Renata Cristina Graça Araujo

Possui graduação em administração pelo Centro Universitário do Triângulo (2003). É co-fundadora e sócia administradora da Lotus Soluções Ambientais Ltda, atuando desde 2003 no desenvolvimento dos projetos da empresa, tendo vários produtos e processos desenvolvidos ao longo de sua trajetória.

Informações coletadas do Lattes em 11/10/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em administração

2000 - 2003

Centro Universitário do Triângulo
Título: ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DE CUSTOS EM EMPRESA DE AGRONEGÓCIOS
Orientador: IÊDA MARIA YKÊDA LEMOS AFONSO

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração de Empresas.

Projetos de pesquisa

  • 2014 - 2016

    Produção de recipientes biodegradáveis a partir de resíduos agroindustriais, Descrição: Descrição: A presente proposta trata da formatação final, para inserção no mercado, de tubetes biodegradáveis para a acomodação de mudas na agricultura. Estes tubetes serão produzidos a partir de resíduos agroindustriais, tais como o bagaço de cana-de-açúcar, a palha de milho e o caroço de manga. A utilização crescente de materiais poliméricos derivados do petróleo gera um enorme impacto ambiental, pois estes materiais possuem longo tempo de degradação, acumulando-se em aterros sanitários. O uso de polímeros naturais tem se tornado bastante popular decorrente principalmente do fato de que são obtidos a partir de fontes renováveis. No entanto, não é possível assumir que todos sejam totalmente adequados para a biodegradação ambiental, uma vez que este processo depende da complexidade estrutural do polímero e das condições ambientais em que o processo deve ocorrer. A modificação química é um caminho alternativo para aplicação de polímeros naturais, do ponto de vista de sua biodegradabilidade e propriedades necessárias para a aplicação comercial. Neste sentido, tanto a celulose quanto o amido podem ser modificados para se produzir derivados que melhorem sua aplicabilidade. Um derivado interessante neste aspecto é o acetato de celulose, que vem sendo produzido a partir de resíduos agroindustriais, como o bagaço de cana-de-açúcar, o caroço de manga e a palha de milho, dentre outros resíduos agroindustriais. Na biodegradação do acetato de celulose a desacetilação é a etapa determinante do processo. Durante a biodegradação do material a desacetilação é acelerada, através de enzimas que são fornecidas por microorganismos. A desacetilação do acetato de celulose pode ser iniciada quimicamente com a eliminação do grupo acetila, catalisada por ácidos ou bases, sem a participação de microorganismos. A amostra tratada desta forma apresentaria maior biodegradabilidade que a amostra original sem tratamento. A grande disponibilidade de fibras vegetais, juntamente com a necessidade de uma fonte renovável para a produção de polímeros amplia muito o campo de emprego das fibras naturais. O uso de materiais compósitos constituídos por polímeros e reforçados com fibras vegetais tem sido amplamente estudado, como por exemplo, no uso de polímeros reforçados com fibras de sisal, juta, coco e bagaço de cana-de-açúcar. No contexto do agronegócio, os tubos de polipropileno/polietileno geralmente utilizados para a acomodação de mudas, em virtude do material utilizado e da forma de uso (retornável), apresentam muitas desvantagens, como a elevação do custo da muda, as deficiências da matéria-prima reciclada e o baixo índice de reutilização dos tubos. A perda anual estimada, em função do ressecamento e quebra é da ordem de 15 e grande parte deste material, ainda reciclável é lançada no meio ambiente, onde permanecerá por muitos anos até se degradar completamente. Além disso, o processo de retirada da muda do tubo para transplantio pode trazer perdas no índice de aproveitamento das mudas. A substituição do plástico por recipientes biodegradáveis vai facilitar o processo de transplantio e favorecer o desenvolvimento das mudas. Neste sentido, algumas tentativas já vêm sendo desenvolvidas para substituição destes tubetes por materiais biodegradáveis como fizeram a BASF e a Corn Product do Brasil Ltda, lançando no mercado nacional o primeiro plástico biodegradável baseado em amido. Este consiste na mistura de amido de milho com Ecoflex (polímero biodegradável sintético produzido pela BASF) e que pode ser aplicado como tubetes para reflorestamento.ntegrantes: Rosana Maria Nascimento de Assunção - Coordenador / Harumi Otaguro - Integrante / Betina Royer - Integrante / Leila Aparecida de Castro Motta - Integrante / Carla da S. Meireles - Integrante / Júlia G. Vieira - Integrante / Mara Zeni Andrade - Integrante / Guimes Rodrigues Filho - Integrante / José Rafael da Si. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Renata Cristina Graça Araujo - Coordenador / Rosana Maria Nascimento de Assunção - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2007 - 2009

    Produção de recipientes biodegradáveis a partir de resíduos agroindustriais, Descrição: PROJETO BIOMUDAS FINEP/SEBRAE 3119/06 - convênio 0535/2007Descrição: O projeto visa a produção de recipientes biodegradáveis a partir da modificação química de resíduos agroindustriais.Integrantes: Rosana Maria Nascimento de Assunção - Integrante / Guimes Rodrgues Filho - Coordenador / Daniel Alves Cerqueira - Integrante / Carla da S. Meireles - Integrante.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Renata Cristina Graça Araujo - Coordenador / guimes rodrigues filho - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Lotus Soluções Ambientais. , av. teodoreto veloso de carvalho s\n, Setor de Chacaras Ouro Verde, 38445-040 - Araguari, MG - Brasil, Telefone: (34) 32421357, Fax: (34) 32421357, URL da Homepage:

Experiência profissional

2007 - 2009

Universidade Federal de Uberlândia

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2000 - Atual

Lotus Soluções Ambientais

Vínculo: Socia-Proprietaria, Enquadramento Funcional: Socia Administradora