Thaís Rebeca Paes
Possui graduação em fisioterapia pela Universidade Estadual de Londrina (2010). Tem residência em Fisioterapia Pulmonar pela Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário de Londrina (2014). Possui mestrado e doutorado em Ciências da Reabilitação no programa UEL/UNOPAR. Pesquisadora colaboradora do Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar da Universidade Estadual de Londrina, atuando principalmente nas linhas de pesquisa em DPOC, Atividades de vida diária, Envelhecimento e Reabilitação Pulmonar. Possui experiência em Fisioterapia, com ênfase em Fisioterapia Cardiorrespiratória, Fisioterapia em Terapia Intensiva e Reabilitação Pulmonar.
Informações coletadas do Lattes em 12/12/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Ciências da Reabilitação
2016 - 2021
Universidade Estadual de Londrina
Título: Avaliação das atividades de vida diária em pacientes com DPOC: revisão, avaliação crítica e aprimoramento das ferramentas disponíveis na literatura
Orientador: Nidia A. Hernandes
com Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Mestrado em Ciências da Reabilitação
2014 - 2016
Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil
Título: Londrina ADL Protocol (LAP): Reprodutibilidade, validade e valores de referência em adultos fisicamente independentes com 50 anos ou mais
Orientador: Nidia A. Hernandes
, Ano de Obtenção: 2016.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar
2012 - 2014
Universidade Estadual de Londrina
Título: Reprodutibilidade da versão em português do copd assessment test (cat)
Orientador: Fábio de Oliveira Pitta
Bolsista do(a): Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário., HU-UEL, Brasil.
Graduação em Fisioterapia
2007 - 2010
Universidade Estadual de Londrina
Título: Comparação do nível de atividade física na vida diária e capacidade de exercício em pacientes portadores de dpoc com ou sem dessaturação de oxigênio durante o teste de endurance em cicloergômetro.
Orientador: Fábio de Oliveira Pitta
Pós-doutorado
2022
Pós-Doutorado. , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil, UEL, Brasil. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2022 - 2022
Ventilação Mecânica Aplicada com Prof Ângelo Roncalli. (Carga horária: 14h). , Centro de Treinamento InterFISIO, INTERFISIO, Brasil.
2013 - 2013
Certificado de inglês para propósitos acadêmicos. , CCAA Londrina, CCAA, Brasil.
2011 - 2011
Ventilação não-invasiva adulto e pediátrica. (Carga horária: 8h). , ASSOBRAFIR, ASSOBRAFIR, Brasil.
2011 - 2011
2º Curso de Fisiologia. (Carga horária: 8h). , Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina do Brasil, IFMSA BRAZIL, Brasil.
2010 - 2010
Ventilação Pulmonar Mecânica -Teórico-Prático. (Carga horária: 10h). , ASSOBRAFIR, ASSOBRAFIR, Brasil.
2008 - 2008
Teórico-prático de anatomia humana funcional. (Carga horária: 28h). , Centro Universitário Filadélfia, UNIFIL, Brasil.
2004 - 2005
Curso básico e intermediário de inglês. (Carga horária: 135h). , FISK - Centro de ensino, FISK, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisioterapia Cardiorrespiratória.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisioterapia em Terapia Intensiva.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Reabilitação Pulmonar.
Organização de eventos
PAES, T. . IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva (SULBRAFIR). 2017. (Congresso).
PAES, T. R. . LFIP 20 anos: ajudando a construir a história da Fisioterapia Respiratória. 2015. (Congresso).
PAES, T. R. . Congresso 35 anos do curso de Fisioterapia: Da graduação a pós-graduação. 2014. (Congresso).
PAES, T. R. . Ciclo de Palestras de Biomecânica. 2013. (Outro).
PAES, T. R. . Curso de Ventilação Mecânica. 2013. (Outro).
PAES, T. R. . Congresso de 15 anos da Residência de Fisioterapia da UEL. 2013. (Outro).
Participação em eventos
IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva. 2017. (Congresso).
XVIII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2016. (Congresso).
ERS Annual Congress. 2015. (Congresso).
XVII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2014. (Simpósio).
VII Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2013. (Congresso).
Functiobal Limitations and disability in obesity: Studies and protocols of the. 2012. (Outra).
VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2011. (Congresso).
"Reabilitação de pacientes na UTI". 2010. (Outra).
XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2010. (Simpósio).
"VI Jornada da Liga Acadêmica de Neurociências da Universidade Estadual de Londrina". 2009. (Outra).
VII jornada Acadêmica de Clínica Cirúrgica HU/UEL. 2009. (Outra).
Conferência Internacional se Saúde Quântica. 2008. (Outra).
I I Salão de Extensão e Encontro de Alunos Estensionistas. 2008. (Encontro).
Palestra "Detalhes que fazem a diferença na concessão de Próteses". 2008. (Outra).
Palestra sobre o "Método Pilates". 2008. (Outra).
Palestra " Abordagem da fisioterapia na cirurgia cardíaca pediátrica". 2007. (Outra).
Participação em bancas
GALVAN, C. C. R.;PAES, T.; HERNANDES, N. A.. Teste 4-metre gait speed na doença pulmonar obstrutiva crônica: confiabilidade do cronômetro como método de registro de tempo. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
PAES, T.; HERNANDES, N. A.; PROBST, V.. O autorrelato do estado funcional reflete o desempenho nos testes funcionais de exercício em DPOC?. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Orientou
correlação entre atividades de vida diária e capacidade funcional de membros superiores e inferiores em pacientes com DPOC; Início: 2017; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil; (Orientador);
Efeitos de dois programas de treinamento físico sobre a sensação de dispneia e fadiga em pacientes DPOC; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência em Fisioterapia Pulmonar) - Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil; Orientador: Thaís Rebeca Paes;
Correlação entre atividades de vida diária e capacidade funcional de membros superiores e inferiores em pacientes com DPOC; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil; Orientador: Thaís Rebeca Paes;
Força muscular periférica de membros superiores e o estado funcional após programa de reabilitação pulmonar em pacientes com DPOC; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil; Orientador: Thaís Rebeca Paes;
Produções bibliográficas
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BRITO, I. L. ; HERNANDES, N. ; LABURÚ, V.M. ; PAES, T. R. ; QUESSADA, A. R. F. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Variáveis do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro: a relação tempo / carga. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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OLIVEIRA, L.A. ; MESQUITA, R.B. ; LABURÚ, V.M. ; TERRA, M. B. ; SHIGAKI, L. ; BRITO, I. L. ; PAES, T. R. ; MARTINS, A. Z. ; QUESSADA, A. R. F. ; PITTA, F. ; PROBST, V. . Trabalho máximo durante o incremental shuttle walking test em idosos e indivíduos com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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TERRA, M. B. ; LABURÚ, V.M. ; BRITO, I. L. ; PAES, T. R. ; FUNFAS, V. ; OLIVEIRA, L.A. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Variação do índice bode após treinamento e estado clínico pré-tratamento em pacientes com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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QUESSADA, A. R. F. ; PAES, T. R. ; BRITO, I. L. ; LABURÚ, V.M. ; FUNFAS, V. ; MARTINS, A. Z. ; OLIVEIRA, L.A. ; SHIGAKI, L. ; TERRA, M. B. ; MANTOVANI, P. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Capacidade de exercício e atividade física diária em pacientes ansiosos e depressivos com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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PAES, T. R. ; QUESSADA, A. R. F. ; BRITO, I. L. ; LABURÚ, V.M. ; FUNFAS, V. ; MARTINS, A. Z. ; OLIVEIRA, L.A. ; TERRA, M. B. ; MANTOVANI, P. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Nível de atividade física diária de pacientes com DPOC que dessaturam ou não durante o exercício. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; LABURÚ, V.M. ; PAES, T. R. ; QUESSADA, A. R. F. ; MANTOVANI, P. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Diferenças entre o TC6min e o teste de endurance com carga constante em pacientes com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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MANTOVANI, P. ; BRITO, I. L. ; MARTINS, A. Z. ; LABURÚ, V.M. ; PAES, T. R. ; QUESSADA, A. R. F. ; PITTA, F. . Relação da frequência cardíaca com velocidade média a cada minuto no teste da caminhada em 6 minutos. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. ASSOBRAFIR Ciência, 2011.
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LABURÚ, V.M. ; PAES, T. R. ; FINATTI, M. ; MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; QUESSADA, A. R. F. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Resposta ao treinamento físico em portadores de DPOC caracterizados de acordo com a gravidade clínica. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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LABURÚ, V.M. ; PAES, T. R. ; FINATTI, M. ; MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; QUESSADA, A. R. F. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Qual é o teste de exercício mais responsivo para detectar melhora em portadores de DPOC caracterizados de acordo com a gravidade da doença. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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MARTINS, A. Z. ; CAVALHERI, V. ; BRITO, I. L. ; LABURÚ, V.M. ; PAES, T. R. ; QUESSADA, A. R. F. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Análise comparativa da velocidade média a cada minuto do teste de caminhada de 6 minutos em pacientes com DPOC. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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PAES, T. R. ; LABURÚ, V.M. ; FINATTI, M. ; MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; QUESSADA, A. R. F. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . Comparação do nível de atividade física na vida diária e capacidade de exercício em pacientes portadores de DPOC com ou sem dessaturação de oxigênio durante o teste de endurance em bicicleta. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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BRITO, I. L. ; CAVALHERI, V. ; DELLAROSA, B. R. K. ; HIGA, C. H. N. ; SUZUMURA, D. N. ; FINATTI, M. ; PAES, T. R. ; PROBST, V. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Variáveis que influenciam a velocidade média do tc6 em pacientes com DPOC. In: V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2009, Florianópolis. Revista Inspirar, 2009.
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HIGA, C. H. N. ; DELLAROSA, B. R. K. ; SUZUMURA, D. N. ; BRITO, I. L. ; FINATTI, M. ; PAES, T. R. ; CAVALHERI, V. ; PROBST, V. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Análise de diferentes equações de estimativa de carga máxima em pacientes com DPOC. In: V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2009, Florianópolis. Revista Inspirar, 2009.
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PAES, T. R. ; BELO, L. F. ; DONARIA, L. ; NELESSEN, A. G. ; FURLANETTO, K. C. ; SANT'ANNA, T. ; PITTA, F. ; HERNANDES, N. A. . DO PATIENTS WITH C OPD WHO LIVE ALONE PRESENT BETTER FUNCTIONAL STATUS THAN THOSE WHO DO NOT?. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PAES, T. R. ; BELO, L. F. ; PITTA, F. ; HERNANDES, N. A. . PACIENTES COM DPOC QUE MORAM SOZINHOS APRESENTAM MELHOR ESTADO FUNCIONAL DO QUE OS QUE NÃO MORAM SOZINHOS?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PAES, T. R. ; FURLANETTO, K. C. ; SANT'ANNA, T. ; HERNANDES, N. ; PITTA, F. . REPRODUTIBILIDADE DA VERSÃO EM PORTUGUÊS DO COPD ASSESSMENT TEST (CAT): RESULTADOS PRELIMINARES. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PAES, T. R. ; QUESSADA, A. R. F. ; BRITO, I. L. ; LABURÚ, V.M. ; FUNFAS, V. ; MARTINS, A. Z. ; OLIVEIRA, L.A. ; TERRA, M. B. ; MANTOVANI, P. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DIÁRIA DE PACIENTES COM DPOC QUE DESSATURAM OU NÃO DURANTE O EXERCÍCIO. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PAES, T. R. ; LABURÚ, V.M. ; FINATTI, M. ; MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; QUESSADA, A. R. F. ; PROBST, V. ; PITTA, F. . COMPARAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA E CAPACIDADE DE EXERCÍCIO EM PACIENTES PORTADORES DE DPOC COM OU SEM DESSATURAÇÃO DE OXIGÊNIO DURANTE O TESTE DE ENDURANCE EM BICICLETA. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
PAES, T. R. ; MISSAGIA, S ; HIGA, C. H. N. . Ventilação Mecânica. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Desenvolvimento de material didático).
PAES, T. R. ; SILVA, M ; HIGA, C. H. N. . Recursos fisioterapêuticos aplicados ao paciente crítico. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Desenvolvimento de material didático).
PAES, T. . Como avaliar atividades de vida diária em pacientes com DPOC. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
PAES, T. . IX Congresso Sul brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2017. (Consultora ad hoc).
Projetos de pesquisa
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2016 - 2020
A adição do treinamento aeróbico de membros superiores ao treinamento aeróbico de membros inferiores e exercícios globais de força muscular se traduz em melhor desempenho nas atividades da vida diária e no nível de atividade física da vida diária em DPOC?, Descrição: Descrição: Introdução: Diversos fatores contribuem para a limitação física em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como o descondicionamento, a disfunção muscular e a inatividade física. Esses fatores são alvos terapêuticos que podem responder ao treinamento físico. Por isso, a literatura científica indica claramente que o exercício físico é benéfico para pacientes com DPOC. Apesar da recente recomendação de inclusão do treinamento aeróbico direcionado para os músculos dos membros superiores (MMSS) em programas de reabilitação pulmonar, o grande foco da maioria desses programas ainda é em exercícios aeróbicos de membros inferiores (MMII). Entretanto, é importante lembrar que pacientes com DPOC podem ter o seu desempenho físico afetado durante simples atividades da vida diária (AVDs) que envolvem os MMSS, como atividades domésticas ou de cuidado pessoal. Além disso, os resultados sobre os efeitos de treinamentos que incluem exercícios aeróbicos apenas para MMII no aumento do nível de atividade física na vida diária (AFVD) demonstrados na literatura são contraditórios. Portanto, uma dúvida permanece: o treinamento aeróbico de MMII e exercícios globais de força são os componentes-chave para a redução da inatividade física na vida diária, ou é necessária a inclusão do treinamento aeróbico de MMSS para otimizar essa redução? Objetivo: Verificar se pacientes com DPOC se tornam mais ativos fisicamente na vida diária e aumentam o desempenho nas AVDs após diferentes protocolos de treinamento físico de alta intensidade, a saber: um incluindo exercícios aeróbicos de MMII e exercícios globais de força muscular, e outro similar, porém adicionando-se o treinamento aeróbico de MMSS. Métodos: Serão incluídos 64 pacientes com DPOC, que serão aleatorizados em dois grupos: treinamento de alta intensidade com exercícios aeróbicos de MMII e exercícios globais de força muscular; e o mesmo protocolo de alta intensidade com a adição do treinamento aeróbico de MMSS realizado em cicloergômetro. Ambos os treinamentos serão realizados três vezes/semana, durante seis meses. Todos os indivíduos serão avaliados antes, após três e seis meses de treinamento físico. Os pacientes realizarão as seguintes avaliações: função pulmonar (espirometria), força muscular respiratória (pressões respiratórias máximas), composição corporal (bioimpedância elétrica), nível de AFVD (acelerômetros), performance em atividades da vida diária (Londrina ADL Protocol), capacidade de exercício avaliada de forma máxima (teste incremental máximo de MMSS e teste cardiopulmonar de esforço), sub-máxima (teste de endurance em cicloergômetro com carga constante) e funcional (teste de caminhada de 6 minutos, four-meter gait speed test, sit to stand test e 6-min pegboard and ring test), força muscular periférica (dinamometria e teste de 1 repetição máxima), qualidade de vida, estado funcional, sensação de dispneia, ansiedade e depressão (questionários específicos para cada um desses aspectos). Resultados esperados: Os resultados do projeto adicionarão informações relevantes à literatura científica dessa área de conhecimento ao investigar a hipótese de que a adição do treinamento aeróbico de MMSS a um treinamento de alta intensidade e longa duração (6 meses) contribui para reverter o estilo de vida sedentário de pacientes com DPOC, ou seja, aumentar o seu nível de AFVD. Além disso, também será analisada a hipótese de que esse incremento da AFVD pode ocorrer já após 3 meses de intervenção por potencializar o paciente mais rapidamente para um melhor desempenho na vida diária.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador / Nidia Aparecida Hernandes - Integrante.
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2014 - 2016
Estudo sobre (in)atividade física da vida diária e mortalidade em pacientes com DPOC, Descrição: O sedentarismo está associado a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e é preditor independente de mortalidade na população adulta. O American College of Sports medicine (ACSM) recomenda realizar no mínimo 30 minutos diários de atividade física de intensidade moderada a vigorosa (AFMV), sendo esse considerado atualmente como um ponto de corte para que se obtenha benefícios na saúde. No entanto, ainda não existe um ponto de corte para identificar a inatividade física de acordo com o tempo gasto em sedentarismo em pacientes com DPOC, bem como a relação desse ponto de corte com a mortalidade nessa população. Objetivo: definir um ponto de corte para tempo gasto em sedentarismo em pacientes com DPOC, e investigar sua associação com a mortalidade, comparando este ponto de corte a outros fatores preditivos de mortalidade já estabelecidos na literatura científica. Métodos: análise retrospectiva de pacientes com DPOC, incluídos em um programa de reabilitação pulmonar nos anos de 2006 a 2014. Na avaliação inicial, os pacientes foram submetidos à avaliação do nível de atividade física na vida diária (AFVD) por meio de acelerômetros, além de avaliações da função pulmonar, força muscular respiratória, capacidade de exercício, força muscular periférica, qualidade de vida, estado funcional e sensação de dispneia. Os dados atuais referentes ao estado vital serão coletados por meio de contato telefônico ou visita domiciliar. Caso o paciente tenha ido a óbito serão coletadas informações sobre a data de morte e a etiologia. Após coletadas essas informações, os dados serão analisados levando-se em consideração dois grupos: grupo sobrevivente e grupo não-sobrevivente. Análise estatística: inicialmente, os dados de atividade física serão analisados e por meio da curva roc (Receiver Operaiting Characteristic) e valores de sensibilidade e especificidade. Um novo ponto de corte de tempo sedentário será determinado (tempo gasto em qualquer atividade de intensidade abaixo de 2 equivalentes metabólicos [<2 MET]) a partir da identificação dos pacientes que atingiram ou não no mínimo 30 minutos de AFMV. Em um segundo momento, a análise de mortalidade será realizada por meio das curvas de sobrevivência de Kaplan-Meier e teste de Log-Rank. As variáveis que apresentarem diferenças significativas serão incluídas na regressão de Cox. Contribuições esperadas: o presente estudo almeja ser o primeiro a identificar um ponto de corte para sedentarismo que se associa com mortalidade em pacientes com DPOC. Também almeja ser o primeiro a estudar profundamente a AFVD e suas diferentes variáveis de tempo gasto em atividade ou inatividade física como preditora de mortalidade. Além disso, será possível comparar o poder preditivo de atividade ou inatividade física na vida diária com outros desfechos preditores de mortalidade já consagrados na literatura, como o teste de caminhada de seis minutos, o volume expiratório forçado no primeiro segundo e o índice bode, entre outros. Havendo associação do tempo gasto em (in)atividade física com a mortalidade, isso contribuirá para a prática clínica ressaltando a vital importância da avaliação detalhada da AFVD no paciente com DPOC, visto a importância da correta caracterização de gravidade da doença no primeiro momento em que este paciente é avaliado por profissionais da área da saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador / HERNANDES, N. A. - Integrante.
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2014 - 2016
Londrina ADL Protocol (LAP): valores de referência e reprodutibilidade do protocolo em idosos aparentemente saudáveis, Descrição: É de suma importância a avaliação do estado funcional na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Entretanto, os testes e protocolos existentes para a avaliação de atividades de vida diária (AVDs) não contemplam as atividades cotidianas em sua totalidade. Por isso, o Londrina ADL Protocol (LAP) foi desenvolvido. Porém, faz-se necessário o conhecimento de valores de referência do tempo de execução do LAP em idosos saudáveis a fim de se interpretar os resultados do protocolo quando este for aplicado em pacientes portadores de DPOC. Objetivo: avaliar a influência de variáveis antropométricas e demográficas sobre o tempo de execução do lap em idosos aparentemente saudáveis e estabelecer uma equação de referência para essa variável. Em adição, verificar a reprodutibilidade do LAP nessa população. Métodos: idosos aparentemente saudáveis serão recrutados e serão avaliados quanto a: AVDs (protocolo LAP), função pulmonar, capacidade funcional, independência em atividades cotidianas, estado mental, nível de atividade física de vida diária, equilíbrio e dados demográficos e antropométricos (idade, peso, altura e gênero). Análise estatística: a distribuição dos dados será analisada pelo teste de Shapiro-Wilk. Para verificar quais variáveis antropométricas e demográficas que se correlacionam com o tempo de realização do LAP será realizado o coeficiente de correlação de Pearson ou Spearman. Um modelo de regressão linear múltipla será construído, tendo como variável dependente o tempo de execução do LAP e como independentes variáveis antropométricas e demográficas. Para verificar a reprodutibilidade do LAP, será calculado o coeficiente de correlação intraclasse (ICC). O nível de significância estatística adotado será de p < 0,05. Contribuições esperadas: espera-se que através deste estudo, possamos contribuir para que a avaliação das AVDs em laboratório seja mais fácil e reflita realmente as AVDs que os indivíduos realizam no dia-a-dia e que a interpretação desses dados seja completa, com equações de referência. Assim tornando a avaliação das AVDs em laboratório uma forma de avaliação confiável.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / HERNANDES, N. A. - Coordenador.
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2014 - 2016
Reprodutibilidade do teste de exerício cardiopulmonar realizado em esteira em pacientes com DPOC, Descrição: A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) apresenta não só repercussões pulmonares, mas também sistêmicas, como a redução na capacidade de exercício. Atualmente existem vários métodos de avaliação da capacidade de exercício, porém alguns ainda não foram estudados em profundidade em pacientes com DPOC. O teste de exercício cardiopulmonar (TCPE) é um método de avaliação muito utilizado atualmente, que consiste na realização de uma atividade física até a exaustão, ou seja, tolerância máxima. O teste é mais comumente realizado em bicicleta, e a sua reprodutibilidade quando realizado em esteira ergométrica ainda não foi comprovada. Objetivo: avaliar a reprodutibilidade do teste de esforço cardiopulmonar na esteira em pacientes com DPOC. Materiais e métodos: serão inclusos pacientes com DPOC diagnosticados de acordo com critérios internacionais, estáveis, sem restrições à prática de atividade física. A avaliação dos indivíduos consistirá em prova de função pulmonar (espirometria) e dois TCPE com intervalo de 48h entre si para avaliar a reprodutibilidade do teste. Análise estatística: a distribuição dos dados será analisada pelo teste de Shapiro-Wilk. O teste t pareado (ou o teste de Wilcoxon), o coeficiente de correlação intraclasse (CCI) e a análise gráfica de Bland and Altman serão utilizados para analisar reprodutibilidade dos dois tcpe em esteira. A significância estatística será determinada como p<0.05. Contribuições esperadas: este estudo espera contribuir com a prática clínica avaliando a reprodutibilidade do TCPE em esteira e, em caso de reprodutibilidade comprovada, assegurando aos avaliadores que não possuem um ciclo ergômetro à disposição que a utilização da esteira ergométrica pode ser um método alternativo confiável. Isso irá colaborar com o melhor conhecimento do processo de avaliação da capacidade de exercício de pacientes com DPOC.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador.
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2014 - 2016
Qual teste funcional de exercício reflete melhor as mudanças na atividade física de vida diária após programa de treinamento físico em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica?, Descrição: Sabe-se que pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são caracterizados por intolerância ao exercício e esse fator pode ser limitante na realização de atividades físicas de vida diária (AFVD). Alguns testes utilizados na avaliação da capacidade de exercício e que refletem a funcionalidade de pacientes com DPOC têm sido preconizados, como por exemplo, o 4-meter-gait-speed (4MGS) e o sit-to-stand test (STST). Porém, ainda não se sabe se há relação entre as mudanças observadas nestes testes e as mudanças na AFVD após um programa de treinamento físico de alta intensidade. Objetivos: identificar qual teste funcional de exercício é capaz de refletir melhor a AFVD após programa de treinamento físico de alta intensidade em pacientes com DPOC e avaliar a responsividade dos diferentes testes funcionais. Avaliar três diferentes protocolos do STST em pacientes com DPOC e correlacioná-los com a capacidade funcional e máxima de exercício, força muscular periférica e AFVD desses indivíduos. Material e métodos: participarão do estudo 22 pacientes com DPOC, que serão submetidos às seguintes avaliações: função pulmonar, capacidade funcional e máxima de exercício, força muscular periférica e AFVD. Após a avaliação inicial, os indivíduos participarão de um programa de treinamento físico de endurance e força realizado 3 vezes por semana, durante 12 semanas (protocolo de alta intensidade). Ao final do programa de treinamento, os participantes serão reavaliados seguindo os mesmos testes realizados na avaliação inicial. Análise estatística: a normalidade na distribuição dos dados será avaliada pelo teste de Shapiro-Wilk e os dados serão descritos como média±desvio ou mediana [intervalo interquartílico 25%-75%]. Para analisar as diferenças pré e pós treinamento físico será utilizado o teste t pareado ou o teste de Wilcoxon e as correlações entre as variáveis de interesse serão analisadas por meio do coeficiente de correlação de Pearson ou Spearman. O teste One-Way anova ou o teste de Kruskall-Wallis, ambos com o pós-teste de Tukey, será utilizado para as comparações dos diferentes protocolos. Para todas as análises, a significância estatística será determinada como p<0.05. Contribuições esperadas: espera-se que os resultados do presente estudo mostrem que após 3 meses de treinamento físico os pacientes com DPOC melhorem sua capacidade de exercício avaliada por meio de testes funcionais simples. Além disso, o presente projeto definirá se é possível identificar mudanças no comportamento sedentário de pacientes com DPOC por meio das mudanças observadas nesses testes e sem a utilização de monitores de atividade física. Espera-se também identificar qual protocolo do STST reflete melhor a capacidade de exercício, força muscular e AFVD em pacientes com DPOC e dessa forma, sugerir a padronização de realização de tal protocolo para aqueles que desejem complementar a avaliação global de seus pacientes utilizando-se deste teste funcional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador / HERNANDES, N. A. - Integrante.
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2013 - 2016
Atividade física na vida diária e força muscular periférica em tabagistas, Descrição: Sabe-se que uma parte considerável dos indivíduos tabagistas sem obstrução ao fluxo aéreo apresenta redução do nível de atividade física na vida diária (AFVD), e da mesma forma acontece com relação à redução da força muscular periférica (FMP). Porém, ainda não está claro se existe relação entre a redução da AFVD e da FMP nessa população, ou se essas são consequências independentes do tabagismo. Objetivos: estudar a relação entre o nível de AFVD e a FMP em indivíduos tabagistas e comparar com indivíduos não tabagistas. Materiais e métodos: serão incluídos tabagistas e não tabagistas (grupo-controle) sem alterações patológicas severas, que inicialmente realizarão uma entrevista para obtenção dos dados pessoais e responderão a um inquérito sobre hábitos de saúde, questionários específicos para sintomas de ansiedade e depressão e questionário específico para avaliar grau de dependência de nicotina. Posteriormente será avaliada a função pulmonar por meio da espirometria, enquanto a força muscular periférica será quantificada por meio do dinamômetro tração compressão (EMG System), avaliando o pico de força dos músculos extensores de joelho. O nível de AFVD será avaliado por meio de monitorização objetiva com uso de pedômetros. Análise estatística: para a análise da normalidade na distribuição dos dados será utilizado o teste de Shapiro-Wilk. Para a comparação entre os grupos será utilizado o teste t não pareado ou o teste de Mann-Withney, dependendo da distribuição dos dados. Correlações serão avaliadas por meio dos coeficientes de Pearson ou Spearman, também a depender da normalidade na distribuição dos dados. Análise de regressão simples será realizada para estudo da relação independente entre tabagismo, inatividade e fraqueza muscular. Contribuições esperadas: os resultados têm o potencial de contribuir para a compreensão do mecanismo da inatividade física em tabagistas, e consequentemente adicionar informações importantes ao combate aos efeitos deletérios do tabagismo na população.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador.
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2013 - 2015
Seguimento a longo prazo de um programa de treinamento físico de longa duração sobre aspectos pulmonares e sistêmicos de pacientes portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)., Descrição: Diversos fatores contribuem para a limitação física em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como o e condicionamento, a disfunção muscular e a inatividade física. Esses fatores são alvos terapêuticos que se beneficiam do exercício físico. A literatura científica indica claramente que o exercício físico é benéfico para pacientes com DPOC, e a questão chave no momento não é se o paciente deve ou não realizar exercício físico, mas sim qual a contribuição específica de cada modalidade de exercício para essa população. Sobre este tópico, as características do programa de treinamento a ser ofertado aos pacientes tem sido motivo de grande debate entre os pesquisadores desta área, embora recentemente o treinamento de alta intensidade tem sido reconhecido como superior ao treinamento de baixa intensidade. A literatura científica indica também que, para mudar a rotina de inatividade física de pacientes com DPOC, programas de longa duração são indicados. Porém, uma dúvida permanece: se existem pacientes que respondem ao programa de exercícios físicos aumentando seu nível de atividade física diária, eles seriam capazes de manter um estilo de vida mais ativo a longo prazo após o término do programa de reabilitação? Com base nessa dúvida, o objetivo deste projeto é comparar os efeitos a longo prazo de dois protocolos de treinamento físico em um programa de longa duração (6 meses, 1 ano e 2 anos) em pacientes portadores de DPOC: um protocolo de alta intensidade (baseado em treinamento de endurance e força) e um protocolo de baixa intensidade (baseado em exercícios respiratórios e de readequação do complexo tóraco-pulmonar). Espera-se que os resultados do projeto contribuam para a literatura científica da área ao definir se o treinamento de baixa intensidade pode contribuir tanto quanto o de alta intensidade para alterar o estilo de vida sedentário dos pacientes a longo prazo após um programa de exercício de longa duração.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio de Oliveira Pitta - Coordenador / Nidia Hernandes - Integrante / Karina Couto Furlanetto - Integrante / Thaís Sant'Anna - Integrante.
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2013 - 2014
Estudo cruzado para avaliar a relação entre a magnitude da hiperinsuflação dinâmica desenvolvida durante atividades de vida diária e o teste da caminhada de 6 minutos, Descrição: Em pacientes com DPOC, a dispneia que caracteriza a doença ocorre principalmente durante a realização de atividades físicas, o que determina um quadro crônico de inatividade física e sedentarismo. A diminuição da capacidade inspiratória (CI) reflete a presença de hiperinsuflação pulmonar e limita a capacidade de aumentar a ventilação em resposta às crescentes exigências metabólicas durante o exercício, contribuindo assim para a intensa dispneia relatada pelos pacientes com DPOC no momento de exercitar-se. Dentro de uma perspectiva clínica, a estratégia mais simples e efetiva de avaliar a hiperinsuflação dinâmica (HD) durante o exercício é através de medidas seriadas da CI, que refletem com precisão mudanças no volume pulmonar expiratório final. Embora o impacto da hiperinsuflação dinâmica em pacientes com DPOC durante o exercício já seja reconhecido, pouca informação sobre a HD durante AVDs está disponível. Objetivo: avaliar a hiperinsuflação dinâmica por meio de medidas seriadas de CI durante o TC6min e durante um protocolo de AVDs em pacientes com DPOC, e verificar se há relação entre a magnitude da HD desenvolvida neles. Método: serão incluídos 24 pacientes com diagnóstico de DPOC que realizarão as seguintes avaliações: avaliação da função pulmonar (espirometria simples), avaliação da CI durante um protocolo de atividades de vida diária e durante a avaliação da capacidade funcional de exercício (TC6min), avaliação da dispneia por meio da escala mMRC, bem como registro de peso e estatura para o cálculo do índice de massa corpórea (IMC). Os indivíduos também serão questionados quanto aos dados pessoais e histórico de saúde e realizarão dois tc6min sem a utilização da máscara do espirômetro, para que possa ser calculado o seu índice bode. Análise estatística: a distribuição dos dados será analisada pelo teste de Shapiro-Wilk. Os resultados seriados relativos à HD desenvolvida durante os protocolos de tc6min e de AVDs serão comparados por meio do teste T pareado ou Wilcoxon. E para identificar quais das atividades de vida diária apresentam HD mais pronunciada, o teste de anova medidas repetidas ou teste de Friedman será utilizado. Os mesmos testes serão utilizados para determinar quais atividades resultarão em maior hiperinsuflação dinâmica durante o protocolo de AVDs. Para todas as análises, a significância estatística será determinada como p<0.05. Contribuições esperadas: o presente estudo almeja ser o primeiro a estudar profundamente a hiperinsuflação dinâmica durante um protocolo de atividades de vida diária e durante o tc6min em pacientes com DPOC, por meio de medidas seriadas da CI durante a sua realização. Além disso, será possível investigar a existência de correlação entre a hiperinsuflação dinâmica desenvolvida durante um protocolo e AVDs e durante o TC6min, o que contribuirá para a prática clínica no momento da avaliação da HD de pacientes com DPOC visto a maior facilidade em realizar tc6min em ambientes ambulatoriais em relação à reprodução de AVDs.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador.
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2009 - 2012
Efeitos de um programa de exercício físico de longa duração sobre aspectos pulmonares e sistêmicos em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), Descrição: Diversos fatores contribuem para a limitação física em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como o descondicionamento, a disfunção muscular e a inatividade física. Esses fatores são alvos terapêuticos que se beneficiam do exercício físico. A literatura científica indica claramente que o exercício físico é benéfico para pacientes com DPOC, e a questão chave no momento não é se o paciente deve ou não realizar exercício físico, mas sim qual a contribuição específica de cada modalidade de exercício para essa população. Sobre este tópico, as características do programa de treinamento a ser ofertado aos pacientes tem sido motivo de grande debate entre os pesquisadores desta área, embora recentemente o treinamento de alta intensidade tem sido reconhecido como superior ao treinamento de baixa intensidade. A literatura cientifica indica também que, para mudar a rotina de inatividade física de pacientes com DPOC, programas de longa duração são indicados. Porém, uma dúvida permanece: se a longa duração do programa é o componente-chave para a redução na inatividade física na vida diária, não está claro se a alta intensidade de treinamento é necessária nesse protocolo de longa duração. Se a duração for o único fator a influenciar os resultados obtidos com o programa, então a intensidade de treinamento pode ser reduzida, aumentando assim a adesão dos pacientes ao protocolo. Com base nessa dúvida, o objetivo deste projeto é comparar os efeitos de dois protocolos de treinamento físico em um programa de reabilitação de longa duração (6 meses) em pacientes com DPOC: um protocolo de alta intensidade (baseado em treinamento de endurance e força) e um protocolo de baixa intensidade (baseado em exercícios respiratórios e de readequação do complexo tóraco-pulmonar).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio de Oliveira Pitta - Coordenador / Nidia Hernandes - Integrante / Karina Couto Furlanetto - Integrante / Thaís Sant'Anna - Integrante.
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2006 - 2008
Perfil de atividade física na vida diária de pacientes portadores de DPOC: ensaio clínico randomizado de uma amostra da cidade de Londrina, Brasil, Descrição: A DPOC é caracterizada por obstrução não totalmente reversível das vias aéreas e geralmente ligada ao tabagismo crônico. Além da limitação ao fluxo aéreo e consequente dispneia, a DPOC também tem sido recentemente descrita como uma doença com consequências sistêmicas. Entre elas, a progressiva perda de condicionamento físico e de força muscular, o que muitas vezes ocorre independentemente da gravidade do quadro pulmonar. Tem sido sugerido que a interação entre dispneia, descondicionamento e fraqueza muscular agem como uma espécie de círculo vicioso ou espiral negativo, resultando em um nível de atividade física na vida diária dramaticamente reduzido nessa população. A metodologia de avaliação do nível de atividade física na vida diária evoluiu grandemente nos últimos anos. Equipamentos como os acelerômetros (ou monitores de atividade física) foram desenvolvidos e se tornaram disponíveis e acessíveis para pesquisa científica. Tal evolução tecnológica permitiu que, ultimamente, diversos estudos confirmassem objetivamente a hipótese de que a atividade física na vida diária nos pacientes com DPOC é acentuadamente reduzida, incluindo uma série de estudos do autor desse projeto. No entanto, todos esses estudos são baseados na Europa e nos estados unidos. Como já sugerido na literatura, o clima e diferenças socioculturais podem influenciar no perfil de atividade física de diferentes populações. No entanto, não existe até o momento na literatura científica qualquer estudo quantificando a atividade física na população brasileira de DPOC através de instrumentos objetivos e precisos como os monitores de atividade física, e comparando esse nível de atividade física com um grupo controle pareado por idade e sexo. Além disso, não se sabe se um teste funcional simples como o teste da caminhada de seis minutos (TC6) pode refletir adequadamente o nível de atividade física na vida diária de pacientes brasileiros com DPOC assim como tem sido demonstrado em outras populações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio de Oliveira Pitta - Coordenador / Nidia Hernandes - Integrante / Karina Couto Furlanetto - Integrante / Thaís Sant'Anna - Integrante.
Prêmios
2017
Segundo lugar no IX Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, ASSOBRAFIR.
2015
Trabalho premiado com ERS Silver Sponsorship no ERS Congress, Amsterdam, Holland, European Respiratory Society.
2015
Trabalho premiado com ERS Silver Sponsorship no ERS Congress, Amsterdam, Holland, European Respiratory Society.
2014
Trabalho premiado em segundo lugar (categoria oral) no XVII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, ssociação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.
2013
Trabalhado premiado em terceiro lugar (categoria pôster) no VII Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, ASSOBRAFIR.
2012
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria pôster) no XVI Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, ASSOBRAFIR.
2011
Trabalho premiado em primeiro lugar (categoria pôster) no VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, ASSOBRAFIR.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.. , Avenida Robert Koch - até 1351/1352, Operária, 86038350 - Londrina, PR - Brasil, Telefone: (43) 33712477, Ramal: 2477
Experiência profissional
2021 - Atual
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Profissional autônomo, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta UTI adulto, Carga horária: 20
2011 - Atual
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador
2015 - 2020
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Profissional autônomo, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta UTI adulto, Carga horária: 20
2017 - 2018
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutaranda em ciências da reabilitação, Carga horária: 40
2014 - 2014
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Profissional autônomo, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta UTI adulto, Carga horária: 20
2013 - 2014
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Mestranda em Ciências da Reabilitação, Carga horária: 40
2012 - 2014
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Residente em Fisioterapia Pulmonar, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
2010 - 2010
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Estágio Supervisionado, Enquadramento Funcional: Estagiário em fisioterapia, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio Supervisionado em Fisioterapia Cardiopneumofuncional, Fisioterapia Traumato-Ortópedica Funcional e Esportiva, Fisioterapia Neurofuncional, Fisioterapia Uroginecológica e Obstetrícia, Fisioterapia Pediátrica e Fisioterapia em Saúde Coletiva.
2008 - 2008
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Estágio voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiário em fisioterapia em Pediatria, Carga horária: 4
2008 - 2008
Universidade Estadual de Londrina, Hospital Universitário.Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 4
Outras informações:
Projeto: O estudo de caso como meio de integração curricular no curso de fisioterapia
Atividades
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01/2011
Pesquisa e desenvolvimento, Universidade Estadual de Londrina.Linhas de pesquisa
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07/2014 - 12/2014
Ensino, Fisioterapia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Estágio em Docência do Mestrado em Ciências da Reabilitação na Disciplina Fisioterapia Cardiovascular
2011 - 2011
Medical FITVínculo: Profissional autônoma, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta na área de reabilitação, Carga horária: 20
2021 - 2021
Faculdade InspirarVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 4
2021 - 2021
Platos EducaçãoVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 2
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