Denise Cristina Salomão Correa
Mestre em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Cultura e Amazônia (2021). Graduada em Comunicação Social - Jornalismo (2018), pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Atuou como Bolsista de Iniciação Científica (PIBIC/UFPA) no projeto Mídia e Violência: percepções e representações na Amazônia, coordenado pela Professora Doutora Alda Cristina Costa. No período de 2014-2015, foi bolsista Proad na Editora da Universidade Federal do Pará (Ed.ufpa); Trabalhou como estagiária de produção jornalística (2015-2016) na Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa), no Departamento de Jornalismo da Rádio Cultura; Atuou como Bolsista Proad na Rádio Web UFPA no período 2016-2017. É Técnica em áudio (SENAC 2019). É Co fundadora da produtora de comunicação Maré Cheia. Atuou como assessora de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Pará (SINTSEP PA) - 2023. Atualmente é bolsista PCI (Programa de Capacitação Institucional) no Laboratório de Comunicação do Museu Paraense Emílio Goeldi. É jornalista freelancer. Tem experiência com produção e narrativa jornalística, como entrevistas e reportagens, Histórias de Vida e perfis jornalísticos, produção de notícias hard news, produção de podcasts, spots e outros produtos em áudio. Atualmente tem trabalhado mais especificamente com os seguintes temas: divulgação científica e popularização da ciência; Terra e Território; Comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas; Cultura e Amazônia.
Informações coletadas do Lattes em 09/12/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em COMUNICAÇÃO, CULTURA E AMAZÔNIA
2019 - 2021
Universidade Federal do Pará
Título: FENOMENOLOGIA DAS EXPERIÊNCIAS DOS JORNALISTAS NA COBERTURA DE VIOLÊNCIA NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM, Ano de Obtenção: 2021
Alda Cristina Silva da Costa.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Jornalistas; Cobertura de violência; Fenomenologia.
Formação complementar
2022 - 2022
Programa Jornalismo e Território - Edição Justiça Climática. (Carga horária: 40h). , ÉNOIS Laboratório de Jornalismo, ÉNOIS, Brasil.
2020 - 2020
minicurso Racismo e Mídia no Brasil: uma abordagem semiótica. (Carga horária: 4h). , Semiótica Antirracista, SA, Brasil.
2014 - 2014
Gestão de Mídias Sociais: Planejamento, Conteúdo, Monitoramento, Relacionam. (Carga horária: 40h). , Yesbil, YESBIL, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: COMUNICAÇÃO EM MÍDIAS SOCIAIS.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Jornalismo e Editoração.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Rádio e Televisão.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Ciências Sociais Aplicadas.
Organização de eventos
CORRÊA, D. C. S. . Encontro de Pesquisa em Comunicação na Amazônia - EPCA. 2019. (Congresso).
Participação em eventos
Seminário Diálogos 2020.1 Mesa Redonda Culturas Amazônicas e Práticas de Resistência : conflitos, lutas e interações. 2020. (Seminário).
VII Seminário de Pesquisa em Jornalismo INvestigativo. 2020. (Seminário).
Encontro de Pesquisa em Comunicação na Amazônia - EPCA.Coordenação do GT 4 - Comunicação, etnicidades e cidadania. 2019. (Encontro).
ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - ENECOM. 2018. (Encontro).
FESTCOM.AL OUTRO LADO DEL RÍO ? NARRATIVAS DE REFUGIADOS INDÍGENAS VENEZUELANOS DA ETNIA WARAO EM BELÉM - PA,. 2018. (Outra).
I Círculo de Saberes do Narramazônia : ?Narrativas da Amazônia: Diálogos literários e imagético-visuais?.Narramazônia em caleidoscópio: dois anos de história. 2018. (Outra).
Encontro de Pesquisa em Comunicação na Amazônia - EPCA.Feminicídio em Relatos de um Movimento Social: representação, fenômeno midiático e metanarrativa. 2017. (Encontro).
II Seminário Observatório de Conflitos Urbanos de Belém.Conflitos étnicos raciais urbanos em Belém. 2017. (Seminário).
Oficina de Elaboração de Artigos e Pôsteres Científicos. 2017. (Oficina).
Os discursos da mídia sobre o desenvolvimento na Amazônia". 2017. (Outra).
SEMINÁRIO INTERNACIONAL AMÉRICA LATINA.RACISMO E INTOLERÂNCIA - O GENOCÍDIO DE LIDERANÇAS AFRO RELIGIOSAS EM BELÉM DO PARÁ. 2017. (Seminário).
ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - ENECOM. 2016. (Encontro).
Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação Social - ENECOMM. 2014. (Encontro).
Produções bibliográficas
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COSTA, A. C. S. ; CORRÊA, D. C. S. ; SALGADO, M. M. ; PANTOJA JUNIOR, W. C. . ENTRE TENSIONAMENTOS E CONFLITOS NARRATIVOS JORNALÍSTICOS: CONSTRUÇÕES SOBRE A POLÍCIA E/OU O POLICIAL NA MÍDIA IMPRESSA DA AMAZÔNIA PARAENSE. REVISTA PAN-AMAZÔNICA DE COMUNICAÇÃO ATURÁ , v. 2, p. 16-39, 2018.
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AMARAL FILHO, O. (Org.) ; ALVES, R. (Org.) ; CORRÊA, D. C. S. (Org.) ; BARRAL, T. O. (Org.) ; PEREIRA, M. L. M. (Org.) . Espetáculos Culturais na Amazônia. 1. ed. Curitiba: EDITORA CRV, 2018. 258p .
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COSTA, A. C. S. ; OLIVEIRA, I. C. G. ; CORRÊA, D. C. S. . ENTRE IMAGINÁRIOS, RIOS E FLORESTAS DE UM CAMPUS FLUTUANTE. In: Demétrio de Azeredo Soster; Mateus Yuri Passos. (Org.). Narrativas de Viagem. 1ed.Santa Cruz do Sul: Catarse, 2019, v. 1, p. 5-556.
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ARAÚJO, R. C. R. ; CORRÊA, D. C. S. ; FERREIRA JUNIOR, S. E. S. ; COSTA, A. C. S. . Feminicídio em relatos de um movimento social: representação, fenômeno midiático e metanarrativa. In: INTERCOM, 2017, Curitiba. Comunicação, memórias e historicidades, 2017. p. 1-15.
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CORRÊA, D. C. S. ; ESTEVES, L. C. . RACISMO E INTOLERÂNCIA - O GENOCÍDIO DE LIDERANÇAS AFRO RELIGIOSAS EM BELÉM DO PARÁ. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL AMÉRICA LATINA - SIALAT, 2017, BELÉM. II Seminário Internacional América Latina: Políticas e conflitos contemporâneos. belem, 2017. p. 57-57.
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CORRÊA, D. C. S. . Procedimentos de escuta dos indivíduos afetados pela violência: perspectivas conceituais e de análise em comunicação. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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COSTA, A. C. S. ; ARAÚJO, R. C. R. ; CORRÊA, D. C. S. . Feminicídio em Relatos de um Movimento Social: representação, fenômeno midiático e metanarrativa. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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CORRÊA, D. C. S. . Mídia, Violência e Receptores: percepções e representações. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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ARAÚJO, R. C. R. ; CORRÊA, D. C. S. ; FERREIRA JUNIOR, S. E. S. ; COSTA, A. C. S. . Feminicídio em relatos de um movimento social: representação, fenômeno midiático e metanarrativa. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Outras produções
CORRÊA, D. C. S. . Consultoria Técnica para atuar como Educador(a) - Editor(a) nas ações relativas ao Projeto Internews. 2022.
CORRÊA, D. C. S. . Consultoria técnica para atuar como produtor/a/e de conteúdo para site e redes sociais, cobrindo atividades relacionadas ao projeto PPA USAID.. 2022.
CORRÊA, D. C. S. . Cobertura jornalística do Primeiro Encontro Paraense de Agroecologia. 2023.
CORRÊA, D. C. S. . Locução para campanha Casa de Mensagens, da Purpose Brasil. 2023.
CORRÊA, D. C. S. ; ALMEIDA, A. . Portfólio Institucional Guardiões do Bem Viver. 2023.
ALMEIDA, A. ; PEREIRA, M. ; SILVA JUNIOR, V. ; BEMERGUY, D. ; CORRÊA, D. C. S. . Cartilha de Comunicação Popular 'Defender Territórios, Mobilizar Redes, Semear Futuros'.. 2022.
CORRÊA, D. C. S. . Podcast Conto Ribeirinho. 2021.
CORRÊA, D. C. S. . Resistências quilombolas e indígenas: trajetórias e lutas por reconhecimento - Encontro de Pesquisa em Comunicação na Amazônia - EPCA 2019. 2019. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
CORRÊA, D. C. S. . Curso de Comunicação Popular - Módulo de Podcast. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
CORRÊA, D. C. S. . Procedimentos de escuta dos indivíduos afetados pela violência: perspectivas conceituais e de análise em comunicação. 2018. (Relatório de pesquisa).
CORRÊA, D. C. S. ; FERREIRA JUNIOR, S. E. S. . Mídia, violência e receptores: percepções e representações.. 2017. (Relatório de pesquisa).
Projetos de pesquisa
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2017 - 2022
Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense - Narramazônia, Descrição: O Grupo de Pesquisa Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense (Narramazônia) é um espaço de discussões e pesquisas multi e transdisciplinar sobre a constituição e circulação de narrativas na sociedade. Através do ato de narrar é possível compreender as interações humanas: a relação do eu com o outro, bem como a constituição dos contextos históricos, culturais e sociais em que estão inseridos. Na região amazônica, as narrativas são produtoras de sentidos e dos modos de interação dos sujeitos em sociedade, abarcando conceituações e caracterizações das narrativas, como narrativas da literatura: mito e ficção, narrativas midiáticas: fato e acontecimento, diversas linguagens observadas como narrativas: da escrita ao virtual, narrativas produzidas sobre a Amazônia na contemporaneidade. Os objetivos do Narramazônia, assim, são: construir um panorama histórico sobre as narrativas nos últimos 100 anos; conceituar narrativas, dos clássicos aos contemporâneos; compreender as narrativas como construção das relações sociais; refletir sobre as narrativas como atos de fala (discurso) na relação entre autor, personagens e leitor; analisar as narrativas da literatura e a produção de sentidos no mito e na ficção; analisar as narrativas midiáticas (livro, jornal, rádio, cinema, televisão, mídia sociais na internet, entre outras); analisar as narrativas como história e memória.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Denise Cristina Salomão Corrêa - Coordenador / Raisa Cristine Rodrigues de Araújo - Integrante / Nathan Nguangu Kabuenge - Integrante / alda cristina costa - Integrante / Sérgio do Espirito Santo Ferreira Junior - Integrante / Paulo Jorge Martins Nunes - Integrante / Vânia Maria Torres Costa - Integrante.
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2017 - 2022
Mídia e Violência: percepções e representações na Amazônia, Descrição: O projeto Mídia e Violência: as narrativas midiáticas na Amazônia paraense integra um conjunto de ações que tem por finalidade combater a violência pela violência nas matérias e imagens sobre esse problema social. A relação entre mídia e violência se constitui há muito num recorte de pesquisa de sociólogos, antropólogos, filósofos, psicólogos, comunicólogos entre outros, que veem com preocupação as inúmeras narrativas visuais, textuais ou orais construídas nos meios de comunicação, que quase sempre apelam ao uso excessivo de imagens ou expressões negativas, assim como uma superficialização, generalização e banalização desse problema social. A violência passa a ser explicada como um desfecho possível para as mais distintas situações e tensões, as quais vão desde formas mais simples e diretas ? e eventualmente ?irracionais? ou menos conscientes ? de manifestação de desejos até os grandes conflitos como compreensão da contemporaneidade. O problema ganha nos espaços impressos, televisivos ou nas mídias sociais na Internet tratamento de espetáculo midiático. Ou seja, passa a gravitar o ?mundo do espetáculo?, ou a ?espetacularização do mundo?, atenuando ou até eliminando as fronteiras entre os gêneros ?jornalismo?, ?entretenimento? e ?publicidade? na construção das narrativas midiáticas. Se, por um lado, há uma pluralidade de sentidos de violência, quando se objetiva determinar a origem ou o debate sobre o problema, por outro, ou, ao mesmo tempo, há uma homogeneização no uso do termo na contemporaneidade, com a mídia recorrendo a expressões que se valem de estigmas, estereótipos ou sensacionalismos para explicar a questão, negando uma relação ética no tratamento da questão. As primeiras pesquisas, por volta da década de 1970, procuraram investigar a influência de uma programação violenta sobre o comportamento de crianças e jovens, com a finalidade de compreender se havia uma relação direta entre agressividade infantil e televisão. Hoje, as pesquisas têm procurado entender de que forma a mídia tem construído o sentido dessa violência, assim como os indivíduos recebem essas mensagens no seu cotidiano. Percebe-se uma certa cristalização da cultura do medo ou da violência pela mídia, que passa a ser apresentada como chamariz da atenção e da experiência. Experiência esta que apela, sobretudo, para as sensações e um jornalismo que faz dessas sensações a chave para a sua narrativa. Portanto, parte-se da argumentação de que na relação complexa entre mídia e violência, ainda são identificados os seguintes problemas: conteúdos vazios das narrativas midiáticas difundidas nos diversos meios de comunicação, exposição demasiada de um discurso imagético negativo, com apelo ao sangue, esgarçamento da ética na elaboração, cristalização de uma cultura do medo ou da violência e uma relação de tensão entre sujeitos e instituições. Numa primeira fase do projeto, foram analisadas as narrativas impressas e televisivas com a finalidade de observar a relação entre o problema social violência e a construção midiática sobre a questão.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Denise Cristina Salomão Corrêa - Coordenador / Raisa Cristine Rodrigues de Araújo - Integrante / Nathan Nguangu Kabuenge - Integrante / alda cristina costa - Integrante / Sérgio do Espirito Santo Ferreira Junior - Integrante / Wallace Corrêa Pantoja Júnior - Integrante.
Prêmios
2018
Categoria Rádio, TV e Internet do 4º Festival de Produção Experimental - FESTCOM, Facom UFPA.
Histórico profissional
Experiência profissional
2015 - 2016
Fundação Paraense de RadiodifusãoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária de jornalismo, Carga horária: 30
2020 - 2022
Maré Cheia ProdutoraVínculo: outros, Enquadramento Funcional: jornalista, Carga horária: 30
2021 - 2022
Na Cuia Produtora CulturalVínculo: outros, Enquadramento Funcional: comunicadora social, Carga horária: 20
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