Andréa Almeida Campêlo

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (2000), graduação em Letras- Língua Inglesa pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (2002) e mestrado em Letras- Linguagem e Identidade pela Universidade Federal do Acre (2018). Atualmente é assessora pedagógica - Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte do Acre. Tem experiência em educação escolar indígena.

Informações coletadas do Lattes em 10/12/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Letras- Linguagem e Identidade

2016 - 2018

Universidade Federal do Acre
Título: Bilinguísmo em comunidades indígenas, o povo Noke Koî/Katukina de Cruzeiro do Sul/AC., Ano de Obtenção: 2018
Maristela Rosso Walker.

Especialização em Metodologia do Ensino Fundamental e Médio

2000 - 2001

Universidade Estadual Vale do Acaraú
Título: Ensino da Matemática no Ensino Médio
Orientador: Maria Izabel Florindo Guedes

Graduação em Letras

1999 - 2002

Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Graduação em Pedagogia

1999 - 2000

Universidade Estadual Vale do Acaraú

Formação complementar

2013 - 2013

BETUSA IIE Teacher Training. (Carga horária: 246h). , University of Delaware, UDEL, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Sociolinguística.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Letras.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de professores.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação empreendedora.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação Escolar Indígena.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Consultoria educacional.

Organização de eventos

CAMPÊLO, A. A. . X SIMPÓSIO LINGUAGENS E IDENTIDADEDA/NA AMAZÔNIA SUL-OCIDENTAL "TRÂNSITOS PÓS-COLONIAIS E DECOLONIALIDADE DE SABERES E SENTIDOS". 2016. (Outro).

Participação em eventos

Interculturalidades, lenguajes y educación indígena em la América Latina.Práticas interculturais da escola indígena: desafios e possibilidades para o ensino de línguas. 2020. (Simpósio).

V Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena. 2020. (Outra).

XIV Congresso Linguagens e Identidades Amazônicas. Práticas interculturais no cotidiano da escola indígena: desafios e possibilidades para o ensino de línguas e literaturas indígenas. 2020. (Congresso).

I Encontro de Estudos Linguísticos e Literários da Região Norte - GELLNORTE.Formação de professores indígenas e o uso da tecnologia: desafios e possibilidades para uma educação diferenciada. 2017. (Encontro).

El XII Congresso de las Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana (JALLA). Linguagens em contato: um olhar sobre Empréstimo e/ou Substituição Linguísticos na construção das identidades do povo Noke Koî/Katukina. 2016. (Congresso).

X Simpósio Linguagens e Identidades da/na Amazônia Ocidental.Ensino de línguas na escola indígena Noke Koî/Katukina: desafios e possibilidades de ensino. 2016. (Simpósio).

Produções bibliográficas

  • CAMPÊLO, A. A. ; WALKER, M. R. . Bilinguismo e identidade Um olhar sobre a escola NOKE KOĨ/KATUKINA. 1. ed. Chisinau: Novas Edições Acadêmicas, 2021. 137p .

  • CAMPÊLO, A. A. . A função da escrita e da oralidade da Língua Portuguesa para/entre os Manchineri. In: Wilmar R. D'Angelis. (Org.). Ensino de Português em comunidades indígenas (1ª e 2ª língua). 1ªed.Campinas: Curt Nimuendajú, 2013, v. 168, p. 109-125.

  • CAMPÊLO, A. A. . Práticas interculturais no cotidiano da escola indígena: desafios e possibilidades para o ensino de línguas. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Bilinguismo em comunidades indígenas, o povo Noke Koî/Katukina de Cruzeiro do Sul/AC., Descrição: Este projeto está situado no âmbito da abordagem qualitativa da pesquisa. Insere-se na perspectiva teórico-metodológica da etnografia, conforme definido por Marli André (2005) e sustenta-se em autores como Bakhtin (1992), Orlandi (1990), Hall (2003), Bauman (2005), Glissant (2005), entre outros. Pretendo fazer uma análise da linguagem, a partir de Mikail Bakhtin, tecendo um diálogo com autores dos estudos culturais. O objetivo deste projeto é realizar uma discussão acerca do contexto e a influência do bilinguismo na comunidade indígena Noke Koî, da Terra Indígena Campina/Katukina, próxima a Cruzeiro do Sul, no Acre para a manutenção da identidade/cultura desse povo. Assim, busca-se saber quais são os principais fatores que interferem na construção da identidade do povo em questão a partir do contato com a sociedade envolvente e, consequentemente, com a Língua Portuguesa, tendo como recorte a escola indígena. É necessário pensar em qual língua as crianças Noke Koî/Katukina devem ser alfabetizadas primeiro. Na Língua Noke Vana ou na Língua Portuguesa? Propondo uma análise de conteúdo a partir dos resultados obtidos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Andréa Almeida Campêlo - Coordenador / Maristela Rosso Walker - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2022 - 2022

Universidade Federal do Acre

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 60

Outras informações:
Ministrou a disciplina de Educação Escolar Indígena no Plano Nacional de Formação de Professores (PARFOR).

2006 - Atual

Secretaria de Estado de Educação

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenacao, Carga horária: 40

2011 - 2014

Claretiano Centro Universitário, Claretiano/BAT

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Tutor presencial, Carga horária: 12