Carolina Câmara Pires dos Santos

Doutoranda e Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense (PPGSD-UFF). Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio (2013). Membro do Grupo de Pesquisa Sexualidade, Direito e Democracia (SDD-UFF). Coordenadora do Projeto de Pesquisa Anastácia Bantu - UFF. Educadora social voluntária no Grupo MOVIMENTO 205. Tem experiência na área de Direito, especificamente nos seguintes temas: racismo, gênero, direito à moradia, implementação da Lei 10.639/2003, ensino superior e ações afirmativas e mulheres negras.

Informações coletadas do Lattes em 09/04/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Sociologia e Direito

2017 - Atual

Universidade Federal Fluminense
Orientador: EDER FERNANDES MONICA

Mestrado em Sociologia e Direito

2015 - 2017

Universidade Federal Fluminense
Título: ELEKÔ: MULHERES NEGRAS NA LUTA POR DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO,Ano de Obtenção: 2017
LUIS ANTONIO RIBEIRO.Coorientador: EDER FERNANDES. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

Graduação em DIREITO

2007 - 2013

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio
Título: A Raça do Gênero? As Guerreiras da Estradinha e a Luta pelo Direito à Moradia Adequada.
Orientador: Márcia Nina Bernardes e Vanessa Santos do Canto
Bolsista do(a): Programa Universidade para Todos, PROUNI, Brasil.

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Formação complementar

2013 -

CAPTAÇÃO DE RECURSOS (PROJETOS). (Carga horária: 25h). , SESC - Administração Nacional, SESC, Brasil.

2013 -

Curso Avançado de Inglês. , Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa, SBCI, Brasil.

2013 - 2013

Extensão universitária em HISTÓRIA E CULTURA NEGRA - LEI 10.639/2003. (Carga horária: 45h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.

2013 - 2013

ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS SÓCIOCOMUNITÁRIOS. , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.

2011 - 2013

Curso Nível Intermediário de Inglês. , Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa, SBCI, Brasil.

2008 - 2011

Curso Básico de Inglês. (Carga horária: 330h). , Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa, SBCI, Brasil.

2007 - 2007

Saúde e Prevenção nas Escolas - DST/AIDS. (Carga horária: 2h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RJ, SENAC - RJ, Brasil.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Alemão

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito.

    Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Público.

    Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direitos Humanos.

    Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação/Especialidade: Educação em Periferias Urbanas.

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Organização de eventos

SANTOS, C. C. P. ; MONICA, Eder F ; FIGUEIREDO, C. C. F. A. . I SEMINÁRIO DIREITO E RACISMO. 2016. (Outro).

MONICA, Eder F ; SANTOS, C. C. P. ; AKUTSU, B. H. S. ; FIGUEIREDO, C. C. F. A. . I Jornada SDD: ?Qual o futuro da sexualidade no Direito??. 2016. (Outro).

PIRES, T.R.O. ; SANTOS, C. C. P. ; LYRIO, C. . ENCRESPANDO 2015: I SEMINÁRIO INTERNACIONAL - Refletindo a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024). 2015. (Outro).

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Participação em eventos

I Jornada Nacional sobre Racismo Institucional e Sistema de Justiça. O Racismo Institucional nas Políticas de Remoção das Favelas. 2018. (Congresso).

Reconhecimento e Resistência: Papel das Defensorias Públicas na garanti de Direitos Humanos das Mulheres numa Perspectiva Intercultural.Feminismo e Pós Colonialidade. 2018. (Encontro).

Instituições Judiciárias: Formação, Práticas e Comparações Brasil, Cuba e Moçambique. 2017. (Encontro).

Iº Congresso de Filosofia Africana e Afrodiaspórica da UERJ. Direito e Filosofia: uma perspectiva para a pesquisa a partir da população africana e afrodiaspórica. 2017. (Congresso).

13th AWID INTERNATIONAL FORUM.ROSAS NEGRAS: RESILIÊNCIA, AFETIVIDADE E RESISTÊNCIA. 2016. (Encontro).

I JORNADA SDD: "QUAL O FUTURO DA SEXUALIDADE NO DIREITO?".MULHER NEGRA: IDENTIDADES FORJADAS PELA NEGAÇÃO. 2016. (Simpósio).

I SEMINARIO DIREITO E RACISMO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE.RACISMO INSTITUCIONAL. 2016. (Seminário).

JUVENTUDE NEGRA - ANÁLISE E QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS.A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO HIP HOP PARA A CONQUISTA DE DIREITOS DO POVO NEGRO. 2016. (Oficina).

PESQUISAS NA FACULDADE DE DIREITO - UFF.SEXUALIDADE, DIREITO E DEMOCRACIA: INTERSECÇÕES DE GÊNERO, RAÇA E CLASSE. 2016. (Encontro).

PROJETO IPGI NAS ESCOLAS - 1º SEMESTRE.RELAÇÕES RACIAIS NO BRASIL E RACISMO. 2016. (Oficina).

PROJETO IPGI NAS ESCOLAS - 2º SEMESTRE.CONSCIÊNCIA NEGRA E A CONQUISTA DE DIREITOS: PASSADO, PRESENTE E FUTURO. 2016. (Oficina).

SEMINÁRIO DOS ALUNOS DA PÓS GRADUAÇÃO EM TEORIA DO ESTADO E DIREITO CONSTITUCIONAL DA PUC-RIO.A RESISTÊNCIA DAS MULHERES NEGRAS POR DIREITO À MORADIA NA COMUNIDADE DO HORTO. 2016. (Seminário).

VI SEMINÁRIO DIREITOS, PESQUISA E MOVIMENTOS SOCIAIS.O RACISMO INSTITUCIONAL NAS POLÍTICAS DE REMOÇÃO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2016. (Seminário).

XIV SEMANA AFRO-BRASILEIRA DO COLÉGIO ESTADUAL CONSELHEIRO MACEDO SOARES.NOVAS CANDACES: AS RAINHAS NEGRAS DO NOSSO TEMPO. 2016. (Encontro).

ENCONTRO DE FEMINISTAS NEGRAS DA DIÁSPORA AFRICANA - PREPARAÇÃO DA MARCHA DAS MULHERES NEGRAS NO BRASIL.VIOLAÇÃO DE DIREITOS DA JUVENTUDE NEGRA. 2015. (Encontro).

ENCRESPANDO 2015: I SEMINÁRIO INTERNACIONAL - Refletindo a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024.PAINEL 5: Autonomia corporal-identitária e Engajamento político. 2015. (Seminário).

ENCRESPANDO 2015: I SEMINÁRIO INTERNACIONAL - Refletindo a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024.GT 2: Territorialidades Negras, Racismo Ambiental e Religiosidades de Matrizes Africanas. 2015. (Seminário).

FESTIVAL LATINIDADES AFROLATINAS. 2015. (Encontro).

IV - CONINTER. ELEKÔ: MULHERES NEGRAS CONTRA AS REMOÇÕES DAS FAVELAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2015. (Congresso).

V SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR EM SOCIOLOGIA E DIREITO.SOBRE RESILIÊNCIA, AFETIVIDADE E RESISTÊNCIA: MULHERES NEGRAS NA LUTA PELA EFETIVAÇÃO DO DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2015. (Seminário).

FESTIVAL LATINIDADES 2014 - OS GRIÔS DA DIÁSPORA NEGRA. 2014. (Encontro).

I CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE O PENSAMENTO DAS MULHERES NEGRAS NO BRASIL E NA DIÁSPORA AFRICANA. 2014. (Congresso).

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL FELA KUTI DA UERJ - A EDUCAÇÃO, OS MOVIMENTOS SOCIAIS E A ÁFRICA QUE INCOMODA. 2014. (Seminário).

IV SEMINÁRIO REGIONAL DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS - A DIREITOS HUMANOS: A ESCOLA E AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS."O DESPERTAR DO GIGANTE". 2014. (Seminário).

VAMOS NESSA ONDA - ESCOLA ABERTA NO AUDITÓRIO DA SEEDUC É SHOW."O DESPERTAR DO GIGANTE". 2014. (Encontro).

"REFLEXÕES SOBRE O LEVANTE DEMOCRÁTICO DE JUN/2013". 2013. (Encontro).

III SEMINÁRIO REGIONAL DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS - 10 ANOS DA LEI 10.639/2003: AVANÇOS E DESAFIOS. 2013. (Seminário).

Projeto VI Mostra Cultural Afro-Indígena.A Importância da Efetivação da Lei 10.639 no Combate ao Racismo. 2013. (Encontro).

JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE / JORNIC -UGB.O direito a moradia e as desigualdades: um estudo do impacto das remoções sobre a vida de mulheres moradoras de favelas da cidade do Rio de Janeiro - RJ. 2012. (Seminário).

II COLÓQUIO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS FND/UFRJ. A BUSCA POR VIAS ALTERNATIVAS NA EFETIVAÇÃO DA PREMISSA CONSTITUCIONAL DE IGUALDADE RACIAL. 2011. (Congresso).

II Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos: compromissos e desafios das políticas públicas em Educação e defesa dos Direitos Humanos. 2011. (Congresso).

Seminário de Reflexão e Memória da Cultura Afrobrasileira: a resistência política dos negros no Brasil de Zumbo dos Palmares a Abdias do Nascimento.Direito à cidade e resistência: o protagonismo político das mulheres negras face às remoções na cidade do Rio de Janeiro. 2011. (Seminário).

Seminário Políticas de Ação Afirmativa - desafios e conquistas. 2011. (Seminário).

V Jornada Carioca de Iniciação Científica.Discriminação Baseada em Gênero, Direito Internacional e Democratização Brasileira - Análise dos Casos Enviados ao Comitê CEDAW. 2010. (Seminário).

I Seminário Internacional Direitos Humanos, Políticas Públicas e Relações Raciais - Brasil & EUA. 2009. (Seminário).

Seminário O Judiciário Debate a Discriminação Racial. 2009. (Seminário).

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Comissão julgadora das bancas

Clarissa Pires de Almeida Naback

BERNARDES, M. N.; CANTO, V. S.; QUINTANS, M. T. D.;NABACK, C. P. A.. A Raça do Gênero? As Guerreiras da Estradinha e a Luta pelo Direito à Moradia Adequada. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Adriana Ribeiro Rice Geisler

RIBEIRO, L. A. C.;GEISLER, A. R. R.; MÔNICA, E. F.; CASTRO, C. A.; PIRES, T. R. O.. Elekô: mulheres negras na luta por direito à moradia na cidade do Rio de Janeiro. 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Delton Ricardo Soares Meirelles

RIBEIRO, L. A. C.; MONICA, E. F.;MEIRELLES, Delton R. S.. ELEKÔ1 ? Mulheres Negras na Luta pelo Direito à Moradia na Cidade do Rio de Janeiro. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Thula Rafaela de Oliveira Pires

PIRES, T. R. O.; RIBEIRO, L. A. C.; MONICA, E. F.; CASTRO, C. A.; GEISLER, A. R. R.. ELEKÔ: Mulheres negras na luta por direito à moradia na cidade do Rio de Janeiro. 2017 - Universidade Federal Fluminense.

Eder Fernandes Monica

MONICA, Eder F.; Meirelles, Delton; Ribeiro, L. A.. ELEKÔ - Mulheres Negras na Luta pelo Direito à Moradia na Cidade do Rio de Janeiro. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Carla Appollinario de Castro

RIBEIRO, L. A. C.; MONICA, E. F.;CASTRO, C. A.; GEISLER, A. R. R.; PIRES, T. R. O.. ELEKÔ: MULHERES NEGRAS NA LUTA POR DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Luis Antônio Cunha Ribeiro

RIBEIRO, Luís Antônio Cunha; Fernandes, Eder; Castro, Carla Appollinário de; Adriana Geisler; Pires, Thula Rafaela de O.. ELEKÔ: MULHERES NEGRAS NA LUTA POR DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2017. Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Luis Antônio Cunha Ribeiro

RIBEIRO, Luís Antônio Cunha; Meirelles, Delton Ricardo Soares; Fernandes, Eder. ELEKÔ: MULHERES NEGRAS NA LUTA POR DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense.

Mariana Trotta Dallalana Quintans

QUINTANS, Mariana Trotta Dallalana; Bernandes, Marcia Nina; Canto, Vanessa dos Santos. A raça do gênero? As guerreiras da Estradinha e a luta pelo direito à moradia adequada. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

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Foi orientado por

Vanessa Santos do Canto

A raça do gênero? As guerreiras da Estradinha e a luta pelo direito à moradia adequada; ; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio; Orientador: Vanessa Santos do Canto;

Márcia Nina Bernardes

Os caminhos do Estradinha: a questão de gênero no movimento pela moradia; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: Marcia Nina Bernardes;

Márcia Nina Bernardes

Discriminaçao baseada em gênero, democratização brasileira e direito internacional; ; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ; Orientador: Marcia Nina Bernardes;

Luis Antônio Cunha Ribeiro

ELEKÔ: MULHERES NEGRAS NA LUTA POR DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO; 2017; Dissertação (Mestrado em Sociologia e Direito) - Universidade Federal Fluminense, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Luís Antônio Cunha Ribeiro;

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Produções bibliográficas

  • SANTOS, C. C. P. . A Participação das Mulheres na Construção do Horto. In: Inês Gouveia. (Org.). A Participação das Mulheres na Construção do Território - Rocinha e Horto. 1ed.RIO DE JANEIRO: RedeMus - Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro; Museu Sankofa; Museu do Horto, 2018, v. 1, p. 113-171.

  • SANTOS, C. C. P. . Comunidade do Horto: Lugar de Resistência Ancestral. In: Inês Gouveia. (Org.). A Participação das Mulheres na Construção do Território - Rocinha e Horto. 1ed.RIO DE JANEIRO: RedeMus - Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro; Museu Sankofa; Museu do Horto, 2018, v. 1, p. 43-51.

  • SANTOS, C. C. P. . O Direito à Moradia e as Desigualdades de Gênero e Raça. In: Alexandre F. Mendes e Giuseppe Cocco. (Org.). A Resistência à Remoção de Favelas no Rio de Janeiro. 1ed.Rio de Janeiro: REVAN, 2016, v. , p. 1-343.

  • MARTIRE, G. C. L. ; SANTOS, C. C. P. . QUE FESTA É ESSA: VIOLÊNCIAS EM CONTEXTOS DE FESTAS UNIVERSITÁRIAS. In: XII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO & III INOVARSE - Responsabilidade Social Aplicada, 2016, RIO DE JANEIRO. ANAIS XII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO & III INOVARSE - Responsabilidade Social Aplicada, 2016.

  • LYRIO, C. ; SANTOS, C. C. P. ; MUNIZ, Y. . A busca pelas vias alternativas da efetivação da premissa constitucional de igualdade racial. In: II Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos: compromissos e desafios das políticas públicas em Educação e defesa dos Direitos Humanos, 2011, Itapetinga - Bahia. Anais do II Congresso Nacional Diversidade, Ética e Direitos Humanos: compromissos e desafios das políticas públicas em Educação e Direitos Humanos. Itapetinga - Bahia: Núcleo de Pesquisa e Extensão Gestão em Educação e Estudos Transdisciplinares - NUGEET, 2011. p. 1-12.

  • SANTOS, C. C. P. ; MARTIRE, G. C. L. . O RACISMO E ALGUMAS ABORDAGENS DAS ARTES VISUAIS. Revista da ABraSD , 2017.

  • SANTOS, C. C. P. . Mulheres Negras e Direito à Moradia na cidade do Rio de Janeiro. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . Raça e Gênero como lentes de análise do Direito. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . ROSAS NEGRAS: RESILIÊNCIA, AFETIVIDADE E RESISTÊNCIA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. ; FIGUEIREDO, C. C. F. A. . MULHER NEGRA: IDENTIDADE FORJADA PELA NEGAÇÃO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO HIP HOP PARA A CONQUISTA DE DIREITOS DO POVO NEGRO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . SEXUALIDADE, DIREITO E DEMOCRACIA: INTERSECÇÕES DE GÊNERO, RAÇA E CLASSE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . A RESISTÊNCIA DAS MULHERES NEGRAS POR DIREITO À MORADIA NA COMUNIDADE DO HORTO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SANTOS, C. C. P. . O RACISMO INSTITUCIONAL NAS POLÍTICAS DE REMOÇÃO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SANTOS, C. C. P. . NOVAS CANDACES: AS RAINHAS NEGRAS DO NOSSO TEMPO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . VIOLAÇÃO DE DIREITOS DA JUVENTUDE NEGRA.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . ELEKÔ: MULHERES NEGRAS CONTRA AS REMOÇÕES DAS FAVELAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SANTOS, C. C. P. . SOBRE RESILIÊNCIA, AFETIVIDADE E RESISTÊNCIA: MULHERES NEGRAS NA LUTA PELA EFETIVAÇÃO DO DIREITO À MORADIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SANTOS, C. C. P. . DIREITO À MORADIA E AS DESIGUALDADES DE GÊNERO E RAÇA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - O CASO DA COMUNIDADE DA ESTRADINHA (LADEIRA DOS TABAJARAS). 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. . EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PARA AFIRMAÇÃO DA IGUALDADE RACIAL. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • SANTOS, C. C. P. ; CANTO, V. S. . O DIREITO À MORADIA E AS DESIGUALDADES:Um estudo sobre o impacto das remoções na vida das mulheres moradoras de favelas da cidade do Rio de Janeiro. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTOS, C. C. P. . Discriminação baseada em gênero, Direito Internacional e democratização brasileira: análise dos casos de violência contra a mulher enviados ao Comitê CEDAW. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • LYRIO, C. ; SANTOS, C. C. P. ; MUNIZ, Y. . A busca pelas vias alternativas na efetivação da premissão constitucional da igualdade racial. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • LYRIO, C. ; SANTOS, C. C. P. ; MUNIZ, Y. . A busca pelas vias alternativas na efetivação da premissão constitucional da igualdade. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • SANTOS, C. C. P. ; CANTO, V. S. . Direito à cidade e resistência: o protagonismo político de mulheres negras face às remoções na cidade do Rio de Janeiro. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTOS, C. C. P. . Discriminação Baseada em Gênero, Direito Internacional e Democratização Brasileira - Análise dos Casos Enviados ao Comitê CEDAW. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SANTOS, C. C. P. ; FIGUEIREDO, C. C. F. A. . MULHER NEGRA: IDENTIDADES FORJADAS PELA NEGAÇÃO. RIO DE JANEIRO: (NO PRELO), 2016 (ARTIGO).

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Outras produções

BARRETO, L. ; SANTOS, C. C. P. ; COUTTO, L. . UM ABRAÇO NEGRO. 2016.

SANTOS, C. C. P. ; BERNARDES, M. N. . Discriminação baseada em gênero, Direito Internacional e democratização brasileira. 2011. (Relatório de pesquisa).

SANTOS, C. C. P. ; BERNARDES, M. N. . Discriminação baseada em gênero, Direito Internacional e democratização brasileira: análise dos casos CEDAW. 2010. (Relatório de pesquisa).

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Projetos de pesquisa

  • 2016 - Atual

    Desigualdades, desrespeito e discriminação, Descrição: A atuação do direito brasileiro nas relações sociais de dominação e opressão pretende através de uma investigação circunstanciada da legislação brasileira identificar normas que, a despeito de não exibirem textos declaradamente discriminatórios, exercem uma função seletiva e excludente. Com as categorias da Teoria Crítica da Raça e da Teoria do Reconhecimento busca-se denunciar o uso do direito na perpetuação das desigualdades raciais, sociais, culturais, religiosas e de gênero e reabilitá-lo como instrumento de emancipação. O projeto está sendo desenvolvido atualmente em duas frentes de investigação. A primeira relacionando a estratificação social com discussões de Racismo Ambiental e outra dedicada a pensar Racismo Institucional e Intolerância Religiosa contra comunidades de terreiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Carolina Câmara Pires dos Santos - Integrante / Caroline Lyrio - Integrante / Thula Rafaela de Oliveira Pires - Coordenador.

  • 2016 - Atual

    POLÍTICA SEXUAL, MORALIDADE E DIREITO (Grupo de Pesquisa Sexualidade, Direito e Democracia), Descrição: O projeto desenvolve uma ampla pesquisa sobre política e legislação sexual no Brasil, dentro do Grupo de Pesquisa ?Sexualidade, Direito e Democracia?. Trabalha-se com a hipótese geral de que a legislação sexual atual se caracteriza como um instrumento afirmativo da autodeterminação sexual das pessoas, bem como um meio de proteção da liberdade sexual. Especificamente, o recorte desse projeto terá a preocupação de verificar essa hipótese a partir de temas da política e legislação brasileira sobre sexualidade, desde a independência até os tempos atuais. De início, será feito um recorte analítico com o tema da legislação sexual, dividindo a pesquisa em algumas etapas: primeira, o estudo das fases históricas de negociação e alteração dos sentidos de sexualidade na história brasileira. Segunda, o estudo da legislação sexual e da jurisprudência correspondente no tocante às temáticas que envolvem a sexualidade e a respectiva coleta de dados, correlacionando os dados com o seu período histórico. Terceira, análise crítica dos dados coletados a partir de marcos teóricos específicos que fornecerão a percepção do conteúdo da política sexual de cada uma das fases estudadas, dentro do tema investigado. Na primeira fase, a metodologia é de revisão bibliográfica. Nas demais, será utilizado o método de análise de conteúdo. Como o trabalho é uma investigação ampla, todos os membros do Grupo de Pesquisa participarão do debate analítico das informações, em uma rede de discussões que já se encontra em funcionamento, gerando a oportunidade de contrastar os dados coletados com os dados de outros pesquisadores.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

  • 2015 - 2015

    Colorindo memórias e redefinindo olhares: Ditadura Militar e Racismo no Rio de Janeiro, Descrição: O projeto se inscreve na proposta da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro de elucidar as violações a direitos humanos perpetradas no período da ditadura militar, de forma a efetivar o direito à memória e à verdade histórica. A pesquisa pretende contribuir para a produção de memória sobre a ditadura militar (1964-1985), colocando a raça como lente privilegiada de análise. Busca-se evidenciar as medidas tomadas pela ditadura militar contra negros e as que tenham conotação racista. Além da violência estrutural a que são acometidos negros e negras no Rio de Janeiro ? e que tiveram um incremento considerável diante da realidade de violência imposta pelo regime, serão inventariadas algumas das práticas que foram empreendidas contra negros e que podem ser atribuídas ao passado colonial-escravista que marcou os órgãos de Segurança Pública de um Racismo Institucional congênito. Serão investigadas também outras práticas mobilizadas pelo aparato repressivo da ditadura quando passou a encarar como ameaça as articulações de combate ao racismo que foram se desenvolvendo no período e algumas das violências sofridas por negros que militaram nas trincheiras oficialmente reconhecidas como de esquerda. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Carolina Câmara Pires dos Santos - Integrante / Caroline Lyrio - Integrante / Thula Rafaela de Oliveira Pires - Coordenador / ELLEN MENDONÇA SILVA DOS SANTOS - Integrante / MARINA DE OLIVEIRA REIS - Integrante.

  • 2015 - Atual

    ANASTÁCIA BANTU, Descrição: O projeto de pesquisa Anastácia Bantu se propõe a estudar sobre práticas discriminatórias, partindo do pensamento de mulheres negras. Desta maneira, buscamos reflexões sobre problemáticas de gênero e raça, enfrentando patriarcalismos e formas de opressão distintas, definidas em termos de classe, orientação sexual, etnia, raça, idade, estética entre outras, que nos libertem da relação interseccional de opressões tanto na esfera individual quanto coletiva. E ainda, combater o racismo institucional, ponderando soluções que tornem o ambiente acadêmico um espaço epistemológico plural e diverso.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Carolina Câmara Pires dos Santos - Coordenador / Clarissa Cunha Felix Agra Figueiredo - Integrante.

  • 2012 - 2015

    Violência doméstica e discriminação baseada em gênero: uma análise interdisciplinar da aplicação da normativa nacional e internacional no Brasil, Descrição: Violência doméstica é um tipo dentre outros de violência contra mulheres. Da mesma forma, mulheres não são as vítimas exclusivas desse tipo de abuso e outros grupos sociais também podem sofrer violência doméstica, tais como crianças e idosos. No entanto, a violência doméstica afeta desproporcionalmente as mulheres, e impede a sua participação social em condições de paridade com os homens. Afinal, o que há de tão específico na violência doméstica em relação a outras formas de violência? O que a define? Por que é tão grave? O primeiro objetivo da pesquisa, portanto, é discutir a natureza da discriminação contra a mulher e também o relacionamento entre a questão de gênero e outras formas de tratamento desigual em sociedades democráticas. (i) como pensar a relação entre público e privado na questão de gênero, (ii) como pensar a autonomia individual da mulher em uma estrutura patriarcal, (iii) como definir ?mulher? para fins de formulação das normas jurídicas e das políticas públicas, considerando-se a crítica à identidade pós-estruturalista, e finalmente (v) qual o papel do direito e da política na definição das fronteiras entre público e privado e na proteção das minorias. O segundo objetivo dessa pesquisa reside no tratamento dessas questões no que se refere às politicas de enfrentamento da violência contra mulher, em especial na aplicação da Lei Maria da Penha vis-a-vis a normativa internacional sobre o tema. O objetivo aqui é identificar os standards desenvolvidos com relação (i) à definição de violência contra mulher (ii) ao perfil de mulher protegida, (iii) aos protocolos de acesso à Justiça para mulheres vítimas de violência, definidos de acordo com esse perfil; (iv) métodos de prova admitidos em função da especificidade desse tipo de violência (basta o testemunho da suposta vítima?) e (v) à amplitude da interferência do Estado na privacidade e na autonomia de vítimas de violência doméstica. Pesquisa financiada pelo CNPQ, através do Edital 57/1012.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2011 - 2013

    O Papel do Direito na Perpetuação das Desigualdades Raciais no Brasil, Descrição: A pesquisa "O Papel do Direito na Perpetuação das Desigualdades Raciais no Brasil" busca analisar as questões raciais no Brasil sob o enfoque da Teoria Crítica da Raça, desenvolvida nos Estados Unidos. A hipótese central é a de que foi criada, ao longo da história política brasileira, uma série de normas para garantir a perpetuação do racismo em nossa sociedade. Pretende-se, através de uma investigação cuidadosa, de nossa legislação identificar normas que, a despeito de não proibirem categoricamente o acesso dos negros a determinados direitos, foram feitas exatamente nesse intuito. Para isso, utilizar-se-á o status da raça como categoria social e conceito analítico. A identificação da legislação com carregado traço escravista é feita exatamente para manter a população negra nos lugares sociais determinados. Assim, a pesquisa servirá para pensar as desigualdades raciais no Brasil para além das noções de racismo estrutural e institucional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.

  • 2010 - Atual

    GÊNERO, DEMOCRACIA E DIREITO, Descrição: Este grupo de pesquisa permanente tem como objetivo examinar temas relacionados à questão de gênero no Brasil, no contexto do processo de redemocratização do país, bem como de dinâmicas que se tornaram possíveis graças a processos genericamente chamados de globalização política: transformações do Direito Internacional - criando uma espécie de legalidade (rule of law) supracional - a consolidação do regime internacional de direitos humanos e a emergência de uma sociedade civil transnacional. Trata-se de, por um lado, abordar a discussão epistemológica sobre gênero e desigualdade e, por outro lado, discutir questões político-jurídicas relacionadas às implicações da agenda política internacional e do Direito Internacional para o movimento de mulheres no Brasil.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.

  • 2009 - 2011

    Discriminação baseada em gênero, desigualdade social, democratização brasileira e esfera pública transnacional, Descrição: Essa pesquisa tem como objetivo examinar temas relacionados à questão de gênero no Brasil, tendo como pano de fundo o processo de democratização no país, bem como dinâmicas que se tornaram possíveis graças a processos genericamente chamados de globalização política: tranformações no direito internacional - criando uma espécie de legalidade (rule of law) supranacional - a consolidação do regime internacional de direitos humanos, e a emergência de uma sociedade civil transnacional. Por um lado, essa pesquisa aborda a discussão epistemológica sobre gênero e desigualdade, e por outro lado, discute questões político-jurídicas relacionadas às implicações da agenda política internacional e do direito internacional para o movimento de mulheres no Brasil. Uma avaliação dos 20 anos de experiência democrática no Brasil desde a transição do autoritarismo é ambivalente. Apesar dos muitos e inegáveis avanços, as instituições democráticas ainda não conseguiram produzir no país os efeitos igualitários inerentes à própria concepção de democracia e o país continua sendo um dos mais desiguais do mundo. Nesse contexto uma investigação das causas da desigualdade e também da discriminação são de fundamental importância como uma questão de justiça. Devido à história político-economica do Brasil, o pensamento dominante nas elites e também na academia tende a atribuir as causas de toda forma de desigualdade e discriminação aos problemas de distribuição de renda e de estratificação social de classes. Contudo, diferentes organizações da sociedade civil e movimentos sociais, como o movimento feminista e o movimento negro, vêm lutando por ao menos vinte anos contra essa visão dominante, sustentando que há algo distinto no que se refere à discriminação baseada em gênero ou em raça que não pode ser reduzido ao problema de classes sociais. Objetivos: 1.Investigar a natureza da discriminação de gênero vis-a-vis outras formas de tratamento desigual como, por exemplo, as oriundas da estrutura soc.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Carolina Câmara Pires dos Santos - Integrante / Maria Negreiros - Integrante / Marcia Nina Bernardes - Coordenador / Adriana Vidal de Oliveira - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

Histórico profissional

Seção coletada automaticamente pelo Escavador

Experiência profissional

  • 2016 - Atual

    Universidade Federal Fluminense

    Vínculo: , Enquadramento Funcional:

  • 2014 - 2015

    Armazém de Idéias e Ações comunitárias

    Vínculo: , Enquadramento Funcional: EDUCADOR SOCIAL, Carga horária: 12

    Outras informações:
    O Projeto Social AIACOM existe há mais de 20 anos e deu origem ao Colégio AIACOM, atendendo, assim, crianças e adolescentes da comunidade do Morro São João e adjacências. A instituição trabalha a partir da perspectiva da educação em direitos humanos, com enfoque étnico-racial, seguindo os parâmetros das leis 10.639 e 11.645, que instituem o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar.

  • 2012 - 2015

    CIEP 205 FREI AGOSTINHO FÍNCIAS

    Vínculo: VOLUNTÁRIA, Enquadramento Funcional: VOLUNTÁRIA - Educadora Social, Carga horária: 8

    Outras informações:
    Ministra a oficina "Dança de Rua, Direitos Humanos e Cidadania" nos projetos Escola Aberta e Mais Educação. A oficina desenvolve a dança de rua a partir da perspectiva dos movimentos sociais por direitos, incluindo nesse contexto o movimento HIP HOP e sua cultura, desde o âmbito internacional até o nacional, mostrando como a arte pode trazer reflexões importantes e informações necessárias para o pleno desenvolvimento da cidadania, além de se estabelecer como uma cultura crítica que busca romper as estruturas que alicerçam o sistema de opressão presente na sociedade. Por conseguinte, também estão incluídos no programa da oficina o contexto histórico do surgimento da Organização das Nações Unidas ? ONU, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Constituição Federal Brasileira e os debates em torno das opressões de gênero, raça, classe, homofobia, intolerância religiosa, etc, ressaltando a importância do respeito à diversidade.

    Atividades

    • 07/2012

      Ensino,,Disciplinas ministradas, 1 - Aulas de dança de rua; 2 - Palestras e debates sobre cidadania e direitos humanos

  • 2012 - 2013

    Fundação CDDH de Bento Rubião

    Vínculo: ESTAGIÁRIA, Enquadramento Funcional: ESTAGIÁRIA DE DIREITO, Carga horária: 30

    Outras informações:
    Atuação na área de regularização fundiária.

  • 2011 - 2012

    Empresa Brasileira de Telecomunicacões Embratel

    Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30

    Atividades

    • 05/2011 - 06/2012

      Estágios , Gerência Executiva de Licitação e Contratos Públicos, .,Estágio realizado, Elaboração de pareceres jurídicos; minutas de impugnação das licitações; análise de editais e de contratos.

  • 2010 - 2011

    Defensoria Publica Geral do Estado do Rio de Janeiro

    Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20

    Atividades

    • 02/2010 - 04/2011

      Estágios , Núcleo de Terras e Habitação (NUTH-DPGE), .,Estágio realizado, Acompanhamento e auxílio aos Defensores Públivos na redação de peças processuais e nas diligências relativas ao casos atendidos pelo NUTH.

  • 2009 - 2011

    Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio

    Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 20

    Atividades

    • 02/2007

      Outras atividades técnico-científicas , Departamento de Direito - PUC-Rio, Departamento de Direito - PUC-Rio.,Atividade realizada, Estudante de graduação.

  • 2007 - 2008

    Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RJ

    Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Auxiliar Administrativo, Carga horária: 40

    Atividades

    • 02/2007 - 05/2008

      Direção e administração, Centro de Cultura e Comunicação, .,Cargo ou função, Assistente administrativo.

  • 2004 - 2006

    PREFEITURA MUNICIPAL DE PRADO

    Vínculo: Contratada, Enquadramento Funcional: Contratada, Carga horária: 40

  • 2003 - 2003

    Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

    Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: EDUCADORA SOCIAL, Carga horária: 18

    Outras informações:
    EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Educadora Social nos trabalhos de educação ambiental para prevenção de incêndios florestais e queima controlada nos Parques Nacionais do Descobrimento, Monte Pascoal e Pau Brasil -BA. Público alvo: crianças e adolescentes das comunidades rurais do entorno dos parques nacionais citados.

  • 2016 - Atual

    Renascenca Clube

    Vínculo: VOLUNTÁRIO, Enquadramento Funcional: COORDENAÇÃO DO GRUPO MOVIMENTO 205, Carga horária: 4

    Outras informações:
    O MOVIMENTO 2.0.5 surge a partir da oficina "Dança de Rua, Direitos Humanos e Cidadania", que num primeiro momento aconteceu nas dependências do CIEP 205 Frei Agostinho Fíncias, no bairro Engenho Novo e posteriormente realizou suas atividades na Vila Olímpica Artur da Távola, em Vila Isabel e no Instituto Pixote. A oficina trabalha a dança de rua a partir da perspectiva dos movimentos sociais por direitos humanos, incluindo nesse contexto o movimento HIP HOP e sua cultura, mostrando como a arte pode trazer reflexões importantes e informações necessárias sobre o ativismo antirracista e contra as demais discriminações. O objetivo do grupo é utilizar a dança de rua como instrumento de conscientização e luta pela efetivação dos direitos humanos, com enfoque étnico-racial, relacionando também as questões de gênero (combate à violência contra LGBTTIs, violência de gênero, etc). Assim, lutamos por um espaço rico em diversidade, valorizando as identidades e mostrando o protagonismo da juventude negra consciente do seu papel na sociedade.