeto busca entender quais são as instituições próprias que terenas, kaiowás e guaranis douradenses acionam em situações que entre não-índios seriam encaminhadas ao entendimento restrito de justiça como sinônimo de processo judicial, precedido ou não de inquérito policial. Finalmente, há que se esclarecer que a importância do presente projeto reside na ampliação do diálogo entre a antropologia e o direito, em especial em uma temática tão cara à região sul mato-grossense. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fernando Vilela de Melo - Integrante / simone becker - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2010 - 2012
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: voluntário, Enquadramento Funcional: voluntário, Carga horária: 2
2010 - 2010
Universidade Federal da Grande DouradosVínculo: participante pesquisador, Enquadramento Funcional: participante pesquisador voluntário, Carga horária: 4
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