Lucélia Costa Andrade
Possui ensino-medio-segundo-grau pelo Centro de Excelência Master(2004). Atualmente é Estudante da Universidade Federal de Sergipe e Ligante da Universidade Tiradentes.
Informações coletadas do Lattes em 16/10/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Formação complementar
2017 - 2017
Curso Teórico e Prático de Reanimação Neonatal. (Carga horária: 8h). , Sociedade Brasileira de Pediatria, SBP, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em V Semana e III Jornada de Enfermagem. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2016 - 2016
Extensão universitária em ENASA- Encontro Nacional de Arte e Saúde. (Carga horária: 72h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2016 - 2016
Atualização do protocolo clínico e diretrizes terapêuticas. (Carga horária: 6h). , Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, SBMT, Brasil.
2016 - 2016
III Curso de Antimicrobianos. (Carga horária: 15h). , Liga Acadêmica de Infectologia de Sergipe, LACIN-SE, Brasil.
2016 - 2016
I curso de interpretação de ECG. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2016 - 2016
Atualização do Manejo Clínico da Dengue. (Carga horária: 10h). , Universidade Aberta do SUS, UNA-SUS, Brasil.
2016 - 2016
Curso de Interpretação de Eletrocardiograma. (Carga horária: 5h). , Núcleo de ensino em saúde e emergência de sergipe, NESES, Brasil.
2015 - 2015
Introdução a métodos de diagnóstico por imagem. (Carga horária: 2h). , Congresso internacional Multiprofissional em Saúde, CIMSPE, Brasil.
2015 - 2015
Medicina Hiperbárica. (Carga horária: 2h). , Congresso internacional Multiprofissional em Saúde, CIMSPE, Brasil.
2015 - 2015
Curso de Radiologia do Tórax. (Carga horária: 5h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2014 - 2015
Curso de Inglês nível Intermediário. , Wizard, WZ, Brasil.
2014 - 2014
CICLO INTEGRADO DE PALESTRAS EM SAÚDE. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em 'I JORNADA ACADÊMICA DA MEDICINA - I SEMANA ACADÊM. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2013 - 2013
Extensão universitária em SIMPÓSIO DA LIGA ACADÊMICA DE PATOLOGIA - SE. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2012 - 2013
Curso de Inglês nível Básico. , Wizard, WZ, Brasil.
2012 - 2012
Extensão universitária em Curso de Espanhol Básico. (Carga horária: 100h). , Universidade Federal de Sergipe, UFS, Brasil.
2012 - 2012
SBV-SUPORTE BÁSICO DE VIDA. (Carga horária: 40h). , LIGA DE TRAUMA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA, LUTUESB, Brasil.
2012 - 2012
Politraumatizado: construindo uma linha de cuidado. (Carga horária: 15h). , Liga de Trauma de Sergipe, LIGA-SE, Brasil.
2012 - 2012
ABC do Câncer- Abordagens Básicas para o controle. (Carga horária: 30h). , Instituto Nacional de Câncer, INCA, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Organização de eventos
ANDRADE, L. C. . II Curso de Interpretação de ECG. 2017. (Outro).
ANDRADE, L. C. . I Curso de Interpretação de ECG. 2016. (Outro).
ANDRADE, L. C. ; PACHECO, R. D. ; HIRATUKA, E. . I OFICINA DO PET REDE PESSOA COM DEFICIÊNCIA "VAMOS PENSAR O CONCEITO DE DEFICIÊNCIA". 2013. (Outro).
Participação em eventos
IV Jornada de Estudo sobre Doenças raras em Sergipe. 2017. (Outra).
XXXVII Congresso Norte-Nordeste de cardiologia e 12° Congresso Alagoano de Cardiologia. 2017. (Congresso).
26° ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.ANÁLISE DOS FATORES EXTRÍNSECOS E INTRÌNSECOS QUE PREDISPÕEM A QUEDAS EM IDOSOS DO MUNICÍPIO DE LAGARTO-SE. 2016. (Encontro).
52° Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2016. (Congresso).
ENASA - Encontro Nacional de Arte e Saúde. 2016. (Encontro).
I Congresso de Urgência e Emergência de Sergipe. 2016. (Congresso).
I Congresso Nacional de Microcefalia. 2016. (Congresso).
I Seminário de Cardiopediatria da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. 2016. (Seminário).
V semana e III Jornada de Enfermagem - Construção Histórica e política da enfermagem na defesa do SUS.. 2016. (Outra).
1° Simpósio Sergipano de Neurocirurgia. 2015. (Simpósio).
II Congresso Internacional Multiprofissional em Saúde, II Congresso em Práticas para Educação em Saúde, II Mostra Científica-Cultural. 2015. (Congresso).
I Seminário de Integração PET-Redes de Atenção a Saúde. 2015. (Seminário).
XI Congresso Brasileiro de Cardiologia Intensiva - Intensicardio. 2015. (Congresso).
XIX EREM - Encontro Regional dos Estudantes de Medicina.Quedas em Idosos no município de Lagarto-SE. 2015. (Encontro).
24° Encontro de iniciação cinetífica.Quedas em Idosos no município de Lagarto-SE. 2014. (Encontro).
I Ciclo Integrado de Palestras em saúde. 2014. (Outra).
II JORNADA-IV SEMANA DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CAMPUS DE LAGARTO.DISCUTINDO DEFICIÊNCIA NO MUNICÍPIO DE LAGARTO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRIMEIRA OFICINA DO PET REDES. 2014. (Outra).
IV MOSTRA NACIONAL DE EXPERIENCIAS EM ATENÇÃO BÁSICA/SAÚDE DA FAMÍLIA.SANEAMENTO BÁSICO E MORTALIDADE INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LAGARTO-SE. 2014. (Outra).
Simpósio Da liga acadêmica de Patologia-SE. 2014. (Simpósio).
XII FREPOP ?Fórum de Educação Popular -IX Internaciona. 2014. (Outra).
XXVI CONGRESSO BRASILEIRO DE GENÉTICA MÉDICA. RELATO DE CASO: SÍNDROME DE JACOBSEN. 2014. (Congresso).
23°ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.Saneamento básico e mortalidade infantil no município de Lagarto-SE. 2013. (Encontro).
I OFICINA DO PET REDE PESSOA COM DEFICIÊNCIA.VAMOS PENSAR O CONCEITO DEDEFICIÊNCIA. 2013. (Oficina).
VIII Fórum Regional Desenvolvimento Sustentável: políticas e responsabilidades socioambiental.. 2013. (Outra).
VIII Fórum Regional Desenvolvimento Sustentável: políticas e responsabilidades socioambiental..Saneamento Básico e Mortalidade Infantil no município de Lagarto. 2013. (Outra).
Produções bibliográficas
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TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; MORGANNA, H. ; NEVES, V. S. ; SANTOS, A.E. ; LOPES, M. S. ; TRINDADE, L. D. R. ; ALVES, J. A. B. . Perfil e prevalência de quedas em idosos. Revista de Enfermagem da UFPE On Line , v. 11, p. 4687, 2017.
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LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; SILVA, F. M. B. F. ; ANDRADE, L. C. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; MORGANNA, H. . Associação entre acesso aos serviços de saúde e prevalência de quedas na população idosa do município de Lagarto-SE. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; MORGANNA, H. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; ANDRADE, L. C. ; SILVA, F. M. B. F. . Relação entre prevalência e comorbidade e autoavaliação espontânea em saúde da população idosa do município de Lagarto-SE. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; CUSTODIO, M. S. ; NEVES, V. S. ; TRINDADE, L. D. R. ; SANTOS, C. B. ; SILVA, I. S. ; AMORIM, V. O. ; LOPES, Q. S. ; BRAGA, M. C. G. ; CARDOSO, E. F. . Mortalidade por Insuficiência cardíaca em Sergipe. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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LOPES, Q. S. ; BANDEIRA, G. F. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; CUSTODIO, M. S. . ACESSIBILIDADE DO PACIENTE HIPERTENSO À UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE: AINDA É UM DESAFIO. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; CUSTODIO, M. S. ; CARDOSO, E. F. ; NEVES, V. S. ; TRINDADE, L. D. R. ; BRAGA, M. C. G. ; AMORIM, V. O. ; SILVA, I. S. ; LOPES, Q. S. . MORTALIDADE POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO NO ESTADO DE SERGIPE. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CUSTODIO, M. S. ; NASCIMENTO, B. S. ; SANTOS, C. B. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; SILVA, I. S. ; AMORIM, V. O. ; LOPES, Q. S. ; TRINDADE, L. D. R. ; BRAGA, M. C. G. ; NEVES, V. S. . ÓBITOS DECORRENTES DO APARELHO CIRCULATÓRIO EM SERGIPE. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; LOPES, Q. S. ; NEVES, V. S. . Quilotoráx traumático por ferimento de arma branca. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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NEVES, V. S. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; LOPES, Q. S. . Trauma Hepático grau IV. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; LOPES, Q. S. ; NEVES, V. S. . Abdome agudo obstrutivo por brida e hérnia interna. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; NEVES, V. S. ; LOPES, Q. S. ; SANTOS, C. B. ; CONCEIÇÂO, V. S. . Panorama da mortalidade por câncer de mama no Brasil, Sergipe e Lagarto. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; SANTOS, C. B. ; NEVES, V. S. ; LOPES, Q. S. ; CONCEIÇÂO, V. S. . Mortalidade por câncer de colo de útero e importância do Papanicolau. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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SANTOS, C. B. ; NEVES, V. S. ; ANDRADE, L. C. ; CUSTODIO, M. S. ; LOPES, Q. S. ; OLIVEIRA, J. T. M. . Mortalidade por tuberculose na região Nordeste. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, C. B. ; NEVES, V. S. ; ANDRADE, L. C. ; CUSTODIO, M. S. ; LOPES, Q. S. ; OLIVEIRA, J. T. M. ; TRINDADE, L. D. R. ; SANTANA, T. L. S. . Perfil Epidemiológico da Esquistossomose no estado de Sergipe. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; NEVES, V. S. ; SANTOS, C. B. ; CUSTODIO, M. S. ; LOPES, Q. S. ; OLIVEIRA, J. T. M. ; TRINDADE, L. D. R. . Mortalidade e porcentagem de casos confirmados laboratorialmente de Leishmaniose Visceral em Sergipe. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; NEVES, V. S. ; SANTOS, C. B. ; CUSTODIO, M. S. ; LOPES, Q. S. ; TRINDADE, L. D. R. ; OLIVEIRA, J. T. M. . Análise da incidência de leptospirose na região Nordeste. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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LOPES, Q. S. ; BANDEIRA, G. F. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; SCHNEIBERG, S. ; SOUZA, V. T. C. ; CARREGOSA, E. B. ; NEVES, V. S. ; CUSTODIO, M. S. . Avaliação da dor em pacientes com hanseníase. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CUSTODIO, M. S. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; NEVES, V. S. ; OLIVEIRA, J. T. M. ; SANTOS, C. B. . Estudo quantitativo e caracterização dos casos de dengue em Sergipe. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CUSTODIO, M. S. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; NEVES, V. S. ; OLIVEIRA, J. T. M. ; SANTOS, C. B. . Microcefalia e influência do vírus Zika no Nordeste. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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NEVES, V. S. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; CUSTODIO, M. S. ; LOPES, Q. S. ; OLIVEIRA, J. T. M. ; SANTANA, T. L. S. . Perfil epidemiológico da leishmaniose no estado de Sergipe. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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NEVES, V. S. ; SANTOS, A. D. ; TELES, A. M. C. ; SILVA, G. M. ; LIMA, S. V. M. A. ; JÚNIOR, F. M. S. ; GÓIS, M. A. O. ; ARAÚJO, K. C. G. M. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; LOPES, Q. S. . Tendência temporal e características epidemiológicas da tuberculose no município de Lagarto, nordeste do Brasil. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, F. M. B. F. ; LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; MORGANNA, H. ; LOPES, I. R. S. . Fatores associados a prevalência de quedas em idosos no município de Lagarto-SE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, F. M. B. F. ; LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; MORGANNA, H. ; LOPES, I. R. S. . Avaliação do acesso aos serviços de saúde pelos idosos do município de Lagarto-SE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, F. M. B. F. ; LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; MORGANNA, H. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; LOPES, I. R. S. . Perfil epidemiológico e das condições de saúde da população idosa do município de Lagarto-SE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, F. M. B. F. ; LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; MORGANNA, H. ; LOPES, I. R. S. . Satisfação e autoavaliação da saúde em população idosa do município de Lagarto-SE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, F. M. B. F. ; LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; SANTOS, A. C. ; LOPES, I. R. S. . Formação de cuidadores de idosos: um relato de experiência. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SILVA, F. M. B. F. ; LOPES, M. S. ; TAKO, K. V. ; ANDRADE, L. C. ; PEREIRA, M. A. B. C. ; MORGANNA, H. ; LOPES, I. R. S. . Análise das condições de saúde da população idosa do município de Lagarto-SE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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LOPES, Q. S. ; BANDEIRA, G. F. ; SANTOS, C. B. ; ANDRADE, L. C. ; SCHNEIBERG, S. ; SOUZA, V. T. C. ; CARREGOSA, E. B. ; NEVES, V. S. . Incapacidade física e participação social em pessoas que foram acometidas pela hanseníase. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; MORGANNA, H. ; TAKO, K. V. ; BARBOSA, G. R. . Quedas em Idosos no município de Lagarto-SE. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ANDRADE, L. C. ; MORGANNA, H. ; TAKO, K. V. ; BARBOSA, G. R. . Prevalência de quedas em idosos no município de Lagarto-SE. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. J. ; HIRATUKA, E. ; OLIVEIRA, J. T. M. ; PACHECO, R. D. ; SIQUEIRA, T. S. . Discutindo deficiência no município de Lagarto-SE: Relato de experiência da I oficina do PET Redes de Capacitação dos ACS. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, E. S. ; ANDRADE, L. C. ; SANTOS, C. B. ; CUSTODIO, M. S. ; SILVA, L. N. . Relato de caso: Síndrome de Jacobsen. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRADE, L. C. ; TAKO, K. V. ; MORGANNA, H. ; BARBOSA, G. R. . QUEDAS EM IDOSOS NO MUNICÍPIO DE LAGARTO SE. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ANDRADE, L. C. ; TAKO, K. V. ; MORGANNA, H. ; KAREN, A. ; KESIA, A. . Saneamento Básico e Mortalidade Infantil no município de Lagarto. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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ANDRADE, L. C. ; TAKO, K. V. ; MORGANNA, H. ; KAREN, A. ; KESIA, A. . Saneamento Básico e Mortalidade Infantil no município de Lagarto. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2015 - 2016
Análise de fatores extrínsecos e intrínsecos que predispõem a quedas em idosos do município de Lagarto ? SE., Descrição: Avaliar os principais fatores (intrínsecos e extrínsecos) que levaram a quedas, dos idosos residentes no Município de Lagarto-Se.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Lucélia Costa Andrade - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Coordenador.
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2013 - 2014
PREVALÊNCIA DE QUEDAS EM IDOSOS NO MUNICÍPIO DE LAGARTO ? SE, Descrição: O processo de crescimento da população idosa, antes privilégio de países de primeiro mundo, tornou-se hoje um fenômeno mundial. Nos países mais desenvolvidos esta transição demográfica ocorreu lentamente, acompanhando o desenvolvimento econômico, a melhoria da qualidade de vida e a redução das desigualdades sociais. Consequentemente, os ajustes institucionais e as transformações sociais e econômicas necessárias à adequação a uma população mais idosa, puderam ser feitos sem atropelos, num intervalo temporal mais longo. Nos países em desenvolvimento, ao contrário, houve um aumento acelerado da população acima de sessenta anos, em relação à população geral, particularmente a partir da década de 50 e o tão almejado envelhecimento populacional, longe de ser uma conquista, passou a ser visto como um problema, porque estes países não estavam preparados para enfrentar a profunda transformação da nova estrutura etária. Com relação à saúde, a transição de uma população jovem para uma envelhecida modifica sensivelmente o panorama epidemiológico relativo à morbidade e mortalidade, porque é muito mais fácil controlar as doenças infectocontagiosas comuns em população jovem, do que controlar as doenças crônicas não transmissíveis que atacam a população mais idosa. A queda é um evento de grande impacto que acomete pessoas idosas, porque provocam lesões na maioria das vezes de natureza grave, que podem levá-las à incapacidade longos períodos de internação e reabilitação, diminuição da autonomia e da independência e até necessidade de institucionalização, por isso seu custo social é muito grande, devendo sua prevenção ser tratada como questão de saúde pública. Segundo Chandler (2000), todo mundo cai, independentemente da idade. A queda é um evento comum na vida das pessoas e, muitas quedas, especialmente em crianças e adultos jovens, têm pouca consequência e não apresentam nenhum impacto funcional. As quedas, porém, passam a ser encaradas como um problema, na opinião de Paixão Jr. e Heckmann (2000), quando ocorrem na idade mais avançada, pois o idoso, quando cai, corre mais risco de lesões, além do que sofre o impacto psicológico do medo, que compromete a segurança da capacidade de andar. Paschoal e Lima (2006) afirmam que as quedas são um problema importante entre os idosos, não só por sua frequência, mas, principalmente, por suas consequências, sendo comum que as pessoas se preocupem apenas com as lesões físicas ocasionadas, negligenciando as consequências psicológicas e os danos sociais decorrentes do evento. Apesar da maioria das quedas não levarem à morte, elas estão associadas a um elevado número de lesões e complicações que podem ocorrer durante o período de recuperação clínica dos pacientes, além do que as quedas podem ocasionar limitações das atividades desempenhadas pelo idoso, tanto em decorrência das deficiências físicas ocasionadas, como pelo medo de sofrerem novas quedas (BRITO; COSTA, 2001). No mesmo sentido, Simpson (2000) coloca que a queda pode constituir um grande choque para a pessoa que, embora sendo cronologicamente idosa, se considera em forma relativamente boa e bastante ativa para a sua idade, pois ela pode sofrer acentuada perda de autoconfiança, passando a restringir suas atividades, preocupação que não diminui apenas a qualidade de vida, mas favorece a fraqueza muscular e a instabilidade postural, agravando o risco de novas quedas. Brito e Costa (2001) afirmam que entre 10% a 15% dos idosos que caem são acometidos de lesões graves e, dois terços delas são fraturas ósseas, sendo a fratura de quadril a mais comum (25% dos casos) e de consequências mais devastadoras com elevada taxa de mortalidade (25% morrem nos primeiros seis meses após a fratura) e incapacidade (60%) para a realização das suas funções habituais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Lucélia Costa Andrade - Integrante / Karine Vaccaro Tako - Coordenador / Heloysa Morganna - Integrante / Guilherme Rodrigues Barbosa - Integrante.
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2012 - 2013
Saneamento Básico e Mortalidade Infantil no município de Lagarto, Descrição: O nível de qualidade de vida de uma sociedade é difícil de ser mensurado em sua totalidade. Porém pode ser avaliado por meio de indicadores em determinadas áreas consideradas como componentes essenciais para delinear o quadro de bem-estar social de uma população. Dentre os indicadores, o mais tradicional é o coeficiente de mortalidade infantil. Por ser, reconhecidamente, aquele que expressa não só o nível de saúde de uma sociedade, mas também o seu padrão socioeconômico tem sido universalmente utilizado como um índice sintetizador de desenvolvimento. No ano de 2000, a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) para o Brasil foi estimada 28,3 por mil nascidos vivos (nv), mas observa-se uma expressiva desigualdade entre os seus estados. Esse fato tem provocado o interesse de diversos pesquisadores e instituições de saúde na busca dos determinantes dessas disparidades. Embora nenhum estado brasileiro tenha apresentado aumento da mortalidade infantil nos últimos dez anos, 11 encontram-se acima da média nacional, dentre os quais nove pertencem à região Nordeste e dois, à região Norte. No Estado do Sergipe, no período 2000-2005, o CMI diminui de 28,56 para 23,95 para menores de um ano, percebendo-se um decréscimo total de 16,15% nesse período. Em 2001 ocorreu uma oscilação considerada atípica, em relação ao padrão de decréscimo da evolução observados até 2005. Desta situação duas hipóteses podem ser trabalhadas: a primeira uma melhoria na notificação dos óbitos, campanha para diminuir a subnotificação dos óbitos infanis; e a segunda maior cobertura do território pelas Equipes de Saúde da Família o que produz um maior índice de informações. É válido ressaltar que em 2001 foi implantado o modelo Tecnoassistencial Saúde Todo Dia na capital, onde estava previsto a melhora na assistência de pré-natal de alto risco, o que também contribuiu com um maior registro de óbitos neonatal. Verificou-se, neste estudo, como principal causa dos óbitos infantis as afecções originadas no período.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Lucélia Costa Andrade - Coordenador / Karine Vaccaro Tako - Integrante / ADÊNIA KAREN - Integrante / Andrielly Kesia - Integrante / Heloysa Morganna - Integrante / Ana Silvia Moccellin - Integrante / Tales Iuri Paz Albuquerque - Integrante / Priscilla Daisy Cardoso Batista - Integrante / Lavinia Teixeira de Aguiar Machado - Integrante / José Antonio Barreto Alves - Integrante / Rosiane Dantas Pacheco - Integrante / Antonio Carlos Marqueti - Integrante / Frederico Leão Pinheiro - Integrante / Roberto dos Santos Lacerda - Integrante.
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