Pedro Jonas de Almeida
Atualmente é professor dos cursos de licenciatura e bacharelado em filosofia da Universidade Federal de Goiás (UFG), Campus Goiás. Possuí título de Doutor em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde pesquisou o tema da ilusão transcendental na Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant. No período de Dezembro de 2013 a Janeiro de 2015 contou com bolsa sanduíche DAAD/CAPES. Concentra sua pesquisa na filosofia de David Hume, na filosofia de Immanuel Kant e a repercussão do conceito de crítica na filosofia contemporânea. Ultimamente vem se dedicando ao problema da liberdade na filosofia de Bento de Espinosa.
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Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Filosofia
2011 - 2015
Universidade Federal da Bahia
Título: A Razão e sua ilusão: a função da reflexão transcendental na Crítica da Razão Pura
, Ano de obtenção: 2015. Daniel Tourinho Peres. Coorientador: Heiner Klemme. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: reflexão transcendental; ideia transcendental; ilusão transcendental; erro; engano.Grande área: Ciências Humanas
Mestrado em Filosofia
2005 - 2007
Universidade Federal da Bahia
Título: Afetividade e Reflexão no Tratado de Hume
, Ano de Obtenção: 2007.João Carlos Salles Pires da Silva.Palavras-chave: Regras gerais; Reflexão; Vivacidade; Paixão.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Alemão
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Epistemologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Metafísica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.
Participação em eventos
Mini-Curso "A Metafísica de Leibniz" no XII Encontro da Anpof. 2006. (Outra).
XII Encontro Nacional de Filosofia da Anpof.Uma Física do Homem. 2006. (Encontro).
Mini-Curso "Filosofia e Psicanálise" no XI Encontro da Anpof. 2004. (Outra).
XI Encontro Nacional de Filosofia da Anpof. 2004. (Encontro).
Curso de Extensão "As Origens da Metafísica de Aritóteles". 2003. (Outra).
Participação em bancas
Seneda, M.C.; Calábria, O.;ALMEIDA, P. J.. O estatuto concedido ao espaço na filosofia crítica de Kant. 2024. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia.
Seneda, M.C.; Calábria, O.;ALMEIDA, P. J.. O estatuto científico do espaço na estética transcendental de Kant. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia.
Ana Gabriela Colantoni;ALMEIDA, P. J.; Ricardo Bazilio Dalla Vecchia. Nietzsche seria um niilista?. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás.
ALMEIDA, P. J.; Guilherme de Freitas Leal. A genealogia da prisão foucaultiana:o nascimento do delinquente útil-dócil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás.
ALMEIDA, P. J.; Guilherme de Freitas Leal. A vontade de potência e suas expressões no mundo da vida. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás.
ALMEIDA, P. J.; Marcelo Jungmann. Foucault e a ontologia histórica-crítica do corpo. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Goiás.
Orientou
A diferença estabelecida por Kant entre conhecimento matemático e conhecimento metafísico; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
Nietzsche e a questão do sujeito; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
Foucault e a segurança; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
O papel da disciplina na formação do sujeito moderno em Foucault; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
Foucault e a ontologia crítica-histórica do corpo; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
Disciplina no espaço escolar; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Goiás, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
Consonâncias e dissonâncias entre o espírito livre em Nietzsche e a resistência em Foucault; ; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
A revolução copernicana e seus diferentes aspectos; ; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Goiás; Orientador: Pedro Jonas de Almeida;
Produções bibliográficas
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ALMEIDA, PEDRO JONAS DE . Reflexão e ilusão transcendental na Crítica da razão pura. Studia Kantiana , v. 17, p. 33-70, 2019.
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ALMEIDA, P. J. . A razão e suas ideias. Studia Kantiana , v. 15, p. 123-152, 2017.
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ALMEIDA, PEDRO JONAS DE . A LÓGICA DA FICÇÃO NO "TRATADO" DE HUME. KRITERION (UFMG. IMPRESSO) , v. 57, p. 455-469, 2016.
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Paulo Lucas da Silva ; Geraldo Balduino Horn ; Elvis Francis Furquim de Melo ; Marcus José Alves de Souza ; LEANDRO, A. ; GOIS FILHO, B. J. ; MASCARENHAS, A. ; BENSUSAN, H. ; ALMEIDA, P. J. . Notas acerca da noção de existência em Hume. Trilhas Filosóficas (Online) , v. Ano II, p. 129-141, 2009.
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ALMEIDA, P. J. . Uma Física do Homem. In: XII Encontro Nacional de Filosofia da Anpof, 2006, Salvador. Atas do XII Encontro Nacional de Filosofia da Anpof. Salvador: EDUFBA, 2006. p. 5-563.
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ALMEIDA, P. J. . A falsificação da sensibilidade e a questão do simples na polêmica com Eberhard. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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ALMEIDA, P. J. . A noção de problema em filosofia, 2017. (Tradução/Artigo).
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ALMEIDA, P. J. ; Martial Gueroult . Lógica, Arquitetônica e Estruturas Constitutivas dos Sistemas Filosóficos. Sâo Paulo: Trans/Form/Ação da Unesp, 2007. (Tradução/Artigo).
Outras produções
ALMEIDA, P. J. . Parecer técnico de artigo para a revista Ideação. 2024.
ALMEIDA, PEDRO JONAS DE . Parecer técnico para artigo científico para a revista Ideação. 2024.
ALMEIDA, PEDRO JONAS DE . Parecer emitido para o texto científico enviado pela revista Educação e Filosofia. 2024.
Projetos de pesquisa
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2019 - Atual
Espinosa no século XVII: ciência, natureza e liberdade, Descrição: Na Ética demonstrada à maneira dos geômetras, de 1677, Espinosa defende um conceito de Deus como causa imanente. Deus, diz Espinosa, é uma substância absolutamente infinita de onde decorre com uma necessidade matemática inelutável tudo aquilo que é. Sabe-se que esse modo de pensar a divindade única permite a Espinosa depurá-la de toda ideia antropomórfica de finalidade e de criação. Deus não é um rei ou príncipe nem um espírito consciente de si que escolhe, que constrói o mundo a partir da ideia de finalidade e que poderia julgar os homens a partir da ideia de bem e mal por Ele instituída. Deus é a totalidade da Natureza que se produz produzindo toda a multiplicidade de seres que dele decorre. Aqui Espinosa, que investigou a obra de Descartes de perto e com atenção, afasta-se do mestre e, como Leibniz e Malebranche, desenvolve seu modo próprio de conceber a relação de Deus com o que dele decorre ? por exemplo, com um de seus modos finitos, o homem. Pode-se afirmar que o projeto de Espinosa consiste em transformar o homem, ser que se submete aos eventos e os teme, que, sem cessar, sente pavor e se sente passivo diante da totalidade da Natureza, em um ser livre e pleno. De que modo essa transformação se pode dar? Em que essa modificação é dependente de uma mutação no modo pelo qual o homem conhece a Natureza? Espinosa parece indicar, quando aborda o que chama de terceiro gênero de conhecimento, que essa transformação só poderá ocorrer a partir de uma coincidência entre o homem e Deus através da ciência intuitiva. Como isso é possível? A consequência dessa transformação é a de pôr o homem na condição de causa daquilo que lhe acontece, isto é, na condição de agente livre. Como a concepção espinosana de liberdade se define diante das concepções cartesianas e cristãs dominantes na história da filosofia e no século XVII, isto é, como é possível defender uma concepção de liberdade que excluí o livre arbítrio ou liberdade da vontade?. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pedro Jonas de Almeida - Coordenador.
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2016 - 2019
Uso regulativo e uso prático das ideias da Razão na Filosofia prática de Immanuel Kant, Descrição: Na Crítica da razão pura, Kant desenvolve um exame da razão por ela mesma e, na Dialética Transcendental, elabora o que pode ser chamado de teoria do uso regulativo das ideias da razão. Sabe-se que o destino dessa teoria será a filosofia prática de Kant, isto é, será na filosofia prática que as ideias de liberdade, de Deus e de alma, juntamente com outras ideias que igualmente exprimem a condição incondicionada de todas as condições empíricas, ganharão destaque. Na primeira Crítica, Kant demonstra que as ideias, enquanto conceitos deduzidos (geschlossene Begriffe) [A 333], não se originam na razão como as categorias no entendimento. As categorias são dadas ou geradas nas funções do juízo já encravadas no entendimento enquanto capacidade de julgar [A 79], enquanto as ideias são produzidas ou inventadas no próprio processo das inferências, silogismos ou raciocínios dialéticos. A razão, diz Claude Piché, é antes uma capacidade de inventar facultas fingendi, suas ideias. Desde a primeira Crítica Kant deixa claro que a razão é uma instância normativa que não aguarda passivamente a Natureza fornecer, de fora, lições para seu aprendizado. Pelo contrário, a razão, diz Kant, não mendiga, mas sim comanda, isto é, determina a Natureza de seu ponto de vista formal ou legal. Mais ainda do que em sua Filosofia teórica, na Filosofia prática a razão é fonte de mandamentos práticos que exprimem o modo como seres racionais finitos devem agir. Dito de outro modo, a Filosofia prática se ocupa de regras prescritivas e normativas, e não da descrição do modo como os agentes racionais finitos de fato agem. Essa última tarefa pertence ao âmbito da Antropologia Pragmática, diz Kant, e não ao projeto de uma Metafísica dos Costumes. Trata-se, em resumo, de investigar: (1) a faculdade específica da Razão enquanto fonte e sede de representações exclusivas, a saber, ideias e normas; (2) a razão em seu uso prático; e (3) a teoria do uso regulativo das ideias em seu desdobramento na Filosofia prática. A partir desse exame, podemos investigar o desdobramento dessa teoria do uso regulativo das ideias na noção de juízo reflexionante. Se, por exemplo, a História pode ser pensada de um ponto de vista cosmopolita, é porque podemos julgar os acontecimentos que se desenrolam nela como se constituíssem um emaranhado articulado e apontassem para a realização da ideia de Direito racional, como se a ideia de justiça perfeita fosse sendo aproximada de modo assintótico. Dessa forma, o modo de julgar próprio da Ética e o do Direito podem ser complementados por um modo de julgar que apoia a crença na realização do melhor no futuro.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Pedro Jonas de Almeida - Coordenador / Matheus Henrique Borges - Integrante.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Goiás, Câmpus Cidade de Goiás. , Avenida Bom Pastor, nº 8, Setor Areião, 76600000 - Goiás, GO - Brasil, Telefone: (62) 33711511, URL da Homepage:
Experiência profissional
2011 - Atual
Universidade Federal de GoiásVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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02/2011
Ensino, Abi - Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia Moderna II
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02/2011
Ensino, Abi - Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria do Conhecimento I
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02/2011
Ensino, Abi - Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Teoria do Conhecimento II
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02/2011
Ensino, Abi - Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia Política I
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02/2011
Ensino, Abi - Filosofia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Filosofia Moderna I
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02/2011 - 06/2011
Ensino, Serviço Social, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
2009 - 2010
Universidade Federal da BahiaVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Substituto, Carga horária: 20
Outras informações:
Disciplinas ministradas: Introdução à filosofia, Ética e Metodologia Científica.
Atividades
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06/2010 - 11/2010
Ensino, Direito, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
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06/2010 - 11/2010
Ensino, Ciências Naturais, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Ética
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06/2010 - 11/2010
Ensino, Museologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Metodologia Científica
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02/2010 - 06/2010
Ensino, Serviço Social, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
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02/2010 - 06/2010
Ensino, Geografia Noturno, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
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06/2009 - 11/2009
Ensino, Ciências Sociais, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
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02/2009 - 11/2009
Ensino, Administração, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
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02/2009 - 06/2009
Ensino, Museologia, Nível: GraduaçãoDisciplinas ministradas, Introdução à Filosofia
2002 - 2009
Fundação José CarvalhoVínculo: Funcionário, Enquadramento Funcional: Professor Nível Médio, Carga horária: 40
Outras informações:
Disciplinas ministradas: Filosofia e Língua Inglesa.
Atividades
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07/2002 - 12/2009
Ensino,Disciplinas ministradas, Filosofia, Língua Inglesa
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10/2003 - 10/2003
Extensão universitária , ufba.Atividade de extensão realizada, Curso: Aristóteles, por Marco Zingano. Atividade de formação complementar durante exercíco da função de professor de nível médio..
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