Gabriela de Azevedo Marques
Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará em 2017.2. Durante a graduação, foi bolsista de iniciação científica e de apoio técnico, entre 2012 e 2013, sob a orientação da professora Clarissa Freitas, e de apoio técnico entre 2015 e 2016, orientada pelo professor Renato Pequeno. Também contou com bolsa da CAPES no Programa Ciências Sem Fronteiras entre 2014 e 2015, período em que estudou na École Nationale Supérieure d'Architecture de Nantes (ENSAN), França. Tem mestrado em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Ceará, onde desenvolveu pesquisa tendo como tema a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) e o planejamento urbano na cidade de Fortaleza, sob a orientação da professora Iara Rafaela Gomes. Tem experiências de desenvolvimento de projetos de arquitetura e urbanismo, junto a escritórios de arquitetura, e também junto ao terceiro setor, tendo sido sócia-fundadora da ONG Taramela - Assessoria Técnica em Arquitetura e Cidade. Desde 2021, tem atuado no setor público, participando de Projetos de Desenvolvimento e Inovação (PD&I) junto ao FeliciLab (Laboratório de Inovação do SUS no Ceará), vinculado à Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE). No FeliciLab, atuou como gestora de projetos e gestora de portfolio, período em que, paralelamente, participou do Programa Trainee em Gestão Pública da Vetor Brasil.
Informações coletadas do Lattes em 31/05/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Geografia
2018 - 2020
Universidade Federal do Ceará
Título: O desenvolvimento sócio-espacial da Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) na cidade de Fortaleza: entre a prática popular e o planejamento urbano
, Ano de Obtenção: 2021.Iara Rafaela Gomes.Bolsista do(a): Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, FUNCAP, Brasil. Palavras-chave: Agricultura Urbana e Periurbana; desenvolvimento sócio-espacial; prática popular; desenvolvimento urbano; Planejamento urbano.Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional / Especialidade: Técnicas de Análise e Avaliação Urbana e Regional. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional.
Graduação em Arquitetura e Urbanismo
2012 - 2017
Universidade Federal do Ceará
Título: Viva a Vida: fortalecimento comunitário e desenvolvimento local sustentável no Otávio Bonfim
Orientador: Luis Renato Bezerra Pequeno
com Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Formação complementar
2023 - 2023
Microsoft Power BI para Business Intelligence e Data Science. (Carga horária: 72h). , Data Science Academy, DS Academy, Brasil.
2023 - 2023
Big Data Para Cidades Inteligentes. (Carga horária: 12h). , Banco Interamericano de Desenvolvimento, BID, Estados Unidos.
2022 - 2022
Atualização em Gestão Pública Para Resultados. (Carga horária: 60h). , Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará, EGPCE, Brasil.
2021 - 2022
Programa Trainee em Gestão Pública. , Vetor Brasil, VETOR BRASIL, Brasil.
2021 - 2021
Introdução à Gestão de Projetos. (Carga horária: 40h). , Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará, EGPCE, Brasil.
2018 - 2018
Formação dos Conselheiros Gestores das Zonas Especiais de Interesse Social. (Carga horária: 17h). , Prefeitura Municipal de Fortaleza, PMF, Brasil.
2016 - 2016
Tecnologia de construção com terra crua. (Carga horária: 12h). , Adoberia, ADOBERIA, Brasil.
2016 - 2016
Design em Permacultura. (Carga horária: 72h). , Marcos Ninguém Permacultura, PDC, Brasil.
2014 - 2014
Français Langue Étrangère. (Carga horária: 228h). , Ecole des Mines de Nantes, EMN*, França.
2012 - 2012
Extensão universitária em Minicurso de ArcGIS. (Carga horária: 32h). , Programa de Educação Tutorial do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFC, ARQPET, Brasil.
2012 - 2012
AutoCAD 2D. (Carga horária: 36h). , Mais Design Escola de Desenho e Computação Gráfica, MAISDESIGN, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Alemão
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Arquitetura e Urbanismo.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Arquitetura e Urbanismo / Subárea: Projeto de Arquitetura e Urbanismo/Especialidade: Planejamento e Projeto do Espaço Urbano.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Serviços Urbanos e Regionais/Especialidade: Aspectos Sociais do Planejamento Urbano e Regional.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Serviços Urbanos e Regionais/Especialidade: Serviços Comunitários.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Arquitetura e Urbanismo / Subárea: Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo/Especialidade: Adequação Ambiental.
Participação em eventos
XIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação em Geografia.A Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), prática popular, como instrumento de desenvolvimento social na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). 2019. (Encontro).
XVIII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional. 2019. (Encontro).
I Encontro de Geografia Agrária do Ceará. 2018. (Encontro).
XVII ENANPUR.O Programa Minha Casa Minha Vida e suas implicações na reestruturação das cidades médias e dos centros regionais: estudo de caso em Sobral, Ceará. 2017. (Encontro).
XXXV Encontro de Iniciação Científica dos Encontros Universitários da UFC.O Programa Minha Casa Minha Vida e suas implicações na estruturação das cidades médias e dos centros regionais do Ceará. 2016. (Encontro).
XX Congresso Brasileiro de Arquitetos. 2014. (Congresso).
II Fórum Jovens Arquitetos Latino Americanos. 2013. (Seminário).
XXXII Encontro de Iniciação Científica dos Encontros Universitários (UFC). Análise espacial e Sistemas de Informação Geográficas (SIG) como apoio ao Planejamento Urbano de Fortaleza. 2013. (Exposição).
Produções bibliográficas
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MARQUES, G. A. ; GOMES, I. R. . O desenvolvimento sócio-espacial da agricultura urbana e periurbana (AUP) na cidade de Fortaleza, Ceará: análise das ações institucionais locais. Boletim Goiano de Geografia , v. 41, p. 1-23, 2021.
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MARQUES, G. A. ; PAZ, F. P. . DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL E GÊNERO: A MULHER COMO AGENTE DE MUDANÇA SOCIAL EM MOÇAMBIQUE. Sociedade e Território , v. 31, p. 163-182, 2019.
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MAIA, U. P. ; PEQUENO, A. ; FREITAS, R.F. ; CASTRO, C. ; CAFÉ, S. ; ROLIM, M.O. ; VIEIRA, A.P. ; AMOREIRA, P. ; HILÁRIO, H. ; FORTE, W. ; SOARES, F. ; GULARTE, D. ; RIBEIRO, M.C.A. ; MARQUES, G. A. ; PEIXOTO, C. . Oficina Design de Serviços Públicos. 1. ed. Fortaleza: Escola de Saúde Pública, 2021. 48p .
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MARQUES, G. A. ; PEQUENO, L. R. B. . O Programa minha casa minha vida e suas implicações na restruturação de cidades médias e dos centros regionais: estudo de caso em Sobral (CE).. In: Maria José Martinelli Calixto; Doralice Sátyro Maia; Juçara Spinelli. (Org.). Desigualdades socioespaciais, dinâmica imobiliária e o programa minha casa minha vida nas cidades médias brasileiras.. 1ed.Rio de Janeiro: Consequência, 2022, v. 1, p. 125-158.
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GOMES, I. R. ; MARQUES, G. A. . Desafios e novas possibilidades para a produção de alimentos na metrópole. In: Alexandre Queiroz Pereira; Maria Clélia Lustosa Costa. (Org.). Reforma Urbana e Direito à Cidade. 1ed.Rio de Janeiro: Carta Capital, 2022, v. 10, p. 201-221.
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MARQUES, Gabriela de Azevedo ; Santos, Marcela Monteiro dos ; Ponte, Thais Oliveira . REGULAMENTAÇÃO DAS ZEIS EM FORTALEZA: ASSESSORIA TÉCNICA E MOBILIZAÇÃO POPULAR. In: Bianca Camargo Martins. (Org.). O Essencial da Arquitetura e Urbanismo 3. 1ed.Ponta Grossa: Atena Editora, 2019, v. 3, p. 184-199.
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MARQUES, G. A. . A Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), prática popular, como instrumento de desenvolvimento social na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). In: Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Geografia, 2019, São Paulo. Anais do XIII ENANPEGE, 2019.
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MARQUES, G. A. . A Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) em Fortaleza: entre a prática popular e o planejamento urbano. In: IV Encontro Latino Americano de Agricultura Urbana e Periurbana, 2019, Florianópolis. Anais do IV ELAUP, 2019. p. 14-28.
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MARQUES, G. A. ; PONTE, T. O. ; SANTOS, M. M. . Regulamentação da ZEIS em Fortaleza: assessoria técnica e mobilização popular. In: V Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, 2018, Salvador. Anais do V ENANPARQ ? Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Arquitetura e Urbanismo no Brasil atual: crises, impasses e desafios.. Salvador: FAUFBA, 2018. v. 7. p. 11370-11394.
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MARQUES, G. A. . O Programa Minha Casa Minha Vida e suas implicações na reestruturação das cidades médias e dos centros regionais: estudo de caso em Sobral, Ceará. In: XVII Encontro Nacional da Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional, 2017, São Paulo. Desenvolvimento, crise e resistência: quais os caminhos do planejamento urbano e regional?. São Paulo, 2017.
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VERAS, F. F. M. ; MARQUES, G. A. ; LESSA, L. G. ; PEQUENO, L. R. B. . Observatório das Remoções em Fortaleza. In: XXXV Encontro de Iniciação Científica, 2016, Fortaleza. Encontros Universitários da UFC. Fortaleza, 2016. v. 1.
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VERAS, F. F. M. ; LESSA, L. G. ; MARQUES, G. A. ; PEQUENO, L. R. B. . Assistência Técnica e Autogestão: o mutirão como alternativa ao problema habitacional. In: XXXV Encontro de Iniciação Científica da Universidade Federal do Ceará, 2016, Fortaleza. Encontros Universitários da UFC. Fortaleza, 2016. v. 1.
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MARQUES, G. A. . A Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), prática popular, como instrumento de desenvolvimento social na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MARQUES, G. A. . A Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) em Fortaleza: entre a prática popular e o planejamento urbano. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MARQUES, G. A. . O Programa Minha Casa Minha Vida e suas implicações na reestruturação das cidades médias e dos centros regionais: estudo de caso em Sobral, Ceará. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MARQUES, G. A. . O Programa Minha Casa Minha Vida e suas implicações na estruturação das cidades médias e dos centros regionais do Ceará. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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MARQUES, G. A. ; FONTENELLE, T. . Análise espacial e Sistemas de Informações Geográficas (SIG) como apoio ao planejamento urbano em Fortaleza. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2018 - Atual
Agricultura Urbana e Periurbana (AUP): prática popular e planejamento urbano em Fortaleza - Ceará, Descrição: Considerando as práticas agropecuárias no espaço urbano tanto como um produto espontâneo das ruralidades na cidade quanto da recente agenda internacional que pauta a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) como uma estratégia de desenvolvimento de cidades mais sustentáveis, este trabalho investiga como tem se dado, na realidade da cidade de Fortaleza, o desenvolvimento destas práticas. Nele, são estudadas as diferenças e os diálogos entre aquelas práticas espontâneas provenientes das iniciativas de organização civil ou da população fortalezense em geral, e aquelas experiências decorrentes de políticas públicas, projetos e programas governamentais, dando especial ênfase às iniciativas relativas ao Planejamento Urbano. Neste sentido, o trabalho destaca, para a cidade de Fortaleza, algumas iniciativas institucionais recentes voltadas para a temática, como os projetos Hortas nas Escolas e Hortas Sociais, bem como o Programa Municipal de Agricultura Urbana (2009). Mais recentemente, destaca-se o Plano Estratégico Fortaleza 2040 (2016), que apresenta a Agricultura Urbana enquanto plano de ação voltado para o desenvolvimento econômico da cidade. Esta preocupação com a temática em âmbito institucional parece situar Fortaleza dentro do debate global contemporâneo sobre sustentabilidade e AUP. Frente a isto, este trabalho tem o objetivo de realizar este panorama da AUP em Fortaleza a partir do confronto entre a AUP do discurso e a AUP da prática. Os procedimentos metodológicos utilizados foram: revisão bibliográfica sobre a AUP e conceitos derivados; levantamento de dados primários e secundários que caracterizam a produção agropecuária de Fortaleza; mapeamento de ações ou projetos de AUP em Fortaleza a partir de notícias, estudos, relatórios, levantamentos, planos e/ou projetos identificados pelo trabalho; análise documental de Planos, Projetos e Programas vinculados à temática; bem como visitas e entrevistas aos órgãos responsáveis e a locais de produção escolhidos. Os resultados preliminares da pesquisa mostram que, assim como ocorre em outras cidades brasileiras, e levando em conta a ausência de uma Política Nacional de Agricultura Urbana, a implementação da AUP, em Fortaleza, parece andar ainda deslocada da realidade. Embora as práticas agrícolas dentro do perímetro urbano de Fortaleza façam parte da própria formação histórica da cidade, e ainda sejam hoje uma realidade, apresentando uma produção hortícola com finalidade comercial de destaque em toda a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), permanecem como atividades marginais e pouco reconhecidas a nível institucional. Os agricultores urbanos de Fortaleza ainda encontram uma série de dificuldades, como a falta de assistência técnica e de apoio institucional, fatores que a pesquisa relaciona com a forte diminuição na incidência de espaços agrícolas na cidade nos últimos 10 anos. Estes espaços, concentrados principalmente em bairros periféricos e em terrenos baldios, apresentam-se bastante diversificados morfologicamente, com tipologias e portes específicos nos diferentes bairros. Este panorama demonstra que, apesar do surgimento de Projetos e Planos recentes, estes não têm efetivamente ocasionado a implementação da prática de maneira sistemática, contínua e sustentável, sendo, ainda, projetos que realizam pouco diálogo com as práticas espontâneas. Além disso, estes projetos e planos costumam ter focos específicos (exclusivamente voltados para a segurança alimentar, geração de emprego e renda, trabalho social com idosos ou de cunho educativo), não explorando a multidimensionalidade da AUP. Assim, embora haja um esforço para inserir Fortaleza no discurso da cidade sustentável, na prática esse esforço ainda é pouco efetivo. Contudo, o planejamento recente que contempla a AUP ainda pode ser considerado um caminho possível para o desenvolvimento da atividade na cidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela de Azevedo Marques - Coordenador.
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2015 - 2017
Desafios do direito à cidade em Fortaleza: remoções, resistências e as condições de inserção urbana dos grandes conjuntos voltados para reassentamentos, Descrição: Fortaleza passa por amplas transformações na sua estruturação urbana marcadas pela implementação de grandes projetos urbanos que levam a remoções de milhares famílias notadamente associadas às obras viárias, aos sistemas de transporte e a contenção de áreas de risco. Frente ao problema habitacional, na forma como o mesmo se manifesta na cidade - com suas mais de 600 áreas de ocupação / favelas - a grande maioria destas obras traz como impactos a necessidade de remoções de centenas de famílias a cada novo projeto, ou mesmo a milhares, quando as intervenções são de maior porte. Na ausência de uma politica urbana efetiva que busque garantir terra urbanizada e na sua dissociação de uma política de moradia de interesse social, os projetos habitacionais até aqui realizados tem como característica o número reduzido de unidades, especialmente na primeira fase do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) em função do acentuado valor da terra e da falta de infraestrutura e serviços. Todavia, em sua nova fase o PMCMV passa a aceitar projetos de maior porte, para os quais os governos estadual e municipal assumem responsabilidades em termos de implantação de equipamentos sociais e infra-estrutura urbana. Este projeto tem como questão de pesquisa a atual implantação de grandes conjuntos habitacionais para reassentamentos com fortes problemas de segregação e inserção urbana em função da sua localização periférica. A situação se agrava não apenas pela ineficácia das políticas urbana e habitacional como pela total dissociação entre as mesmas. Neste sentido, tratando-se de ações localizadas, vem à tona novos movimentos sociais como resistência às práticas de remoção e reassentamento de comunidades, as quais virão a favorecer os interesses do setor imobiliário. O projeto tem como objetivo geral: compreender o atual quadro de mudanças na estruturação da cidade de Fortaleza associadas às relações existentes entre as políticas urbana e habitacional, à implantação de grandes e recentes intervenções urbanísticas e às ações dos movimentos sociais. Como objetivos específicos: - investigar as políticas públicas urbana e habitacional enquanto processos de planejamento através de seus arranjos institucionais, de seus instrumentos de planejamento e gestão e de seus projetos, em seus avanços e retrocessos; - investigar as alterações ocorridas nos movimentos sociais vinculados à questão urbana e habitacional em suas práticas e na forma como suas reivindicações passam a ser atendidas; - analisar as mudanças ocorridas ao longo do PMCMV considerando a alteração no porte dos empreendimentos e os problemas associados à inserção urbana com ênfase nos Conjuntos Cidade Jardim e Aldeia da Praia. Em sua metodologia, destaca-se a organização da pesquisa em três eixos: I. Política urbana e habitacional: instrumentos de planejamento e gestão frente às acoes em curso; II. Movimentos sociais e a luta pelo direito à cidade: mudanças e permanências; III. Segregação e inserção urbana dos novos grandes conjuntos, correspondentes aos objetivos supra-mencionados, cujas atividades se organizam em fases de organização inicial, levantamentos, análises e sínteses. Como resultados esperados ao final da pesquisa, além de artigos científicos, participação em eventos e elaboração de monografias, dissertações e teses associadas ao projeto: o mapeamento dos processos vinculados aos movimentos sociais urbanos analisados nesta pesquisa; a formulação de quadro de diretrizes que indiquem alternativas de associação entre as políticas urbana e habitacional; a elaboração de quadro de recomendações com vistas a melhorar as condições de inserção urbana de conjuntos de grande porte. Além disso, pretende-se disseminar junto aos agentes envolvidos através de oficinas e seminários os resultados obtidos tanto ao longo do processo, como ao seu final. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Gabriela de Azevedo Marques - Coordenador / Luiz Renato Bezerra Pequeno - Integrante / Sara Vieira Rosa - Integrante / Valéria Pinheiro - Integrante / Rodolfo Damasceno Gois - Integrante / Simone Farias Cabral de Oliveira - Integrante / Lucas Golignac Lessa - Integrante / Julia Mafaldo Brito - Integrante.
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2012 - 2013
Análise espacial e Sistemas de Informação Geográficas (SIG) como apoio ao Planejamento Urbano de Fortaleza, Descrição: O planejamento urbano na cidade de Fortaleza é imensamente deficiente como um todo. Em áreas mais periféricas, o descaso é maior ainda. Decisões são tomadas sem base em dados sólidos a respeito das dinâmicas espaciais sócio-econômicas, e isso contribui enormemente para a situação de extrema desigualdade e caos urbano em que vivemos. A pesquisa realizada utiliza o Sistema de Informação Geográfica (SIG) para estudar a área do Grande Bom Jardim (GBJ), que compreende cinco bairros: Bom Jardim, Granja Portugal, Granja Lisboa, Canindezinho e Siqueira. O GBJ se localiza na porção mais periférica a sudoeste de Fortaleza e se caracteriza por uma área bastante pobre e violenta. Com a finalidade de contribuir para reverter esse cenário de desinformação espacial, munindo a comunidade com informações que permitam a avaliação das políticas realizadas em seus bairros por si próprios, realizamos uma série de levantamentos com dados populacionais, domiciliares, ambientais e de infra-estrutura da área em estudo. Para isso, utilizamos o software ArcGIS, que utiliza o SIG como ferramenta. Ele nos permitiu a elaboração de tabelas, mapas e gráficos.As diferenças entre um Sistema de Informações geográficas e um simples processo mapeamento é que enquanto o mapeamento tem como finalidade a mera visualização de dados, o SIG permite armazenar, manipular, analisar e gerar novos dados a partir do cruzamento de diversos tipos de dados. Foi possível demonstrar, graças à bolsa da CAPES, através da região em estudo, que a espacialização dos dados pode ser muito positiva para a tomada de decisões, principalmente quando se trata de grandes áreas cujo domínio absoluto pode ser quase impossível sem a manipulação dos dados através de um sistema como o SIG.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriela de Azevedo Marques - Integrante / Thaís Fontenelle - Integrante / Clarissa Freitas - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal do Ceará. , Avenida da Universidade, 2890, Benfica, 60020903 - Fortaleza, CE - Brasil, Telefone: (085) 33667491
Experiência profissional
2015 - 2016
Universidade Federal do CearáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisa e desenvolvimento, Carga horária: 16
2012 - 2013
Universidade Federal do CearáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisa e desenvolvimento, Carga horária: 20
Atividades
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08/2018
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências, Departamento de Geografia.,Linhas de pesquisa
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08/2015 - 12/2016
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Tecnologia, Departamento de Arquitetura e Urbanismo.,Linhas de pesquisa
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08/2012 - 08/2013
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Tecnologia, Departamento de Arquitetura e Urbanismo.,Linhas de pesquisa
2018 - Atual
PROJEC - Arquitetura, Engenharia e Meio AmbienteVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Arquiteta e Urbanista, Carga horária: 20
2017 - 2018
PROJEC - Arquitetura, Engenharia e Meio AmbienteVínculo: estágio, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 16
2016 - 2017
MolièreVínculo: temporario, Enquadramento Funcional: Professora português para estrangeiros, Carga horária: 8
2014 - 2014
Arquitetura do SolVínculo: estágio, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 16
2017 - 2017
Delberg Arquitetos AssociadosVínculo: estágio, Enquadramento Funcional: estagiária, Carga horária: 12
2017 - Atual
Taramela - Assessoria Técnica em Arquitetura e CidadeVínculo: Corpo técnico, Enquadramento Funcional: Corpo técnico
2022 - Atual
Escola de Saúde Pública do CearáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Gestora de portfólio/Líder do Time de Projeto, Carga horária: 40
Outras informações:
Gerenciamento dos projetos vinculados ao FeliciLab (Laboratório de Inovação do SUS no Ceará) e à Diretoria de Inovação e Tecnologias (DiTec), da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE). Acompanhamento das metas estratégicas vinculadas aos instrumentos de planejamento, como o Plano Plurianual (PPA), o Plano Estadual de Saúde e o Planejamento Estratégico da ESP; prospecção de novos projetos; gerenciamento e acompanhamento das atividades da equipe responsável pela gestão dos projetos; documentação dos resultados, indicadores, riscos dos projetos.
2021 - 2021
Escola de Saúde Pública do CearáVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Gestora de projetos, Carga horária: 20
Outras informações:
Gestão do Projeto Implantação do Mapa Digital da Saúde, desenvolvido junto ao FeliciLab - Laboratório de Inovação do SUS no Ceará. Este projeto possibilitou a customização e implantação do Mapa da Saúde do Ceará, uma plataforma colaborativa e georreferenciada que permite o intercâmbio de informações sobre os estabelecimentos e agentes da saúde no Estado. O projeto possibilitou a adaptação e implementação de diversas melhorias na plataforma, de forma a adequá-la às necessidades do Sistema de Saúde e dos seus processos.
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