Clar Nobre de Camargo
Clar Nobre de Camargo é mestrande da pós-graduação em Filosofia da Arte e Estética na FFLCH-USP, graduade em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) (2018) e em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (2011). Atuou com crítica cultural nas revistas Veja São Paulo e Time Out, e também em jornalismo científico na revista Horizonte Geográfico. Trabalhou como arte educadore na 31 Bienal de São Paulo e no Sesc Vila Mariana, no setor de Comunicação do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e na coordenação de comunicação da Casa Natura Musical. Realizou a monografia "Arte queer no Brasil: 31 e 32 Bienais de São Paulo" em 2017 e atualmente se dedica à pesquisa sobre censura nas artes visuais.
Informações coletadas do Lattes em 21/10/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em andamento em Filosofia
2021 - Atual
Universidade de São Paulo
Título: Ver e não (querer) ver: Censura nas artes visuais
Prof. Dr. Ricardo Nascimento Fabbrini.Coorientador: Profa. Dra. Tessa Moura Lacerda. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Arte.
Especialização interrompida em 2018 em Artes Visuais, Intermeios e Educação
2018 - Atual
Universidade Estadual de Campinas
Ano de interrupção: 2018
Graduação em História da Arte
2013 - 2018
Universidade Federal de São Paulo
Título: Arte queer no Brasil: 31ª e 32ª bienais de São Paulo
Orientador: Vinicius Pontes Spricigo
Graduação em Jornalismo
2008 - 2011
Faculdade Casper Líbero
Título: A Nova Cara do Rock
Orientador: Heitor Ferraz de Mello
Formação complementar
2019 - 2019
Extensão universitária em Atualização em Marketing e Comunicação Digital. (Carga horária: 60h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2017 - 2017
Arte africana: modernismos e contemporaneidade. (Carga horária: 8h). , MASP, MASP, Brasil.
2017 - 2017
Introdução ao biopoder. (Carga horária: 8h). , Instituto Federal de São Paulo, IFSP, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em Leituras pós-coloniais: Intersecções de gênero, raça, classe e nação. (Carga horária: 32h). , Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, FESPSP, Brasil.
2016 - 2016
Estudos críticos em arte: conexões entre antropologia e arte. (Carga horária: 8h). , MASP, MASP, Brasil.
2016 - 2016
Estudos críticos em arte: estética, colonialismo e a economia do sensível. (Carga horária: 8h). , MASP, MASP, Brasil.
2016 - 2016
Estudos críticos em arte: derivas queer/kuir entre arte e política. (Carga horária: 8h). , MASP, MASP, Brasil.
2016 - 2016
Perspectivas Kuir nas práticas artísticas contemporâneas. (Carga horária: 16h). , Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, CPF SESC, Brasil.
2015 - 2015
Curadoria: Saberes e Fazeres. (Carga horária: 12h). , Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, CPF SESC, Brasil.
2015 - 2015
Arte Contemporânea Brasileira. (Carga horária: 12h). , Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, CPF SESC, Brasil.
2015 - 2015
Feminismo hoje: urgência e atualidade. (Carga horária: 17h). , Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, CPF SESC, Brasil.
2015 - 2015
Gêneros em Trânsito. (Carga horária: 15h). , Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, CPF SESC, Brasil.
2014 - 2014
Formação de Educadores. (Carga horária: 320h). , Fundação Bienal de São Paulo, BIENAL, Brasil.
2014 - 2014
Introdução à história da arte no Brasil. (Carga horária: 48h). , Pinacoteca do Estado de São Paulo, Pinacoteca, Brasil.
Áreas de atuação
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Fundamentos e Crítica das Artes.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia e Estética da Arte.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Arte.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Arte Contemporânea.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Comunicação.
Organização de eventos
CAMARGO, C. N. ; ALENCAR, M. ; DAGOSTINI, M. S. ; ARAUJO, A. K. ; MIRANDA, E. ; FERNANDES, E. B. ; ARTIGAS, J. H. . Mediação do Painel "Decolonialidade no Brasil". 2020. (Outro).
CAMARGO, C. N. . Caminhada Lésbica. 2013. (Festival).
CAMARGO, C. N. . Semana da Visibilidade Lésbica. 2013. (Outro).
Participação em eventos
13° Mundo de mulheres & Fazendo Gênero. 2017. (Seminário).
Histórias da sexualidade - parte II. 2017. (Seminário).
Histórias da sexualidade - parte I. 2016. (Seminário).
I Seminário Queer - Cultura e Subversões das Identidades. 2015. (Seminário).
Seminário Internacional de Pesquisa Experiências Poéticas e Políticas do Sensível - MAC-USP. 2015. (Seminário).
XXIX Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Sociais. 2014. (Encontro).
Projetos de pesquisa
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2021 - Atual
Ver e não (querer) ver: Censura nas artes visuais, Descrição: Analisando obras exemplares censuradas em 2017 no Brasil, busca-se esmiuçar os discursos produzidos intrínseca e extrinsecamente a elas, por meio de conceitos sobre linguagem em Judith Butler e da análise da dimensão estética de tais obras segundo o conceito da "estética queer do fracasso", de Jack Halberstam. Propõe-se a busca pela compreensão dialética do paradoxo do espectador (Rancière) como aquele que vê, a partir da possibilidade do não ver ou não querer ver. Busca-se analisar a transição do status da imagem como objeto para a qualidade de sujeito (Mondzain). Por fim, pretende-se compreender a questão da censura e da autocensura enquanto um ato individual com repercussão coletiva, analisando-se a estrutura psíquica do indivíduo em Freud e a personalidade autoritária em Adorno.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Clar Nobre de Camargo - Integrante / Ricardo Nascimento Fabbrini - Coordenador.
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2016 - 2017
Arte queer no Brasil - 31ª e 32ª Bienais de São Paulo, Descrição: As manifestações de junho de 2013 marcaram o regresso ao conservadorismo no Brasil em questões sociais e políticas, principalmente com relação à sexualidade e à identidade de gênero. Neste contexto aconteceram duas Bienais de São Paulo, em 2014 e 2016, que tinham como objetivo contar histórias silenciadas e apagadas, entre elas, histórias sobre gêneros e sexualidades não normativas. A 31a e a 32a Bienais de São Paulo foram as primeiras na história da Bienal a tratarem explicitamente sobre o assunto queer em seus discursos curatoriais. Assim, por meio de uma abordagem queer e decolonial, esta pesquisa traça um breve panorama sobre a arte no Brasil por uma perspectiva queer, enquadrando a 31ª e a 32ª Bienais de São Paulo como pontos cruciais desta história.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Clar Nobre de Camargo - Integrante / Vinicius Pontes Spricigo - Coordenador.
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2016 - 2017
Uma releitura da história da arte por uma perspectiva queer decolonial, Descrição: A partir da intersecção entre as teorias pós-coloniais, os estudos decoloniais, a teoria queer e a História da Arte, o trabalho traçar uma contranarrativa da História da Arte, a partir de exposições de arte contemporânea que abordaram questões de sexualidade, desejo e gênero, por uma perspectiva que confrontou as noções hegemônicas e normativas do binário masculino e feminino e da heteronormatividade. Assim, a pesquisa se apoia em autores pós-coloniais, dos estudos de gênero, da teoria queer e dos estudos decoloniais a fim de promover uma releitura queer da história da arte no Brasil. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Clar Nobre de Camargo - Integrante / Vinicius Pontes Spricigo - Coordenador.
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2010 - 2011
A Nova Cara do Rock, Descrição: O livro-reportagem conta a história de quatro bandas do rock brasileiro que conquistaram milhares de fãs e mobilizaram massas jovens, de 1995 até a primeira década dos anos 2000. ?A Nova Cara do Rock? traça um panorama histórico de cada grupo, contando como e onde começaram as suas respectivas carreiras, quais as principais dificuldades enfrentadas, além dos planos futuros. O livro apresenta uma compilação de entrevistas com os próprios integrantes dos grupos e depoimentos de críticos do jornal Folha de S.Paulo e das revistas Rolling Stone e Veja, além da opinião de produtores musicais e de profissionais que fizeram parte da trajetória dos artistas. A narrativa resgata o percurso, a partir de 1995, dos últimos grandes expoentes da música jovem no país e seus respectivos significados para a cultura do rock nacional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Clar Nobre de Camargo - Integrante / Heitor Ferraz de Mello - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2012 - 2014
Horizonte GeográficoVínculo: Colaboradora, Enquadramento Funcional: Jornalista, Carga horária: 40
2018 - Atual
Casa Natura MusicalVínculo: PJ, Enquadramento Funcional: Coordenadora de comunicação e marketing, Carga horária: 40
2014 - 2014
Fundação Bienal de São PauloVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 30
2017 - 2017
Universidade Federal de São PauloVínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 30
2015 - 2016
Serviço Social do Comércio - São Paulo, Vila MarianaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 30
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