Lucia Sestokas

Mestra e doutoranda em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP).

Informações coletadas do Lattes em 02/02/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Antropologia Social

2021 - Atual

Universidade Estadual de Campinas
Natália Corazza Padovani.

Mestrado em Antropologia Social

2018 - 2021

Universidade Estadual de Campinas
Título: Entre Mulas do Tráfico e Traficantes: Etnografia de processos criminais de tráfico internacional de drogas no Fórum Federal de Guarulhos
, Ano de Obtenção: 2021.Natália Corazza Padovani.Bolsista do(a): Fundo de apoio ao ensino, pesquisa e extensão da FUNCAMP, FAEPEX, Brasil. Palavras-chave: Crime; Migração; Tráfico de drogas; Documentos oficiais; Interseccionalidade.

Especialização em andamento em Derechos Humanos, Migración y Asilo

2015 - Atual

Universidad Nacional de Lanus
Título: Migrantes en conflicto con la ley en Brasil - Dispositivos legales para la protección del derecho de migrar

Graduação em Relações Internacionais

2009 - 2014

Instituto de Relações Internacionais USP

Formação complementar

2013 - 2013

Le Droit en Prision. (Carga horária: 24h). , Institut d'Études Politiques de Paris, SciencesPo, França.

2013 - 2013

Identités culturelles et démocratie: le multiculturalisme. (Carga horária: 24h). , Institut d'Études Politiques de Paris, SciencesPo, França.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Participação em eventos

43o Encontro Anual da Anpocs. Os limites do direito a migrar: como instâncias estatais compreendem e categorizam mulheres não brasileiras em conflito com a lei vivendo no Brasil. 2019. (Congresso).

VI Encontro Nacional de Antropologia do Direito. Fazer Estado e (é?) fazer vulnerabilidades. 2019. (Congresso).

Workshop Gênero, interseccionalidades e mobilidades.As pessoas ?perigosas? e ?suspeitas? nas normativas migratórias brasileiras: considerações acerca da Portaria 666/2019. 2019. (Oficina).

Workshop Olhares críticos sobre a governança da vulnerabilidade -.Workshop de formulação de política: Formação conjunta em torno da governança dos corpos das mulheres migrantes e as especialidades carcerárias. 2019. (Oficina).

Curso de Capacitação sobre Migrações Internacionais para Defensores Públicos Federais.Migrantes e Vulnerabilidade. 2018. (Outra).

10 anos da Lei de Drogas.A viabilidade e a pertinência dos critérios objetivos de distinção entre tráfico e uso de drogas. 2016. (Seminário).

Ciclo de Formação em Direitos Humanos e Diversidades.Sistema penal e discriminação à população LGBT. 2016. (Encontro).

Política de Drogas e Encarceramento.Apresentação do Infográfico Política de Drogas e Encarceramento. 2016. (Seminário).

VII Fórum Social Mundial de Migrações.O encarceramento de migrantes na Espanha e no Brasil. 2016. (Encontro).

Acolha, não Puna.Política de Drogas e Gênero. 2015. (Encontro).

Dezembro Imigrante Prefeitura de São Paulo.Olhares para a Imigração em São Paulo: subsídios para práticas pedagógicas voltadas à diversidade cultural. 2014. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • SESTOKAS, L. . ENTRE PAPÉIS E MÁQUINAS: BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A VIRTUALIZAÇÃO DOS PROCESSOS JUDICIAIS NO BRASIL. TESSITURAS: REVISTA DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA , v. 9, p. 144-169, 2021.

  • SESTOKAS, LUCIA . AS PESSOAS -PERIGOSAS- E -SUSPEITAS- E AS PESSOAS -CRIMINOSAS- NAS NORMATIVAS MIGRATÓRIAS BRASILEIRAS. VIVÊNCIA: REVISTA DE ANTROPOLOGIA , v. 1, p. 42-61, 2020.

  • SESTOKAS, L. ; OLIVEIRA, N. . A Política de Drogas é uma Questão de Mulheres. SUR. REVISTA INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (IMPRESSO) , v. 15, p. 153-166, 2018.

  • SESTOKAS, L. ; OLIVEIRA, N. . O que experiências em países tolerantes com o uso de drogas têm a nos mostrar?. Le Monde Diplomatique Brasil, 19 abr. 2016.

  • SESTOKAS, L. ; OLIVEIRA, N. . Guerra às drogas: heranças e novos paradigmas. Jota, 05 abr. 2016.

  • SESTOKAS, L. . Caso Verônica: O que a atitude de policiais e da mídia nos dizem sobre violência, machismo e transfobia?. Ponte, 17 abr. 2015.

Outras produções

SESTOKAS, L. ; BALBUGLIO, V. ; MELO, A. C. K. ; AMARAL, M. V. C. ; DUARTE, M. ; ALVES, M. R. ; CRUZ, K. ; SANKOFA, M. . Egressos, situação prisional e covid-19 em São Paulo. 2021.

SESTOKAS, L. ; OLIVEIRA, N. . Política de Drogas e Encarceramento - versão reduzida. 2016.

SESTOKAS, L. ; OLIVEIRA, N. . Política de Drogas e Encarceramento: Um panorama América-Europa. 2016.

SESTOKAS, L. . Brief report on LGTBI persons deprived of their liberty in Brazil. 2015.

SESTOKAS, L. . Glossário: Tipos de Políticas de Drogas. 2015.

SESTOKAS, L. ; UWAI, A. L. S. V. ; BALBUGLIO, V. . Gênero, Mídia e Sistema de Justiça Criminal. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

SESTOKAS, L. ; CUNHA, I. R. T. ; BALBUGLIO, V. . Gênero e Sistema de Justiça Crimnal. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Gênero, Feminismos, Governamentalidades e suas fronteiras, Descrição: O objetivo geral deste projeto é o de desenvolver analises sobre práticas de governamentalidade, processos de Estado e de gestão capitalista dos mercados legais e/ou ilegais. As pesquisas aqui reunidas se dedicam em estudar práticas, burocracias, bem como cotidianos de agentes estatais que se voltam para o governo das populações ora categorizadas como "vulneráveis", ora como "perigosas". Mas também para o studing up de arenas de poder e de elites econômicas que produzem e articulam categorias humanitárias, embebidas em uma gramática feminista específica - "branca e ocidental" - a qual encampa e operacionaliza técnicas de governo das populações através das relações e dos mercados de trabalho, bem como das gestões das famílias, das maternidades e sexualidades "vulneráveis", por exemplo. Por meio de etnografias realizadas em / com redes feministas de "empreendedorismo", aparelhos de Estado voltados para atendimento de saúde, instituições prisionais, policiais, conselhos tutelares, redes de atendimento à usuários de drogas e moradoras de rua, dentre outros, o projeto enfoca a mútua feitura de Estado, Mercado e Gênero por meio de classificações que definem sujeitos "aptos" ou "não" a produzirem família, a serem migrantes, receberem tratamentos de saúde, bem como serem "agentes de sucesso" no mercado formal. Vulnerabilidade e perigo, assim, relacionam-se na medida em que a operacionalização que alinhava Estado e Mercado implica na produção de "localizações sociais" de práticas econômicas criminalizadas - tais como o mercado de drogas e do sexo - em detrimento dos reconhecimentos de "direitos sociais" voltados para sujeitos localizados socialmente em categorizações de legalidades e formalidades. Gênero, em intersecção com raça, classe e sexualidade, opera como dispositivo inerente das práticas de governo, bem como das práticas acionadas pelas pessoas que com elas se relacionam através de agências e resistências nas fronteiras e/ou margens de Estado e das relações econômicas do mercado de trabalho nas cadeias produtivas do capitalismo transnacional, sejam elas consideradas legais ou ilegais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (2) . , Integrantes: Lucia Sestokas - Integrante / Natalia Corazza Padovani - Coordenador / Gustavo Córdoba - Integrante / Ariana Oliveira - Integrante / Carolina Garcia - Integrante.

  • 2013 - 2014

    Impedimentos legais para a participação de imigrantes em atividades políticas no Brasil (Estatuto do Estrangeiro): Percepções e impactos para diferentes grupos., Descrição: A presente pesquisa de Iniciação Científica objetiva contribuir para uma análise crítica da proibição do exercício de atividades políticas às pessoas imigrantes residentes no Brasil, atualmente vigente pela Lei No 6.815 de 1980 com embasamento constitucional na restrição do direito ao voto. Visando fornecer base comparativa, serão analisadas legislações estrangeiras no que concerne os direitos políticos de imigrantes. Ainda, pretendo identificar a existência de maleabilidade da expressão ?participação política?, assim como analisar eventuais diferenças do conceito. Por meio de entrevistas com pessoas nacionais e imigrantes residentes, é averiguado se as pessoas entrevistadas são favoráveis ao acesso a direitos políticos de imigrantes, assim como o que é considerado como participação política. Foram utilizados como campos de pesquisa a cidade de São Paulo e a cidade de Paris. Finalmente, o presente projeto busca examinar os impactos da atual falta de acesso direto à representação política da população imigrante residente no Brasil, de forma a apurar consequências nas vidas das pessoas imigrantes no país.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucia Sestokas - Integrante / Ana Lucia Pastore Schritzmeyer - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - Atual

Universidade Estadual de Campinas

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2013 - 2014

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas USP

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2014 - 2015

Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Assessora Relações Internacionais e Projetos, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2012 - 2013

Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20

2015 - 2018

Instituto Terra, Trabalho e Cidadania

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Responsável pelo Projeto Gênero e Drogas, Carga horária: 25

2013 - 2014

Instituto Terra, Trabalho e Cidadania

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária no Projeto Estrangeiras, Carga horária: 20

2021 - 2021

Iniciativa Negra Por Uma Nova Politica sobre Drogas

Vínculo: Consultora, Enquadramento Funcional: Consultora

Outras informações:
Coordenadora de pesquisa do projeto temporário ?Egressos, situação prisional e covid-19 em São Paulo?, fruto de uma emenda parlamentar do vereador Eduardo Suplicy e executado pela Iniciativa Negra por uma Nova Política Sobre Drogas. Responsável por coordenar a construção da metodologia da pesquisa, a execução da coleta e análise de dados, assim como a elaboração do relatório final da pesquisa.

2021 - 2021

Programas das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil

Vínculo: Consultora, Enquadramento Funcional: Consultora

Outras informações:
Consultora no no âmbito da cooperação técnica do projeto BRA/14/011 entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e o Ministério da Justiça para apoiar a construção de metodologia, assessoramento e desenvolvimento de documento final de Planos Estaduais de Atenção às Mulheres Privadas de Liberdade e Egressas do Sistema Prisional.

2018 - 2018

Plataforma Brasileira de Política de Drogas

Vínculo: Consultora, Enquadramento Funcional: Consultora

Outras informações:
Consultora na pesquisa ?Maternidade e Drogas: Levantamento e análise de dados nacionais sobre a retirada de guarda de filhas e filhos motivada pelo consumo de drogas materno? para a Plataforma Brasileira de Políticas sobre Drogas. Responsável por auxiliar na construção da metodologia da pesquisa, por executar a metodologia de coleta e análise de dados, assim como por escrever o relatório final da pesquisa.