Guilherme oliveira Freitas de Assis Vieira Faial

Licenciado em Geografia pela Universidade Federal do Amazonas - UFAM (2018), Bacharel em Direito pela Universidade Luterana do Brasil - ULBRA (2022), Especialista em Direito Penal e Processo Penal (2022), em Direito Público (2022), em Direito do Consumidor (2024) e em Direito Tributário (2024) pela Faculdade Damásio Educacional e Especialista em Ensino de Geografia pela Universidade Federal do Pará (2024). Mestrando em Geografia pela Universidade de Brasília (UnB) - (Linha 3 - Produção do Espaço Urbano, Rural e Regional). Pesquisador do Grupo de Pesquisa Ciências da Natureza do Instituto Federal do Amazonas - IFAM (Câmpus São Gabriel da Cachoeira - AM) atuando nas linhas de pesquisa: a) Geopolítica, Educação e Violência; b) Gestão Ambiental. É vinculado a grupos de pesquisa em Direito e em Geografia: 1) Grupo de Pesquisa Biodireito: Biossegurança e Bioética - GPBB, da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Amazonas (UEA); 2) Núcleo de Direito e Saberes Psi do Programa de Pós Graduação em Direito (PPGD) da Universidade Federal do Paraná (UFPR); 3) Grupo de Pesquisa em Propriedade Intelectual na Contemporaneidade da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); 4) Núcleo de Estudos sobre a Internacionalização do Poder Punitivo, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Membro da Latin American Climate Laywers Initiative for Mobilizing Action (LACLIMA). Tem experiência na área de Geografia Física (ênfase em Geomorfologia Fluvial e Biogeografia) e na Geografia Humana (ênfase em Geografia Política e Planejamento do Território) atuando nos seguintes temas: Amazônia, Áreas de Preservação Permanente, Campinas, Campinaranas, Avaliação de Impactos Ambientais, BR-319, Rodovias na Amazônia, Povos Indígenas e Unidades de Conservação. No Direito tem experiência na área de Direito Ambiental, Urbanístico e Direito Penal nos seguintes temas: Direito dos Povos Indígenas, Legislação Ambiental, Direito Penal Ambiental e Direito do Meio Ambiente. Contato profissional: guilhermevieirafaial@gmail.com https://orcid.org/0000-0002-7017-1783

Informações coletadas do Lattes em 30/11/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Geografia

2023 - Atual

Universidade de Brasília, UnB
Título: O Direito ao Território na Amazônia: Estudo de caso sobre as terras indígenas inseridas ao longo da BR-319 (Manaus - Porto Velho)
Rafael Rodrigues da Franca.Coorientador: Victor João Ramos Alves. Palavras-chave: Amazônia; Desigualdades Socioespaciais; Terras Indigenas.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Ambiental.

Especialização em Direito do Consumidor

2023 - 2024

Damásio Educacional

Especialização em Ensino de Geografia

2023 - 2024

Universidade Federal do Pará
Título: Por uma Geografia da Amazônia: O ensino de Biogeografia a partir das cadeias produtivas da biodiversidade
Orientador: Flávia Costa

Especialização em Direito Tributário

2023 - 2024

Damásio Educacional

Especialização em Direito Penal e Processo Penal

2020 - 2022

Damásio Educacional

Especialização em Direito Público

2020 - 2022

Damásio Educacional

Graduação em Direito

2018 - 2022

Universidade Luterana do Brasil
Título: BR-319 (Manaus - Porto Velho): Danos ambientais vs Meio Ambiente Sadio e Ecologicamente Equilibrado
Orientador: Ingo Pietzsch

Graduação em Direito

2019 - 2020

Escola Paulista de Direito

Graduação em Geografia

2017 - 2018

Universidade Federal de Mato Grosso

Graduação em Geografia - Licenciatura

2012 - 2018

Universidade Federal do Amazonas
Título: Estágio Supervisionado I, II e III

Formação complementar

2024 - 2024

I Curso de Outono em Escrita Científica. (Carga horária: 6h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2024 - 2024

Mudanças Climáticas do Passado, Presente e Futuro (2° Edição). (Carga horária: 16h). , Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Direito Urbanístico. (Carga horária: 60h). , Universidade do Estado do Amazonas, UEA, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Metodologia da Pesquisa em Geografia. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Alfenas, UNIFAL/MG, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Bases Geoambientais e Geoecologia de Paisagem. (Carga horária: 96h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Geomorfologia Fluvial. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Planejamento e Gestão Ambiental. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Temas Internacionais de Geografia. (Carga horária: 32h). , Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.

2023 - 2023

Extensão universitária em Organização do Espaço. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2021 - 2021

Extensão universitária em Paisagem e Planejamento Ambiental. (Carga horária: 90h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2021 - 2021

Extensão universitária em Vulnerabilidade Costeira. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em 4° EcoEscola / IB-USP. (Carga horária: 120h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em Agricultura e Capitalismo no Brasil. (Carga horária: 120h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em Epistemologia da Geografia. (Carga horária: 90h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em Gestão do Território e Geopolítica Ambiental. (Carga horária: 90h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2019 - 2019

Extensão universitária em Campesinato: modo de vida e território. (Carga horária: 90h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2017 - 2017

Extensão universitária em Direito Agrário. (Carga horária: 120h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2017 - 2017

Extensão universitária em Avaliação de Impactos Ambientais e Perícia Florestal. (Carga horária: 64h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2017 - 2017

Extensão universitária em Direito Ambiental. (Carga horária: 64h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2017 - 2017

Extensão universitária em Monitoria em Geografia Agrária do Brasil. (Carga horária: 360h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2017 - 2017

Extensão universitária em Monitoria em Geografia Econômica. (Carga horária: 360h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2017 - 2017

Observatório das Favelas. (Carga horária: 20h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.

2017 - 2017

Geografia Cultural. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2015 - 2015

Extensão universitária em Monitoria em Geografia Econômica. (Carga horária: 144h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2015 - 2015

Extensão universitária em Botânica Econômica. (Carga horária: 60h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2015 - 2015

Extensão universitária em A Arqueologia das Práticas Mortuárias. (Carga horária: 25h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2015 - 2015

Extensão universitária em V Botânica no Inverno. (Carga horária: 120h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

2015 - 2015

Uso e pré-processamento de imagens Landsat-5/TM. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2015 - 2015

Introdução aos Ecossistemas Amazônicos. (Carga horária: 30h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2014 - 2015

Extensão universitária em Programa Conservação de Recursos Naturais e Segurança Alimentar. (Carga horária: 560h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2014 - 2015

Extensão universitária em Programa Conservação de Recursos Naturais e Segurança Alimentar. (Carga horária: 960h). , Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Brasil.

2013 - 2013

Semana Pedagógica. (Carga horária: 20h). , Centro Educacional São Francisco, CESF, Brasil.

2011 - 2011

Fundamentos da Biogeografia e Botânica. (Carga horária: 20h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

2011 - 2011

Diversidade Vegetal: Extrativismo e Biotecnologia. , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Direito / Subárea: Direito Ambiental.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Direito Público/Especialidade: Direito Penal.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Geografia / Subárea: Biogeografia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Política.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geomorfologia Fluvial.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Regional/Especialidade: Análise Regional.

Organização de eventos

FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; TESSMANN, A. C. O. ; SA, S. C. ; RODRIGUES, B. V. B. ; SANTO, J. V. V. E. ; SILVA, J. P. S. ; SOUSA, M. S. M. ; OLIVEIRA, P. C. ; MELLO, L. R. ; OLIVEIRA, N. P. ; SARMENTO, B. L. . 1° Encontro de Pós-Graduandos de Geografia da Universidade de Brasília (1° EPGEO). 2023. (Congresso).

VIEIRA, A. F. S. G. ; ALBUQUERQUE, A. R. C. ; CARVALHO, J. A. L. ; MOLINARI, D. C. ; ALVES, N. S. ; FARIA, I. F. ; MARINHO, R. R. ; BRANDAO, J. P. ; FREITAS, G. . 10° Simpósio Nacional de Geomorfologia. 2014. (Congresso).

FREITAS, G. . VII Seminário Latino-Americano e III Seminário Ibero - Americano de Geografia Física. 2012. (Congresso).

Participação em eventos

5° Seminário Internacional América Latina e Caribe: Sociodiversidade, pensamento utópico e utopias..O descumprimento da Convenção N° 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Licenciamento Ambiental da BR-319. 2024. (Seminário).

III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024. Identificação das vulnerabilidades socioambientais a partir da percepção de alunos da Escola Municipal Áureo Nonato (Manaus, AM). 2024. (Congresso).

III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024. Infodemia durante a pandemia da Covid-19 no Brasil. 2024. (Congresso).

III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024. Clima Urbano e Vulnerabilidade Socioambiental no Estado de Roraima (RR): Análise da correlação entre os focos de calor e os casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG). 2024. (Congresso).

III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024. Biogeografia e Saúde Ambiental: Como a ausência de arborização urbana pode estar influenciando no aumento de casos de câncer de pele não melanoma em Manaus (AM)?. 2024. (Congresso).

1° Encontro de Pós-Graduandos em Geografia da Universidade de de Brasília.A Consulta Prévia, Livre e Informada como instrumento constitucional preventivo de (des)igualdade socioespacial pós-1988: Estudo de caso das Terras Indígenas (TIs) na Rodovia Federal BR-319 (Manaus ? Porto Velho). 2023. (Encontro).

III Encontro Internacional do Observatório de Energia Eólica. 2023. (Encontro).

I Simpósio de Seleção da Liga Amazonense de Ciências Forenses. 2019. (Simpósio).

Seminário de Pós Graduação da Geografia da UFMT. 2017. (Seminário).

XXII Encontro Nacional de Estudantes de Geografia. 2017. (Encontro).

43° Encontro Nacional de Estudos Rurais e Urbanos.As Cidades na Amazônia Brasileira: Notas sobre as variações sazonais e o processo de coesão em Anamã (AM). 2016. (Encontro).

VII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA E VIII SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA - A QUESTÃO AGRÁRIA NA CONTEMPORANEIDADE.A Ausência de Políticas Públicas no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus, AM). 2015. (Simpósio).

VII Simpósio Nacional de Geografia Agrária. 2015. (Simpósio).

10° Simpósio Nacional de Geomorfologia. 2014. (Simpósio).

11° Simpósio sobre Conservação e Manejo Participativo na Amazônia.Etnoterritórios e Manejo Participativo na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). 2014. (Simpósio).

I Congresso de Geografia Agrária Amazônica. 2014. (Congresso).

I Congresso de Geografia Agrária Amazônica. Organização Política e Reprodução Social no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (AM). 2014. (Congresso).

V Congresso Internacional de Geografia da Saúde. 2014. (Congresso).

VII Congresso Brasileiro de Geógrafos. Biodiversidade e Uso do Território na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). 2014. (Congresso).

VII Congresso Brasileiro de Geógrafos. 2014. (Congresso).

II Workshop de Tecnologias Sociais do INPA. 2013. (Encontro).

25° Semana de Biologia da UFAM.Biodiversidade de Plantas Medicinais: Conservação e Uso do Etnoconhecimento no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - AM). 2012. (Encontro).

25° Semana de Biologia da UFAM.Diagnóstico de Exploração e Comercialização da Andiroba (Carapa Procera) na Resex Rio Jutaí (Jutaí - AM. 2012. (Encontro).

25° Semana de Biologia da UFAM.Sistemas Produtivos e Uso dos Recursos Naturais em Reservas Extrativistas do Alto Solimões. 2012. (Encontro).

I Congresso de Iniciação Científica do INPA. 2012. (Congresso).

II Workshop Internacional do Programa Terra Preta de Índio. 2012. (Simpósio).

I Workshop de Tecnologias Sociais do INPA. 2012. (Encontro).

VII Seminário Latino-Americano e III Seminário Ibero - Americano de Geografia Física. 2012. (Seminário).

XII Curso de Controle Biológico e Seminários Avançados de Doenças Tropicais. 2012. (Seminário).

I Semana de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Amazonas e II Semana de Plantas Medicinais e Fitoterápicos de Manaus. 2011. (Encontro).

Simpósio Internacional de Florestas. 2011. (Simpósio).

VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 2011. (Oficina).

V Simpósio Internacional de Geografia Agrária - VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária - Questões Agrárias na Panamazônia no século XXI - Usos e Abusos do Território.O MODO DE VIDA E O PROCESSO DE EXTINÇÃO DO PAU-ROSA EM UMA COMUNIDADE DO ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM (MANAUS - AM). 2011. (Simpósio).

XX Congresso Italo - Latinoamericano de Etnomedicina. O uso de plantas medicinais no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - AM). 2011. (Congresso).

Orientou

Sophia Albuquerque Ferreira

Alfabetização Cartográfica na identificação de impactos ambientais nas proximidades da Escola Municipal Áureo Nonato; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE/AM) - Secretaria Municipal de Educação, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Gabriel Rodrigues de Souza

Alfabetização Cartográfica e Utilização do Google Earth na Identificação de Problemas Ambientais no Bairro Cidade de Deus; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE/AM) - Secretaria Municipal de Educação; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Daniel Pablo Rocha Vasconcelos

Diagnóstico Socioambiental Participativo da Água no Conjunto Cidadão V; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE) - Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Thiago Felipe de Moura Pereira

Diagnóstico Socioambiental Participativo da Infraestrutura Urbana no Conjunto Cidadão V; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE) - Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Ricardo Eliel Xavier da Silva

Diagnóstico Socioambiental no Conjunto Cidadão V; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE) - Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Robson de Oliveira Alvarenga

Mapeamento Geomorfológico em Áreas Endêmicas no Conjunto Cidadão V; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE) - Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Karen de Moraes Menezes

Distribuição Espacial das Doenças no Conjunto Cidadão V; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Programa Ciência na Escola - PCE) - Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; Orientador: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial;

Produções bibliográficas

  • DISSENHA, R. C. ; CRUZ, D. A. ; SILVA, A. B. ; NOVAK, G. A. S. ; CARVALHO, J. L. S. ; SOUZA, A. A. ; FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; STACHESKI, I. C. ; LASKOWSKI, L. M. ; SABBAG, M. G. ; GUIMARAES, M. C. . Contribution to the Office of the Prosecutor of the International Criminal Court on Slavery Crimes. Revista da Faculdade de Direito da UFPR , v. 69, p. 169-187-190, 2024.

  • GOMES, A. V. P. ; PAIVA, E. E. C. S. ; FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; AMADOR, M. L. F. ; MOREIRA, M. M. ; SILVA, R. M. . A comercialização de produtos florestais não madeireiros na Região de Integração Guamá sob a lógica da economia invisível. In: João Marcio Palheta; Luiz Carlos Bastos Santos. (Org.). Geografia e Territorialidade na Amazônia Paraense: Perspectivas Didáticas e Formação Regional. 1ed.Belém: Editora GAPTA/UFPA, 2024, v. 1, p. 1-369.

  • FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; STEINBERGER, M. . O descumprimento da Convenção N° 169 da Organização Internacional dos Trabalhos (OIT) no Processo de Licenciamento Ambiental da BR-319. In: V Seminário Internacional América Latina e Caribe, 2024, Belém. GT 04 - Movimentos Sociais e Étnicos-Territoriais e Levantes na América Latina e Caribe. Belém: Editora NAEA, 2024.

  • FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V . A Geopolítica de Fronteiras na Amazônia Setentrional. In: VIII Seminário Internacional de Estudos Fronteiriços, 2023, Corumbá. Eixo Temático 03 - Territórios e Territorialidades nas Fronteiras, 2023.

  • FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; STEINBERGER, M. . A Geohistória da Amazônia Brasileira no Século XVI. In: VIII Seminário Internacional de Estudos Fronteiriços, 2023, Corumbá. Eixo Temático 02 - Movimentos de população hoje e no passado: migrações, colonização, redes, história e memória, 2023.

  • FREITAS, E. O. ; FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V . Identidade, Cultura e Territorialidades na Comunidade Mata Cavalo (MT). In: VIII Seminário Internacional de Estudos Fronteiriços, 2023, Corumbá. Eixo Temático 2 - Movimentos de população hoje e no passado: migrações, colonização, redes, história e memória, 2023.

  • FREITAS, G. O ; AMORIM, B.C . A Gestão do Território no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus, AM). In: XIII Encontro Nacional de Pós Graduação em Geografia, 2019, São Paulo. GT 30 - Geografia Política, Geopolítica e Gestão do Território, 2019.

  • FREITAS, G. . Biogeografia e Biodiversidade da Reserva Extrativista Rio Jutaí. In: XIII Encontro Nacional de Pós Graduação em Geografia, 2019, São Paulo. GT 05 - Biogeografia e Geocologia da Paisagem, 2019.

  • BRITO, V. C. ; FREITAS, G. O . AGROECOLOGIA E CONFLITOS TERRITORIAIS: RELATO DE TRABALHO DE CAMPO NO ASSENTAMENTO 10 ABRIL EM CRATO/CE. In: XI SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA X SIMPÓSIO NACIONAL, 2019, Recife. ANAIS DA IX SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA X SIMPÓSIO NACIONAL, 2019.

  • FREITAS, G. O . A Construção de Usinas Hidrelétricas na Amazônia e suas perspectivas energéticas para o Brasil: o Caso de Belo Monte Altamira (PA). In: III Workshop de Trilhas e Saberes, 2018, Manaus. Eixo IV - Gestão do Território e Conflitos territoriais em áreas protegidas e outros (UC ́s ? Unidades de Conservação e TI ? Terra Indígena), 2018.

  • FREITAS, G. O . Manejo Participativo e Conflitos Territoriais na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). In: III Workshop de Trilhas de Saberes, 2018, Manaus. Eixo IV - Gestão do Território e Conflitos territoriais em áreas protegidas e outros (UC ́s ? Unidades de Conservação e TI ? Terra Indígena), 2018.

  • FREITAS, G. O . Identidade, Cultura e Territorialidades na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). In: III Workshop Trilhas e Saberes na Amazônia, 2018, Manaus. Eixo V - Sociodiversidade, 2018.

  • FREITAS, G. O . Cultura, Resistência e Territorialidades nas comunidades do Quilombo Mata Cavalo (MT). In: VIII Simpósio Internacional de Geografia Agrária, 2017, Curitiba. 02. Comunidades tradicionais na luta por territórios, 2017.

  • ANDRADE, J. M. B. ; FREITAS, G. O ; ALBUQUERQUE, A. R. C. . Espaço e Desigualdades Sociais em Aglomerados Subnormais em Manaus (AM). In: VIII SIMPÓSIO PARANAENSE DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA, 2016, Maringá. 12 - Desastres naturais e Geografia da saúde, 2016.

  • PAULI, L. ; FREITAS, G. . A Questão Agrária no Brasil: Análise das Ocupações de Terra a partir do Relatório Dataluta Brasil 2013. In: 7° Encontro Nacional da ANPPAS, 2015, Brasilia. GT 02: Políticas e governança agroambiental: usos da terra e da natureza e conflitos no meio rural, 2015.

  • FREITAS, G. O . Ausência de Políticas Públicas e os Arranjos Produtivos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus, AM). In: Simpósio Internacional de Geografia Agrária - SINGA, 2015, Goiânia. GT01 - Estado, Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural, 2015.

  • FREITAS, G. O . Biodiversidade e Uso do Território na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). In: Congresso Brasileiro de Geógrafos - CBG, 2014, Vitória, ES. Eixo Temático 02 - Campo/Rural, 2014.

  • FREITAS, G. . Sistemas de Produção Rural na Reserva Extrativista Rio Jutaí, Jutaí, Amazonas, Brasil. In: IX Congreso Sociedades Rurales Latinoamericanas, Diversidades, Contrastes y Alternativas, 2014, México. Eixo 2 - Cultura y sujetos en las relaciones sociales campesinas, 2014.

  • FREITAS, G. O . Quintais Agroflorestais e Etnoconhecimento na Reserva Extrativista Rio Jutaí, Amazonas, Brasil. In: XIV Colóquio Ibérico de Geografia, 2014, Guimarães, Portugal. Eixo Temático 11 - Recursos Naturais e Sustentabilidade, 2014.

  • FREITAS, G. O . A Gestão do Território e a Agricultura Familiar no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim. In: XIV Colóquio Ibérico de Geografia, 2014, Guimarães, Portugal. Eixo Temático 05 - Planejamento e Gestão do Território, 2014.

  • FREITAS, G. O . Organização Socioterritorial e Dinâmicas Produtivas no Projeto de Assentamento Tarumã ? Mirim. In: VI Encontro da Rede de Estudos Rurais: Desigualdade, Exclusão e Conflitos nos Espaços Rurais, 2014, Campinas, SP. GT 12. Sociabilidades e reciprocidades intergeracionais: diálogo entre pesquisadores seniores e graduandos. Campinas: Redes Rurais, 2014.

  • FREITAS, G. O . Organização Política e Reprodução Social no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (AM). In: I Congresso de Geografia Agrária Amazônica, 2014, Belém. Eixo 08: Técnica, política e reordenamento territorial no campo., 2014.

  • FREITAS, G. O ; COSTA, R. C. ; NUNEZ, C. V. . Biodiversity in the Market (Manaus - AM): Intellectual Property, Social Uses and Urban - Rural Relations. In: Etnobotánica: La Riqueza de un legado, 2014, Córdoba, Espanha. Main Topic 02: Etnobotânica Urbana. El papel de los mercados, 2014.

  • FREITAS, G. O ; COSTA, R. C. ; NUNEZ, C. V. . Ethnobotany of Medicinal Plants in the Settlement Project Tarumã - Mirim (Manaus - AM, Brazil). In: Etnobotánica: La Riqueza de un legado, 2014, Córdoba, Espanha. Main Topic 03: Metodología de la investigación en etnobotânica El Inventario de los conocimientos tradicionales, 2014.

  • FREITAS, G. O . Sistemas Produtivos, Modo de Vida e Conservação da Biodiversidade associada ao Conhecimento Tradicional na Reserva Extrativista Rio Jutaí, Jutaí, Amazonas, Brasil.. In: X Jornadas Nacionales y II Internacionales de Investigación y Debate ? II Encuentro Sudamericano de Estudios Agrarios. ?Actores, estrategias y poder en el mundo rural. América del Sul, 1850-2010, 2013, Buenos Aires. Eixo 8 - Trabalho, Condições de Vida e Agro Indústrias, 2013.

  • FREITAS, G. O . A Aplicação de Políticas Públicas no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim, Manaus, Amazonas, Brasil. In: VI Simpósio Internacional de Geografia Agrária. VII Simpósio Nacional de Geografia Agrária. I Jornada de Geografia das Águas, 2013, João Pessoa - PB. Eixo Temático 01: Estado, Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural, 2013.

  • FREITAS, G. O . O Uso da Paisagem em Sistemas Agroecológicos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim. In: VI Simpósio Internacional de Geografia Agrária. VII Simpósio Nacional de Geografia Agrária. I Jornada de Geografia das Águas, 2013, João Pessoa - PB. Eixo Temático 05: Comunidades Tradicionais, Resistência/Recriação Camponesa e Agroecologia, 2013.

  • AMORIM, B.C ; FREITAS, G. O . Quintais Agroflorestais e Seus Sistemas Produtivos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - AM). In: Encontro Nacional de Geografia Agrária - ENGA, 2012, Uberlândia. Eixo 2 - Estratégias e Reprodução Social da Agricultura Familiar Camponesa, 2012.

  • FREITAS, G. O ; COSTA, R. C. . O Processo de Extinção do Pau Rosa em uma Comunidade de Assentamento no Tarumã - Mirim (Manaus - AM). In: V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária, 2011, BELÉM. Modos de Vida na Amazônia, 2011.

  • COSTA, C. ; FAIAL, Guilherme . Infodemia durante a pandemia da Covid-19 no Brasil. In: III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024, 2024, São Luís. Eixo Temático 03 - Políticas Públicas e Planejamento de Territórios Saudáveis. São Luis: Eduema, 2024.

  • FAIAL, Guilherme ; COSTA, C. . Clima Urbano e Vulnerabilidade Socioambiental no Estado de Roraima (RR): Análise da correlação entre os focos de calor e os casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG). In: III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024, 2024, São Luís. Eixo Temático 05 - Variabilidade climática e riscos ambientais. São Luis: Eduema, 2024.

  • FAIAL, Guilherme ; COSTA, C. . Biogeografia e Saúde Ambiental: Como a ausência de arborização urbana pode estar influenciando no aumento de casos de câncer de pele não melanoma em Manaus (AM)?. In: III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024, 2024, São Luís. Eixo Temático 05 - Variabilidade climática e riscos ambientais. São Luis: Eduema, 2024.

  • FREITAS, E. O. ; FAIAL, Guilherme . Identificação das vulnerabilidades socioambientais a partir da percepção de alunos da Escola Municipal Áureo Nonato (Manaus, AM). In: III Congresso de Geografia da Saúde de Países de Língua Portuguesa - GEOSAÚDE 2024, 2024, São Luís. Eixo Temático 07 - Educação Ambiental, Sustentabilidade e Saúde. São Luis: Eduema.

  • FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V . Uso de Recursos Naturais e Práticas de Gestão Territorial no Projeto de Assentamento Tarumã-Mirim. In: XXV Congresso Internacional Humboldt, 2023, Lujan. Eixo Temático 05: Geografia Urbana y Rural, 2023.

  • FREITAS, G. O ; ANDRADE, J. M. B. ; SOUZA, R. K. T ; ALBUQUERQUE, A. R. C . Aglomerados Subnormais em Manaus (AM): O caso do bairro da Redenção. In: Fórum Internacional sobre a Amazônia, 2017, Brasília. Saneamento Básico e Saúde, 2017.

  • FREITAS, G. O ; BRITO JUNIOR, G.J.V ; SOUZA, R. K. T . Fronteiras e Territorialidades na Amazônia Ocidental. In: 44° Encontro Nacional de Estudos Rurais e Urbanos, 2017, São Paulo. Fronteiras, 2017.

  • FREITAS, G. O . Território, Territorialidades e Multiterritorialidades na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). In: 44° Encontro Nacional de Estudos Rurais e Urbanos, 2017, São Paulo. Questões Rurais, 2017.

  • FREITAS, G. O . As Cidades na Amazônia Brasileira: Notas sobre as variações sazonais e o processo de coesão em Anamã (AM). In: 43° Encontro Nacional de Estudos Urbanos e Rurais, 2016, São Paulo. Eixo 02: Questões Urbanas, 2016.

  • FREITAS, G. O . Economia Ecológica e Uso Social da Biodiversidade na Reserva Extrativista Rio Jutaí. In: 13º Simpósio sobre Conservação e Manejo Participativo na Amazônia - SIMCON, 2016, Tefé. Reservas Extrativistas, 2016.

  • FREITAS, G. O ; CARVALHO, T.P.V ; COSTA, R. C. . Etnoterritórios e Manejo Participativo na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). In: 11° Simpósio de Conservação e Manejo Participativo na Amazônia, 2014, Tefé. Simpósio sobre Conservação e Manejo Participativo na Amazônia. Tefé: IDSM, 2014. v. 11.

  • FREITAS, G. O . Estratégias de Reprodução do Modo de Vida e Conservação da Biodiversidade na Resex Rio Jutaí (AM). In: X Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia - Biodiversidade, Direitos e Territórios, 2014, Montes Claros. Eixo 08 - Ecologia Política, 2014.

  • FREITAS, G. O ; BRITO JUNIOR, G.J.V ; SALAZAR, J. P . Práticas de Campo de Geologia entre os municípios de Manaus e Presidente Figueiredo. In: 47° Congresso Brasileiro de Geologia, 2014, Salvador. STC01 - Ensino e Educação em Geociências, 2014.

  • FREITAS, G. O ; COSTA, R. C. . Plantas de Multiplos Usos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim. In: II Simpósio Internacional de Botânica Aplicada - SINBOT e II Simpósio Nacional de Frutíferas e Ornamentais do Norte e Nordeste - SINFAN, 2013, Manaus. Etnobotânica, 2013.

  • HIRATA, D. B. ; SOUZA, A. ; SOUZA, G. ; FREITAS, G. ; SILVA, I. ; HITTER, L. ; FRAZAO, A. . Histórias Biogeográficas de diferentes grupos de angiospermas e as conexões históricas entre a Floresta Amazônica e a Floresta Atlântica. In: 67° Congresso Nacional de Botânica, 2016, Vitória. Biogeografia/Fitogeografia, 2016.

  • FREITAS, G. O . Biodiversidade de Plantas Medicinais: Conservação e Uso do Etnoconhecimento no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - Amazonas). In: 25° Semana de Biologia da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, 2012, Manaus. Ecologia, 2012.

  • FREITAS, G. O . O Uso de Plantas Medicinais no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - AM). In: XX Congresso Italo-Latinoamericano de Etnomedicina, 2011, Fortaleza. Etnomedicina e Antropologia, 2011.

  • FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; STEINBERGER, M. . O descumprimento da Convenção N° 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Licenciamento Ambiental da BR-319. 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • COSTA, C. ; FAIAL, Guilherme . Infodemia durante a pandemia da Covid-19 no Brasil.. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; COSTA, C. . Biogeografia e Saúde Ambiental: Como a ausência de arborização urbana pode estar influenciando no aumento de casos de câncer de pele não melanoma em Manaus (AM)?. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, E. O. ; FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V . Identificação das vulnerabilidades socioambientais a partir da percepção de alunos da Escola Municipal Áureo Nonato (Manaus, AM). 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FAIAL, Guilherme ; COSTA, C. . Clima Urbano e Vulnerabilidade Socioambiental no Estado de Roraima (RR): Análise da correlação entre os focos de calor e os casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG). 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O . As Cidades na Amazônia Brasileira: Notas sobre as variações sazonais e o processo de coesão em Anamã (AM). 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • HIRATA, D. B. ; SOUZA, A. ; SOUZA, G. ; FREITAS, G. ; SILVA, I. ; HITTER, L. ; FRAZAO, A. . Histórias Biogeográficas de diferentes grupos de angiospermas e as conexões históricas entre a Floresta Amazônica e a Floresta Atlântica. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O . Ausência de Políticas Públicas e os Arranjos Produtivos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus, AM). 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O . Biodiversidade e Uso do Território na Reserva Extrativista Rio Jutaí (AM). 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O . Organização Política e Reprodução Social no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (AM). 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O . Quintais Agroflorestais e Etnoconhecimento na Reserva Extrativista Rio Jutaí, Amazonas. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O ; COSTA, R. C. . Plantas de Múltiplos Usos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • AMORIM, B.C ; FREITAS, G. O . Quintais Agroflorestais e Seus Sistemas Produtivos no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - AM). 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O . O Uso de Plantas Medicinais no Projeto de Assentamento Tarumã - Mirim (Manaus - AM). 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FREITAS, G. O ; COSTA, R. C. . O Processo de Extinção do Pau Rosa em uma Comunidade de Assentamento no Tarumã - Mirim (Manaus - AM). 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

Outras produções

DISSENHA, R. C. ; CRUZ, D. A. ; SILVA, A. B. ; NOVAK, G. A. S. ; CARVALHO, J. L. S. ; SOUZA, A. A. ; FAIAL, Guilherme. O. F. de A. V ; STACHESKI, I. C. ; LASKOWSKI, L. M. ; SABBAG, M. G. ; GUIMARAES, M. C. . Contribution to the International Criminal Court's Office of the Prosecutor's Policy Paper on Slavery Crimes. 2024.

FREITAS, G. O ; NODA, S.N . Cultivo de Plantas de Múltiplo Uso em Quintais: Capacitação sobre a Racionalidade Econômica e Ambiental. 2013. (Relatório de pesquisa).

FREITAS, G. ; COSTA, R. C. ; NUNEZ, C V . Estudo Agroambiental da Cadeia Produtiva de Assentamentos de Reforma Agrária.. 2012. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - 2024

    ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA APLICADA A PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL AUREO NONATO (BAIRRO ALFREDO NASCIMENTO, MANAUS AM), Descrição: A Cartografia Escolar quando associada as Artes pode ser um importante instrumento para compreender a realidade e associar-se a Educação Ambiental, pois tem por objetivo de retratar as inúmeras partes de uma determinada totalidade, possibilitando uma discussão reflexiva sobre os aspectos ambientais a partir dos processos de percepção ambiental. Devido ao grande circulação de pessoas e objetos, os indivíduos desenvolvem mecanismos culturais visuais e estabelecem relações com o mundo. A escola é um importante campo de observação e trocas, pois essas expressões podem ser representadas a partir de desenhos, especificamente os cartográficos que são aqueles que possui relação entre o diálogo direto entre a Geografia e as Artes e registram a ideia do lugar e as transformações das paisagens de uma forma crítica baseada e representada por um mapeamento que pode ser imaginário contendo uma forma particular associado a percepção artística. Neste sentido, o objetivo deste projeto é compreender a partir do processo de percepção ambiental dos alunos do 5 do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Áureo Nonato, o processo de alfabetização cartográfica voltado as representações espaciais e as transformações das paisagens por meio das mudanças ambientais entre o percurso casa e escola, a partir da identificação das problemáticas ambientais apontadas pelos alunos por meio da percepção com o ambiente vivido os quais estão inseridos, a compreensão do processo de transformações das paisagens a partir do desenvolvimento e produção de mapas mentais aplicando o conhecimento geográfico as técnicas de expressões artísticas e enumeração a partir das técnicas empíricas de observação, a utilização de ferramentas do Google Earth/Maps para o conhecimento das representações espaciais e das problemáticas ambientais encontradas a fim de compreender os mecanismos informacionais da cibercultura. Dessa maneira, a junção das técnicas entre Artes e Geografia possibilita o aluno circular por distintos caminhos na construção de uma noção mais abrangente quanto a realidade ambiental sob o enfoque do Ensino de Geografia e Artes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Integrante / Eliete Oliveira Freitas - Coordenador.

  • 2022 - 2022

    Diagnóstico Socioambiental do Igarapé do Mindú, Descrição: A disciplina de Geografia é abordada por inúmeras vezes na Base Nacional Curricular Comum ? BNCC como de extrema importância para a Educação Ambiental devido aos seus conceitos e abordagens complemente ligadas ao meio ambiente. O Meio Ambiente caracteriza-se pelo conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas (...), o meio ambiente é um patrimônio público que precisa necessariamente ser assegurado e protegido tendo em vista o uso coletivo (BRASIL, 1981). No contexto ambiental, a educação ambiental é definida como um instrumento pelo qual o individuo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a preservação e conservação do meio ambiente? (BRASIL, 1999). O diagnóstico socioambiental representa a oportunidade de diagnose na escola, um contexto marcado pela degradação permanente no ambiente natural e social, criando uma necessária articulação com a produção de sentidos sobre a educação ambiental. A elaboração de um diagnóstico ? em uma parceria entre alunos, professores e comunidade ? e a busca de soluções para os problemas ambientais locais constitui-se em uma situação de aprendizagem interdisciplinar significante (COELHO et al., 2013). A Bacia Hidrográfica da Amazônia é responsável por cerca de 40% do valor existente no território brasileiro e cerca de 60% disponível no país, devido aos igarapés que se constituem como a maior consolidação hidrográfica do mundo (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ? SECRETÁRIA DE RECURSOS HIDRÍCOS ? MMA/SRH ? 2006). O Estado do Amazonas (AM) possui cerca de 72% dos recursos de água doce no país, compondo-se por rios e afluentes locais que são adequados para o consumo humano. A cidade de Manaus, além de ter uma grande quantidade de florestas, divide-se em quatro bacias hidrográficas e várias microbacias hidrográficas (FONSECA, 2008). O Igarapé do Mindú pertence a bacia hidrográfica do Rio Negro e é caracterizado por solos arenosos e argilosos, pobres em nutrientes, é um dos principais cursos d?água que se encontra comprometido em grande parte pela poluição (FILHO E WALKER, 2001). Devido à importância ambiental da nascente do Mindú foi criado em 2006, por meio da Lei N. 8.351 de 17/03/2006, o Parque Municipal Nascentes do Mindú, uma Área de Preservação Permanente ? APP, o qual só foi implementado e entregue, com infraestrutura pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente ? SEMMAS em junho de 2010 (BORGES, 2014). O Igarapé Parque do Mindú, é uma bacia hidrográfica que intercorta a cidade de Manaus, desde a Zona Leste (Bairro Jorge Teixeira) até a Zona Centro Sul, e é um dos recursos hídricos mais atingidos devido a proporcionalidade da expansão demográfica que aconteceu nos últimos anos na Cidade de Manaus (AM) pela valorização da área comercial que ocorreu em seu entorno, o que levou a implementação de grandes centros comerciais, instituições de ensino e condomínios residenciais nos bairros do Parque 10 e Vieiralves, locais onde perpassam o igarapé que tem a extensão de 23 km e o intenso fluxo de pessoas que moram nas proximidades desperta um interesse relacionado a análise das características ambientais encontradas e a sua relação com o entorno baseado nas atividades sociais existentes, bem como a interferência antrópica sobre o igarapé e o impacto da poluição hídrica sobre a comunidade. O Igarapé do Mindú recebe uma grande carga de resíduos domésticos o que acarreta nas alterações das suas características naturais. Com o efeito de crescimento da cidade, observa-se que esta bacia hidrográfica sofre grande interferência antrópica principalmente pela grande quantidade de dejetos e despejo inadequado de resíduos e efluentes que alteram as características e impactam sobre outras partes das cidades, tendo como consequência a não utilização da s. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador.

  • 2019 - 2020

    Análise Temporal das Ocupações Urbanas e Riscos de Inundação no Igarapé da Cachoeira Grande (Manaus, AM), Descrição: A cidade de Manaus está situada sobre unidades de relevo de altimetria considerada suave, ou seja, destacam-se na topografia curvas de nível entre 21 e 80 m e não frequente as de 100 m. Ao norte do perímetro urbano, em faixas que seguem à Depressão Setentrional da Amazônia (ROSS, 1998) e se direcionam ao estado de Roraima. Informações sobre a geomorfologia local desta região, foram primeiramente identificadas e representada cartograficamente por Barbosa et al na década de 1970 (apud D?ANTONA et al 2007). De forma generalizada, os referidos autores atribuíram a esta unidade de relevo as denominações de Planalto Dissecado Rio Trombetas ? Rio Negro e Planalto Rebaixado da Amazônia. Costa et al (1978) ao realizarem estudos sobre essa unidade indicaram que os relevos desta compartimentação geomorfológica, apresentam topos cujas extensões variam de 750 a 1750 metros e são separados por vales alargados com fraco grau de aprofundamento, onde os rios se encaixam em estreitas faixas de planície. O contato com a Planície Amazônica é feito por escarpas do tipo falésias fluviais ao sul; e a sudoeste, limitando-se com o Planalto Rebaixado da Amazônia Ocidental, pela margem esquerda do rio Manacapuru. Segundo informações do relatório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMMAS) a cidade de Manaus é entrecortada por uma rede de drenagem de 1.112 canais fluviais objetos de passivo ambiental. Com relação ao crescimento populacional urbano, a cidade de Manaus nos últimos 30 anos, foi atingida por rápidas transformações, advindas da instalação do projeto Zona Franca, que abrangeu a implantação de polos comerciais, industriais e agropecuários trazendo o desenvolvimento econômico que a cidade precisava uma vez que esta enfrentava séria crise econômica desde o início do século XX. Os ciclos econômicos que a cidade foi submetida, Gomífera e Zona Franca, resultaram em uma nova forma de estruturação espacial para a cidade, que condicionada à falta de planejamento urbano, reproduziu um caótico quadro de impactos ambientais. Neste contexto, uma grande população de migrantes sofrendo com falta de oportunidade de empregos, estabeleceram alternativas de moradia nas áreas consideradas de risco, situadas inicialmente às margens dos igarapés que entrecortam grande parte da cidade e posteriormente nas encostas. Dentre os igarapés que recebem estas modificações esta o Igarapé da Cachoeira Grande. Estas obras da engenharia modificam o padrão de drenagem do canal, alterando o seu curso, na maioria das vezes a canalização e alternativa encontrada pelo poder público para a resolver os problemas de alagação nestas áreas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Breno Campos Amorim - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Caracterização Espacial e Análise de Riscos de Unidades de Produção Orgânicas na Região Metropolitana de Manaus, Descrição: A avaliação de impacto ambiental em áreas rurais é uma temática que necessita ser explorada através da óptica das ciências agronômicas. Este trabalho consiste avaliar cinco dimensões: ecologia da paisagem, qualidade ambiental (atmosfera, água e solo), valores socioculturais, valores econômicos e gestão e administração. A construção de indicadores advém por meio dos agricultores orgânicos, que devem estar inseridos nesta identificação e avaliação dos potenciais riscos que comprometem seus sistemas orgânicos de produção, considerando que os insumos e as práticas de manejo podem trazer à saúde humana e animal, impactos ao sistema e ao meio ambiente em que se insere a unidade produtiva. Uma tendência socioeconômica vem sendo observada em muitas áreas rurais do Brasil ? o sistemático decréscimo do número de pessoas ocupadas em atividades agrícolas tradicionais, concomitante a um consistente acréscimo do número total de pessoas ocupadas. Este fenômeno resulta da emergência de atividades alternativas não-agrícolas em substituição aos tradicionais usos agrícolas da terra, configurando o que tem sido denominado de ?Novo Rural? (Campanhola & Silva, 2000). O índice de impacto de cada indicador será traduzido a partir do seu valor de utilidade, empregando-se funções e coeficientes especificamente derivados para cada indicador. Valores de utilidade serão agregados para compor o Índice de Impacto Ambiental da atividade avaliada. Neste contexto, o uso de ferramentas de sistemas de informações geográficas pode auxiliar na identificação dos fatores de riscos internos e externos e, a partir da interpretação das imagens obtidas por sensoriamento remoto, propor alternativas para de prevenção e mitigação desses riscos, a fim garantir a qualidade orgânica dos produtos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Sonia Sena Alfaia - Integrante / Acácia Lima Neves - Integrante.

  • 2018 - 2019

    BR-319: Do direito de ir e vir aos impactos potenciais do desmatamento ao longo da Amazônia Central, Descrição: Este estudo dedica-se a investigação teórica e empírica dos potenciais impactos ao longo da rodovia federal BR-319 e aos princípios do direito ambiental correlacionando o art. 5°, XV, CF, ?É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens? com o art. 225, CF, caput, que dispõe ?Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações?. Inaugurada em 1976 para atender exigências econômicas, políticas e sociais do governo militar, a BR-319 é a principal ligação por terra entre Manaus (AM) com o restante do país. Possui aproximadamente 877,4 km de extensão da estrada que em períodos de invernos rigorosos apresenta-se um grande número de erosões superficiais passíveis de deslizamentos e desmoronamentos em áreas onde possuem redes de drenagem. Desde o fim da década de 1980, a rodovia não recebe camada asfáltica em sua parte central, mais conhecida como ?trecho do meio, pela falta de licenciamento junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Segundo pesquisas realizadas nas áreas de Ecologia, é constatado que a diversidade biológica existente nessa área possa sofrer danos irreparáveis, além disso a rodovia daria acesso direto a floresta para imigrantes e posseiros que poderiam aumentar o índice de desmatamento na localidade. A ocupação ainda se concretizou de forma intensificada porque não existe uma ?conexão fácil? com o arco do desmatamento. Dados sobre o desmatamento da localidade fornecidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informam que, somente no período de 2015 até 2016, o desmatamento aumentou na área da BR-319 de 9,1 km² para 17,6 km².. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Cyntia Costa de Lima - Integrante.

  • 2018 - 2018

    Diagnóstico Socioambiental Participativo do Conjunto Cidadão V, Descrição: O diagnóstico socioambiental foi instituído pela Lei do Programa 'Minha casa, Minha vida' (Lei n.11.977/09) e complementado pelo Código Florestal (Lei n° 12651/12), perfazendo um pressuposto procedimental imprescindível a aplicação das normas urbano-ambientais, cuja elaboração deverá ser exigida para auxiliar o Poder Público, especialmente o Ministério Público na tomada de decisões, para que se promova a regularização fundiária, seja na modalidade de interesse específico ou na modalidade de interesse social. Esse diagnóstico ambiental é chamado de intergeracional porque envolve crianças, jovens, adultos e idosos e pretende responder uma questão objetiva: Qual seria a abordagem adequada da identificação de problemas socioambientais entre a sociedade civil organizada, o poder público, os alunos e os pesquisadores? Este projeto apresenta-se como um mediador da realidade vivida que não está expressa de forma absoluta em gráficos ou estatísticas elaboradas por instituições públicas. Neste sentido este projeto se caracteriza como o estabelecimento de um dialogo de abordagem territorial útil para a construção de políticas públicas que possam começa a responder as necessidades locais, uma vez que o resultado do monitoramento pode servir de subsidio para as políticas públicas que consideram estes indicadores locais como ferramentas para monitorar a realidade local e uma forma de prevenir a ocupação das áreas vulneráveis a ocupação humana na localidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Renan Kaique Tinoco de Souza - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Dinâmica Espaço-Temporal da Evapotranspiração e da Produtividade Primária Bruta em Diferentes Usos do Solo em Mato Grosso, Descrição: O desmatamento para expansão da agropecuária modifica o padrão do balanço de energia, da evapotranspiração, e das trocas de CO2 entre atmosfera e superfície. Consequentemente, modifica o ciclo hidrológico em escala regional e potencialmente em escala global. Sendo assim, objetiva-se realizar um monitoramento da variação anual e inter anual do balanço de energia, da evapotranspiração e da produtividade primária bruta por técnicas micrometeorológicas e de sensoriamento remoto em vegetação nativa e em áreas agrícolas no estado de Mato Grosso. Os dados fornecidos por este projeto também possibilitarão a formação de mestres e doutores no Programa de Pós-Graduação em Física Ambiental. Este projeto é financiado pela Fundação de Amaro à Pesquisa do Estado de Mato Grosso - FAPEMAT (Edital 008/2014 - Programa de Apoio à Núcleos Emergentes de Pesquisa - PRONEM - FAPEMAT; concessão de recursos nº 561397/2014)... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Integrante / Marcelo Sacardi Biudes - Coordenador / Geison Jader Mello - Integrante / Nadja Gomes Machado - Integrante / Thainá Sanches Becker - Integrante / Geraldo Aparecido Rodrigues Neves - Integrante / Bernardo Barbosa da Silva - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Impacto da mudança do uso do solo sobre variáveis biofísicas por sensoriamento remoto em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso (MT), Descrição: O estudo será realizado no município de Lucas do Rio Verde com altitude de 400 metros e a 13°04? de latitude sul e 55°44? de longitude Oeste, na Região Norte do Estado de Mato Grosso, as margens da BR-163 e distante 350 km da capital Cuiabá (Barros, 2011). Esta área experimental apresenta área de Cerradão, área de cultura agronômica, pastagens e área urbana. Os Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (NormalizedDifferenceVegetation Index - NDVI), o albedo e o saldo de radiação da superfície serão estimados a partir de imagens Landsat de refletância radiométrica e temperatura da superfície (Liang et al., 2000; Fausto et al., 2014; Silva et al., 2016) adquiridas gratuitamente no site do Serviço Geológico Americano (http://espa.cr.usgs.gov/). O NDVI, o albedo e o saldo de radiação da superfície serão calculados segundo o detalhamento descrito em Fausto et al. (2014). Para tanto, serão seguidas as seguintes etapas: (i) empilhamento das bandas das imagens Landsat em um único arquivo de imagem; (ii) classificação supervisionada do uso e cobertura da terra; (iii) cálculo do NDVI por imagens de refletância da superfície; (iv) cálculo do albedo do topo da atmosfera, não ajustado à transmissividade atmosférica, pela combinação linear das refletâncias; (v) cálculo do albedo da superfície; e (vi) cálculo do saldo de radiação a partir da radiação solar incidente, albedo da superfície, radiação de onda longa da atmosfera e da superfície, temperatura da superfície e emissividade da superfície.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Marcelo Sacardi Biudes - Integrante.

  • 2017 - 2018

    A Morfodinâmica no Planalto e Chapada dos Guimarães: Uma análise para estabelecer os locais de ocorrência dos Neossolos Quartzarênicos e dos Processos de Arenização, Descrição: A atividade econômica de sustentação do Mato Grosso e região ocorre, sob o ponto de vista geológico/geomorfológico, quase exclusivamente nas superfícies planálticas. Estas áreas apresentam uma topografia plana em estrutura litológica proveniente de materiais sedimentares, principalmente do Cretáceo ? sedimentos da base da bacia sedimentar do Paraná. Morfologicamente corresponde à unidade geomorfológica do Planalto e Chapada dos Parecis e Planalto e Chapada dos Guimarães. Estas unidades constituem as superfícies de colinas amplas de topos planos, ocupando vastas áreas do território mato-grossense. Nessas áreas, os Latossolos se apresentam sob várias condições de desenvolvimento pedogenético, refletido no aspecto mineralógico, textural e na grande variação de cor dos mesmos. Os Latossolos vermelhos são relacionados aos terrenos interfluviais que organizam os principais eixos hidrográficos da região. Os Latossolos amarelos podem ser encontrados em superfícies interfluviais muito amplas e mal drenadas, além das superfícies situadas na baixa vertente, enquanto que solos hidromórficos (Gleis, Planossolos, Neossolos aluvionares e outros) ocupam as áreas correspondendo aos fundos de vale, principalmente os não encaixados. Essa panorâmica é resultante das condições da baixa atividade tectônica recorrente no setor passivo da Plataforma Sul-americana, expressas pelo Planalto Central Brasileiro. Junto a estes tipos também ocorre os solos arenosos denominados Neossolos Quartzarênicos. Devido a sua composição essencialmente arenosa, os registros destes se confundem com um fato relativamente comum no território brasileiro, o fenômeno de arenização. Essa terminologia foi proposta por Suertegaray (1987) para caracterizar o fenômeno de degradação e perda da produtividade que ocorre nestes solos, definindo-o como o processo de depósitos areníticos não consolidados, conferindo mobilidade aos sedimentos não protegidos pela vegetação e distinguindo-o do fenômeno da desertificação. A arenização é um processo cuja sequência evolutiva natural apresenta, conforme estudos geomorfológicos, localização similar, correspondendo não raro a divisores de água, cabeceiras fluviais e/ou às médias vertentes limitadas à montante por uma escarpa arenítica. O presente trabalho tem por objetivo geral estabelecer critérios metodológicos fundamentados em reconhecimento de campo, análises laboratoriais e técnicas de geoprocessamento, para definir e distinguir as áreas de ocorrência dos Neossolos Quartazarênicos e processos de arenização no Planalto e Chapada dos Guimarães/MT. Uma vez que ainda não existem trabalhos que contemplam o fenômeno de arenização no estado de Mato Grosso, fato que pode estar desencadeando e/ou ampliado à degradação de áreas susceptíveis ao fenômeno no Estado, é importante desenvolver trabalhos com esta perspectiva, em função do impacto deste nas principais atividades econômicas do Estado, centradas na agricultura e pecuária.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Integrante / Ivaniza de Lourdes Lazzarotto Cabral - Coordenador / Rodrigo Tsuyoshi Takata - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Mapeamento dos aspectos biogeomorfológicos em fraturas geomórficas no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (Mato Grosso, Brasil), Descrição: A Biogeomorfologia é uma área de estudo que compreende a interação entre os aspectos morfológicos do relevo (Geomorfologia) correlacionados com os aspectos de distribuição da biota (Biogeografia). A Biogeomorfologia tem por objeto de estudo as múltiplas relações entre a Ecologia e a Geomorfologia (Viles, 1988; Vileset al., 2008). Algumas interações implicam em co-ajustes mútuo entre as formas e processos que operam a uma ampla vertente de escalas e temporais. O campo de estudo da Biogeomorfologia abrange as interações para microescala entre fungos e alteração do rocam (Etienne, 2002), a erosão das costas para escovar organismos como gastrópodes (Fornós et al., 2006) ou mesmo no âmbito de escalas de espaço e tempo muito maiores, as inter-relações entre certos tipos de árvores e dinâmicas dos rios (Gurnell i Petts, 2006) e os respectivas influências entre vegetação e paisagens fluviais (Collins et al., 2004) ou energia eólica (Hugenholtz i Wolfe, 2005). O projeto tem como objetivo geral. 1) Avaliar a interação entre os aspectos morfológicos do relevo (Geomorfologia) correlacionados com os aspectos de distribuição da biota (Biogeografia) em áreas de fraturas geomorficas no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (Mato Grosso, Brasil). 2) Analisar por meio de técnicas de sensoriamento remoto (Landsat 7) os processos morfológicos do relevo com o uso de imagens que permitam identificar as formas denudacionais. 3) Instalar 12 unidades amostrais (parcelas) quadradas de (10x10) nas áreas de fraturas geomórficas. 4) Estimar as variáveis biométricas (diâmetro, altura, densidade, índice do valor de importância, índice do valor de cobertura, número de indivíduos e de espécies arbóreas e arbustivas) em fraturas geomórficas sobre o efeito da passagem do fogo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Ivaniza de Lourdes Lazzarotto Cabral - Integrante.

  • 2016 - 2017

    Mapeamento geormorfológico de áreas vulneravéis a endemias no Conjunto Cidadão V, Descrição: As pesquisas relacionadas à saúde e ao meio ambiente têm ganhado cada vez mais notoriedade e campos de estudos multidisciplinares na atualidade. Os desafios do planejamento e ineficácia do Estado, a inexistência e/ou manipulação de registros/dados no Sistema Público de Saúde (SUS), a interlocução entre diferentes áreas do conhecimento e a ausência de pesquisas e soluções que atendam a demanda populacional reflete nas diferentes dinâmicas socioespaciais que na modernidade ultrapassam regiões nas quais anteriormente possuíam problemas isolados conjugando a cerca de doenças um alto índice de mortalidade. A saúde ambiental propõe-se analisar não só questões sociais ou abordagens relacionadas ao meio físico, mas a interação do homem direta ou indiretamente e as suas formas de reprodução e modelagem espacial sobre um determinado território e/ou região causando impactos de magnitudes positivas ou negativas. No Brasil, a Saúde Ambiental incorporou como situações de risco questões como o saneamento, à qualidade ambiental, a água para o consumo humano, poluição química, pobreza, equidade, condições psicossociais e a necessidade de um desenvolvimento sustentável para preservar as gerações futuras (CÂMARA, 2002). A partir dessas situações de riscos surgem os processos de degradação ambiental que é um termo de conotação claramente negativa e é o âmbito central de inicio das pesquisas relacionadas à saúde ambiental. O mapeamento geomorfológico reflete a concepção do conceito de paisagem natural, pois a partir da espacialização de fenômenos fornece uma interpretação multidisciplinar da paisagem. Este estudo propõe classificar as feições geomorfológicas no Conjunto Cidadão V fundamentando conceitos de análise morfológica da paisagem tendo como base a metodologia de classificação taxonômica cartográfica do relevo conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ? IBGE (1995) e os conceitos geomorfológicos criados pelo Geógrafo Jurandyr Luciano Sanches Ross (1992; 1994). Os jovens cientistas irão colocar em prática seus conhecimentos adquiridos através dos componentes curriculares voltados a Geografia levando em consideração a sua reprodução socioespacial. Para a compreensão da geomorfologia será utilizado o primeiro táxon que representa a macroestrutura do relevo seguido de uma hierarquia decrescente e mais detalhada até o sexto e menor táxon. O sexto táxon representa as menores feições geomorfológicas que pode ser representadas nos mapeamentos geomorfológicos conforme a escala de trabalho empregada. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Renan Kaique Tinoco de Souza - Integrante.

  • 2016 - 2016

    Doenças de Veiculação Hidríca em Aglomerados Subnormais no Bairro da Redenção: Um Estudo sobre a Saúde Ambiental, Descrição: O censo de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicou que Manaus, foi à cidade do Brasil, que mais cresceu em termos populacionais. Estes dados informam que o número de pessoas nesta capital, saltou de 1.405.835, em 2000, para 1.802.525, em 2010, evidenciando um crescimento de 22% (BRAGA, 2012). Dados atuais apontam que as taxas populacionais continuam a denotar crescimento. Entre 2014 e 2015, Manaus teve um aumento de 37.410 habitantes, representando 1,8% a mais que a última estimativa deste instituto. O reflexo de tal crescimento se faz presente no aumento das demandas por serviços de infraestrutura como saúde e saneamento. No que diz respeito a este último, os 1.017 pequenos rios que cortam a cidade recebem de modo direto e sem nenhum tipo de tratamento, grande parte dos resíduos, que são gerados por este contingente populacional. Neste contexto, as bacias hidrográficas locais, são atingidas por todo tipo de impacto. O exemplo tem-se a bacia do Tarumã, considerada, dentre as demais bacias, a que apresenta menor grau de antropização. Entretanto, essa paisagem vem mudando ao longo dos últimos anos, principalmente pelo crescimento da população dos bairros que fazem parte desta unidade de planejamento territorial. Uma demonstração deste fato é a crescente antropização da microbacia do Igarapé do Gigante ? tributária da bacia do Tarumã ? com uma área de 21,84 Km². Esta microbacia vem apresentando intensa intervenção humana em decorrência do crescimento dos bairros que fazem parte da sua área de abrangência, a saber: Ponta Negra (32,57%), Tarumã (6,5%), Redenção (7,14%), Alvorada (1,88%), Planalto (16,27%), Nova esperança (1,81%) e Lírio do Vale (36,01%). O bairro da Redenção não possui rede de esgoto, no qual os dejetos de uso doméstico são drenados para o rio, ou permanecem a céu aberto, estimulando a proliferação de doenças, principalmente na população que reside nas áreas de risco. A coleta do lixo é ineficiente e a população do bairro despeja os resíduos nas ruas e no leito dos rios, obstruindo a rede de drenagem e favorecendo o risco de doenças infectocontagiosas e de vinculação hídrica, assim como o risco por acidente com animais peçonhentos agravados em períodos chuvosos e/ou de cheia. É importante ressaltar que a saúde está relacionada diretamente com o ambiente, e neste caso, o ambiente do bairro da Redenção encontra-se degradado e sem qualquer planejamento ambiental e urbano, tornando a população vulnerável a doenças, principalmente as de veiculação hídrica, pressuposto para a implantação de políticas públicas no tocante a resolução desta problemática.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Adorea Rebello Cunha Albuquerque - Integrante / Renan Kaique Tinoco de Souza - Integrante / Jéssyca Mikaelly Benchimol de Andrade - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Influência do Gradiente Hidro Edáfico na Composição e Riqueza de Plantas Herbáceas em Áreas de Campina na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uatumã (AM), Descrição: As Unidades de Conservação na Amazônia surgiram entre os fins dos anos 80 e início dos anos 90 como uma modalidade que assegura a conservação ambiental estabelecida na legislação ambiental brasileira. A Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uatumã está localizada na região do médio Rio Amazonas, a 200 km em linha reta de Manaus nos municípios de Itapiranga e São Sebastião do Uatumã. O acesso a RDS pode ser feito através de transporte aéreo, fluvial ou terrestre. O objetivo deste projeto consiste abordar os aspectos pedológicos, a relação solo-vegetação de espécies herbáceas que se encontram em áreas de Campinaranas na RDS Uatumã. A campinarana é uma vegetação dominante na RDS Uatumã em áreas de Latossolo ou Argissolo com cobertura vegetal florestada (mata primária ou capoeira). O termo ?campinarana? foi utilizado pela primeira vez no Alto Rio Negro, por Ducke (1938) e Sampaio (1942) sendo reafirmado por Rodrigues (1961) utilizado como sinônimo de Campina que quer dizer ?falso campo? na linguagem dos silvícolas locais. As Campinaranas subdividem-se em: Campinas Altas, Florestadas, Campinas Sombreadas, Arborizadas e Campinas Abertas ou Gramíneo-Lenhosas. Esse tipo vegetacional sempre se desenvolve em solos arenosos, ácidos e extremamente lavados e consequentemente pobres em nutrientes (Podzol ou Espodossolo Hidromórfico), o que torna tais locais impraticáveis para atividades como a agricultura. Essas características somadas à iluminação excessiva produzem uma vegetação aberta, com arbustos raquíticos, árvores baixas e esparsas e várias espécies de gramíneas especialmente quando o lençol freático é superficial. As Campinaranas podem também ser conhecidas como Caatingas Amazônicas e constituem uma paisagem de exceção envolvida pela Floresta Tropical Amazônicas sendo suas variações fitofisionômicas locais determinadas por condições edáficas particulares (Mendonça, 2011). São formações vegetais que ocorrem nas áreas de clima quente e úmido e de solos arenosos hidromórficos ou não da Amazônia. Esta fisionomia ocupa uma área de aproximadamente 180.000 km² do território brasileiro. Os solos predominantes nas Campinaranas são desenvolvidos de material de origem retrabalhado, constituídos por sedimentos flúvio-lacustres de idade Plio-Pleistocênica. Em cada região da Amazônia as campinaranas apresentam um alto grau de endemismo e muitos de seus gêneros são característicos de vegetação não florestal com provável dispersão fora da Amazônia. Isto sugere que a flora pode ter derivado do escudo da Guiana, caracterizado por uma vegetação de savana antiguíssima (pleistocênica). Outro indicador de que se trata de uma vegetação muito antiga e exógena, pode ser observado após o desmatamento dessas áreas quando não ocorre o processo de regeneração da flora original, mas a colonização por espécies locais, do entorno, típicas de cachoeira. As temperaturas nas campinaranas na Amazônia Central variam de 30°C e 37°C entre junho e setembro. Estudos florísticos em ambientes de campina são escassos, entretanto, busca-se conhecer a diversidade de espécies herbáceas e compreender quais fatores a sua composição e diversidade está correlacionada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Integrante / Florian Karl Wittmann - Coordenador.

  • 2014 - 2015

    A construção de hidrelétricas na Amazônia e o processo de desterritorialização: O Caso de Belo Monte, Altamira ? PA, Descrição: A Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte virou assunto devido às diversas polêmicas que envolvem a sua construção. A obra se localiza no Rio Xingu, Estado do Pará, alvo de diversas críticas devido a seus impactos sociais e ambientais que continuam a provocar protestos das populações ribeirinhas e comunidades indígenas assim como ambientalistas, pesquisadores e acadêmicos. O projeto da Usina Hidrelétrica representa uma estratégia para um caso emblemático do uso da água, como recurso para o desenvolvimento econômico e político cujos impactos alcançam dimensões espaciais e temporais. A Usina Hidrelétrica de Belo Monte tem como previsão de início da operação em 31 de Dezembro de 2014. Os problemas socioambientais gerados na região fazem parte da grande repercussão e críticas dos especialistas que estudam a Amazônia. Em contra partida, o governo brasileiro garante que é a única maneira que o país não tenha um déficit de energia futuramente. A luta popular de comunidades indígenas e organizações não governamentais (ONGs) ganhou força e proporções públicas e apoio em diversas camadas da sociedade. Belo Monte começou a ser planejada na época da ditadura militar e atualmente possui um histórico de contradições. Os primeiros Estudos de Inventário Hidrelétrico da Bacia Hidrográfica do Xingu surgiram durante o governo Geisel e foram concluídos nos anos 80. Os indígenas sempre foram excluídos dos processos de interação e estudos da área e quase uma década depois realizaram o primeiro encontro dos povos indígenas do Xingu. Nos últimos anos do século XX e nos primeiros anos do século XXI, os povos indígenas têm participado com cada vez mais frequência e intensidade dos debates globais. Sua presença no cenário internacional está relacionada a temas de preocupação para a sociedade moderna, dentre eles, meio ambiente, direitos humanos e desenvolvimento sustentável. O objetivo deste projeto será refletir a partir da narrativa e do histórico dos grandes projetos hidrelétricos buscando compreender como estes empreendimentos são edificados em nome do ?interesse nacional? e pensados para ?um bem comum?, puderam causar tanta conflitualidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Ivani Ferreira de Faria - Integrante.

  • 2011 - 2012

    Identificação, isolamento e purificação de substâncias bioativas no controle de insetos, bactérias e outras pragas agropastorais e suas viabilidades econômicas., Descrição: O grupo de pesquisas Sociedade-Natureza: bioprospecção, biotecnologia e dinâmicas econômicas e sociais está em busca de princípios bioativos de plantas e microrganismos endofíticos obtidos da Região Amazônica e o estudo das cadeias produtivas de produtos da biodiversidade. Também aborda a formação econômica e espacial, a análise Sociedade/Natureza, os geossistemas, como ocorre o uso da biodiversidade pela sóciodiversidade, o entendimento dos modos de vida como um demarcador territorial com diferentes dinâmicas espaciais. Uma outra vertente do grupo é o interesse pela interação da luz com extratos e substâncias obtidas das plantas da região. Estas abordagens possuem um caráter multidisciplinar e permitem a ampliação do conhecimento de todos os envolvidos, principalmente alunos, pois há uma grande interação entre pessoas de diversas áreas do conhecimento que se entrecruzam na lógica de fundamentar a valorização da biodiversidade, tendo os modos de vida como elementos balizadores do desenvolvimento regional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Integrante / Reinaldo Correa Costa - Integrante / Cecilia Verônica Nunez - Coordenador.

  • 2011 - 2012

    Diagnóstico Agroambiental e Sistemas Produtivos em Assentamentos de Reforma Agrária e Unidades de Conservação, Descrição: O projeto trata de diagnosticar os processos (naturais, sociais e econômicos) da produção e renda ligados aos mercados e os agro-recursos e as dimensões e impactos dos modos de vida dos sujeitos (sujeitados e sujeitantes). Estudos sobre a realidade geográfica dos modos de vida, dos sistemas naturais da região amazônica e diagnóstico agroambiental devem subsidiar uma proposta de geração de informações e de melhoria da qualidade de vida da sociedade local, isto é, via pesquisa-ação, com metodologias próprias e que compreenda e atue na realidade existente nas áreas em estudo. A execução do projeto será realizada por meio de: pesquisa bibliográfica, em instituições, como o ICMBIO, e consultas a especialistas; trabalhos de campo, o qual constitui etapa fundamental da pesquisa, pois serão realizadas observações do meio geográfico dos lugares, registros fotográficos e entrevistas com questionários abertos para analisar os dados produzidos pelos sujeitos pesquisados, e levantamento cartográfico da área de estudo. Isso como elemento para a construção/aplicação de um referencial teórico-metodológico da formação social e dos geossistemas, para auxiliar na identificação, análise e entendimento dos processos sociais, econômicos e ambientais. A pesquisa será desenvolvida com utilização de temas fundamentais como sucessão ecológica, tipos de cultivo, modo de vida, processo de produção, espaço vivido, diagnóstico agroambiental, uso social da biodiversidade entre outros referenciais de cada base temática. Se a realidade é plural as abordagens também devem ser, isso no intuito de conhecer a totalidade, o espaço total das áreas estudadas em suas múltiplas espacialidades.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Guilherme Oliveira Freitas de Assis Vieira Faial - Coordenador / Reinaldo Correa Costa - Integrante.

Prêmios

2020

3° lugar na Competição Interamericana de Direitos Humanos, Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/AM.

2020

Equipe Revelação no Júri Simulado, Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/AM.

2019

2° lugar - Premiação de Menção Honrosa Melhor Orador dos IV Jogos Jurídicos da OAB-AM, Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Amazonas - OAB/AM.

2019

3° lugar - Equipe Faculdade Martha Falcão Wyden - FMF/Wyden nos IX Jogos Jurídicos da OAB/AM, Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Amazonas - OAB/AM.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas - ICC Norte. , Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, 70297400 - Brasília, DF - Brasil, Telefone: (61) 31077565

Experiência profissional

2023 - Atual

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Aluno do Curso de Bacharelado em Geografia, Carga horária: 10

Outras informações:
Aluno do Curso de Bacharelado em Geografia pela Universidade de Brasília (UnB)

2019 - 2019

Universidade de São Paulo

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno Visitante, Carga horária: 20

Outras informações:
Aluno especial (nível mestrado) do Programa de Pós Graduação em Geografia Humana da Universidade de São Paulo (USP) sendo tutoriado pela Prof. Dra. Rosa Ester Rossini

2015 - 2015

Universidade de São Paulo

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno Visitante, Carga horária: 40

Outras informações:
Aluno Visitante do Instituto de Biociências (Área de Concentração: Botânica) pela Universidade de São Paulo - USP.

Atividades

  • 07/2019 - 12/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas.,Linhas de pesquisa

  • 07/2015 - 08/2015

    Estágios , Instituto de Biociências.,Estágio realizado, Laboratório de Sistemática Vegetal.

  • 07/2015 - 07/2015

    Extensão universitária , Instituto de Biociências.,Atividade de extensão realizada, Botânica.

2021 - 2024

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Aluno Especial, Carga horária: 4

Outras informações:
Aluno Especial do Curso de Mestrado em Geografia

2023 - 2023

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Aluno, Enquadramento Funcional: Aluno Especial, Carga horária: 4

Outras informações:
Aluno Especial do Curso de Mestrado em Geografia

2023 - 2023

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Vínculo: Aluno Especial, Enquadramento Funcional: Aluno Especial do curso de Mestrado, Carga horária: 4

Outras informações:
Aluno Especial do Curso de Mestrado

2023 - Atual

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Grupo de Pesquisa em Propriedade Intelectual, Carga horária: 4

Outras informações:
Pesquisador no Grupo de Pesquisa em Propriedade Intelectual na Contemporaneidade da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

2023 - Atual

Universidade Federal do Paraná

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Colaborador, Carga horária: 4

Outras informações:
Pesquisador do Núcleo de Direito e Saberes Psi do Programa de Pós Graduação em Direito

2023 - Atual

Universidade do Estado do Amazonas

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Faculdade de Direito, Carga horária: 10

Outras informações:
Pesquisador na área de Direito Ambiental e Direito Urbanístico

Atividades

  • 02/2023

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Direito.,Linhas de pesquisa

2014 - 2022

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisa Cientifica, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisador do Laboratório Dabukuri - Planejamento e Gestão do Território na Amazônia trabalhando com Geografia Política e Povos Indígenas, desde 2014. Colaborador no curso de Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

2014 - 2022

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisa Cientifica, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisador do Laboratório Dabukuri - Planejamento e Gestão do Território na Amazônia trabalhando com Geografia Política e Povos Indígenas, desde 2014. Colaborador no curso de Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

2017 - 2018

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Graduando em Licenciatura, Enquadramento Funcional: Discente, Carga horária: 20

2012 - 2017

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Discente, Enquadramento Funcional: Graduando em Geografia (Bacharelado), Carga horária: 20

2016 - 2016

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitor da Disciplina de Geografia Econômica no Departamento de Geografia da Universidade Federal do Amazonas - UFAM

2015 - 2016

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor de Geografia, Carga horária: 4

Outras informações:
Professor de Geografia do PET Conexão de Saberes coordenado pela Prof° Dra. Amélia Regina Batista Nogueira

2014 - 2015

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Representante Discente, Carga horária: 2

Outras informações:
Representante Discente do Curso de Geografia.

2014 - 2015

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Linhas de Pesquisas: Território e Territorialidades Indígenas na Amazônia, Geopolítica Ambiental e economia ecológica na Amazônia.

2014 - 2015

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno IC (PIBEX) Voluntariado, Carga horária: 12

Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica PIBEX (Voluntariado) Desenvolve o projeto de pesquisa Mapeamento de uma área de risco que potencializa doenças de veiculação hídrica na Escola Municipal Valdir Garcia - Bairro São Geraldo pelo Departamento de Geografia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tendo como principal área de conhecimento as Ciências Humanas (Geografia Física) e as Ciências da Saúde (Medicina) sob orientação da Prof. Dra. Adorea Rebello C. Albuquerque.

2014 - 2014

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica Voluntariado, Carga horária: 20

Outras informações:
Colaborador no Laboratório de Geografia Humana - LAGEHU

2012 - 2013

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno Iniciação Científica: Extensão, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica PIBEX. Desenvolveu o projeto de pesquisa Cultivo de Plantas de Múltiplo Uso em Quintais: Capacitação sobre a racionalidade econômica e ambiental pela Faculdade de Ciências Agrárias vinculado a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tendo como principal área temática Meio Ambiente, sob orientação da Prof. Dra. Sandra do Nascimento Noda em parceria com o Núcleo de Estudos Rurais e Urbanos Amazônico - NERUA, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA coordenado pelo professor Hiroshi Noda, por Associações de Produtores Rurais de Comunidades, Secretarias Municipais de Produção e Ambiente e escritórios de extensão rural nos municípios de Benjamin Constant; Tabatinga; Manaus e Rio Preto da Eva.

2012 - 2012

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica Voluntariado, Carga horária: 20

Outras informações:
Aluno de Iniciação Científica, modalidade voluntariado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas das Cidades da Amazônia Brasileira - NEPECAB.

Atividades

  • 06/2015 - 07/2016

    Estágios , Departamento de Geografia - DEGEO.,Estágio realizado, PET Conexão Urbanas.

  • 01/2016 - 04/2016

    Estágios , Departamento de Geografia - DEGEO.,Estágio realizado, Geografia Econômica.

  • 08/2014 - 02/2015

    Extensão universitária , Departamento de Geografia - DEGEO.,Atividade de extensão realizada, Projeto de Extensão na Área de Geografia Física.

  • 02/2014 - 02/2015

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Departamento de Geografia - DEGEO.,Cargo ou função, Representante discente.

  • 12/2013 - 06/2014

    Outras atividades técnico-científicas , Laboratório de Cartografia, Laboratório de Cartografia.,Atividade realizada, Monitoria.

2014 - 2015

Universidade Federal do Pará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 12

Outras informações:
Colaborador do Grupo de Estudos Desenvolvimento e Dinâmicas Territoriais na Amazônia, pela Universidade Federal do Pará - UFPA (Campus Altamira) onde desenvolve pesquisas relacionadas as questões agrárias na Região de Altamira - PA.

Atividades

  • 05/2023

    Extensão universitária , Departamento de Geografia.,Atividade de extensão realizada, Ensino em Geografia.

  • 06/2014 - 06/2015

    Extensão universitária , Departamento de Geografia.,Atividade de extensão realizada, Pesquisa e Extensão.

2019 - 2022

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Coordenação de Pesquisas em Ecologia, Carga horária: 10

Outras informações:
Co-orientação pelo Laboratório de Agroecossistemas/INPA

2018 - 2019

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20

2015 - 2016

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno Especial

Outras informações:
Aluno especial do Programa de Pós Graduação em Botânica (PPG-BOT) e Programa de Pós Graduação em Ecologia (PPG-ECO) nível: Mestrado.

2015 - 2015

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Cientifica, Carga horária: 20

Outras informações:
Aluno de Iniciação Científica (Voluntariado) pela Coordenação de Pesquisas em Botânica - CPBO do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA sendo orientado pelo Prof. Dr. Alberto Vicentini.

2014 - 2015

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica, Carga horária: 20

Outras informações:
Linha de Pesquisa: Interações entre organismos e organismos-ambiente controlando a biota em áreas alagáveis. É orientado pelo Prof° Dr. Florian Karl Wittmann pelo Grupo de Pesquisas Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas - MAUA - INPA/Max-Planck.

2012 - 2013

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica, Carga horária: 0

Outras informações:
Foi bolsista Iniciação Científica PIBEX. Desenvolveu o projeto de pesquisa Cultivo de Plantas de Múltiplo Uso em Quintais: Capacitação sobre a racionalidade econômica e ambiental pela Faculdade de Ciências Agrárias vinculado a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tendo como principal área temática Meio Ambiente, sob orientação da Prof. Dra. Sandra do Nascimento Noda em parceria com o Núcleo de Estudos Rurais e Urbanos Amazônico- NERUA, pertencente a Coordenação de Pesquisas em Ciências Agronômicas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA coordenado pelo professor Hiroshi Noda, por Associações de Produtores Rurais de Comunidades, Secretarias Municipais de Produção e Ambiente e escritórios de extensão rural nos municipios de Benjamin Constant; Tabatinga; Manaus e Rio Preto da Eva.

2011 - 2012

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Iniciação Científica, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Bolsista Iniciação Científica CNPq. Desenvolveu o projeto de pesquisa Diagnóstico agroambiental e seus sistemas produtivos dentro da linha de pesquisa Diagnóstico Agroambiental da Cadeia Produtiva do Grupo de Pesquisa Sociedade-Natureza: bioprospecção, biotecnologia e dinâmicas econômicas e sociais, vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), sob orientação do Prof. Dr. Reinaldo Corrêa Costa e coordenação da Profª. Drª. Cecilia Veronica Nunez, no Laboratório de Estudos Sociais (LAES), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Manaus (AM).

Atividades

  • 06/2019 - 07/2022

    Pesquisa e desenvolvimento, Coordenação de Pesquisas em Ecologia.,Linhas de pesquisa

  • 04/2015 - 04/2015

    Extensão universitária , Departamento de Botânica.,Atividade de extensão realizada, Introdução aos Ecossistemas Amazônicos.

  • 03/2011 - 06/2012

    Pesquisa e desenvolvimento, Laboratório de Estudos Sociais - LAES.,Linhas de pesquisa

2018 - 2019

fundação de Amparo à pesquisa do Estado do amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador no Projeto Ciência na Escola, Carga horária: 8

2016 - 2016

fundação de Amparo à pesquisa do Estado do amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador no Programa Ciência na Escola/PCE, Carga horária: 12

Outras informações:
Pesquisador atuando no projeto "Mapeamento Geomorfológico de Áreas Endêmicas no Conjunto Cidadão V"

Atividades

  • 07/2018 - 01/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Centro Educacional de Tempo Integral Áurea Pinheiro Braga.,Linhas de pesquisa

  • 06/2016 - 12/2016

    Pesquisa e desenvolvimento, Escola Estadual Zilda Arns.,Linhas de pesquisa

2022 - 2022

Tribunal de Justiça do Amazonas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio em Direito Civil

2021 - 2022

Tribunal de Justiça do Amazonas

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio em Direito Penal e Processo Penal, Carga horária: 4

Outras informações:
Estágio em Direito Penal e Processo Penal

2023 - Atual

Secretaria Municipal de Educação

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2017 - 2018

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: Aluno de Mobilidade Acadêmica, Enquadramento Funcional: Discente, Carga horária: 20

Outras informações:
Aluno de Mobilidade Acadêmica pelo Programa de Mobilidade Acadêmica.

2017 - 2018

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: IC Voluntário, Enquadramento Funcional: Laboratório de Geografia Física, Carga horária: 12

Outras informações:
Atuando sobre orientação da Prof. Dra. Ivaniza Cabral na área de Geomorfologia.

2017 - 2018

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20

Outras informações:
Iniciação Científica pelo Programa de Pós Graduação em Física Ambiental da Universidade Federal do Mato Grosso - UFMT

2017 - 2017

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitoria em Geografia Agrária do Brasil, Carga horária: 20

2017 - 2017

Universidade Federal de Mato Grosso

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Monitoria em Geografia Econômica, Carga horária: 20

Atividades

  • 04/2017

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Geografia, História e Documentação - IGHD.,Linhas de pesquisa

  • 04/2017

    Pesquisa e desenvolvimento, Programa de Pós Graduação em Física Ambiental.,Linhas de pesquisa

2021 - 2021

Defensoria Pública do Estado do Amazonas

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio em Direito Penal, Carga horária: 4

Outras informações:
Estagiário em Direito Penal na 10° DPE Criminal

2019 - 2020

Procuradoria Geral do Município de São Paulo

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio em Direito, Carga horária: 4

Outras informações:
Estagiário em Direito (ênfase em Direito Administrativo - Desapropriações) pela Procuradoria Geral do Municipio de São Paulo - PGM/SP

2020 - 2020

Sky Brasil Serviços

Vínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estágio em Direito Civil, Carga horária: 6

Outras informações:
Estágio em Direito Civil (Contratos e Regulatório) pela Sky Brasil - SP.

2018 - 2019

faculdade martha falcão

Vínculo: Graduando em Direito, Enquadramento Funcional: Aluno de Graduação, Carga horária: 20

2018 - 2019

faculdade martha falcão

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica Voluntariado, Carga horária: 12

Atividades

  • 08/2018 - 07/2019

    Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade Martha Falcão.,Linhas de pesquisa

2018 - 2019

Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador Visitante, Carga horária: 8

2016 - 2016

Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Pesquisador Visitante, Carga horária: 20

Outras informações:
Professor de Geografia e de Projetos Científicos na Escola Estadual Professora Zilda Arns Neumann

2018 - 2019

INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

2018 - 2018

INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador em SIG, Carga horária: 30

Atividades

  • 10/2018 - 01/2019

    Estágios , Superintendência Regional do Amazonas.,Estágio realizado, Procuradoria Federal Especializada.

2011 - Atual

Sociedade Italo-Latino Americano de Etnomedicina

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Sócio, Carga horária: 0

2016 - Atual

Sociedade Brasileira de Botânica

Vínculo: Sócio (Graduação), Enquadramento Funcional: Sócio

2015 - 2015

Escolas Nilton Lins

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40

Outras informações:
Professor Titular das Disciplinas de História e Geografia (Ensino Fundamental II e Médio)

2015 - 2015

Escolas Nilton Lins

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 10

Outras informações:
Professor do Supletivo das Escolas Nilton Lins

2015 - 2015

Escolas Nilton Lins

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária: 2

Outras informações:
Consultor e Editor das Apostilas Didáticas do Supletivo das Escolas Nilton Lins

Atividades

  • 02/2015 - 03/2015

    Ensino, Supletivo, Nível: Aperfeiçoamento,Disciplinas ministradas, Geografia, História

  • 02/2015 - 03/2015

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Escolas Nilton Lins.,Cargo ou função, Consultor.

  • 01/2015 - 03/2015

    Ensino,,Disciplinas ministradas, História

  • 01/2015 - 03/2015

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Geografia

2013 - 2013

centro educacional sao francisco

Vínculo: Professor Titular, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 20

Outras informações:
Atuando em dois módulos: Ensino Fundamental II (6° ao 9° ano) e Ensino Médio (1° ao 3° ano)

Atividades

  • 01/2013 - 04/2013

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Geografia

  • 01/2013 - 04/2013

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Geografia

2014 - Atual

ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRÁFOS BRASILEIROS

Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Sócio, Carga horária: 0