Maria Helena da Silva

Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Mestranda pelo Programa Associado de Pós Graduação em Fonoaudiologia (PPGFON) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Informações coletadas do Lattes em 15/12/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Fonoaudiologia

2018 - Atual

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: RELAÇÃO DO SISTEMA FONOLÓGICO E CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA EM CRIANÇAS PRÉ?ESCOLARES DE BAIXA RENDA,Orientador:
Cíntia Alvez Salgado Azoni.Palavras-chave: Linguagem Infantil; Fala; Aprendizagem; Carência socioeconômica.

Graduação em Fonoaudiologia

2013 - 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Título: FREQUÊNCIA DE QUEIXA DE ENGASGO NO RASTREAMENTO DE DISFAGIA EM IDOSOS
Orientador: JULIANA FERNANDES GODOY

Ensino Médio (2º grau)

2005 - 2007

Colégio Pré-Universitário

Formação complementar

2020 - 2020

TERAPIA DA FALA - RECURSOS FACILITADORES PARA O APRENDIZADO MOTOR. (Carga horária: 4h). , Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, SBFa, Brasil.

2020 - 2020

INTRODUÇÃO A TÉCNICA PROMPT. (Carga horária: 18h). , THE PROMPT INSTITUTE, PROMPT, Estados Unidos.

2019 - 2019

Sistema de Comunicação por Troca de Figuras - PECS - Nível I. (Carga horária: 13h). , PYRAMID EDUCATIONAL CONSULTANTS, PYRAMID, Estados Unidos.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fonoaudiologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fonoaudiologia / Subárea: LINGUAGEM ORAL E ESCRITA.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fonoaudiologia / Subárea: MOTRICIDADE OROFACIAL.

Organização de eventos

SILVA, M. H. . II Simpósio Regional e V Encontro ABENEPI-RN. 2019. (Outro).

Participação em eventos

I SIMPÓSIO INTERNACIONAL "INTERDISCIPLINARIDADE, APRENDIZAGEM E DISLEXIA. 2016. (Simpósio).

XXVI CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA. Consistência interna e confiabilidade do protocolo de identificação de risco de disfagia orofaríngea. 2015. (Congresso).

Circuito Cultural Une versos das Artes.Grupo de Ópera Canto Dellarte. 2014. (Outra).

Produções bibliográficas

  • PEREIRA, T. C. S. ; MEDEIROS, M. H. ; SILVA, M. H. ; CAVALCANTI, M. A. R. ; PERNAMBUCO, L. A. . A EXPERIÊNCIA DE ESTUDANTES DE FONOAUDIOLOGIA EM UM CORAL COM LARINGECTOMIZADOS TOTAIS. In: XXIV Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia, 2016, São Paulo. A EXPERIÊNCIA DE ESTUDANTES DE FONOAUDIOLOGIA EM UM CORAL COM LARINGECTOMIZADOS TOTAIS, 2016. p. 8903-8903.

  • SILVA, M. H. ; MAGALHÂES JÚNIOR. H.V. . Consistência interna e confiabilidade do protocolo de identificação de risco de disfagia orofaríngea. In: XXVI CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA, 2015, Natal. Anais eCICT 2015, 2015. p. 2254-2255.

  • LIMA, K. R. A. ; SILVA, M. H. ; Taveira, K. V. M. . PARTILHANDO SABERES PARA DINAMIZAR O ENSINO DA ANATOMIA HUMANA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA. In: Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia, 2014, Joinville. Sessão de Pôsteres, 2014. p. 5429-5429.

  • SILVA, M. H. ; MAGALHÂES JÚNIOR. H.V. . Consistência interna e confiabilidade do protocolo de identificação de risco de disfagia orofaríngea. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

SILVA, M. H. ; MAGALHÂES JÚNIOR. H.V. . Consistência interna e confiabilidade do protocolo de identificação de risco de disfagia orofaríngea. 2015. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    Processamento fonológico, leitura e escrita de escolares de baixa renda de Natal: estudo de follow-up, Descrição: Resumo O Brasil tem um dos níveis mais baixos de leitura no ranking internacional, abaixo do Uruguai e Colômbia [1]. A proficiência de leitura no estado do Rio Grande do Norte é especialmente baixa, com uma classificação de 21 entre os 27 estados do Brasil [2]. Em geral, as habilidades de alfabetização de baixo nível demonstraram estar fortemente ligadas à renda monetária do adulto [3], além de terem sido associadas a problemas de saúde mental subsequentes, como depressão e outras implicações, como taxas de encarceramento mais elevadas [4-5]. No Brasil, os fatores relacionados ao baixo nível de alfabetização incluem redução do acesso à alfabetização em casa, apoio limitado e recursos nas escolas e falta de pré-escolas e ferramentas de alta qualidade para identificar crianças em risco [6]. Entre estes fatores, o mais influente é a formação inadequada de professores, particularmente sobre como promover melhores habilidades de pré-alfabetização em contextos educacionais da primeira infância [7]. É importante notar que a maior parte da pesquisa sobre alfabetização infantil foi realizada em países de língua inglesa, sem relevância transcultural para o contexto brasileiro. A pesquisa é necessária para desenvolver ferramentas interventivas confiáveis para identificar as crianças em risco de falha na alfabetização em português e para examinar o impacto do apoio à alfabetização e remediação durante os anos escolares [8]. Desta forma, com base na hipótese de que crianças de baixa renda que recebem intervenção em habilidades linguísticas de consciência fonológica e vocabulário podem desenvolver melhor a leitura e a escrita, o objetivo desta pesquisa é analisar o desempenho em tarefas de processamento fonológico, leitura e escrita ao longo de três anos após intervenção prévia dos anos iniciais de alfabetização. Para tanto serão selecionadas crianças em idade escolar entre o 3 e 5 ano do ensino fundamental de escolas públicas de Natal/RN. Estas crianças serão divididas em dois grupos, GEI e GEII, nos quais o primeiro é de crianças que fizeram intervenção em dois momentos e o segundo apenas uma intervenção. Espera-se que esta pesquisa identifique as habilidades desenvolvidas a longo prazo nas crianças de baixa renda, tornando-as leitoras proficientes, o que as tornará passíveis de melhores condições futuras de vida. Introdução/Justificativa (incluindo os benefícios esperados no processo ensino-aprendizagem e o retorno para os cursos e para os professores da instituição em geral) O Brasil, segundo avaliação do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), está entre os últimos colocados na avaliação de competência de leitura [2]. Além disso, segundo o Censo Educacional 2001 [9], mais de 25% de todas as crianças que ingressaram na 1ª série do ensino fundamental (5,98 milhões) fracassaram e não alcançaram a 2ª série. Apesar das taxas de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental terem crescido de 2002 a 2014, há ainda baixa aprovação (87,8%) no 3 ano, etapa final do ciclo de alfabetização [10]. A baixa aprovação na etapa final do ciclo de alfabetização pode ser justificada pelo fato de não haver avaliações constantes dos alunos nos anos iniciais do ensino fundamental, o que facilita a aprovação ?automática? dos alunos ao longo das séries e negligência às dificuldades desses alunos que são reprovados no final do ciclo [11]. A Resposta à Intervenção (RTI ? response to intervention) é um modelo interventivo que tem o objetivo de prevenir dificuldades de aprendizagem, identificar precocemente, monitorar e remediar crianças com risco para dificuldades de aprendizagem e realizar intervenções especializadas intensivas baseadas na responsividade ao monitoramento progressivo das crianças que apresentam dificuldades persistentes, sugestivas de um transtorno específico de aprendizagem [12-15]. As intervenções precoces em crianças pré-esc. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Helena da Silva - Coordenador / CINTIA ALVES SALGADO AZONI - Integrante / CHARLES HAYNES - Integrante / FLAVIA FERREIRA LEMOS - Integrante / LUANA GABRIELE GARCIA DE SOUZA - Integrante / ALEXANDRE LUCAS DE ARAÚJO BARBOSA - Integrante / ANA BEATRIZ LEITE DOS ANJOS - Integrante.

  • 2019 - 2020

    Preditores de alfabetização e intervenção em leitura de pré-escolares de famílias de baixa renda, Descrição: Resumo O Brasil tem um dos níveis mais baixos de leitura no ranking internacional, abaixo do Uruguai e Colômbia [1]. A proficiência de leitura no estado do Rio Grande do Norte é especialmente baixa, com uma classificação de 21 entre os 27 estados do Brasil [2]. Em geral, as habilidades de alfabetização de baixo nível demonstraram estar fortemente ligadas à renda monetária do adulto [3], além de terem sido associadas a problemas de saúde mental subsequentes, como depressão e outras implicações, como taxas de encarceramento mais elevadas [4-5]. No Brasil, os fatores relacionados ao baixo nível de alfabetização incluem redução do acesso à alfabetização em casa, apoio limitado e recursos nas escolas e falta de pré-escolas e ferramentas de alta qualidade para identificar crianças em risco [6]. Entre estes fatores, o mais influente é a formação inadequada de professores, particularmente sobre como promover melhores habilidades de pré-alfabetização em contextos educacionais da primeira infância [7]. É importante notar que a maior parte da pesquisa sobre alfabetização infantil foi realizada em países de língua inglesa, sem relevância transcultural para o contexto brasileiro. A pesquisa é necessária para desenvolver ferramentas de triagem confiáveis para identificar as crianças em risco de falha na alfabetização em português e para examinar o impacto do apoio à alfabetização e remediação durante os anos pré-escolares [8]. Introdução/Justificativa (incluindo os benefícios esperados no processo ensino-aprendizagem e o retorno para os cursos e para os professores da instituição em geral) O Brasil, segundo avaliação do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), está entre os últimos colocados na avaliação de competência de leitura [2]. Além disso, segundo o Censo Educacional 2001 [9], mais de 25% de todas as crianças que ingressaram na 1ª série do ensino fundamental (5,98 milhões) fracassaram e não alcançaram a 2ª série. Apesar das taxas de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental terem crescido de 2002 a 2014, há ainda baixa aprovação (87,8%) no 3 ano, etapa final do ciclo de alfabetização [10]. A baixa aprovação na etapa final do ciclo de alfabetização pode ser justificada pelo fato de não haver avaliações constantes dos alunos nos anos iniciais do ensino fundamental, o que facilita a aprovação "automática" dos alunos ao longo das séries e negligência às dificuldades desses alunos que são reprovados no final do ciclo [11]. A Resposta à Intervenção (RTI - response to intervention) é um modelo interventivo que tem o objetivo de prevenir dificuldades de aprendizagem, identificar precocemente, monitorar e remediar crianças com risco para dificuldades de aprendizagem e realizar intervenções especializadas intensivas baseadas na responsividade ao monitoramento progressivo das crianças que apresentam dificuldades persistentes, sugestivas de um transtorno específico de aprendizagem [12-15]. As intervenções precoces em crianças pré-escolares e do início de alfabetização mostram-se mais eficientes e econômicas no sentido de identificar os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem, o que contribui para o encaminhamento eficaz para intervenções especializadas e superação das mesmas [16]. Este modelo de intervenção já está consolidado no sistema de ensino dos EUA, porém há poucos estudos sobre sua implementação em escolas brasileiras e nenhum publicado na região Nordeste. Estudos publicados no Brasil foram realizados na Região Sudeste [13,17-19]. Dessa forma, a implementação de intervenções deste tipo pode melhorar o desempenho linguístico de todos os escolares de forma preventiva e auxiliar os professores na identificação precoce de crianças com possíveis transtornos específicos de aprendizagem ou outras alterações especificamente as de leitura, principalmente em escolares com vulnerabilidade social na fase inicial da alfab. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (4) . , Integrantes: Maria Helena da Silva - Coordenador / CINTIA ALVES SALGADO AZONI - Integrante / CHARLES HAYNES - Integrante / GIGI LUK - Integrante / NADINE GAAB - Integrante / ANA CAROLINA DANTAS DE MEDEIROS - Integrante / FLAVIA FERREIRA LEMOS - Integrante / LUANA GABRIELE GARCIA DE SOUZA - Integrante / Meredith Rowe - Integrante.

  • 2017 - 2020

    Preditores de alfabetização e intervenção em leitura de pré-escolares de famílias de baixa renda de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil, Descrição: Resumo O Brasil tem um dos níveis mais baixos de leitura no ranking internacional, abaixo do Uruguai e Colômbia [1]. A proficiência de leitura no estado do Rio Grande do Norte é especialmente baixa, com uma classificação de 21 entre os 27 estados do Brasil [2]. Em geral, as habilidades de alfabetização de baixo nível demonstraram estar fortemente ligadas à renda monetária do adulto [3], além de terem sido associadas a problemas de saúde mental subsequentes, como depressão e outras implicações, como taxas de encarceramento mais elevadas [4-5]. No Brasil, os fatores relacionados ao baixo nível de alfabetização incluem redução do acesso à alfabetização em casa, apoio limitado e recursos nas escolas e falta de pré-escolas e ferramentas de alta qualidade para identificar crianças em risco [6]. Entre estes fatores, o mais influente é a formação inadequada de professores, particularmente sobre como promover melhores habilidades de pré-alfabetização em contextos educacionais da primeira infância [7]. É importante notar que a maior parte da pesquisa sobre alfabetização infantil foi realizada em países de língua inglesa, sem relevância transcultural para o contexto brasileiro. A pesquisa é necessária para desenvolver ferramentas de triagem confiáveis para identificar as crianças em risco de falha na alfabetização em português e para examinar o impacto do apoio à alfabetização e remediação durante os anos pré-escolares [8]. Introdução/Justificativa (incluindo os benefícios esperados no processo ensino-aprendizagem e o retorno para os cursos e para os professores da instituição em geral) O Brasil, segundo avaliação do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), está entre os últimos colocados na avaliação de competência de leitura [2]. Além disso, segundo o Censo Educacional 2001 [9], mais de 25% de todas as crianças que ingressaram na 1ª série do ensino fundamental (5,98 milhões) fracassaram e não alcançaram a 2ª série. Apesar das taxas de aprovação nos anos iniciais do ensino fundamental terem crescido de 2002 a 2014, há ainda baixa aprovação (87,8%) no 3 ano, etapa final do ciclo de alfabetização [10]. A baixa aprovação na etapa final do ciclo de alfabetização pode ser justificada pelo fato de não haver avaliações constantes dos alunos nos anos iniciais do ensino fundamental, o que facilita a aprovação ?automática? dos alunos ao longo das séries e negligência às dificuldades desses alunos que são reprovados no final do ciclo [11]. A Resposta à Intervenção (RTI ? response to intervention) é um modelo interventivo que tem o objetivo de prevenir dificuldades de aprendizagem, identificar precocemente, monitorar e remediar crianças com risco para dificuldades de aprendizagem e realizar intervenções especializadas intensivas baseadas na responsividade ao monitoramento progressivo das crianças que apresentam dificuldades persistentes, sugestivas de um transtorno específico de aprendizagem [12-15]. As intervenções precoces em crianças pré-escolares e do início de alfabetização mostram-se mais eficientes e econômicas no sentido de identificar os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem, o que contribui para o encaminhamento eficaz para intervenções especializadas e superação das mesmas [16]. Este modelo de intervenção já está consolidado no sistema de ensino dos EUA, porém há poucos estudos sobre sua implementação em escolas brasileiras e nenhum publicado na região Nordeste. Estudos publicados no Brasil foram realizados na Região Sudeste [13,17-19]. Dessa forma, a implementação de intervenções deste tipo pode melhorar o desempenho linguístico de todos os escolares de forma preventiva e auxiliar os professores na identificação precoce de crianças com possíveis transtornos específicos de aprendizagem ou outras alterações especificamente as de leitura, principalmente em escolares com vulnerabilidade social na fase inicial da alf. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (8) . , Integrantes: Maria Helena da Silva - Coordenador / CINTIA ALVES SALGADO AZONI - Integrante / CHARLES HAYNES - Integrante / GIGI LUK - Integrante / NADINE GAAB - Integrante / ANA CAROLINA DANTAS DE MEDEIROS - Integrante / BRUNA CARDOSO WANDERLEY - Integrante / FLAVIA FERREIRA LEMOS - Integrante / JÉSSIKA SANTIAGO DA ROCHA - Integrante / LUANA CELLY SILVA APRÍGIO - Integrante / LUANA GABRIELE GARCIA DE SOUZA - Integrante / ROBERTA LOUISE MARIANO BEZERRA - Integrante.

  • 2015 - 2015

    Consistência interna e confiabilidade do protocolo de identificação de risco de disfagia orofaríngea, Descrição: Introdução: O protocolo elaborado por Logemann et al. (1) denominado de Northwestern Dysphagia Patient Check Sheet (NDPCS) é de fácil aplicação e abrange questões bem pontuais desde a sensibilidade até a especificidade de itens que favorecem a identificação dos riscos para a deglutição. Apesar de ser um instrumento de rastreamento, o NDPCS requer uma breve avaliação funcional da deglutição com a oferta de alimentos em diferentes consistências e volumes além da textura sólida. Por envolver este tipo de avaliação, faz-se necessário que sua aplicação seja de responsabilidade do fonoaudiólogo por ser este o profissional habilitado a avaliar, classificar e realizar o diagnóstico funcional da deglutição e do processo de alimentação por meio da avaliação clínica fonoaudiológica (2). Como já foi realizada a tradução e adaptação transcultural do NDPCS para o português brasileiro (3), o NDPCS está em processo de obtenção de evidências de validade. O presente estudo, portanto, tem como objetivo apresentar evidências de validade Northwestern Dysphagia Patient Check Sheet (Logemann,1999) em relação à sua consistência interna e confiabilidade. Objetivos Analisar a sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo e negativo do NDPCS em detectar risco para disfagia; Verificar a concordância do NDPCS em relação à sua confiabilidade e consistência interna;. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Helena da Silva - Integrante / Hipólito Virgílio Magalhães Júnior - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2013 - 2013

Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2018 - 2019

Clínica Reability Center

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Fonoaudiólogo Clínico, Carga horária: 12

2017 - 2019

Medicina do Trabalho Natal

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Audiologista Ocupacional, Carga horária: 20

2017 - 2017

Teleperformance

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Fonoaudióloga, Carga horária: 20

2019 - Atual

Cliap

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Fonoaudiólogo Clínico, Carga horária: 20

2021 - Atual

Clínica Vivianny lopes

Vínculo: PRESTADOR DE SERVIÇO, Enquadramento Funcional: FONOAUDIÓLOGA, Carga horária: 30