Vitória Muller

Médica Veterinária formada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em 2015. Foi bolsista de iniciação científica PIBIC-CNPq e bolsista pelo programa Ciências sem Fronteiras (CSF) na graduação, através do qual permaneceu durante um ano e quatro meses na Universidade de Kentucky (EUA). Especialista em Clínica Médica de Equinos (2020) e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Veterinária (2018) da UFPel, com ênfase na área de gestação e neonatologia de equinos. Foi professora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade IDEAU - Campus Bagé/RS e médica veterinária do Hospital Veterinário São Francisco da Faculdade IDEAU (Bagé/RS). Atualmente é veterinária do Exército Brasileiro (12 R C Mec) e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia da UFPel, atuando em pesquisas nas áreas de gestação de equinos, imunologia veterinária e desenvolvimento de vacinas.

Informações coletadas do Lattes em 02/06/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em andamento em Biotecnologia

2020 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Título: Desenvolvimento de uma vacina recombinante contra o rotavírus equino para administração na égua gestante
Fábio Pereira Leivas Leite. Coorientador: Carlos Eduardo Wayne Nogueira. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Biotecnologia / Subárea: Biotecnologia em Saúde Humana e Animal / Especialidade: Vacinas e Kits para Diagnósticos. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Imunologia / Subárea: Imunologia Aplicada.

Mestrado em Veterinária

2016 - 2018

Universidade Federal de Pelotas
Título: Função tireoidiana de potros nascidos de éguas com placentite ascendente induzida experimentalmente
Orientador: em The Ohio State University ( Ramiro E. Toribio)
com , Ano de Obtenção: 2018.Carlos Eduardo Wayne Nogueira.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Especialização em Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde

2018 - 2020

Universidade Federal de Pelotas
Título: Estudo epidemiológico sobre leptospirose em equinos
Orientador: Carlos Eduardo Wayne Nogueira
Bolsista do(a): Ministério da Saúde, MS, Brasil.

Graduação em Medicina Veterinária

2010 - 2015

Universidade Federal de Pelotas
Título: ÁREA DE CLÍNICA E REPRODUÇÃO DE EQUINOS
Orientador: Carlos Eduardo Wayne Nogueira
com Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Formação complementar

2023 - 2023

4º Exame de Proficiência em Leitura e Compreensão em Língua Estrangeira. (Carga horária: 1h). , Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, Brasil.

2018 - 2018

I Curso de diagnóstico por imagem e exame de locomotor em equinos. , Hospital Carlos Nogueira, HCN, Brasil.

2012 - 2012

II Curso Teórico-prático de Andrologia e Manipulação de Sêmen Equino. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2011 - 2011

18º Curso de Casqueamento e Ferrageamento de Equinos. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2011 - 2011

I Curso Teórico-prático de Andrologia e Manipulação de Sêmen Equino. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2011 - 2011

Uso do Ultrassom na Clínica de Equinos. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2010 - 2010

X Curso de Doma Racional e Linguagem Corporal. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2010 - 2010

Curso de Casqueamento e Ferrageamento de Equinos. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2009 - 2010

Programa de Inglês - Intermediário. (Carga horária: 100h). , Yázigi Internexus, YÁZIGI, Brasil.

2007 - 2007

VII Curso de Doma Racional e Linguagem Corporal. (Carga horária: 80h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2006 - 2007

Programa de Inglês - Pré Intermediário. (Carga horária: 100h). , Yázigi Internexus, YÁZIGI, Brasil.

2006 - 2006

VI Curso de Doma Racional e Linguagem Corporal. (Carga horária: 80h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2005 - 2006

Programa de Inglês - Básico. (Carga horária: 100h). , Yázigi Internexus, YÁZIGI, Brasil.

2004 - 2005

Programa de Inglês - TeenMate. (Carga horária: 140h). , Yázigi Internexus, YÁZIGI, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Organização de eventos

MÜLLER, V. . Agronegócio em Destaque. 2022. .

NOGUEIRA, C. E. W. ; DORNELES, C. M. ; MÜLLER, V. ; MORAES, B. S. S. ; PAZINATO, F. M. ; MOUSQUER, M. A. . I Treinamento Teórico-Prático de Casqueamento em Equinos. 2017. (Outro).

NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. ; ELGUEA, F. O. ; MÜLLER, V. ; MORAES, B. S. S. ; PAZINATO, F. M. ; FEIJO, L. S. ; DANTAS, F. T. R. ; BRASIL, C. L. ; SANTOS, A. C. ; MOUSQUER, M. A. . II Curso Teórico-Prático de Neonatologia Equina. 2017. (Outro).

NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. ; MÜLLER, V. ; MORAES, B. S. S. ; SANTOS, A. C. ; BORBA, LUCIANA A. ; PAZINATO, F. M. ; BRASIL, C. L. ; FINGER, I. S. . I Curso teórico-prático de neonatologia. 2016. (Outro).

Participação em eventos

Simpósio de cólica equina. 2019. (Simpósio).

II Simpósio Nacional de Equinos. 2017. (Simpósio).

XVIII Conferência Anual da Abraveq. 2017. (Congresso).

XVII Conferência Anual da Abraveq. 2016. (Congresso).

IV Atualização em Reprodução de Equinos. 2014. (Encontro).

EMBRACRIO - Encontro Minitube sobre Biotecnologia da Reprodução Aplicada à Raça Crioula. 2013. (Encontro).

III Atualização em Reprodução de Equinos. 2013. (Encontro).

III Simpósio ABRAVEQ sul. 2013. (Simpósio).

XIV Conferência Anual da Abraveq. 2013. (Congresso).

6º Simpósio de Equinos UFRGS. 2012. (Simpósio).

II SImpósio de Neonatologia Veterinária. 2012. (Simpósio).

Detecção de claudicação em equinos com equipamento portátil à base de sensores inerciais sem fio. 2011. (Outra).

II Simpósio ABRAVEQ Sul. 2011. (Simpósio).

I Workshop Internacional de Neonatologia e Pediatria Equina. 2011. (Outra).

Reprodução em Equinos: Atualização em Histofisiologia. 2011. (Encontro).

Palestra De Etologia Equina. 2010. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Caliel Santos Pacheco

MÜLLER, V.; ARAUJO, S. K.; SIMOES, M. S.. Comparação de índices de concepção em transferência de embriões a fresco,vitrificados e direct transfer produzidos in vitro.. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai.

Aluno: Victória Severo Navarro

MÜLLER, V.; CORADINI, M. G. L.; SIMOES, M. S.. Desempenho reprodutivo de fêmeas bovinas submetidas a diferentes protocolos de IATF. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai.

Aluno: Lucas Silva Leitzke

MÜLLER, V.; SIMOES, M. S.; ROSSATO, A. D. P.. Avaliação Andrológica em Touros. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai.

MÜLLER, V.. IV Congresso de Extensão e Cultura - Área de Educação. 2017. Universidade Federal de Pelotas.

MÜLLER, V.. III Congresso de Ensino de Graduação. 2017. Universidade Federal de Pelotas.

Orientou

Camila Gervini Wendt

Gestação Gemelar em Éguas; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Reprodução de Equinos) - Faculdade Jaguariúna; Orientador: Vitória Müller;

Caliel Santos Pacheco

Índices de concepção em transferência de embriões frescos, vitrificados e direct transfer produzidos in vitro; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina Veterinária) - Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai; Orientador: Vitória Müller;

Produções bibliográficas

  • RODRIGUES, RAFAEL RODRIGUES ; CONRAD, NEIDA ; FERREIRA, MARCOS ROBERTO ALVES ; JÚNIOR, CLÓVIS MOREIRA ; ALVES, MARILIANA LUIZA FERREIRA ; SEDREZ, PAMELA ARISTIMUNHO ; MÜLLER, VITÓRIA ; NEIS, ALESSANDRA ; BILHALVA, MIGUEL ANDRADE ; GALVÃO, CLEIDEANNY CANCELA ; LEITE, FÁBIO PEREIRA LEIVAS ; CONCEIÇÃO, FABRICIO ROCHEDO . Immunogenicity of a recombinant chimera composed of CROP domain segments from the hemorrhagic and lethal toxins of Paeniclostridium sordellii. ANAEROBE , v. 91, p. 102938, 2025.

  • SEDREZ, PÂMELA ARISTIMUNO ; RODRIGUES, RAFAEL RODRIGUES ; GONÇALVES, VITÓRIA SEQUEIRA ; MULLER, VITÓRIA ; CONRAD, NEIDA ; CONCEIÇÃO, FABRÍCIO ROCHEDO ; LEITE, FÁBIO PEREIRA LEIVAS . Effect of period supplementation of Saccharomyces boulardii in humoral immune response of sheep immunized with recombinant chimera of Paeniclostridium sordellii. Veterinary Vaccine , v. 3, p. 100081, 2024.

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  • OLIVEIRA, L. C. ; PAZINATO, F. M. ; FEIJO, L. S. ; MÜLLER, V. ; CURCIO, B. R. ; FERNANDES, C. G. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Achados macroscópicos na placenta e sua relação com a histopatologia em éguas Puro-Sangue Inglês a termo. In: XV Conferência Anual do Abraveq, 2014, Campos do Jordão - SP. XV Conferência Anual do Abraveq, 2014.

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  • SARAIVA, N. M. ; HAETINGER, C. ; MÜLLER, V. ; BUENO, V. L. C. ; FEIJO, L. S. ; PAZINATO, F. M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Proteínas de fase aguda em potros Puro Sangue Inglês após o nascimento. In: XIV Conferência Anual da Abraveq, 2013, Campinas. Anais da XIV Conferência Anual da Araveq, 2013. v. 46. p. 245.

  • HAETINGER, C. ; MÜLLER, V. ; SARAIVA, N. M. ; FEIJO, L. S. ; FINGER, I. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Porteínas de fase aguda na resposta inflamatória no pós parto de éguas Puro Sangue Inglês com placentite. In: XIV Conferência Anual da Abraveq, 2013, Campinas. Anais da XIV Conferência Anual da Araveq, 2013. v. 46. p. 245.

  • MÜLLER, V. ; BUENO, V. L. C. ; SCALCO, R. ; FINGER, I. ; HAETINGER, C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. . RELAÇÃO DO COMPRIMENTO DO CORDÃO UMBILICAL COM DADOS DA ÉGUA, DA PLACENTA E DO POTRO. In: II SIMPÓSIO DE NEONATOLOGIA VETERINÁRIA, 2012, Botucatu - SP. Anais do II Simpósio de Neonatologia Veterinária, 2012.

  • MÜLLER, V. ; BUENO, V. L. C. ; SARAIVA, N. M. ; SCHMITH, R. A. ; FEIJO, L. S. ; PAZINATO, F. M. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. . AVALIAÇÃO DO TEMPO DE ELIMINAÇÃO DA PLACENTA EM ÉGUAS PURO SANGUE INGLÊS DE DIFERENTES IDADES. In: II Simpósio de Neonatologia Veterinária, 2012, Botucatu - SP. Anais do II Simpósio de Neonatologia Veterinária, 2012.

  • MÜLLER, V. ; SOUZA, R. P. ; CONRAD, N. L. ; CUNHA, R. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; LEITE, F. P. L. . IMUNOGENICIDADE DE UMA VACINA RECOMBINANTE PARA ROTAVÍRUS EQUINO EM ÉGUAS GESTANTES - RESULTADOS PRELIMINARES. 2023. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MÜLLER, V. . Avaliação gestacional. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MULLER, VITORIA ; BORBA, LUCIANA A. ; FEIJO, L. S. ; MORAES, B. S. S. ; SANTOS, A. C. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Avaliação dos níveis de hormônios tireoidianos em relação a maturidade em potros no pós parto imediato. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MULLER, VITORIA ; VIEIRA, P. S. ; SANTOS, A. C. ; BORBA, LUCIANA A. ; AVILA, P. A. O. ; NOGUERA, D. M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Avaliação do ganho de peso e comparação de métodos de pesagem no terço médio e final da gestação em éguas. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MÜLLER, V. ; HAETINGER, C. ; FEIJO, L. S. ; SARAIVA, N. M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Avaliação da alfa1-glicoproteína ácida como um marcador para placentite no periparto de éguas - dados preliminares. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MULLER, VITORIA ; SCHMITH, R. A. ; FINGER, I. S. ; RIBAS, L. M. ; LEITE, F. P. L. ; NOGUEIRA, C.E.W. . Uso do 'Cell ELISA' como ferramenta clínica auxiliar para avaliação de potros vacinados no controle da Adenite Equina. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MÜLLER, V. ; SCHMITH, R. A. ; SARAIVA, N. M. ; HAETINGER, C. ; NOGUEIRA, C. E. W. . A Gamaglutamiltransferase é um marcador para absorção de gamaglobulinas em neonatos equinos?. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MULLER, VITORIA ; PAZINATO, F. M. ; FEIJO, L. S. ; HAETINGER, C. ; CURCIO, B. R. . Considerações sobre o tempo de eliminação e peso da placenta, duração da gestação e histórico clínico da égua com placentite. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MÜLLER, V. ; BUENO, V. L. C. ; SCALCO, R. ; FINGER, I. S. ; HAETINGER, C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. . Relação do comprimento do cordão umbilical com dados da égua, da placenta e do potro. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • MÜLLER, V. ; BUENO, V. L. C. ; SARAIVA, N. M. ; SCHMITH, R. A. ; FEIJO, L. S. ; PAZINATO, F. M. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. . Avaliação do tempo de eliminação da placenta em éguas Puro Sangue Inglês de diferentes idades. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • MÜLLER, V. ; FINGER, I. S. ; SEGABINAZZI, L. ; HAETINGER, C. ; CURCIO, B. R. . Avaliação histológica de ovários fetais com a coloração de rotina HE e coloração especial de Tricrômico de Mallory - Resultados Preliminares. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MÜLLER, V. . 1ª Capacitação em Casqueamento e Ferrageamento de Equinos. 2024. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • MÜLLER, V. . Mini Curso de Odontologia Equina. 2022. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. ; MULLER, VITORIA ; MORAES, B. S. S. ; SANTOS, A. C. ; FINGER, I. S. ; BORBA, LUCIANA A. ; BRASIL, C. L. ; PAZINATO, F. M. . I Curso teórico-prático em neonatologia. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    Desenvolvimento de uma vacina recombinante para rotavírus equino, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Fábio Pereira Leivas Leite - Coordenador / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Neida Lúcia Conrad - Integrante / Vitória Sequeira Gonçalves - Integrante.

  • 2020 - 2020

    Estudo epidemiológico sobre leptospirose no Jockey Club de Pelotas, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 19/01/2025., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador.

  • 2019 - 2023

    Impacto da laminite crônica na gestação da égua e respectivos potros, Descrição: Em equinos, a laminite caracteriza-se como uma importante enfermidade relacionada a quadros hipertensivos. Os efeitos deletérios da laminite crônica na gestação de éguas é um tema ainda pouco explorado na clínica de equinos, porém trata-se de um problema de grande importância nos criatórios de equinos no Brasil. O efeito da vasoconstrição a nível placentário já foi descrito em mulheres e éguas. Em éguas com laminite crônica foi comprovada a presença de hipertensão, com consequente fibrose de microcotilédones e espessamento da parede de arteríolas da região de transição do alantocórion. Além disso, estas éguas apresentaram menor tempo de gestação e placentas mais leves. Mesmo apresentando padrões placentários distintos, hemocorial em mulheres e epiteliocorial em éguas, a resposta do tecido placentário a agressão apresenta similaridade. Assim, éguas com síndrome laminite podem vir a serem utilizadas como modelos experimentais para a preeclampsia em mulheres. Alterações útero-placentárias nas éguas podem levar a redução do aporte nutricional dos fetos, com consequente nascimento de neonatos com baixo peso, que podem ser prematuros ou dismaturos. Assim, o estudo da patogênese das alterações útero-placentárias em éguas com laminite crônica é essencial para o entendimento da síndrome na gestação, além de possibilitar relacionar a viabilidade dos potros provenientes dessas gestações. A produção de potros debilitados ou de risco representa um ponto de estrangulamento da criação. Uma vez que o criador/produtor investe 11 meses em nutrição, sanidade e infra-estrutura para a manutenção de uma gestação que não produzirá um produto economicamente viável. A relação da interferência das alterações clínicas hipertensivas e sistêmicas da laminite crônica na gestação ainda é insipiente. Assim, a definição de métodos de diagnóstico que possam predizer a relação dessas alterações sistêmicas em relação à gestação é fundamental. Auxiliando assim na seleção das matrizes da propriedade e evitando o descarte desnecessário de éguas de alto valor zootécnico. Como objetivo geral do projeto pretende-se identificar alterações útero-placentárias em éguas gestantes com laminite crônica, relacionando com as alterações hormonais e de viabilidade e desenvolvimento dos potros provenientes dessas gestações.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Carine Dahl Corcini - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / Leandro Americo Rafael - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Antônio Sérgio Varela - Integrante / luciana araujo lins - Integrante.

  • 2019 - 2020

    Avaliação do tempo de gestação e biometria de potros da raça Crioula, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 17/11/2021., Descrição: A Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América. Adquiriram características únicas e próprias após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. Atualmente a população da Raça Crioula é expressiva, possuindo um total de 413.433 animais, sendo que 86% dessa população encontra-se no Rio Grande do Sul, os outros estados que se destacam na criação é Santa Catarina e Paraná(ABCCC, 2017). A participação de cavalos da Raça Crioula em competições esportivas tem crescido muito nos últimos anos. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. No entanto, mesmo com a liberação das biotécnicas de reprodução pouco se conhece sobre o desenvolvimento gestacional e desenvolvimento dos potros a partir do nascimento até os dois anos, idade na qual os animais já estão aptos a receberem a marca e registro definitivo da ABCCC. Desta forma o presente estudo tem relevância, pois visa avaliar a gestação e associar ao desenvolvimento dos potros.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Alice Correa Santos - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / Leandro Americo Rafael - Integrante / Natalia Ribeiro Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Tatiane Leite Almeida - Integrante / SANTOS, ISADORA.P.O.DOS - Integrante / margarida aires da silva - Integrante.

  • 2018 - 2020

    Dosagem de hemoglobina fetal em potros neonatos, Descrição: A hemoglobina é um complexo proteico de 64kDa que contem ferro e porfirina. Ocupa um papel central na fisiologia do organismo por se ligar e transportar oxigênio para todo o corpo. Variações nas cadeias polipeptídicas determinam o tipo de hemoglobina em animais adultos. Em equinos, são observados três fenótipos desta proteína: A, B e AB. Nem todos os mamíferos produzem hemoglobina fetal ? roedores e carnívoros, por exemplo, não as possuem. Aqueles que as possuem nascem com uma mistura de hemoglobina fetal e adulta, sendo que ao nascimento a fetal é a mais prevalente. Em humanos, tem-se investigado a utilização deste tipo de hemoglobina como terapia adjuvante no tratamento de certas hemoglobinopatias, como as thalassemias. Sabe-se que indivíduos com persistência hereditária da hemoglobina fetal demonstram curso clínico mais brando e, pensando nisso, tem-se buscado formas de reativar a síntese dessa hemoglobina em portadores de certos tipos de thalassemias. Em equinos, há certa controvérsia quanto a existência da hemoglobina fetal. Estudos mais antigos não observaram a presença deste tipo de hemoglobina, porém alguns trabalhos mais recentes discorrem sobre sua presença e papel durante o período de adaptação do neonato equino à vida extrauterina. O presente estudo tem como objetivo verificar a existência da hemoglobina fetal em equinos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Fábio Pereira Leivas Leite - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante / Natalia Ribeiro Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador.

  • 2018 - 2020

    Doxiciclina na gestação equina: farmacocinética, distribuição em fluídos maternos e impacto neonatal, Descrição: As tetraciclinas foram os primeiros antibacterianos de amplo espectro descritos, tendo eficácia contra bactérias gram-positivas, gram-negativas, clamídias, micoplasmas, rickettsias e alguns protozoários. É a classe de antibacterianos mais utilizada na medicina veterinária, sendo rotineiramente empregadas na produção animal. Além da atividade antibacteriana, outras propriedades das tetraciclinas vem sendo estudadas. Em menor ou maior grau, a depender do efeito estudado, as moléculas desta classe apresentam ação anti-inflamatória e de inibição da lipase, colagenase, apoptose e angiogênese, além de outras funções. Na medicina humana há evidencias que este fármaco pode ser utilizado com segurança em mulheres gestantes e seus neonatos (CROSS et al., 2016). Em equinos, existem poucos estudos avaliando o uso de antibacterianos durante a gestação. Com relação à doxiciclina, bem como qualquer outra tetraciclina, as informações são restritas sobre a utilização em éguas gestantes. Com isso, o estudo da farmacocinética da doxiciclina em éguas gestantes é relevante para a utilização clínica segura. Além disso, com este estudo será possível avaliar a dose utilizada para éguas gestantes e a distribuição do fármaco nos fluídos maternos e impacto no potro neonato.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / Leandro Americo Rafael - Integrante / Martielo Ivan Gehrcke - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador.

  • 2017 - 2019

    Avaliação do bem estar de equinos confinados durante feira equestre através do uso de etograma, Descrição: O projeto consiste em avaliar o bem estar animal de equinos submetidos ao confinamento durante feira equestre. tal avaliação ocorrerá por observação de comportamento, através do uso de um etograma. A avaliação do comportamento é uma importante ferramenta de avaliação de bem estar, uma vez que é um método não invasivo, que não requer contenção e que, por conta disso, não altera qualquer parâmetro de estresse pela ausência total de contato com o individuo observado. Os resultados ajudarão a compreender como o confinamento em local fora do habitual, aliado a exposição ao publico, atua no estresse e nas alterações de comportamento dos equinos. A partir disso, será possível propor adequações de manejo que possibilitem diminuir os efeitos negativos deste confinamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Ilusca Finger - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / AUGUSTO LUIZ POSTAL DALCIN - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / Leandro Americo Rafael - Integrante / Thiago Simon Pes - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante.

  • 2017 - 2019

    Avaliação endócrina de potros neonatos nascidos de éguas com gestação de risco, Descrição: Desordens maternas ou placentárias em equinos podem resultar em aborto, nascimento de natimortos ou de potros prematuros com anormalidades no desenvolvimento. Diferentes tratamentos têm sido utilizados com o intuito de prevenir o nascimento de potros imaturos. Este estudo tem como objetivo realizar a avaliação endócrina de potros nascidos de éguas com placentite ascendente experimentalmente induzida, tratadas com diferentes terapias hormonais, e verificar qual terapia promoveu melhor viabilidade neonatal. Serão utilizadas amostras coletadas durante as temporadas reprodutivas de 2012 a 2014. Foram utilizadas 32 éguas mestiças pertencentes ao Centro de Ensino e Experimentação em Equinocultura da Palma (CEEEP) da UFPEL, nas quais 26 éguas foram submetidas a indução experimental de placentite ascendente através da infusão intracervical de Streptococcus equi subespécie zooepidemicus, na concentração de 107 UFC, entre os dias 290-300 de gestação, conforme protocolo sugerido por Bailey et al. (2010). Todas as éguas com placentite foram tratadas com a associação de sulfametoxazol e trimetoprim, na dose de 30mg/kg, via intravenosa, BID e flunixin meglumine, na dose de 1.1mg/kg, SID. O tratamento iniciou 48 horas após a indução com duração de sete dias para a terapia anti-inflamatória e 10 dias para a antibioticoterapia. As éguas que não foram submetidas a indução de placentite foram designadas ao Grupo Controle (n=6), enquanto que as outras 26 éguas foram divididas em grupos e receberam diferentes terapias hormonais: Grupo TMS+FM (n=7) sem terapia hormonal; Grupo TMS+FM+ALT (n=7) tratado com altrenogest de longa ação na dose de 0.088m/kg, via intramuscular, 2 aplicações com intervalo de 7 dias; Grupo TMS+FM+ECP (n=6) tratado com cipionato de estradiol na dose de 10mg/kg, via intramuscular, 3 aplicações com intervalo de 5 dias; Grupo TMS+FM+ALT+ECP (n=6) tratado com altrenogest e cipionato de estradiol, nas doses e intervalos citados anteriormente. Todos os partos foram assistidos e os potros foram avaliados quanto aos sinais vitais e reflexos posturais. Foram colhidas amostras de sangue dos potros utilizando tubos sem anticoagulante em cinco momentos: imediato ao nascimento, 12 horas, 24 horas, 48 horas e 7 dias de vida. A partir destas amostras, serão realizadas as mensurações de níveis séricos de hormônios relacionados com a maturação fetal, adaptação extrauterina do neonato e resposta ao estresse pelas técnicas de radioimunoensaio e ELISA indirerto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / Natalia Ribeiro Pinto - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Avaliação da resposta inflamatória de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente através da mensuração das proteínas de fase aguda, Descrição: As proteínas de fase aguda compreendem um grande grupo de proteínas que se reduzem (PFA negativas) ou se elevam (PFAs positivas) rapidamente em resposta à infecções ou lesões teciduais, e os níveis geralmente refletem o grau e extensão do processo inflamatório e infeccioso, sugerindo que alguns destes mediadores podem ser usados como marcadores precoces do processo séptico. Embora outros processos infecciosos ou lesões teciduais estejam associados com a resposta de PFAs, a resposta induzida por infecções bacterianas é geralmente muito acentuada, com grande e rápida variação nos níveis plasmáticos. Em neonatos equinos, entretanto, a quantificação das PFAs e sua utilidade como marcadores precoces da presença de sepse não está completamente esclarecida. A utilização de marcadores bioquímicos mais específicos, que avaliem as funções metabólica e energética, e o grau de resposta inflamatória através das PFAs em neonatos durante as primeiras horas de vida podem ser ferramentas úteis para estabelecimento de um diagnóstico precoce de sepse, e podem auxiliar na determinação de um prognóstico em potros em estado crítico. Tem-se como hipótese que potros sépticos demonstram marcadas alterações no metabolismo energético, que incluem alterações nas concentrações de glicose, triglicerídeos e colesterol; e intensa resposta inflamatória, caracterizada pelo aumento das concentrações das proteínas de fase aguda, como Amiloide A sérica, Adrenomedulim , Alfa-feto proteína, Paraoxonase e Procalcitonina, Acredita-se ainda que estes marcadores podem ser utilizados no diagnóstico precoce de sepse em potros nascidos de éguas com placentite e podem ser utilizados como preditores de não sobrevivência durante as primeiras 48 horas de vida. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Silvia Regina Leal Ladeira - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / AUGUSTO LUIZ POSTAL DALCIN - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / CASSIANO MORAES DORNELES - Integrante / DÉBORA MACHADO NOGUERA - Integrante / FRANCINE DEQUECH BELEM - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / JEMHALLY DILLENBURG HACK - Integrante / JOAO PEDRO HUBNER ETGES - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / VINICIUS DE SOUZA IZQUIERDO - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante / luzia leon coelho leal - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Natalia Ribeiro Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Avaliação da resposta clínica e metabólica de potros neonatos nascidos de éguas com placentite ascendente submetidas a diferentes tratamentos hormonais, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: A placentite é a causa mais frequente de aborto e ocorrência de natimorto na medicina equina, representando mais de 30% dos partos prematuros e mortes neonatais dentro das primeiras 24 horas de vida. Contudo, o tratamento para esta doença ainda é realizado de forma empírica, principalmente no que se refere a hormônios, devido a falta de entendimento de alguns processos metabólicos. Nos últimos anos aumentou a demanda de trabalhos experimentais relacionados a indução de placentite, a fim de sanar algumas dúvidas relacionadas a doença. No entanto, não há literatura disponível referente ao tratamento hormonal e a resposta materna, fetal e placentária. Quando os processos endócrinos são interrompidos, dentre eles, a produção de progestágenos e estrógenos pela unidade feto-placentária, podem ocorrer abortos e partos prematuros. Desta forma, além de antibióticos e anti-inflamatórios utilizados comumente no tratamento de placentite, a hormonioterapia é realizada no intuito de promover a manutenção da gestação, possibilitando a maturação fetal precoce e o nascimento de um potro viável. Na medicina humana, estudos clínicos têm demonstrado efeito positivo do tratamento com agentes progestágenos administrados em mulheres com histórico prévio de parto prematuro. Em estudo experimental em éguas com indução de placentite ascendente realizado foi observada maior viabilidade dos potros nascidos de éguas tratadas com progesterona. Durante a gestação, a placenta é o órgão responsável pela homeostase e excreção de fluídos e eletrólitos fetais. Desta forma, o perfil bioquímico é importante para caracterizar a capacidade de depuração do indivíduo e grau de resposta neonatal. Em potros neonatos, o período periparto é um período de adaptação ao ambiente extrauterino com o fim da circulação materno fetal, início da respiração pulmonar e início da nutrição enteral, sendo que os resultados clínicos e laboratoriais deste momento refletem a qualidade de vida fetal e demonstram o padrão clínico metabólico dos neonatos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Lorena Soares Feijó - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Silvia Regina Leal Ladeira - Integrante / Marcio Nunes Correa - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / Carmen Lucia Garcez Ribeiro - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / AUGUSTO LUIZ POSTAL DALCIN - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / CASSIANO MORAES DORNELES - Integrante / DÉBORA MACHADO NOGUERA - Integrante / FRANCINE DEQUECH BELEM - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / JEMHALLY DILLENBURG HACK - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / Fernanda Timbó D'el Rey Dantas - Integrante / Marco Aurélio Silveira Nunes Filho - Integrante / Natalia Ribeiro Pinto - Integrante / Rafaela Pinto de Souza - Integrante / Josiane de Oliveira Feijó - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Gabriela Garcia Fuentes - Integrante / Giovana Mancilla Pivato - Integrante / Julia Somavilla Lignon - Integrante / Nathalia de Oliveira Ferreira - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Julio Netto dos Santos Danielski - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Avaliação do efeito da hormonioterapia em éguas com placentite através da identificação de receptores na placenta e grau de perfusão sanguínea uterina e sua relação com a viabilidade do neonato, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: A placenta caracteriza-se como órgão transitório, responsável pelo transporte de substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas gasosas e metabólicas. Alem disso, desempenha funções endócrinas quanto a produção de hormônios na manutenção da gestação. A placentite é uma das principais causas de insuficiência placentária e perdas no terço final de gestação. Esta doença leva a redução das trocas nutricionais, metabólicas e gasosas entre a mãe e o feto, bem como alterações na produção hormonal. Dentre os hormônios produzidos pela unidade feto-placentária, destacam-se os progestágenos e estrógenos como fatores de manutenção gestacional. Os progestágenos são responsáveis pela manutenção da quiescência uterina, e os estrógenos estão diretamente relacionados ao bem-estar fetal. Além do tratamento convencional, com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Para monitoramento da efetividade do tratamento hormonal, pode-se realizar a avaliação dos níveis hormonais de progestágenos e estrógenos. Entretanto, não há descrição da cinética dos receptores hormonais na placenta em quadros de placentite, sob diferentes tratamentos hormonais. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o a expressão dos hormônios progestágenos e estrógenos, bem como seus respectivos receptores na placenta de éguas com placentite induzida.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Rebeca Scalco - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / Debora Machado Nogueira - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / Carolina Litchina Brasil - Integrante / CASSIANO MORAES DORNELES - Integrante / FRANCINE DEQUECH BELEM - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / JOAO PEDRO HUBNER ETGES - Integrante / PLINIO AMÉLIO OCANHA AVILA - Integrante / TAÍS SCHEFFER DEL PINO - Integrante / VINICIUS DE SOUZA IZQUIERDO - Integrante / WILLIAM AUGUSTO DÖRR - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Antônio Sérgio Varela - Integrante / fabiana moreira - Integrante / jhamila viégas abdala - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Alterações gastroentéricas em equinos com ênfase em enterolitíase, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: A síndrome cólica de origem gastro entérica está entre as principais causas de internação nos hospitais e clínicas de equinos. Os equinos são predispostos em desenvolver síndrome cólica pelo estômago pequeno comparado ao restante do trato digestivo, incapacidade de regurgitar em razão da musculatura do cárdia muito desenvolvida e ausência do centro do vômito no sistema nervoso central. Também possui mesentério longo associado ao jejuno (favorecendo torções), além dos segmentos intestinais com diminuição abrupta do diâmetro do lúmen, como a flexura pélvica e a transição para o cólon menor. Além dos fatores anatômicos, discute-se fatores de risco e de manejo alimentar que atuem como desencadeadores, com a intenção de buscar formas de prevenção da síndrome cólica. Outra importante ferramenta é o estabelecimento da incidência de cada tipo de cólica, tornando-se um auxílio ao clínico na compreensão das causas mais prováveis e no estabelecimento do diagnóstico e prognóstico. A incidência específica das doenças gastrointestinais em hospitais veterinários não é facilmente estabelecida, pois além da variação de fatores de risco regionais, está diretamente relacionada com o tempo entre o aparecimento dos sinais e o encaminhamento ao centro de referência, que muitas vezes modifica o quadro clínico e consequentemente a conduta clínica. Uma importante causa de síndrome cólica de origem entérica e que vem ganhando destaque nos últimos anos com elevação na ocorrência é a enterolitíase. Os enterólitos são concreções formadas por fosfato de amônio e magnésio (estruvita) que se depositam concentricamente ao redor de um núcleo que geralmente consiste em um pequeno corpo estranho. A ocorrência de enterolítiase está fortemente relacionada com o manejo ao qual o animal é submetido. Dietas altamente proteicas e ricas em magnésio podem contribuir para a deposição mineral após serem digeridas, como é o caso do farelo de trigo e do feno de alfafa. Este trabalho não induzirá a formação de enterólitos, utilizando animais acometidos naturalmente pela enfermidade e encaminhados ao Hospital Veterinário da UFPel e duas clínicas veterinárias do Rio Grande do Sul. A ocorrência relativamente elevada de enterolitíase que tem sido observada em equinos no Rio Grande do Sul motivou a elaboração de hipóteses acerca de fatores ambientais e epidemiológicos que venham a causar ou agravar a formação dos enterólitos além dos fatores alimentares.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Natane Miranda Saraiva - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Aline Ebeling Viana - Integrante / Bruno de Almeida Albuquerque - Integrante / Débora Nicaretta Mattei - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Eduardo Minuto Py Crespo - Integrante / Tomás Vesz Bichueti - Integrante / Patricia Soares Vieira - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Terapia com células tronco adiposas e plasma rico em plaquetas no tratamento de endometrite em éguas, Descrição: Células-tronco mesenquimais são consideradas atualmente as de maior potencial terapêutico para vários tipos de patologias. Podem ser obtidas de vários tecidos, mas principalmente a medula óssea e o tecido adiposo são usados como fonte. A aplicação por infusão intrauterina de derivados de CTAD será investigada para o tratamento de éguas com endometrite crônica, onde já se tem instalado processo degenerativo crônico endometrial, caracterizado pela presença de fibrose uterina. Serão coletadas amostras de tecido adiposo da base da cauda de equinos hígidos previamente examinados clinicamente, de onde serão extraídas as células mesenquimais. O plasma rico em plaquetas (PRP) contém diversos fatores de crescimento, os quais são liberados pelos alfa-grânulos presentes no citoplasma das plaquetas, sendo importantes na reparação tecidual, devido à sua ação mitogênica, quimiotática e neovascular, além da ação antiinflamatória. A aplicação por infusão intrauterina de plasma rico em plaquetas será investigada com o objetivo de redução da reação inflamatória uterina e reparação de lesões endometriais presentes em casos de endometrite. Será realizado a coleta de uma bolsa de sangue por égua, com capacidade de 450ml, contendo CPDA (Citrato de Sódio/ Fosfato de Sódio Monobásico/ Dextrose Anidra/ Ácido Cítrico Anidro/ Adenina) como anticoagulante, através da venopunção da veia jugular. O protocolo utilizado para processamento do sangue e obtenção do PRP será baseado nos dados obtidos por Pereira et al. (2013). As éguas serão previamente avaliadas, através da avaliação clínica geral, análise do histórico reprodutivo, avaliação ginecológica completa, compreendendo a realização de citologia uterina, cultura bacteriologia e biopsia uterina no corpo do útero, para avaliação histológica. A partir da avaliação e posteriormente identificação das éguas que apresentam endometrite crônica e processo inflamatório endometrial, será realizado a infusão de células tronco e plasma rico em plaquetas no endométrio (D0). Nos dias 30 (D30), 60(D60) e 90(D90) subsequentes, as éguas serão submetidas novamente a avaliação uterina, caracterizando 30, 60 e 90 dias após a infusão uterina inicial.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Charles Ferreira Martins - Coordenador / Luan de Andrade Kieckhofel - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Friedrich Frey Junior - Integrante / Patricia Soares Vieira - Integrante / Carmen Lucia Garcez Ribeiro - Integrante / Sandra Mara Fiala Rechsteiner - Integrante / Bruno Souza Dias - Integrante / João Pedro Hübbe Pfeifer - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / DÉBORA MACHADO NOGUERA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante.

  • 2014 - Atual

    Biometria de potros da raça Crioula, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: O estudo será composto por dois experimentos, no qual serão avaliados 600 potros da raça Crioula do nascimento aos 24 meses. O primeiro experimento será caracterizado pelas avaliações biométricas onde serão mensurados peso e altura e o segundo experimento serão avaliados condição corporal (1-9), circunferência do pescoço, mensuração da gordura da região da base da cauda e crista do pescoço através da ultrassonografia e coletas de sangue para posterior análise.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Ilusca Finger - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Natane Miranda Saraiva - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Aline Ebeling Viana - Integrante / Bruno de Almeida Albuquerque - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Luan de Andrade Kieckhofel - Integrante / Eduardo Minuto Py Crespo - Integrante / Leonardo Motta Fornari - Integrante / Rafael dos Santos Bandeira - Integrante / Bruna dos Santos Suñé Moraes - Integrante / DÉBORA MACHADO NOGUERA - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante.

  • 2013 - 2016

    Valor preditivo da mensuração de proteínas de fase aguda na rotina clínica de equinos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: A inflamação é considerada uns dos primeiros eventos associados a um agente agressor no organismo. Processos inflamatórios que passam despercebido ou não exibem sinais clínicos evidentes podem resultar em infecções subclínicas que subsequentemente podem prejudicar o crescimento e desempenho dos animais. A pesquisa de marcadores precoces de inflamação tem sido o foco na medicina humana e veterinária durante as últimas décadas. Para este fim, os esforços têm-se centrado na identificação bioquímica de proteinas de fase aguda (PFA) como marcadores para o grau de inflamação e seu tempo de evolução. Serão efetuadas coletas de sangue de animais hígidos e infectados por Streptococcus equi. Ainda serão coletos potros jovens obesos. Espera-se observar uma estreita relação dos quadros clínicos e obesidade em potros com os níveis de proteínas de fase aguda mensuradas, alem de apresentar uma relação com o prognostico dos animais. Espera-se observar ainda uma relação de proteínas especificas com os sistemas orgânicos afetados, podendo apresentar valor diagnóstico em doenças comuns em nossa região como a adenite equina causada pela bactéria Streptococcus equi .. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Rubia Alves Schmith - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Charles Ferreira Martins - Integrante / Rodrigo Stauffert dos Santos - Integrante / Luan de Andrade Kieckhofel - Integrante / Vinícius Azevedo Folle - Integrante / Millie de Oliveira Marchiori - Integrante / Eduardo Minuto Py Crespo - Integrante / Sabine Kasinger - Integrante / Camila Gervini Wendt - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante / Francisco augusto burket del pino - Integrante.

  • 2013 - 2015

    Proteínas de fase aguda no periparto de éguas e potros Puro Sangue Inglês relacionando com as características da placenta e clínica do potro neonato, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: A pesquisa para se encontrar marcadores precoces da inflamação vem sendo foco na medicina humana e veterinária ao longo dos anos, utilizando principalmente a identificação das proteínas de fase aguda como marcadores do grau e do curso da inflamação. O objetivo deste estudo é avaliar a concentração de proteínas de fase aguda no periparto em éguas e potros e sua relação com as características da placenta e clínica do potro neonato. No modelo experimental serão utilizadas 10 éguas, sendo 5 submetidas a placentite induzida e 5 éguas controle. A indução será realizada através de infusão intra-cervical de Streptococcus zooepidemicus entre os dias 280-295 de gestação. Será realizado acompanhamento da gestação através de ultrassonografia, hematologia, bioquímica sérica e avaliação de líquido amniótico. No estudo de campo serão utilizadas 50 éguas, as quais serão submetidas a avaliação ultrassonográfica a partir dos 120 dias de gestação com intervalo de 45 dias até o parto. A avaliação das proteínas de fase aguda das éguas será realizada quinzenalmente a partir dos 120 dias de gestação, após a indução, a cada 7 dias, e em 3 momentos após o parto: imediatamente, 24 horas e 7 dias após. Os potros nascidos serão submetidos a avaliação clínica, hematologia, bioquímica sérica, hemocultura e avaliação das proteínas de fase aguda, sendo realizados imediatamente após o parto, 24 horas após e 7 dias após. A placenta será avaliada macroscopicamente imediatamente após a expulsão e serão coletadas fragmentos de 9 pontos para histopatologia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Verônica La Cruz Bueno - Integrante / Cláudia Haetinger - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Natane Miranda Saraiva - Integrante / Rubia Alves Schmith - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Charles Ferreira Martins - Integrante / Rodrigo Stauffert dos Santos - Integrante / Débora Nicaretta Mattei - Integrante / Friedrich Frey Junior - Integrante / Silvia Regina Leal Ladeira - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Aline Bacchieri Gallo Schuster - Integrante / Augusto Scheider - Integrante / Marcio Nunes Correa - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Ilusca Sampaio Finger - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Estudo reprodutivo retrospectivo e prospectivo e su relação com o desenvolvimento gestacional e período neonatal em criatórios de equinos na região sul do Brasil, Descrição: Uma das causas mais comum de perda gestacional em gestações avançadas é a placentite. Uma maneira de prevenção dos danos da placentite é a avaliação periódica da placenta. Esta avaliação pode ser realizada tanto com ultra-sonografia trans-abdominal quanto trans-retal. Avalia-se a espessura do alantocorion, sendo que em quadros iniciais de placentite. A avaliação da gestação permite também através de parâmetros de biometria fetal, estimar idade fetal e previsão aproximada de parto em casos em que sejam desconhecidas as datas de serviço e/ou ovulação. O bem-estar fetal também pode ser avaliado através o exame retal, ultrassonografia trans-retal e transabdominal. Problemas relacionados à égua, localizados na placenta ou fora do trato reprodutivo, frequentemente resultam em potros com algum tipo de comprometimento. Todos os partos de éguas com riscos de distocia ou com alterações fetais devem ser cuidadosamente monitorados. Potros de alto risco são um potencial problema para os criadores, visto que além de gerarem muitos custos à criação, comprometem o futuro atlético dos animais acometidos. O objetivo do presente projeto é analisar os dados reprodutivos retrospectivos de criatórios da região sul do Rio Grande do Sul, além de avaliar a gestação através do uso da ultra-sonografia, estimando tempo gestacional, envoltórios fetais e bem-estar fetal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Verônica La Cruz Bueno - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Rubia Alves Schmith - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Fernanda Maria Pazinato - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Aline Ebeling Viana - Integrante / Bruno de Almeida Albuquerque - Integrante / Rodrigo Stauffert dos Santos - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Débora Nicaretta Mattei - Integrante / Luan de Andrade Kieckhofel - Integrante / Alice Correa Santos - Integrante / Fernanda Carlini Cunha dos Santos - Integrante / Friedrich Frey Junior - Integrante / Silvia Regina Leal Ladeira - Integrante / Carine Dahl Corcini - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Ilusca Sampaio Finger - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Identificação de marcadores bioquímicos e proteínas de fase aguda no líquido amniótico de éguas com placentite no momento do parto, Descrição: A realização da amniocentese em éguas no momento do parto pode se tornar um método não invasivo e ágil na identificação de comprometimento placentário e do feto. Através deste método, pretende-se minimizar as perdas econômicas nos rebanhos equinos. Este estudo tem como objetivo identificar marcadores bioquímicos e proteínas de fase aguda no líquido amniótico em éguas com placentite induzida no momento do parto. A indução experimental de placentite será realizada através da infusão intra-cervical de Streptococcus zooepidemicus entre os dias 280 ? 295 de gestação. As éguas do grupo placentite-tratado serão tratadas com Sulfametaxazol e Trimetoprim (25mg/Kg, IV, 12-12h) e Flunexim Meglumine (1,1mg/Kg, IV, 12-12h) durante 10 dias, a partir do momento da indução. A técnica de amniocentese será realizada após a exposição da membrana amniótica com avaliação imediata dos níveis de glicose e lactato. Posteriormente será realizado proteinograma, determinação das concentrações de amilóide A, e caracterização bioquímica (ph, osmolaridade, uréia, creatinina, gama GT,glicose, lactato, sódio, potássio, cloretos, proteína total) no líquido amniótico de éguas saudáveis e das éguas com placentite induzida experimentalmente. Também será realizado avaliação sérica de proterinograma e amilóide A nas éguas e potros neonatos, anterior a ingestão de colostro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Cláudia Haetinger - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / Natane Miranda Saraiva - Integrante / Rubia Alves Schmith - Integrante / Lorena Soares Feijó - Integrante / Lorena Alvariza Amaral - Integrante / Aline Ebeling Viana - Integrante / Bruno de Almeida Albuquerque - Integrante / Letícia da Silva Souza - Integrante / Débora Nicaretta Mattei - Integrante / Luan de Andrade Kieckhofel - Integrante / Friedrich Frey Junior - Integrante / Silvia Regina Leal Ladeira - Integrante / Cristina Gevehr Fernandes - Integrante / Vinícius Azevedo Folle - Integrante / Aline Bacchieri Gallo Schuster - Integrante / Millie de Oliveira Marchiori - Integrante / Eduardo Minuto Py Crespo - Integrante / BORBA, LUCIANA A. - Integrante / FRANCINE DEQUECH BELEM - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Ilusca Sampaio Finger - Integrante.

  • 2009 - Atual

    Alterações clínicas e metabólicas em potros neonatos e sua relação com os achados ginecológicos e obstétricos na égua, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: A proposta do projeto se baseia na hipótese de que as éguas caracterizadas como "problemas", ou seja, aquelas que apresentem alterações reprodutivas e/ou da gestação produzem placentas insuficientes que irão refletir em problemas clínicos perinatais nos potros. Apesar dos diversos dados bibliográficos existentes sobre neonatologia eqüina, vários fatores encontrados na prática não são explicados na literatura. É comum encontrar potros sadios nascidos de éguas problemas ou de placentas com alterações macroscópicas, ou então potros clinicamente comprometidos, sem alterações da égua ou placenta. Muitas vezes esta contradição pode ocorrer por falha em uma avaliação mais acurada de qualquer destes fatores. Com a execução do projeto, pretendemos demonstrar que existe uma relação direta entre todos os fatores avaliados, permitindo o entendimento das causas de inviabilidade fetal e neonatal em potros. Serão avaliadas 25 éguas Puro Sangue Inglês provenientes de 2 propriedades criatórias no município de Aceguá-RS, durante as temporadas reprodutivas de 2009-2010 e seus respectivos potros. As éguas serão avaliadas quanto ao histórico reprodutivo, padrão endometrial e acompanhamento da gestação. O parto será acompanhado para a presença de alterações. A placenta será avaliada sob os aspectos macro e microscópicos. O potro será examinado na primeira hora de vida para o reconhecimento da atitude e dos sinais vitais, assim como avaliação hematológica e bioquímica. A avaliação bioquímica visa avaliar o padrão metabólico do potro imediatamente após o parto, onde será aferido glicose, lactato, creatinina, GGT e uréia. Através dos resultados pretendemos demonstrar aos criadores de equinos onde estão concentrados os principais fatores que comprometem a viabilidade fetal e neonatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Rubia Alves Schmith - Integrante / Bruno de Almeida Albuquerque - Integrante.

  • 2006 - 2016

    Índices epidemiológicos em neonatologia e pediatria equina na região de Bagé-RS, com ênfase nas alterações do sistema respiratório, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Carlos Eduardo Wayne Nogueira em 05/04/2019., Descrição: Os sintomas de enfermidades no neonato são freqüentemente vagos e não localizantes. Devido a esta preocupação, o projeto traz como principais objetivos: 1) Estabelecer e avaliar os índices epidemiológicos no Sul do RS em neonatologia e pediatria eqüina, definindo as principais causas de perdas na criação de potros durante os 6 primeiros meses de vida; 2) Aplicar e avaliar métodos de diagnóstico e controle das principais enfermidades do sistema respiratório; 3) Realizar o diagnóstico diferencial entre as enfermidades bacterianas e virais causadas por Rhodococcus equi, Streptococcus zooepidemiccus e Streptococcus equi, Herpes Vírus Eqüino (HVE-1-2-4) e Adenovirus. O EXPERIMENTO 1 avaliará a incidência, prevalência, morbidade e letalidade das principais afecções em neonatos, baseados nos dados sobre o terço final da gestação e os primeiros 6 meses de vida. O trabalho será feito considerando um período retrógrado de 6 anos, baseado em dados catalogados pelos Veterinários residentes dos Haras, assim como as temporadas reprodutivas dos anos de 2006 e 2007. O EXPERIMENTO 2 terá ênfase ao Sistema Respiratório, composto pelo Grupo Positivo, formado pelos potros que apresentarem alterações respiratórias e o Grupo Controle (Negativo), formado por potros clinicamente sadios. Após avaliação clínica, serão obtidas amostras por coletas de sangue para hematologia, bioquímica e sorologia. Os lavados e aspirados traqueais e os swabs nasofaríngeos serão as formas de coleta para citologia, microbiologia e histologia do Sistema Respiratório. O processamento das amostras será realizado nos laboratórios de análises clínicas, virologia e bacteriologia, em uma parceria entre a UFPel, UFSM e UFRGS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Vitória Müller - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / Ilusca Sampaio Finger - Integrante.

Prêmios

2013

Trabalho destaque na sessão de ciências agrárias do XXII Congresso de Iniciação Científica da Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Pelotas.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Pelotas, Faculdade de Veterinária. , Campus Universitário, Jardim América, 96010900 - Capão do Leão, RS - Brasil - Caixa-postal: 354, Telefone: (053) 32757158, URL da Homepage:

Experiência profissional

2010 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante, Carga horária: 40

2012 - 2012

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de extensão (PROBEC), Carga horária: 20

2011 - 2011

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de extensão (PROEXT), Carga horária: 20

2011 - 2011

Laboratório de Reprodução Avançada e Terapia Celular

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 160

2012 - 2012

Haras Santa Maria de Araras - Secção Paraná

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 160

2012 - 2012

Haras Stud TNT

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 208

2013 - 2013

Centro Avançado de Reprodução Equina

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 192

2013 - 2014

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica - PIBIC

2013 - 2013

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Cientítica - PIBIC

2015 - 2015

University Of Illinois At Urbana-Champaign

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 580

2015 - 2015

Rood & Riddle Equine Hospital

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário

2021 - 2022

Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Universitária, Carga horária: 12

2021 - 2022

Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária (funcionária), Carga horária: 16

Outras informações:
Médica Veterinária responável pelo Hospital Veterinário São Francisco da Faculdade IDEAU - Campus Bagé/RS

2021 - 2022

Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Supervisora administrativa (funcionária), Carga horária: 16

Outras informações:
Supervisora administrativa do Hospital Veterinário São Francisco da Faculdade IDEAU - Campus Bagé/RS

2024 - Atual

12º Regimento de Cavalaria Mecanizado - Exército Brasileiro

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária, Carga horária: 40