Marley Antônia Silva da Silva

Pós Doutora em História no Programa de Pós Graduação em História Comparada -PPGHC/UFRJ. Doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História PHIST/UFPA. Mestre em História pelo PPHIST/UFPA, Licenciada e Bacharel em História pela UFPA. Professora Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), Campus Belém. Atua na Licenciatura em História e na Especialização para Relações Etnicorraciais. Suas pesquisas estão relacionadas ao tráfico transatlântico de escravizados, história de mulheres negras na Amazônia Colonial e educação para as relações etnicorraciais. Faz parte da diretoria da Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH), sessão Pará (biênio 2024-2026). Compõe o Núcleo de Estudos Afro Brasileiros do IFPa (Campus Belém). ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8406-2169, email: marley.silva@ifpa.edu.br

Informações coletadas do Lattes em 27/11/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em História

2015 - 2020

Universidade Federal do Pará
Título: NAS CORRENTES DO ATLÂNTICO NORTE E SUL: TRÁFICO DE ESCRAVIZADOS PARA BELÉM DO GRÃO-PARÁ (1777-1841)
José Maia Bezerra Neto.

Mestrado em História

2010 - 2012

Universidade Federal do Pará
Título: A extinção da Companhia de Comércio e o tráfico de africanos para o Estado do Grão-Pará e Rio Negro (1777-1815
, Ano de Obtenção: 2012.Didier André Lahon.Bolsista do(a): FUNDACAO AMAZONIA DE AMPARO A ESTUDOS E PESQUISAS - FAPESPA, FAPESPA, Brasil. Palavras-chave: Tráfico Negreiro; Estado do Grão-Pará e Rio Negro;.

Graduação em História (lic/bach)

2004 - 2008

Universidade Federal do Pará
Título: ?O que se precisa para o adiantamento das lavouras?. Tráfico negreiro no Grão-Pará com o fim da Companhia Geral de Comércio (século XVIII)
Orientador: Rafael Ivan Chambouleyron

Pós-doutorado

2022 - 2025

Pós-Doutorado. , Universidade Federal do Rio de Janeiro -PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM HISTÓ, PPGHC, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas

Formação complementar

2021 - 2021

História da África. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Pará, UFPA, Brasil.

2021 - 2021

Escola de Políticas e Ações Afirmativas (EPAA). (Carga horária: 50h). , Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/a, ABPN, Brasil.

2010 - 2011

Extensão universitária em gestão de política pública em genero e raça. (Carga horária: 300h). , Universidade Federal do Pará, UFPA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: História.

Organização de eventos

SILVA, Marley A. S . I Exposição Gente de Rio. 2021. (Exposição).

SILVA, Marley A. S . Mocambos Amazônicos: História, Memória e identidades, séculos XiX a XX. 2017. (Outro).

SILVA, Marley A. S . 1º Simpósio de Escravidão e Liberdade. 2017. (Outro).

SILVA, Marley A. S . Simpósio Temático: relações de Etno raciais e Ensio de História. 2017. (Outro).

SILVA, Marley A. S . Escravidão, memória e pós emancipação: a face Amazônica. 2017. (Outro).

SILVA, Marley A. S . III Jornada de Estudos Coloniais: Ocupação, Ecnomia e Trabalho na Amazônia. 2011. (Outro).

SILVA, Marley A. S . II Encontro de Pesquisa em Educação do Campo do Estado do Pará. 2010. (Outro).

Participação em eventos

Formação História e Cultura Afro Amazônica.O Comércio de Escravizados na Amazônia Colonial. 2021. (Outra).

II Seminário de Histórias Conectadas, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em História e Conexões Atlânticas: Culturas e Poderes, da Universidade Federal do Maranhão.O TRÁFICO DE ESCRAVIZADOS AO NORTE DO ATLÂNTICO: AS RELAÇÕES ENTRE ALTA GUINÉ E GRÃO PARÁ (1755-1815). 2021. (Seminário).

II Webnario do GEPEAM.?O TRÁFICO DE ESCRAVIZADOS ENTRE ALTA GUINÉ E GRÃO PARÁ (1755-1815)?. 2021. (Seminário).

I Simpósio de questões étnico-raciais ediversidade: cultura, resistência e luta por cidadania e equidade,."Resistência e luta dos povos negros por cidadania e equidade ao longo dos séculos". 2021. (Simpósio).

II Simpósio de Escravidão e Liberdade.Tráfico transatlântico e Interno de Escravos. 2018. (Simpósio).

XV Jornada do HISTEDBR.Por detrás das cortinas: bases epistemológicas das práticas educativas no terreiro. 2018. (Seminário).

1 Simpósio de Escravidão e Liberdade. 2017. (Simpósio).

1ª Simpósio de Escravidão e Abolicionismo a Amazônia.O Grão Pará e a África no Comércio de gente (1777-1841). 2017. (Simpósio).

1ª Simpósio de Escravidão e Abolicionismo na Amazônia- Mesa redonda :Tráfico Transatlântico e interno de Escravos.Belém e o Tráfico de Almas entre o Atlântico Norte e Sul (1777-1841). 2017. (Simpósio).

8º Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional.O tráfico e os traficantes no Estado do Grão Pará e Rio Negro (1777-1815). 2017. (Encontro).

VI Encontro Internacional de História colonial. Tráfico Negreiro e Epidemias no Pará e Rio Negro. 2016. (Congresso).

Amas e mães escravas: perspectivas comparadas sobre maternidade de escravas, infertilidade se, separação de mães e filhos e cuidado de crianças nas sociedades escravistas do Atlântico.. 2015. (Seminário).

I Congresso de Ciência, Tecnologia e Inovação. Educação, Tecnologia e sociedada. 2013. (Congresso).

IV Encontro Internacional de História Colonial.o fim do monopólio da Companhia pombalina e os comerciantes de almas do grão-Pará e Rio Nero (1777-1815)g. 2012. (Encontro).

III Jornada de Estudos Coloniais: Ocupação, Economia e Território.Na rota do Atlântico: Uma abordagem sobre o tráfico negreiro para a Amazônia Colonial. 2011. (Outra).

XXIV Simpósio Nacional de História. 2011. (Simpósio).

III Simpósio Internacional de História da Amazônia.O tráfico de Africanos na Amazônia Colonial: Abordagens Historiográficas. 2010. (Simpósio).

seminário diálogos interdisciplinares: novas perspectivas em História.História e Historiografia do Tráfico e da escravidão urbana no Pará, séculos XVIII e XIX. 2010. (Outra).

III Encontro de Formação do Programa Escola ativa Módulo III Alfabetização e Letramento. 2009. (Outra).

IX Encontro de Educação Especia do Município de Abaetetubal. 2008. (Encontro).

Mini-curso:História e Demografia:Possibilidades Metodológicas. 2007. (Simpósio).

Seminário nacional de História e Demografia. 2007. (Seminário).

Conferência :Entre Amazônia e o Brasil;arte e arquitetura na modernidade. 2006. (Outra).

Conferência:meandros da História:entre a tutela e a liberdade dos índios. 2006. (Outra).

Conferência: Raízes do Brasil: modernismo e história.. 2006. (Outra).

Encontro de Professores do Estado do Pará. 2006. (Encontro).

II Simpósio Internacional de História da Amazônia (VI Encontro Regional de História ANPUH-Núcleo Pará). 2006. (Simpósio).

I Jornada Acadêmica de História em Bragança.. 2006. (Outra).

IX Jornada de extensão Universitária da UFPA. 2006. (Outra).

Jornada Acadêmica de História em Bragança. 2006. (Outra).

Mini-curso:História e Imagem.. 2006. (Outra).

Mini-curso:História e vida mateial. 2006. (Outra).

O Ensino Acadêmico e o Ensino Escolar:Como Reunir Mundos Ainda tão Distantes. 2006. (Outra).

Participação na equipe de apoio da I Jornada Acadêmica de História em Bragança.. 2006. (Outra).

Repensando o cientificismo:Construção de uma nova abordagem sobre a história da Borracha e da Amazônia. 2006. (Outra).

XXVI Encontro Nacional dos Estudantes de História.As dificuldades de preservação documental nos arquivos de Belém. 2006. (Encontro).

Ciclo de conferencias:as origens da américa:o novo mundo enter o islã e os messianismos. 2005. (Outra).

Conferência :O Papel das Relações de Parentesco na Idade Média(sec.v - xv). 2005. (Outra).

mini-curso :História e LIteratura. 2005. (Outra).

mini-curso:História e Natureza:Por uma História Social das Águas. 2005. (Outra).

Noções de Elaboração de Trabalhos Científicos. 2005. (Outra).

XVIII semana acadêmica de História. 2005. (Outra).

Ciclo de Conferencias "O choque dos pensamentos e das idéias: a mundialização ibérica e os outros mundos (séculos XVI e XVII)". 2004. (Outra).

I Jornada Acadêmica de História. 2004. (Outra).

I simpósio Internacional de História da Amazônia (V Encontro Regional de História da ANPUH). 2004. (Simpósio).

Primeiro Simpósio Internacional da História da Amazonia (V encontro regional de história ANPUH-PARÁ). 2004. (Simpósio).

XVII Semana Academica de História. 2004. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Évelyn Vitória Peniche Moraes

SILVA, Marley. O matriarcado diaspórico no Tambor de Mina: Trajetórias, Memórias e Saberes na Casa Grande de Tóy Lissá e Abê Manjá em Belém do Pará. 2025. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: ELIZA CORRÊA SANTOS

SILVA, Marley. EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS EM DUAS ESCOLAS DE MARABÁ-PA: Metodologias de projetos escolares (2016-2023). 2025. Dissertação (Mestrado em HISTÓRIA) - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará.

Aluno: CLAUDIANE DA SILVA LADISLAU

Cardoso, S.R.P; LOBATO, A. M. L.;SILVA, Marley Antonia Silva daSILVA, Marley A. S. MEMÓRIAS DA ORIGEM E DA TRAJETÓRIA DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABI) DO IFPA CAMPUS BREVES. 2024. Dissertação (Mestrado em programa de pós-graduação em Educação Profissional e Tecnológica,) - Inst Fed de Ed, Ciência e Tec do Pará.

Aluno: Robervania de Lima Sá Silva

CASTIGLIONE, A. C.; SILVA, G. A.; MALCHER, M. A. F.; CASTRO, M. C. D.;Silva, Marley Antonia Silva da. PALAVRAS DE DOR: ESTUDO LÉXICO-SEMÂNTICO DE VOCÁBULOS, EXPRESSÕES E SENTENÇAS RACISTAS UTILIZADOS CONTRA ALUNAS E SERVIDORAS NEGRAS DO CAMPUS CASTANHAL DO INSTITUTO FEDERAL DO PARÁ ? IFPA, Ano de obtenção. 2022. Tese (Doutorado em Letras:Ensino de Língua e Literatura) - Universidade Federal do Norte do Tocantins.

Aluno: Maria Luiza Reis Mendonça

SILVA, Marley Antonia Silva da. Memórias sobre a comida: vivências de mulheres no contexto do "curvão". 2025. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Regina Loube de Paula

SILVA, Marley. Políticas Públicas de Igualdade Racial no Município de Bujaru. 2025. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Larissa Fernanda Silva da Silva

SILVA, Marley. o grafismo icoaraciense a partir da narrativa de vida mestres ceramistas: resistência afro indígenas. 2025. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Andressa D`Angelis

SILVA, Marley. É luta das manas, é luta das minas, o que prevalece é resistência feminina: a atuação de mulheres no hip hop da região metropolitana de Belém, um estudo de potencialização destas vozes. 2025. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Ana Paula Dias Martins

SILVA, Marley A. S. AFROGINCANA: as ações pedagógicas desenvolvidas pelo Cedenpa e a importância do brincar no enfrentamento ao racismo. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Samilly Valadares Soares

SILVA, Marley A. S. AQUILOMBAR É URGENTE: formação de identidades e territorialidades de juventudes quilombolas no território quilombola de Jambuaçu, PA. 2023.

Aluno: Rosiete Lessa dos Reis Costa

SILVA, Marley A. S. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS ANTIRRACISTAS NO ENSINO FUNDAMENTAL I: a experiência da Escola Quilombola de São Judas Tadeu, Bujaru ? PA. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Élida Nascimento Monteiro

SILVA, Marley A. S. POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS (PAA) DIRECIONADAS À POPULAÇÃO QUILOMBOLA: Consolidando uma agenda no estado do Pará. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Genilza do Socorro Trindade Paiva

SILVA, Marley A. S. TERRITORIALIDADES E OS PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO DOS TERRITÓRIOS QUILOMBOLAS NO MUNICÍPIO DE CONCÓRDIA DO PARÁ. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Dulcilene Alves de Castro

Silva, Marley Antonia Silva da. Empoderamento de Gênero através da Associação Oxalá de Bujaru no Quilombo São Judas Tadeu- PA. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: ANDREA CARDOSO E CARDOSO

SILVA, Marley A. S. HISTÓRIA, MEMÓRIA E SABERES: a educação escolar quilombola na percepção de uma prática pedagógica desenvolvida no território quilombola de Moju Miri, PA. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Gabrielle Botelho e Fernanda Ribeiro Vasconcelas

SILVA, Marley A. S. MEMÓRIAS HISTÓRICAS: uma análise discursiva dos aspectos identitários e etnicorraciais de Gurupá/PA. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Larissa Gabriela Almeida

SILVA, Marley A. S. Sequência Didática Representatividade Negra Em ?Quadros Vivos?.. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Kate Titan Dias Pereira

SILVA, Marley Antonia Silva da. RACISMO E PRECONCEITO LINGUÍSTICOS: a linguagem como silenciamento e dominação de mulheres quilombolas discentes da UFPA. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: JOÃO JORGE NETO

SILVA, Marley A. S. GÊNERO E RAÇA: um debate necessário no currículo escolar. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: THAMARA NUNES DE SOUZA

SILVA, Marley A. S. RACISMO AMBIENTAL E A COMUNIDADE TRADICIONAL MOJU MIRI, PARÁ, BRASIL: UMA QUESTÃO GEOGRÁFICA E CULTURAL. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Gleidson Wirllen Bezerra Gomes

SILVA, Marley A. S. RAÇA E TRANSMASCULINIDADE EM BELÉM-PA: A TRAJETÓRIA BIOGRÁFICA DE RAFAEL CARMO. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Kildren Pantoja Rodrigues

SILVA, Marley A. S. QUILOMBOS MARAJOARAS, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: A IMPORTÂNCIA DE DIRETRIZES ÉTNICAS EDUCACIONAIS À LUZ DO DECRETO Nº 6.040, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2007, NO MUNICÍPIO DE SALVATERRA?, ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, PARÁ. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Angineri Ney Vieira da Silva

SILVA, Marley A. S. RESIGINIFICANDO A IDENTIDADE QUILOMBOLA CAPIENSE. 2023 - Instituto Federal do Pará.

Aluno: BRUNA LUIZA CIARINI NEGRÃO

SILVA, Marley A. S. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA INCLUSÃO DA EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ESCOLA QUILOMBOLA SÃO JUDAS TADEU, BUJARU, PARÁ. 2023. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialista em Agroextrativismo Pesqueiro e Desenvolvimento Rural.) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: EDILENE DA SILVA URBANO

SILVA, Marley. O PARÁ NA REDE: REPRESENTAÇÕES DA IDENTIDADE CULTURAL PARAENSE NO FACEBOOK?. 2021.

Aluno: Ígora Irma Santos Dácio

SILVA, Marley A. S. Mulheres no poder: A trajetória feminina na política de Abaetetuba. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Idinéia Lameira da Silva

SILVA, Marley A. S. Prática Docente em escolas quilombolas em Moju-Pa. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Eliete Rodrigues Chaves

SILVA, Marley A. S. A inclusão escolar do aluno com defciencia auditiva na E.E.E. F Leonidas Montes. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Rosângela Maciel dos Santos

SILVA, Marley A. S. A construçãao da identidade africana em "O outro pé da sereia" de Mia Couto. 2016. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: JOÃO LUCAS NERY COSTA

SILVA, Marley A. S. ?DO SILÊNCIO DO LAR AO SILÊNCIO ESCOLAR: O NEGRO NO LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL SOB A PERSPECTIVA DA LEI. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Roraima.

Aluno: Gesianne Mayara Mourão

SILVA, Marley A. S. Atuação das mulheres nos Conselhos Deliberativos de três Reservas Extrativista Marinhas do Salgado Paraense. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Pesca) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Patrik Barros de Souza

SILVA, Marley. O MODO DE VIDA E TRABALHO DE MULHERES EXTRATIVISTAS DE CAMARÃO Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862) NA COMUNIDADE DE ITAPERUÇU, BAIÃO, PARÁ. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Pesca) - Instituto Federal do Pará.

Aluno: Ana Luiza Nascimento Palha

SILVA, Marley A. S. MULHERES E O TRABALHO DE ?DIGITAL INFLUENCER?: NOVAS FORMAS DE EXPLORAÇÃO DO CORPO FEMINO NO INÍCIO SÉCULO XXI. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em História) - Universidade do Estado do Pará.

Aluno: Gloria Rebeca Reis Trindade

SILVA, Marley A. S. ALEITAMENTO MATERNO NEGRO: EXPERIENCIA DE MULHERES NEGRAS DA RMB. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em História) - Universidade do Estado do Pará.

Aluno: Irlanna Dias Ramos

SILVA, Marley A. S. O CINEMA FEMININO E SUAS REPRESENTAÇÕES: UM OLHAR SOBRE AS VIVÊNCIAS DE MULHERES NEGRAS NO CINEMA AMAZÔNICO NO SÉCULO XIX. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em História) - Universidade do Estado do Pará.

Aluno: Isabela Miranda de Azevedo

SILVA, Marley A. S. MULHERES NEGRAS ARTISTAS: um olhar interseccional para a exposição ?As Amazonas do Pará? com ênfase nas obras de Glauce Santos e Naiara Jinknss.. 2021.

Aluno: ANDERSON DA SILVA MEDEIROS

SILVA, Marley A. S. Possibilidade de Evasão na EJA em uma escola da rede municipal de Educação de Tucuruí. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará.

Aluno: Oscar Humberto de Souza Junior

SILVA, Marley A. S. Cultura afro brasileira e História da África um estudo nos bancos escolares. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Robson Clayton França dos Santos

SILVA, Marley A. S. a casa familiar rural de jambuaçu: por uma formação ontinuada visando uma educação do campo de qualidade. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação do Campo) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Lenil Rego dos Santos

SILVA, Marley A. S. Minha História de vida: Ressignificando minha práticadocente, um novo desafio para a aquisição de novos saberes. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Creuza Corrêa Ferreira

SILVA, Marley A. S. Minhas Memórias: vida pessoal, profissional e acadêmica.. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia) - Universidade Federal do Pará.

Aluno: Inês da Silva Souza e Regina Mota Barbosa

SILVA, Marley A. S. transformações na festa cultural de São Benedito do Abuí no período de 1990 até os dias atuais. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará.

Aluno: Eric Almeida da Silva e Rosinélia Cardoso Mota

SILVA, Marley A. S. A origem da festa de São lázaro do Lago Curupira: mudanças e permanências desde 1966 até os dias atuais. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará.

Aluno: Maria Gemaque Pimenta e Maria de Fátima Araújo da Costa

SILVA, Marley A. S. História e Memória da Comunidade de Santa Terezinha do Menino Jesus no município de Oriximiná. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará.

Aluno: Nacleia Ferreira de Souza

SILVA, Marley A. S. Casamento katuena: um estudo de caso sobre as relações matrimoniais dos indígenas katuena da aldeia Tamyuru, e as posíivieis transformações ocorridas a partir das missões de 1965. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará.

Aluno: Edmilsom Vieira Printes e Valeria Souza Araújo

SILVA, Marley A. S. As festas e o cotidiano na aldeia kwanamari. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará.

SILVA, Marley A. S. Concurso Público - 01/2025 - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ - IFPA. 2025. Instituto Federal do Pará.

SILVA, Marley A. S. Museu Goeldi-EDITAL MPEG Nº 01, DE 27 de NOVEMBRO de 2024. 2024. Museu Paraense Emílio Goeldi.

SILVA, Marley A. S. Banca avaliadora do processo seletivo simplificado para professor subs. 2018. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará.

SILVA, Marley A. S. Concurso para cargo efetivo de docente no iFPa. 2016. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará.

SILVA, Marley A. S. Comissão de Seleção do Edital nº 008/2025 ? Premiação para Mestres e Mestras do Estado do Pará. 2025. Secretaria de Cultura do Pará.

SILVA, Marley A. S. Comissão Estadual do Pará, enquanto avaliador/a da Etapa Estadual da 38a edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade,. 2025. IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Pa.

SILVA, Marley A. S. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL E GESTÃO DE EMPREENDIMENTOS AGROALIMENTARES. 2024. IFPA - Campus Ananindeua.

SILVA, Marley A. S. Banca especialização em Linguagem, Cultura e Educação. 2020.

Silva, Marley Antonia Silva da. Banca especialização em Linguagem em Docência no Ensino Superior. 2020. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará.

Orientou

Maria Celeste Gomes da Silva

População escrava e identidades africanas: um estudo comparativo entre São Luís e Ribeira do Itapecuru, Maranhão, 1755-1830; Início: 2022; Tese (Doutorado em História Comparada) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Coorientador);

Deusilene de Souza Trindade

Representatividade Negra na política: um caminho para garantia de direitos; 2025; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Rosiete Lessa dos Reis Costa

Diretrizes Políticas e Curriculares Quilombola da rede municipal de Ensino de Bujarú -Pará; 2025; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Inovações Curriculares na Educação do Campo) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Rosicleide Gonçalves Lobo

Corpos Marcados pela doença: os escravizados em Belém nos inventários (1800-1850); 2025; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Holdamir Martins Gomes

As palavras "mal ditas" de todos os dias e os círculos de diálogos para palavras "bem ditas"; 2025; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Darlan Gardunho Costa

Cineclubismo e Educação: o uso de obras audiovisuais nacionais como ferramenta pedagógica para o fortalecimento da lei 10; 639/2003 e da luta antirracista no espaço escolar; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

SÂMIA MAÍRLA VIANA PIMENTEL

Educação Quilombola e Recorte de Gênero: atuação e processo educativo da quilombola maria josé do quilombo São José de Icatú; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Camyla Roberta Gonzaga Silva

O papel da escola na autoestima e autonomia de meninas pretas; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Peter Paulo Martins Valença

O perfilamento racial nas abordagens policiais como um instrumento de perpetração do racismo estrutural: Uma análise jurisprudencial; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Bruno Wesley Cordeiro Barros

Roupa e Sociedade: entendendo a comunidade negra a partir das relações sociais de poder através da vestimenta na Belém da Belle Époque entre 1889 e 1912; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Kelly Chaves Tavares

O uso das biografias de intelectuais negras e negros no ensino de história de acordo com a Lei nº 10; 639/2003; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Maria de Nazaré Costa da Cruz

A Educação Popular na Formação Antirracista de Mulheres Negras no Estado do Pará; (2003-2023); 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Évelyn Vitória Peniche Moraes

O Tambor de Mina e a simbologia da mulher negra afro religiosa na cidade de Belém- diálogos entre vivências e representatividades nas temáticas etnicorraciais; 2023; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Relações Étnico Raciais) - Instituto Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Flávia Chaves Silva Trindade

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER: UMA QUESTÃO CULTURAL E DE GÊNERO EM TUCURUÍ-PA; 2022; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Linguagem, Cultura e Educação na Amazônia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Francinete do Socorro Correa de Abreu

; O Currículo da Educação Infantil no Ensino das Relações Étnico-Raciais no município de Tucuruí/Pa; 2021; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Linguagem, Cultura e Educação na Amazônia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Maria do Socorro Santos Lobato

Educação etno racial: aplicação da lei 10; 639/2003 na prática docente; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

SIMONE FERREIRA MEDEIROS

As ações da SEMEC/Abaetetuba na perspectiva inclusiva; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Ana Cláudia Cardoso da Silva

"Direito e Inclusão: da legislação ao chão da escola": um estudo de caso em Barcarena/Pa; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Josiane Márcia Maués Moraes

Inclusão do aluno com deficiência em uma escola ribeirinha; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

MARIA DAS GRAÇAS BRITO CARDOSO

O processo de Inclusão como direito: um estudo de caso na escola Rosa Maués carvalho vila de Beja/Pa; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização-Educação em Direitos Humanos e Diversidade) - Universidade Federal do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Izaelma Mamede Queiróz e Maria Clara Figueira

Quilombo Arapucú: discursos em questão; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Celestina Siqueira Campos

O festival do boto Encarnado: Currículo e Ensono de História Local; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Rosimar Maciel dos Santos e Joana da Gama Pires

Lutas, conquistas e consciência negra na comunidade do quilombo Tapagem; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Alailson da Silva Gualberto e Ormezinda dos Santos Souza

ensino de História e educação patrimonial na comunidade lago do Moura; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal do Oeste do Pará; Orientador: Marley Antonia Silva da Silva;

Produções bibliográficas

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  • SILVA, Marley A. S . Do Grão Pará para o Oeste do Estado do Brasil: Tráfico de escravizados entre Belém, mato Grosso e Goiás (1756 ?1804). REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO PARÁ , v. 10, p. 1, 2023.

  • SILVA, Marley Antonia Silva da . Trabalhando nos mares: marinheiras e marinheiros africanos nos navios da Companhia de Comércio do Grão Pará e Maranhão. REVISTA MARACANAN , v. 29, p. 1-220, 2022.

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  • SILVA, Marley A. S . Mariana quer ser livre : tráfico de escravizados e nação em Belém (1700-1750). Revista ABPN , v. 12, p. 10-26, 2020.

  • SILVA DA SILVA, MARLEY ANTONIA ; COSTA BARBOSA, BENEDITO CARLOS . La -ciudad ennegrecida-: esclavos en el Belém do Grão-Pará colonial. REVISTA DE ESTUDIOS BRASILEÑOS , v. 7, p. 109, 2020.

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  • SILVA, Marley A. S . O fim do monopólio da Companhia pombalina e os comerciantes de almas do Grão-Pará e Rio Negro (1777-1815). In: IV Encontro Internacional de História Colonial, 2012. IV Encontro Internacional de História Colonial, 2012.

  • SILVA, Marley A. S . O negro na Amazônia colonial: abordagens historiográficas. In: I Simpósio Internacional de Estudos sobre a escravidão no Brasil, 2010, Natal. I Simpósio Internacional de Estudos sobre a escravidão no Brasil, 2010.

  • SILVA, Marley A. S . O tráfico de africanos Amazônia colonial: abordagens historiográficas. In: III Seminário Internacional de História da Amazônia, 2010, Belém. Saberes, práticas e pluralidades na Amazônia:O ensino e a pesquisa em História. Belém, 2010.

  • SILVA, Marley A. S . As dificuldades de preservação documental (em especial as do período da borracha) nos arquivos de belém. In: Jornada Acadêmica de História em Bragança., 2006, Bragança. Publicação no caderno de resumos: Jornada Acadêmica de História em Bragança., 2006.

  • SILVA, Marley A. S . ''As dificuldades de preservação documental (em especial as do período da borracha )nos arquivos de Belém.. In: Encontro de Professores de História do Estado do Pará., 2006, Belém. Publicação do Caderno de Resumos do :, 2006.

  • SILVA, Marley A. S . A aplicabilidade da Lei 10.639/2003 nas comunidades Quilombolas de Abaetetub. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SILVA, Marley A. S . Currículo, relações etno raciais e ensino de História no Pará (Brasil). 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SILVA, Marley A. S . O tráfico e os traficantes no Estado do Grão-Pará e Rio Negro. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SILVA, Marley A. S . Maternidade e Liberdade na Amazônia Colonial Portuguesa (1790-1800). 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SILVA, Marley A. S . Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira: A Aplicabilidade da Lei 10.639/2003 Nas Comunidades Quilombolas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SILVA, Marley A. S . Tráfico Negreiro e Epidemias no Grão- Pará e Rio Negro. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, Marley A. S . A contribuição da História Oral para registros meomorialísticos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SILVA, Marley A. S . Meio Ambiente- Lugar de Homens , Mulheres e Natureza viverem Unidos o Projeto de Sustentabilidade. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, Marley A. S . Educação, tecnologia e sociedade. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, Marley A. S . EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E GESTÃO DEMOCRÁTICA: ENSAIO. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SILVA, Marley A. S . Encontro de Formação do Programa Escola Ativa Módulo IV. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SILVA, Marley A. S . As dificuldades de Presevação documental nos arquivos de Belém. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, Marley A. S . As dificuldades de Preservação documental nos Arquivos de Belém. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, Marley A. S . As dificuldades de Preservação Documental nos arquivos de Belém. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, Marley A. S . As dificuldades de Preservação Documental nos arquivos de Belém. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, Marley A. S . As dificuldades de preservação documental (em especial as do período da borracha) nos arquivos de Belém. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, Marley A. S . O tráfico de africanos na Amazônia Colonial. Abaetetuba: UFPa, 2015 (artigo publicado em revistas).

  • Lúlia Quiroz ; SILVA, Marley A. S . Caderno do Educador (a): História - Projeto Escola Ativa. Brasília 2010 (Livro Didático).

  • Lúlia Quiroz ; SILVA, Marley A. S . Caderno de ensino e aprendizagem : história 2. Barsília 2010 (Livro didático).

  • Lúlia Quiroz ; SILVA, Marley A. S . Caderno de ensino e aprendizagem : história 4 2010 (Livro didático).

  • Lúlia Quiroz ; SILVA, Marley A. S . Caderno de ensino e aprendizagem : história 5. Brasília 2010 (Livro didático).

  • Lúlia Quiroz ; SILVA, Marley A. S . Caderno de ensino e aprendizagem: história 1. Brasília 2010 (Livro didático).

Outras produções

SILVA, Marley A. S . ProEXT. 2015.

SILVA, Marley A. S . Assessoria pedagógica dos livros didáticos de História do projeto Escola Ativa. 2009.

SILVA, Marley A. S . Jornada Acadêmica de Historia em Bragança.. 2006.

SILVA, Marley A. S . XVIII Semana Acadêmica de História. 2005.

SILVA, Marley A. S . Memorial da Escravidão no Pará. 2024.

SILVA, Marley A. S . IV Encontro de formação do Programa escola Ativa Módulo IV. 2009.

SILVA, Marley A. S . Encontro de Professores de História do Estado do Pará. 2006.

Projetos de pesquisa

  • 2025 - 2025

    Vozes Negras do Grão-Pará: Rastros, Memórias e Ficções, Descrição: A história das mulheres negras na província do Grão-Pará tem sido, em grande parte, negligenciada nos registros históricos tradicionais, bem como, na literatura regional e nacional. Embora sua presença e contribuição tenham sido significativas, as narrativas sobre essas mulheres permanecem escassas e fragmentadas. Estudos recentes têm buscado resgatar essas trajetórias, evidenciando a necessidade de aprofundar a pesquisa nessa área. Por exemplo, Silva (2022) analisa a presença de africanas livres em Belém entre 1738 e 1785, destacando suas lutas por liberdade e inserção social. Além disso, Lacerda (2017) discute as representações de mulheres em Belém no século XIX, ressaltando a importância de compreender suas experiências cotidianas.A invisibilidade dessas mulheres nos registros oficiais revela um viés historiográfico que tradicionalmente privilegiou as experiências masculinas e eurocêntricas. Muitas dessas mulheres exerceram papeis fundamentais na economia, na cultura e na resistência social da região, seja como trabalhadoras, líderes comunitárias ou agentes de mudança, mesmo em meio a desumana escravatura. A ausência de suas histórias em registros formais reforça estereótipos e apaga suas contribuições, tornando essencial o desenvolvimento de iniciativas que visem reverter essa situação.A região amazônica, incluindo o Grão-Pará, foi historicamente um espaço de grande diversidade étnica e cultural. A presença de africanos escravizados e seus descendentes moldou de forma significativa a identidade da região, influenciando aspectos como a música, a culinária, a religião e o mercado de trabalho. Entretanto, a historiografia dominante ainda minimiza o papel das mulheres negras na construção desse cenário, restringindo suas representações a serviçais, amas de leite ou meras coadjuvantes na dinâmica social.Ao longo dos séculos XVIII e XIX, mulheres negras enfrentaram desafios ainda mais acentuados devido à interseccionalidade de gênero e cor. Muitas foram submetidas ao trabalho forçado nas casas de famílias abastadas, nos engenhos de açúcar e em atividades extrativistas, que exigiam esforço físico intenso. Outras conseguiram se tornar "forras" e passaram a atuar no comércio, como vendedoras de alimentos e produtos típicos, ou mesmo como curandeiras e parteiras, adquirindo respeito em suas comunidades. No entanto, essas trajetórias raramente são registradas e divulgadas, criando um vácuo na memória histórica da região.Diante disso, torna-se essencial resgatar e preservar a história dessas mulheres, trazendo suas vozes e experiências para o centro do debate histórico e literário. A criação de um banco de dados que reúna documentos históricos e matérias jornalísticas da época permitirá consolidar informações valiosas sobre essas mulheres e seus papéis na sociedade. Essa ferramenta também possibilitará que escritores, pesquisadores e demais interessados tenham acesso a fontes primárias e secundárias sobre o tema, incentivando novas pesquisas e produções literárias baseadas em fatos históricos.A literatura tem um papel fundamental na construção de identidades e na ampliação de perspectivas sobre grupos historicamente marginalizados. Representar mulheres negras do Grão-Pará como protagonistas de contos e romances significa reescrever a história sob um viés mais inclusivo e realista. A iniciativa também busca romper com padrões narrativos que frequentemente retratam essas mulheres apenas como vítimas, sem reconhecer sua resiliência, criatividade e impacto social. Por meio de uma abordagem histórico-literária, será possível oferecer uma visão mais ampla e respeitosa de suas trajetórias.Esse resgate não se limita ao campo acadêmico ou à produção literária. Ele tem impacto direto na valorização da identidade e da ancestralidade das populações afrodescendentes da região, fortalecendo laços comunitários e incentivando políticas de preserv. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Coordenador / Robervania de Lima Sá Silva - Integrante.

  • 2025 - 2025

    MANNAs-tec: Mulheres Amazônidas Negras em Narrativas Antirracistas digitais, Descrição: A ideia de criação de uma plataforma para elaboração, publicação, divulgação e leitura de obras literárias com foco em mulheres negras se materializa como uma espécie de ápice do desenvolvimento de um projeto de pesquisa iniciado no ano de 2023 por meio da chamada interna SPPGI/CDA N 01/2023 Campus Conceição do Araguaia Intitulado Por negras e para negras: introdução de discentes negras à escrita criativa de crônicas, contos e romances baseados em histórias reais vividas por mulheres negras paraenses do século XVIII cujo objetivo era combater a discriminação racial que se utiliza do apagamento e/ou da subalternidade estereotipada de personagens negras em narrativas de crônicas, contos e romances por meio da construção de narrativas que tenham por base a ressignificação da história de mulheres negras habitantes na província do Grão-Pará, a princípio, entre os séculos XVIII e logo depois, século XIX que gerou a publicação de seis obras, dentre elas, cinco literárias. Tudo isso com o intuito de combater as desigualdades raciais que prejudicam de forma direta a população negra, sobretudo, as mulheres, que representam minoria no universo da escrita literária tanto na função de escritoras quanto em papeis de protagonistas em contos, romances entre outros.Ao longo da história da literatura, personagens negras têm sido, com frequência, representadas de maneira estereotipada e ocupando papéis subalternos, enquanto os protagonismos e representações idealizadas recaem majoritariamente sobre personagens brancos. Exemplos disso podem ser observados em figuras como a Negrinha, de Monteiro Lobato, Lucrécia no conto O caso da vara e Arminda em Pai contra mãe, ambos de Machado de Assis, bem como Tia Nastácia nas obras do universo do Sítio do Picapau Amarelo. Essas representações, geralmente marcadas por estigmas ou limitações sociais, refletem e reforçam a exclusão simbólica de sujeitos negros na formação do imaginário literário brasileiro.Desde a literatura infantil até os romances adultos, a presença negra tem sido apagada, silenciada ou vinculada a papéis que reafirmam a inferiorização histórica e cultural desse grupo. Para crianças negras, especialmente meninas, a ausência de figuras positivas, heroínas ou princesas com as quais possam se identificar reforça a ideia de que sua imagem não pertence ao universo da fantasia ou do encantamento. Nas narrativas clássicas infantis, como as das princesas dos contos de fadas, as personagens centrais são quase sempre brancas, muitas vezes descritas com pele "alva como a neve". Já as personagens negras, quando presentes, costumam ocupar posições secundárias e associadas a características negativas, como preguiça, grosseria ou submissão perpetuando arquétipos racistas e restritivos.Mesmo no contexto das animações contemporâneas, a presença de protagonistas negras é bastante limitada. A personagem Tiana, do filme A Princesa e o Sapo, é uma exceção isolada. No entanto, sua trajetória difere significativamente das demais princesas da Disney: enquanto as outras aspiram a reinos encantados, Tiana sonha em abrir um restaurante, o que, embora valorize o trabalho e a autonomia, também reforça a associação histórica das mulheres negras aos serviços domésticos e à cozinha.Diante disso, é importante refletir: quais modelos de beleza, heroísmo ou realeza são oferecidos às meninas negras? Que lugar ocupam na imaginação e na fantasia infantil? Crianças de todas as origens necessitam de representações que estimulem sua autoestima e que lhes permitam sonhar com possibilidades diversas. O predomínio de personagens brancas como símbolo de pureza, bondade e nobreza, em contraste com a ausência ou estigmatização de personagens negras, produz efeitos duradouros na constituição subjetiva de meninas negras, influenciando sua percepção de valor social, pertencimento e identidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Coordenador / Robervania de Lima Sá Silva - Integrante., Financiador(es): Instituto Federal do Pará - Bolsa.

  • 2025 - Atual

    Regiões: história das desigualdades sociais no Brasil (INCT), Descrição: No Brasil, 1 da população concentra 23 da riqueza e 100 milhões vivem com até 1/2 salário mínimo, sobretudo no Nordeste e no Norte. Mas a maior desigualdade se alastra tanto em estados pobres quanto nos mais ricos, evidenciando-se uma questão política, cuja solução advirá da democracia. Propomos investigar essa complexa desigualdade social a partir do estudo das Grandes Regiões (IBGE), suas interações e especificidades, com o objetivo de a população conhecer sua história e, assim, consolidar a democracia. Para tanto, propõe-se o resgate dos documentos históricos para a criação de bancos de dados a serem disponibilizados. A opinião pública se resignou a entender a miséria e a concentração de renda como herança colonial, naturalizando-a como fenômeno imutável. Tais explicações, sem base documental, revelam o desconhecimento do passado e do presente do país, gerando equívocos no combate à desigualdade, reinventando preconceitos. O argumento de que a desigualdade social é responsabilidade do passado escravista foi criado pelas elites sociais beneficiadas por essa realidade produzida, desde os anos de 1930 pelo capitalismo. Em 1970, o país deixou de ser rural. No campo, a propriedade privada solapou formas costumeiras de acesso à terra e expropriou milhões de lavradores. A concentração fundiária permaneceu, porém, difere do período escravista. Em 2017, nos latifúndios as máquinas continuaram a substituir o trabalho assalariado. No campo e na cidade, antigas práticas de disciplinamento e mandonismo local cederam, em tese, espaço a meios modernos de vigilância, como o CPF. Ao mesmo tempo. Apesar disso, nas redes sociais vicejam ideias antirrepublicanas de hierarquização social. Assim como a desigualdade social, esses fenômenos serão pesquisados observando-se as grandes regiões. Os documentos históricos cuja preservação está prevista na Constituição ao serem analisados, terão seus resultados publicizados e, assim, a sociedade se conhecerá, e poderá enfrentar seus problemas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Integrante / Rafael Chambouleryon - Integrante / Joao Luis Ribeiro Fragoso - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Outra.

  • 2025 - Atual

    Dentro das matas: as terras de uso comum, a Teologia da Libertação e as ditaduras na Amazônia - 1930-1991, Descrição: Este projeto tem como objetivo debater as questões relacionadas às terras comuns ou terras coletivas, a territorialidade e os processos de resistência, permanência e luta dos trabalhadores rurais pela terra na Amazônia, entre 1930 e 1991. Alguns sujeitos, no interior da floresta, vivenciaram cotidianamente a experiência em terras coletivas e, em nome desse costume de habitar a terra, lutaram e resistiram, fato que algumas comunidades conseguiram permanecer inalteradas nesses territórios. Nos idos de 1966 a 1991, após a interferência dos governos militares, o número de terras que foram vendidas ou griladas aumentou consideravelmente no estado do Pará. A partir de então, as populações atingidas por grandes projetos como a construção da hidrelétrica de Tucuruí, foram obrigadas a organizar-se e a lutar pelo seu chão. Nesse processo complexo construíram resistências, não aceitando perder os seus direitos, articularam-se, montaram redes de relações e parcerias.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Coordenador / Adriane dos Prazeres Silva - Integrante.

  • 2024 - 2025

    Territórios de negritude em contextos amazônicos, Descrição: Com relação à população negra, os dados de 2010 do Pará apontam que é cerca de 77 da população do estado, ou seja, 5.819.132 pessoas. (BENTES, 2014, p. 69). No que se refere à população originária, as estimativas são de que existem no Pará 39.081 indígenas, outros registros mostram que no Pará existem[] mais de 50 povos indígenas, falando línguas filiadas a sete troncos linguísticos, além dos povos cuja língua sequer foi identificada ou estudada, como é o caso dos índios isolados ou resistentes ao contato com não-indígenas. Isolado é a denominação usada pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e resistente é a denominação do movimento indígena [...]. (BELTRÃO, 2012, p.10).Ainda sobre os indígenas do Pará, registra-se a presença de várias etnias: Tembé, Guajá, Kaapor, Amanayé, Ananbé, Sataré-Maué, Parakanã, Arara, Araweté, Atikum, Kayapó, Juruna, Tupinambá, Munduruku, Guarani, Guajajara e muitos outros, distribuídos em diferentes municípios do estado. Nesse sentido, pensar territórios e diversidades etnicorraciais nesse projeto, é acionar o conceito de território e buscar compreender a tessitura sócioespacial da cidade e seu incursionamento por algumas imbricações, como constitutivas das territorialidades, cunhada na interpretação dos costumes, na tradição, e em um consenso popular. (THOMPSON, 2013).O território perpassa pela condição material e imaterial e este, na condição de comunidade negra, ao longo do tempo, tem assegurado o sentimento de pertença a um território da negritude, a um processo político de tomada de consciência de pertencer a uma raça que foi submetida à opressão colonial eurocêntrica. (AMADOR DE DEUS, 2008, p. 121). Não obstante, a categoria de análise territorialidade nos ajuda a pensar essa relação como o esforço coletivo de um grupo social para ocupar, usar, controlar e se identificar com uma parcela específica de seu ambiente biofísico, convertendo-se assim em seu território. (LITTLE, 2002, p.3).Milton Santos chama atenção no debate sobre territorialidade ao destacar que sua construção não provém do simples fato de viver num lugar, mas da comunhão que com ele mantemos (SANTOS, M., 2007, p.82). Nessa linha, a territorialidade negra dar-se-á através do sentimento de pertença à uma determinada comunidade, esse sentimento está atrelado não somente a um simples conjunto de objetos mediante os quais trabalhos, circulamos e moramos, mas também um dado simbólico (Idem, idem).É importante considerar o território tomando como referência o espaço formado por um conjunto indissociável, solidário e também contraditório sistema de objetos e sistemas de ações (SANTOS, 2004, p. 63). Apoio-me na concepção de território usado por Milton Santos (2007) o importante é saber que a sociedade exerce permanentemente um diálogo com o território usado, e que esse diálogo inclui as coisas naturais e artificiais, a herança social e a sociedade em seu movimento atual (SANTOS, M., 2007, p.26).O território são formas, mas o território usado são objetos e ações, sinônimo de espaço humano, espaço habitado (SANTOS, 1994, p.16), abrigo de todos os seres humanos, de todas as organizações, mais do que isto, uma mediação entre o mundo e a sociedade nacional e o local, constituindo-se em uma categoria essencial para se pensar o futuro. Trata-se, portanto, de pensar uma ordem mundial que relaciona o global e o local, o primeiro produtor de verticalidades e o segundo produtor de horizontalidades - as horizontalidades se relacionam entre os pontos contínuos de uma mesma região.Neste sentido, o uso do território se revela a partir da dinâmica dos lugares, espaços por excelência, do acontecer solidário. Tais solidariedades pressupõem coexistências que definem usos e valores de múltiplas naturezas; isso implica em tecer laços de cumplicidade, de solidariedade que evoluem em processo de formação de alianças familiares.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Coordenador / Maria Albenize Farias Malcher - Integrante.

  • 2024 - 2025

    Belém Enegrecida: Educação, Patrimônio e Reparações (século XVIII e primeira metade do século XIX)- Projeto desenvolvido com alunos do ensino médio e da graduação, Descrição: A cidade de Belém, capital do Estado do Pará, é comumente descrita como cidade morena. Esse morena pode nos remeter a uma identidade étnico- racial difusa. Todavia, os dados atuais da composição étnico-racial, pode colaborar para deixar mais nítido, as características de cor/raça da população da cidade de Belém e do Estado do Pará. Considerando a última contagem (2022) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belém possuí os seguintes dados referentes à cor/raça: cerca de 61,8 (806 103 pessoas) dos belenenses são pardos, 11,5 (149 395 pessoas) são pretos. Portanto, segundo o IBGE a população negra1 de Belém é 73,3 dos habitantes da cidade. Entre os residentes da cidade vivem ainda 26,3 (342 476 pessoas) que são brancas, e 0,3 (3 298 pessoas) são amarelos. A capital paraense abriga também 2 125 pessoas que se declararam como indígenas (0,16 da população) e 1 361 pessoas (0,10 da população) autodeclaradas quilombolas.No Estado a população que se declarou negra somam 79,7 do conjunto de pessoas residentes no Pará. Esses dados do presente, que indicam uma maioria expressiva da população negra, se conectam com o passado. Não qualquer momento do tempo pretérito, mas, a época em que a sociedade, do território que hoje chamamos Pará, teve seu momento de formatação/conformação social: o período colonial2. Segundo Renata Araújo3 (1998, p.83), Belém no século XVII desenvolveu um processo não aleatório, mas norteado se não por um plano formal preestabelecido, certamente por uma ideia de urbano nitidamente concebido. A parte urbanizada da Belém colonial, notadamente no século XVIII, período que a parte urbana de Belém fora de fato configurada, era composta pelas freguesias da Sé e Campina. De acordo com Antônio Ladislau Monteiro Baena (2004, p.184), as duas freguesias durante o século XVIII somavam 1.953 casas, distribuídas entre 35 ruas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Coordenador., Financiador(es): FUNDACAO AMAZONIA DE AMPARO A ESTUDOS E PESQUISAS - FAPESPA - Bolsa.

  • 2024 - Atual

    Emancipações e o Pós-Abolição na Amazônia: entre história e memória, patrimônios e reparações, Descrição: O projeto visa estabelecer um panorama (e um programa) de pesquisas sobre a presença africana na Amazônia, enfatizando-se a diversidade regional e de experiências, trajetórias e sociabilidades da gente negra entre cenários de escravidão e liberdade, no Império e na República.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Integrante / Maria Roseane Correa Pinto Lima - Coordenador.

  • 2024 - Atual

    Territórios de negritude em contextos amazônicos, Descrição: Esse projeto é desenvolvido com alunos do ensino médio e da graduação. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Integrante / Maria Albenize Farias Malcher - Coordenador.

  • 2023 - Atual

    Por negras e para negras: introdução de discentes negras à escrita criativa de crônicas, contos e romances baseados em histórias reais vividas por mulheres negras paraenses do século XVIII- Esse projeto é desenvolvido somente com alunas do ensino médio, Descrição: A prática de produção textual ainda constitui um entrave na vida de muitas discentes que alegam ter dificuldades para se expressarem por meio da escrita. Outro problema bastante comum em nossa sociedade, fruto do período escravocrata, é a manifestação diária do racismo enfrentado pelas mulheres negras. Em ambos os casos, faz-se necessário construir alternativas que proporcionem reflexões e incentivem o combate a esses problemas. Assim, o projeto de pesquisa intitulado Por negras e para negras: introdução de discentes negras à escrita criativa de crônicas, contos e romances baseados em histórias reais vividas por mulheres negras paraenses do século XVIII, pretende incentivar a prática de produção textual, mais precisamente dos gêneros crônica, conto e romance como um mecanismo de combate ao racismo capaz de também promover o surgimento de autoras negras que, além de se tornarem protagonistas no ato de escrever, darão luz a personagens negras que também serão protagonistas. Desse modo, elas serão protagonistas e ao mesmo tempo construirão protagonistas - fictícias ou não, nesse sentido, autora e personagem possuem papeis distintos que se complementam. Uma protagonista escreve, a outra constitui o resulta dessa escrita.A Literatura brasileira necessita de mais autoras negras e também de mais personagens negras de sucesso, por isso, o título Por negras e para negras não foi elaborado de forma aleatória. Ele está descrito dessa maneira para deixar claro desde a primeira leitura que o projeto pretende alavancar a escrita literária de estudantes negras que produzirão suas narrativas dando visibilidade a protagonistas negras. É importante destacar que tal proposta, atende aos desígnios da lei 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira, nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio; os conteúdos relativos a temática, devem ser desenvolvidos em todo currículo escolar e especialmente nas disciplinas de Educação Artística, Literatura e História.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Integrante / Robervania de Lima Sá Silva - Coordenador.

  • 2023 - Atual

    Cartografias epidemiológicas: doenças, espaços urbanos e escravidão atlântica, 1800-1900, Descrição: Como doenças, epidemias e doentes foram vistos em diferentes espaços urbanos da escravidão atlântica? A nossa hipótese investigativa principal é que os sentidos atlânticos das cartografias urbanas, associadas às composições étnicas, formas de controle, mundos do trabalho e a constituição de experiências sociais foram articulados ao pensamento médico, às práticas de assistência e à cultura material e imaterial das populações africanas e seus descendentes.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Coordenador / COSTA BARBOSA, BENEDITO CARLOS - Integrante / Tania Salgado Pimenta - Integrante.

  • 2021 - 2023

    Aldeia do futebol, Descrição: Projeto desenvolvido no município de Tucuruí junto a aldeia Tembé a os alunos do IFPa Campus Tucuruí. A participação das mulheres no futebol, foi um dos objetivos do projeto. O projeto foi desenvolvido com alunos do ensino médio participando tanto como bolsistas, como fazendo parte do projeto, pois, muitos alunos da aldeia eram alunos do campus.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Marley Antonia Silva da Silva - Integrante / Jairson Monteiro Rodrigues Viana - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - Campus Belém. , Avenida Almirante Barroso - de 41/42 a 653/654, Marco, 66093020 - Belém, PA - Brasil, Telefone: (91) 00000000

Experiência profissional

2025 - Atual

Universidade Estadual do Pará

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2023 - Atual

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2013 - 2014

Universidade Federal do Oeste do Pará

Vínculo: professora colaboradora, Enquadramento Funcional: professora colaboradora

Outras informações:
Professora colaboradora ministrando a disciplina História da África, no curso de Geografia e História (turma 2012)

2011 - 2014

Universidade Federal do Pará

Vínculo: professora colaboradora, Enquadramento Funcional: Professora

Outras informações:
Professora colaboradora no Plano Nacional de Formação Docente (PARFOR), ministrando a disciplina Prática Pedagógica, no curso de Licenciatura em Educação no Campo com ênfase em Ciências Naturais no Campi de Abaetetuba.

2005 - 2007

Museu Paraense Emílio Goeldi

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

2015 - 2015

Faculdade da Amazônia de Ananindeua

Vínculo: contratado, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 45

2016 - Atual

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: professora, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2008 - 2017

Secretaria de Educação do Pará

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora, Regime: Dedicação exclusiva.